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PRONAC 249572Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

II SEMINÁRIO NACIONAL DOS ANGOLEIROS DO BRASIL - II SNAB

CENTRO CULTURAL AFRO LATINO - C.C.A.L
Solicitado
R$ 618,8 mil
Aprovado
R$ 618,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Ações de Educação Patrimonial
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Nova Iguaçu
Início
2025-04-04
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Nova Iguaçu Rio de Janeiro

Resumo

Realizar o II SEMINÁRIO NACIONAL DOS ANGOLEIROS DO BRASIL - II SNAB(parte 1 no Hotel Mércure e parte 2 na CRBNDM), Nova Iguaçu-RJ, com 100 pessoas adeptas do Candomblé Bantu-Angola, das 5 regiões do Brasil, autoridades de governos, acadêmicas e personalidades convidadas.O evento visa mensurar os avanços, após 15 anos do I SNAB, e elaborar novas estratégias para a inclusão da temática Bantu-Angolana na Educação. Bem como, registrar a plenitude do Candomblé Bantu-Angola e suas expressões culturais variáveis. De modo a fixar e fortalecer a identidade do Povo Bantu-Angola no combate ao racismo. Haja vista,o seu preponderante na construção do Brasil e formação da nossa Língua.

Sinopse

Este projeto proposto para ser realizado como o II SEMINÁRIO NACIONAL DOS ANGOLEIROS DO BRASIL - II SNAB", em 4 dias consecutivos, tem como principal objeto convocar os terreiros de Mariz Bantu-Angola, das cinco regiões do Brasil, que participaram do I Seminário a 15 anos passados. Desta fora, apresentarem os resultados obtidos, e discutirem novas metas a alcançar, redigindo um documento final a ser encaminhado aos órgãos competentes das respectivas esferas de governo, com seus anseios, para que se tome as providências cabíveis. Onde uma delas trata sobre a inlusão nas grades curriculares do ensino fundamental e médio, a história e cultura-afro-bantu-brasileira, de maneira a fixar na memória da juventude negra, a sua identidade. Fato que a fortalecerá de modo a não se curvar diante do racismo e suas variáveis. Todavia, para isso, sugere-se considerar o desdobramento deste II seminário em 4 dias de evento consecutivos nos termos a seguir: 1 - Reunir 100 Pessoas Adeptas do CANDOMBLÉ BANTU-ANGOLA, autoridades de governo, professores(as) do Ensino Básico e convidados ilustres das 5 regiões do país, priorizando aquelas que participaram do I–SNAB, para apresentação dos avanços conquistados em seus locais de origens, no que tange a inclusão e visibilidade da Cultura Bantu-Angola no Brasil. 2 – Tratar no II SNAB, com a Oralidade Bantu apoiada pela Academia, questões quanto a perseverança na inclusão da CULTURA BANTU-ANGOLA na Educação através da História e da Arte, respondendo com conteúdos curriculares as perguntas do magistério, que perduram por conta da sanção da Lei 10.639/2003/PR, seguida da Resolução nº.1 de 17/07/2004 do CNE, a saber: A) O QUE ENSINAR? B) POR QUE ENSINAR? C) PARA QUEM ENSINAR? 3 - Elaboração De Novas Metas a atingir, para erradicar definitivamente, este apagamento cultural que se arrasta ao longo do tempo. Haja vista, o consenso de que um dos meios mais eficazes de combater o racismo e suas variáveis é mediante a Educação, através da Cultura e Comunicação.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Tendo em vista a Lei 10.639/2003/PR, que obriga o ensino da história do negro, na África e no Brasil, no ensino Fundamental e Médio, e evocando a Resolução nº 1 de 17/07/2004 do CNE: Art 2º, § 2º, cujo objetivo é o reconhecimento e valorização da identidade, da história e cultura dos afro-brasileiros, bem como a garantia de reconhecimento e igualdade de valorização das raízes africanas da nação brasileira, ao lado das indígenas, europeias, asiáticas, tem-se como objetivo geral a finalidadede de reescrever e reavivar a participação negra bantu na história da construção do Brasil e na formação da nossa Língua. E dessa forma, através da Arte, Educação e Cultura, provocar, automaticamente, a sociedade brasileira a mergulhar no passado, para entender o Continente Africano e a diáspora, passando a conhecer a si mesma de modo a valorizar a sua origem. Entretanto, para alcançar este resultado faz-se necessária a realização do seguinte objetivo específico: Realizar o II SEMINÁRIO NACIONAL DOS ANGOLEIROS DO BRASIL - II SNAB, da seguinte forma: Parte 1 - No hotel Mercure de Nova Iuaçu-RJ, que hospedará os convidados nos primeiros 3 dias , até as 20:00. para apresentação dos avanços conquistados no lapso temporal de 15 anos, entre o I e o II seminários, em obediência a Lei e a resolução em pauta, trabalhar através da Arte, História, Educação e Cultura, junto aos órgãos competentes, a inclusão da diáspora africana bantu-angolana e da cultura bantu nas grades curriculares do ensino fundamental e médio. Assim como, discutir novas metas de resistência; de fixação da memória e do patrimônio material e imaterial; da preservação das identidades do candomblé bantu-angolano; mediante minicursos, palestras, mesa redonda, rodas de conversa, entre outras atiidades pedagógicas. Parte 2 - No dia, 07/04/2025, a partir das 21 30, realizar troca e atualização de conhecimentos, com intervenções culturais na CRBNDM em Nova Iguaçu, como: Batukaje com a participação de todos os representantes dos terreiros bantu-angolanos para registrar a diversidade do Candomblé Bantu-Angola em sua plenitude. Deste modo, louvar as divindades (Mukisi ou Nkisi), ancestralidades divinizadas (Tata Mane), ancestralidades encantadas (caboclos de couro e de penas e marujos), ancestralidades consanguíneas mediante: capoeira e seus derivados, samba em suas várias performances, prolongando-se até o dia seguinte, como se praticava no tempo dos nossos ancestrais africanos aqui introduzidos, dando dessa forma continuidade a resistência bantu-angolana de modo a fortalecer o combate ao racismo e suas variáveis. Acão: Reunir 100 representantes do Candomblé Bantu Angola, entre as cinco regiões do Brasil, onde 70 deles terão passagens de ida e volta aéreas, traslado de ida e volta de ônibus especial ou Van do aeroporto para o hotel, do hotel para a CRBNDM e da CRBNDM para o aeroporto, além de hospedagem e alimentação pagas englobando os 30 restantes que se deslocarão por conta própria, via terrestre. Tudo de forma mensurável e devidamente comprovada na prestação de contas, como foi há quinze anos no I Seminário dos Angoleiros do Brasil, pelo convênio de nº 719027/2009 celebrado entre a SEPPIR/PR e a CRBNDNM, Município de Nova Iguaçu-RJ.Tendo em vista que, segundo alguns pesquisadores contemporâneos, dentre os quase seis milhões de escravos introduzidos no Brasil, dos quase três milhões introduzidos na região sudeste, pelos portos do Rio de Janeiro, 80% eram de cultura bantu, oriundos principalmente das cidades litorâneas de Angola, como Benguela, Luanda e Cabinda, bem como, das áreas situadas mais no interior daquela região, como Cassanje, Massangano, entre outras, do século XVI ao século XIX. (Bezerra, 2011), (Figueiredo, 2004), (Laurentino, 2022),(Lopes, 2012), (Silva, 2023), entre outros. Durante o seminário: 1) No hotel, haverá a cerimônia de abertura do II Seminário no dia seguinte, a partir das 08:00, serão ofecidas a população atividades pedgógicas como: minicursos, palestras e mesas redondas, alusivas a temática em pauta, por Prof(as). Doutores(as). Na sequência: rodas de conversas para apresentação pelos representantes das cinco regiões, dos avanços da cultura de tradição bantu conquistados em suas regiões e discussões, juntamente com a academia, sobre articulações de metas futuras em prol da inclusão e visibilidade da cultura bantu no Ensino Fundamental e Médio no combate ao racismo. Estas atividades se estenderão até as 19:50 do Terceiro dia. 2) 21:30 Na CRBNDM, após ter cumprido, anteriormente, todo o ritual de oferendas aos "santos", no 3º dia a partir 21:30 será realizada a cerimônia religiosa conhecida como Batukaje, nas Línguas: Kimbundo (Nação Ambundo), Kikongo (Nação Bakongo) ambas do país de Angola, Tupi-Guarani (Nação Indígena) do Brasil e Português (Nação do colonizador), com a participação de todos os representantes dos terreiros bantu-angolanos das regiões do Brasil, para registrar a diversidade do Candomblé Banto-Angola em sua plenitude. Louvar através de cânticos e toques de instrumentos da orquestra do Candomblé Bantu, as divindades (Mukisi ou Nkisi), ancestralidades divinizadas (Tata Mane), ancestralidades encantadas (caboclos de couro, de penas e marujos). E ancestralidades consanguíneas através da capoeira e seus derivados, do samba em suas várias performances, prolongando-se até o dia seguinte, como uma mostra de como os nossos ancestrais consanguíneos aqui introduzidos resistiam ao rigores da escravidão, guiados pela fé no sagrado. Herança deixada para nós, como forma de resistência para ser praticada no combate ao racismo e suas variáveis. No presente ato saudar os 60 anos de (re)existência da CRBNDM na Baixada Fluminense. e os 81 anos de iniciação espiritual e nascimento material do Patriarca fundador e dirigente da CRBNDM.

Justificativa

O projeto "II SEMINÁRIO NACIONAL DOS ANGOLEIROS DO BRASIL - II SNAB" é relevante, oportuno e necessário para a cultura Brasileira, por se tratar de mais uma iniciativa que visa reavivar e fixar a página esquecida da história, sobre o papel preponderante dos Africanos na construção do Brasil e na formação da Língua Brasileira. Desta forma, para continuar preservando através da Cultura, da Arte e da Educação, a memória e fortalecendo as identidades do povo negro, necessita usar o mecanismo do incentivo fiscal a Projetos Culturais para o seu financiamento, por estar enquadrado nos incisos infracitados do Art. 1º da Lei de incentivo a Cultura:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País.Lei nº 8.313 de 23 de Dezembro de 1991. Restabelece princípios da Lei n° 7.505, de 2 de julho de 1986, institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac) e dá outras providências.Da mesma forma, o projeto "II SEMINÁRIO NACIONAL DOS ANGOLEIROS DO BRASIL - II SNAB" para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, adere automaticamente, as finalidades e objetivos infracitados do Art. 3º, fazendo juz a captação e canalização de recursos do Pronac:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:b) concessão de prêmios a criadores, autores, artistas, técnicos e suas obras, filmes, espetáculos musicais e de artes cênicas em concursos e festivais realizados no Brasil;c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023)II - fomento à produção cultural e artística, mediante:b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;d) cobertura de despesas com transporte e seguro de objetos de valor cultural destinados a exposições públicas no País e no exterior;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos;d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;c) fornecimento de recursos para o FNC e para fundações culturais com fins específicos ou para museus, bibliotecas, arquivos ou outras entidades de caráter cultural;V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;

Estratégia de execução

Tendo em vista, este Encontro estar sendo realizado quinze anos após o I Seminário,realizado nos dias 25,26 e 27 de março de 2010, mediante o convènio nº 719027/2009 assinado entre a SEPPIR/PR e a CRBNDM, inclusive com a prestação de aprovada pelo ofício nº 189/2019/COMON/CGTVM/SPOA/SE/MMFDHA, a espectativa torna-se maior, oportuna e necessária para analisar o quanto se avançou, e como continuar na elaboração de novos mecanismos que fortaleçam a identidade do povo Bantu, no sentido de sua inclusão nas grades curriculares do Ensino Fundamental e Médio, por ter sido a primeira vertente negra introduzida no Brasil, e aqui permanecendo, durante todo o período escravocrata (do século XVI ao XIX), e que junto com o índio e o português, construiu o Brasil e formou a Língua brasileira. Mas, que entretanto, permanece no esquecimento (ADOLFO, 2010), (ÂNGELO, 2013), (BEZERRA, 2011), (LOPES,2012), SILVA, 2023), entre outros. Desta feita, como avanço conquistado o II Seminário Nacional dos Angoleiros do Brasil conta com uma equipe docente formada por 10 Prof(as) Doutores(as), com linhas de pesquisas voltadas para o negro em suas universidades, e em demais órgãos religiosos ou não, que trabalham em prol da temática em pauta, a saber: Prof.Doutor Em Educação Jeusamir Alves da Silva (Tata Ananguê) - UNiB/CRBNDM - Coordenasor Geral/Docente. Pós. Doc em Educação Nielson Rosa Bezerra - Coordenador - UERJProfa. Doutora em Educação Andrea Mendes - UNICAMP Profa. Doutora em Educação Eliana Laurentino - UFRRJ Profa. Doutora em Educação Bruna Maria Luiz - UERJ Profa. Doutora em Educação Jacqueline Rodrigues - UNICAMPProfa. Doutora em Educação Marta Ferreira – UNICAMP Prof. Doutor em História Social Eduardo Possidônio – UFRRJProf. Doutor em Ciências Sociais Otair F. de Oliveira - UERJProf. Doutor em Artes Arthur Gomes do Vale - UFRRJ REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS que dão veracidade e sustenabilidade a Temática bantu em questão: Adolfo, P. S. (2010). Nkissi Tata dia Nguzu, estudos sobre o candomblé Congo-Angola. Editora da UEL. Alberti, V. (2013). Manual de História Oral. Editora da FGV Almeida, I. B. (2017). Culturas africanas, culturas diaspóricas: uma reflexão. http://www.seer.ufu.br/index.php/historiaperspectivas/article/view/19316. Ângelo, A. (2013). O Povo Bantu, mitos e deuses africanos de Angola: as influências culturais e religiosas Brasil/Angola. http://www.cepuerj.uerj.br/ desccurso.aspx. Azzi, R, (2008). A Igreja Católica na formação da sociedade brasileira. Santuário. Baião, D, O. (1946). O Kimbundu sem mestre. Imprensa Moderna. Bastide, R. (1951). A etimologia e o sensacionalismo ignorante. 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Especificação técnica

PRODUTOS Projeto pedagógico: Minicurso Bantu I - "A Diáspora e os Bantu no Brasil" Ementa: O minicurso pretende trazer à baila o papel preponderante do negro banto na formação do Brasil e na construção da nossa língua, desde a sua introdução durante os séculos XVI ao XIX, perpassando pelo pós-escravidão e chegando até aos dias atuais. Estar-se-á trazendo a sua influência cultural nas artes manuais, na gastronomia, na musicalidade, na linguística, religiosidade, na tecnologia agrícola, sua importância como foco de resistência até a atualidade. Penetrar-se-á na magia que envolve suas crenças, trazendo um entendimento fácil da visão de céu e terra, da criação do mundo, da cultura ancestral, dos ritos às suas divindades, dos rituais diversos, da união com os povos indígenas brasileiros fortalecendo o candomblé de caboclos. A necessidade da implantação desse minicurso deve-se principalmente ao fato das poucas informações que contemplam a temática banta. Embora, tenha sido o povo banto, o primeiro aqui chegado, nos meados do século XVI, dando formação a partir dos calundus ao atual candomblé. Caderno temático: Carga horária – 2 h Imigração escravagista Papel preponderante dos bantos no Brasil Visão mitológica do povo banto Forças do terreiro – (locais sagrados) Divindades e ancestralidades Cargos na hierarquia banta Referências bibliográficas: ADOLFO, Sérgio, Paulo. Nikissi Tata dia Nguzu, estudos sobre o candomblé Congo Angola,Londrina: Eduel (Editora da Universidade Estadual de Londrina), 2010.ANGELO, A. Curso “O Povo Bantu, Mitos e deuses africanos de Angola: as influências culturais e religiosas Brasil/Angola” Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Sub-reitoria de Extensão e Cultura (SR-3), departamento de Extensão, PROEPER, CCS, 2013. BEZERRA, Nielson Rosa. A Cor da Baixada: escravidão, Liberdade e o pós abolição no Recôncavo da Guanabara. Inepac – Edição 2011.LOPES, Ney. Novo Dicionário Bantu do Brasil, 2ª. Ed, Pallas, RJ 2012. SILVA, Jeusamir, Alves, da, (Tata Ananguê). Brasil, 5 Sésulos de Apagamento do Povo Bantu. São Paulo:Editora Dialética. 2023. Minicurso II - Mukange (Máscara Bantu-Angola): Arte angolana: Projeto Pedagógico: Ementa Na tradição Yorubá, a divindade certa vez, em seus mitos de origem, tomou a forma humana e quando se manifestam as divindades em seus filhos, gostam de identificar-se com as mesmas coisas que são descritas pelo seu comportamento quando estiveram aqui no mundo humano. Já na tradição congo angola, as forças espirituais dos Minkisi, permanece sempre no mundo abstrato do sagrado, de forma que quando o iniciado coloca a máscara e manifesta seu “Santo”, apesar de estar manifestando no plano humano a força de uma divindade, ele se despersonaliza pela máscara, demonstrando que não é ele quem dança quem se movimenta que se comunica, mas a entidade espiritual que através de sua cabeça pode vir ao mundo da relatividade. Caderno temático: Carga horária – 2 h O uso de máscara (Mukange) nas divindades banto A diferença de Mukisi ou Nkisi para orixá e vodun Papel preponderante dos bantos no Brasil Povos bantu que são adeptos do Mukange Material para confecção de Mukange O papel social das Máscaras Máscaras femininas e masculinas Tipo de material de confecção de Máscaras. Adolfo, P. S. (2010). Nkissi Tata dia Nguzu, estudos sobre o candomblé Congo-Angola. Editora da UEL Ângelo, A. (2013). O Povo Bantu, mitos e deuses africanos de Angola: as influências culturais e religiosas Brasil/Angola. http://www.cepuerj.uerj.br/ desccurso.aspx. Carise, I. (1980). Máscaras Africanas. São Paulo: Madras. [Fanon, F. (2008). Pele Negra Máscaras Brancas, ISBN9788523204839. Edulfa. Silva, J, A. (2018). Educação, Arte e Saberes: o uso da máscara (mukange) nas divindades do Candomblé Bantu como implementação da Lei. 10.639/2003/PR. In: V Congresso Nacional de Educação (V CONEDU), V CONEDU. Realize Editora. v. 1. ISSN 2238 – 2127. 13:30 às 14:20 Mesa redonda nº 1. Tema: "A Diáspora Africana no Brasil e a Inclusão da História e Cultura do Povo Bantu nas grades curriculares do Ensino Fundamental e Médio". Composição: Prof(as) Doutores em:Cultura, Educação, História e Artes. Lei 10.639/2003/11.645/2008/PR, Resolução nº1/17/07/2004/CNE. 14:20 às 15:10 Mesa redonda nº 2. Tema o "Calundu/Candomblé Bantu-Angola e suas diversidades" . 15:10 às 15:20 Coof Brak 15:20 às 16:10 Mesa nº 3. "As Línguas faladas no Candomblé Bantu-Angola" 16:10 às 17:55 Mesa dupla nº 4. Tema1: "A Cor da Baixada". Tema 2: "Igualdade Racial? Como? Quando??? 18:00 jantar./ Descanso. Terceiro dia Manhã. 08:00 às 10:00 a) Apresentação dos avanços das casas de candomblé pelos seus representantes em suas regiões, do I Seminário até a presente data. b)Apresentação de 5 livros de autores Prof. Doutores estudiosos da Diáspora Africana no Brasil, onde se recomenda suas reedições e distribuíção para os órgãos de Cultura e Educação das esferas de governo, nas universidades, escolas, terreiros, etc, como apoio a Cultura Africana- Banta-Brasileira. 10:00 às 12:00 Discussão e deliberação das novas metas a atingir. Tarde. 15:40 traslado dos participantes a CRBNDM para a realização conjunta do Candomblé Bantu-Angola devidamente documentado para constar no relatório final do II Seminário. 17:00 Coof Brake (CRBNDM). 17:30 as 22:00 Reafirmando a Identidade Bantu: Batukaje para os Mukisi ou Nikisi (As Divindades); Noite. 22:00 Jantar. 23:00 Toré de Caboclos (Ancestralidades encantadas), até amanhecer; na sequência, Capoeira; Samba de Roda (Ancestralidade consanguínea). Ou seja o Candomblé de Angola em toda a sua plenitude de afirmação de identidade. Manhã. De 08:00 às 10:00 de domingo, Café da manhã e encerramento. de 10:00 em diante, traslado dos participantes para o aeroporto em direção aos seus locais de origem. Obs: Todos os participantes receberão certificado de participação, com carga horária, valendo para pontuação no currículo lattes. Realizar uma segunda edição de 500 unidades de cada um dos livros abaixo relacionados, para serem distribuídos , nas universidades, escolas e órgãos governamentais, como conteúdos para a inclusão nas grades curriculares do Ensino Fundamental e Médio como reforço no combate ao racismo: Angola Nação Mãe. Ed. Betel. . (2011). 184 páginas. Jeusamir Alves da Silva. A Cor da Baixada. HPPH-CLIO. (2011). 200 páginas. Nielson Rosa Bezerra. Baixada Negra. Editora Duque de Caxias. (2022), 323 páginas. Nielson Rosa Bezerra e Eliana Laurentino. Memória Patrimônio e Candomblé. Editora Dialética. (2023). 185 páginas. Jeusamir Alves da Silva. Brasil, 5 Séculos de Apagamento. Editora Dialética. (2023). 436 páginas. Jeusamir Alves da Silva.

Acessibilidade

O proponente se responsabiliza por garantir que esse produto tenha em sues espaços de uso como sala de aula, hotéis, auditório, conduções aéreas ou terrestres, acessibilidade física como Rampas de acesso, banheiros adptados, assentos, guias tateis, para Pessoas com Mobilidade Reduzida como: Deficientes, obesos, Idosos, Gestantes. Para além disso, no que tange a Conteúdos para Deficientes auditivos, legendagem e intérprete de libras. Para Deficientes visuais, escrita e leitura em braile, audio – descrição, vista sensorial, placas sensoriais no piso.

Democratização do acesso

Medidas de “ampliação de acesso” adotadas no projeto, conforme artigo 28 da IN nº 01/2023:VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas ao projeto, tais como ensaios abertos,estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas. Exemplo: (Incentivar e permitir que turmas do jardim da infância ao ensino medio,das escolas públicas e particulares, visitem e participem como convidadas, de aulas práticas e teóricas, bem como, ensaios abertos, estágios, treinamentos,palestras, exposições, mostras e oficinas, do Programa de Formação Profissional e Comunitária, como incentivo para a criança e o jovem a se aprofundarem noestudo da temática afro-bantu na construção do Brasil e Formação do Português Brasileiro.X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional deIncentivo à Cultura (CNIC).Exemplo: Convidar Personalides como, compositores, carnavalescos, escritores, atores, atrizes, cantores, cineastas,patrocinadores, autoridades das três esferas de governo, entre outros, para palestras, ao longo das ações do projeto, como fortalecimento ao combate contraracismo e suas variáveis. Medidas de “ampliação de acesso” adotadas no projeto, conforme artigo 28 da IN nº 01/2023: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida e aos idosos; IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas. Exemplo: (Incentivar e permitir que turmas do jardim da infância ao ensinol medio, das escolas públicas e particulares dos bairros Corumbá e adjacênias, visitem e participem como convidadas, de aulas práticas e teóricas, bem como, ensaios abertos,estágios, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, do Programa de Formação Profissional e Comunitária, como incentivo para a criança e o jovem a se aprofundarem no estudo da temática afro-bantu na construção do Brasil e Formação do Português Brasileiro. VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;

Ficha técnica

O Dirigente realizará no projeto a função de Coordenador Geral, cujo currículo resumido segue imediatamente a seguir: Jeusamir Alves da Silva (Tata Ananguê). 2015 Licenciatura em História pela UNOPAR. 2017 Licenciatura em Artes e Educação Artística pelo Instituto UnIversal CLARETIANO. Nesse período conquistou 6 pós-graduações latus sensu em: 1) História e Cultura Afro-Brasileira. 2) Ensino de História. 3) Ciências da Religião. Artes: 4) Técncas e Procedimentos. 5) Ensino da Língua Epanhola e 6) Gestão Escolar: Supervisão, Administração e Orientação, todas pela UCAM. Em 2018 conquistou o Mestrado em Educação, Cultura e Comunicação em Periferias Urbanas, pela FEB/UERJ. 2023 concluiu o Doutorado Em Educação com Especialidade em Pesquisa e Investigação pela UNiB-Porto Rico. Curso de Extensão Universitária "Os Bantu na África e no Brasil (UERJ). Professor convidado do Programa de Mestrado e Doutorado da Febef/UERJ, Professor convidado do Programa de Mestrado da UFRRJ. Membro do Grupo de Pesquisas da UFRRJ - GEPICAFRO. E do Grupo de Pesquisa "A Côr da Baixada" da FEB/UERJ.Escritor/ORCID: 0000-0002-8512-7507. ISBN:911637. Cinco livros lançados com temática negra, dois deles em 2023. Vários artigos da Cultura afro-brasileira publicados em anais de Congressos de Cultura e Educação Nacionais e Internacionais, em Revistas Acadêmicas e Journaux. Espertise no projeto "I Seminário Nacional dos Angoleiros do Brasil", realizado de 25 a 27 de marco de 2010, através do Convênio nº 719027/2009 celebrado entre a SEPPIR/PR e a CRBNDM, com Prestação de Contas aprovada. Sacerdote do Calundu/Candomblé de Angola. Presidente da Confederação Nacional dos Candomblés de Angola e dos Costumes e Tradições Bantu no Brasil - CNCACTBB. Presidente, fundador e dirigente da Casa Raiz do Benguê Ngola Djanga Ria Matamba - CRBNDM, CNPJ: 32008799/0001-59. Presidente do GRES.União de Vaz Lobo (1980 à 1990). Suboficial Reformado serviu a Marinha do Brasil, de 1961 à 1990. Supervisor e professor de História e Artes do Centro Educacional Cortmbá, desde 2017.Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/9341688856983028. Coordenador docente:Prof. Doutor Nielson Rosa Bezerra (Pós- Doutorado - York University). Coordenador dos Cursos de Mestrado e Doutorado da FEB/UERJ. Equipe Acadêmica:Profa. Doutora em Educação Andrea Mendes (Doutorado - UNICAMP) - DocenteProfa. Doutora em Educação Eliana Laurentino (Doutorado - UERJ) - DocenteProfa. Doutora em Educação Bruna Maria Luiz (Doutorado – UERJ) - DocenteProfa. Doutora em Educação Jacqueline Rodrigues (Doutorado – UNICAMP) - DocenteProfa. Doutora em Educação Marta Ferreira (Doutorado – UNICAMP - Docente)Prof. Doutor em História Social Eduardo Possidônio (Doutorado – UFRRJ) - DocenteProf. Doutor em Ciências Sociais Otair F. de Oliveira (Doutorado - UERJ) - DocenteProf. Doutor em Artes Arthur Gomes do Vale - (Doutorado URRJ) - Docente. Equipe de Produção: Andrea Alves Fernandes Márcia Alves da Silva Gabriel Machado Alves da Silva Antônio Franco Luis Filho Yago Silva Oliveira dos Santos Marina da Silva de Oliveira Indilana Marina Silva de Oliveira Ana Lúcia Alves Fernandes dos Santos Edmundo Uatanajila Pedro Luis da Conceição Edileusa da Conceição Nganakilenda Tetè Toca Tércia

Providência

PROJETO ARQUIVADO.