Metis
metis
Inteligência cultural
Início
  • Meus projetos
  • Nova análiseAI
  • Prestação contas
  • Alertas
  • Favoritos
  • Chat IAAI
  • Insights IAAI
  • Newsletter
  • Relatórios
  • Oportunidades🔥
  • Projetos
  • Proponentes
  • Incentivadores
  • Fornecedores
  • Segmentos
  • Locais
  • Mapa Brasil
  • Estatísticas
  • Comparativos
  • Visão geral
  • Comparar
  • PNAB (Aldir Blanc)
  • Lei Paulo Gustavo
  • Cultura Afro
  • Bolsas
  • Minha conta
  • Filtros salvos
  • Configurações
Voltar📄 Gerar Relatório Completo
PRONAC 249718Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Cultura de Fibra II

ASSOCIACAO ARTISTICO CULTURAL NHANDEVA
Solicitado
R$ 807,8 mil
Aprovado
R$ 807,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.

Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Livro/Obra Refer impres/eletrôni valor Art/Lit/Hum
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Parati
Início
2025-01-01
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Parati Rio de Janeiro

Resumo

Documentário e livro sobre cestaria tradicional com fibras vegetais da Mata Atlântica "Culturas de fibra II" e "Exposição no Museu do Forte Defensor Perpétuo", IBRAM, em Paraty. A região abriga em seu território comunidades tradicionais, indígenas guarani-mbya, quilombolas e caiçaras (povo de pescadores moradores da zona costeira e ilhas). O povo da região têm práticas e conhecimentos sobre a utilizaçãoe fibras vegetais para múltiplas utilidades, é a arte da cestaria. Materiais como bambu, cipó, taboa, bananeira e outros, há tempos foram e são extraídos da vegetação da Mata Atlântica. O conhecimento sobre o manejo da vegetação, a utilidade, as funções dos artefatos, a durabilidade e a relação com os ciclos da lua foram passados de geração para geração, sendo os "mestres do saber", pessoas mais velhas, detentoras dos grandes conhecimentos. O livro e o documentário vai deixar registrado esse conhecimento ancestral, além das oficinas de formação, para as comunidades e escolas públicas.

Sinopse

Documentário e livro sobre cestaria tradicional com fibras vegetais da Mata Atlântica “Culturas de fibra II e ” Exposição no Museu do Forte Defensor Perpetuo, IBRAM, em Paraty A região abriga em seu território comunidades tradicionais, indígenas Guarani-Mbya, quilombolas do quilombo Campinho da independência e caiçaras, povo de pescadores moradores da zona costeira e ilhas. Preservado pelas práticas e conhecimentos sobre a utilização de fibras vegetais para múltiplas utilidades. A arte da cestaria. Materiais como bambu, cipó, taboa, bananeira e outros, há tempos foram e são extraídos da vegetação da Mata Atlântica. O conhecimento sobre o manejo da vegetação, a utilidade, as funções dos artefatos, a durabilidade, a relação com os ciclos da lua ,foi passado de geração para geração, sendo os “mestres do saber”, pessoas mais velhas, detentoras dos grandes conhecimentos. Os artefatos feitos com fibras vegetais são especiais são biodegradáveis, mas estão sendo substituídos por nylon, plástico, alumínio e outros materiais modernos capazes de poluir o mar, o solo e água Por muito tempo a cestaria vem sendo uma arte importante na produção local, para melhorar a economia. As pessoas “antigas”compreendem práticas de produção agrícola, de pesca, de extrativismo responsável, as receitas de alimentos, o artesanato, os contos, as músicas e as danças, dessas comunidades, que vivem há séculos na região de forma sustentável, estão com sua sobrevivência ameaçada em seus territórios e consequentemente sua cultura. Reduzidos demográfica e sistematicamente, sujeitos as pressões crescentes de expansão econômica que avançam sobre as terras e os recursos naturais. Contudo, existe um grande apelo para o desenvolvimento de um turismo sustentável na região motivo pelo qual Paraty foi escolhida pela UNESCO como Patrimônio Mundial, pelo seu sítio misto Cultura e Biodiversidade.

Objetivos

Documentário e livro sobre cestaria tradicional com fibras vegetais da Mata Atlântica "Culturas de fibra II" e "Exposição no Museu do Forte Defensor Perpétuo", IBRAM, em Paraty.. A continuação deste trabalho trará um aprofundamento nas discussões sobre as diferentes formas de expressão e significado das culturas de fibra na costa verde, visando manter vivas as ensinanças dos mestres de saber. Do primeiro livro culturas de fibra, vários dos mestres faleceram, sendo importante manter e reconhecer os mestres que ficaram, alem de proporcionar um olhar mais abrangente e crítico sobre esse tema tão relevante. Além disso, a realização deste livro pode contribuir para a valorização e preservação dessas culturas,ancestrais aumentando o conhecimento e a apreciação do público em geral. O documentário será uma forma de ampliar o alcance do trabalho, proporcionando uma experiência imersiva e visual sobre as culturas de fibra na costa verde. Através de imagens e entrevistas com os mestres e artesãos, será possível captar a essência e a riqueza dessas tradições, bem como a importância de mantê-las vivas e ativas para as futuras gerações.Além disso, o documentário poderá servir como uma ferramenta educativa, levando esse conhecimento para escolas, instituições e eventos culturais, contribuindo para a disseminação e valorização dessas expressões artísticas e culturais. Com isso, esperamos promover um maior reconhecimento e respeito pela diversidade cultural e pelas habilidades dos mestres de saber que tanto contribuem para enriquecer nossa sociedade.Em resumo, a continuação do livro culturas de fibra e o documentário que o acompanha são importantes para manter viva a memória e a tradição das culturas de fibra na costa verde, valorizando os mestres e artesãos que perpetuam essas práticas e promovendo um maior entendimento e apreciação por parte do público em geral. 1. Conhecer e preservar a riqueza cultural da arte na tecelagem de cestos tradicionais, incluindo os membros mais jovens das comunidades. Os cestos são feitos com material vegetal extraído da Mata Atlântica, abrangendo comunidades indígenas guarani, caiçaras e quilombolas de Paraty, além de outras da região da Costa Verde. Inclui também jovens da sociedade em geral. 2. Integrar os conhecimentos e saberes tradicionais da oralidade com a divulgação cultural e artística da cestaria local, através de um livro, um filme documentário e uma exposição. 3. Valorizar o conhecimento dos "mestres do saber" de tradição oral. 4. Preservar a memória cultural dos habitantes da Mata Atlântica. 5. Permitir o acesso da população às obras de tecelagem, incluindo pessoas com deficiência visual, dentro da exposição no Museu do Forte Defensor Perpétuo em Paraty. 6. Disponibilizar um código QR para que pessoas com deficiência visual possam ouvir a narrativa sobre a utilização das peças e os materiais que as compõem. 7. Permitir o manuseio de algumas das peças e materiais vegetais para pessoas com necessidades visuais especiais, facilitando os estímulos táteis. Proporcionar assistência de jovens monitores das comunidades para visitas guiadas dentro da exposição. 8. Publicar o livro "Cultura de Fibras II". 9. Editar um filme de 30 minutos contendo pesquisa e ações de transmissão de conhecimento dentro das comunidades. PRODUTOS FINAIS: - Livro de 150 páginas, 2000 exemplares - Filme documentário de 30 minutos - Exposição no Museu Forte Defensor Perpétuo em Paraty durante três meses - Nove oficinas oferecidas pelos arte-educadores para escolas da rede pública em Paraty, destinadas a alunos e professores. Público atingido: 1/3 da população das comunidades, aproximadamente 15.000 pessoas, em um total de 44.872 habitantes em Paraty segundo o censo de 2022 (estatística IBGE). Escolas públicas: 33 Professores da rede pública: 300 Com mais de 65 eventos, Paraty recebe 3,5 milhões de turistas anuais1 a) Seleção de equipe, apresentação da investigação e pesquisa com coordenadores e e articulador de comunidades b) Reunião coordenação dos trabalhos de captação de imagem: fotógrafo e filmmaker e assessoria de imprensa e início da campanha de divulgação do projeto, com fotos das reuniões. c) Criação da identidade visual do projeto. 2 a) Reunião nas comunidades para reconhecer e registrar os mestres do saber. b) Escolha e Criação de peças do projeto c) Compra de equipamentos d) Transcrição da informação captada nas entrevistas para redação do livro. 3 a) Seleção de peças para acervo da exposição, c) Entrevista com os mestres tecelões com registro da manufatura participação do arte educador , bolsistas e equipe de foto e vídeo. Três reuniões uma para cada comunidade. d)redação do livro e correção do e) campanha de divulgação das atividades. 4 a) Entrega e revisão do material fotográfico para diagramação do livro e correção . b) Diagramação do livro Cultura de Fibras II c) Campanha de divulgação das ações realizadas no mês corrente 5 a) Entrega a gráfica para sua impressão b) Cartaz e material de divulgação para exposição. c) Exposição , lançamento do livro e filme documentário de 30 minutos. d) Catalogação de peças com os arte educadores e bolsistas, gravação de áudios descritivos para exposição , criação de código QR. e) Reunião com a secretaria de educação com arte educadores para organização e escolha das escolas onde serão feitas as oficinas 6 a) Cartaz e material de divulgação para exposição b) Exposição com 50 peças adquiridas e integradas à mostra no Museu do Forte defensor Perpetuo, por um período de três meses ou mais c) Lançamento do material audiovisual finalizado d) Lançamento livro impresso CULTURA DE FIBRA II f) Apresentação 9 oficinas oferecidas pelos Arte- educadores e bolsistas nas escolas da rede pública em Paraty para alunos e professores.

Justificativa

O mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais é uma importante ferramenta para o desenvolvimento e valorização da cultura em nosso país. No projeto Culturas de Fibra II em Paraty, RJ, a utilização desse mecanismo se mostra fundamental para o alcance dos objetivos propostos e para o fortalecimento da identidade cultural local. Paraty, cidade histórica conhecida por suas tradições e manifestações culturais, possui uma rica diversidade cultural, especialmente no que diz respeito às culturas de fibra, como a tecelagem, o artesanato em fibras da mata atlântica e a produção de cestaria. Essas tradições são passadas de geração em geração e representam não apenas uma fonte de sustento para muitas famílias, mas também um importante elo com a história e a identidade do lugar. O projeto Culturas de Fibra II tem como objetivo promover a valorização e o fortalecimento dessas práticas culturais, por meio de ações de capacitação, pelos mestres de saberes e preservação do patrimônio imaterial e estímulo à produção artesanal. Com a utilização do mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, será possível captar recursos financeiros que viabilizarão a realização das atividades propostas, garantindo assim a continuidade e a expansão dessas tradições. Além disso, o mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais proporciona visibilidade e reconhecimento às ações culturais apoiadas, colaborando para a valorização dos artistas e artesãos locais, bem como para a promoção da cultura de Paraty em âmbito nacional e internacional. Dessa forma, o projeto Culturas de Fibra II contribuirá não apenas para o desenvolvimento econômico da região, mas também para a preservação e divulgação de sua rica herança cultural. Em suma, a utilização do mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais no projeto Culturas de Fibra II em Paraty, RJ, se justifica pela importância de preservar e valorizar as tradições culturais locais, promovendo seu reconhecimento e perpetuação. Através desse mecanismo, será possível alcançar os objetivos propostos, fortalecendo a identidade cultural da região e promovendo o desenvolvimento sustentável por meio da arte e da tradição. O projeto Culturas de Fibra II está em conformidade com os dispositivos do Art. 1º da Lei 8313/91, especificamente nos incisos I, II, III, IV e V. Esses incisos fornecem a estrutura legal e diretrizes para a realização de projetos de preservação e promoção da cultura brasileira. O Culturas de Fibra II, portanto, demonstra seu alinhamento com os princípios estabelecidos pela legislação vigente, buscando contribuir para a valorização e difusão das diversas manifestações culturais presentes em nossa sociedade, e no Art. 3º inciso II c, inciso III d e inciso IV a Ao valorizar o trabalho das comunidades locais, o projeto visa estimular a economia criativa e o turismo sustentável na região. Através de oficinas, exposições e o documentário, dos mestres do saberes busca-se fomentar o conhecimento e a valorização das técnicas tradicionais de tecelagem e trançado, fortalecendo assim a identidade cultural de Paraty. Dessa forma, o projeto Culturas de Fibra II não só contribui para a preservação do patrimônio cultural imaterial da região, mas também para o desenvolvimento socioeconômico e a promoção da sustentabilidade local. É essencial apoiar iniciativas como esta, que buscam manter vivas as tradições e saberes ancestrais, garantindo a continuidade dessas práticas para as futuras gerações.

Especificação técnica

Para o projeto "Culturas de Fibra II", aqui está o detalhamento técnico dos produtos: 1. DocumentárioDuração: Aproximadamente 20 a 25 minutos.Material: Vídeo em alta definição.Projeto Pedagógico: Inclui entrevistas com artesãos e especialistas, demonstrações de técnicas de cestaria, e discussões sobre a importância cultural e ambiental da prática.2. LivroPaginação: Cerca de 150 a 200 páginas.Material: Papel reciclado de alta qualidade, capa dura com acabamento fosco.Projeto Pedagógico: Estruturado em capítulos que abordam a história, técnicas, e significados culturais da cestaria, com seções dedicadas a perfis de artesãos e comunidades.3. Catálogo da ExposiçãoPaginação: Aproximadamente 50 páginas.Material: Papel couché com impressão colorida, encadernação em espiral.Projeto Pedagógico: Apresenta descrições detalhadas das peças exibidas, informações sobre os materiais e técnicas, e contexto histórico e cultural.4. ArtesanatoMaterial: Fibras vegetais como bambu, cipó, taboa e bananeira.Projeto Pedagógico: Cada peça vem com uma etiqueta explicativa sobre o material utilizado e a técnica de produção, promovendo a conscientização sobre práticas sustentáveis, e vídeos para exposição com código QR5. Workshops e Atividades EducativasDuração: Sessões de 2 a 3 horas.Material: Kits de materiais para prática de cestaria, incluindo fibras vegetais e ferramentas básicas.Projeto Pedagógico: Inclui instruções passo a passo, demonstrações ao vivo, e atividades práticas para os participantes aprenderem técnicas básicas de cestaria.Esses detalhes técnicos ajudam a estruturar e comunicar claramente os aspectos práticos e educacionais dos produtos do projeto.

Acessibilidade

1. Audiodescrição: Forneceremos audiodescrição para exposições e materiais visuais, permitindo que pessoas com deficiência visual compreendam o conteúdo através de descrições detalhadas dos elementos visuais. E incluiremoss mapa tátil 2. Libras (Língua Brasileira de Sinais): Incluiremos Libras nos vídeos, além de incluir legendas para garantir que pessoas com deficiência auditiva possam acessar o conteúdo. 3. Cartazes de sinalização em Formato Acessível: Criaremos materiais impressos e digitais em formatos acessíveis, como documentos digitais compatíveis com leitores de tela, para pessoas com deficiência visual. 4. Design Universal: Adotaremos princípios de design universal em todas as comunicações e exposições, garantindo que a linguagem seja clara e simples, facilitando a compreensão por pessoas com deficiência intelectual. 5. Tecnologia Assistiva: Utilizaremos tecnologias assistivas, como aplicativos de leitura de texto e códigos QR para acessar os vídeos e narrativas das peças para ajudar visitantes com diferentes tipos de deficiência a interagir com o conteúdo. 6. Treinamento de Equipe: Capacitação a equipe do museu para atender visitantes com deficiência, garantindo que estejam preparados para oferecer suporte e informações de maneira inclusiva e respeitosa. 7. Espaços Sensorialmente Acessíveis: Criar espaços que considerem a sensibilidade sensorial, oferecendo áreas tranquilas e controladas para visitantes que possam se sentir sobrecarregados por estímulos sensoriais. 8. Peças da exposição para experiência tátil

Democratização do acesso

Tecnologia Assistiva: A utilização de códigos QR para vídeos e narrativas deve ser fácil de usar, com instruções claras sobre como acessá-los, e os aplicativos de leitura de texto precisam ser intuitivos e suportar diferentes idiomas, se necessário.Trabalhearemos com arte-educadores para desenvolver um currículo que integre o conhecimento dos mestres de saber com métodos pedagógicos eficazes nas escolas públicas do município.Conteúdo das OficinasIntrodução à Cultura Local: Apresentar a história e a importância cultural dos temas abordados, utilizando narrativas envolventes e exemplos práticos.Atividades Práticas: Incluir atividades práticas onde os alunos possam experimentar técnicas tradicionais, como tecelagem, cerâmica, ou música folclórica, sob a orientação dos mestres de saber.Discussões e Reflexões: Promover discussões sobre a importância da preservação cultural e como as tradições podem ser adaptadas ao mundo moderno.Projetos Colaborativos: Incentivar os alunos a trabalhar em projetos colaborativos que culminem em uma apresentação ou exposição, permitindo que eles compartilhem o que aprenderam com a comunidade escolar.Planejamento e Calendário: Desenvolver um calendário de oficinas que se alinhe com o calendário escolar, garantindo que as atividades não interfiram nas aulas regulares.Recursos e Materiais: Fornecer todos os materiais necessários para as oficinas, garantindo que os alunos tenham acesso a ferramentas e recursos adequados.Avaliação e Feedback: Implementar um sistema de avaliação para medir o impacto das oficinas e coletar feedback dos alunos, mestres de saber, e educadores para melhorias futuras.

Ficha técnica

O dirigente da Associação Nhandeva Roque Antonio Gonzalez Menoret, coordenará o projeto.Roque Antonio Gonzalez Menoret é um renomado especialista em cultura e tradições populares, com um foco particular nas práticas artesanais e sustentáveis das comunidades tradicionais. Com formação livre em antropologia e etnologia, Roque dedicou grande parte de seu trabalho ao estudo e à preservação das cultura guarani do Brasil. Fundador da Associação Artístico Cultural Nhandeva em Paraty em 1998. Prêmio Tuxaua MINC 2009.Patricia Angela Solari PedagogaMarcelo GuedesAndrea Salvador laraMarcio Kuaray da SilvaIlda yva Poty da Silva

Providência

PROJETO ARQUIVADO.