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O projeto consiste na criação da sexta edição da "Academia de Ópera Virtuosi", que fará a montagem da ópera "Suor Angelica", de G. Puccini, em um grande teatro de Belo Horizonte. O projeto tem caráter artístico e educacional, pois selecionará alunos para a formação de coro e orquestra, oferecendo oficinas de prática de orquestra e de canto lírico. Como contrapartida social, haverá ainda a realização de três recitais gratuitos, com canto e piano, em centros culturais da prefeitura de Belo Horizonte, em que serão apresentados árias de ópera.
Escrita em 1918 pelo compositor italiano Giacomo Puccini, com libreto de Giovacchino Forzano, esta ópera é composta por um elenco exclusivamente feminino e se passa em um convento do século XVII. O enredo narra a história da freira Angélica, uma jovem de família nobre forçada a viver em um convento após ter um filho fora do casamento. A ópera é recomendada para maiores de 12 anos, sendo ideal para jovens em período de formação artística. Composta para um elenco formado apenas por mulheres, a ópera se passa em um convento do século XVII. Em italiano, a palavra "Suor" significa freira, então o enredo narra a história da freira Angélica, uma jovem de uma família nobre, que foi forçada pela família a viver em um convento, após ter um filho sem ser casada. Com duração de 60 minutos e com um elenco de 14 cantoras, sendo 2 principais e 12 coadjuvantes, esta ópera é ideal para jovens em período de formação artística.
1) Objetivo Geral O objetivo geral deste é realizar a 6a edição da Academia de Ópera Virtuosi, que apresentará duas récitas da ópera "Suor Angelica" de G. Puccini. O projeto tem caráter artístico e educacional, pois proporciona ensino e prática da ópera a jovens estudantes, promovendo a democratização da cultura e o fortalecimento da cena operística em Belo Horizonte. Como contrapartida, haverá a realização de três recitais gratuitos, com canto e piano, em centros culturais da prefeitura de Belo Horizonte, em que serão apresentados árias e trechos de ópera. 2) Objetivos Específicos 1 - Realizar 2 récitas da ópera "Suor Angelica" de G. Puccini com o Coro e a Orquestra da Academia de Ópera Virtuosi 2 - Realizar 2 noites de montagem (ensaio pré-geral e geral) da ópera "Suor Angelica" de G. Puccini com o Coro e a Orquestra da Academia de Ópera Virtuosi 3 - Realizar 3 recitais gratuitos, com canto e teclado, em Centro Culturais da Prefeitura de Belo Horizonte, com trechos da ópera "Suor Angelica" 4 - Oferecer 3400 ingressos para as récitas no Grande Teatro, com venda a preços populares, de acordo com o descrito no plano de distribuição deste projeto. 5 - Oferecer 300 ingressos gratuitos, sendo 100 em cada Centro Cultural da prefeitura de Belo Horizonte, para os recitais com os árias e trechos de ópera. 6 - Para a formação da orquestra e do coro, serão contratados 76 músicos (64 instrumentistas e 12 cantoras), dos quais 58 serão estudantes, que serão selecionados através de audição por vídeo.
Este é um projeto de educação musical e formação de plateia, que consiste na realização da 6a edição da Academia de Ópera, para a qual serão selecionados estudantes e professores de excelência para a montagem de "Suor Angelica", ópera escrita em 1918 pelo compositor italiano Giacomo Puccini, a partir do libreto de Giovacchino Forzano. Solicitamos a aprovação do nosso projeto pelos seguintes motivos: 1 - Continuidade e permanência: Desde 2017, a Virtuosi Produções realiza montagens de ópera com orquestras jovens, já tendo realizado 3 montagens de "Bastien und Bastienne" de Mozart, "Dido e Enéas" de Purcell e "Vênus e Adônis" de H. Purcell. Dessa forma, "Suor Angelica" será a nossa sexta montagem. 2 - Elevados custos para a produção de óperas: Produções de óperas são muito caras, pois requerem a formação de orquestras e elencos grandes, então é praticamente impossível que haja produções sem incentivo fiscal. Um exemplo disso é a Fundação Clóvis Salgado, que é o único centro de produção profissional de óperas de Minas Gerais e que consegue realizar apenas 2 montagens por ano. Isso é muito pouco para uma região metropolitana de 5 milhões de habitantes, então claramente precisamos de mais produções de ópera na cidade. 3 - Falta de oportunidades para o cantor lírico mineiro: Embora haja algumas produções na FCS, há pouco espaço para o cantor lírico solista mineiro, pois a quase totalidade dos solistas convidados para essas produções são cantores profissionais do exterior ou de outros estados do Brasil, sobretudo São Paulo. 4 - Lacuna educacional: Há uma lacuna grande na formação profissional para o cantor lírico em Minas Gerais, pois não há Academias de Ópera no estado. Aliás, elas são raras até no país, pois existem apenas a do Theatro São Pedro em São Paulo e a da OSPA em Porto Alegre, que foi criada em 2022. Esperamos que a da OSPA prospere, pois a Academia Bidu Sayão, que foi criada pelo Theatro Municipal do Rio de Janeiro, não sobreviveu mais do que 1 temporada, pois foi interrompida pelo governo daquele Estado. 5 - Temática social: Sabemos também que há uma grande preocupação na sociedade, e sobretudo neste edital, com questões de inclusão e responsabilidade social. Por isso, resolvemos produzir "Suor Angélica", que trata de um tema muito importante: o papel da mulher na sociedade. No enredo, Angélica é uma mulher de origem nobre, mas ao engravidar sem casamento, é forçada pela família a entrar para um convento. Anos depois, sua irmã quer se casar e, para evitar a vergonha da família, sua tia vai ao convento e pede que Angélica assine um documento e se desfaça de sua herança. Angélica assina e diz que ainda sente falta de seu filho, que foi arrancado de seus braços. Embora seja uma ópera dramática e trágica, "Suor Angelica" ainda provoca uma profunda reflexão no público sobre temas sensíveis à mulher. 6 - Diversidade da equipe: O projeto apresenta grande diversidade, pois além de ser um projeto educacional com grande participação de mulheres, tanto nos palcos, como na equipe. POR QUE A LEI DE INCENTIVO À CULTURA? Este projeto requer o uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais para seu financiamento, conforme previsto na Lei 8313/91, pois se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; E no objetivo I alínea c do art. 3o da lei 8313/91, que dispõe: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos
Não se aplica
Inicialmente, pretendemos fazer a montagem da ópera "Suor Angelica" com a orquestração original de Puccini, que tem a seguinte formação: A) Coro: 12 cantoras B) Orquestra: 64 instrumentistas: 1 Flautim 2 Flautas 2 Oboés 1 Corne Inglês 2 Clarinetes 1 Clarone 2 Fagotes 4 Trompas 3 Trompetes 3 Trombones 1 Trombone Baixo 4 Percussionistas 2 Pianistas 16 Violinos 8 Violas 8 Violoncelos 4 Contrabaixos Precisaremos contratar então, além dos solistas, 76 músicos, sendo 12 cantoras para a formação do coro e 64 instrumentistas de orquestra. Como o projeto tem caráter educacional, haverá a contratação de 18 músicos profissionais e serão selecionados 58 estudantes, sendo 47 instrumentistas para a formação da orquestra e 11 para o coro. Os estudantes serão selecionados através de gravações em vídeo de trechos da ópera, que serão escolhidos pelo maestro, spalla e músicos profissionais líderes de naipes.
A) Acessibilidade Física As récitas serão realizadas em um grande teatro preparado para receber deficientes físicos, contendo: 1. Banheiros Adaptados: - Presença de banheiros acessíveis em todos os locais de ensaio e apresentação. - Equipados com barras de apoio e espaço suficiente para cadeiras de rodas. 2. Assentos Reservados: - Reserva de assentos para pessoas com deficiência física e seus acompanhantes nos teatros. B) Acessibilidade de Conteúdo 1. Libras (Língua Brasileira de Sinais): - Intérpretes de Libras disponíveis durante as récitas da ópera para interpretação do texto da legenda para o público.
Plano de Distribuição e Comercialização dos Produtos da Proposta A) Récitas da Ópera "Suor Angelica" 1) Número de récitas: 2 2) Local: Um grande teatro de Belo Horizonte, com capacidade entre 1000 e 1705 lugares. 3) Distribuição de ingressos, supondo que consigamos o teatro com a capacidade de 1705 lugares: Carga de Ingressos: 3410 - Ingressos Retidos pelo Teatro (5%): 170- Ingressos para o Ministério da Cultura: (5%): 170- Ingressos de Cortesia da Produção (para permuta com meios de comunicação e para músicos, 10%): 340- **Ingressos Disponíveis para Venda (80%): 2430 Preço dos ingressos: - Setor 1: R$ 60,00 (inteira) e R$ 30,00 (meia) - Setor 2: R$ 40,00 (inteira) e R$ 20,00 (meia) B) Recitais de contrapartida nos Centros Culturais 1) Número de Recitais: 3 2) Capacidade dos Centros Culturais: em torno de 100 pessoas em cada local 3) Total de ingressos: 300 com distribuição gratuita. C) Transmissão pela Internet: - Gravação profissional de uma das récitas e publicação no canal do YouTube da Virtuosi Produções, permitindo o acesso gratuito à ópera para qualquer usuário da rede.
1) Sérgio Anders - Diretor Musical: Considerado um dos principais contratenores do Brasil, Sérgio Anders é Doutor em Canto Lírico pela Escola de Música da UFMG, onde concluiu seu Bacharelado e Licenciatura em Música. Ainda no Brasil, concluiu uma Especialização em Música de Câmara Brasileira pela UEMG e nos EUA obteve o diploma de Music in Voice Performance pela University of North Dakota e uma Especialização em Música Antiga pela Indiana University. Atuou como professor de canto das Escolas de Música da UFAM, UEMG, UFMG e do Conservatório de São João del Rey. Trabalhou por mais de 20 anos como cantor efetivo do Coral Lírico de Minas Gerais e também integrou o Coral Ars Nova da UFMG, o Coro Madrigale e a Camerata Antíqua de Curitiba. 2) Ederson Urias - Diretor de Produção: Premiado no Concurso Internacional de Brest 2011 (França), o pianista Ederson Urias se apresenta com frequência no país e no exterior, atuando em festivais como o de Campos do Jordão (Brasil), Wiener Musikseminar (Áustria), Brache Musiktage (Alemanha), Les Nuits Pianistiques (França), Rencontres Musicales du Mont-Doré (França) e da Villa Medici Giulini (Itália). É mestre em Música pela USP (2008), Bacharel em Piano pela UEMG (2004), em Engenharia Química pela UFMG (2005) e, atualmente, cursa o Bacharelado em regência na UFMG. Em 2012, criou em Belo Horizonte a Virtuosi Produções, empresa dedicada exclusivamente à produção de projetos de música erudita. Dentre as suas principais produções, estão a "Academia de Ópera Virtuosi", com a qual realizou produções dos títulos "Vênus e Adônis" (J. Blow - 2023), "Dido e Enéas" (Purcell - 2019)" e três produções de "Bastien und Bastienne" (Mozart - 2018/2019). É também o diretor do Coro e Orquestra Virtuosi, grupos com os quais tem realizado diversos concertos em Belo Horizonte e interior de Minas Gerais. 3) Iná Duarte - Produtora: Iná Duarte é soprano coloratura, tendo atuado como solista, cantora de coro, professora de canto lírico e produtora cultural. É formada pela Escola de Música da Universidade do Estado de Minas Gerais, onde concluiu os cursos de Especialização em Performance Musical e Bacharelado em Canto Lírico. Na Faculdade FADYC, realizou especialização em Educação Musical Musical e Formação Pedagógica em Música. Já na Escola de Música da UFMG, cursou Bacharelado em Violão. É cantora corista do "Ars Nova - Coro da UFMG" e do "Concentus", com o qual já se apresentou em diversos concertos junto com a Orquestra Filarmônica de Minas Gerais. Desde 2023 atua como produtora da Virtuosi Produções e, atualmente, é também professora de musicalização do Colégio Arnaldo de Belo Horizonte. 4) Ederson Silva - Diretor Geral Formado em Engenharia Metalúrgica pela UFMG e em Administração de Empresas pela UNA, atuou por 30 anos em empresas como Usiminas e Industeel. Após a sua aposentadoria, fundou em 2012, junto com o seu filho, o pianista Ederson Urias, a Virtuosi Produções Artísticas Ltda, empresa dedicada exclusivamente à produção de concertos. Durante todo este tempo, tem atuado como Diretor Geral de todos os projetos da empresa. 5) Charles Roussin - Regente Sua formação musical deu-se inicialmente no Violão Clássico, instrumento no qual obteve seu primeiro bacharelado em Música pela Universidade Federal de Minas Gerais, sob a orientação de José Lucena Vaz e Fernando Araújo. Participou também de cursos e masterclasses com os professores Turíbio Santos, Fábio Zanon, José Antonio Escobar e Hopkinson Smith. Como instrumentista atuou em diversas formações de música de câmara, tendo realizado diversos concertos no Brasil e em Portugal. Paralelamente ao estudo do Violão, Charles Roussin desenvolveu seus estudos de Regência Orquestral, sendo Mestre e Bacharel nessa área pela Universidade Federal de Minas Gerais, onde foi aluno de Sílvio Viegas. Foi orientado ainda pelos maestros Holger Kolodziej, Isaac Karabtchevsky, Osvaldo Ferreira, Roberto Tibiriçá (de quem foi assistente por dois anos), Ernst Schelle e Jean-Marc Burfin. Em 2020 concluiu na Universidade de Aveiro seu Doutorado em Regência de Orquestra, tendo pesquisado aspectos da música dramática do século XVIII. Parte significativa desta investigação foi a edição e a estreia contemporânea da obra "La Pace fra la Virtù e la Bellezza", do compositor napolitano David Perez (1711-1778). Sua atuação profissional inicial como regente de orquestra deu-se junto à Orquestra de Câmara de Itaúna e à Orquestra de Câmara de Ouro Branco, com as quais entre os anos de 2000 e 2015 idealizou e implantou vários projetos de formação musical e de divulgação da música erudita pelo interior do Brasil. Neste período foi responsável pelo comissionamento e estréia de diversas obras orquestrais de compositores brasileiros. Foi também diretor artístico da Semana da Música de Ouro Branco e do Festival Nacional de Música de Divinópolis, eventos que reuniram professores e alunos de diversos países. No Palácio das Artes (Belo Horizonte/Brasil), após dois anos à frente do Coral Lírico de Minas Gerais (2003-2004), foi por quatro anos maestro da Orquestra Sinfônica de Minas Gerais (2008-2011), cumprindo uma extensa e diversificada programação de Concertos Sinfônicos, Concertos no Parque, Concertos Didáticos e espetáculos cênicos, e também turnês pelo interior do país. Vários concertos sob sua direção foram gravados e transmitidos pela Rede Globo Minas e pela Rede Minas de Televisão. Como maestro convidado, dirigiu diversas orquestras e coros no Brasil e em Portugal, como o Coral ARS NOVA, Coro de Câmara e Orquestra Sinfônica da Escola de Música da UFMG, Orquestra de Câmara SESIMINAS, Orquestra Sinfônica da Paraíba, Camerata Antiqua de Curitiba, Orquestra Sinfônica de Póvoa de Varzim, Orquestra Acadêmica do DeCA, Orquestra Filarmonia das Beiras, Orquestra Sinfônica da ESART, Orquestra de Cordas Dedilhadas do Minho e Orquestra Acadêmica Filarmônica Portuguesa. Em 2011, ingressou como professor efetivo na Escola de Música da Universidade Federal de Minas Gerais, onde atua nas áreas de Regência Orquestral e Ópera Studio. 6) Robson Vaz - Assessoria contábil Contador e advogado, Robson Vaz é sócio diretor da "MCosta & Vaz - Serviços Contábeis", empresa de Belo Horizonte especializada na assessoria contábil de diversos projetos culturais. Dentre seus clientes, estão a Virtuosi Produções e também diversas outras produtoras e projetos de Minas Gerais, como o FIT (Festival Internacional de Teatro) e o FAN (Festival de Artes Negras), além de diversos projetos de São Paulo, como a Mostra Internacional de Teatro - MITsp (2014, 2015, 2016, 2017, 2018 e 2019). É também docente universitário e instrutor no SCBH-Sindicato dos Contabilistas de Belo Horizonte.
PROJETO ARQUIVADO.