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O Festival Gastronômico Saberes e Sabores D’Amazônia, irá reunir na região tapajônica do Pará, chefes de cozinha de toda a região Norte; respeitados pela verdade que imprimem em suas criações culinárias, principalmente quando tomam como referencia os saberes, os cheiros e as cores de produtos culinários básicos da Amazônia. Iremos valorizar e promover nossas tradições gastronômicas. Iremos também contar com pesquisadores do segmento, aptos a disponibilizar seus saberes e sabores nessa interessante troca de conhecimentos que o festival irá propiciar. Vamos também agregar ao festival apresentações musicais e de danças regionais, com intensa participação de nossos artistas. Ofcinas tambem serão ofertadas ao publico interessado. O evento será transmitido on line.
1.Oficina: Cultivo de PANCs da Amazônia Carga horária: 3h00 Ministrante: Será convidado representante da Embrapa,PA, para essa oficina No. De participantes: 15 ]ambu, cariru, cumaru, vinagreira. O que essas plantas têm em comum, além de serem tradicionais na mesa dos amazônidas? Desde 2008 elas passaram a ser denominadas PANC – Planta Alimentícia Não Convencional, compondo um grupo muito especial de plantas comestíveis de diversas regiões. Nesta oficina você conhecerá as principais PANCs da Amazônia, seus benefícios e aprenderá como cultivá-las. 2.Oficina: Produção de Piracuí Ministrante: Chefe de cozinha da região do Tapajós PA Carga horária: 03h00 No. Participantes: 15 Vem da língua tupi - pira = peixe | cuí = farinha, o nome desta exótica farinha de elevado teor proteico, feita da carne de peixes da Amazônia. Produto de origem indígena secular, surgido da necessidade de conservar o pescado em regiões que não possuiam energia elétrica, foi popularizado pelo tradicional bolinho de piracuí e hoje é apreciado pela alta gastronomia. A farinha de Piracuí faz parte da tradição alimentar da regiçao do Tapajós, mais especificamente da cidade de Santarem, onde será realizado o festival. A técnica de produção desta farinha tão especial é o que você aprenderá nesta oficina. 3.Oficina: Produção de geleias de frutas regionais Ministrante: a ser definido pelo curador convidado e pela coordenação do projeto Carga horária: 03h00 No. Participantes: 15 A diversidade de frutas da região amazônica confere um diferencial singular à nossa gastronomia. Tradicionalmente utilizada para o consumo in natura, em sucos, doces, geleias, compotas, licores para consumo doméstico, nossas frutas hoje vem conquistando o mercado nacional e internacional. Avançar da condição de exportar comodites para beneficiar localmente essa riqueza que a floresta nos oferece, é um caminho de agregação de valor e geração de renda à população da região. Nesta oficina serão apresentadas técnicas de manuseio adequado e beneficiamento de frutas. 4.Oficina: Produção de chocolate Carga horária: 03 horas Ministrante: a ser definido pelo curador convidado No. De participantes: 15 Com uma amêndoa premiada internacionalmente, o cacau produzido na região do Xingu contribui fortemente para levar o Pará a condição de maior produtor nacional do fruto e a cidade de Medicilândia tornou-se a "Capital do Cacau". Com alta produtividade e qualidade, as amêndoas dessa região possuem características singulares para a produção de chocolate, que vem conquistando seu espaço no mercado nacional e internacional. A produção de chocolate fino artesanal é uma grande oportunidade de negócios. Nesta oficina você conhecerá a produção artesanal do chocolate. 5.Oficina: Produção de farinha de Bragança Ministrante: Mestre de Bragança a ser definido pelo curador convidado. Bragança /PA Carga horária: 03h00 No. Participantes: 15 O processo de transformação da mandioca em farinha ocorre em um lugar de importância histórica e cultural para os amazonidas : as casas de farinha! São nesses espaços que acontecem também a fabricação de outros subprodutos da mandioca, como o tucupi, a fécula, o beiju, a tapioca e a farinha de tapioca. a farinha de Bragança é patrimônio cultural do Pará, tanto de natureza material como imaterial: 6. Oficina: Aproveitamento de alimentos Ministrante: será fechada parceria com instituição local para essa oficina Carga horária: 03 horas No.participantes: 15 Publico: Merendeiras das escolas publicas Nota: Os instrutores para as oficinas acima serão definidas pelo Curador e pela coordenaçao do projeto.
Objetivo geral Criar e fomentar um festival gastronômico à altura do potencial culinário da região do Tapajós, envolvendo os municipios vizinhos. Tal evento agregará profissionais e demais interessados na cozinha amazônica, atraindo a atenção das demais regiões brasileiras, pois é fato o interesse que desperta em todos a cozinha amazônica. Objetivos específicos - Realizar 01 festival gastronômico durante 04 dias - realizar 06 oficinas voltadas à gastronomia - Realizar 06 apresentações musicais - Realizar 05 apresentações de danças regionais - realizar 03 contações de histórias - realizar 01 palestra
A Amazônia possui um bioma ímpar, no tocante a sua fauna, flora e hidrografia. Dentro desse universo tão diversificado, pontuam-se as Regiões do Tapajós e Baixo Amazonas, Oeste do Pará, onde inúmeras comunidades são detentoras de conhecimentos e práticas peculiares, referentes à cultura alimentar. Realizar um festival envolvendo representantes de toda a região Norte será de suma importância para promover a interação entre os profissionais locais, regionais, nacionais e também internacionais, que serão atraídos por essa interessante troca gastronômica amazônica entre mestres. Nosso intuito é sempre amplificar e valorizar a cultura popular amazônica, fomentar o turismo local, impulsionar a economia criativa e gerar empregos e rendas aos profissionais da área cultural. Nosso projeto com certeza alcançará seu intento e se justifica pela sua importância para a região tapajônica e para a Vila de Alter do Chão, onde pretendemos que seja realizado. Nosso projeto atende à Lei de Incentivo à Cultura, pois irá contribuir para: - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão; - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; - viabilizar a expressão cultural de todas as regiões do País e a sua difusão em escala nacional; - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais; - desenvolver atividades que fortaleçam e articulem as cadeias produtivas e os arranjos produtivos locais, nos diversos segmentos culturais;
Folder impresso A4 dobrado (frente e verso), policromia, papel couche fosco 170 g
O local de realizaçao das atividades permitira a circulaçao de pessoas portadoras de necessidades especiais Oficinas: caso haja demanda, haverá interprete de libras Apresentações musicais : haverá interprete de libras Registro audiovisual das atividades: Haverá legendas e audiodescriçao O material de divulgaçao conterá simbolo de libras e texto descritivo nos cards eletronicos.
Todas as atividades serão ofertadas gratuitamente. Serão ofertadas 08 oficinas gratuitamente ao publico interessado. O registro audiovisual das atividades desenvolvidas serão disponibilizadas via redes sociais da proponente ao publico interessado. Será tambem cedido aos parceiros institucionais. Cada chefe de cozinha apresentará uma aula show aberta ao publico interessado, obedecendo a capacidade do local de realizaçao da aula. Haverá transmissão via internet.
Coordenaçao adm.financeira: A diretora da Associaçao Namazonia, Ma.Fatima Silva, nas artes Fatinha Silva, será a responsável pela administração financeira do projeto. Fatinha Silva – Administradora de empresa, Gestora e produtora cultural atuante desde 2002 e fotógrafa desde 1999. Curso de aperfeiçoamento em Gestão Cultural UFPA.Minc. 2015 - Curso superior em artes visuais Estácio - incompleto - Sócia fundadora da Rede de Produtores Culturais de Fotografia do Brasil; Sócia fundadora da Associação Fotoativa e Diretora Financeira da Associação durante 06 anos, Sócia-fundadora e Diretora da Namazonia desde a sua fundação em 2001, tendo coordenado todos os projetos realizados pela Instituiçao.www.namazonia.org. Coordenação Geral, coord. administrativo-financeiro e produção dos projetos: Ciranda Cultural 2022, Caminho das Águas 2022, À Luz do Círio-2022, Çairé 2022 e 2023, O Dia da Caça – Edital Petrobras Cultural 2018/2019 - Lei Rouanet, Projeto À Luz do Círio- Lei Rouanet – 2018; Projeto Um Lugar chamado Primavera – pesquisa e publicação de livro contendo a história do Município de Primavera–PA – Patrocinio Prefeitura M. de Primavera ; Circuito das Artes – Lei Rouanet - 2013.2015- Premio Rodrigo Melo de Franco-IPHAN Belém – a nível estadual: Oferta de oficinas direcionadas aos alunos das rede publica de ensino, atendendo 2.700 alunos, ação realizada em parceria com a Fundação Cultural do Pará, Projeto VII, IX e X Festival Internacional de Humor Gráfico da Amazônia-Ecologia no Traço –2015/2018 - parceria Secretaria de Estado de Cultura do Pará; Projeto A primeira aventura - O gibi –Edital Banco da Amazonia.; Coordenação do 1º. Encontro Norte e Nordeste de prod. culturais de Fotografia –Fund. Cultural do Pará, Coordenação e produção de diversos projetos premiados pela Funarte: Espetáculo teatral Divagar e Sempre-2013 –Alter do Chão, PA, Arte Viva – Lei Rouanet, Exposição fotográfica Transição - inauguração das atuais instalações do Tribunal de Justiça do Pará, Projeto Fronteira Norte - 1ª. Comissão Brasileira Demarcadora de Limites - Ministério das RelaçõesExteriores; Gerente Cultural da Fundação Cultural do Pará no período de 2011 a 2014. Produção local exposição Hélio Oiticica – Museu é o Mundo – 2011 – ________________________________________________________________________________________ Coordenaçao geral: Maria Lidia Ayres Produtora cultural,designer, compositora, interprete, copista, Maria Lidia é natural de Santarém/PA . Estudou piano clássico e é autodidata no aprendizado de violão popular. Comendadora agraciada com a Medalha “Felipe Bettendorf”, também é membro da Academia de Letras e Artes de Santarém – ALAS. Elaborou e lançou o Projeto “LIXO LEGAL”, contemplado no Prêmio Preamar de Cultura e Arte – Produção e Circulação 2020, da SECULT/PA. O objeto desse projeto foi um percard contendo clipes, fonogramas, etc. Coordenou a produção do Projeto “ÇAIRÉ”, edições de 2018, 2019, 2021 (semipresencial), 2022 e 2023, para a Muiraquitã Produções e Serviços. Em parceria com a jornalista Sandra Gama, criou e produziu o espetáculo humorístico “BOTOYOLA MOCORONGO”, em 2017. Apresentou-se em diversos shows musicais, como “TRAZENDO CHE NO CORAÇÃO” (São Paulo/SP), “MADE IN PARÁ II” (Vila dos Cabanos/PA), “5ª CULTURAL DO BANCO DA AMAZÔNIA” (Rio de Janeiro/RJ), “ANIVERSÁRIO DO THEATRO DA PAZ” (Belém/PA), “AS AMAZONAS DO TAPAJÓS” (Santarém/PA), “FESTIVAL INTERNACIONAL DE MÚSICA DO PARÁ” (Belém/PA), “DUAS ÁGUAS” (Manaus/AM), “AUX CHIFFONS” (Paris–França), “BRAZÔNIA” (Óbidos–Portugal), “CANTA SANTARÉM” (Santarém/PA), “FESTIVAL NACIONAL DE GASTRONOMIA” (Santarém–Portugal), “TAPAJAZZ 2019” (Santarém/PA), “ÇAIRÉ 2019” (Santarém/PA), “SABIDOS SABIÁS” (Belém/PA), “FESTIVAL DE VIOLÃO SEBASTIÃO TAPAJÓS 2023” (Santarém/PA), entre outros. Muitas de suas composições foram gravadas por expressivos intérpretes paraenses, como ADILSON ALCÂNTARA, LUCINHA BASTOS e FAFÁ DE BELÉM. Suas músicas também foram registradas e divulgadas no Japão, por VALÉRIA OLIVEIRA, na França, por OLIVAR BARRETO e em outros países. Como copista contratada pelo Maestro Tynnoko Costa, transcreveu partituras referentes à Marujada de Bragança/PA. Produziu e gravou diversos discos solo, como “PROJETO UIRAPURU” e “ÍCONES”. Também produziu discos de outros artistas, destacando-se “MADE IN PARÁ II” (ALBRAS), “5ª CULTURAL DO BANCO DA AMAZÔNIA”, “PIANO” (Paulo José Campos de Melo) e “ESSE RUY É MINHA RUA” (Olivar Barreto). Além de diversos registros fonográficos, participou da produção de alguns DVDs, como o da cantora LUCINNHA BASTOS e produziu documentários musicais no segmento das artes visuais, como os DVDs “MULHERES” e “PROJETO PERSONALIDADE – MARIA LIDIA”. Também participou do DVD “IMAGENS DE GURUPATUBA”, documentário da arqueóloga Edithe Pereira/Museu Emílio Göeldi. Possui canais no YouTube e Facebook, onde publica eventos da área cultural, como videoclipes, documentários, exposições fotográficas, festivais, entre outros. ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- Coord.de Produçao - Ana Catarina Brito Ana Catarina Peixoto de Brito, é fotógrafa, formada em Comunicação Social pela UFPA, possui MBA em Marketing e em Gestão de Pessoas, pela FGV/IDEAL. Possui larga experiencia na gestão pública, tendo coordenado entre outros, projeto de capacitação de trabalhadores nos 143 municípios do Pará; coordenou a implantação de projetos de fomento a arranjos produtivos locais, envolvendo toda a cadeia produtiva, em especial o Programa de Desenvolvimento do Setor de Gemas e Joias do Pará, desde a capacitação em design, produção, gestão, até a implantação do centro de comercialização. Coordenou a realização de feiras de economia criativa, desenvolvendo grande experiência em gestão e articulação institucional. Atuou ainda na iniciativa privada e no terceiro setor, com planejamento estratégico, consultoria em desenvolvimento de pessoas, elaboração de projetos, captação de recursos e gestão de projetos. De 2011 a 2018, atuando na Secretaria de Estado de Cultura-Secult, coordenou a Feira Pan-Amazônica do Livro, envolvendo a estruturação e coordenação da programação acadêmica e cultural do evento. No mesmo período coordenou a realização de salões regionais do livro em Santarém, Paragominas e Marabá no Pará, entre outras programações culturais em diversos municípios do Estado. ________________________________________________________________________________________ Produçao cultural- Patricia Ventura Superior Completo - Serviço Social - UFPA Produções realizadas: Projeto Mostra Belem, Um pais chamado Pará - em execuçao Projeto Çaire 2022 - Santarem, PA. Projeto Ciranda Cultural - realizado em Barcarena, PA, 2022. Projeto Ciranda das Artes – Lei Rouanet - Santarém, PA.-2019 Projeto Circuito das Artes – Fund.Cultural do Pará - 2012.2015 – Belem, PA.- Lei Rouanet Coord. e produção de Oficinas do Instituto Arraial do Pavulagem –2015- Parceria: Ponto de Cultura “Arraial do Saber” - Instituto Arraial do Pavulagem; Coordenação e prod. -Projeto “Cordão do Galo”-Cachoeira do Arari-PA-2013. Produção e Acompanhamento das oficinas de adereçagem, canto e dança na Escola Augusto Montenegro vinculadas ao Projeto Arrastão do Peixe-Boi 2013, Prestaçao de contas via sistema Salic, _______________________________________________________________________________________ Curador convidado: Thiago Castanho Thiago Castanho é um típico paraense com orgulho da raiz. Começou a trabalhar aindajovem no restaurante da família, o Remanso do Peixe, e sentiu a cozinha o chamando edecidiu seguir o caminho da gastronomia! Depois de formado pelo Senac em Camposdo Jordão (SP), e um estágio em Portugal, decidiu voltar para a sua cidade natal emisturar o que aprendeu nas viagens com o que aprendeu com o pai, dandocontinuidade ao trabalho realizado pela família Castanho, de valorização dosingredientes e produtores locais, mostrando ao mundo o Brasil do Norte.O chef sabe da expressão da sua profissão e, por isso mesmo, voltou seu olhar para atradição da cozinha amazônica. Suas receitas de hoje representam a cozinha doparaense, com pratos típicos e fartos, ideais para compartilhar, e criações que unem ainspiração de outras culturas aos ingredientes amazônicos. Em suas receitas, Thiagocombina a cozinha tradicional com técnica e criatividade, se relacionando commicroprodutores – o chef mantém um frequente a aprofundado trabalho de pesquisade ingredientes em lugares próximos a Belém, como a Ilha do Combu, e em cidades daregião Norte do país como São Caetano de Odivelas e Bragança. Seus pratos possuemparticularidades regionais, desde o uso de vegetais e frutas como açaí, cupuaçu,bacuri, e piquiá, até os peixes nativos como pirarucu, tucunaré e tambaqui.Hoje, com 36 anos de vida e mais de 20 dentro da cozinha, Thiago é um dos maioresnomes da gastronomia nacional. Segundo o jornal The New York Times, ele é um dosmais inovadores chefs do Brasil, fazendo renascer a culinária amazônica. Além disso,foi eleito por três vezes Chef do Ano pela revista Veja Comer & Beber Belém, figurouna lista da revista Forbes 2015, que elegeu 30 brasileiros de destaque em diferentesáreas, integra a lista dos 50 Best Restaurants da América Latina e recebeu o título dechef do ano 2015, pela revista Prazeres da Mesa.Em 2017, Thiago fez sua estreia como apresentador na TV e esteve à frente datemporada do reality Cozinheiros em Ação, do canal GNT. No final de 2014, lançou olivro “Cozinha de Origem”, escrito em parceria com a jornalista Luciana Bianchi e comapresentação do sociólogo, antropólogo e escritor Carlos Alberto Dória. O livro é umdiário gastronômico de sua família, que homenageia a cozinha paraense tradicionalcom receitas dos restaurantes Remanso do Peixe e Remanso do Bosque. Thiagoapresenta também chefs de outras regiões do país e celebra a sabedoria popular coma participação de pessoas que fazem pratos de forma única. Além do Brasil, apublicação pode ser encontrada na Inglaterra, Estados Unidos, Austrália, na NovaZelândia, África do Sul, Holanda, Canadá, Itália e Portugal.Em 2020, lançou a série documental “Sabores da Floresta” no canal Futura, onde levaos telespectadores numa verdadeira imersão em rios, matas e mercados dos interioresda Amazônia, mostrando a origem de 13 produtos dentre eles cupuaçu, acari e farinhad’água. O cozinheiro também recebe em sua casa chefs renomados como Mara Salles,Paulo Shin e Oscar Bosch para um intercâmbio de culturas culinárias.Em 2022 estreou nos canais Combate, Esporte Espetacular e GNT, o programa “Fome deLuta” onde traz gastronomia e a paixão pelo esporte em encontros com os maioresnomes do Brasil no UFC Mundial. E no mesmo ano participou do reality internacionalÏron Chef na Netflix, produzido pela Endemol Shine Brasil. Em outubro de2023, junto à outros dois amigos e chefs, inaugurou o Sororoca Bar, em São Paulo, um misto de peixaria, bar e restaurante, que se misturam para oferecer, a partir dos melhores peixes e frutos do mar que são encontrados a cada estação, comidas que enalteçam os ingredientes. Agora em 2024, acaba de estrear no Sportv o programa “Fome de Medalha”, onde o chef conhece a história e cozinha para alguns dos atletas olímpicos brasileiros que nos representarão em Paris. _______________________________________________________________________________
PROJETO ARQUIVADO.