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PRONAC 249617Arquivado - solicitação de desistência do proponenteMecenato

OS IRMÃOS THIMÓTEO DA COSTA

LAPILAR PRODUCOES ARTISTICAS LTDA
Solicitado
R$ 1,49 mi
Aprovado
R$ 1,49 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

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Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Teatro musical
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-01-01
Término
2028-01-01
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

Com dramaturgia e direção de Luiz Antonio Pilar, iluminação de Daniela Sanches, Figurinos de Rute Alves e Cenografia de Lorena N. LIma, elenco formado por 6 atores e atrizes pretes, comtrilha musical da obra de Henrique Alves de Mesquita _ renomado maestro e compositor e avó materno dos pintores, a peça OS IRMÃOS THIMÓTEO DA COSTA, narra a trajetória de vida destes dois irmãos considerados como uns dos mais destacados pintores da cena artística brasileira nas duas décadas inicias do século XX. Não obstantes todas as realizações destes dois geniais artistas, eles sofreram o preconceito da sociedade e ambos, com um intervalo de 10 anos, morreram internos, com a mesma doença, a neurossífilis, no Hospital dos Alienados no Rio de Janeiro. Mesmo hospital que abrigou o grande escritor Lima Barreto e teve em sua direção o genial Dr. Juliano Moreira.

Sinopse

Timótheos é inspirado na vida e obra dos irmãos Arthur e João Timótheo da Costa, dois pintores negros pré-modernistas, que conheceram grande sucesso no início do século 20. Ambos deixaram uma volumosa e importante obra e tiveram o mesmo fim trágico: morreram no Hospital de Alienados, vítimas de demência paralisante, uma das complicações da sífilis. Arthur, em 1922, aos 40 anos; e João, em 1932, aos 53 anos. A proposta da peça não é ser uma biografia tradicional. Pelo contrário, ele transita pelo universo da loucura – tanto na linguagem, quanto na dramaturgia – para contar a história desses dois brilhantes artistas brasileiros, cuja obra e a memória precisam ser resgatadas. Ao fazer esse resgate, a peça propõe como pano de fundo a discussão sobre o quanto de loucura, delírio e devaneio é necessário para a criação artística. A história começa no momento em que João está internado no hospício, em 1932. Seu quadro é grave e, em seu delírio permanente, ele vê e conversa com o “fantasma” de Arthur, morto há 10 anos, em seu quarto de paciente, o qual, em sua confusão mental, imagina como o antigo atelier que ele a vida toda partilhou com o irmão mais novo, repleto de telas que eles produziram. A partir das memórias de João, suas biografias vão sendo construídas, e fica claro que, apesar de serem artistas de talento, têm temperamentos opostos. João é apolíneo; Arthur é dionisíaco. Isto se reflete tanto em suas trajetórias pessoais, quanto em suas obras. Arthur, com seu temperamento explosivo e aventureiro, quer convencer João a fugir do hospício. Para isso, ele conta com a ajuda do “fantasma” de Lima Barreto – escritor que também morreu no Hospital de Alienados no mesmo ano que Arthur – que dá a João os meios e a motivação para se aventurar. Lima traça o plano de fuga. É ele também quem explica a teoria da imortalidade, segundo a qual uma pessoa só morre definitivamente quando a memória de quem foi e do que fez se perde entre os vivos, mas, como os verdadeiros artistas criam obras que sobrevivem por gerações, eles são imortais. Por causa dela, João passa a ter o desejo de descobrir se se tornou imortal e foge do hospício para procurar vestígios de sua obra na cidade do Rio de Janeiro atual. O “fantasma” de Arthur o acompanha na aventura. Juntos eles passam por lugares que marcaram suas carreiras, até que encontram a comprovação que perseguiam. Uma rua com o nome deles, a Rua Timóteo da Costa, no Leblon. A peça dá vida a várias outras importantes personalidades negras contemporâneas dos irmãos Arthur e João. Além do já citado Lima Barreto, temos: Juliano Moreira – médico psiquiatra que revolucionou o tratamento das doenças mentais no Brasil – e Henrique Alves de Mesquita – que, além de avô dos pintores protagonistas, foi o principal compositor e regente do Império, chamado por Machado de Assis de “o Beethoven brasileiro”.

Objetivos

OBJETIVO GERAL Realização de um espetaculo musical, com uma narrativa não-linear, cujo tema central concentra-se, inicialmente, no período em que João Thimóteo da Costa encontra-se internado no Hospital dos Alienados, no Rio de Janeiro, em decorrência de uma "neurossífilis". Sob os cuidados do genial médico psiquiatra Dr. Juliano Moreira, diretor do hospital, que aboliu o tratamento de camisa-de-força e choques elétricos naquela unidade, João Timótheo da Costa é autorizado a recriar o seu atelier dentro do quarto onde encontra-se internado. Dr. Juliano Moreira acredita que este é um bom método para amenizar as crises violentíssimas às quais o seu paciente é acometido. No convívio com as suas telas, João Timótheo da Costa, vivencia e recria uma relação fantasiosa com os personagens de suas e das pinturas do seu irmão Arthur Timóteo da Costa. Vários personagens dialogam com João, interferindo de maneira direta na ação da peça, ganhando vida e se corporificando em cenas que conceituaremos como um "tableau vivant". Objetivo específico O projeto OS IRMÃOS THIMÓTEO DA COSTA foi selecionado no Edital de Patroci´nio CCBB 2023-2025, sob o nº do Projeto 3269, para circular pelas unidades dos CCBBs de Brasília, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e São Paulo. A previsão é de estreaiarmos no CCBB de Belo Horizonte, com temporada por 4 semanas; seguindo para Brasília, 4 semanas; São Paulo, 4 semanas; e Rio de Janeiro, 8 semanas. Num total de 20 semanas, com sessões de 5ª.-feira à Domingo, 4 espestáculos por semana, 80 espetáculos num total das circulações.

Justificativa

A originalidade deste projeto, podemos afirmar, está em contribuir para uma diversificação do modo como historicamente se constituiu a produção de teatro nacional. Dentre todas as manifestações das belas artes, esta parece ser a que mais se caracteriza pela distância da população negra do Brasil, no que concerne ao acesso dos meios de produção e expressão. A relação entre o olhar de quem concebe o espetáculo e seu conteúdo é indissociável. Portanto, uma obra artística sobre personagens que viveram o momento subsequente à abolição feita por negros pode trazer uma contribuição diferenciada quanto ao modo com o qual olhamos para a história de nosso país. O nosso espetáculo por tratar-se de um tema sobre a história de dois irmãos artistas maravilhosos e pretos, ser realizado por um diretor e produtor preto, ter em seu elenco 100% de atores e atrizres pretos e pretas, faz-se por tudo isto um projeto de grande originalidade. Estamos diante da necessidade de equilibrar a distribuição de dinheiro público para esta atividade de fundamental importância para o nosso País. Entre as organizações da sociedade sempre foi ressaltada a necessidade de ampliar as oportunidades de inclusão da população preta brasileira. Os movimentos sociais e organizados no país, tiveram um lugar especial durante os anos 60 e décadas subsequentes, e, mais recentemente, voltaram à cena como uma estratégia fundamental à superação das desigualdades sociais e desenvolvimento de oportunidades sociais, culturais e econômicas dos setores menos favorecidos da sociedade brasileira. Em 9 de janeiro de 2003, o Senhor Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, sancionou a Lei N.º 10.639 estabelecendo que a legislação que rege as diretrizes e bases da educação nacional incluísse no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática "História e Cultura Afro-Brasileira". O conteúdo desta nova legislação, inclui as seguintes determinações: Os estabelecimentos de ensino fundamental e médio _ oficiais e particulares _ devem tornar obrigatório o ensino sobre "História e Cultura Afro-Brasileira". O conteúdo programático a que se refere o ensino de "História e Cultura Afro-Brasileira" inclui: a) o estudo da história da África e dos africanos; b) a luta dos negros no Brasil; c) estudo da cultura negra brasileira; e d) história do negro na formação da sociedade nacional, resgatando a contribuição do povo negro nas áreas social, econômica, cultural e política pertinentes à História do Brasil. Os conteúdos referentes à "História e Cultura Afro-Brasileira" serão ministrados no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de Educação Artística e de Literatura e História Brasileiras. Estas iniciativas no âmbito governamental, da cooperação internacional e também da iniciativa privada, sugerem que o momento ainda continua favorável à produção de material cultural sobre a população afrodescendente no Brasil, tanto quanto a necessidade de empreender esforços de promoção e valorização dessa específica parcela da população brasileira. Só para demonstrarmos o interesse governamental destacamos: Ø Decreto No. 4.228, de 13 de maio de 2002, instituindo políticas de ação afirmativa para mulheres, afros-descendentes e portadores de deficiência no âmbito da Administração Pública Federal. Ø Protocolo de Cooperação celebrado entre o Ministério das Relações Exteriores, Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico _ CNPq, Ministério da Justiça, Secretaria de Estado de Direitos Humanos e Ministério da Cultura _ Fundação Cultural Palmares criando e concedendo "bolsas-prêmio de vocação para a diplomacia" em favor de estudantes que venham candidatar-se ao Instituto Rio Branco. Ø Lei No. 10.558, de 13 novembro de 2002, criando o Programa Diversidade na Universidade no âmbito do Ministério da Cultura, com a finalidade de implementar e avaliar estratégias para a promoção do acesso ao ensino superior de pessoas pertencentes a grupos socialmente desfavorecidos, especialmente dos afros-descendentes e dos indígenas brasileiros. Ø Criação da Secretaria Especial de Políticas para a Igualdade Racial. Embora todas as intenções demonstradas acima, a produção de obras audiovisuais especialmente destinadas a essa finalidade são raras. Considerando esta demanda e, também, a abrangência numérica de um público que se ressente de obras audiovisuais com este conteúdo, é que acreditamos que o nosso projeto encontrará acolhida imediata. Em 10 de outubro de 2014, a ONU lança "A década internacional dos Afrodescendentes", cujo o tema principal da iniciativa é "Afrodescendentes: reconhecimento, justiça e desenvolvimento", com ações iniciadas em 01 de janeiro de 2015 até 31 de dezembro de 2024. Com o objetivo de "encorajar" os Estados a ajudar as pessoas de descendência africana reavaliando políticas e práticas que têm um impacto negativo sobre essas comunidades. O teatro é uma forma de arte mais ágil e habilitada a refletir, direta e indiretamente, a realidade contemporânea. É notório o poder da representação cinematográfica no que diz respeito à definição social do indivíduo, a construção de valores da cidadania e a promoção da autoestima. Neste sentido, o cinema mostra-se um agente poderoso para a transformação social. Através dele, podemos discutir amplas propostas em prol da promoção da igualdade e da inclusão racial. As nossas iniciativas pretendem ampliar a visibilidade dos afros-descendentes, fornecendo-lhes o direito de ter, nas várias atividades da Sociedade Brasileira, espelhos onde possam ver suas imagens refletidas e, consequentemente, promover a sua autoestima. No Brasil, nós autores, diretores e produtores negros, ainda enfrentamos sérios problemas frente ao "mercado produtor e consumidor de bens culturais". Por isso, entendemos que estes concursos públicos são uma grande chance de repararmos a discriminação e diferença que mantêm o artista negro fora dos meios de produção. Num mundo globalizado, o diferente é o que atrai.

Estratégia de execução

O espetáculo usará de muita projeção mapeada de reproduçoes das obras dos dois pintores. Elas serão projetas num telão (tela rosco) e farão parte integral dos cenários e às vezes, personagens de suas pinturas também serão personagens da peça. O Projeto foi selecionado no Edital de Patrocínio CCBB 2023-2025, com o número do Projeto 3269.

Especificação técnica

Espetáculo de teatro do gênero drama biográfico, musical, com texto e encenação. Duração de 90 minutos Local - Teatro (casa de espetáculo), nas cidade do Rio de Janeiro, Temporada projetada para 3 meses, com 40 espetáculos, quinta-feira à Domingo. Classificação etária: LIVRE.

Acessibilidade

Acessibilidade Física Caso o edifício teatral onde será apresentado o espetáculo, não tenha acesso para pessoas com dificuldade de mobilidade, cadeirantes como exemplo, rampas serão construídas pela produção para permitir o total acesso à platéia. Nesta platéia, serão garantidos espaços para que as pessoas com mobilidades reduzidas e/ou usuárias de cadeira de rodas possa situar o seu equipamento em local apropriado e privilegiado para assistir o espetáculo; assim bem como fica garantida poltronas espciais para pessoas obesas. Preferencialmente, procuraremos ocupar um teatro que tenha acesso até o andar da platéia via elevadores para o ingresso de pessoas idosas e/ou com mobilidade reduzida. Acessibilidade de CONTEÚDO Teremos sessões com: a - Intérpretes de Libras para a compreensão de pessoas surdas ou com baixa audição b - Audiodescrição para pessoas de baixa visão ou cegas c- - Distribuição de programas da peça traduzidos em Braille para leitura de pessoas cegas.

Democratização do acesso

Com uma projeção de alcance total de 40 mil(quarenta mil ) espectadores, o preço médio do ingresso será de R$ 37,50 , sendo o mais caro R$ 50,00 e o mais barato (a preço popular) R$ 10,00. Fica garantida a cota mínima de 10% do total estimado de público para os ingressos a preços populares. Além da distribuição dos ingressos informados no Plano de Distribuição: Garantiremos a realização de 2 (dois) ensaios abertos para alunos de escolas públicas. E a gravação do espetáculo com a máxima tecnologia de audio e vídeo para transmissão na internet e/ou em canais de Tv pública.

Ficha técnica

LUIZ ANTONIO PILAR DRAMTURGIA E DIREÇÃO ARTÍSTICA Diretor de cinema, Televisão e Teatro Trabalha com cinema, no teatro, em shows e na TV. Se dedica a mostrar a riqueza da contribuição afro-brasileira ao País. Com o musical Leci Brandão, na Palma da mão, ganhou o Prêmio Shell de Melhor Diretor 2023; no programa “Heróis de Todo Mundo”, em parceria com o Canal Futura, realizou 60 minibiografias de personalidades históricas pretos(as), em três temporadas: 2005, 2010 e 2014. Dirigiu as peças Lima Barreto, ao terceiro dia, do autor Luís Alberto de Abreu; Ataulfo Alves, o bom crioulo, de Enéas Carlos Pereira e Edu Salemi; no cinema, dirigiu Em Quadro – A história de 4 Negros Nas Telas - documentário sobre as carreiras de Ruth de Souza, Zezé Motta, Lea Garcia e Milton Gonçalves; Lima Barreto, ao terceiro dia, filme de Longa metragem, com coprodução da Globo Filmes, e ganhou os prêmios de Melhor Roteiro e Melhor Direção de Arte do Festival CinePE/2022. Criou e dirigiu o roteiro, junto com Anderson Quack, do elogiado e premiado longa-metragem documentário Remoção, sobre as remoções de favelas da zona Sul do Rio de Janeiro nos anos 1960 e 70. E o também documentário Candeia, sobre a vida do compositor da Portela Antônio Candeia Filho. Ambos os filmes premiados como Melhor filme do Festival do Arquivo Nacional, Júri Popular. Como diretor da TV Globo, desde 2000 até 2023, dirigiu, entre outras, as novelas Todas as Flores (2022) e Sinhá Moça (2005 – indicada ao Prêmio Ammy Awards); na extinta TV Manchete integrou a equipe de direção, sob direção geral de Walter Avancini, onde realizou as novelas Chica da Silva (1996), Mandacaru (1997) e Brida (1998); na TVE, ainda em parceria com Walter Avancini, dirigiu a série Zumbi, 1995, em comemoração ao tricentenário da morte do líder de Zumbi dos Palmares. 1a Ass de Direção MADARA LUIZA Mulher preta, cisgênero, heterossexual No audiovisual como Diretora, Assistente de Direção e Montadora. Em 2014 dirigiu seu primeiro curta metragem, ‘Solilóquio’ selecionado para o Encontro de Cinema Negro do ano seguinte. Nos últimos anos dirigiu e montou os curtas ‘(Entre)tecer’ (2019) selecionado no edital Respirarte, da Funarte e “Forma’ (2020). Dirigiu e montou, também em 2020, seu primeiro videoclipe, da musica ‘Pinho Sol’ de Clara Anastácia. E em 2021 dirigiu o ultimo ep da serie para o canal off, ‘Janaínas Deusas do Mar’. Atualmente trabalha como assistente de direção na Rede Globo: Mania de você(2024), Guerreiros do Sol (2023), Rogério Gomes; Travessia (2022-2023), Mauro Mendonça Filho; Falas Negras (2021), Naína de Paula e Henrique Matias; Sobre Nós (2021), Naína de Paula; Lilith (2020), Bruno Safadi; De Você Fiz Meu Samba (2019), Isabel Nascimento; Cinema de Enredo (2019), Luiz Antonio Pilar; A Dona da Banca (2018), Marton Olimpio. Entre outros. 2a Ass de Direção LORENA LIMA Mulher preta, cisgênero, heterossexual Lorena Lima é atriz, cantora e arte educadora graduada em Licenciatura em Teatro pela UNIRIO. Atualmente, atua no espetáculo Brás Cubas, da Armazém Cia De Teatro, tendo recebido a indicação de Melhor Jovem Talento pelo Prêmio APTR. Com o espetáculo, participou do Wuzhen Theather Festival em 2023, na China. Esteve como atriz substituta do espetáculo "Museu Nacional - Todas as vozes do fogo", da Companhia Barca dos Corações Partidos, e do espetáculo "Chega de Saudade", da Aquela Cia de Teatro. É Diretora Assistente do espetáculo Mãe Baiana; do musical Leci Brandão - Na palma da mão, ambas com Direção Geral de Luiz Antônio Pilar. Preparação vocal PEDRO LIMA Homem preto, cisgênero, heterossexual Formado em Canto pela UNI-RIO, assina a preparação vocal dos filmes Nosso Sonho- Cine biografia de Claudinho e Buchecha e Tim Maia; também é preparador vocal de artistas como: Babu Santana; Miguel Fallabela; Evandro Malandro, cantor ganhador do Estandarte de Ouro pela Grande Rio de melhor Intérprete; Zezé Polessa; Maria Padilha, entre outros... no Teatro, fez a preparação vocal de: Otelo da Mangueira; Ai que Saudades do Lago: O Bem Amado; Gota D'água; Aquarelas do Ary; Opereta Carioca, Meu Caro Amigo; É Samba na Veia é Candeia; Oui, Oui a França é Aqui; Favela; Bilac Vê Estrelas; Beth Carvalho Andança, o Musical; Deixa a Dor Por Minha Conta, Bem Sertanejo; Chega de Saudade! e Leci Brandão, na Palma da Mão. Figurinista e Visagista RUTE ALVES Mulher preta, cisgênero, heterossexual Formada em Produção E Design de Moda pela Universidade Veiga de Almeida. É também Porta-bandeira da escola de Samba Viradouro, do grupo especial do Rio de Janeiro, tendo desfilado pelas agremiações da São Clemente, Porto da Pedra, Portela, Salgueiro e Vila Isabel. Trabalhos com figurinos: SALADA CHERRY Peça infantil -( 2011) - Projeto Escola Trupe do Experimento MUSICAL O REINO DA GATARIA - (2012) – Espetáculo Infantil Prêmio de melhor figurino da 12a edição do Festival de tetro infantil da Cidade do Rio de Janeiro. Prêmio FENATA – Festival Nacional de Teatro Figurinos para Grupo de Balé que se apresentavam antes de cada jogo, nos estádios brasileiros que receberam jogos da Copa do Mundo de 2014, no Brasil. Contratante COCA-COLA. 2023 – Figurino para a peça teatral LECI BRANDÃO NA PALMA DA MÃO Iluminadora DANIELA SANCHES Mulher branca, cisgênero, homessexual Indicada ao Prêmio Shell de melhor ILUMINAÇÃO, na 34a, 2023, DANIELA é iluminadora cênica, com formação em Cinema pela Universidade Estácio de Sá. Daniela possui 25 anos de experiência em Iluminação Cênica. Neste período foi indicada à prêmios importantes para o teatro brasileiro. Em 2006 recebeu indicação ao Prêmio Shell pela luz do espetáculo Os Negros; em 2014 indicação ao Prêmio Shell e APTR, por Uma Vida Boa, que lhe rendeu o Prêmio APTR de melhor Iluminação; e em 2018 indicada ao Prêmio Botequim Cultural por ‘Os Guardas do Taj’. Foi professora de iluminação pelo Instituto Europeo di Design – IED, nos anos de 2018 e 2019. Em 2021, deu aulas na PUC-Rio no curso Design de Atmosferas. Na área de shows; Martnália, Rita Benneditto e Maria Gadú, são alguns dos nomes da MPB que destaca. Atualmente se dedica a mais um musical, Beetlejuice – Os fantasmas de divertem” em outubro de 2023. Cenógrafa LORENA N. LIMA Mulher preta, cisgênero, homessexual Assinando suas criações no teatro e no cinema, desde 2011,foi indicação ao prêmio Cesgranrio de melhor cenografia pelo espetáculo Consertam-se Imóveis dir por Cynthia Reis; Casório e Dedo Podre diri por Alexandre Contini; Os Javalis dir Emiliano D’avila; Os Sapos”dir Renata Mizrahi e Priscila Vidca; Luar do Sertão dir Guilherme Piva; Teatro Tônico dir Hamilton Vaz Pereira; Cartas de Amor ao Próximo dir Christiana Ubach; Os Insones dir Erika Mader, “War” dir Diego Molina; #sequestro121 dir Diogo Camargos; Lívia e Será que vai chover dir Orlando Caldeira e Drayson Menezzes; Mãe Arrependida diri por Pâmela Coto e Joana Lerner dentre outros; Leci Brandão Na Palma da Mão dirigido por Luiz Antônio Pilar. Direção Musical MUATO Homem, preto, cisgénero, heterossexual Vencedor do mais importante prêmio de teatro do Brasil em 2024, o Prêmio Shell de Teatro, na categoria música pelo espetáculo, Pelada - A Hora da Gaymada, e também do Prêmio APTR por Oboró - Masculinidades Negras, em 2020, Muato vem conquistando reconhecimento da classe artística pelo uso criativo da musicalidade seja no teatro, no audiovisual e no próprio mercado da música. Na Alemanha, foi premiado como produtor musical, pelo álbum da cantora Denise Krammer, recebendo seis prêmios pela crítica alemã especializada do AWARDS DEUTSCHER ROCK & POP PREIS 2019, entre eles os de: Melhor Álbum de World Music, Melhor Álbum de Pop Latino e Melhor Arranjo. Como ator participou de grandes produções como Dona Ivone Lara - Sorriso Negro, Quando a Gente Ama, Andança - Beth Carvalho o Musical, Cartola - O mundo é um Moinho, Rio mais Brasil, Reza, O Encontro, Chega de Saudade, O Admirável Sertão de Zé Ramalho, entre outros.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.