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PRONAC 249583Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

O CORCUNDA DE NOTRE DAME

DANIEL PORTO PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 599,5 mil
Aprovado
R$ 599,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-10-31
Término
2025-10-01
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O Corcunda de Notre Dame é um projeto de artes cênicas, que consiste na montagem de um espetáculo teatral inédito a partir da obra "Notre Dame de Paris" do autor francês Victor Hugo. Numa temporada de dois meses na cidade de São Paulo realizando um total de 10 apresentações.Um musical que sera´ relizado aos sábados e domingos, totalizando 10 apresentaço~es e com estimativa de atingir 3 mil pessoas com ingressos à preços populares. Além deum workshop de dramaturgia com o autor do espeta´culo complementando a aça~o de contrapartida.

Sinopse

O projeto teatral adapta o clássico "O Corcunda de Notre Dame", o título popular do romance Notre Dame de Paris de Victor Hugo, trazendo à cena a comovente história de Quasímodo, um homem marginalizado devido à sua aparência e deficiência física. Criado na Catedral de Notre Dame pelo severo arquidiácono Claude Frollo, Quasímodo cresceu isolado, comunicando-se principalmente através de gestos, já que perdeu a audição ainda criança, devido ao som ensurdecedor dos sinos da igreja. Durante um festival em Paris, Frollo e Quasímodo cruzam com Esmeralda, uma jovem cigana cuja beleza imediatamente atrai a atenção de Frollo. Consumido por um desejo proibido, o arquidiácono ordena que Quasímodo a rapte. No entanto, o Corcunda falha na missão quando Phoebus, o líder da guarda real, intervém, resgatando Esmeralda e despertando nela uma profunda paixão. Logo, espalha-se pela cidade a notícia de que Quasímodo tentou sequestrar a cigana, e ele é brutalmente castigado pela multidão. Apenas Esmeralda se compadece dele, defendendo-o publicamente, o que provoca a ira de Frollo e das autoridades. Desesperada por ajuda, Esmeralda pede a proteção de Phoebus, mas este é assassinado por Frollo, que arma uma conspiração, acusando a jovem cigana do crime. Paris, enfurecida, persegue Esmeralda, que agora enfrenta uma sentença de morte. Quasímodo, movido pelo amor e gratidão à única pessoa que o tratou com bondade, refugia Esmeralda na Catedral de Notre Dame. Enquanto isso, a cidade, em fúria, clama por justiça, atacando a catedral. Numa luta desesperada para proteger Esmeralda e Notre Dame, Quasímodo enfrenta uma multidão enfurecida, enquanto os dois marginalizados aguardam, impotentes, pela justiça divina.

Objetivos

Objetivos gerais: O Corcunda de Notre Dame é um projeto de artes cênicas, que consiste na montagem de um espetáculo teatral inédito a partir da obra "Notre Dame de Paris" do autor francês Victor Hugo. A proposta prevê uma temporada de dois meses na cidade de São Paulo realizando um total de 10 apresentações. Com o objetivo de uma montagem de um espetáculo teatral inédito na cidade de São Paulo, o espetáculo tem objetivo de fomentar a cena cultural de São Paulo, levando um dos clássico da literatura mundial para o teatro, proporcionando o contato do público com uma peça de relevância cultural e social, que abordará temas como: capacitismo e xenofobia a partir do romance de Vitor Hugo. O Corcunda de Notre Dame pretende colocar a Língua de Sinais Brasileira - Libras, como parte da dramaturgia da peça, em cena, feita pelos atores que vão contracenar com um ator com deficiência auditiva, dando um passo além na proposta de inclusão. Além de desenvolver o tema da "xenofobia" com a representação do povo cigano em cena. Victor Hugo já trabalhava o conceito de "xenofobia" em seu romance, quando optou pela retratação do povo cigano como marginal. O preconceito contra estrangeiros e as pessoas que são colocadas como não normativas permeia toda a obra de Victor Hugo (Os Miseráveis, Trabalhadores do Mar). Um tema pertinente para ser discutido contemporaneamente. A proposta, além de fortalecer o mercado cultural da cidade, gerando empregos diretamente para artistas, espaços culturais e produtores locais, deseja democratizar o acesso a cultura por parte da população praticando preço de ingressos populares com valores oferecidos a R$ 40,00 (inteira), R$ 20,00 (meia entrada) e R$ 10,00 (10% da lotação do Teatro). Valendo a meia entrada de acordo com A Lei Federal nº 12933/2013 e/ou adequada as leis municipais de cada localidade. Além da distribuição de 10% dos ingressos de maneira gratuita e 10% dos ingressos para a cota do patrocinador, que caso não utilize, será remanejado para a distribuição de ONGs e instituições sociais. Com projeção de atingir um público médio de três mil espectadores, levando em consideração a capacidade média de 400 lugares por apresentação. Objetivos específicos: Gerar trabalho para mais de 30 profissionais do setor entre: atores, técnicos e produção durante todo o processo de realização da projeto. Oferecer todas as sessões com intérprete de libras e audiodescrição gerando maior democratização e acesso ao produto cultural. Realizar dez apresentações de um espetáculo teatral inédito na cidade de São Paulo. Democratizar o acesso da população a um musical de excelência com preços verdadeiramente populares: R$ 40,00 (inteira), R$ 20,00 (meia entrada) e R$ 10,00 (10% da lotação do Teatro para grupos de ONGs), além de 10% de gratuidade por sessão. Propôr uma abordagem reflexiva de uma obra mundialmente consagrada. Fomentar o mercado cultural de São Paulo. Realizar um projeto teatral inclusivo com protagonismo de atores e atrizes que estão alocados em grupos marginalizados: homossexuais, travestis, imigrantes, negros, pessoas com deficiência, dentre outros. Realizar como contrapartida 1 workshop de escrita de dramaturgia com 20 vagas e de forma gratuita.

Justificativa

Muito se fala sobre os clássicos da literatura mundial. Histórias potentes que atravessaram gerações e chegaram nos dias de hoje repletas de ensinamentos. Porém, toda sociedade muda. Práticas, costumes e o modo de viver não estão estagnados, são voláteis e pessoas buscam por melhorias sociais em seu dia a dia. Mas algo nessas histórias causa um fascínio comum nas pessoas, que faz com que elas atravessem o tempo. Existe algo extremamente humano por detrás desses romances e contos, que seduzem crianças e adultos geração após geração. Partindo desse princípio, um dos maiores estúdios de animação do mundo, o Walt Disney Animation Studios se lançou no mundo com uma das histórias que se tornaria mais notória no quesito contos de fadas: Branca de Neve e os Sete Anões. Esse trabalho desencadeou outras adaptações de clássicos para as animações do estúdio. O público infantil se tornou alvo e gerações subsequentes se tornaram ávidas consumidoras de adaptações literárias que vieram dos Irmãos Grimm, Carlo Collodi, Victor Hugo, Hans Christian Andersen, Shakespeare, Charles Perrault entre muitos outros. Contudo, a transposição dessas histórias para o cinema, trouxe uma característica adocicada e suavizada em sua adaptações. A linguagem edulcorada dos estúdios afastou o público dos romances e contos originais, trazendo uma mística de que elas são "pesadas", "grosseiras" e "bizarras" para as crianças nos dias de hoje. De fato muitos temas delicados são retratados em todas essas histórias, mas é inegável dizer que esses temas são inatos à nossa natureza humana, que muitas das vezes é frágil, ambígua e que necessita de cuidado constante para seguir os valores que estabelecemos como bons em cada época vivida. Num dos trabalhos mais interessantes que se tem sobre os clássicos, mais especificamente sobre os contos de fadas, a renomada Dr. Clarissa Pinkola Estés (Mulheres que correm com Lobos) diz que: "Omitir que há violências, más opções e grandes paixões que subjugam a mente, e não ensinar à criança como proteger sua alma, a enfraquece". A partir desse conceito, uma pesquisa sobre teatro infantil começou a ser desenvolvida há mais de dez anos pelo diretor e dramaturgo Daniel Porto, que começou em 2013 com O Duende Rumpelstiltskin e deu sequência a outras peças como: João e Maria, A Princesa e o Sapo e O Lago dos Cisnes. O Corcunda de Notre Dame é o novo projeto e propõe um ineditismo: a Língua Brasileira de Sinais - Libras como parte da dramaturgia. Várias adaptações foram feitas ao longo dos anos, seja para o cinema ou teatro musical, e as que não ignoraram o fato de Quasímodo ser surdo e não saber falar, transformaram o personagem num homem falante e cantor. A nova proposta para a história é valorizar, de maneira positiva, uma das características do personagem. Ao invés de colocar Quasímodo para falar no universo dos ouvintes, os outros personagens vão aprender a Língua Brasileira de Sinais com ele e o capacitismo é posto em xeque com a seleção de ator com deficiência auditiva para interpretar o protagonista da peça. Nessa versão, Claude Frollo, o complexo arquidiácono e tutor de Quasímodo, ensinou o jovem Corcunda a falar com as mãos. Assim, o Corcunda ensinará Esmeralda, a famosa cigana, a se comunicar através de gestos para incluí-la em seu mundo. A proposta dessa adaptação é dar um passo adiante na inclusão. Ir além da tradução simultânea e colocar a linguagem de sinais algo presente na cena. A Língua Brasileira de Sinais fará parte da história. Com isso, a troca entre os personagens, de conhecimento e sentimentos, desmistificará, através da arte, comportamentos e crenças coletivas que estão datadas e precisam ser modificadas. E é a partir do olhar atento para a obra original, que esses temas serão extraídos do livro para a cena. Muito antes do termo "xenofobia" ser desenvolvido, Victor Hugo já trabalhava o conceito em seu romance, quando optou pela retratação do povo cigano como marginal. Originária da Índia Medieval, a cultura cigana é popularmente conhecida como uma cultura vibrante, dançante e alegre, mas que não pertence a nenhum lugar. O preconceito contra estrangeiros e as pessoas que são colocadas como não normativas permeia toda a obra de Victor Hugo (Os Miseráveis, Trabalhadores do Mar). Um tema pertinente para ser discutido contemporaneamente. A obra inédita deseja valorizar o que é diferente, num espetáculo que transmita a cor e a vivacidade das feiras e festejos populares, num espetáculo musicado apresentando o folclore cigano, além de reverenciar o próprio teatro, com a figura de Pierre Gringoire, personagem do dramaturgo e poeta pobre, quase sempre descartado nas adaptações, e que é um entusiasta da arte, que assim como nos dias de hoje, também se encontram, de alguma, maneira na na marginalidade social. O Corcunda de Notre Dame é uma dessas obras que foram modificadas em suas adaptações, que permanece vasta e célebre e que é capaz de levantar diversos assuntos para explorar em novas narrativas sobre a célebre obra de Victor Hugo. O projeto esta´ de acordo com a legislaça~o atual, atendendo aos artigos 1o e 3o da Lei Rouanet, conforme descrito abaixo: Art. 1o da Lei 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exerci´cio dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestaço~es culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expresso~es culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsa´veis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - estimular a produça~o e difusa~o de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memo´ria; IX - priorizar o produto cultural origina´rio do Pai´s. Art. 3o da Lei 8.313/91: Inciso II - fomento à produça~o cultural e arti´stica, mediante: Ali´nea c) realizaça~o de exposiço~es, festivais de arte, espeta´culos de artes cênicas, de mu´sica e de folclore.

Estratégia de execução

Não se aplica.

Especificação técnica

Espetáculo de Artes Cênicas – Produto Principal Peça de teatro musical de 70 minutos – sábados e domingos – 10 sessões na cidade de São Paulo. Contrapartida Social – Produto Secundário Workshop ADAPTANDO OS CLÁSSICOS DA LITERATURA – Produto Secundário Ofertado gratuitamente como complemento a ações de contrapartida social e destinado a alunos da rede pública (universidades e ensino médio), professores, artistas, escritores e roteiristas. A ideia é desenvolver e ensinar as bases da escrita para teatro. Quantidade: 1 oficina. Tempo: 2 dias de 6h cada, totalizando 12 horas de oficina. Vaga: 20 vagas Inscrições: via formulário Ementa: ADAPTANDO OS CLÁSSICOS é uma oficina que oferece um panorama sobre as diferentes abordagens às histórias clássicas da literatura mundial. O workshop propõe a utilização de contos de fadas como ponto de partida, para a criação de uma dramaturgia feita para o teatro. O curso propõe uma ruptura com o olhar maniqueístas das adaptações além do estudo das obras e a pertinência de seus temas na contemporaidade. Conteúdo: - Noções básicas na escrita para o teatro. - Ferramentas para construção do gênero. - Ética, profissionalismo, mercado e carreira. - Como explorar o gênero sem recorrer ao plágio de ideias consolidadas. A seleção será realizada pelo autor do espetáculo e ministrante da oficina, através da ficha-formulária a ser preenchida, com o objetivo de formar uma turma diversa. Material: Pasta com materiais básicos como caneta, folhas avulsa; impresso do conteúdo (incluindo impressão em braile).

Acessibilidade

Conforme determina o art. 27 da IN 11/2024, segue as ações previstas para o projeto: PRODUTO PRINCIPAL - Espetáculo de Artes Cênicas Aspecto Arquitetônico: - O Teatro escolhido terá infraestrutura como banheiros adaptados, rampas de acesso, espaço para cadeirante, assento para obesos e em localização de fácil acesso a todos. - Haverá pessoa capacitada na equipe de produção para auxilio de idosos, pessoas com dificuldade de locomoção. Aspecto Comunicacional: - Pessoas com Deficiência Auditiva – Haverá interprete de libras em todas as apresentações. - Pessoas com Deficiência Visual – Haverá audiodescrição em 4 apresentações. - Pessoas com Deficiência Intelectual – Haverá pessoa especializada para atendimento a pessoas com alguma deficiência intelectual, síndromes ou espectros. PRODUTO SECUNDÁRIO - Workshop (1 workshop de 12h, sendo 2 dias de 6h cada) - O local escolhido terá infraestrutura como banheiros adaptados, rampas de acesso, espaço para cadeirante e em localização de fácil acesso a todos. - Pessoas com Deficiência Auditiva – Haverá interprete de libras durante as aulas. - Pessoas com Deficiência Visual – Haverá impressão em braile para material da oficina.

Democratização do acesso

Conforme o art. 29 da IN N 11/2024, legislação que rege a escrita do projeto, praticaremos: I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores. II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo: Disponibilizaremos distribuição gratuita para alunos da rede pública de ensino e/ou mulheres que trabalhem comONGs envolvidas com comunidades de mulheres em vulnerabilidade. III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação doprojeto; e IV - mínimo de 20% (vinte por cento) para comercialização em valores que não ultrapassem 3%(três por cento) dosalário-mínimo vigente no momento da apresentação da proposta. Praticaremos o valor acessível do ingresso com valores entre R$ 40,00 e R$ 20,00 (meia).

Ficha técnica

TEXTO E DIREÇÃO - DANIEL PORTO ELENCO - SELECIONADO POR AUDIÇÕES (Com a estimativa de dez multiartistas em cena (atores, cantores, músicos)) DIREÇÃO DE PRODUÇÃO - DANIEL PORTO DIREÇÃO DE ARTE - KARLLA DE LUCA ILUMINAÇÃO - PAULO DENIZOT TRILHA SONORA - ALEXANDRE ELIAS PRODUÇÃO EXECUTIVA - FÁBIO CÂMARA IDEALIZAÇÃO - DANIEL PORTO REALIZAÇÃO - MADE IN ALCÂNTARA NOME: Daniel Porto FUNÇÃO: Diretor e Dramaturgo. RESUMO DA TRAJETÓRIA: Indicado ao APCA pela adaptação de As Aventuras de Pinóquio, Daniel Porto é natural de São Gonçalo e iniciou sua carreira em 2013 como dramaturgo da peça “O Pastor”, que recebeu o selo O Globo Indica daquele ano. Desde então escreveu mais de 15 peças teatrais, entre teatro adulto e infantil. Entre suas outras obras teatrais estão "Acabou o Pó" (2014), "Lady Christiny" (2016), "Volúpia da Cegueira" (2016), com atores cegos e "O Substituto" (2019). Atualmente, Daniel Porto está envolvido na finalização do seu primeiro longa-metragem, “A Miss”, filmado no primeiro trimestre de 2024, cujo roteiro foi desenvolvido durante o laboratório Varilux realizado pelo Conservatório Europeu de Escrita Audiovisual em 2021. NOME: Karlla de Luca FUNÇÃO: Figurinista e Cenógrafa RESUMO DA TRAJETÓRIA: Formada em Artes Cênicas pela UFRJ, Karlla de Luca despontou na carreira teatral como parte da Artesanal Cia de Teatro. Seus talentos foram reconhecidos com dois Prêmios Zilka Salaberry de teatro: melhor cenário por "O Homem que amava caixas" (2011) e melhor figurino por "A Lenda do Príncipe que tinha rosto" (2009). No teatro adulto, sua carreira é marcada por uma série de trabalhos de destaque, incluindo: "Chica da Silva - O Musical" (2016), "Riobaldo" (2021), "Tatá e o Travesseiro" (2020) e "Azul" (2023). Karlla de Luca é reconhecida não apenas por suas performances como atriz, mas também por sua habilidade como figurinista, contribuindo significativamente para a qualidade estética e visual das produções teatrais em que está envolvida. NOME: Paulo Denizot FUNÇÃO: Iluminador RESUMO DA TRAJETÓRIA: Com mais de cem espetáculos no currículo, Eduardo Santos estabeleceu parcerias como criador com diversos diretores e produtores do teatro brasileiro. Entre eles estão nomes como João Falcão, Amir Haddad, Rubens Camelo, Lucio Mauro Filho, Eduardo Barata, Marcelo Serrado, Otávio Muller, Jacqueline Laurence, Fábio Ferreira, André Paes Leme, João Paulo Gross, Claudio Baltar, Ieda Dantas, Leandro Muniz, José Possi Neto. NOME: Alexandre Elias FUNÇÃO: Direção Musial e Trilha Sonora Original RESUMO DA TRAJETÓRIA: Premiado diretor musical ingressou no mundo teatral, aos 29 anos, assumiu a função de diretor musical do espetáculo infanto-juvenil “Patativa do Assaré” – dirigido por ninguém menos que Antônio Abujamra. De lá pra cá foram diversas celebrações com prêmios e espetáculos prestigiados em seu currículo como: Tim Maia, Vale Tudo o Musical, Gonzagão - A Lenda, S`imbora, o Musical - A história de Wilson Simonal, Maria do Caritó entre muitos outros. Atualmente é o diretor musical da de dança Cia Déborah Colker, abriu um selo de uma gravadora e está se aventurando na trilha sonora para cinema, com o longa-metragem A Miss, de Daniel Porto. NOME: Fábio Câmara FUNÇÃO: Produção Executiva RESUMO DA TRAJETÓRIA: Produtor cultural e assessor de imprensa, atua desde 2005 na área comunicação e cultura. Formado em Rádio e TV pela UMESP (2007) e com especialização em Produção Cultural e Curadoria de Conteúdo pela Belas Artes (2022). Em 2014 tornou-se sócio-diretor da Lugibi Produções Artísticas. A produtora esteve à frente dos seguintes espetáculos nos últimos anos: “Elas são de Matar” (2024) Teatro Nair Bello, “Carmen Miranda – Pra Você Gostar de Mim” (2023) Teatro Itália, “Eu Sempre Soube ...” (2022) Teatro Eva Herz, “Feliz Dia das Mães” (2022) Teatro Morumbi Shopping, “O Último Concerto para Vivaldi” (2021) CCD, “Loucas” (2021) online, “Nunca Fomos tão Felizes” (2019) Teatro Itália, “Eles não usam Black-Tie” (2018) Teatro Aliança Francesa, “Diga que Você já me Esqueceu” (2018) Teatro Viradalata, “Enquanto as Crianças Dormem” (2017) Teatro Aliança Francesa, “Antes de Tudo” (2015) Teatro Augusta e “Manual para Dias Chuvosos” (2014) Teatro Augusta. Foi o produtor local dos seguintes espetáculos “Marilyn, por trás do Espelho” (2024) Teatro Arthur Azevedo, ”As Aventuras de Pinóquio” (2023) Teatro das Artes, “Grande Sertão: Veredas – Riobaldo” (2023) Teatro Eva Herz e “O Cego e o Louco” (2023) Teatro Sérgio Cardoso. Já assessorou mais 150 espetáculos teatrais. Foi durante 2014 e 2015, assessor do Teatro Aliança Francesa de São Paulo.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.