| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 30680829000143 | NU FINANCEIRA S.A. - SOCIEDADE DE CREDITO, FINANCIAMENTO E INVESTIMENTO | 1900-01-01 | R$ 2,60 mi |
O projeto "Conta Comigo" consiste na realização de uma série de oficinas voltadas para atividades manuais e artesanato com foco em artes visuais, que serão realizadas para o público 60+ e irão itinerar por diferentes estados brasileiros. Durante as oficinas serão apresentados processos artísticos e artesanais, trabalhando com diferentes matérias-primas (como madeira, tecido, plástico e papel), abordando diferentes práticas do fazer artístico e artesanal. Cada local também irá receber oficinas para educadores locais, com o objetivo de difusão das atividades. Além das oficinas presenciais e gratuitas, será produzida uma websérie ficcional.
Faz a Conta: não cai nesse golpe!SinopseUma equipe de filmagem é escalada para acompanhar o cotidiano de Glória, uma aposentada espirituosa e com muitas habilidades manuais. Ligada à internet, ela transforma suas experiências com golpes digitais em aprendizado e informação. Em um perfil nas redes sociais, Glória compartilha histórias reais – de promoções falsas e links suspeitos à clonagem de imagens e inteligência artificial – sempre com seu bordão certeiro: ?Faz a conta!?. Cada episódio traz um novo tipo de fraude, mostrando como a desatenção, o impulso e o excesso de confiança podem virar armadilhas, e ensinando o público a reconhecer os sinais antes que seja tarde.Entre cafés, bordados, plantas e encadernações, Glória constrói uma relação afetuosa e divertida com seus seguidores e com o público da série. A cada golpe desvendado, desmonta o enredo dos criminosos com muito bom humor, provando que informação e atenção são as melhores defesas contra o crime digital. Faz a Conta é uma websérie leve e educativa que transforma o cotidiano em trincheira contra a desinformação, celebrando o poder de uma senhora sagaz que não se deixa enganar.Episódio 1: O golpe da central bancáriaA equipe de filmagem chega pela primeira vez à casa de Glória, que conta como surgiu a ideia de abrir um perfil nas redes sociais no qual relata os golpes mais comuns na praça. Enquanto prepara um café e conversa com os visitantes, a protagonista relembra o dia em que caiu no golpe da falsa central bancária. Episódio 2: O golpe da mão invisívelA equipe de filmagem volta à casa de Glória e é recebida em meio a uma tentativa de golpe por telefone. Um criminoso passando-se por técnico da companhia de internet tenta convencê-la a instalar um programa para que possa resolver uma configuração do modem. Mas Glória já conhece o ?golpe da mão invisível", em que os bandidos assumem o comando do computador para acessar dados pessoais e sites de banco.Episódio 3: O golpe da florA equipe é recebida pela protagonista arrumando a casa para uma comemoração. É aniversário de Glória! Mas ela não esperava receber uma visita inesperada: um falso entregador de uma loja de flores que, valendo-se de seus dados pessoais, sabe que é dia de festa e pretende enganá-la utilizando uma máquina de cartão adulterada.Episódio 4: O golpe do pix erradoEntre divagações divertidas e um projeto de encadernação, Glória revela como funciona o golpe do pix enviado por engano. De forma leve e divertida, ela mostra como os golpistas agem, explica o mecanismo de devolução do Banco Central e ensina como se proteger, lembrando que quando a esmola é demais, o santo faz a conta.Episódio 5: O golpe do empregoLurdinha, vizinha de Glória, está morta de vergonha porque caiu no golpe da falsa oferta de emprego. Nem quer aparecer diante da câmera. A aposentada recebeu um anúncio nas redes sociais prometendo um bom dinheiro pra trabalhar de casa por poucas horas ao dia. Ludibriada, pagou uma taxa pra participar de um processo seletivo que nunca existiu?Episódio 6: O golpe da oferta imperdívelMarina, uma jovem seguidora de Glória, caiu em um golpe muito comum. Depois de pesquisar na internet sobre um tênis de corrida, apareceu em seu feed uma oferta imperdível: o mesmo produto pela metade do preço. Resultado: caiu num site falso, realizou o pagamento mas nunca recebeu a compra. Episódio 7: O golpe da pescariaEnquanto prepara um peixe pescado pelo porteiro Gilvan, Glória fala para a equipe sobre uma modalidade de golpe que possibilita uma porção de outros golpes: a pescaria de dados, ou phishing. Entre pitadas de humor e dendê, ela mostra como pequenas informações pessoais podem virar iscas para fraudes e ensina a se proteger dos falsos sites e mensagens que tentam fisgar os mais distraídos.Episódio 8: O golpe do reconhecimento facialEnquanto tenta terminar um relatório sobre golpes, Glória é interrompida por mensagens do amigo Nelsinho, que quase cai em uma nova armadilha: o golpe do reconhecimento facial. A protagonista explica como criminosos usam fotos para se passar por outras pessoas, abrir contas e fazer empréstimos. Com presença de espírito e boas tiradas, Glória mostra como manter a segurança e a cabeça fria diante das fraudes digitais.Episódio 9: O golpe do cloneGlória conta que uma seguidora comprou umas pílulas mágicas que um médico muito conhecido anunciava nas redes sociais, na expectativa de resolver um problema de saúde do marido. Mas depois de meses de tratamento sem resultado, ela começou a achar que tinha caído num golpe promovido pelo médico. Glória vai usar uma ferramenta de inteligência artificial pra provar que, definitivamente, não dá pra acreditar em tudo que se vê na internet.Episódio 10: O golpe da amiga falsaGlória recebe uma mensagem que pretensamente é de Lurdinha. A amiga falsa alega que está no meio da estrada, que o pneu furou e que precisa pagar o borracheiro que a salvou. Só que Lurdinha nunca dirigiu na vida e Glória sabe muito bem que ela está do outro lado da parede de seu apartamento.
O projeto tem como objetivo a realização de oficinas de processos manuais e artesanais, dentro das artes visuais para o público 60+. O projeto irá itinerar por 6 estados diferentes e 15 cidades, buscando impactar um público de 30 pessoas por local. Cada cidade irá receber 10 oficinas, com 2 horas de duração cada, que irão tratar de diferentes práticas do fazer artístico e artesanal, a partir do uso de materiais como tecido, madeira, plástico e papel, além de materiais alternativos como recicláveis e reutilizáveis. Como forma de dar continuidade às atividades mesmo com o final do projeto e expandir o público atendido, serão realizados 5 encontros para educadores locais, com capacidade de atender até 15 educadores por cidade, com duração de 2 horas cada.Além das oficinas presenciais, que serão oferecidas de forma gratuita, também será realizado a produção de uma websérie ficcional de 10 episódios, com duração de até 10 minutos cada, para falar sobre educação financeira.Objetivos específicos- Realizar 10 oficinas por cidade atendida de processos manuais e artesanais, dentro das artes visuais para o público 60+;- Fazer itinerância das oficinas em 6 estados do território brasileiro e 15 cidades diferentes;- Realizar um ciclo de 10 oficinas, para até 30 pessoas, do público 60+, totalizando 30 por cidade e 450 pessoas ao final do projeto;- Realizar oficinas com duração de 2 horas, totalizando 20 horas por local e 300 horas de aula ao final do projeto;- Conceder uma bolsa-incentivo no valor de R$40 por encontro para estimular a presença e participação dos atendidos;- Realizar 5 encontros para educadores locais, em cada cidade de realização do projeto;- Impactar 15 educadores locais por cidade, com oficinas de artesanato e atividades manuais;- Realizar encontros de 2 horas. totalizando 10 horas por local e 150 horas/aula ao final do projeto, destinadas a educadores locais;- Realizar a produção de uma websérie ficcional de 10 episódios, com duração de até 10 minutos cada episódio;- Divulgar a web série ficcional no site que será produzido no âmbito do projeto, além de outras plataformas como YouTube;- Alcançar um público de 10 mil pessoas por meio da websérie.
O projeto traz como ponto principal a realização de oficinas que possibilitem a inserção dos participantes em atividades relacionadas a economia criativa e circular, onde o fazer artístico é o eixo do projeto. Por meio de oficinas gratuitas e a utilização de materiais de fácil acesso e de baixo custo, o projeto possibilita que o aprendizado artístico torne-se mais democrático e acessível. Outro ponto importante do projeto é o desenvolvimento dessas atividades como meio de inserção social do público 60+, oferecendo atividades que incentivem a autonomia (inclusive financeira), coordenação motora por meio de atividades manuais, além do oferecimento de meios de expressão e desenvolvimento da criatividade.As atividades realizadas no projeto buscam oferecer a possibilidade de aprender e realizar o fazer artístico, principalmente dentro das artes visuais e artesania, sempre que possível com materiais recicláveis de fácil acesso. O fazer artístico ainda está muito ligado às camadas sociais mais privilegiadas, mas por meio da economia circular e criativa, possibilitou-se que esse aprendizado se tornasse mais democrático e acessível àqueles que querem usar das artes visuais para se expressarem, desenvolverem projetos próprios a partir de ferramentas de baixo custo facilmente disponíveis ou até mesmo de objetos antes descartados, fazendo novo uso destes materiais e prolongando sua vida útil. Dentro do âmbito do projeto, também são oferecidas oficinas para educadores e multiplicadores locais, com o objetivo de capacitar e prolongar as ações do projeto. Com esse tipo de entrega, incentivamos agentes locais a manterem as atividades mesmo após a finalização das atividades e impactando novos públicos. Essa atividade é importante para que o projeto ?Faz a Conta? não seja apenas uma ação pontual, mas sim, um meio de transformação da comunidade.A websérie será uma entrega complementar, na qual, por meio de uma história ficcional, que incentivará o público a considerar os temas tratados durante as oficinas como meio de renda extra, problema que acaba atingindo o público principal do projeto, assim como a educação financeira.Por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura o projeto ?Faz a Conta? terá como possibilidade o oferecimento de atividades para um público muitas vezes esquecido, além de realizar uma itinerância por diferentes estados do país, principalmente em regiões pouco incentivadas.O projeto se enquadra perfeitamente nos seguintes incisos do Art. 1o Lei 8.313:contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;priorizar o produto cultural originário do País.Assim como busca alcançar os seguintes objetivos do Art. 3o da norma referida acima:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura e da arte e de seus vários segmentos;
Como forma de promover, salvaguardar e enaltecer a artesania brasileira e os processos manuais para criação artística, a partir de conceitos de ?Faça você mesmo?, da Economia Circular, Economia Criativa e Cultural Maker, o projeto ?Faz a Conta? propõe o oferecimento de um ciclo de oficinas presenciais, que serão realizadas em 15 cidades, divididas entre 6 estados brasileiros. Cada polo receberá 10 oficinas, e em cada dia serão abordados diferentes temas, voltados à artesania brasileira e o fazer artístico a partir de atividades manuais por meio de materiais como tecido, madeira, plástico e papel. As oficinas irão atender um público de até 30 pessoas por polo, terão duração de 2 horas, totalizando 20 horas de atividade por polo e 300 horas ao final do projeto.As atividades terão como foco o público 60+ e serão realizadas em instituições públicas/terceiro setor nas cidades de São Paulo (SP), Registro (SP), São José dos Campos (SP), Rio de Janeiro (RJ), Duque de Caxias (RJ), Niterói (RJ), Belo Horizonte (MG), Contagem (MG), Ibirité (MG), Maceió (AL), São Sebastião (AL), Salvador (BA), Feira de Santana (BA), Macapá (AP) e Porto Grande (AP). Cada polo também irá receber ações formativas, para educadores locais, com o objetivo de possibilitar a continuidade das atividades mesmo após a entrega do projeto e também ampliar o acesso às atividades para outros públicos. Essas formações terão realizadas por meio de 5 encontros, com duração de 2 horas cada, com capacidade para atender até 15 pessoas por polo. Como material complementar será realizado a produção de uma websérie ficcional de 10 episódios, com duração de até 10 minutos cada. Os episódios serão disponibilizados no site que será desenvolvido no âmbito do projeto, assim como em plataformas de vídeo como YouTube. O acesso ao material será gratuito e pretende alcançar um público de 10 mil pessoas.O projeto ?Faz a Conta? busca por meio do fazer artístico oferecer ações que estimulem a criatividade e a atividade cerebral. Além de ponto de encontro e de troca entre o público 60+, as atividades também propõem a autonomia e responsabilidade social, desenvolvendo atividades com materiais de fácil acesso, geralmente encontradas nas residências e domicílios dos participantes, especialmente materiais recicláveis/reutilizáveis. O projeto busca promover a transformação de hábitos e de materiais presentes no cotidiano das pessoas, estimulando a economia criativa e economia circular.
Projeto Pedagógico das oficinas Visão Geral das Oficinas As oficinas presenciais têm como objetivo desenvolver e estimular os participantes ao fazer manual e à artesania, tendo como estímulos centrais o artesanato brasileiro. O ciclo de oficinas será dividido em 10 práticas, nas quais serão tratados temas voltados ao fazer manual, artesanato e artes visuais. Metodologia e conteúdo de aplicação das aulas As oficinas são pautadas pela linguagem das artes visuais. Suas ferramentas e suportes são pensados a partir de materiais acessíveis, de baixo custo e largamente presentes nas residências brasileiras, como alternativa mais acessível e de boa qualidade aos materiais usuais. As oficinas serão ministradas por arte educadores qualificados. Serão 10 dias de oficinas, sendo cada dia um tema diferente com duração de 2 horas cada, com capacidade para 30 pessoas. Serão 15 polos distribuídos em 6 estados brasileiros. Também serão oferecidas 5 oficinas para os educadores locais, com duração de 2 horas cada. Serão atendidos 15 educadores por ciclo de oficinas. Em cada aula serão desenvolvidas atividades pensadas através de etapas, resultando na confecção de pequenos projetos, de escolha própria, orientados dentro da temática de cada aula. Cada aula será dedicada a uma matéria-prima (madeira, tecido, plástico e papel) e apresentará técnicas caseiras e/ou de baixo custo para as diversas linguagens das artes visuais, além de apresentar ideias criativas e reutilização de materiais reciclados e mesmo a recuperação de objetos para reuso. Aula 1: Pintura: aquarela | Andrea Aly | Artista visual, ilustradora e professora Andrea Aly é formada em Comunicação pelo Mackenzie e especialista em História da Arte pela FAAP. É artista, ilustradora e professora de arte na Escola da Vila desde 2007. Desde 2009 desenvolve projetos de formação de professores em Arte em institutos como Centro de Formação da Escola da Vila, Tomie Ohtake, Instituto Arte na Escola, entre outros. Presta assessoria em escolas particulares e da rede pública de São Paulo. Em sua carreira já produziu material didático para a editora SM. Além disso, inicia um caminho como arteterapeuta. Mora e trabalha em São Paulo. Aula 2: Ilustração com colagem| Natali Padovani | Artista visual e arte-educadora Natali Padovani é artista visual e arte educadora. Graduada em Educação Artística pela Universidade de Guarulhos e Técnica em Design de Interiores pela Carlos de Campos. Leciona para crianças e adolescentes no ateliê de Artes Visuais da Fábrica de Cultura Jaçanã. Atuou como arte-educadora em exposições no MAB, Itaú Cultural, SESC e Caixa Cultural. Sua produção artística caminha por diversas vertentes, envolvendo principalmente pesquisas com papel. Participou dos Salões de Artes de Guarulhos e Bunkyo, com menção honrosa pela série em papel “Invisíveis”. Desenvolve cadernos artesanais, colagens e gravuras como meio de pesquisa autoral e para a realização de oficinas com crianças e adolescentes. Trabalha com recorte e colagem para ilustração infantil e cenários 2D para animação em stop motion. Aula 3: Escultura| Priscila Leonel | Artista, ceramista, escultora, professora e pesquisadora das relações entre Cerâmica e Identidade Negra Priscila Leonel é escultora e ceramista. Professora de cerâmica no curso de Artes Visuais da UNESP de Bauru entre 2019 e 2022, e pesquisadora das relações entre Cerâmica e Identidade Negra, realizando diversos cursos e oficinas com esta abordagem. Realiza, também, videoartes e performances artísticas e ritualísticas com o barro. Participou de exposições por todo o Brasil, tanto coletivas quanto individuais, em espaços como a Casa de Vidro Lina Bo Bardi. Aula 4: Brinquedos com materiais do cotidiano| Patrícia Marchesoni | Arte-educadora Patrícia Marchesoni Quilici é mestra em Arte e Educação pela UNESP, com especialização em Curadoria e Educação em Museus de Arte pela USP, graduação em Artes Plásticas e Educação Artística pela FAAP e cursos em Arte na Saint Martin’s College e no Institute of Contemporary Arts em Londres, Inglaterra. Coordenou programas educativos do Centro Cultural Banco do Brasil, do Centro Cultural São Paulo e do Paço das Artes. Trabalhou em inúmeras exposições como educadora, supervisora e coordenadora. Aula 5: Bonecas Abayomi| Bea Bonifácio | Arte-educadora, bordadeira e mãe Bea Bonifácio é artista-educadora, bordadeira e mãe. Graduada em Artes Visuais pelas Faculdades Metropolitanas Unidas em 2018, tem sua pesquisa voltada à presença e protagonismo da mulher negra nas artes; também realizou alguns cursos de manualidades têxteis. Em suas experiências profissionais, destacam-se os trabalhos voltados à arte educação em espaços culturais como Bienal de São Paulo, Centro Cultural São Paulo e SESC. Aula 6: Pintura com materiais naturais| Alberto Duvivier Tembo | Artista visual, jogador e educador Alberto Duvivier Tembo atua nas áreas de Artes Visuais, Mediação Cultural, Educação e Desenvolvimento de Jogos. Formado em Artes Plásticas pela FAAP, é pós-graduado em Educação Lúdica pelo Instituto Superior de Ensino Vera Cruz, e em Ciências Holísticas e Economia para a Transição pelo Schumacher College Brasil. Pesquisa principalmente dois campos: a ludicidade e seus inúmeros desdobramentos, e a ecologia e o meio ambiente, que incorpora em seus trabalhos artísticos. Membro do Zebra5, coletivo que trabalha com jogos, arte e educação desde 2009 em diversas instituições culturais. Um dos autores do premiado jogo de tabuleiro Abstratus. Aula 7: Estamparia: impressão Botânica| Larissa Glebova | Educadora, artista e holística Larissa Glebova é educadora, artista e terapeuta holística. Formada em artes visuais pela FAAP, com pós-graduação em Teoria, Crítica de Arte e Educação em Museus pelo MAC USP. Atuante com longa trajetória pela educação formal nas séries iniciais do ensino fundamental em espaços educacionais como Escola da Vila e Colégio Palmares e educação não-formal em equipamentos culturais como museus – Museu Lasar Segall, MAM, MASP – e projetos de exposições temporárias como Bienais, Brasil 500 anos, Picasso, Tate Gallery, Arte Russa entre outras ao longo de mais de 15 anos. Aula 8: Artesanato com taboa | Cleide Toledo | Mestre artesã Cleide Toledo é artesã há 40 anos e mestra na palha de taboa. Iniciou no artesanato quando se casou com o grande Mestre artesão Manoel. Aprendeu todas as etapas: colher e secar a taboa, trançar, costurar. A partir da morte de seu companheiro, assumiu a produção sozinha, já há 15 anos, tornando-se uma artesã premiada e reconhecida. Aula 9: Bordado contemporâneo | Priscilla Paduano | Comunicadora na área do audiovisual, artesã, bordadeira, feminista e mãe Priscilla Paduano é formada em Comunicação e atua há 15 anos com audiovisual na área de pós-produção. Atualmente, trabalha na Prodigo Filmes como gerente de pós-produção. Trabalhou na O2 Filmes, de 2016 a 2018, como coordenadora geral de publicidade, e de 2007 a 2010 como assistente de coordenação de pós-produção. Desde 2017, vem investigando técnicas artesanais como forma de autoconhecimento e expressão, inicialmente produzindo tricô, técnica que aprendeu com sua avó, e macramê. Aula 10: Encadernação | Natali Padovani | Artista visual e arte-educadora Natali Padovani é artista visual e arte educadora. Graduada em Educação Artística pela Universidade de Guarulhos e Técnica em Design de Interiores pela Carlos de Campos. Leciona para crianças e adolescentes no ateliê de Artes Visuais da Fábrica de Cultura Jaçanã. Atuou como arte educadora em exposições no MAB, Itaú Cultural, SESC e Caixa Cultural. Sua produção artística caminha por diversas vertentes, envolvendo principalmente pesquisas com papel. Participou dos Salões de Artes de Guarulhos e Bunkyo, com menção honrosa pela série em papel “Invisíveis”. Desenvolve cadernos artesanais, colagens e gravuras como meio de pesquisa autoral e para a realização de oficinas com crianças e adolescentes.
ATIVIDADES PRESENCIAIS Acessibilidade física: Todas as pessoas terão acesso ao projeto, inclusive as pessoas com deficiência e/ou dificuldade de locomoção. Os espaços de realização das oficinas terão estrutura necessária para atender pessoas com deficiência. Acessibilidade para deficientes visuais: Rubrica em orçamento: Monitores Contratação de monitores que irão acompanhar as oficinas e auxiliarão aprendizes com necessidades específicas, como jovens com deficiências visuais, para que eles possam participar das atividades, de forma integral. (caso tenhamos este público). Acessibilidade para deficientes auditivos: Rubrica em orçamento: Intérprete de Libras Contratação de intérpretes que tenham conhecimento em Língua Brasileira de Sinais (Libras) para acompanhar as oficinas e auxiliar aprendizes com necessidades específicas, como jovens surdos ou com deficiência auditiva, para que eles possam participar das atividades, de forma integral (caso tenhamos este público). ACESSIBILIDADE PARA PCD INTELECTUAIS: Rubrica em orçamento: Monitores Contratação de monitores treinados e sala sensorial para TEA.(caso tenhamos este público). WEBSÉRIE Acessibilidade para pessoas com deficiências auditivas: Rubricas em orçamento: Legenda Descritiva O documentário exibido terá legenda closed caption para atender pessoas com deficiências auditivas. Acessibilidade para pessoas com deficiências visuais: Rubrica em orçamento: Narrador de Audiodescrição O documentário terá audiodescrição.
O acesso às atividades descritas no projeto será gratuito e as ações serão executadas em escolas e/ou instituições do terceiro setor que receberão todos os equipamentos e materiais necessários para a realização das atividades e seguirão as seguintes medidas do artigo 30 da IN n. 11/2024: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição;VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público;
Coordenação Geral: Rhadar Cultural Assessoria LTDA | 17.002.109/0001-60 A Rhadar Cultural está no mercado de cultura desde 2006, tendo atendido a demandas de projetos incentivados nas mais diferentes leis de cultura, esporte e consultoria para utilização dos fundos sociais estadual (São Paulo) e municipal (São Paulo). Abaixo alguns projetos já executados e prestado contas da empresa, assim como informações da representante legal Noeli Fernandes Feijão: Formada em Administração Pública pela F.G.V. em 1.981. Trabalhou em diversas empresas de expressão no seu segmento, nas áreas administrativa, financeira e controladoria, como Itautec, Itaucom e Officer Distribuidora de Informática. Projetos: Rhadar Cultural Ações: Formatação, inserção em Leis de Incentivo, gestão e prestação de contas de projetos. Gestão e prestação de contas do projeto Mostra de Jazz Music SP, projeto aprovado pela Secretaria de Cultura do E.S.P., executado em 2.009; Formatação, inserção e gestão do projeto Circuito Mostra de Jazz Brasil na Lei Rouanet; Formatação e inserção do projeto Circuito Mostra de Choro na Lei Rouanet; Gestão e prestação de contas dos projetos I, II e III Mostra de Jazz,I e II Mostra de Choro e I e II Mostra Guitarras do Brasil, I e II Mostra de Blues Brasil, Metropolitano, Metropolitano Itinerante, Mostra Cultura Musical Brasil-Cuba, entre outros. Editais executados: Mostra Musical Brasil Cuba – Caixa Econômica Federal – 2016 – São Paulo Mostra Musical Brasil-Cuba – Caixa Econômica Federal – 2017 – Rio de Janeiro BNDES – Metropolitano – 2014/2015 – Mostra Musical Brasil-Cuba – Caixa Econômica Federal – 2017 – Curitiba (Gestão) Agência de Cultura: Ações: Formatação e inserção de projetos em Leis de Incentivo Formatação do projeto “Jogo Cego” aprovado pela Secretaria de Cultura do E.S.P. Formatação e inserção na Lei Rouanet do projeto “Caravana Circo Vox”. Produtor Executivo: Italo Leopardi Bosco de Azevedo | 368.572.938-13 Mestrado no Programa de Pós-Graduação em Ciências da Comunicação (PPGCOM/ECA/USP) na Área de Concentração II (Estudos dos Meios e da Produção Mediática); Postgraduate Course in Journalism na The London School of Journalism (2012); Jornalismo concluído na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2009). Sócio-fundador da Muda Cultural desde 2007, atuando na gestão administrativa, produção executiva, concepção e produção de eventos, elaboração e gestão de projetos culturais, captação de recursos e curadoria artística. Sócio e editor executivo e de conteúdo do portal Samba em Rede desde 2013, responsável pela seleção, coordenação e elaboração das pautas do portal, responsável pelas parcerias e acordos comerciais do site. Coordenador Administrativo-Financeiro: Noeli Fernandes Feijão | 040.444.488-17 Formada em Administração Pública pela F.G.V. em 1.981. Trabalhou em diversas empresas de expressão no seu segmento, nas áreas administrativa, financeira e controladoria, como Itautec, Itaucom e Officer Distribuidora de Informática. Projetos Culturais: Rhadar Cultural Ações: Formatação, inserção em Leis de Incentivo, gestão e prestação de contas de projetos. Gestão e prestação de contas do projeto Mostra de Jazz Music SP, projeto aprovado pela Secretaria de Cultura do E.S.P., executado em 2.009; Formatação, inserção e gestão do projeto Circuito Mostra de Jazz Brasil na Lei Rouanet; Formatação e inserção do projeto Circuito Mostra de Choro na Lei Rouanet; Gestão e prestação de contas dos projetos I, II e III Mostra de Jazz,I e II Mostra de Choro e I e II Mostra Guitarras do Brasil, I e II Mostra de Blues Brasil, Metropolitano, Metropolitano Itinerante, Mostra Cultura Musical Brasil-Cuba, entre outros. Editais executados: Mostra Musical Brasil Cuba – Caixa Econômica Federal – 2016 – São Paulo Mostra Musical Brasil-Cuba – Caixa Econômica Federal – 2017 – Rio de Janeiro BNDES – Metropolitano – 2014/2015 – Mostra Musical Brasil-Cuba – Caixa Econômica Federal – 2017 – Curitiba (Gestão) Agência de Cultura: Ações: Formatação e inserção de projetos em Leis de Incentivo Formatação do projeto “Jogo Cego” aprovado pela Secretaria de Cultura do E.S.P. Formatação e inserção na Lei Rouanet do projeto “Caravana Circo Vox”. Currículo Coordenação Pedagógica | Zebra 5 - Jogo e Arte | CNPJ: 13.205.888/0001-40 Currículo resumido: Zebra5 é um coletivo de artistas educadores que acredita no jogo como um valioso elemento do aprendizado estético. Atua em instituições culturais e educacionais, com propostas relacionadas aos universos lúdico e artístico, em geral com foco nas artes visuais, teatro, literatura ou educação ambiental. Com atividades e contextos diversificados, atua com formação de educadores e equipes, elabora propostas para exposições, jogos com conteúdo artístico, materiais gráficos educativos ou outros projetos que envolvam jogo, arte e educação, em campo expandido. Neste projeto, serão representados por Thelma Löbel (Bacharel em Artes Plásticas pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP) e licenciada em Educação Artística pelo Centro Universitário Belas Artes. Pós-Graduada em Educação Lúdica em Contextos Escolares, Não Formais e Corporativos do Instituto Superior de Educação Vera Cruz. Desde 1998, trabalha com educação em museus e instituições culturais, desenvolvendo propostas educativas, formação de educadores e coordenação. De 2009 a 2014 coordenou o Núcleo Educativo do Museu da Casa Brasileira. Acredita no jogo e na arte como práticas da sensibilidade, liberdade e imaginação fundamentais para a formação integral do ser humano) e Alberto Tembo (Formado em Artes Plásticas (FAAP), com pós-graduação em Educação Lúdica pelo ISE - Vera Cruz (SP) e em Ciências Holísticas e Economia para a Transição pelo Schumacher College Br. Trabalhou como mediador em várias instituições culturais com propostas lúdicas de mediação. Pesquisa o conceito de visita-jogo em exposições. Compreende o trabalho de artista e educador como indissociáveis, desenvolvendo obras-jogo em diversas ocasiões. Além do jogo, tem interesse por questões ecológicas, sendo o ambiente um dos principais temas de seu trabalho artístico.)
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.