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PRONAC 249711Expirado o prazo de captação totalMecenato

Espero que Deus não esteja aqui

YURI GUIDO SCARPARO
Solicitado
R$ 109,0 mil
Aprovado
R$ 109,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 2,7 mil

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
SP
Município
Campinas
Início
2025-02-01
Término
2026-03-31
Locais de realização (3)
Belo Horizonte Minas GeraisCampinas São PauloSão Paulo São Paulo

Resumo

O projeto consiste em produzir e distribuir um curta metragem animado Espero que Deus não esteja aqui, produzido em Full HD, para alunos de escolas públicas, do ensino médio, e exibição em festival. Como medida de ampliação de acesso faremos exibições do curta metragem produzido e palestras sobre a produção e suas etapas para alunos e professores de escolas públicas de ensino médio.

Sinopse

Sinopse do Curta Metragem: No coração da vida noturna de São Paulo, onde três amigos - Bea, uma mulher de 27 anos com cabeça de gato, e a protagonista, Renan, um homem de 29 anos com cabeça de vira-lata, e Alê, um homem de 25 anos com cabeça de capivara - estão num bar local, mas há um copo usado a mais na mesa, e a outra amiga deles, Elô, uma mulher de 26 anos com cabeça de canário, não está em lugar nenhum. Em um flashback, o primeiro momento em que Elô e Bea se conhecem. Elô puxa assunto com Bea espontaneamente que fica intimidada primeiramente, quando Renan e Alê voltam para mesa, convida Elô para se sentar com eles, Bea está muito resistente à adição desta nova personagem ao grupo. À medida que Elô é apresentada, vemos a dificuldade de se relacionarem, com Bea a mostrar-se muito hostil. A partir daí, a história desenrola-se em várias noites ao longo de um ano, todas no mesmo bar. Nas primeiras noites, Bea demonstra uma clara falta de confiança e aversão às ações de Elô. No entanto, com o passar do tempo, elas vão se aproximando uma da outra. Uma noite, na casa de banho do bar, Elô pergunta a Bea se ela acredita que se conheceram noutra vida. Bea, apanhada de surpresa, tem dificuldade em encontrar uma resposta. Voltamos aos momentos iniciais da primeira cena do filme, em que o ex de Elô chega ao bar para tentar se reconciliar com ela. Depois de Bea intervir o mandando embora, Elô decide ainda ir atrás dele, causando um conflito entre as duas personagens. A conversa entre Elô e seu ex descarrila em ele a agredindo sexualmente. Enquanto Bea estava indo embora, ela vê a cena e intervém antes que a situação se agrave, salvando Elô. Depois que o grupo está reunido, eles pegam um Uber para ir ao apartamento de Renan. No caminho, passam em frente a um cemitério com um enterro e uma banca de flores. Quando chegam e Bea e Elô ficam sozinhas, Bea consegue responder à pergunta anterior de Elô. Ela revela que não acredita que elas tenham se conhecido em outra vida, mas sim que o encontro delas é resultado de suas próprias escolhas. Depois de ouvir a resposta de Bea, Elô encosta a cabeça no ombro de Bea, que retribui o gesto com ternura. Uma na outra, elas encontram consolo. Sinopse da Palestra: Esta palestra abordará o processo completo de produção do curta-metragem animado “Espero que Deus não esteja aqui”, explorando as três fases principais: pré-produção, produção e pós-produção. A palestra tem o objetivo de explicar como essas etapas se interligam para criar uma animação, desde a concepção inicial da ideia até a finalização e exibição do filme. Serão apresentados os principais desafios e as práticas em cada fase, destacando a importância do planejamento, da organização e da colaboração entre as equipes. Ela será apresentada por dois integrantes da produção do curta, sendo esses: Maria Antonia Stanoski, diretora e Yuri Scarparo, Proponente e dublador. Ambos possuem experiência no âmbito educacional, Maria Antonia é formada em liscenciatura em Artes Plásticas pela FAAP (Faculdade Armando Alvarez Penteado) e Yuri Guido Scarparo foi professor assistente de Teatro na Instituição UpArts em Campinas São Paulo.

Objetivos

Objetivo Geral Produzir e distribuir um curta metragem animado sobre a história da relação de duas amigas jovens adultas com o nome de Espero que Deus não esteja aqui. Objetivos específicos Curta-metragem (produto principal): Realizar a produção do curta-metragem animado, que inclui as etapas de: -animação (Rough, key e in-between)-lay-out-colorização-clean up-produção de cenário-gravação de voz original Realizar a pós-produção do curta-metragem animado, que inclui as etapas de: -Desenvolvimento de trilha sonora-Gravação de Foley-Mixagem de Som-Composição-Tradução e legendagem Realizar a inscrição do curta-metragem animado produzido em festivais nacionais e internacionais. Produzir um curta-metragem que mescla técnicas tradicionais e digitais. Trazer uma representação da cultura jovem da capital de São Paulo. Palestra em escolas públicas de ensino médio (produto secundário): Realizar exibições do curta-metragem animado "Espero que Deus não esteja aqui" acompanhado de uma palestra pela diretora do projeto e o proponente sobre o processo de produção do filme em materiais de contraturno e clubes relacionados com a arte e cinema em escolas públicas integrais de ensino médio do estado de São Paulo. Apresentar para jovens a mídia de animação como um meio que ainda pode carregar história com temáticas mais adultas e profundas. Apresentar todas as etapas e processos envolvidos na produção do curta metragem animado exibido em sala.

Justificativa

O Brasil vive um momento de crescimento e reconhecimento na área de animação, refletindo uma transformação no mercado audiovisual global. Nas últimas décadas, o investimento no setor de animação no país tem se expandido, consequentemente tivemos resultados de extrema qualidade como Bob Cuspe - Nós Não Gostamos de Gente (2021) Aurora - A rua que queria ser um rio (2021), Acorda, Carlos! (2023), para citar alguns. A Lei Rouanet tem sido um pilar fundamental nesse processo, possibilitando a criação de obras que carregam a cultura brasileira em suas mais variadas formas, também abrindo espaço para que talentos emergentes ganhem visibilidade e consolidem suas trajetórias. Espero que Deus não esteja aqui, o curta-metragem aqui proposto, é um exemplo claro de como a animação pode expandir o horizonte artístico no Brasil.Com uma abordagem que pretende unir técnicas de pintura à guache com a tecnologia digital, o projeto se alinha com o movimento global de experimentação estética que tem ganhado destaque em grandes produções. Séries como Arcane (2021), e Smiling Friends (2022), e filmes como Klaus (2019) e As Tartarugas Ninja: Caos Mutante (2023), são alguns de diversos exemplos do emergente movimento artístico de Animação Híbrida, que tem como intenção mesclar e expandir os os limites de técnicas digitais e tradicionais. Esse movimento tem provado que essa mistura resulta em produtos visuais únicos, que fogem do convencional e conquistam públicos diversos. Nesse sentido, o curta-metragem traz a tradição com cenários pintados à mão, ao mesmo tempo em que se utiliza a animação digital. Enquanto a animação será feita completamente digitalmente no software Toon Boom, os cenários serão pintados a mão em Papéis A2 Canson com tintas Guache Pentel, outra marca também conhecida pela sua qualidade, a técnica digital permite uma maior liberdade na animação, e o toque humano presente nas texturas e imperfeições da pintura a guache contribui para a criação de uma atmosfera singular. Outro ponto crucial a ser destacado é a importância de diversificar o público-alvo das animações. Durante muito tempo, a animação no Brasil foi predominantemente direcionada ao público infantil, o que contribuiu para uma visão restrita dessa forma de arte. No entanto, tanto no Brasil quanto no exterior, há um aumento no número de produções animadas voltadas para um público adulto. Obras como Rock Bottom (2024), BoJack Horseman (2014), e Love, Death & Robots (2019) mostraram que a animação pode abordar temas mais complexos e maduros, atraindo um público de faixa etária +16. Espero que Deus não esteja aqui visa expandir esses horizontes, dialogando com o público jovem-adulto, que vem demonstrando interesse em consumir produtos animados mais sofisticados e com temáticas profundas. Temos como objetivo criar um conteúdo que não apenas diversifique a produção nacional, mas que também ofereça um novo contato entre o público adulto e a mídia de animação. Isso tudo foi levado em consideração também na escolha de como seria feita a Democratização de Acesso, ao exibir o curta para turmas de Ensino Médio, criamos uma ponte com essa juventude que queremos atingir. O curta vai além de entreter, pretende instigar, emocionar e desafiar as percepções tradicionais que associam a animação exclusivamente ao universo infantil. Acreditamos que há um grande potencial no Brasil para a criação de obras animadas que possam ser apreciadas por um público mais maduro, contribuindo para a pluralidade do mercado audiovisual. A diretora do filme, Maria Antonia Stanoski Dias de Aguiar, é atualmente aluna do programa de mestrado em Animação na renomada Universidade de Ciências Aplicadas e Artes de Lucerna (HSLU - Hochschule Luzern), na Suíça. Dessa forma, o projeto também não só se beneficia da experiência internacional da diretora, como também dos recursos técnicos de alto nível proporcionados pela instituição, que facilitam o contato entre o mercado brasileiro e o cenário internacional de animação. HSLU tem apoiado diretamente a produção do curta-metragem, fornecendo recursos de ponta, como equipamentos modernos e o suporte de profissionais especializados da área. Além disso, a universidade também oferece um plano de distribuição internacional, o que garante uma visibilidade além das fronteiras brasileiras. Essa troca cultural entre Brasil e Suíça possibilita uma interação entre diferentes estilos e narrativas, abrindo espaço para que a animação brasileira alcance novos públicos ao redor do mundo. Projetos como este reforçam a importância de fomentar e divulgar a arte brasileira no exterior, destacando o talento nacional e sua capacidade de dialogar com temas universais por meio de linguagens contemporâneas e inovadoras. Ao fazer parte de um programa de mestrado em uma instituição de prestígio, a diretora tem a oportunidade de acessar um networking global, facilitando a inclusão do filme em festivais internacionais e outras plataformas que podem projetar a cultura brasileira em nível global. É importante realçar que todos os profissionais que têm contratos com os fundos arrecadados pela Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet) serão cidadãos brasileiros, assim mantendo o fluxo de caixa dentro do Brasil. O relacionamento com a Universidade suíça é de natureza colaborativa e o apoio que é proporcionado para a diretora é o mesmo apoio proporcionado aos outros alunos da instituição. A universidade detém os direitos sobre o filme até sua finalização. Após a conclusão do projeto, os direitos serão integralmente transferidos à criadora, Maria Antonia Stanoski Dias de Aguiar. No entanto, a instituição manterá o direito de utilizar o filme para fins de divulgação do programa de mestrado, podendo incluí-lo em materiais promocionais e acadêmicos relacionados ao curso. Como o curta-metragem vem sido desenvolvido independentemente pela diretora, Maria Antonia, toda a etapa de pré-produção estará finalizada até Fevereiro, o momento em que o projeto está previsto a iniciar. Nesse contexto, o curta-metragem proposto não se limita a ser um produto cultural, mas se configura como um veículo de diálogo entre o Brasil e o exterior. Ele é um reflexo do potencial criativo brasileiro em um cenário internacional, além de representar uma forma de expandir o alcance da cultura nacional para além das suas fronteiras. O projeto se propõe a representar de forma lúdica a cultura jovem da capital São Paulo, refletindo seus ambientes e linguagens que permeiam as subculturas paulistanas. Através de seus cenários à guache, Espero que Deus não esteja aqui pretende retratar os cenários que compõem a metrópole, desde seus bares vibrantes e vivos à aos espaços reais da rua, como o Cemitério do Araçá. Ao adotar uma abordagem cultural, o projeto visa capturar a complexidade da juventude de São Paulo, não apenas para difundir a arte e a cultura do país, mas também servir como uma ponte que conecta diferentes abordagens artísticas e mercados. Assim, o curta-metragem "Espero que Deus não esteja aqui" se anilina com as intenções dos incisos II e III do Art. 1º da Lei 8313/91: "promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com a valorização de recursos humanos e conteúdos locais;" "apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores" O projeto se executa o item numero II, letra (fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural) do Artigo 3 da normativa, já que iremos produzir um curta metragem.

Estratégia de execução

Como mencionado anteriormente, a diretora/roteirista está realizando seu mestrado em animação na Universidade de Ciências Aplicadas e Artes de Lucerna (HSLU), então o projeto pode se beneficiar da infraestrutura e reputação internacional da instituição, por exemplo com o processo da mixagem e o plano de distribuição em festivais ser feito pela universidade. Também é relevante mencionar que todos que participarão do projeto será através de contratos de MEI, ME e prestação de serviço, assim estes mesmos serão responsáveis pelo pagamento dos impostos taxados sobre seus serviços. Muitos trabalharão remotamente, porém a cede de administração do projeto ficará localizada em Campinas, São Paulo.

Especificação técnica

Espero que Deus não esteja aqui Tipo: Curta de Animação Formato: MKV (Matroska) FULL HD e MOV. FULL HD Expectativa de minutagem: 12 minutos Idioma: Português BR Legenda: Português / Inglês Género: Drama Direção: Maria Antonia Stanoski Roteiro: Maria Antonia Stanoski País: Brasil, Suíça Em cor Título da Palestra: Desenvolvimento de curta “Espero que Deus não esteja aqui” Palestrante: Yuri Scarparo e Maria Antonia Stanoski Público-alvo: Jovens do ensino médio público entre 16 e 18 anos Resumo: Esta palestra abordará o processo completo de produção do curta-metragem animado “Espero que Deus não esteja aqui”, explorando as três fases principais: pré-produção, produção e pós-produção. A palestra tem o objetivo de explicar como essas etapas se interligam para criar uma animação, desde a concepção inicial da ideia até a finalização e exibição do filme. Serão apresentados os principais desafios e as práticas em cada fase, destacando a importância do planejamento, da organização e da colaboração entre as equipes. Duração: 2 horas Estrutura: -Introdução (10 minutos)-Exibição do curta (15 minutos)-Corpo principal (60 minutos)-Perguntas e respostas (30 minutos)-Conclusão (5 minutos)

Acessibilidade

Acessibilidade física: Não há. Custo no projeto: Não há. Acessiblidade de conteúdo: O curta-metragem "Espero que Deus não esteja aqui" será desenvolvido com um forte compromisso de garantir a acessibilidade do conteúdo para todas as pessoas, incluindo aquelas com deficiência auditiva e visual. Nesse sentido, o filme contará com legendagem em LSE (Legendagem para Surdos e Ensurdecidos) e uma janela de Libras, permitindo que o público com deficiência auditiva tenha plena compreensão da narrativa, incluindo diálogos, sons e outros elementos importantes. Além disso, para o público com deficiência visual, será disponibilizada a audiodescrição, que descreverá as ações, expressões faciais, cenários e demais aspectos visuais relevantes. O projeto também prevê palestras em escolas públicas sobre o processo de produção do curta, e essas apresentações serão realizadas com o suporte de tradutores de Libras, garantindo a acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva. O material de apoio a ser utilizado nas palestras será elaborado levando em consideração as necessidades de pessoas com deficiência cognitiva, adotando uma linguagem simples, clara e com elementos visuais que facilitem a compreensão. Dessa forma, buscamos assegurar que o conteúdo do filme e das palestras seja acessível e compreensível para todos os públicos, promovendo a inclusão e o acesso à cultura e ao conhecimento. Custo no projeto: Interprete de Libras para a janela de Libras, Audiodescrição e Legendagem em LSE em pós-produção do curta metragem. Interprete de libras em pós-produção da palestra.

Democratização do acesso

Produtos: Curta-metragem animado “Espero que Deus não esteja aqui” e palestras sobre produção do curta-metragem “Espero que Deus não esteja aqui” Atendendo a ampliação de acesso conforme o artigo 28 da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024, o projeto adota a medida IV (- disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;), pois o curta metragem será disponibilizado na internet (Youtube e Vimeo) assim que completar o seu circuito nos festivais nacionais e internacionais. E também a medida VI (- realizar, gratuitamente, atividades paralelas do projeto, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;) através da relização palestras em escolas públicas de Ensino Médio. O projeto atende o quesito a Democratização de Acesso, de acordo com o artigo 29 da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024, pois o projeto será distribuído em festivais gratuitos e terá exibições em escolas públicas de ensino médio, se alinhando com o item II (- de caráter educativo, a distribuição a alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior.). Como medida complementar de ampliação do acesso,artigo 30 da da INSTRUÇÃO NORMATIVA MINC Nº 11, DE 30 DE JANEIRO DE 2024 , está prevista a adoção do seguinte inciso do artigo: II - oferecer ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;

Ficha técnica

Bruno Medeiros - Sound Design Através de uma formação versátil, multidisciplinar e multicultural pude desenvolver habilidades que lhe possibilitaram soluções criativas para composição, arranjo e produção sonora. Comunicativo com diretores e outros profissionais da indústria criativa, procura garantir que os objetivos da equipe sejam alcançados, dispondo do que for necessário para que a narrativa possua uma paisagem sonora única. Formado em Bacharel em Cinema de Animação e Artes Digitais. Destacam-se seus trabalhos em Compositor e Sound Designer para curtas de animação e jogos indies como “Martina e Guará”, ”Bubble Veggie”, “Mina e Elvira”, “A Procissão das Almas”, entre outros. Carla Gmurczyk - Diretora de Dublagem Atriz (DRT: 37882/SP), diretora de dublagem (DRT: 0007441/SP), dubladora, produtora de elenco e professora de teatro e dublagem. Bacharel em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Cursando Pós Graduação em Engenharia e Arquitetura Acústica pelo Instituto Navigare. Também estudou atuação para cinema/tv e atuou em diversos curtas, médias e longas metragens. Em 2023 atuou no filme “Questão de Controle”, parte do projeto “Poupe, Organize, Economize”, do Grupo Komedi. Direção de Iberê Pereira. Produção Odin Films. Possui um grupo de audiodramas autorais e audiolivros dramatizados, O BARDO, que participou de festivais como o Festival Satyrianas 2020 (virtual), da Cia. de Teatro Os Satyros. No teatro destacam-se os seguintes trabalhos: “Corcunda de Notre Dame” como Quasimodo, “A Bela e a Fera” como Sra Potts, “Hairspray: Em Busca da Fama” como Tracy, e “O Rei do Show” como mulher barbada, com direção de Christian Schlosser; “Moulin Rouge” como ensemble, A Família Addams” como Vovó, com direção de Juliana Hilal; “Encante-se” como Abuela, com direção de Alexandre Biondi; “O Casamento do Pequeno Burguês”, com orientação de Marcelo Lazzaratto e Verônica Fabrini; “Os Sete Gatinhos”, com direção de Mario Santana; “Macbeth”, com direção de Verônica Fabrini. Atualmente é professora de dublagem do curso profissionalizante para atores da Up Arts, Campinas-SP, além de Coordenadora de Dublagem, Diretora de Dublagem e Produtora de Elenco no estúdio Up Voice, Campinas-SP. Luiza Rozza - Compositora da trilha sonora Compositora, multi-instrumentista e professora de piano. Formada pela Escola da Música da UFMG, estudou métodos de composição tradicional e eletroacústica na com Oiliam Lana, Eduardo Campolina, João Pedro Paiva de Oliveira e Sérgio Freire, tendo trabalhos exibidos em festivais e mostras. É o caso de "Nimbus, o caçador de Nuvens", premiado Melhor Filme da Mostra Mineira do 15º MUMIA, Prêmio Brazucah - Mostra Calanguinho - 6º Curta Brasília e exibido em festivais e mostras em mais de 10 países, destacando o 40th Clermont-Ferrand Short Film Festival - Youth Audience Competition (França). Também fez trilha e sound design de vinhetas exibidas nos Canais Curta! e Brasil, tendo uma premiada no 1º PRÊMIO AQUISIÇÃO DE VINHETAS CANAL CURTA! (2016). Atuou também com o Duo Arep (2015 - 2020) de piano a quatro mãos é formado pelas pianistas Sofia de Lafuente e Luiza Rozza, ambas bacharéis em piano erudito pela UFMG. Desde 2015, o Duo vem apresentando-se em palcos tradicionais e espaços alternativos em Belo Horizonte. Além da capital mineira, apresentou-se no II Encontro de Pianistas do Vale do Aço (Timóteo - MG) e no XXII Encontro Nacional de Estudantes de Artes (Belém - PA). Foi premiado pelos editais: programa “Segunda Musical” (ALMG) em 2016 e 2017, “Palco Livre” em 2016 (Conservatório de Música da UFMG), “Território das Artes” em 2018 (Cine Theatro Brasil Vallourec). Fez parte da programação da “Virada Cultural” de BH em 2015, “Prata da Casa” do Parque-Escola Cariúnas em 2016, “VivaMúsica” no auditório Fernando Mello Viana em 2017 e “Praça Sete Instrumental” no Cine Theatro Brasil Vallourec em 2019. Maria Antonia Stanoski - Diretora e Artista de Cenário Ilustradora e Artista de Cenário. Formada em Artes Visuais pela FAAP em São Paulo, atualmente cursa o programa de Mestrado em Animação na Universidade de Ciências Aplicadas de Artes de Lucerna (HSLU), na Suíça. Ao longo de sua carreira, atuou como ilustradora independente e está desenvolvendo seu mais novo curta-metragem através da HSLU, após ser selecionada pela instituição. Seu último curta, Verde Verão (2023), está em circulação e participa do Festival do Minuto. Em 2019, publicou a HQ Ágata. Yuri Guido Scarparo - Dublador e proponente Atualmente, formado em Artes Cênicas e Dublagem pela UP Voice. Tenho experiência como assistente de direção em diversos espetáculos, incluindo Como a Loucura Seduziu Ninguém e Aquele que Diz Sim, Aquele que Diz Não, ambos sob direção de Juliana Calligaris. Como ator, participou de várias produções, destacando meus papeis como Romeu em Romeu e Julieta (direção de Fernanda Bugallo, 2015), João Grilo em O Auto da Compadecida (direção de Fernanda Bugallo, 2016), Demetrius em Sonho de Uma Noite de Verão (direção de Fernanda Bugallo, 2017), Imperador em O Arquiteto e o Imperador da Assíria (direção de Juliana Caligaris, Up Arts, 2022), Duran em Ópera do Malandro (direção de Juliana Caligaris, Up Arts, 2022) e Imperador em Só Vim Telefonar (direção de Hector Spagnoli, Up Arts, 2023). Essas experiências têm ampliado meu conhecimento e paixão pelo teatro, tanto na atuação quanto nos bastidores.

Providência

Periodo para captação de recursos encerrado.