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PRONAC 249666Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Acorda, Amor - Teatro Cego

R. GAMBOA SERVICOS ARTISTICOS LTDA
Solicitado
R$ 701,6 mil
Aprovado
R$ 701,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Inclusão da pessoa com deficiência, participação ativa e acessibilidade plena
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-08-01
Término
2025-11-30
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O projeto realizará uma temporada de um espetáculo teatral no formato "Teatro Cego", onde as apresentações ocorrem na completa escuridão, e o público, privado da visão, compreende a trama, através de seus outros sentidos (tato, olfato, paladar, audição) e até mesmo da intuição.

Sinopse

O espetáculo “Acorda, Amor”, conta as histórias de quatro jovens, que durante o movimento estudantil, lutaram contra a ditadura militar que assolava o Brasil nos anos 70. Três rapazes (Paulo, Lucas e Cesar), e uma garota (Natasha) envolvem-se com a guerrilha estudantil, porém, sua luta, na verdade trata-se de algo muito maior do que simplesmente, o fim da ditadura. Enquanto tentam driblar os militares, na função de mensageiros do movimento, Paulo, Lucas e Cesar lutam pelo amor de Natasha. A garota é namorada de Paulo, porém, encobre seu atual desinteresse pelo namorado utilizando-se da desculpa de que o bem do país é muito mais importante, no momento, do que o bem estar do casal e seu relacionamento com o namorado. O que move todo o desenrolar da trama é o paralelo que é criado entre o amadurecimento das relações entre esses quatro jovens, ao mesmo tempo em que compreendem e aprendem a lidar com a situação do país. Assim, ao mesmo tempo em que os personagens vivem em seu dia a dia, situações comuns entre jovens de sua idade, como namoro, sexo, ciúmes, amigos e festas, eles acabam tendo que dividir seu tempo e sua atenção com as questões políticas de um país que vive um momento delicado de sua história, tendo que lutar pela conquista da liberdade e da democracia tão sonhada e desejada por toda uma nação, que fora calada à força e teve seus direitos de cidadãos, podados pelo poderio militar. Com isso, o espetáculo, viajará do cômico ao trágico, do romântico à luta armada, da busca incessante pela democracia à necessidade inebriada do amor verdadeiro. Assim, o espetáculo segue, sempre traçando esse paralelo entre os sonhos da juventude, e o difícil momento político vivido pelo país; e com um final totalmente inesperado, a peça mostrará que muitas vezes, a felicidade pode estar muito mais perto do que se possa imaginar, e que no desejo de se alcançar a democracia, muitas vezes acaba-se não percebendo, que o amor pode ser o mais democrático entre todos os sentimentos.

Objetivos

Objetivo Geral: O projeto tem como objetivo geral, levar ao público, apresentações de um espetáculo no formato Teatro Cego, com a participação de atores cegos e que tem como tema, as histórias de quatro jovens, que durante o movimento estudantil, lutaram contra a ditadura militar que assolava o Brasil nos anos 70. Objetivo específico: Realizar 16 apresentações teatrais do espetáculo "Acorda, Amor", na cidade de São Paulo, em local a ser definido posteriormente, com um público de 120 pessoas por apresentação, atingindo um total de 1.920 pessoas. A trama ocorrerá na total escuridão, onde o público, privado da visão, compreenderá todo o enredo através de seus outros sentidos (tato, olfato, paladar, audição e até mesmo a intuição). Além disso, também na completa escuridão, 07 músicos, da banda Social Samba Fino, executarão ao vivo, a trilha sonora do espetáculo, que é toda composta por músicas de Chico Buarque. O projeto tem também, o objetivo de inserir o público no universo dos deficientes visuais, fazendo com que o mundo ao seu redor seja percebido de uma forma que até então ele (público) não conhecia e demonstrando que o deficiente visual é uma pessoa capaz de assumir funções que normalmente julgamos impossíveis de se executar. Com isso, o projeto vem alertar para a exclusão que o deficiente visual sofre, mostrando que as privações que ele tem não o colocam tão distante do mundo que nos cerca, apagando a imagem de "coitado" que o deficiente muitas vezes carrega e provando que a sensibilidade em relação ao mundo, vai muito além do que os olhos podem ver. Como medida de contrapartidas sociais, após as 16 apresentações contempladas no projeto, realizaremos mais 02 apresentações, também para um público de 120 pessoas por espetáculo, com entrada totalmente gratuita. Dessa forma, o projeto irá atingir, um total de 18 apresentações, contemplando assim, ao seu final, 2.160 pessoas.

Justificativa

Cabe aqui, salientar antes de mais nada, que o projeto levará à população, muito mais do que um simples espetáculo teatral. A ideia é mostrar ao público, que as pessoas com deficiência, normalmente subjulgadas como incapazes, e quase sempre excluídas profissionalmente, passam a ser uma peça de extrema importância quando se tem que trabalhar em um local completamente escuro. Além disso, o projeto fará com que o público mergulhe na complexidade de um espetáculo que propiciará a ele, a possibilidade de farejá-lo, ouví-lo, sentí-lo, constatando minuciosamente, cada detalhe que as ações da história trazem consigo, já que as apresentações não acontecerão em um palco; elas se passarão no mesmo espaço ocupado pelo público. Os atores circularão por corredores entre as cadeiras, dando a sensação de que os espectadores estão dentro da cena. Os sons, vozes, cheiros e a música executada ao vivo, chegarão aos espectadores, vindo sempre de locais diferentes, dando a sensação de que eles estão realmente inseridos na trama. O projeto tem o propósito de utilizar as artes cênicas como uma porta que servirá a todo o público, como um transmissor e condutor aos meios de livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais, conforme determina o inciso I do artigo 1º da Lei 8313/91. Somado a isso, o projeto atende o determinado no artigo 3º, inciso II, alínea C da Lei 8313/91, através do fomento à produção cultural e artística, mediante à realização de um rico espetáculo de artes cênicas. Outro fator muito importante que justifica a realização do projeto, é o fato de ele contar com diversos profissionais cegos em sua execução, (atores e equipe); ou seja, o projeto servirá também como uma forma de valorização e recolocação profissional para esses indivíduos, abrindo a eles, um novo campo de trabalho. Além de todos os fatores citados acima, a escolha do texto "Acorda, Amor" vem ao encontro das necessidades técnicas que a peça necessita (movimentação, música, alternância de cenas dramáticas, cômicas e românticas). Acreditamos que por ser uma obra que retrata um momento obscuro da nossa nação, conhecido como "os anos de chumbo" da ditadura militar, o texto tenha a intensidade e a sensibilidade dramática ideais para este tipo de encenação, além de ter na escuridão, um paralelo com a falta de visão e perspectiva que o povo brasileiro tinha nessa época. Outro aspecto importante a se ressaltar é a importância de um patrocinador para o espetáculo. Devido às características intimistas da peça, para que ela seja de real compreensão, o local das apresentações não poderá ser muito grande e o público não deverá passar de 120 pessoas. No entanto, toda a estrutura do espetáculo faz com que o público reduzido não seja o suficiente para bancar os custos do projeto. Daí a real importância de o projeto obter um patrocínio através de lei de incentivo.

Estratégia de execução

.

Especificação técnica

Cada apresentação do espetáculo terá 60 minutos de duração.

Acessibilidade

Acessibilidade Física: Todas as apresentações ocorrerão em um espaço a ser definido posteriormente, na cidade de São Paulo. O espaço escolhido atenderá a todas as exigências quanto à acessibilidade de locomoção para idosos e pessoas com deficiências. As apresentações acontecerão num ambiente totalmente escuro, onde os atores ocuparão o mesmo espaço do público, em um local onde não haja nenhuma entrada de luz, abrigando todo o espetáculo com elenco, músicos, produção e público, contando com ar condicionado e todas as exigências legais de segurança, como saídas de emergência, rota de fuga, extintores de incêndio, presença de um brigadista e monitoramento em tempo real através de câmeras de infra vermelho que não emitem luz. O ambiente totalmente escuro permitirá que a plateia se encontre exatamente na mesma condição de pessoas com deficiência visual. Acessibilidade de Conteúdo: Por se tratar de um formato não convencional (apresentado na total escuridão), algumas providências terão que ser tomadas para a execução dos espetáculos e compreensão do público. Dessa forma, as apresentações levarão os espectadores a uma riquíssima visita sensorial, pois elas não ocorrerão em um palco; elas se passarão no mesmo espaço ocupado pelas pessoas presentes, com os atores circulando por corredores entre as cadeiras, dando a sensação de que os espectadores estão dentro da cena. Os sons, vozes, cheiros e a música, chegarão ao público, vindo locais diferentes, dando a sensação de que eles estão realmente inseridos na trama. Pelo fato do espetáculo não ser visual e acontecer na completa escuridão, o mesmo é totalmente acessível às pessoas com deficiência visual. Obs - Momentos antes de se iniciar o espetáculo, um apresentador explicará ao público como ele deverá proceder para entrar no local da apresentação, e posteriormente, como deverá se portar durante o espetáculo. Será explicada a forma de encontrar seus lugares, como proceder com celulares e aparelhos sonoros ou que emitam luz, como agir em caso de querer abandonar o local, etc. O público, então, será levado para o local onde ocorrerá a apresentação, em grupos de cinco pessoas. O local já se encontrará completamente no escuro.

Democratização do acesso

Todas as apresentações do espetáculo serão divulgadas de uma forma bastante ampla, em redes sociais, informando sobre os locais e horários dos espetáculos e a forma de adquirir e retirar os ingressos, que serão comercializados a preços acessíveis. Realizaremos, através da Assessoria de Imprensa contratada para o projeto, ampla divulgação em rádio, TV, jornais e sites culturais, para que a população seja informada sobre as apresentações, datas, local e valores dos ingressos. Como medida de ampliação de acesso, estudantes de teatro e demais pessoas com interesse nesse universo, poderão assistir a 02 ensaios abertos realizados na cidade de São Paulo (contando com 50 pessoas em cada um dos ensaios), para melhor compreensão do processo de criação e produção desse formato não convencional. A divulgação das datas, horários e local dos ensaios abertos acontecerá através do Instagram, com no mínimo 10 dias de antecedência. Por fim, como medida de contrapartida social, após as 16 apresentações, serão realizadas mais duas apresentações, também contando com 120 pessoas em cada uma, ambas com entrada franca, destinadas a alunos e professores de escolas e universidades públicas. Tal ação será amplamente divulgada nas redes sociais do Teatro Cego, instruindo aos alunos e professores a chegar com a devida antecedência ao local das apresentações, para retirarem os ingressos gratuitos.

Ficha técnica

A instituição proponente, R Gamboa Serviços Artísticos realizará todo o planejamento, pré-produção, produção, divulgação e administração do projeto. Sendo assim, a mesma será a responsável por toda a organização e realização do projeto. Principais Participantes do Projeto: - Luiz Augusto Righi - Coordenador Geral e Responsável Técnico - Paulo Palado - Diretor Geral e Ator Protagonista - Edgar Jacques - Ator Coadjuvante - Giovanna Maira - Atriz Coadjuvante - Ian Noppeney - Ator Coadjuvante - Eddie Cotrim - Ator Coadjuvante - Banda Social Samba Fino Luiz Augusto Righi Atua no cenário artístico como músico e produtor cultural, tendo iniciado sua carreira musical no início dos anos 80 através do contato com compositores e músicos ligados às Escolas de Samba de São Paulo. Ainda nesse período, participou de grupos de choro e samba como violonista e cavaquinista. Em 1983 foi convidado a integrar o grupo Balancê, ligado à Sociedade Rosas de Ouro, excursionando pelas principais capitais do país. Em 1986 fundou o Grupo Mel na Boca, participando do mesmo como cantor e cavaquinista. Com o grupo gravou dois discos, sendo o último, indicado para o prêmio Sharp de Música Popular Brasileira, na categoria de melhor grupo de samba, em 1994. Em 1990 foi convidado para atuar como cantor numa das principais bandas de baile do país, o Internacional Super Som T.A., onde trabalhou por aproximadamente 17 anos. A partir de 1996, passou a se envolver em trabalhos ligados também a teatro, desenvolvendo assim, projetos cênicos e musicais. Produziu a partir de 1999, espetáculos musicais e teatrais, sempre procurando enaltecer a riqueza da música popular brasileira, fundindo essas duas artes, teatro e música. Espetáculos produzidos: 1999 – Criação do espetáculo teatral e musical “Mistura Popular Brasileira”. Nesse espetáculo Luiz Mel é responsável pela criação de textos, roteiro e interpretação musical. 2002 – Criação, texto, roteiro e interpretação musical do espetáculo “Misturinha Brasileira”. 2003 – Produção e interpretação musical do espetáculo “Musical Brasil”. Com o surgimento de novas ideias, priorizando sempre atividades ligadas intimamente à cultura brasileira, houve a necessidade de uma estrutura profissional para desenvolvê-las e em 2003, resolveu criar a “Caleidoscópio Comunicação & Cultura”, produtora que desde então vem dando suporte para a elaboração, produção e realização de todos os seus projetos culturais. 2004 – Criação e produção do espetáculo “Tem África Aqui”. 2005 – Criação e produção do espetáculo infantil “A Música é Assim”. 2006 – Criação do espetáculo teatral “Desde os Tempos de Cabral”. 2006/2007 - Montou a banda Social Samba Fino, onde é vocalista e, a partir daí, gravou o primeiro CD da banda, que reúne composições próprias, sambas inéditos e algumas regravações de grandes nomes da música brasileira como Noel Rosa, NelsonCavaquinho e João Nogueira, contando também com a participação dos convidados Dona Ivone Lara e Quinteto em Branco e Preto. 2008 - Criou e produziu o videoclipe "Lá de Angola",onde mostra sua visão a respeito da importante contribuição que a música brasileira teve, com a influência da cultura negra. 2009 - Participação como cantor e músico, em todas as apresentações dos espetáculos “Mistura Popular Brasileira”, “Misturinha Brasileira”, “Musical Brasil”, “Tem África Aqui” e “Os Sons da Paz”, em teatros e eventos realizados. 2010 – Criação, produção e coordenação do projeto sociocultural “Os Caminhos da Música”, onde crianças da zona norte da capital, recebiam gratuitamente aulas de percussão, canto, dança e técnicas circenses; ao final do projeto, produziu e dirigiu o espetáculo resultante das oficinas, onde as crianças envolvidas apresentaram-se em grandes teatros da capital e baixada santista. Ainda em 2010 - Produção e atuação com a banda Social Samba Fino, nas gravações de uma série de videoclipes, realizados no Elevado Costa e Silva (Minhocão), em São Paulo, interpretando as músicas “Amante Amado”, “Bom Senso”, “Samba e Amor” e “Samba a Dois”. - Idealização e produção do projeto “Desde que o Samba é Samba”, que apresenta a trajetória do samba desde a sua criação até os nossos dias, destacando o espírito democrático que o estilo carrega, estando aberto desde seu início, a influências das mais diversas vertentes musicais, gerando assim, diversos afluentes, como samba canção, samba rock, bossa nova, samba reggae, samba eletrônico, etc. 2011 – Atuou como produtor e responsável técnico no projeto “Jukebox Festival”, festival de música alternativa, onde em 02 noites, diversas bandas de rock e música eletrônica, apresentaram-se para um público estimado de 1.200 pessoas. - Criação e produção de novo projeto“Leva Meu Samba”, em que a banda Social Samba Fino, faz a ponte de ligação entre o samba tradicional de Cartola, Noel Rosa, João Nogueira, dentre tantos outros, e as novas tendências da música brasileira, juntamente com o DJ Rick Dub, apresentando através de mixagens, o novo e diferente som eletrônico, com base no samba. 2012 – Atuação no Espetáculo teatral musical “Feijão com Bacalhau – Desde os Tempos de Cabral”, onde criou todo o roteiro e participou, como cantor e cavaquinista de toda a temporada, nos teatros Brigadeiro e Silvio Romero, ambos na capital paulista. 2012 / 2013 - Produtor Executivo e Diretor Musical do espetáculo “Teatro Cego - O Grande Viúvo”, (que cumpriu em 2012 e 2013, temporadas no TUCARENA - Teatro da Pontifícia Universidade Católica e na sala Crisantempo, em São Paulo). O espetáculo conta com um formato inédito no Brasil, pois ocorre na total escuridão, e o público, privado da visão, compreende a trama utilizando-se de outros sentidos, como olfato, audição e da sua própria intuição. Ainda em 2013, realizou a produção do vídeo clipe “Ogum”, em homenagem a São Jorge, numa regravação da música de Claudemir e Marquinho PQD, com a banda Social Samba Fino. 2014/2015 – Produtor do espetáculo “Acorda, Amor – Teatro Cego” em temporadas no Itaú Cultural, Teatro Sérgio Cardoso, além dos SESCsBelenzinho, Pompeia, Campinas, Vila Mariana e Santos. 2015 a 2017- Coordenador Geral e professor de percussão, no projeto “Os Novos Caminhos da Música”. 2016 – Produtor do espetáculo “Teatro Cego – Clarear – Somos Todos Diferentes”. 2016 / 2017 – Produtor e diretor musical na Turnê do Espetáculo “Teatro Cego – O Grande Viúvo”, pelas capitais Curitiba e Rio de Janeiro e, do espetáculo “Acorda Amor”, por Fortaleza. De 2018 a 2020 – Produtor e diretor musical na Circulação do espetáculo “Teatro Cego – O Grande Viúvo”, pelos teatros municipais de São Paulo: Alfredo Mesquita, Cacilda Becker, João Caetano e Centro Cultural da Juventude e no Teatro Municipal de Campinas. Desde o ano de 2022 é o responsável pela criação, coordenação e direção musical do Jantar Cego, nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador e Natal; Paulo Palado - Diretor e Ator Ator - DRT – 22610/SP Formação Senac – Ator Interpretação - Fátima Toledo Direção e Iluminação - c/ Carlos Reinchambach Atuação e Direção em Cinema -Cláudio Mamberti Oficina de Palhaço - Galpão da Catarina Interpretação em Comercial e Novela – Paula Ribas Dramaturgia – FUNARTE com Chico de Assis Interpretação para TV – Luiz Antônio Rocha Teatro de Arena Eugênio Kusnet – Interpretação com Chico de Assis CPT – Centro de Pesquisas Teatrais – Antunes Filho Experiências em Cinema como ator 2004 - Curta metragem “Arroz, Feijão e Macarrão” de Eder Augusto 2004 - Curta Metragem “Novela de Elevador” de Maria Luisa Spaccassassi 2005 - Longa Metragem “O Fim da Picada” de Christian Saghaard,2005 - Curta Metragem “Um Certo Carteado” de Luiz Otavio Pupo 2005 - Curta Metragem “Vizinhos” de Marcos Fava 2006 – Curta Metragem “Obopuru” (Faculdade Cásper Líbero) 2007 – Curta Metragem “Garra de Campeão” de Gabriel Avólio Experiências em Produção de Cinema 1989 - Longa Metragem "Lua Cheia" de Alain Fresnot 1990 - Longa Metragem "Sua Excelência, o Candidato" de Ricardo Pinto Silva 1991 - Curta Metragem "A Má-Criada" de Sung Sfai Montagens Teatrais 1985 - Peça “O Crime” 1987 - Peça Infantil "O Herói que Queria Voar" 1989 - Peça "O Barão", com direção de Jairo Mattos 1992 - Projeto de Cultura Brasileira da Casa do Brasil de Lisboa, em Portugal, como músico e ator. 1999 - Espetáculo "Mistura Popular Brasileira". Musical Humorístico. 2003 - Peça “Ensaio” 2003 - Peça Infantil “Confusões de Emília” 2004 - Peça “Esperando Godot” 2004 - Peça “A cantora Careca” 2004 - Espetáculo Musical Infantil Misturinha Brasileira 2004 - Peça “Perseguição e Assassinato de Jean Paul Marat” 2005 - Peça “Proteu” 2005 – Peça “O que Deus Fazia” de Chico de Assis 2006 – Peça “Enigma”de Chico de Assis 2007 / 2008 / 2009 - Espetáculo "Mistura Popular Brasileira". Musical Humorístico. 2012 a 2024 – dramaturgo, diretor e ator nos espetáculos no formato Teatro Cego, sendo eles “Acorda, Amor” (dramaturgo, ator e diretor); “O Grande Viúvo” e “Clarear” (ator e diretor). Edgar Jaques – Ator Formado ator pelo Teatro Escola Macunaíma (Barra Funda SP) em Junho de 2013. Escreveu o romance “Encontramos o Gato Verde”, finalista do concurso literário do SESC edição 2012-2013. Peças das quais participou como ator: O Burguês Fidalgo - Molliérè(personagem: professor de música) – Direção: Lúcia de Léllis. O Despertar da Primavera - Frank Wedekind(personagens: Hanschen/O Homem) – Direção: Mônica Granndo A História do Amor de Romeu e Julieta - Ariano Suassuna (personagens: Romeu/ Coro) – Direção: Mônica Granndo O Sonho - August Strindberg(personagem: O Poeta) – Direção: Thiago Silveira Turbilhão de Pressão - Texto obtido a partir de processo colaborativo (sem personagem determinado) – Direção; Renata Kamla As Bacantes - Eurípedes (personagem: Tirésias) – Direção: Lúcia de Lellis. Acorda Amor – Teatro Cego – Paulo Palado(personagens: Cesar/Lucas) – Direção: Paulo Palado Giovanna Maira – Atriz Giovanna Maira, cantora lírica graduada em Música pela Universidade de São Paulo, compositora, escritora e atriz, nasceu em 03 de outubro de 1986 na cidade de Santa Cruz do Rio Pardo/Sp. Iniciou sua carreira na arte ainda muito criança, aos 3 anos estudando piano, instrumento que toca até hoje. Como atriz, obteve sua formação teatral na Oficina dos Menestréis dirigida por Deto Montenegro durante os anos de 2004/2005. Participou da montagem do Musical "Am Evening with Andrew Lloyd Webber", na Cultura Inglesa, dirigido por Maiza Tempesta e fez abertura inúmeras vezes da peça "As Filhas da Mãe" de Ronaldo Ciambroni em teatros como, Sto.Agostinho, Gazeta e Federação dos Comércios. Já na companhia Teatro Cego, integrou o elenco dos espetáculos “O Grande Viúvo” de Nelson Rodrigues e “Acorda, Amor” de Paulo Palado. Ian Noppeney – Ator Ian Noppeney é ator formado no TECH (Teatro Escola Célia Helena) desde 2015. Fez a Formação de Máscara Teatral no Centro de Pesquisa da Máscara em 2018, ministrado por Fernando Martins e Felipe de Galisteu.Fez cursos complementares de Atuação para Câmera na Escola de Atores Wolf Maya, curso de atuação com o diretor Bruno Perillo, curso de dramaturgia no Sesc com Samir Yazbek e o Curso Campo de Visão com Marcelo Lazzarato da Cia. Do Elevador de Teatro Panorâmico. É integrante do Grupo Teatro Cego, atuando nas peças “O Grande Viúvo”, “Acorda, Amor”, “Clarear” e “Um Outro Olhar” com Direção de Paulo Palado. Trabalha como integrante da Fraternal Cia de Artes e Malas-Artes, atuando nos espetáculos “ A Gira da Rainha” e “Nosotros - Uma revoada latino Americana”, “Caso Severina” e “Comida nas Costas, Barriga Vazia.” com direção de Ednaldo Freire. Integra o Grupo Pano onde atuou no espetáculo “Pano.Fim.” e fez substituição no espetáculo “Foi Enquanto eu Esperava uma Encomenda de um Livro de um Maiakovski que tive uma Epifania sobre a Revolução.”. Fez parte do elenco do espetáculo “O Dragão Dourado” com direção de Dagoberto Feliz. Também integra o elenco do espetáculo da Cia. “O Rei do Cais” (um espetáculo de Commedia Del Arte) do CPT - Centro de Pesquisa da Máscara com direção de Fernando Martins. Participou também das montagens “Mais quero Asno que me carregue que Cavalo que me derrube” e “Bicho de Sete Cabeças”. É também professor de teatro do Colégio Augusto Ruschi desde 2016 e no São Paulo Futebol Clube desde 2020. Eddie Cotrim - Ator Peça Teatral "João sem Nome"*, Papel: Cego Benedito, Direção: Detoh Montenegro, Produção e Direção: Mateus Perckhman e Alessandra Souto, Teatros: Teatro Tênis Clube Paulista, Teatro Carlos Gomes, Teatro Cacilda Becker e Apresentações em empresas: Natura, CPMG, Estreia: 2019, Adaptação online devido à pandemia: 2020-2022 e Retorno a apresentações ao vivo: 2021-2022. Evento "Jantar Cego"*, Função: Cantor Garçom, Direção e Produção: Luiz Mell, Local: Hotel Hilton Morumbi, Hotel Puma da Vila Mariana, Hotel Renascença nos Jardins, Período: Desde 2018 até a presente data. Habilidades Adicionais:* Tocar violão, Tocar teclado. Banda Social Samba Fino “Social Samba Fino” é uma banda que apesar de sua formação fixa, mas não limitada, está permanentemente aberta a receber músicos vindos dos diversos estilos musicais como choro, bossanova,rock,baião,frevo,jazz,entreoutros,paravalorizareenriquecerainterpretaçãodo samba. Em 2008 a banda lançou seu 1º CD, tendo como arranjador, Lua Lafaiette,vencedor do Prêmio TIM de Música Popular Brasileira e contou com a participação de Dona Ivone Lara,Quinteto em Branco e Preto e dos percussionistas Bira Presidente, Ubirany, Sereno e Ademir Batera do Grupo Fundo de Quintal. Em 2010, Social Samba Fino criou e produziu o projeto “Desde que o Samba é Samba”, que apresenta a trajetória do samba desde a sua criação até os nossos dias. Ainda em 2010, realizou a produção e gravação inusitada de uma série de videoclipes das músicas “Amante Amado”, “Bom Senso”,“Sambae Amor” e “Samba aDois”, no Elevado Costae Silva (Minhocão), em São Paulo. Paralelamente às suas atividades, o Social Samba Fino participou do projeto social “Os Novos Caminhos da Música”, que reunia crianças e adolescentes, em oficinas gratuitas de canto, dança e percussão. Em 2011, em seu show, “Leva Meu Samba”, o Social fazia a ponte de ligação entre o samba tradicional de Cartola, Noel Rosa, João Nogueira, dentre tantos outros, e o samba moderno de Seu Jorge, Marcelo D2 e Benjor, juntamente com o DJ Rick Dub. Em 2013 o Social Samba fino produziu o vídeoclipe “Ogum”, em homenagem a SãoJorge, numa regravação da música de Claudemir e MarquinhoPQD. Apartir de 2014, em um novo desafio, de tocar no escuro, o Social Samba Fino interpreta ao vivo, no formato Teatro Cego, a trilha sonora do espetáculo “Acorda, Amor!”. Em 2015, com o novo show “Trocando em Miúdos”,com repertório composto por músicas deChicoBuarque,abanda circulou por diversos teatros de São Paulo. Em 2019, a banda passou a integrar as apresentações do “Jantar Cego”, também realizado na total escuridão, com a participação de garçons cantores cegos. Nesse ano também se apresentou no projeto/espetáculo “Dive Música”. Em 2023 a banda passou a integrar as apresentações do “Boteco Cego”, um show realizado na completa escuridão. Neste ano também estreou um espetáculo musical com o grupo “Vozes de Angola” que juntos, interpretam músicas de compositores brasileiros, como Gilberto Gil, João Nogueira, Djavan, Dominguinhos do Acordeon, Tim Maia, entre outros, juntamente com músicas originalmente africanas. Em 2024, lançaram o show “Social Samba Black”, o melhor da música brasileira, misturada à Black Music dos Anos 70 e 80, apresentada ao vivo por uma banda de 16 músicos. Através de projetos teatrais e musicais diferenciados, Social Samba Fino apresenta sua versatilidade, abrindo seu samba para as mais diversas influências, revelando-se mais urbano e dando à sua música um tom de universalidade.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.