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PRONAC 249754Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

A Filha da Virgem

ASSOCIACAO LIVRE - CENTRO DE FORMACAO E TRANSFORMACAO SOCIAL
Solicitado
R$ 702,8 mil
Aprovado
R$ 702,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Teatro
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2024-12-16
Término
2025-08-16
Locais de realização (7)
João Pessoa ParaíbaMonteiro ParaíbaAnanindeua ParáBelém ParáArcoverde PernambucoRecife PernambucoRio de Janeiro Rio de Janeiro

Resumo

O projeto apresentado denomina-se "A Filha da Virgem", um espetáculo de artes cênicas na linguagem do teatro, realizado para a performance de uma atriz (monólogo-solo). O texto possui caráter autobiográfico e fala sobre os desafios encontrados por uma mulher nascida na região Nordeste em seu processo de migração para uma grande capital do Sudeste. A ação têm produtos culturais circulando no Rio de Janeiro, mas também atende as cidades de Recife e Arcoverde (PE); João Pessoa a Monteiro (PB); e Belém e Ananindeua (PA). O projeto tem como contrapartida obrigatória uma oficina de dramaturgia para mulheres, em atendimento gratuito de, no mínimo, 10% da quantidade de público apurada no produto principal.

Sinopse

A Filha da Virgem" é um espetáculo teatral autobiográfico, escrito e encenado pela artista Wanderlucy Bezerra. Traz um olhar particular sobre um traço marcante da História do Brasil: o desafio da migração de pessoas que buscam um sonho em lugares que não as acolhem. No caso particular do relato, o desejo de tornar-se artista em um país que concentra investimentos culturais nas grandes cidades do Sudeste. Ao longo da narrativa, outras intempéries atravessam o caminho da narradora/personagem, como a xenofobia e a violência urbana, que coloca a mulher em uma condição de vítima preferencial. Um quadro reconhecível, que aproxima o espectador da realidade da personagem. A classificação indicativa da performance é de 16 anos. Como contrapartida obrigatória, haverá uma oficina de dramaturgia para mulheres, realizada pela artista protagonista do projeto. Seo objetivo é contribuir para a formação de novas profissionais para a cena, fazendo com que a vivência seja também uma ferrameta de pertencimento pessoal para cada integrante. Classificação indicativa de 16 anos.

Objetivos

OBJETIVO GERAL: Viabilizar uma nova temporada de apresentações do espetáculo teatral, no formato monólogo, "A Filha da Virgem", com ingressos a preços populares e políticas diversas de democratização e acessibilidade. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Atender a até 7 (sete) cidades e 4 (três) estados brasileiros; Praticar políticas de acessibilidade diversas, com treinamento em em acessibilidade atitudinal para a equipe de trabalho, e no mínimo 40% de sessões atendidas por intérpretes de Libras; atender até 10% da quantidade de público prevista pelo público principal com ações de contrapartida social, a partir de realização de Oficina de Dramaturgia para Mulheres, tendo o residual de atendimentos a ser realizado por ensaio aberto gratuito, conforme a IN 2024.

Justificativa

A peça narra as experiências da atriz, das quais emergem questões fundamentais que ressoam na vida de mulheres e pessoas de outros gêneros que enfrentam discriminação e abuso. Ela ganha relevância ao abordar com leveza e ludicidade assuntos como empoderamento feminino, direitos da infância e da mulher, bullying, abuso sexual, adoção, preconceito e xenofobia. A arte é ferramenta poderosa para expressar e superar experiências difíceis e torná-las acessíveis ao público pouco acostumado à linguagem teatral. A supervisão de direção é de Luiz Carlos Vasconcelos, ator e diretor consagrado no teatro, cinema e TV. A direção artística é de Sandra Calaça e Leo Carnevale, com experiência tanto em teatro popular quanto em temáticas complexas. A direção musical e trilha sonora original de Marcelo Alonso Neves, aliada à iluminação de Paulo Denizot e ao figurino com elementos do Movimento Armorial criado por Natália Fonseca, são componentes essenciais que enriquecem a narrativa. E é na atuação de Wanderlucy Bezerra que mergulhamos nesse universo, com elementos do teatro e da dança popular do Nordeste, como o maracatu, frevo, samba de coco, ciranda e caboclinhos. Trata-se de uma equipe técnica habituada a trabalhar com projetos de circulação nacional. O espetáculo celebra a riqueza e diversidade do patrimônio cultural brasileiro ao valorizar manifestações populares, inspirado no Movimento Armorial, surgido na década de 1970, que revalorizou artes populares nordestinas. Idealizado por Ariano Suassuna, abrangeu a literatura, música, dança, teatro e artes plásticas. Wanderlucy considera-se uma artista brasileira ao ser profundamente nordestina. Estão presentes, portanto, diversos elementos definidores da identidade regional brasileira, passando também por danças e expressões já inventariadas como Patrimônio Imaterial. Algo que necessita de uso de mecanismo de incentivo e a parceria de empresas socialmente comprometidas com tais signos de brasilidade. O projeto necessita de mecanismos de incentivo para que possa ampliar o alcance de suas atividades, praticar uma política de gratuidades e ingressos a preços populares, e manter a sustentabilidade de sua equipe técnica. Há um atendimento claro nos seguintes incisos do Artigo 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Também se enquadra nos seguintes objetivos do Artigo 3º da referida norma: II - fomento à produção cultural e artística, mediante c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore.

Estratégia de execução

Não se aplica.

Especificação técnica

PRODUTO PRINCIPAL - Espetáculo de Artes Cênicas Duração: 60 (sessenta) minutos Classificação Indicativa: 16 anos Espaço cênico recomendado: palco italiano ou semiarena Capacidade de público: Variável, conforme o espaço cênico utilizado. CONTRAPARTIDA SOCIAL - Oficina Cultural de Dramaturgia para mulheres Duração: mínimo de 8 (oito) e máximo de 10 (dez) horas-aula Classificação indicativa: 16 anos Espaço cênico recomendável: Sala ampla, arejada, iluminada, com mesas e cadeiras individuais. Limite de público: mínimo de 15 (quinze) e máximo de 20 (vinte) participantes. Observação: as estatísticas de contrapartida social podem ser complementadas com a realização de um ensaio aberto e gratuito, com destinação social dos ingressos, nos termos estabelecidos pela mais recente Instrução Normativa.

Acessibilidade

PRODUTO PRINCIPAL - Espetáculo de Artes Cênicas Acessibilidade física: Utilização de teatros e espaços culturais sem obstáculos físicos; disponibilidade de monitores treinados em acessibilidade atitudinal para a realização de ação de acessibilidade desde a fila, atendendo também idosos e quadros clínicos de obesidade. Acessibilidade para a pessoa autista ou neurodivergente: disponibilização de abafadores de ruídos, anunciados pelo monitores e pelo serviço de som. Acessibilidade para a pessoa cega: disponibilidade de monitores treinados em acessibilidade atitudinal; atividade de visita tátil ou sensorial disponível ao longo de toda a temporada; ações comunicacionais do projeto com legendas descritivas; realização de uma sessão com audio descrição, com supervisão de pessoa cega, nas apresentações realizadas em capitais brasileiras. Acessibilidade para a pessoa surda: disponibilidade de monitores treinados em acessibilidade atitudinal e alfabetizados em Libras; presença de intérprete de Libras treinado em eventos culturais em pelo menos 40% da circulação do produto principal; sinalização específica nas apresentações com presença de tradutor. CONTRAPARTIDA SOCIAL - Oficina Cultural de Dramaturgia para mulheres Acessibilidade física: Utilização de espaços de realziação de oficinas sem obstáculos físicos. Acessibilidade para a pessoa autista: disponibilização de abafadores de ruídos. Acessibilidade para a pessoa cega: serviço de monitoria e mediação específico. Acessibilidade para a pessoa surda: disponibilização de intérprete de Libras em toda a realização da oficina.

Democratização do acesso

PRODUTO PRINCIPAL - Espetáculo de Artes Cênicas Transporte gratuito para unidades escolares, com fornecimento de lanche, para regiões periféricas das cidades do Rio de Janeiro e Belo Horizonte; realização de ação de estágio remunerado em produção cultural em todas as cidades de circulação, especificamente para o atendimento ao público jovem, e sua entrada no mercado de trabalho; realização de ensaio aberto e gratuito para segmentos vulnerabilizados para fins de atendimento das estatíticas de contrapartida social, se for o caso. CONTRAPARTIDA SOCIAL - Oficina Cultural de Dramaturgia para mulheres Distribuição de vagas conforme a classificação do Artigo 31, Incisos I e II da atual instrução normativa, a saber: a) Grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social, tais como pessoas negras, povos indígenas, comunidades quilombolas, povos e comunidades tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIAPN+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e inscritos no CadÚnico; b) De caráter educativo, a distribuição a professores e alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior. Conforme citado em parágrafo anterior, para se atingir os números obrigatórios de Contrapartida Social serão realizados ensaios abertos gratuitos voltados aos já citados grupos prioritários e escolares.

Ficha técnica

SÉRGIO PAULO DE ALMEIDA JUNIOR (Proponente): Bacharel em Terapia Ocupacional pela UFRJ (2024) e Técnico de Eletrônica pelo CEFET-RJ (2018). Sua atuação abrange terapia ocupacional com foco no desenvolvimento infantil, integração sensorial e intervenções em práxis. Ele também possui interesse no desenvolvimento de jogos virtuais inclusivos e tecnologias assistivas, além de trabalhar com demandas socioemocionais e acompanhamento familiar. Sergio acumula diversas experiências profissionais e estágios, incluindo passagens pela startup Umaker, onde desenvolveu recursos para ensino de robótica e impressão 3D, e pelo projeto LADTECs-UFRJ, focado em tecnologias assistivas. Realizou atendimentos no HUCFF e no IPPMG, onde trabalhou com crianças e adolescentes com TEA, TDAH e outras condições. Também atuou no CAPS Mané Garrincha e no Instituto Nise da Silveira, com foco em saúde mental. Participou de vários projetos sociais, destacando-se o desenvolvimento do Piano Interativo, reconhecido como Tecnologia Social pela Fundação Banco do Brasil. Sergio também tem habilidades como artesão e poeta, além de ser autodidata em criação de recursos de baixo custo para contextos de saúde e educação. WANDERLUCY BEZERRA (Atriz, Autora e Oficineira): Atriz desde 1993 e dançarina de danças populares desde 1997. Em Teatro, atuou em "A Filha da Virgem" (Lei Aldir Blanc 2020 e Retomada Cultural RJ). Em cinema, esteve em O Auto da Compadecida 2; Chacrinha, O filme; Fala sério, Mãe!; Baixio das Bestas; Árido Movie, entre outros. Em televisão, atuou em A Dona do Pedaço, Sob Pressão e Assédio (Globo); Amor sem Igual (Record); Odeio Segundas e Os Homens são de Marte e é pra lá que eu vou. LUIS CARLOS VASCONCELOS (Supervisão de Direção): Ator, diretor e palhaço, fundador da Escola Piollin de João Pessoa. Em teatro, dirigiu a consagrada montagem "Vau da Sarapalha" e "O Retábulo", ambas com o Piolin. Também adaptou e dirigiu "O Auto do Reino do Sol" e "O Amor das Três Laranjas". No audiovisual, atuou em "Estação Carandiru", "Eu, Tu, Eles", "Baile Perfumado", entre outras longas. SANDRA CALAÇA (Diretora Artística) Diretora, atriz, produtora. Funda o Grupo Quadrante (2003) e a PROJÉTEIS–Cooperativa Carioca de Empreendedores Culturais (2009). Diretora da Trilogia da Loucura sobre Van Gogh, Camille Claudel e Marquês de Sade. Diretora de CUNIS Á’CQUA (Festival MOLA) e Em meu diário há girassóis pintados ( encenado na BiblioMaison-RJ). LEO CARNEVALE (Diretor Artístico): Em 2022, produz a websérie Em Casa com Afonso e muitos Xodós e participa do Amazônia em Cena na Rua com Os Cenouras, EmClauntrico Valdevínico e Pulitrica, e dirige Superações (Cia Arte Andarilha). Em 2021, dirige websérie Terra que Fala; Pulitrica, no Centro Cultural Luz do Amanhã, Lençóis/BA. Em 2017, dirige "Os Cenouras" - I Mostra Repertório CBTIJ Caixa Cultural RJ. PAULO DENIZOT (Direção de Arte, Iluminação e Cenografia): Trabalha há mais de 15 anos em teatro, show, dança e ópera, com João Falcão, Amir Haddad, Rubens Camelo, Lucio Mauro Filho, entre outros. Fez a Iluminação e cenografia da turnê A pele do futuro, de Gal Costa. Indicado ao prêmio CBTJ em 2019 e ao Prêmio Shell em 2020. MARCELO ALONSO NEVES (Diretor Musical): Faz há 30 anos direção musical e arranjos para teatro. Vencedor do prêmio Cesgranrio 2016 por Amargo Fruto e do Shell 2011 por As Conchambranças de Quaderna. Indicado aos prêmios: APTR2021/2022; Cesgranrio 2018, Shell 2018, APTR 2018 e Botequim Cultural 2018; APTR 2015 e Shell 2015; Cesgranrio 2014; SHELL 2014; Questão de Crítica 2013; Zilka Sallaberry 2012; entre outros. NATÁLIA FONSECA (Figurinista e Cenógrafa): Estilista, figurinista e cenógrafa, graduada pela UVA com cursos de extensão pelo SENAI CETIQT. Desenvolve moda e figurino para carnaval, TV e audiovisual. Na TV Globo trabalhou com Luiz Fernando Carvalho na equipe de figurino de Meu Pedacinho de Chão, Dois Irmãos e Velho Chico. Trabalhou em 13 novelas, 6 longas, peças de teatro, comerciais e escolas de samba.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.