| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 01425787000104 | REDECARD INSTITUICAO DE PAGAMENTO S.A. | 1900-01-01 | R$ 550,0 mil |
O projeto prevê a criação de uma instalação artística produzida por meio obras de arte digitais e físicas, acervos e de plantas alimentícias. Sabemos que nossa cultura está diretamente relacionada aos alimentos disponíveis em cada região.De fato, produção alimentar e produção artística apresentam características peculiares que colaboram tanto na construção da identidade sociocultural coletiva e individual quanto na elaboração de uma produção artística e de uma história da arte mais abrangente. A exposição poderá ser em um local único ou itinerante, de acordo com a captação de recursos e a disponibilidade do local de realização com a duração de um ano, contemplam também atividades educacionais e encontros gastronômicos.
Ciclo de Palestras A cultura desempenha um papel fundamental na sustentabilidade e na preservação do planeta. Ela influencia valores, comportamentos e práticas que afetam diretamente como as sociedades interagem com o meio ambiente. Aqui estão algumas maneiras pelas quais a cultura contribui para a sustentabilidade:1. Valorização do Meio AmbienteA cultura molda a maneira como as pessoas percebem e valorizam a natureza. Tradições, mitos e práticas culturais frequentemente enfatizam a importância de respeitar e proteger o ambiente natural. Por exemplo, muitas culturas indígenas têm uma forte conexão espiritual com a terra, o que incentiva práticas sustentáveis de uso dos recursos.2. Transmissão de ConhecimentoAs práticas culturais são veículos de conhecimento tradicional que podem incluir formas sustentáveis de agricultura, manejo de recursos naturais, e construção. Esse conhecimento, passado de geração em geração, pode oferecer soluções adaptadas localmente para os desafios ambientais.3. Promoção de Comportamentos SustentáveisA cultura influencia hábitos de consumo, alimentação e estilo de vida. Movimentos culturais que promovem a sustentabilidade, como o consumo consciente, a reciclagem e o uso de energias renováveis, podem levar a mudanças significativas nas práticas individuais e coletivas.4. Educação e SensibilizaçãoA cultura pode ser um poderoso meio de educação e sensibilização sobre questões ambientais. Artes, literatura, música e outras formas de expressão cultural têm o poder de inspirar e mobilizar as pessoas para ações sustentáveis, além de sensibilizar sobre a importância da conservação.5. Criação de Políticas PúblicasA cultura também influencia a criação de políticas públicas voltadas à sustentabilidade. Movimentos culturais podem pressionar governos e organizações a adotarem políticas que promovam a preservação ambiental, o desenvolvimento sustentável e a justiça social.6. Adaptação às Mudanças ClimáticasCulturas que são flexíveis e abertas à inovação tendem a se adaptar melhor às mudanças ambientais. A incorporação de novas tecnologias e práticas sustentáveis é mais eficaz quando é integrada nas práticas culturais existentes.7. Preservação da Biodiversidade CulturalA preservação de culturas diversas também é crucial para a biodiversidade. Diferentes grupos culturais mantêm uma diversidade de práticas e conhecimentos que podem ser vitais para a sustentabilidade global. A perda de uma cultura pode significar a perda de um conjunto único de conhecimentos e práticas sustentáveis.A cultura, portanto, não é apenas um reflexo das nossas interações com o ambiente, mas também um motor de mudança que pode direcionar a humanidade para um futuro mais sustentável. Ela tem o poder de transformar mentalidades, inspirar ações e criar uma base sólida para a proteção do planeta. Encontros Gastronômicos A cultura brasileira é rica e diversa, e essa diversidade se reflete fortemente na sua gastronomia. A relação entre a cultura brasileira e a gastronomia é uma expressão profunda da história, das tradições e das influências regionais que moldaram o país ao longo dos séculos. Aqui estão alguns aspectos dessa relação:1. Diversidade RegionalO Brasil é um país continental, com diferentes regiões apresentando climas, ecossistemas e influências culturais distintas. Essa diversidade geográfica e cultural resulta em uma culinária extremamente variada, com pratos típicos que refletem os ingredientes disponíveis e as tradições de cada região. Por exemplo, a feijoada no Sudeste, o acarajé na Bahia, e o churrasco no Sul são exemplos de como a gastronomia regional é uma expressão direta da cultura local.2. Influências CulturaisA culinária brasileira é o resultado de uma mistura de influências indígenas, africanas, europeias e, mais recentemente, de outras partes do mundo. Cada um desses grupos trouxe ingredientes, técnicas e tradições que foram incorporados e adaptados ao longo do tempo, criando pratos únicos. Por exemplo, o uso de mandioca, um alimento indígena, combinado com técnicas europeias de cozimento e temperos africanos, deu origem a pratos emblemáticos como o vatapá e a moqueca.3. Festividades e GastronomiaA gastronomia está intimamente ligada às celebrações e festividades brasileiras. Durante festas tradicionais, como o Carnaval, as festas juninas e o Natal, certos pratos são preparados e consumidos como parte das tradições culturais. Por exemplo, durante as festas juninas, é comum encontrar pratos à base de milho, como pamonha, curau e canjica, que refletem as tradições rurais e agrícolas do Brasil.4. Rituais e SimbolismosMuitos pratos na culinária brasileira possuem significados simbólicos e são preparados em ocasiões especiais, como forma de manter vivas as tradições culturais. A feijoada, por exemplo, é frequentemente associada a reuniões familiares e sociais, enquanto o acarajé tem uma profunda conexão com as tradições religiosas afro-brasileiras do candomblé.5. Identidade CulturalA gastronomia é uma parte central da identidade cultural brasileira. Os pratos típicos não são apenas alimentos, mas sim representações de história, identidade e pertencimento. A culinária brasileira, portanto, não é apenas um reflexo da diversidade cultural, mas também uma forma de expressar e celebrar essa diversidade.6. Gastronomia como Patrimônio CulturalAlguns pratos e tradições gastronômicas no Brasil foram reconhecidos como patrimônio cultural, tanto em nível nacional quanto internacional. O acarajé, por exemplo, é reconhecido como patrimônio cultural imaterial pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional). Esse reconhecimento reforça a importância da gastronomia como um elemento vital da cultura brasileira.7. Sustentabilidade e GastronomiaNos últimos anos, tem havido um movimento crescente em prol da valorização dos ingredientes nativos e da culinária sustentável no Brasil. Chefs e comunidades têm buscado preservar e revitalizar técnicas tradicionais e promover o uso de ingredientes locais, contribuindo para a preservação da biodiversidade e das culturas tradicionais.A gastronomia brasileira, portanto, é uma rica tapeçaria de sabores, ingredientes e histórias que refletem a complexidade e a riqueza da cultura do país. Comer no Brasil é, em muitos aspectos, uma experiência cultural que conecta as pessoas com suas raízes, tradições e identidades.
Objetivo Geral: O projeto prevê a criação de 5 instalações artísticas criadas a partir de jardins comestíveis e medicinais, obras digitais e físicas e acervos com uma programação educativa, com atividades voltadas às crianças e família em geral, são complementarias às atividades o ciclo de palestras com base no tema: qual o papel da cultura na preservação do planeta? a relação da arte, gastronomia, meio ambiente, cultura e sustentabilidade com o planeta em que vivemos e como sobreviveremos? e oficinas gastronômica brasileiras com chefs de cozinha brasileiros e artistas (músicos e contadores de histórias). O projeto terá a duração de 1 de exposição, podendo ser realizado de 2 maneiras: exposição em um local único por todo o período, ou, itinerância por até 5 cidades em museus e/ou centros culturais gratuitos Objetivos Específicos: Instalação artística A proposta visa a criaçãoo de 5 instalações artísticas - que irão retratar a cultura de diferentes localidades do Brasil, sempre associada a um alimento. Por exemplo, teremos uma pequena produção de Cana de Açucar e uma instalação de arte que dialogue com a história e a cultura desse alimento. Para cada instalação participarão até 2 artistas ou um coletivo. Queremos criar uma atmosfera diferente e instigar o público em uma apreciação com vários sentidos, não apenas o visual. A instalação contempla também obras digitais com viés educacional e artístico e peças de acervo. Educativo As ações educativas são divididas em: - visitas guiadas e oficinas criativas para crianças e jovens - visitas guiadas e palestras para jovens, adultos e idosos As atividades direcionadas às crianças atenderão as escolas públicas e particulares ao longo da semana e aos finais de semana para visitantes do parque mediante inscrição. Todas as ações são gratuitas. Será realizada uma parceria com a secretaria de educação da localidade atendida. As visitações espontâneas, serão realizadas por meio de plataformas de agendamento ou inscrição no local. As visitas terão a duração de 2 a 3 horas, de acordo com a disponibilidade da escola. Iniciando com uma visita guiada às obras, e, em seguida, os alunos serão convidados a produzirem obras de arte com base na temática do encontro. Para atender aos grupos, teremos ao menos 2 arte-educadores por período. Palestras As palestras acontecerão no Auditório da Biblioteca, ao total serão 6 encontros por ano. 1 a cada 2 meses. Serão convidados artistas, acadêmicos, profissionais do setor e/ou atuantes do 1°, 2° e do 3° setor. A proposta é promover um debate sobre a cultura e a sustentabilidade - qual o papel da cultura na preservação do planeta. O tema será discutido com diversos olhares, cada encontro com uma pespectiva diferente. As palestras serão gratuitas e sua inscrição será por meio de inscrição no Sympla. Os eventos terão uma contação de histórias na abertura e encerra com uma apresentação musical. Encontros Gastronômicos A série de encontros tem como objetivo valorizar a nossa gastronomia brasileira, apresentar ao público ingredientes nacionais e não convencionais, e relacionar a comida à cultura e a sociedade. Ao total serão realizados 6 encontros, 1 a cada 2 meses, alternando com as palestras A cada encontro será convidado um chef e um(a) artísta de determinada região do país. O custo para a participação será de R$ 150,00 por pessoa. Previsão de público: 70 pessoas. Renda total: 10.500 reais por ação. Os artistas serão definidos após a captação de recursos, assim como nos comprometemos a encaminhar o projeto museográfico após a liberação do recurso e a contratação dos artistas.
O projeto propõem o diálogo entre produção artística e espaço alimentar como proposta arte educativa voltada para o ensino de uma história da arte alternativa. De fato produção alimentar e produção artística apresentam características peculiares que colaboram tanto na construção da identidade sociocultural coletiva e individual quanto na elaboração de uma produção artística e de uma história da arte mais abrangente. Assim, tendo em vista as novas possibilidades educacionais, propõe-se um saboroso banquete de narrativas como possibilidade geradora e provocadora para ser pensada e experienciada. A cultura alimentar é traço identitário de um povo. É o conjunto de práticas e saberes históricos, culturais, ambientais e territoriais relacionadas à sua alimentação. Compreende todo o processo que vai do cultivo ao descarte dos alimentos. Sustentabilidade: O combate contra a fome é um desafio global. É o que determina a própria Organização das Nações Unidas (ONU) nos seus Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). O ODS 2 defende o fim de todas as formas da fome e desnutrição até 2030, especialmente aquela que afeta a infância, destacando a importância da agricultura sustentável. Tal como alerta a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO), ocorrem situações paradoxais no mundo. Um exemplo disso é que, nos últimos anos, aumentou a fome de forma paralela com outras formas de má nutrição, como é o caso da obesidade. Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:d) estímulo à participação de artistas locais e regionais em projetos desenvolvidos por instituições públicas de educação básica que visem ao desenvolvimento artístico e cultural dos alunos, bem como em projetos sociais promovidos por entidades sem fins lucrativos que visem à inclusão social de crianças e adolescentes; (Incluída pela Lei nº 14.568, de 2023)II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;b) levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;V - apoio a outras atividades culturais e artísticas, mediante:b) contratação de serviços para elaboração de projetos culturais;
Contrapartidas sociais Conforme o inciso do §2º do artigo 30 da IN 01/2023 correspondente à ação formativa cultural que será oferecida como CONTRAPARTIDA SOCIAL: II - oferecer ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas conforme especificado no corpo do projeto 50% das ações formativas culturais apresentadas no projeto destinam-se aos estudantes e professores de instituições públicas de ensino.
Integrar artes e sustentabilidade em projetos pedagógicos oferece uma abordagem holística para a educação, permitindo que os alunos explorem a criatividade enquanto aprendem sobre a importância da preservação ambiental. Aqui estão algumas ideias de projetos pedagógicos que combinam essas duas áreas:Oficina de Arte com Materiais RecicladosObjetivo: Ensinar os alunos sobre reciclagem e reaproveitamento de materiais, promovendo a consciência ambiental.Atividades: Os alunos recolhem materiais recicláveis, como papel, plástico, vidro e metal, e os transformam em obras de arte. Podem criar esculturas, mosaicos, colagens ou objetos funcionais.Resultados Esperados: Desenvolver a criatividade, a consciência ambiental e a habilidade de ver o potencial artístico em materiais descartados. Jardim Sustentável com ArteObjetivo: Conectar os alunos com a natureza, ensinando sobre jardinagem sustentável e a integração da arte no ambiente natural.Atividades: Criar um jardim na escola utilizando práticas sustentáveis, como compostagem e coleta de água da chuva. Os alunos podem pintar vasos, criar placas artísticas para identificar plantas e instalar esculturas feitas de materiais naturais ou reciclados.Resultados Esperados: Aprender sobre ecologia, botânica, e a importância da preservação do meio ambiente, além de desenvolver habilidades artísticas. Mural Coletivo sobre SustentabilidadeObjetivo: Incentivar a colaboração e a expressão artística dos alunos, ao mesmo tempo em que promovem mensagens de sustentabilidade.Atividades: Em grupos, os alunos criam um grande mural na escola com o tema "Sustentabilidade". Eles podem usar tinta ecológica, colagens com materiais reciclados, e incorporar mensagens sobre proteção ambiental, reciclagem e mudanças climáticas.Resultados Esperados: Estimular o trabalho em equipe, a expressão artística e a conscientização ambiental. Teatro AmbientalObjetivo: Usar o teatro como uma ferramenta para educar sobre temas ambientais e promover a conscientização ecológica.Atividades: Os alunos escrevem, produzem e apresentam uma peça de teatro que aborda questões como desmatamento, poluição, aquecimento global, ou conservação da biodiversidade. Os cenários e figurinos podem ser feitos de materiais reciclados.Resultados Esperados: Desenvolver habilidades de comunicação, criatividade e aumentar a conscientização sobre problemas ambientais. Exposição de Arte SustentávelObjetivo: Criar uma exposição de arte que destaque a relação entre arte e sustentabilidade.Atividades: Os alunos criam peças de arte usando apenas materiais sustentáveis, como tintas naturais, papel reciclado, e objetos encontrados na natureza. A exposição pode incluir esculturas, pinturas, fotografias e instalações que abordam temas ecológicos.Resultados Esperados: Desenvolver uma compreensão mais profunda da interconexão entre arte e meio ambiente, e como a arte pode ser usada como um veículo para a conscientização ambiental. Projeto de Design SustentávelObjetivo: Envolver os alunos no design de objetos funcionais e sustentáveis.Atividades: Em grupo, os alunos criam protótipos de objetos úteis (como móveis, brinquedos ou acessórios) usando materiais reciclados ou sustentáveis. O projeto inclui pesquisa, planejamento, criação e apresentação dos protótipos.Resultados Esperados: Fomentar o pensamento crítico e criativo, além de promover a ideia de design consciente e sustentável.
A proposta atenderá às medidas de acessibilidade, de comunicação e divulgação acessíveis, compatíveis tecnicamente com as características do objeto para cada linguagem artística de seus produtos, justificados e fundamentados, nos termos dos arts. 42 a 44, 54, 63, 67 a 71, 73 e 102 da Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015, do art. 46 do Decreto nº 3.298, de 20 de dezembro de 1999, do Decreto nº 9.404, de 11 de junho de 2018, considerando adaptações razoáveis que não acarretem ônus desproporcional e indevido em cada caso, de modo a contemplar: I - no aspecto arquitetônico, recursos de acessibilidade às pessoas com deficiência, com mobilidade reduzida ou idosas para permitir o acesso aos locais onde se realizam as atividades culturais e espaços acessórios tais como sanitários acessíveis e circulação; II - no aspecto comunicacional e de conteúdo do projeto, recursos de acessibilidade às pessoas autistas e às pessoas com deficiência (intelectual, física, auditiva, visual, psicossocial ou múltipla); e III - no aspecto de comunicação e divulgação acessíveis do projeto, disponibilização de materiais em formatos acessíveis, contendo informações sobre as medidas de acessibilidade das ações a serem executadas. I - no aspecto arquitetônico: pisos táteis, sinalização em braille, rampas e locais reservados, sanitários acessíveis, portas e corredores largos e elevadores. II - no aspecto comunicacional e de conteúdo: medidas de acessibilidade atitudinal, textos em braille, abafadores de ruídos e textos em fonte ampliada e com contraste; libras e audiodescrição; medidas que contribuam para a participação de pessoa autista, legendas e janelas de libras. III - no aspecto de comunicação e divulgação acessíveis: disponibilização de materiais de divulgação dos projetos em formatos acessíveis; Faremos o uso do Guia de Acessibilidade do Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, visando a implementação das medidas de acessibilidade, de comunicação e divulgação acessíveis. Os valores para a execução das medidas de acessibilidade constarão na rubrica de divulgação.
I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social, além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); II - ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; o Caso escolha esse inciso, especifique qual será a ação paralela. VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil; IX - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; e X - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC).
Ficha TécnicaInstituto CajuResponsável por toda a gestão operacional, administrativa e financeira do projeto. Dentre as atividades estão: criação e elaboração da proposta, contratação de RH, relacionamento com parceiros, planejamento estratégico das ações, planejamento financeiro, produção executiva, produção das ações educativas, prestação de contas, entre outros. Curriculo Instituto Caju: Organização Social criada em 2021, por profissionais experientes de diversas áreas da cultura que se uniram com o propósito de desenvolver ações culturais voltadas à cidadania, meio ambiente, cultura e educação. Apaixonados pelo Brasil, pela cultura de nosso país, por seu povo e com o propósito de contribuir para uma sociedade mais justa, ou seja,com menor desigualdade social, preconceitos, intolerância e desrespeito aos diferentes modos de vida. Projetos Culturais em desenvolvimento: Educação e Arte em Movimento Pronac 236322 Valor Captado em 2023: R$ 1.100.000,00 Síntese do projeto Festival itinerante (caminhão palco) de cunho social, educativo e cultural que tem como objetivo desenvolver atividades de artes cênicas (teatro, contação de histórias e dança), audiovisual e música regional dentro do ambiente escolar e em espaços públicos com o objetivo de transformar esses espaços de convívio em equipamentos culturais de formação e fruição cultural. O festival visa atender 7 localidades de diferentes estados (ao menos 3) no território nacional - em cada localidade atenderemos 2 escolas e um local público de acesso livre. Serão convidados artistas locais e outros já consagrados e teremos ações voltadas à cidadania e formação de professores. Tem como objetivo valorizar a cultura nacional (patrimônio imaterial) e desenvolver ações relacionadas aos ODS.- _____________ Sendo um instituto novo, segundo as diretrizes da Lei Federal de Incentivo à Cultura e sua regulamentação, no caso de a pessoa jurídica não possuir ações de natureza cultural realizadas, a comprovação poderá se dar por meio de: portfólio de comprovação da experiência na área cultural da equipe técnica, neste caso, de seus diretores. No documento anexo consta o currículo de toda a diretoria do Instituto Caju, com mais de 20 anos de experiência no setor cultural. Vivian Schaeffer Função no Projeto: Direção Geral (Cargo no Instituto Caju: Vice Presidente) Experiência Profissional Produtora e gestora cultural com sólido conhecimento no terceiro setor acumulado em 26 anos de carreira, participou de dezenas de projetos onde atuou como executiva, realizadora e consultora.Iniciou a carreira trabalhando na Representação Regional do Ministério da Cultura em São Paulo na gestão do Ministro Francisco Weffort, onde foi responsável pela comunicação e articulação institucional com os municípios para fomentar a utilização dos mecanismos da lei de incentivo à cultura.Em 2003 foi uma das fundadoras e primeira coordenadora do Instituto Possível, criado por Walter Derani, proprietário da Ripasa Papéis e Celulose, onde desenvolveu uma série de projetos sociais, culturais e esportivos em torno da atividade empresarial do mantenedor.Em 2008 tornou-se coordenadora de projetos na J.Leiva Cultura e Esporte com foco na implantação de políticas de patrocínio em empresas como EDP Energias do Brasil, Sanofi Aventis, Kimberly Clark, Cinemark, entre outras.Também em 2008 iniciou as atividades de consultoria.Desenvolveu projetos para várias instituições como a Galeria Lume, Gravadora Trama, Galeria Choque Cultural, Editora New Content, Editora Cosac Naif, ABRINQ, Bienal Internacional de Arquitetura, MASP, Festival de Cinema de Paraty, FAS – FundaçãoAmazônia Sustentável, entre outros. Desde então ministra cursos e workshops de capacitação para gestores e produtores culturais.Em 2009 ingressou como gestora no Instituto Mpumpalanga onde realizou o projeto Caravana da Artes uma ação conjunta com a UNICEF, Disney e ESPN. A Caravana é o maior projeto itinerante do Brasil, com mais de 180 municípios atendidos, que tem como objetivo a inserção da arte como ferramenta de educação no ensino público. Em cada localidade atende 3000 crianças de 7 a 14 anos e faz a formação de 100 professores darede pública de ensino. Nesta oportunidade atuou na coordenação geral, advocacy, captação de recursos, atendimento a patrocinadores e parceiros institucionais e articulação junto ao poder público municipal, estadual e federal.Em 2018 assumiu a gestão nacional da Virada Sustentável, festival multicultural desenvolvido em parceria com a ONU, realizado em 7 capitais do país, o qual reúne centenas de artistas e organizações sociais que desenvolvem ações relacionadas aos 17 ODS – Objetivos do Desenvolvimento Sustentável - estabelecidos pela ONU.Também em 2018 iniciou o projeto Sítio Sampa, maior horta urbana do Brasil com 2 hectares de extensão, localizada na divisa dos municípios de São Paulo e Osasco. O projeto tem como objetivo desenvolver atividades educacionais para crianças e jovens da rede pública e particular de ensino, capacitação profissional, desenvolver cursos, palestras e oficinas sobre alimentação saudável, produção agrícola, compostagem, entreoutros. Produzir e comercializar orgânicos a preço justo. Produzir bokashi e mudas para fomentar a criação e dar suporte a outras hortas urbanas na cidade de São Paulo e criar um espaço onde a população possa ter contato com a natureza e aprender sobre a vida na terra.Em 2019 assumiu a Gerência de Marketing da São Paulo Companhia de Dança.E em 2020 foi convidada a retornar ao Instituto Mpumalanga – na criação e gerenciamento de projetos como a Caravana das Artes, Cozinha Itinerante, entre outros, onde permanece até o momento.Junto a profissionais diferentes habilidades, criou a Associação Instituto Caju, para o desenvolvimento de projetos educacionais, culturais e sociais associados à agricultura, alimentação saudável e segurança alimentar.É facilitadora do Fórum Brasileiro Pelos Direitos Culturais, Conselheira do Instituto Choque Cultural, foi conselheira do CEU Butantã onde criou a horta pedagógica e desenvolveu diversos projetos educacionais, participa de congressos e eventos relacionados ao terceiro setor e a agricultura orgânica. Formação AcadêmicaPós-graduaçãoMBA Comunicação Empresarial- FAAPConclusão – 2004 – duração 2 anos e meio. Graduação:Formação: Administração Hoteleira – SenacConclusão - 1998Experiências anterioresDPZ Propaganda 2000 a 2002Assistente de Planejamento Estratégico Habilidades- Ampla experiência em articulação com o poder público, mais de 200 municípios dediversos estados do país e de diversos cenários políticos e econômicos;- Total domínio das leis de incentivo à cultura e esporte;- Liderança, trabalho em grupo, respeito às diferenças, resiliência, criatividade, ética,capacidade para gestão e desenvolvimento de pessoas e equipes.- Amplo conhecimento no relacionamento com comunidades tradicionais como PovosIndígenas, Quilombolas, Ribeirinhas, entre outros.- Nos últimos anos, participou de diversas formações sobre acessibilidade em todas assuas esferas e aplicação nos projetos educacionais. Outras Informações- Facilitadora pelo Fórum Brasileiro Pelos Direitos Culturais – FBDC;- Conselheira do Instituto Choque Cultural;- Ex conselheira do CEU Butantã Alexandra Pericão Função no projeto: Coordenação Pedagógica (Cargo no Instituto Caju - 1° secretaria) A longa experiência de Alexandra Pericão abrange curadoria de festivais literários, bem como projetos culturais itinerantes de mediação de literatura e narração de histórias e de formação de educadores, que unem literatura a reflexões sobre Direitos Humanos emtodas as suas vertentes.Apresentou-se em diversos espaços e festivais culturais, e em programas de TV. Viajou para várias regiões do Brasil contando histórias, mediando leituras e com adolescentes, jovens e educadores com o projeto Caravana das Artes, certificado pelo UNICEF.Foi curadora do Festival de Literatura Internacional de São Sebastião – FLISS 2018 e 2020.Deu aulas de teatro, contação de histórias e escrita em Senac, Ame, Instituto Mpumalanga, Sesi e outros.Atualmente, está como presidente da Comissão de Diversidade Sexual e de Gênero da OAB/Cotia, integrando como membro a Comissão de Diversidade Sexual e de Gênero da OAB/SP e membro do Núcleo de Atendimento a Mulheres Vítimas de Violência Sexual da OAB/Cotia. Formada em Direito pela Universidade Mackenzie e pós-graduada pela PUC/SP. Formada em Teatro pela Escola de Teatro Ewerton De Castro. Integrante da RED INTERNACIONAL CUENTACUENTOS. Guilherme Maruxo Função no projeto: Diretor Financeiro (cargo no Instituto Caju: Diretor Financeiro) Formado em Engenharia Civil com ênfase em planejamento urbano (FEI) com MBA em planejamento estratégico pela ESPM e especializações em Gestão de Projetos (PMI- USP), Controladoria Avançada (Sain Paul), História da Ocupação da Cidade de São Paulo (FESPSP) e diversos treinamentos em melhoria de processos, auditorias, compliance e gestão de pessoas.Atualmente, está como Diretor da Associação Instituto Caju e do Sitio Sampa. Há quatro anos, trabalhando na implementação e expansão de hortas urbanas totalizando 13 mil m2 de hortas com manejo orgânico sendo uma destas a maior horta urbana da zonaoeste de São Paulo com 10 mil m2 e a outra uma horta de 3 mil m2 na laje do sétimo andar do Shopping Parque da Cidade. As atividades das hortas incluem a produção dos próprios insumos através da compostagem através do programa Acelerando Hortas (Adesampa) e um viveiro de produção de mudas (cronwdfunding) e experiencias de vivencia para escolas e empresas. Membro atuante no Conselho de DesenvolvimentoRural da cidade de São Paulo e parte da rede do programa de aceleração de empresas do Hub Green Sampa. Atuou por dezenove anos como Business Controller gerindo os departamentos de contas a pagar, contabilidade, compliance, controladoria, reporte de indicadores ESG e planejamento financeiro e estratégico em ambientes multiculturais e multinacionais de grande porte. Graziella Cabral Função no projeto: produção (Cargo no Instituto: Tesoureira) FORMAÇÃO ACADÊMICA Pós-Graduação – Especialização em Negócios Internacionais noÂmbito Têxtil Universidade Pompeu Fabra – Instituto de Educação Continua (IDEC)Barcelona – Espanha (janeiro a julho/2004) Graduação – Negócios da ModaUniversidade Anhembi Morumbi São Paulo – Brasil (janeiro/1999 a dezembro/2002) EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL – De 2017 até o momento atual é produtora do Instituto Mpumalanga. Trabalhos anteriores: TV Cultura - (Fundação Padre Anchieta – FPA – Centro Paulista de Rádio e Tv Educativas) De 07/2013 a 03/2017 Coordenadora de Produção – Núcleo de Entretenimento Cultural e Infantil PROGRAMAS DE GRADE DESENVOLVIDOS PELA FPA/TVC: · “Caçadores de Mito – Cabeças”, “Mestres do Riso – Cabeças”, “Clube do Filme – Cabeças”, “Era Uma Vez no Quintal”, “Quintal Da Cultura”, “Cartãozinho Verde”, “Cocoricó”, “Manos e Minas”, “Provocações”, “Viola, Minha Viola”, “Quem Sabe, Sabe!”, “Ensaio”, “Móbile”, “Sr. Brasil”, “Mostra Internacional de Cinema”, “Metrópolis”, “Cultura Livre”, “Cultura Mundo”, “Entrelinhas”, “Mais Cultura”, “CulturaDocumentários”, “Persona em Foco”, “Se Liga na Ciência”, “Novela – 60 anos de Emoções”, “Terra Dois”. Grande experiência também em produção de eventos culturais e corporativos. Renata Jambeiro Função no projeto: Artista e Curadora (Cargo no Instituto: 2° secretaria Instituto Caju) Renata Jambeiro, brasiliense, nascida em 22 de dezembro de 1981, é cantora, compositora e atriz. Formada em Artes Cênicas, pela UnB, a finalista do Prêmio da Música Brasileira-2016 (categoria “Melhor Cantora de Samba”) foi premiada com terceiro álbum, “Fogaréu” na coletânea Prêmio Grão de Música-2016, teve sua música “Levanta” (em parceria com João Martins) na trilha sonora da novela das 21h, da Rede Globo, A Lei do Amor-2016 e em seguida realizou uma turnê pela Europa (Lisboa, Porto e Paris). Desde o início de sua trajetória transita entre teatros intimistas e grandes palcos para multidões, com sua performance que faz vidrar os olhos e pular o coração. Dona de multi-habilidades, Renata atuou em mais de 20 espetáculos teatrais como atriz, coreógrafa, co-diretora e preparadora corporal. Começou sua trajetória artística no ballet, seguido de dança de rua, jazz, dança de salão, se firmando na dança contemporânea.Completou em 2017, dezesseis anos de trajetória como cantora, e reúne três CDs em sua discografia (Jambeiro-2007, Sambaluayê-DVD e CD-2010-11, Fogaréu-2015), Documentário – Sambaluayê, “Tradições do Brasil”, Prêmio de Melhor Intérprete em Festivais, além de shows por todo o Brasil e em países como França, Alemanha, Moçambique, São Tomé e Príncipe e Cabo Verde.CD “Fogaréu”, 2015. ]CD “Sambaluayê”, 2011. CD “Jambeiro”, 2007. Esteve em longa temporada ao lado de Nicolas Krassik, no Semente – Lapa-RJ. Integra o bloco carnavalesco Mulheres de Zeca e faz parte do corpo docente do Instituto Mpumalanga – Caravana do Esporte e das Artes (UNICEF-ESPN-DISNEY) com a oficina “Jovens em Ação”, que promove protagonismo juvenil por meio da arte.E nessa miscelânea de ações ainda ministra workshops de samba e de atuação para cantores, além de cantar ao lado de artistas como Daniela Mercury, Diogo Nogueira, Ney Lopes, Dona Ivone Lara, Chico César, Monarco, Noca da Portela, Fabiana Cozza, Nilze Carvalho, Dorina, Leandro Fregonesi, Ana Costa e outros grandes ícones da nossa música.Seus shows dançantes, enérgicos e performáticos aproximam a cultura popular brasileira das novas gerações e atende o mercado internacional com material genuinamente brasileiro.Atualmente está em lançamento do novo CD e DVD intitulado “Afrodísia”, gravado ao vivo na Casa Natura Musical.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.