Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 249568ArquivadoMecenato

Velha D+ Teatro Circula RS

OTAVIO BAHLIS 54843944068
Solicitado
R$ 199,5 mil
Aprovado
R$ 199,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Emergencial RS
Ano
24

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2024-12-03
Término
2025-12-24
Locais de realização (8)
Campo Bom Rio Grande do SulCanela Rio Grande do SulCapão da Canoa Rio Grande do SulJaguarão Rio Grande do SulNova Petrópolis Rio Grande do SulRolante Rio Grande do SulSapiranga Rio Grande do SulTorres Rio Grande do Sul

Resumo

Circulaça~o com 8 (oito) apresentaço~es do espeta´culo Velha D+ junto a 8 (oito) instituiço~es de interesse social no Rio Grande do Sul, nos munici´pios de Sapiranga, Campo Bom, Rolante, Nova Petrópolis, Canela, Capão da Canoa, Torres e Jaguarão. Apo´s cada apresentaça~o, a atriz e o diretor fara~o um bate-papo com a plateia sobre preconceitos, especialmente o etarismo, machismo e capacitismo. Todas as apresentaço~es sera~o gratuitas e com recursos de acessibilidade arquitetônica, comunicacional e atitudinal. Havera´ parceria com as instituiço~es locais para a infraestrutura, ale´m da colaboraça~o na divulgaça~o junto ao pu´blico local.

Sinopse

“Velha D+” é um monólogo com a atriz Fera Carvalho Leite. A partir do texto original de Bob Bahlis e de inspirações em Clarissa Pinkola Estés (Ciranda das Mulheres Sábias), Naomi Wolf (O Mito da Beleza), Anne Kaupf (Como Envelhecer), Miriam Goldenberg (A Invenção de Uma Bela Velhice), Epícuro e Madonna, a peça trata de questões relacionadas ao preconceito de idade, a vida profissional x maternidade e tantas outras pressões que as mulheres sofrem ao amadurecer numa sociedade machista e etarista ou idadista. Ella, que está com mais de 40 anos, num casamento que sobreviveu à pandemia e à enchente de maio de 2024 no RS, e vive o luto pela perda da avó vítima da COVID-19, vai até a casa na floresta onde foi criada pela matriarca e reflete sobre a perigosa distância que existe entre o que sente com a passagem do tempo e o que está de fato preparada em relação à isso. Uma história de uma família de mulheres e um retorno ao refúgio da herança familiar a leva ao encontro com sua alma ancestral e seu espírito jovem e selvagem na busca de sua identidade e de uma bênção para ser quem ela é. Um ritual, uma cura, um movimento para dentro de si para então seguir adiante melhor, mais livre, mais feliz. Após o espetáculo, a atriz e o diretor, coautores do espetáculo, abrirão uma conversa/bate-papo com o público sobre as questões que são refletidas na peça e as ressonâncias em cada pessoa que se dispor a falar. Este bate-papo terá duração entre 30 e 40 minutos.

Objetivos

OBJETIVO GERAL O objetivo deste projeto é circular com o espetáculo de teatro "Velha D+" por cidades do Rio Grande do Sul para realizar uma apresentação em cada seguida de um bate-papo com elenco, direção e público articulado com organizações assistenciais diversas em apoio à mulher, ao idoso, à portadores de câncer, pessoas com deficiências e de baixa renda levando a arte para entretenimento e reflexão sobre temas que afetam os indíviduos e a sociedade, como o envelhescimento, a discriminação com mulheres e pessoas mais velhas. OBJETIVO ESPECÍFICO Produzir e coordenar viagens para realizar 8 (oito) apresentações gratuitas de teatro do espetáculo "Velha D+" (duração de 75min) seguidas de um bate-papo (duração entre 30 e 40 min) com elenco, direção e público em um espaço de tempo entre 2 (dois) e 9 (nove) meses nas cidades de Sapiranga, Campo Bom, Rolante, Nova Petrópolis, Canela, Capão da Canoa, Torres e Jaguarão. Pretendemos atingir um público direto de aproximadamente 2855 pessoas além de diversos setores econômicos e prestadores de serviço como de transporte, hotelaria, alimentação, técnico, teatros e outros espaços, etc.

Justificativa

A Lei de Incentivo à Cultura é fundamental para o financiamento da circulação do espetáculo "Velha D+", que aborda temas relevantes como etarismo, pois é essencial para promover a diversidade e a inclusão nas artes além dos seguintes aspectos: - Apoio a Temas Sociais: O espetáculo trata de questões relevantes e urgentes na sociedade contemporânea, como o etarismo e o machismo, que muitas vezes são negligenciados. O incentivo permite que essas discussões cheguem a um público mais amplo. - Acesso e Circulação: O financiamento possibilita a circulação do espetáculo em diferentes locais, democratizando o acesso à cultura e contribuindo para uma formação mais crítica da sociedade em diversas camadas da população. - Apoio à produção, à promoção e à difusão de bens culturais, tendo em vista a formação da cidadania e o fortalecimento da identidade cultural Enquadramento nos Incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Em relação ao Art. 3º atende aos seguintes objetivos:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; A Lei de Incentivo à Cultura é vital ao estímulo à criação e continuidade, a valorização da diversidade cultural - fundamentais em um país tão plural, realizando um impacto social pois permite que projetos com temática social, como "Velha D+", sejam viabilizados, contribuindo para o debate e a conscientização sobre questões contemporâneas. Em suma, a Lei de Incentivo à Cultura não apenas financia, mas também legitima e potencializa a arte como ferramenta de transformação social, promovendo discussões essenciais sobre igualdade e respeito nas relações de gênero e idade. A populaça~o brasileira esta´ envelhecendo inserida num contexto cultural de supervalorizaça~o da juventude e desprezo com o envelhecimento. As pessoas mais velhas sofrem muito com o preconceito de idade, especialmente as mulheres que sa~o mais discriminadas no mercado de trabalho sofrendo diversas presso~es que afetam sua autoestima, sua inserça~o social, sua autonomia financeira entre outras consequências emocionais. O espeta´culo Velha D+ aborda o idadismo/etarismo trazendo esta reflexa~o na perspectiva da personagem que percebe a violência social e traz a sua visa~o como mulher ale´m de trazer dados da antropologia e da cultura pop sobre este aspecto. A peça vem para questionar este preconceito e a transversalidade com outros preconceitos como o machismo, a misoginia, o racismo, a homofobia, a xenofobia, o capacitismo e a gordofobia. Adicionalmente, um bate-papo com o pu´blico presente apo´s a peça fomenta uma rica e construtiva experiência do pu´blico com as questo~es abordadas no espeta´culo. Desde sua estreia em Porto Alegre em novembro de 2021, e em todas as mais de 110 apresentaço~es ja´ realizadas, o espeta´culo lotou as sesso~es e atraiu muitas pessoas e grupos que se reu´nem em busca de um melhor envelhecimento. Ja´ realizou 4 temporadas no Centro Histo´rico Cultural Santa Casa (Porto Vera~o Alegre 2022, 2023 e 2024); em locais como Instituto Ling, SESC POA, SESC Canoas e Teatro do Grêmio Na´utico Unia~o; esteve em cartaz no litoral gau´cho (Torres e Atlântida), em Unah Piracanga (Bahia), Ilha do Papagaio (SC), Santa Cruz do Sul e Bom Princípio. Realizou 8 apresentaço~es nos abrigos de acolhimento aos refugiados da enchente em Porto Alegre. Para o presente projeto, e´ importante destacar o escopo de realizaça~o das atividades, todas planejadas para contemplar os pu´blicos tangenciados pela tema´tica da peça: principalmente mulheres acima de 40 anos, com diferentes capacidades fi´sicas e escolaridades, especialmente em situaça~o de vulnerabilidade social e/ou econômica. Sera~o priorizados, na divulgaça~o, pu´blicos como entidades locais assistenciais às mulheres e aos idosos em situaça~o de vulnerabilidade, ale´m de entidades assistenciais às pessoas com deficiência visual e auditiva. Pessoas negras, LGBTQIAPN+ e demais pessoas que se sintam atacadas por atitudes preconceituosas sera~o estimuladas a estarem presentes. A descentralizaça~o e´ uma constante no planejamento das aço~es deste espetáculo. Entre as experiências da peça, esta´ a proposta de apresentar inicialmente para pu´blicos em locais perife´ricos da cidade. No entanto as apresentaço~es foram adiadas por conta da enchente de maio de 2024 e posteriormente transferidas para os abrigos e o pu´blico atingido pela cata´strofe clima´tica. Esse exemplo demonstra a experiência, a comunicabilidade, a empatia, a atença~o e o sucesso da peça Velha D+ com as regio~es e os grupos sociais com menor acesso a espeta´culos teatrais.

Estratégia de execução

METODOLOGIA DE DIVULGAÇÃO: Primeira etapa - [metas e estratégias de divulgação] ● Organizar mailing de imprensa nas áreas de atuação do projeto/evento; teatro, cultura, entretenimento, comportamento, social, etc; ● Sugestão de diferentes pautas que podem ser aproveitadas na mídia, em diversas editorias e veículos, a partir de reuniões com a coordenação geral; ● Busca de apoio de mídia local - rádio, jornal, tv, OOH, podcasts, influenciadores digitais. Segunda etapa - [produção das ações de comunicação] ● Criação de releases relativos a todas as etapas do projeto; ● Lançamento da ideia na mídia /reunião da equipe para as entrevistas; ● Distribuição deste material nos departamentos de imprensa (jornais, emissoras de rádio televisão, revistas) para os 8 municípios onde o projeto vai acontecer; ● Envio de material de divulgação (releases e notas) para os meios eletrônicos (sites, blogs, portais); ● Envio de notas exclusivas para colunistas de jornais e revistas. Envio de fotos e convites sempre que necessário; ● Publicação e impulsionamento das peças de divulgação nas redes sociais (especialmente Instagram e Facebook) ● Envio de divulgação em imagens e vídeos para os integrantes das instituições apoiadoras por email e whatsapp bem como para associações de mulheres e idosos de cada cidade e demais públicos pertinentes; ● Colocação do banner do espetáculo no teatro de cada cidade. Terceira etapa [relatórios e clipagem] ● Relatório final, apontando os resultados da assessoria realizada e dos alcances de impulsionamento; ● Amostragem de clipping online (links e prints de matérias de sites, blogs, revistas eletrônicas) ● Amostragem de fotos do público nos teatros.

Especificação técnica

Espetáculo teatral Velha D+ A peça tem duração de 75 min. Dependendo do local, a montagem do cenário, luz e som podem durar de 1 a 6 horas considerando a complexidade, adequação, equipamentos, ensaio, etc. Bate-papo com atriz e diretor junto ao público será de 30 a 40 minutos. A desmonatagem pode levar de 1 a 2 horas.

Acessibilidade

Faremos todas apresentações em teatro, auditórios ou salas com o máximo possível de acessibilidade física para PCDs e pessoas com mobilidade reduzida (rotas acessíveis, com espaço de manobra para cadeiras de rodas; piso tátil; rampas; elevadores adequados à pessoa com deficiência; corrimãos e guarda- corpos; Banheiros femininos e masculinos adaptados para PCD’s; vagas de estacionamento para PCD’s; assentos para pessoas obesas e iluminação adequada). Todas as sessões terão tradução e interpretação em LIBRAS para pessoas com deficiência auditiva e uma sessão com audiodescrição para pessoas com deficiência visual.

Democratização do acesso

Todas as sessões serão gratuitas. Adotaremos como medida de “ampliação de acesso”, conforme artigo 28 da IN nº 01/2023: III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência oucom mobilidade reduzida e aos idosos;IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, dasatividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal (atravéz de QR code conforme o link: https://www.youtube.com/watch?v=_-NranUULqI);VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos,estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; (bate-papo após o espetáculo)

Ficha técnica

BOB (OTÁVIO) BAHLIS - Proponente, Diretor Artístico e Coordenador do Projeto Dramaturgo, diretor e professor de teatro. Começou no teatro de rua, no grupo Pé de Palco(1987), sob a direção de Júlio Conte. Depois seguiu carreira como ator, atuando em diversos espetáculos. Em 1992 foi apresentador de um programa de auditório, que se chamava Bob Pop Show e desde então passou a ser chamado de Bob. Apresentou o programa Radar na TVE (1998). Bahlis também foi diretor de televisão na Band TV. Radialista, foi produtor de uma das rádios mais emblemáticas de Porto Alegre, a Rádio Ipanema FM. Em 2006, Bob Bahlis passa a se dedicar exclusivamente ao teatro, na função de Diretor. Em 2020 estava em cartaz com quatro espetáculos. "Um certo capitão Fernando” é uma peça que atraiu centenas de pessoas ao teatro. Está atualmente em cartaz com: “O Espantalho”, “Velha D+”, "Coração de Búfalo" e “Fossa Nova”. Peças Adultas. Roteirista e diretor de: 1. Homens/ Adulta/ Direção e Adaptação do roteiro homônimo de DorisDorrie – “Homens”. 2. Dez(quase)Amores/ Adulta/ Direção e adaptação do livro homônimo de Claudia Tajes. 3. Stand Up Drama/ Adulta/ Direção e Adaptação da obra Eu Pensei que meu pai fosse Deus de Paul Auster. 4. Morgue/ Adulta/ Direção e Dramaturgia. 5. As Mulheres que amavam Gainsbourg/ Adulta /Direção Geral. 6. Perto do Fim – Sylvia Plath /Adulta/ Direção e Texto. 7. Myrna como ela é /Adulta/ Direção Geral. 8. Cronicamente Veríssimo/ Adulta/ Roteiro final e direção. 9. Um certo capitão Fernando/ Adulta/ Roteiro e direção. 10. Coração de Búfalo/ Musical / Adulta/ Roteiro e direção. 11. Tedy, o Amor não é para amadores/ Adulta / Direção e texto. Também diretor e roteirista dos espetáculos infantis: 1. Pedro Malazarte e a Arara Vermelha/ Musical Infantil/ Direção. Autor: Jorge Furtado. A peça circulou por todo o estado do Rgs e teve uma montagem na cidade do Rio de Janeiro, com equipe carioca. 2. Filhote de Cruz Credo/ Infantil/ Direção e roteiro. Musical Infantil. Adaptação do livro homônimo de Fabrício Carpinejar. A peça viajou pelo estado do Rgs inteiro, se apresentando em diversas escolas do estado, pois trata da questão Bullying. A peça também foi montada com equipe artística do Rio de Janeiro e teve na trilha sonora, canções do Erasmo Carlos. 3. João e Maria, uma aventura no terreno Baldio/ Infantil/ Direção e Dramaturgia. 4. Piá Farroupilha/ Infantil /Direção e adaptação de Bob Bahlis, da obra de Carlos Urbim . 5. Clube dos Cinco/ Adulta/ Direção e Adaptação do filme homônimo de JonhHugues. Público adolescente. Viajou pelo RS e São Paulo. FERA CARVALHO LEITE - Atriz e Diretora de Produção/Geral Atua como atriz, produtora e divulgadora desde seu primeiro trabalho em 1993 e a partir de então se envolve na produção de todos os espetáculos em que atua. É Mestre em Artes Cênicas e Especialista em Pedagogias do Corpo e da Saúde, ambos na UFRGS. Atualmente administra e produz atividades culturais de formação no Espaço Livre - Arte Corpo Mente que, a partir do espetáculo Velha D+ em 2021, também passou a ser um espaço de apresentações e performances cênicas sob sua coordenação de produção. Estudou, entre outras instituições e artistas, na The Lee Strasberg Theatre Institute e na SITI Company em Nova Iorque. Recebeu quatro prêmios de melhor atriz em cinema e duas indicações em dança e teatro, além de prêmios coletivos pelas obras envolvidas. Sucesso no teatro com a comédia Inimigas Íntimas ao lado de Ingra Lyberato, atuou em 18 espetáculos teatrais e em mais de 30 performances de dança. PEDRO MANOEL OSÓRIO - Produção e Divulgação Formado em Comunicação Social (UFRGS), atua desde 2018 como produtor cultural e assessor de comunicação. Na Pati.neti Produções, coordena a divulgação das edições do espetáculo O Grande Encontro – Música dos Gaúchos desde 2019. Nos últimos 5 anos, também tem se dedicado aos projetos de Luiz Coronel, atuando na produção e na divulgação dos livros, recitais-shows, palestras e demais atividades do escritor. Realiza assessoria editorial aos escritores Alcy Cheuiche e Paulo Roberto do Carmo. É coordenador editorial da “Coleção Dicionários”, de Luiz Coronel, e editor do livro “Improvisos”, obra póstuma de Jayme Caetano Braun. Atua na turnê "Canto de América", de Shana Müller, como produtor audiovisual e social media. Conta ainda com outros trabalhos na música e no teatro, contribuindo com nomes como Isabela Fogaça, Rock de Galpão, Sérgio Rojas, Gujo Teixeira, Fera Carvalho Leite e Deborah Finocchiaro. LUI FELIPE - Designer gráfico Formado em Publicidade e Propaganda pela ESPM, trabalho com audiovisual há mais de 12 anos. Nesse tempo, já trabalhou com captação, edição, produção, finalização, motion design, design e locução. Passou pelo Grupo Vit Music (2012-2014), captando e editando para a MTV RS e Ipanema FM; pela CyC (2015- 2017), envolvido em projetos para web e TV, com marcas como Claro, Renner e Grenalizando; por trabalhos específicos com produtoras como Guts and Films, Stink SP, Fábrica de Conteúdo, Frame Films, Your Mama, Cápsula, Noize Media, entre outras; coordenou o núcleo audiovisual de marketing da plataforma de cuidados pessoais Autoridade Fitness (2017-2020), trabalhando diretamente com as marcas Xtreme21, Prána Yoga e a própria Autoridade Fitness. Hoje é Analista Audiovisual Sênior na Queima Diária, a maior plataforma fitness da América Latina, e também editor FIXO na Yeap Films ALEXANDRE RICARDO SILVEIRA SARAIVA - Técncico de Som e Luz Formado em Produção Cênica – Faculdade Monteiro Lobato (2017) e cursando Técnico de Segurança do Trabalho – Escola Técnica Municipal Farroupilha. De 2006 a 2008 trabalhou na Coordenação Técnica de espetáculos cênicos do Teatro da Associação Hebraica. Desde 2008 integra a AR Eventos trabalhando na Coordenação Técnica em montagens e operações de equipamentos para teatros e shows como nas edições 14o ao 24o Festival Porto Alegre Em Cena e do 3o ao 9o Festival Palco Giratório SESC/RS. Operou som, luz e projeções nos espetáculos "O Pequeno Príncipe” ,“Os Homens de Perto 1, 2 e 3” ,“Romeu e Julieta” ,“Inimigas Íntimas” , "Papai pirou nas ondas do rádio" e “Sexteto” – todos com direção de Néstor Monastério além de "Adolescer” – Direção Vanja Ca Michael, Produção Técnica do espetáculo “Os Náufragos da Louca Esperança” –Theatre du Soleil e operação de som, espetáculo "As Aventuras de Luccas Neto e Gi". IVD LIBRAS E AUDIODESCRIÇÃO LTDA Graduada Pedagogia, pós-graduada em Língua Brasileira de Sinais, pós-graduada em Análise do Comportamento Aplicada para TEA (Transtorno do Espectro Autista), pós-graduada em Psicopedagogia com ênfase em educação inclusiva e pós-graduada em gestão, supervisão e Inspeção escolar. Atua há 15 anos na área de Interpretação de Libras, audiodescrição e atendimento a crianças com Autismo. É autora de 5 livros na área inclusiva, com personagens principais com deficiência, e produtora cultural inclusiva. * PRODUTORES LOCAIS (ASSISTÊNCIA DE PRODUÇÃO) A DEFINIR

Providência

PROJETO ARQUIVADO.