| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 61198164000160 | PORTO SEGURO COMPANHIA DE SEGUROS GERAIS | 1900-01-01 | R$ 950,0 mil |
| 04540010000170 | Porto Seguro - Seguro Saúde S/A | 1900-01-01 | R$ 350,0 mil |
Realizar uma nova temporada na capital do estado de São Paulo e uma turnê por três cidades do interior, do espetáculo musical "Rita Lee - uma autobiografia Musical. Esse espetáculo é uma adaptação do livro da autobiografia da artista Rita Lee Jones.
A partir da obra Rita Lee, uma Autobiografia, o musical fará o relato da vida da cantora de rock nacional Rita Lee desde seu nascimento, passando pelo seu encantamento com a música, a criação das primeiras bandas e canções, chegando até sua entrada para o grupo Os Mutantes, do qual foi integrante e participou de momentos marcantes da nossa música como os célebres festivais da canção. Após estes primeiros momentos, o musical contará como Rita conheceu seu atual marido, Roberto de Carvalho e seus futuros trabalhos. Tudo isso em meio a centenas de histórias de bastidores, polêmicas, uma confusa prisão e, claro, toda sua produção musical ao longo das décadas
O projeto tem como objetivo principal realizar uma temporada de(03) três meses no município de São Paulo do espetáculo musical intitulado "Rita Lee - uma autobiografia Musical", e mais (03) três municípios do Estado de São Paulo. Contrapartida: realizar 4 workshops com 2 horas de aula, para cada grupo de 125 alunos, sobre produção cênica, para estudantes de escolas públicas. Objetivo específico: Realizar 45 apresentações do espetáculo teatral musical, sendo uma temporada com 36 apresentações na cidade de São Paulo e 09 apresentações em cidades do interior do Estado de São Paulo nas cidades de Campinas(3), Ribeirão Preto(3) e Santos(3). As apresentações serão realizadas em teatro com capacidade média de 500 lugares para o público em geral, a partir de 14 anos de idade, com o potencial de atender 22.500 espectadores. A Contrapartida será oferecida a 500 beneficiários, respeitando-se o artigo 47 da IN nº23 de 05/02/2025, conforme descrição abaixo. I- Realizar quatro workshops/encontros, com 02 horas de duração cada, atendendo alunos, professores da rede pública de ensino, abordando os temas da produção cênica dos espetáculos teatrais. A comprovação da realização desses encontros se dará através de lista de presença de participação, registros fotográficos e videográficos e nas cartas convites enviados às instituições beneficiárias do projeto.
O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; O projeto tem por finalidade, dentre as elencadas no Artigo 3º da Lei 8313/91: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, música e folclore; Para a realização desse projeto, é imprescindível o recurso obtido através da Lei de Incentivo Federal, pois somente assim poderemos oferecer um espetáculo de alta qualidade a preços populares. O projeto pretende realizar uma nova temporada na capital do estado de São Paulo e uma turnê por três cidades do interior, quando apresentaremos uma versão inédita do musical "Rita Lee, uma autobiografia musical". Quando Mel Lisboa pisou pela primeira vez em cena como Rita Lee, no musical "Rita Lee mora ao lado", em 2014, ela não poderia prever algumas coisas: primeiro, de que seriam meses de casa cheia num dos maiores teatros de SP; segundo, que a própria Rita apareceria sem avisar, abençoaria sua performance e ainda voltaria para assistir ao espetáculo. Espetáculo, aliás, que rendeu a Mel prêmios como melhor atriz e a colocou de vez entre os maiores nomes do teatro nacional; o terceiro ponto é o fato de que nove anos depois, Mel vai retomar sua Rita interior (que ela nunca deixou escapar, diga-se de passagem) e estrelar um projeto totalmente inédito e ainda mais ousado. Com as bênçãos da rainha-mãe, a atriz volta aos palcos em "Rita Lee _ uma autobiografia musical". Diferentemente do projeto anterior, dessa vez, Mel conta a história de Rita com base no livro da roqueira, lançado em 2016 e um dos maiores sucessos editoriais do Brasil. O livro narra os altos e baixos da carreira de Rita com uma honestidade escancarada, a ponto de ter sido apontado como "ensinamento à classe artística" pelo jornal O Estado de São Paulo. A ideia do novo musical surgiu quando Mel gravou a versão em audiolivro, como Rita, em 2022. No teatro, a adaptação da obra é de Márcio Macena e Débora Dubois. O texto de Rita, numa narrativa envolvente e perfeita para um musical biográfico, conta desde o episódio do primeiro disco voador avistado por ela até o seu último porre. Sem se poupar, ela fala da infância e dos primeiros passos na vida artística; de Mutantes e de Tutti-Frutti; de sua prisão em 1976, na ditadura; do encontro de almas com Roberto de Carvalho; das músicas e dos discos clássicos; do ativismo pelos direitos dos animais; dos tropeços e das glórias. A vida de Rita precisa ser contada e recontada. Sua existência transformou toda uma geração. E continua a conquistar fãs cada vez mais jovens. Rita não é "somente" a roqueira maior. Ela compôs, cantou e popularizou o sexo do ponto de vista feminino em uma época em que isso era inimaginável. Ousou dizer o que queria e se tornou a artista mais censurada pela ditadura militar. Na época, foi presa grávida. Deu a volta por cima e conquistou uma legião de "ovelhas negras". Se tornou a mulher que mais vendeu discos no país e a grande poetisa da MPB. Como diz Rita no livro, seu grande gol é ter feito um monte de gente feliz. E Mel, no palco como Rita, leva a sério essa missão: todas as vezes que encarnou Rita em cena, as pessoas se comportavam como se estivessem num show. Cantando junto, batendo palmas e, não raras vezes, correndo para dançar na frente do palco, no "bis" do espetáculo. Viva Rita! A montagem tem a dramaturgia de Guilherme Samora inspirada no livro Rita Lee, uma Autobiografia. Débora Dubois e Márcio Macena retomam a parceria para dirigir Mel Lisboa no papel de Rita Lee, assim como na montagem anterior, "Rita Lee Mora ao Lado", que rendeu grande sucesso aos criadores, além de deixar encantada
OUTRAS INFORMAÇÕES A equipe que estará em viagem é composta por 31 integrantes, sendo: Artistas(15): 10 atores - 5 músicos Equipe técnica(12): 1 técnico de som - 1 técnico de luz - 1 técnico de vídeo - 3 técnicos de palco - 1 microfonista - 1 roadie - 3 camareiras e 1 motorista. Equipe de produção(4): 2 diretores, 1 produtor executivo,1 diretor de produção. Na temporada em São Paulo, incluiremos mais 04 integrantes na produção, comunicação, divulgação e assistentes. A equipe técnica irá chegar no mínimo 1 dia antes, da equipe artística, para iniciarem os trabalhos da montagem do cenário, da iluminação, sonorização, projeções e demais atividades necessárias. No item das diárias de hospedagens, foi considerado esse dia anterior e posterior às encenações artísticas. As hospedagens terão reservas no seguinte formato: Hospedagem do elenco(10) - 4 double + 2 singles Hospedagem dos músicos(5) - 2 double + 1 single Hospedagem técnica(12) - 6 double Hospedagem produção - 4 singles
Declaramos que o projeto “Rita Lee, uma autobiografia musical”, atende ao disposto no art. 27, inciso II, do Decreto 5761/06, pois será realizado em teatros que proporcionam condições de acessibilidade a pessoas idosas, nos termos do art. 23 da lei nº 10 741, de 1º de outubro de 2003, e a portadores de deficiência, conforme o disposto no art. 46 do Decreto 3 298, de 20 de dezembro de 1999.PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICASAcessibilidade física: rampas de acesso, elevadores, banheiros adaptados, cadeiras para obesos, piso tátil e local demarcado para cadeirantes.Acessibilidade de conteúdo: Será integral, em 100% das sessões e, para todas as modalidades (auditivo, visual e cognitivo).Acessibilidade para deficientes visuais: audiodescrição - Na planilha orçamentária, item; audiodescrição;Acessibilidade para deficientes auditivos: tradução e intérprete de libras - Na planilha orçamentária, item: intérprete de libras;Acessibilidade para pessoas com espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações: monitores treinados e acompanhante - Na planilha orçamentária, item monitores; PRODUTO: CONTRAPARTIDA SOCIAL:Acessibilidade física: rampas de acesso, elevadores, banheiros adaptados, cadeiras para obesos, piso tátil e local demarcado para cadeirantes.Acessibilidade de conteúdo: Será integral, em 100% das palestras/encontros, para todas as modalidades (auditivo, visual e cognitivo).Acessibilidade para deficientes visuais: audiodescrição - Na planilha orçamentária, item; audiodescrição;Acessibilidade para deficientes auditivos: tradução e intérprete de libras - Na planilha orçamentária, item: intérprete de libras;Acessibilidade para pessoas com espectros, síndromes ou doenças que gerem limitações: monitores treinados e acompanhante - Na planilha orçamentária, item monitores; Em todos os materiais de divulgação/comunicação serão aplicados os símbolos de acessibilidades.
Democratização de acesso Espetáculo musical “RITA Lee, uma autobiografia musical” As cotas de ingressos a serem distribuídos seguem detalhadas abaixo: - Cota ao patrocinador: 10% do total dos ingressos, distribuídos gratuitamente - Cota social ou educativa: 10% do total dos ingressos, distribuídos gratuitamente - Cota aos divulgadores: 10% do total dos ingressos, distribuídos gratuitamente - Cota aos beneficiários: 20% do total dos ingressos* *A cota de ingressos aos beneficiários será comercializada em valores que não ultrapassem R$50,00(cinquenta reais). Os 50% restantes dos ingressos serão vendidos em bilheteria com descontos previstos em lei. Em complemento, o proponente prevê a adoção das seguintes medidas de ampliação de acesso, conforme Art. 47 da IN nº 23 de 05/02/2025. V- realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos: ensaios abertos em São Paulo.
FICHA TÉCNICA A proponente exercerá a função de Gestor financeiro e Coordenador do projeto Texto/ Adaptação | Guilherme Samora Direção Geral | Débora Dubois e Márcio Macena Direção Musical | André Aquino Figurinista | Fause Haten Iluminação | Wagner Pinto Elenco|Mel Lisboa como Rita Lee Bruno Fraga como Roberto de Carvalho e Ronnie Von Carol Portes como Vivi (irmã de Rita) e outros personagens Debora Reis como Hebe Camargo e outros personagens Fabiano Augusto como Ney Matogrosso e outros personagens Flávia Strongolli como Lucinha Turnbull e outros personagens Gustavo Rezê como Sergio Dias e Raul Seixas Roquildes Junior como Gilberto Gil Yael Pecarovich como Gal Costa e outros personagens MÚSICOS | Rovilson – Marcio Guimarães – Jaqueline Cunha – Ricardo Berti e Felipe Mota Direção de Produção | Edinho Rodrigues Produção | M C G Edit e Produções e Branca e Branca Produções Artísticas (Brancalyone Produções) CURRÍCULOS Texto/ Adaptação | Guilherme Samora Formado pela PUC (Pontifícia Universidade Católica), com mais de 20 anos de experiência trabalhando em jornais como o “Diário de S.Paulo” (2006 – 2009) e nas editorias Mundo e Cultura. Colunista do periódico. Repórter/ editor da revista semanal; -Revistas: “QUEM” (Globo, 2009 – 2017), na qual também fui editor e, posteriormente, diretor, com grande foco em cultura. Colaboração para outros títulos como “Marie Claire”, “Monet”, “Ela”. Mercado literário Editor: entre outros, editei diversos livros de sucesso, como os de Rita Lee e os de Xuxa Meneghel ("Memórias" e os infantis, “Maya”, “Vaquinha Mimi” e “Bentinho”); Autor: "Francisco" (2018, Globo), “FavoRita” (2018, parceria com Rita Lee). Também sou o autor do Phantom, personagem que interage com Rita Lee em suas duas autobiografias (a primeira, de 2016, e a mais recente, que será lançada em maio de 2023). Exposições Direção artística e roteiro: "Rita Lee - a rainha do rock", que ficou em cartaz no MIS (Museu da Imagem e do Som de São Paulo), de setembro de 2021 a fevereiro de 2022. Fotografia Mesmo que considere um hobby, já tive fotografias em capas de publicações culturais/ comportamentais de alcance nacional como "Rolling Stone", "Claudia", "Ela" (Globo), "QUEM". ===================================================================== Direção Geral | Débora Dubois É diretora de teatro há mais de 25 anos, com mais de 40 espetáculos que se destacam pela beleza plástica, a música e a dramaturgia brasileira. Últimos trabalhos: 2022 - espetáculo "Sonho de Heroi" e 2023 "Pindorama Modernista" ambos espetáculos infanto-juvenis que fazem parte de uma trilogia que termina em 2024, onde se faz um resgate do folclore brasileiro, com texto Leonardo Cássio e equipe. Em 2019 o espetáculo “A Valsa de Lili”, com adaptação do livro "Pulmão de Aço" de Eliana Zagui por Aimar Labaki, com a atriz Debora Duboc, que recebeu o prêmio APCA de melhor atriz é várias indicações. Em 2016 - dirigiu os espetáculos: “A Paixão Segundo Nelson”, com adaptação de Contos de Nelson Rodrigues por Zeca Baleiro; “Don Casmurro”, com adaptação de Toni Brandão para a obra de Machado de Assis; “Infiéis” de Marco Antônio De La Parra; musical Infantil com direção musical de Gustavo Kurlat. 2013 - o musical “Lampião e Lancelote”, espetáculo mais premiado da carreira da diretora, baseado no livro homônimo de Fernando Vilela, com texto adaptado por Braulio Tavares e músicas originais de Zeca Baleiro, esteve em cartaz no Teatro Popular do Sesi/Paulista. O musical: "Rita Lee Mora ao Lado" indicações e prêmios de Melhor espetáculo musical, melhor atriz pra Mel Lisboa entre outros. Os espetáculos "Três Cigarros e a Última Lasanha" com o premiado ator Renato Borghi, dramaturgia de Fernando Bonassi recebeu muitas indicações e prêmios incluindo de melhor Direção, melhor espetáculo e melhor ator, ganhador no festival de Cuba. Também foi uma das diretoras convidada a representar o Brasil na Itália, no teatro Della Limonaia em Firenze. ===================================================================== Direção Geral | Marcio Macena É autor, diretor teatral e artista plástico. Dirigiu os espetáculos: “Madame Blavatsky”, de Claudia Barral; “Poesia e Melodia”, compilação de textos inéditos de autores negros contemporâneos mixados às músicas de Luiz Melodia; “O Homem Fal(h)o, de Gabriel Pernambuco; “Deboche”, de Mila Ribeiro; “Hedda Gabler”, de Henrik Ibsen; Silencio.doc”, de Marcelo Varzea; “A carruagem de Berenice”, de Camila Appel, musical infantil em parceria com Zeca Baleiro que assina a trilha; “Rita Lee Mora ao Lado - O musical" – onde também assina o texto, foi indicado a 11 prêmios incluindo “Melhor espetáculo musical”, “Melhor direção” e visto por mais de 180.000 pessoas, Dirigiu “O beijo no asfalto” e “Boca de ouro”, ambos de Nelson Rodrigues “O Rato”, adaptação da obra de Paulo Tatit, Por dez anos foi diretor artístico da Cantando na Chuva Produções Artísticas, onde dirigiu e produziu mais de 20 espetáculos e pocketshows musicais. ===================================================================== Direção Musical | André Aquino É Diretor musical, Compositor, nascido no Rio de Janeiro, Brasil. Formado na Musiarte em 1996 atua profissionalmente na música desde 1998. Como compositor teve sua obra gravada por diversos artistas brasileiros e tem entre seus parceiros Rita Lee, Martnália, Marjorie Estiano, Renne Ferrer, Alexandre Lemos, Alexandre Castilho, Victor Pozas, Alberto Rosenblits, Sandy e Junior, Mauricio Gaetani entre outros. Na televisão teve suas músicas na trilha de novelas como: “A Favorita”, “Duas Caras” e “Malhação”. No cinema sua música “O Mundo que se vê” escolhida como música tema do filme “Aquária” de Flávia Moraes visto por mais de 1.000.000 de pessoas. Dirigiu e produziu shows como: “Combinação Sobre Todas as coisas” (Marjorie Estiano), Adil Tisctate (Primeiro) e Macanjo (Macanjo). E com a banda Macanjo, assinava suas composições e a produção do seu Cd em parceria com o renomado produtor Carlos Trilha. Fez também a Direção musical e a Trilha Original de espetáculos de TEATRO como: - ”Céu e Branca” de Moisés Bittencourt, direção de Fernando Gomez - “O Gato Branco” de Jô Bilac, direção João Fonseca - “ReJ - Juventude Interrompida “de Joel Calarco, direção joão Fonseca - Musical “Rita Lee- Mora ao lado” de Marcio Macena e Débpra Dubois Ainda em 2011, fez a trilha do curta “Coração na Boca” de Jô Bilac, direção de Vitor Levy, que aguarda sua estreia no Festival do Rio. Nos últimos anos ampliou sua direção artística para além da música e tornou-se sócio da Drive Filmes dirigindo DVDS e filmes publicitários. Como Diretor dirigiu filmes para o SENAC, Maggi, Kinoplex, Petrobrás, Coca-Cola, Pentax, Lojas Leader e para o Canal Brasil os DVDs : Insular- HUMBERTO GESSINGER e Raio- X- Isabella Tavianni, Além do Clip” Particula” de Alexandre Nero Foi também sócio da Drive áudio até 2019 e da Jet music/ Vital Estúdio onde realizou diversas trilhas para publicidade, cinema e televisão. =========================================================== Figurinista | Fause Haten Fause Haten é um artista multifacetado, conhecido no mundo da moda no Brasil e internacionalmente com uma carreira de mais de 25 anos. Desde 2006, dedicado a abertura de seus horizontes criativos, inicia sua pesquisa no mundo das artes através do estudo das artes cênicas, do canto e da composição musical. Tem se destacado fazendo figurinos de grandes musicais como O Médico e o Monstro (2010), direção de Fred Hanson, O Mágico de Oz (2012), direção Charles Moeller, Hello Dolly (2012), direção Miguel Falabella, Romeu e Julieta no mundo da Mônica (2013), A Madrinha Embriagada (Premio Bibi Ferreira de melhor figurino de 2014), direção Miguel Falabella, 220 Volts (2014) e Hiperativo (2014), direção Paulo Gustavo, Burlesque (2016), direção de Maicon Clenk, Rent (2016) direção Suzana Ribeiro. Assinou também os figurinos de A Casa de Fernanda Alba(2013), Jocasta(2013) e Meu Deus(2014) direção Elias Andreato, Ilhada em Mim Sylvia Plath(2014) de André Guerreiro Lopes , Casa Vazia de Anderson Gouvea e Marina Caron, Cartas Libanesas (2015) direção Marcelo Lazzaratto, Um Bonde Chamado Desejo (2015) direção de Rafael Gomes (indicado ao prêmio Shell de melhor figurino de 2015) , A Floresta que Anda (2016) direção Christiane Jatahy, Jaqueline (2016) direção Rafael Gomes, Num Lago Dourado (2017) direção Elias Andreato, Os Corvos (2017) direção Luis Ferron, O dragão de fogo (2017) direção Marcelo Lazaratto, Rent (2017) direção Suzana Ribeiro, La Belle Helène (2017) direção Caetano Vilela. ===================================================================== Iluminação | Wagner Pinto Wagner Pinto Lighting designer de refinamento estilístico e aguda precisão no manejo do instrumental. Inicia sua carreira em 1982, no Teatro dos Quatro, no Rio de Janeiro, como assistente dos profissionais Aurélio de Simoni e Luiz Paulo Nenen. Vencedor do prêmio Shell de Iluminação 2018 pelo espetáculo Dilúvio, direção Gerald Thomas. Vencedor do prêmio Shell de Iluminação 2016 pelo espetáculo A Máquina Tchekhov, de Matei Visniec, pela Cia. A Máquina, direção Denise Winberg e Clara Carvalho. Assina seu primeiro trabalho, em 1984, para o espetáculo Imaculada, de Franco Scaglia, um solo com a atriz Yara Amaral. Participa das realizações iniciais do Grupo Tapa, nas montagens de Casa de Orestes e O Alienista. Em 1986, já faz assistência de luz para o diretor Gerald Thomas nas suas primeiras realizações no Brasil, assina outras em parceria com o diretor e participa como membro fundador da Cia de Ópera Seca. Nesta fase se destacam os Prêmios Shell de Teatro, APETESP, APTA e Mambembe, com Trilogia Kafka, o Prêmio Molière, com Quatro Vezes Beckett e Quartett. Como também, os prestigiados espetáculos, Eletra Com Creta, Navio Fantasma, Uma Metamorfose, Praga, Um Processo, Carmem com Filtro 2 e Meio, Mattogrosso, M.O.R.T.E, The Flash and Crash Days. Entre 1988 e 1990, faz estagio no Teatro La MaMa e Metropolitan Ópera House, em Nova York, onde pesquisa e aprimora técnicas de iluminação de Ópera. Trabalha com a coreógrafa Carlota Portella e Milton Dobbin, no espetáculo Vacilou Dançou, no Teatro Nelson Rodrigues, no Rio de Janeiro. Ilumina Orlando, para Bia Lessa, em 1994. Neste mesmo ano, é vencedor do Prêmio Shell de Iluminação por Penteseléias, direção Daniela Thomas e Bete Coelho. Em 1997, assina o desenho de luz do espetáculo A Breve Interrupção do Fim, concepção de Gerald Thomas e Sueli Machado, com o Grupo de Dança Primeiro Ato. Entre 1997 e 1998, cria as iluminações para a Companhia do Latão de Ensaio para Danton, Ensaio Sobre o Latão, Santa Joana dos Matadouros. Em 2010 é vencedor do prêmio FEMSA de Teatro Infantil e Jovem, por Quem Tem Medo de Curupira? autoria, trilha sonora e direção musical de Zeca Baleiro e direção artística de Débora Dubois. ======================================================================= Atriz Protagonista | Mel Lisboa Recebeu os prêmios Quem de Teatro como Melhor Atriz e Qualidade Brasil como Melhor Atriz de Musical por “Rita Lee mora ao lado”, direção de Débora Dubois e Márcio Macena. Na TV, ganhou o Prêmio Contigo de Atriz Revelação por “Presença de Anita”. Pela mesma série, foi indicada ao Troféu Imprensa de Melhor Revelação, foi indicada ainda aos prêmios Qualidade Brasil e Contigo, por Sansão e Dalila. Além dos espetáculos citados acima, atuou em “Hedda Gabler”, direção de Márcio Macena, “Dogville”, direção de Zé Henrique de Paula, “Pescadora de ilusão”, direção de GpeteanH, “Roque Santeiro, o musical”, direção de Débora Dubois, “Peer Gynt”, direção de Gabriel Villela, “Luz negra”, dirigido por Paulo Faria, e “Otelo”, direção de Débora Dubois. No cinema, atuou em filmes como “O matador”, de Marcelo Galvão, “Magal e Os Formigas”, de Newton Cannito, “Cães famintos”, de Beto Oliveira, e “O casamento de Romeu e Julieta”, de Bruno Barreto. Na TV, atuou em novelas e séries como “Casos e acasos”, “Sete pecados”, “Como uma onda”, “Desejos de mulher” e “Os normais” (Globo), “Coisa mais linda” (Netflix), “Pacto de sangue” (Space), “A vida secreta dos casais” (HBO), “Prata da casa” (Fox Brasil), “Lili, a ex” e “As canalhas” (GNT), “Os dez mandamentos” e “Sansão e Dalila” (Record). Recentemente participou da novela “Cara e Coragem” – rede Globo e atualmente está em cartaz com o monólogo “Madame Blavatsky”. ===================================================================== Direção de Produção | Edinho Rodrigues Realizou, produziu e administrou diversos espetáculos teatrais, dentre eles destacam-se: “A Noite Antes da Floresta”- 2 Indicações ao Prêmio Shell 2006; “Assim Com Rose” com direção de Jairo Mattos; “O Avarento”- com Paulo Autran; “Mãos ao Alto, São Paulo!”- com Rosi Campos, Regiane Alves, Marcos Mion, Ary França; “O Bem Amado”- com Marco Nanini (produção SP); “Doce Deleite”- com direção de Marília Pêra (produção SP); “A Garota Número Um” com Monique Alfradique; “A Loba de Ray-Ban” com Christiane Torloni; “Hell”- com Bárbara Paz e direção de Hector Babenco; “Um Porto Para Elizabeth Bishop”- com Regina Braga e direção de José Possi Neto; “The Pillwoman” com direção de Bruno Guida e Dagoberto Feliz; “O Expresso do Pôr do Sol”, com direção de Fábio Assunção; “Toro Negro”, espetáculo flamenco com direção de Debora Dubois, “Da Vinci, Maquiavel e Eu”, monólogo com Tadeu Di Pyetro e direção de Elias Andreato, “Lampião e Lancelote” (musical ganhador de 11 prêmios), com direção de Debora Dubois e direção musical de Zeca Baleiro; “A Árvore Berenice” musical infantil; musical “Rita Lee Mora ao Lado” com Mel Lisboa; “Jantar” com direção de Mauro Baptista Vedia; “Dias de Vinho e Rosas” com direção de Fabio Assunção; “A Paixão Segundo Nelson” – musical com Helena Ranaldi, Vanessa Gerbelli, Jarbas Homem de Mello e com textos, músicas e direção musical de Zeca Baleiro; musical “Roque Santeiro” com direção de Debora Dubois e direção musical de Zeca Baleiro; comédia musical “A Vida em Vermelho” com Letícia Sabatella e Fernando Alves Pinto; “O Martelo” com Edwin Luisi, Anderson Muller e Natallia Rodrigues, direção Alexandre Reincke; “A Valsa de Lili”, texto de Aimar Labaki, direção de Débora Dubois; “Visceral”, texto de Nannade castro e direção de Dan Rossetto; “Fim de Partida” com direção de Yoshi Oida e Matteo Bonfitto; “O Beijo no Asfalto”, direção de Bruno Perillo; “Tectônicas” no teatro do SESI SP, com direção de Marcelo Lazzaratto, musical “Sidney Magal Muito Mais Que um Amante Latino”, dentre outras montagens. Além de exposições e shows como: Exposição Mestres Artesãos- Sesc Belenzinho (2000); Exposição Terra Paulista- Sesc Pompéia (2005); Show Dan Nakagawa e Ney Matogrosso (Teatro Imprensa) e Studio SP (gravação de DVD) em 2009; Exposição 100 Anos de Nelson Rodrigues no SESI-SP em 2012 e Prêmio de Cinema do SESI-SP edições 2013, 2014 e 2018.
Projeto encaminhado para avaliação de resultados.