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Circulaça~o com 8 (oito) apresentaço~es do espeta´culo Velha D+ junto a 8 (oito) instituiço~es de interesse social no Rio Grande do Sul, nos munici´pios de Sapiranga, Campo Bom, Rolante, Nova Petrópolis, Canela, Capão da Canoa, Torres e Jaguarão. Apo´s cada apresentaça~o, a atriz e o diretor fara~o um bate-papo com a plateia sobre preconceitos, especialmente o etarismo, machismo e capacitismo. Todas as apresentaço~es sera~o gratuitas e com recursos de acessibilidade arquitetônica, comunicacional e atitudinal. Havera´ parceria com as instituiço~es locais para a infraestrutura, ale´m da colaboraça~o na divulgaça~o junto ao pu´blico local.
“Velha D+” é um monólogo com a atriz Fera Carvalho Leite. A partir do texto original de Bob Bahlis e de inspirações em Clarissa Pinkola Estés (Ciranda das Mulheres Sábias), Naomi Wolf (O Mito da Beleza), Anne Kaupf (Como Envelhecer), Miriam Goldenberg (A Invenção de Uma Bela Velhice), Epícuro e Madonna, a peça trata de questões relacionadas ao preconceito de idade, a vida profissional x maternidade e tantas outras pressões que as mulheres sofrem ao amadurecer numa sociedade machista e etarista ou idadista. Ella, que está com mais de 40 anos, num casamento que sobreviveu à pandemia e à enchente de maio de 2024 no RS, e vive o luto pela perda da avó vítima da COVID-19, vai até a casa na floresta onde foi criada pela matriarca e reflete sobre a perigosa distância que existe entre o que sente com a passagem do tempo e o que está de fato preparada em relação à isso. Uma história de uma família de mulheres e um retorno ao refúgio da herança familiar a leva ao encontro com sua alma ancestral e seu espírito jovem e selvagem na busca de sua identidade e de uma bênção para ser quem ela é. Um ritual, uma cura, um movimento para dentro de si para então seguir adiante melhor, mais livre, mais feliz. Após o espetáculo, a atriz e o diretor, coautores do espetáculo, abrirão uma conversa/bate-papo com o público sobre as questões que são refletidas na peça e as ressonâncias em cada pessoa que se dispor a falar. Este bate-papo terá duração entre 30 e 40 minutos.
OBJETIVO GERAL O objetivo deste projeto é circular com o espetáculo de teatro "Velha D+" por cidades do Rio Grande do Sul para realizar uma apresentação em cada seguida de um bate-papo com elenco, direção e público articulado com organizações assistenciais diversas em apoio à mulher, ao idoso, à portadores de câncer, pessoas com deficiências e de baixa renda levando a arte para entretenimento e reflexão sobre temas que afetam os indíviduos e a sociedade, como o envelhescimento, a discriminação com mulheres e pessoas mais velhas. OBJETIVO ESPECÍFICO Produzir e coordenar viagens para realizar 8 (oito) apresentações gratuitas de teatro do espetáculo "Velha D+" (duração de 75min) seguidas de um bate-papo (duração entre 30 e 40 min) com elenco, direção e público em um espaço de tempo entre 2 (dois) e 9 (nove) meses nas cidades de Sapiranga, Campo Bom, Rolante, Nova Petrópolis, Canela, Capão da Canoa, Torres e Jaguarão. Pretendemos atingir um público direto de aproximadamente 2855 pessoas além de diversos setores econômicos e prestadores de serviço como de transporte, hotelaria, alimentação, técnico, teatros e outros espaços, etc.
A Lei de Incentivo à Cultura é fundamental para o financiamento da circulação do espetáculo "Velha D+", que aborda temas relevantes como etarismo, pois é essencial para promover a diversidade e a inclusão nas artes além dos seguintes aspectos: - Apoio a Temas Sociais: O espetáculo trata de questões relevantes e urgentes na sociedade contemporânea, como o etarismo e o machismo, que muitas vezes são negligenciados. O incentivo permite que essas discussões cheguem a um público mais amplo. - Acesso e Circulação: O financiamento possibilita a circulação do espetáculo em diferentes locais, democratizando o acesso à cultura e contribuindo para uma formação mais crítica da sociedade em diversas camadas da população. - Apoio à produção, à promoção e à difusão de bens culturais, tendo em vista a formação da cidadania e o fortalecimento da identidade cultural Enquadramento nos Incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Em relação ao Art. 3º atende aos seguintes objetivos:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; A Lei de Incentivo à Cultura é vital ao estímulo à criação e continuidade, a valorização da diversidade cultural - fundamentais em um país tão plural, realizando um impacto social pois permite que projetos com temática social, como "Velha D+", sejam viabilizados, contribuindo para o debate e a conscientização sobre questões contemporâneas. Em suma, a Lei de Incentivo à Cultura não apenas financia, mas também legitima e potencializa a arte como ferramenta de transformação social, promovendo discussões essenciais sobre igualdade e respeito nas relações de gênero e idade. A populaça~o brasileira esta´ envelhecendo inserida num contexto cultural de supervalorizaça~o da juventude e desprezo com o envelhecimento. As pessoas mais velhas sofrem muito com o preconceito de idade, especialmente as mulheres que sa~o mais discriminadas no mercado de trabalho sofrendo diversas presso~es que afetam sua autoestima, sua inserça~o social, sua autonomia financeira entre outras consequências emocionais. O espeta´culo Velha D+ aborda o idadismo/etarismo trazendo esta reflexa~o na perspectiva da personagem que percebe a violência social e traz a sua visa~o como mulher ale´m de trazer dados da antropologia e da cultura pop sobre este aspecto. A peça vem para questionar este preconceito e a transversalidade com outros preconceitos como o machismo, a misoginia, o racismo, a homofobia, a xenofobia, o capacitismo e a gordofobia. Adicionalmente, um bate-papo com o pu´blico presente apo´s a peça fomenta uma rica e construtiva experiência do pu´blico com as questo~es abordadas no espeta´culo. Desde sua estreia em Porto Alegre em novembro de 2021, e em todas as mais de 110 apresentaço~es ja´ realizadas, o espeta´culo lotou as sesso~es e atraiu muitas pessoas e grupos que se reu´nem em busca de um melhor envelhecimento. Ja´ realizou 4 temporadas no Centro Histo´rico Cultural Santa Casa (Porto Vera~o Alegre 2022, 2023 e 2024); em locais como Instituto Ling, SESC POA, SESC Canoas e Teatro do Grêmio Na´utico Unia~o; esteve em cartaz no litoral gau´cho (Torres e Atlântida), em Unah Piracanga (Bahia), Ilha do Papagaio (SC), Santa Cruz do Sul e Bom Princípio. Realizou 8 apresentaço~es nos abrigos de acolhimento aos refugiados da enchente em Porto Alegre. Para o presente projeto, e´ importante destacar o escopo de realizaça~o das atividades, todas planejadas para contemplar os pu´blicos tangenciados pela tema´tica da peça: principalmente mulheres acima de 40 anos, com diferentes capacidades fi´sicas e escolaridades, especialmente em situaça~o de vulnerabilidade social e/ou econômica. Sera~o priorizados, na divulgaça~o, pu´blicos como entidades locais assistenciais às mulheres e aos idosos em situaça~o de vulnerabilidade, ale´m de entidades assistenciais às pessoas com deficiência visual e auditiva. Pessoas negras, LGBTQIAPN+ e demais pessoas que se sintam atacadas por atitudes preconceituosas sera~o estimuladas a estarem presentes. A descentralizaça~o e´ uma constante no planejamento das aço~es deste espetáculo. Entre as experiências da peça, esta´ a proposta de apresentar inicialmente para pu´blicos em locais perife´ricos da cidade. No entanto as apresentaço~es foram adiadas por conta da enchente de maio de 2024 e posteriormente transferidas para os abrigos e o pu´blico atingido pela cata´strofe clima´tica. Esse exemplo demonstra a experiência, a comunicabilidade, a empatia, a atença~o e o sucesso da peça Velha D+ com as regio~es e os grupos sociais com menor acesso a espeta´culos teatrais.
METODOLOGIA DE DIVULGAÇÃO: Primeira etapa - [metas e estratégias de divulgação] ● Organizar mailing de imprensa nas áreas de atuação do projeto/evento; teatro, cultura, entretenimento, comportamento, social, etc; ● Sugestão de diferentes pautas que podem ser aproveitadas na mídia, em diversas editorias e veículos, a partir de reuniões com a coordenação geral; ● Busca de apoio de mídia local - rádio, jornal, tv, OOH, podcasts, influenciadores digitais. Segunda etapa - [produção das ações de comunicação] ● Criação de releases relativos a todas as etapas do projeto; ● Lançamento da ideia na mídia /reunião da equipe para as entrevistas; ● Distribuição deste material nos departamentos de imprensa (jornais, emissoras de rádio televisão, revistas) para os 8 municípios onde o projeto vai acontecer; ● Envio de material de divulgação (releases e notas) para os meios eletrônicos (sites, blogs, portais); ● Envio de notas exclusivas para colunistas de jornais e revistas. Envio de fotos e convites sempre que necessário; ● Publicação e impulsionamento das peças de divulgação nas redes sociais (especialmente Instagram e Facebook) ● Envio de divulgação em imagens e vídeos para os integrantes das instituições apoiadoras por email e whatsapp bem como para associações de mulheres e idosos de cada cidade e demais públicos pertinentes; ● Colocação do banner do espetáculo no teatro de cada cidade. Terceira etapa [relatórios e clipagem] ● Relatório final, apontando os resultados da assessoria realizada e dos alcances de impulsionamento; ● Amostragem de clipping online (links e prints de matérias de sites, blogs, revistas eletrônicas) ● Amostragem de fotos do público nos teatros.
Espetáculo teatral Velha D+ A peça tem duração de 75 min. Dependendo do local, a montagem do cenário, luz e som podem durar de 1 a 6 horas considerando a complexidade, adequação, equipamentos, ensaio, etc. Bate-papo com atriz e diretor junto ao público será de 30 a 40 minutos. A desmonatagem pode levar de 1 a 2 horas.
Faremos todas apresentações em teatro, auditórios ou salas com o máximo possível de acessibilidade física para PCDs e pessoas com mobilidade reduzida (rotas acessíveis, com espaço de manobra para cadeiras de rodas; piso tátil; rampas; elevadores adequados à pessoa com deficiência; corrimãos e guarda- corpos; Banheiros femininos e masculinos adaptados para PCD’s; vagas de estacionamento para PCD’s; assentos para pessoas obesas e iluminação adequada). Todas as sessões terão tradução e interpretação em LIBRAS para pessoas com deficiência auditiva e uma sessão com audiodescrição para pessoas com deficiência visual.
Todas as sessões serão gratuitas. Adotaremos como medida de “ampliação de acesso”, conforme artigo 28 da IN nº 01/2023: III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência oucom mobilidade reduzida e aos idosos;IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, dasatividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal (atravéz de QR code conforme o link: https://www.youtube.com/watch?v=_-NranUULqI);VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos,estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; (bate-papo após o espetáculo)
BOB (OTÁVIO) BAHLIS - Proponente, Diretor Artístico e Coordenador do Projeto Dramaturgo, diretor e professor de teatro. Começou no teatro de rua, no grupo Pé de Palco(1987), sob a direção de Júlio Conte. Depois seguiu carreira como ator, atuando em diversos espetáculos. Em 1992 foi apresentador de um programa de auditório, que se chamava Bob Pop Show e desde então passou a ser chamado de Bob. Apresentou o programa Radar na TVE (1998). Bahlis também foi diretor de televisão na Band TV. Radialista, foi produtor de uma das rádios mais emblemáticas de Porto Alegre, a Rádio Ipanema FM. Em 2006, Bob Bahlis passa a se dedicar exclusivamente ao teatro, na função de Diretor. Em 2020 estava em cartaz com quatro espetáculos. "Um certo capitão Fernando” é uma peça que atraiu centenas de pessoas ao teatro. Está atualmente em cartaz com: “O Espantalho”, “Velha D+”, "Coração de Búfalo" e “Fossa Nova”. Peças Adultas. Roteirista e diretor de: 1. Homens/ Adulta/ Direção e Adaptação do roteiro homônimo de DorisDorrie – “Homens”. 2. Dez(quase)Amores/ Adulta/ Direção e adaptação do livro homônimo de Claudia Tajes. 3. Stand Up Drama/ Adulta/ Direção e Adaptação da obra Eu Pensei que meu pai fosse Deus de Paul Auster. 4. Morgue/ Adulta/ Direção e Dramaturgia. 5. As Mulheres que amavam Gainsbourg/ Adulta /Direção Geral. 6. Perto do Fim – Sylvia Plath /Adulta/ Direção e Texto. 7. Myrna como ela é /Adulta/ Direção Geral. 8. Cronicamente Veríssimo/ Adulta/ Roteiro final e direção. 9. Um certo capitão Fernando/ Adulta/ Roteiro e direção. 10. Coração de Búfalo/ Musical / Adulta/ Roteiro e direção. 11. Tedy, o Amor não é para amadores/ Adulta / Direção e texto. Também diretor e roteirista dos espetáculos infantis: 1. Pedro Malazarte e a Arara Vermelha/ Musical Infantil/ Direção. Autor: Jorge Furtado. A peça circulou por todo o estado do Rgs e teve uma montagem na cidade do Rio de Janeiro, com equipe carioca. 2. Filhote de Cruz Credo/ Infantil/ Direção e roteiro. Musical Infantil. Adaptação do livro homônimo de Fabrício Carpinejar. A peça viajou pelo estado do Rgs inteiro, se apresentando em diversas escolas do estado, pois trata da questão Bullying. A peça também foi montada com equipe artística do Rio de Janeiro e teve na trilha sonora, canções do Erasmo Carlos. 3. João e Maria, uma aventura no terreno Baldio/ Infantil/ Direção e Dramaturgia. 4. Piá Farroupilha/ Infantil /Direção e adaptação de Bob Bahlis, da obra de Carlos Urbim . 5. Clube dos Cinco/ Adulta/ Direção e Adaptação do filme homônimo de JonhHugues. Público adolescente. Viajou pelo RS e São Paulo. FERA CARVALHO LEITE - Atriz e Diretora de Produção/Geral Atua como atriz, produtora e divulgadora desde seu primeiro trabalho em 1993 e a partir de então se envolve na produção de todos os espetáculos em que atua. É Mestre em Artes Cênicas e Especialista em Pedagogias do Corpo e da Saúde, ambos na UFRGS. Atualmente administra e produz atividades culturais de formação no Espaço Livre - Arte Corpo Mente que, a partir do espetáculo Velha D+ em 2021, também passou a ser um espaço de apresentações e performances cênicas sob sua coordenação de produção. Estudou, entre outras instituições e artistas, na The Lee Strasberg Theatre Institute e na SITI Company em Nova Iorque. Recebeu quatro prêmios de melhor atriz em cinema e duas indicações em dança e teatro, além de prêmios coletivos pelas obras envolvidas. Sucesso no teatro com a comédia Inimigas Íntimas ao lado de Ingra Lyberato, atuou em 18 espetáculos teatrais e em mais de 30 performances de dança. PEDRO MANOEL OSÓRIO - Produção e Divulgação Formado em Comunicação Social (UFRGS), atua desde 2018 como produtor cultural e assessor de comunicação. Na Pati.neti Produções, coordena a divulgação das edições do espetáculo O Grande Encontro – Música dos Gaúchos desde 2019. Nos últimos 5 anos, também tem se dedicado aos projetos de Luiz Coronel, atuando na produção e na divulgação dos livros, recitais-shows, palestras e demais atividades do escritor. Realiza assessoria editorial aos escritores Alcy Cheuiche e Paulo Roberto do Carmo. É coordenador editorial da “Coleção Dicionários”, de Luiz Coronel, e editor do livro “Improvisos”, obra póstuma de Jayme Caetano Braun. Atua na turnê "Canto de América", de Shana Müller, como produtor audiovisual e social media. Conta ainda com outros trabalhos na música e no teatro, contribuindo com nomes como Isabela Fogaça, Rock de Galpão, Sérgio Rojas, Gujo Teixeira, Fera Carvalho Leite e Deborah Finocchiaro. LUI FELIPE - Designer gráfico Formado em Publicidade e Propaganda pela ESPM, trabalho com audiovisual há mais de 12 anos. Nesse tempo, já trabalhou com captação, edição, produção, finalização, motion design, design e locução. Passou pelo Grupo Vit Music (2012-2014), captando e editando para a MTV RS e Ipanema FM; pela CyC (2015- 2017), envolvido em projetos para web e TV, com marcas como Claro, Renner e Grenalizando; por trabalhos específicos com produtoras como Guts and Films, Stink SP, Fábrica de Conteúdo, Frame Films, Your Mama, Cápsula, Noize Media, entre outras; coordenou o núcleo audiovisual de marketing da plataforma de cuidados pessoais Autoridade Fitness (2017-2020), trabalhando diretamente com as marcas Xtreme21, Prána Yoga e a própria Autoridade Fitness. Hoje é Analista Audiovisual Sênior na Queima Diária, a maior plataforma fitness da América Latina, e também editor FIXO na Yeap Films ALEXANDRE RICARDO SILVEIRA SARAIVA - Técncico de Som e Luz Formado em Produção Cênica – Faculdade Monteiro Lobato (2017) e cursando Técnico de Segurança do Trabalho – Escola Técnica Municipal Farroupilha. De 2006 a 2008 trabalhou na Coordenação Técnica de espetáculos cênicos do Teatro da Associação Hebraica. Desde 2008 integra a AR Eventos trabalhando na Coordenação Técnica em montagens e operações de equipamentos para teatros e shows como nas edições 14o ao 24o Festival Porto Alegre Em Cena e do 3o ao 9o Festival Palco Giratório SESC/RS. Operou som, luz e projeções nos espetáculos "O Pequeno Príncipe” ,“Os Homens de Perto 1, 2 e 3” ,“Romeu e Julieta” ,“Inimigas Íntimas” , "Papai pirou nas ondas do rádio" e “Sexteto” – todos com direção de Néstor Monastério além de "Adolescer” – Direção Vanja Ca Michael, Produção Técnica do espetáculo “Os Náufragos da Louca Esperança” –Theatre du Soleil e operação de som, espetáculo "As Aventuras de Luccas Neto e Gi". IVD LIBRAS E AUDIODESCRIÇÃO LTDA Graduada Pedagogia, pós-graduada em Língua Brasileira de Sinais, pós-graduada em Análise do Comportamento Aplicada para TEA (Transtorno do Espectro Autista), pós-graduada em Psicopedagogia com ênfase em educação inclusiva e pós-graduada em gestão, supervisão e Inspeção escolar. Atua há 15 anos na área de Interpretação de Libras, audiodescrição e atendimento a crianças com Autismo. É autora de 5 livros na área inclusiva, com personagens principais com deficiência, e produtora cultural inclusiva. * PRODUTORES LOCAIS (ASSISTÊNCIA DE PRODUÇÃO) A DEFINIR
PROJETO ARQUIVADO.