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A proposta visa conectar duas formas de artes distintas _ o Grafite e o grafismo indígena _ por meio da realização de 3 exposições de pinturas em tela, cada uma com duração de dois dias, além da intervenção artística em seis áreas públicas ou privadas negligenciadas, essa iniciativa tem como proposito promover a arte urbana nas cidades de Altamira-PA, Anapu-PA e Medicilândia-PA. Essas intervenções serão conduzidas por artistas urbanos e artesãs indígenas em pontos de alta circulação pública para aumentar a visibilidade dessas artes. As peças em destaque nessas exposições e revitalizações serão as obras de grafismo indígena das etnias Asurini e Xikrin.
Três exposições de grafismos indígenas com enfoque na preservação cultural. Seis intervenções de graffite com representação do grafismo indígena em locais públicos de livre acesso, promovendo a valorização da cultura tribal. Oferecimento de 72 horas de oficinas gratuitas de graffite a alunos de escolas públicas, possibilitando o aprendizado da técnica artística e incentivando a expressão criativa.
Objetivos. Objetivo Geral. Realizar três exposições e seis revitalizações através do grafite indígenas nas áreas urbanas das cidades de Altamira, Anapu e Medicilândia. Qual o principal resultado que o projeto pretende alcançar? O principal resultado deste projeto é promover a união de dois segmentos culturais: a arte urbana, representada pelo grafite, e a cultura indígena, através do grafismo indígena. Dessa forma, buscamos mostrar ao Brasil que é possível conectar duas culturas brasileiras distintas e celebrar a diversidade cultural presente em nosso país. Para que realizar o projeto? Ao realizar o projeto VIA GRAFITE INDÍGENA nas cidades da região da Amazônia e Xingu, teremos a oportunidade de promover o conhecimento dessas formas culturais para as populações locais, além de modificar a paisagem urbana e transformar os locais onde o projeto for aplicado em pontos turísticos. O projeto busca incentivar o surgimento de novas expressões culturais na região, levando em consideração o sucesso que o grafite já possui nas grandes cidades do Brasil e comunidades periféricas. Agora é hora de levar essa forma de arte para o interior da Amazônia, mais especificamente para a região do Xingu e transamazônica. As intervenções do projeto serão realizadas em locais públicos, de fácil acesso para toda a população. Dessa forma, buscamos ampliar o acesso à produção cultural, bens culturais e exposições artísticas, estimulando a participação e valorizando a diversidade cultural dessa região. Art. 2º Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades: II - Estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira. Porquanto o projeto irá incentivar as expressões culturais Indígenas e Artes Visuais no Grafite que vem das comunidades, que já se multiplica cada vez mais nas periferias das cidades. V - Incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais. O projeto será realizado em locais públicos e com acesso a toda a população, assim incentivaremos a ampliação do acesso à produção e bens culturais. VI - Fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade. Em todas as etapas que o projeto irá realizar teremos contemplação das diversidades cultura incluindo a comunidade LGBTQIA+. Objetivos especificos. Contemplar 3 municípios da Amazônia, mais especificamente da região do Xingu Transamazônica, com a organização de 1 exposição de arte gráfica indígena, seguida por 2 intervenções de grafite indígena em cada cidade. Seriam, então, 3 exposições e 6 intervenções artísticas com grafite indígena, tomando os muros e paredes das cidades como suporte. Compartilhar com a população a rica cultura indígena presente em nossas três cidades. A importancia em entender e valorizar a herança de nossos ancestrais indígenas, que moldou a identidade de nossa região. Sensibilizar as autoridades locais e governamentais sobre a importância cultural do graffiti. Assim levando a políticas e regulamentos que protejam o grafite como uma forma de expressão artística. Promover o respeito e a aceitação do graffiti como uma forma de arte legítima. Isso pode incluir campanhas de conscientização sobre os benefícios culturais e estéticos do grafite. Realizar 24 horas de oficina de grafite em cada cidade, totalizando 72 horas de oficinas nos 3 municípios da região do Xingu Transamazônica. Proporcionar uma oportunidade para população indígena e jovens da periferia. Cultivar a arte e realizar uma mobilização social buscando elevar a autoestima da população, consequentemente a valorização da cultura nas cidades da região do Xingu, e tendo as artes visuais como principal instrumento para arrebanhar os jovens.
O presente projeto, intitulado VIA GRAFITE INDÍGENA, visa ressaltar a importância de dar visibilidade e valorizar duas culturas distintas, o grafite, oriundo das comunidades periféricas, e a cultura indígena, que resgata as raízes de nossos ancestrais. Historicamente, essas duas culturas têm sido marginalizadas e suas artes têm sido desvalorizadas e até mesmo apagadas. Por meio do grafite, uma forma de expressão artística que tem ganhado cada vez mais reconhecimento e apreciação, é possível dar voz aos indígenas e permitir que suas histórias sejam contadas de maneira autêntica. Além disso, o projeto Via Grafite Indígena busca promover a inclusão social e proporcionar oportunidades para artistas da periferia e indígenas desenvolverem e compartilharem seus talentos. Ao oferecer espaços públicos para a criação de murais e intervenções artísticas, o projeto valoriza a arte indígena como uma forma de resistência e afirmação cultural. Ao tornar as expressões indígenas mais visíveis e acessíveis, o projeto também contribui para desmistificar estereótipos e combater o preconceito e a discriminação que muitas vezes acompanham as representações dos artistas plásticos grafiteiros e dos povos indígenas na sociedade. Portanto, a justificativa para o projeto Via Grafite Indígena é promover a valorização de duas culturas a do graffite e da indígena, dar voz aos seus protagonistas, incentivar a inclusão social e combater o preconceito, por meio da arte urbana e do reconhecimento dos povos indígenas como parte essencial da diversidade cultural de nosso país. Devido isso, o meu projeto faz-se necessário porque: Art. 1°da Lei 8313/91 I. Contribui para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. Por consequência logo não cobraremos os ingressos ou qualquer tipo de valor para quem irá participar das oficinas de graffitie ou só prestigiar as exposições. II. promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais. Ao realizar o projeto do Via Grafite Indígena, daremos um importante passo para instigar e motivar os jovens da periferia e indígenas do Brasil, que compõe o movimento as artes plásticas e indígenas, para que venham a produzir cada vez mais obras. III apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; Ao dar visão e voz em duas artes de diferentes seguimentos, contemplamos o pluralismo das culturas nacionais IX - Priorizar o produto cultural originário do País. O projeto contempla dois seguimentos culturais e um deles deveria ser orgulho nacional, a cultura indígena originaria do Brasil. Art. 3º da Lei de Incentivo I - Incentivo à formação artística e cultural, mediante. Dado que o projeto realizará 3 oficinas de técnicas e de graffite e artes plásticas antes das exposições e das intervenções urbanas. c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos; O projeto irá premiar os primeiros colocados do festival nas etapas seletivas, e premiara os campeões da etapa final. PORQUE A LEI DE INCENTIVO À CULTURA? A Lei de Incentivo à Cultura, foi criada com o objetivo de fomentar a cultura no Brasil, estimulando empresas e pessoas físicas a investirem em projetos culturais por meio de incentivos fiscais. O projeto Via Grafite Indígena deve usar a lei de incentivo fiscal por diversos motivos: Começamos dizendo que o projeto une duas artes que por anos não tiveram incentivos por parte do governo federal, sociedade civil e privada. A lei irá permite que empresas destinem parte do seu imposto devido para projetos culturais, como é o caso do Via Grafite Indígena. Isso possibilita a captação de recursos financeiros importantes para a realização do projeto. Através da utilização da lei de incentivo fiscal, o projeto terá maiores chances de obter recursos financeiros para a realização das ações propostas. Isso permitirá ampliar o alcance do projeto e impactar um número maior de comunidades indígenas, promovendo a valorização da cultura e a preservação do patrimônio cultural indígena. Ao utilizar a lei de incentivo fiscal, o projeto Via Grafite Indígena estará contribuindo para o estímulo e valorização das culturas indígena e de artes plásticas na forma do graffite. Através das ações propostas, como a realização de grafites inspirados na cultura indígena, serão promovidos a conscientização e o orgulho das comunidades indígenas, além de combater estereótipos negativos e preconceitos. Ao se enquadrar nos requisitos da lei, o projeto estará sujeito a prestar contas sobre a utilização dos recursos financeiros captados. Isso garante transparência na gestão dos recursos e aumenta a confiabilidade do projeto perante os patrocinadores e a sociedade em geral. O projeto poderá estabelecer parcerias estratégicas com empresas interessadas em investir em projetos culturais e sociais. Essas parcerias podem trazer benefícios como apoio técnico, estrutura física, networking e visibilidade para o projeto. E ainda temos: O projeto Via Grafite Indígena e a Lei de Incentivo à Cultura se entrelaçam em seus interesses como no Art 3° da lei 8.313/91 no. II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: A oficinas e gratuita nas exposições. Os interesses se convergem em vários pontos dos incisos do Art.1º, inciso I da Lei nº 8.313/91: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais. II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais. III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores. IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional. VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória.
O que é o Grafismo Indígena? Grafismo O grafismo indígena são desenhos geométricos utilizados na decoração do corpo, da cerâmica, das cuias (cabaças) e outros itens da cultura indígena, compreendem um sistema de arte gráfica, com uma gramática própria e cujo conteúdo se relaciona a diferentes sistemas de significação. Esses desenhos são estilizações de elementos de natureza, bem como representações de seres sobrenaturais ou elementos simbólicos, como Anhynga kwasiat (ser mítico que deu o desenho aos homens) O primeiro motivo aparece também no traçado feito pelos homens, usado na decoração de arcos cerimoniais e enfeites corporais. Da natureza, vários são os elementos estilizados: cipó entremeado na mata (kapuenwi), feijão grande (kumandaoho), rabo de macaco (kaiwarinhyna), favo de mel (ehiraimbawa) e cangote de onça pintada (awara orywa), por exemplo. Há motivos de desenho que levam o nome de acordo com sua aplicação em determinadas superfícies: tamaki (pintura de perna), kuaipei (desenhos na cabeça). O enfeite labial chamado Tembekwara também é estilizado, representando-se no desenho de uma de suas partes, a qual dá o nome ao motivo: tembekwá reropitá. Na decoração do corpo, o significado dessa manifestação artística está relacionado à categorização social dos indivíduos. Os motivos de pintura são comuns a ambos os sexos. A divisão do corpo, entretanto, como critério de distribuição dos desenhos, difere segundo o sexo. Entre as mulheres, o ventre é marcado por um desenho que divide a parte da frente do corpo em duas, verticalmente. Entre os homens, esta divisão se dá no sentido horizontal, isto é, obedecendo à mesma divisão da tatuagem: o desenho nos ombros (etii´iwapawa) e linhas horizontais, de ombro a ombro, delimitam a parte de cima que não é pintada. A tatuagem marca, no homem, sua participação nas atividades guerreiras e, na mulher, as fases de ciclo de desenvolvimento biológico e social. O que é o Graffite? Graffite O graffite é uma das principais formas de expressões da arte urbana, presente em vias públicas, os desenhos são feitos à mão, e cobrem muros, fachadas e paredes pelas cidades. Atualmente, o graffite é uma das manifestações culturais mais crescentes no mundo. De origem italiana, a palavra grafite vem de “graffiti”, plural de “graffito”, que em sua tradução quer dizer “escrita feita com carvão”. Ele também pode ser chamado de grafito ou grafiti. Apesar de ser uma das manifestações culturais mais crescentes no mundo, ainda há preconceito e é visto por alguns como vandalismo e poluição visual. Ao mesmo tempo, ele vem ganhando cada vez mais a admiração das pessoas. No entanto, o objetivo principal do graffite é ocupar os espaços e deixar alguma reflexão para quem os vê, ganhando cada vez mais admiração das pessoas. Acredita-se que esse tipo de arte exista desde o Império Romano, mas o movimento se popularizou nos na década de 70. O grafite pode estar ligado a vários movimentos diferentes, mas em especial, está relacionado com artes visuais.
Contrapartida social. Realizar 3 oficinas de técnicas de grafite e artes plásticas com carga horária diária de 8 horas, totalizando 24 horas por oficina e um total de 72 horas de carga horária no projeto. Cada oficina acontecerá em um intervalo de 20 dias, com a duração total de 3 meses. O público-alvo das oficinas serão jovens da periferia e alunos de escolas públicas das cidades de Altamira-PA, Anapu-PA e Medicilândia-PA. O objetivo é oferecer oportunidades de aprendizado e expressão artística para esse público. Adicionalmente, todas as oficinas emitirão certificados aos participantes, visando valorizar e reconhecer o esforço e aprendizado conquistado durante o projeto. TemasArte Indígena.Arte Urbana.Artes Plásticas.Expressões conteporaneas.Aplicação em telas e muros.
Acessibilidade O projeto Via Grafite indígena Produto exposições de artes plásticas e oficinas de graffite. A acessibilidade e a manutenção de saúde e medidas de acesso aos PCD - Pessoas com deficiência será atendida através do artigo 27, inciso II, do decreto N° 5.761/2006. E nos termos do artigo 23 da lei N•10.741, de primeiro de outubro de 2003 os locais de realização das apresentações musicais e oficinas estarão de acordo com a lei número 10. 098. Respeitando as normas de acessibilidade PCD. DEFICIENTES FÍSICOS contaremos com banheiros adaptados com apoios e vasos sanitários para PCD. Rampas/ elevadores com acesso PCD. Portas com larguras para passagem suficiente de cadeira de roda. Dimensões com metragens amplas garantindo rotação de cadeira de roda acentos com altura mínima facilitando a transposição do cadeirante. Funcionários treinados por consultores de inclusão para atender adequadamente aos PCD. 1 ajudantes ficaram a disposição para que possamos proporcionar a maior acessibilidade possível DEFICIENTES AUDITIVOS. Teremos 1 interprete de libras nas exposições. DEFICIENTES VISUAIS. Teremos um trabalho em áudio descrição para que todos possam imaginar o que está acontecendo no recinto ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS. Iremos incluir 1 pessoa que já trabalha com esse público assim promoveremos uma verdadeira inclusão com orientação.
DEMOCRATIZAÇÃO DE ACESSO Art. 21. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso. I - Doar, além do previsto na alínea "a", inciso I do artigo 20, no mínimo, 20% (vinte por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto a escolas públicas, bibliotecas, museus ou equipamentos culturais de acesso franqueado ao público, devidamente identificados; As entradas e visitas as exposições e as intervenções urbanas a traves do grafite indígena serão de forma gratuita. Os grafites ficaram em locais públicos de livre acesso a toda população. APLIAÇÃO DE ACESSO III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais das exposições das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22. Será disponibilizado na internet o registro audiovisual na forma de transmissão ao vivo e de forma gratuita de todas as etapas. IV - Permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias. Será permitido a gravação e transmissão do evento por qualquer um que possa interessar, inclusive para redes sociais. O acesso será livre a qualquer um que queira divulgar ou participar.
PROPONENTE Curumim Origem Amazônia EIRELI É o local no qual os indígenas podem exercer a economia criativa com os seus artesanatos que são produzidos em suas aldeias, artesanatos como cestas, cerâmicas, bolsas entre outros. Com o objetivo de agregar valores humanos e econômicos aos artesãos indígenas do Xingu, motivar e incentivar os indígenas, sobretudo os jovens, para produção dos artesanatos e produtos, tornando-os autossustentáveis em uma cadeia de produção que venha a fortalecer seu patrimônio cultural, suas tradições e ainda, gerar renda individual e coletiva. No ano de 2017 veio a ideia de montar o ponto cultural Curumim, a ideia partiu de uma visão que ajudasse os indígenas com o empreendedorismo a à economia criativa e solidária, nasceu das viagens que a instituição realizou e realiza até os dias atuais para muitas Terras indígenas e aldeias do médio Xingu. Já visitamos mais de 30 aldeias de 10 etnias diferentes, do rio Curuá ao Bacajá. A curumim irá produzir o projeto Via Grafite Indìgena Dirigente do projeto: Silvio Pires de Oliveira: Produtor Cultural na região do Xingu, que já realizou varias feiras de artesanatos, mostras de cinema e cordenou como gestor cultural as leis Aldir Blanc 1 e Paulo Gustavo nos municipios de Anapu-pa e Medicilândia-pa. Diretor geral do projeto Via Grafite Indígena. Ana Paula Becker Petri: Gestora Cultural e produtora executiva, tem a função de cordenadora do projeto, com experiencias em mostras de grafismo indígenas, exposição de artes plasticas, produção audiovisual. Cordenação do Projeto
PROJETO ARQUIVADO.