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PRONAC 249695Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

CURTA METRAGEM ONÇA NA CIDADE DA SAUDADE

VINICIUS SOARES GALVANESE
Solicitado
R$ 87,1 mil
Aprovado
R$ 87,1 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
Santo André
Início
2025-02-24
Término
2025-07-31
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O projeto visa a realização do curta metragem "ONÇA NA CIDADE DA SAUDADE".

Sinopse

PRODUTO CURTA METRAGEM ONÇA NA CIDADE DA SAUDADE: Maria, 28 anos, é uma onça transformada em mulher, que vive na cidade de São Paulo com Antônio (32 anos). Com saudade de sua vida passada, entre a paisagem da cidade e as memórias da floresta, ela deseja ser onça novamente, e usará seu talento na dança para recuperar sua identidade e fazer o caminho da volta. PRODUTO SESSÃO DE FILMES E RODA DE CONVERSA SOBRE FABULAÇÃO DA REALIDADE Em data a definir, por 2 horas e 30 minutos exibiremos quatro ou cinco curtas metragens selecionados que servirão de reflexão para a roda de conversa seguinte que discutirá diferentes formas de criar narrativas a partir da realidade e experiências pessoais. Previsão de três palestrantes, incluindo o proponente. Atividade aberta/ gratuita em local a definir (Cinema, Cineclube, Centro Cultural).

Objetivos

Objetivo Geral O objetivo deste projeto é a realização do curta metragem "Onça na Cidade da Saudade", filme de realismo fantástico (Drama/Fantasia), de aproximadamente quinze minutos. Objetivo específico Produto CURTA METRAGEM: Durante seis meses, entre pré-produção, produção e pós-produção (e pretação de contas), realizar o curta metragem ONÇA NA CIDADE DA SAUDADE, de aproximadamente quinze minutos. CONTRA PARTIDA SOCIAL: Realizar um seminário aberto (de um dia) sobre "fabulação da realidade", com roda de conversa (2 profissionais e público) e exibição de filmes.

Justificativa

Considerando o Artigo 1º, inciso VIII da Lei Federal 8313/91, que institui como uma das finalidades do Programa Nacional de Apoio à Cultura "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória", e o Artigo 3º, inciso II, alínea a, que prevê como um dos objetivos para o cumprimento do Atigo 1º, o "fomento à produção cultural e artística, mediante: produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural", apresentamos o projeto de curta metragem de ficção ONÇA NA CIDADE DA SAUDADE. O filme, que discute temas importantes como identidade, cultura, modos de viver, saudade, utiliza o princípio narrativo de diversas histórias populares ao propor um convite à imaginação e um olhar "mágico" sobre a realidade. Através do "exercício" de alteridade onde o humano e não humano compartilham experiências, o público poderá, por um lado, colocar-se radicalmente no lugar do outro, deslocando sua perspectiva de mundo e, por outro, reconhecer-se nele ao se identificar com os dilemas e angústias da "onça" Maria, promovendo uma melhor compreensão de si e do outro. Por isso, acreditamos que o projeto tenha sua relevância cultural e social, tendo nos recursos disponibilizados via Pronac uma grande oportunidade para realizá-lo.

Estratégia de execução

ROTEIRO ONÇA NA CIDADE DA SAUDADE CENA 1 - EXT. PRAÇA - NOITE MARIA (28 anos) cruza a praça correndo. CENA 2 - EXT. VIELA - NOITE Maria vira em uma viela e se esconde atrás do muro. SOM DO ESTURRO DA ONÇA PINTADA. Maria se encolhe ofegante. SOM DA RESPIRAÇÃO CONTÍNUO CENA 3 - EXT. AVENIDA - NOITE PROJETADA nos muros e paredes, ONÇA corre pelas ruas. CENA 4 - INT. APARTAMENTO/QUARTO - NOITE Maria acorda ofegante em sua cama ao lado de Antônio (32 anos), que dorme. Ela levanta-se e sai. CENA 5 - INT. APARTAMENTO/SALA - NOITE Maria fuma um cigarro na janela da sala enquanto observa a paisagem da cidade. Ela deixa o cigarro na janela e vai até o armário. Ela retira um JARRO DE TERRA, ela o abre e toca a terra. INSERT FLORESTA. SOM DE BUZINA E VEÍCULOS CENA 6 - EXT. RUA - DIA Veículos passam velozmente. Maria atravessa a rua. Ela cumprimenta ANA (27 anos) e PEDRO (25 anos). Eles entram no Centro Cultural. CENA 7 - EXT./INT. CENTRO CULTURAL - DIA Maria, Ana e Pedro ensaiam movimentos de dança. PEDRO Já perguntaram para vocês por que vocês dançam? Maria acena que não. ANA Não, por quê? PEDRO Ontem um amigo me perguntou isso e eu fiquei pensando... ANA Eu sei por que eu danço. Eu danço para me sentir viva! PEDRO Eu danço - para ser - cada vez mais - eu mesmo. MARIA Eu danço para lembrar. CENA 8 - EXT. FLORESTA - DIA Maria está na floresta. Vemos E OUVIMOS a floresta. MARIA (Voz over) O cheiro da chuva na terra. Rio cheio para mergulhar. Descansar no sol; na lua caçar. Tamanduá, tatu, jacaré. O gosto do sangue fresco na minha boca. A minha língua, a minha voz. O meu corpo, o meu sexo, as minhas cores. Saudade de ser onça. CENA 9 - EXT. PARQUE - DIA Reflexo de Onça (arte - molde) na água do lago. No contraplano vemos Maria agachada na beira do lago. Vemos pessoas ao longe passeando pelo parque (sem identificação). MARIA (voz over) Saudade... palavra bonita. Do que será que essas pessoas têm saudade? CENA 10 - EXT. VÁRIOS LUGARES - DIA Sequência "documentário" com entrevistas de 5 pessoas passantes, preferencialmente que migraram para SP, respondendo do que elas sentem saudade, a serem realizadas nas locações trabalhadas durante o filme (Parque; Centro Cultural; “Rua”; "Floresta"). INSERTS DA CIDADE (SÃO PAULO). CENA 11 - INT. APARTAMENTO/SALA - DIA Maria está deitada no chão onde bate o sol. Antônio chega. ANTÔNIO Amor? Tá fazendo o que aí no chão? Tá tudo bem? MARIA Tá. ANTÔNIO (senta-se ao lado de Maria) Eu te conheço... O que tá acontecendo? MARIA Tava aqui pensando na minha vida só... Quando eu era onça eu encontrava uma clareira e deitava assim sentindo o calor do sol, ouvindo a música da floresta, sonhando... Onça sonha muito, sabe... Aqui a gente esquece até isso... ANTÔNIO Não sei se to entendendo... Maria se vira para Antônio. MARIA Você sabe que eu te amo né? Que não importa o que aconteça isso não vai mudar. ANTÔNIO Eu também te amo. Mas por que você tá falando isso agora? MARIA Eu preciso... Maria e Antônio se abraçam. CENA 12 - INT. APARTAMENTO/QUARTO - NOITE Maria se veste enquanto Antônio dorme. Ela se aproxima dele, o beija, cochicha em seu ouvido e sai. CENA 13 - INT. APARTAMENTO/SALA - NOITE Maria pega o jarro de terra e sai. CENA 14 - INT. ESTUDIO Maria joga a terra no chão, espalha, e executa coreografia. CENA 15 - EXT. AVENIDA - NOITE PROJETADA nos muros e paredes, ONÇA corre pelas ruas. CONCEPÇÃO AUDIOVISUAL Onça na cidade da saudade é um projeto que reuni diversos elementos da criação audiovisual desenvolvidos pelo proponente durantes os últimos anos em uma perspectiva de “pesquisa continuada”; esse conceito, em que diferentes filmes são realizados compondo um mesmo projeto estético e temático, pode ser observado na obra de importantes referências para este projeto, mas também para o desenvolvimento da linguagem cinematográfica, como Chantal Akerman e Apichatpong Weerasethakul. Em 2021 realizou o curta metragem Saudade de Pindorama, onde a personagem da onça-mulher foi apresentada, e o modo de produção “híbrido”, mesclando ficção e documentário, pôde ser colocado em prática. Aqui esse método é melhor trabalhado para criar uma síntese e unidade coesa entre os diferentes elementos; cenas de dramaturgia clássica se integram com trechos de documentário, performance de dança e projeção visual, privilegiando filmagens externas onde a ficção e a fantasia permeiam e ressignificam a realidade, e o uso do som fora de quadro expande aquilo que é visível, explorando os sentidos do público e abrindo caminho para sua imaginação. Para criar tal experiência de encontro entre a fantasia e o mundo natural, acreditamos que a forma de filmar deve compartilhar da mesma virtude, sendo dinâmica e mutável; assim, com uma equipe e equipamentos reduzidos, cada diária/locação contará com um esquema próprio de filmagem, atendendo as diferentes demandas, e preservando o caráter artesanal e intimista da obra, como explicado no Desenho de produção.

Especificação técnica

PRODUTO CURTA METRAGEM ONÇA NA CIDADE DA SAUDADE Duração: aproximadamente 15 (quinze) minutos. PRODUTO SESSÃO DE FILMES E RODA DE CONVERSA Duração: 2 horas e 30 minutos; Exibição de filmes: 60 minutos/ Apresentação palestrantes: 40 minutos/ Conversa com o público: 50 minutos.

Acessibilidade

MEDIDAS DE ACESSIBILIDADE PARA PcD VISUAIS: audiodescrição; ACESSIBILIDADE PARA PcD AUDITIVOS: legendas (audiodescritivas) e tradução para Língua Brasileira de Sinais.

Democratização do acesso

Distribuição: O plano de distribuição do projeto prevê um período de exibição em festivais, que costumam ser gratuitos (1 ano e 6 meses); depois ocorrerá exibições em cinema e cineclubes através de parcerias (6 meses), também com acesso gratuito, e por fim disponibilizaremos o filme em plataformas de vídeo gratuitas de forma permante. Ampliação do acesso: De acordo com o Artigo 30 da NI nº11/2024, inciso V: "realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;": Ofereceremos uma SESSÃO DE FILMES E RODA DE CONVERSA SOBRE "FABULAÇÃO DA REALIDADE", em local a definir, com a participação de pelo menos duas pessoas "palestrantes", incluindo o proponente.

Ficha técnica

FICHA TÉCNICA · Proponente/ Produtor Executivo / Diretor/ Roteirista: VINÍCIUS GALVANESE; · Produção: PEDRO DE MORAES RAMOS; · Assistência de direção: VALLENA CORREIA; · Direção de Fotografia: BRUNO RISAS; · Técnico de Som: GABRIELA TIEPO; · Direção de Arte: A definir; · Edição (imagem): A definir · Edição de som e Mixagem: A definir; · Colorista: A definir; · Assistência de produção: A definir; · Assistência de fotografia: A definir; · Assistência de Arte I: A definir; · Assistência de Arte II: A definir. PORTFÓLIO DO PROPONENTE Vinícius Galvanese, 32 anos, é formado em Ciências Sociais pela FFLCH/ USP, Técnico em direção cinematográfica pela Academia Internacional de Cinema de São Paulo, e pós-graduado em Gestão de projetos e programas culturais pelo Senac SP (Lapa Scipião). Atua no Audiovisual e Cultura desde 2019 realizando curtas-metragens e vídeos como roteirista, produtor, diretor, e montador, entre outras funções; seu trabalho de conclusão de curso na AIC, Saudade de Pindorama (2021), curta que originou o presente projeto (Onça na cidade da saudade), foi exibido em 2022 no MIS (Museu da Imagem e do Som – SP) em sessão especial dedicada a “filmes-estudo”; trabalhou também como logger em produção audiovisual educacional e assistente de fotografia no curta-metragem Eu Não Quero Esquecer (2022), de Vallena Correia. Em 2023 contribuiu na pesquisa e curadoria de filmes, além de produção, no evento cultural Sessão Diálogos: Afrofuturismo, com apoio do Senac e Espaço Itaú de Cinema – Augusta; nesse mesmo ano realizou diversas pesquisas (e alguns vídeos) sobre programas e instituições culturais. Em 2024 fez curso de Produção Executiva para Cinema e TV (AIC-SP), aprimorando seus conhecimentos e habilidades na elaboração e gestão de projetos audiovisuais. Filmes: Memórias Imaginadas (série de filmes experimentais e de estudo – incluí Saudade de Pindorama) (2029-2021): https://www.youtube.com/playlist?list=PLp4orAiLVlmDqsd0IQYKnTbHesdfbhOkS PORTFÓLIOS DE OUTROS INTEGRANTES: PEDRO DE MORAES RAMOS (Produtor) Pedro Ramos, 33 anos é natural da capital de São Paulo. Começou sua carreira no canal varejista “Rede tv+” em 2008 no departamento de programação antes mesmo de ingressar no curso de rádio, tv e internet da UMESP onde se formou em 2013. Concluiu cursos de assistência de fotografia na Bucareste Ateliê de Cinema e produtor pelo projeto socioeducativo ministrado por Joel Caetano da RZP Filmes, que teve como produto em 2014 o curta metragem Temphorario (Troféu Graça Aranha - Melhor edição de curta metragem e delação oficial na 14ª mostra do Filme Livre e 1ª mostra Curta UAM). Foi em 2019 que teve a oportunidade de ressignificar a carreira na primeira experiência em um longa-metragem, Um caso de outro mundo (2019) de Henrique Sattin que foi agraciado na categoria online de melhor filme de mistério no World Film Festival. Como produtor trabalhou no piloto da serie Laroyê (2020) de Mario Borgneth e Alfredo Tambeiro; também na função, realizou desde 2023 diversos trabalhos como a 3ª temporada de A vida não é um jogo (2023), o curta metragem A Volta (2024), o média Camille (2024) longa O Retorno 3 (2024), todos pela Paraíso Filmes e Seven Filmes. Assinou a assistência de câmera no Esquadrão na Moral (2021) também de Henrique Sattin que esteve em circuito comercial pela rede Cinépolis. Em 2022 atuou como fotógrafo na retomada as gravações do longa Aeroponto de Tico Barreto, graças as leis de incentivo. O longa é produto de uma oficina sociocultural de formação de atores e foi premiado pela secretaria de diversidade da prefeitura de Guarulhos pelo reconhecimento ao abordar a temática social da vulnerabilidade da população LGBTQIA+ e teve exibições abertas no Sesc Guarulhos e na Cinemateca Brasileira. No longa independente de ação Tração - o filme (2023) de André Luís, contribuiu como assistente de câmera. O longa teve sua estreia ampla no circuito comercial em cinemas de diferentes cidades e grandes plataformas de streaming. BRUNO RISAS (Diretor de Fotografia) Bruno Risas nasceu em São Paulo em 1985. Trabalha com cinema e música. Em cinema, dedica-se à direção, cinematografia e produção. Fotografou filmes exibidos e premiados em renomados festivais como A Rosa Azul de Novalis, de Gustavo Vinagre e Rodrigo Carneiro (Berlinale), Era o Hotel Cambridge, de Eliane Caffé (San Sebastian IFF), Desterro, de Maria Clara Escobar (Rotterdan IFF), Lavra, de Lucas Bambozzi (IDFA), Pouco Mais de um Mês, de André Novais (Quinzena dos Realizadores de Cannes) e A Máquina Infernal, de Francis Vogner dos Reis (Locarno IFF). Seu primeiro longa-metragem como diretor, Ontem Havia Coisas Estranhas no Céu, foi exibido no Torino Film Festival, FID Marseille, Fidocs, Mostra de Tiradentes e recebeu o prêmio de Melhor Filme de Estreia no 42º Cinéma du Réel. Risas leciona cinematografia e também é co-fundador do Cineclube Disgraça, focado na pesquisa do cinema brasileiro de cunho independente e artesanal. VALLENA CORREIA (Assistência de direção) Vallena Correia, de 27 anos, é natural de Belém – Pará, formada em Comunicação Social pela Universidade da Amazônia e em Direção Cinematográfica pela Academia Internacional de Cinema. Desde 2019 atua no cenário audiovisual brasileiro trabalhando como Diretora, Assistente de Direção, Produção e Diretora de Arte em diversos projetos, como curta metragens, séries, videoclipes e publicidade. Seu curta metragem de estreia Eu Não Quero Esquecer (2022), escrito, dirigido e produzido por ela, foi selecionado e premiado em festivais, incluindo melhor fotografia no prêmio ABC em 2022; como diretora também realizou Se você me amasse como nós dois amamos a cidade (2022). Como 1ª assistente de direção trabalhou em Erguida (2023), de Jhonnã Bao, que foi premiado no Festival de Brasília, em Atravessaria a cidade toda de bicicleta só para te ver dançar (2023), de Maurício Abbade, que tem circulado por festivais, e de Mania (2024), de Maria Luísa Alves. Também nessa função está na produção de uma série dirigida por Fernando Meirelles. GABRIELA TIEPO (Técnica de Som) Gabriela Tiepo tem 26 anos, é formada em Produção Musical pela Anhembi Morumbi e formada em direção cinematográfica na Academia Internacional de Cinema. Gabriela trabalha como técnica de som, microfonista e diretora e roteirista. No Som já trabalhou em diversos projetos, dentro deles Iron Chef e É o Amor da Netflix. Também trabalhou em diversos curtas metragens independentes assinando sempre como Técnica de som. Além disso, escreveu e dirigiu dois curta metragens, Novas Regras (2019) e Aos Que Vierem Depois (2021).

Providência

PROJETO ARQUIVADO.