Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Festival de Música Regional em diálogo com as Artes Integradas, a ser realizado no Palácio das Artes, em Belo Horizonte/MG, com projeto de capacitação na área da música em diálogo com outras artes, com a duração de uma semana. Além das atividades educativas proporcionadas pelos recursos do projeto, o Criatura também ofertará outras atividades de formação, capacitação e treinamento de pessoal como contrapartida, em formato de Workshops. As apresentações musicais acontecerão dentro do Festival, e serão apresentadas bandas de música regional que utilizam recursos e tecnologias para integração de diversas artes em sua performance no palco, como dança, teatro, artes visuais, artes digitais, moda, entre outras.
PROGRAMAÇÃO DE PRODUTO PRINCIPAL FESTIVAL/MOSTRA + PRODUTOS SECUNDÁRIOS APRESENTAÇÃO MUSICA, EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAIS E ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS: Data: 13/08/2022 Local: Espaço Palácio das Artes de Belo Horizonte Horário: 13h às 0h Programação: Serão montados 2 palcos - um deles na Sala Juvenal Dias e outro na área externa do Palácio das Artes. As exposições da Feira de Artes Integradas estarão dispostas no espaço de forma a recriar ambientes e interagir com as apresentações. Da mesma forma, os performers serão convidados a se apresentarem junto ao público, convidando-o à participação. No palco, as apresentações musicais serão intercaladas entre música ao vivo e apresentações de DJs. Proposta Curatorial: O conceito do projeto para o próximo ano é justamente compor uma grande jam criativa, reunindo aristas da música autoral belorizontina e artistas de outros segmentos de arte para realizar trocas improvisadas e propostas inusitadas. Desde sua criação, o festival sempre propôs o diálogo, a construção coletiva e o intercâmbio de opiniões. Nesse sentido, em todos os seus eventos realizados, a seleção dos artistas (a curadoria) nunca foi feita de forma centralizada por um pequeno número de curadores, mas sempre em grupo, em processo em rede, a partir de definições conceituais coletivizadas. Dessa forma, pretende-se manter essa mesma estratégia para o evento proposto pelo presente projeto. De forma mais específica, a curadoria considerará a seguinte metodologia: 1. Desenho do universo temático: Os artistas convidados são o primeiro passo para situar o festival dentro de um estilo próprio. Depois, a equipe central do Festival Criatura convida alguns especialistas de cada segmento para conduzir o processo de cada área. Com esses especialistas, normalmente artistas, são realizadas reuniões e encontros para debater e definir um conceito mais fechado dos eventos. Como o Festival Criatura objetiva a mescla artística e a improvisação, essa etapa é fundamental para que um recorte seja feito, ou seja, para situar um universo temático específico de trocas e experimentações. Por exemplo, o evento "Vai Tomando Sabotage" propôs um conceito voltado à arte urbana e às musicalidades negras e, até por isso, o local de realização e os artistas foram selecionados. Então, essa etapa define, em palavras mais justas, a linha curatorial de cada evento. Além disso, nesta etapa os artistas são propostos de forma a abranger o maior número de regionais de atuação, gêneros e cores de pele, a fim de se alinhar aos critérios de democratização propostos no presente projeto. 2. Fechamento da Programação A partir dessa definição, que já é coletiva (pois envolve em torno de cinco a dez pessoas - os realizadores, parceiros e especialistas), estes profissionais especialistas partem para dialogar com artistas de suas áreas e prospectá-los (não somente sobre sua possibilidade de agenda e valores de cachê), mas por seu interesse e proximidade no envolvimento com a linha curatorial estabelecida. Daí, depois de muitos nomes e trabalhos levantados, a partir dessa pesquisa e prospecção realizada, mais uma vez o grupo se encontra para ouvir as propostas de cada profissional (de cada segmento) e definir, assim, coletivamente, a grade de programação do evento. PROGRAMAÇÃO: 1 Artista de Música Regional de projeção nacional: 4 Bandas de Música Regional de projeção local 1 Banda de Música Regional de projeção nacional 5 DJs locais que tocam músicas autorais e regionais de Belo Horizonte e de outras cidades brasileiras 1 Feira de Artes com artistas de artes plásticas, publicações, moda, artesanato, entre outros 2 Artistas de Performance para realizar apresentações espontâneas em interação com a música e com o público
Objetivo Geral: Inserir Minas Gerais em um contexto mais atual de produção cultural, explorando os novos usos das linguagens artísticas e tecnológicas no fazer cultural, valorizando as diversidades como potenciais criadoras de identidades coletivas, contribuindo para a difusão e formação de público de artistas e profissionais locais e buscando a co-participação em prol do desenvolvimento de cidadãos ativos culturalmente e politicamente. Objetivos Específicos: Produto Festival/Mostra (Produto Principal)Realização de 1 evento de apresentações musicais em interação com uma feira de artes integradas a preços populares para 1000 pessoas no Palácio das Artes. Horário: 13h às 0h. As exposições da Feira de Artes estarão dispostas no espaço de forma a recriar ambientes e interagir com as apresentações. Da mesma forma, os performers e dançarinos serão convidados a se apresentarem junto ao público, convidando-o à participação. No palco, as apresentações musicais serão intercaladas entre música regional ao vivo e apresentações de DJs. Produto Apresentação Musical: 10 apresentações de música regional autoral de artistas independentes de Belo Horizonte, sendo 5 (cinco) bandas locais (4 de projeção local e 1 de projeção nacional) e 5 (cinco) de DJs locais Produto Curso / Oficina / Estágio Realização de 4 Oficinas de Capacitação para um público total de 90 pessoas: Oficina de Ferramentas de Diálogo aplicadas à Comunicação para a Mobilização Social, com Nathalia Varges para 30 pessoas integrantes de coletivos, grupos e entidades que realizam ações culturais comunitárias. Realizada no Centro de Formação Artística e Tecnológica - CEFART do Palácio das Artes, com a carga horária de 8h. Oficina Para Fabular quintais, com Efe Godoy3 Oficinas para 20 pessoas cada, ministrada nos seguintes locais: Centro Cultural Liberalino Alves de Oliveira (Lagoinha), Centro Cultural Vila Santa Rita, na região do Barreiro e Centro Cultural Venda Nova. Para participar da oficina, é simples, é só ter o desejo de contar histórias em formato de poesia é desenho, pessoas LGBTQIA+, negras, indígenas e PCD terão preferência. Produto Contrapartidas Sociais - WorkshopsRealização de 3 workshops no Centro de Formação Artística e Tecnológica - CEFART do Palácio das Artes, reunindo o número de 9 participantes, incluindo os oficineiros e convidados, para um público de 150 pessoas. Workshop 1: Música e Novas Tecnologias; Workshop 2: Música e Artes Visuais; Workshop 3: Ferramentas de Mobilização Social para Músicos. Comprovação: Registros:Fotográfico e Videográfico, Contratos com artistas, Certificados aos participantes das oficinas, Formulários de Inscrição Resultados esperados mensuráveis através do formulário de inscrição para as oficinas e fichas de cadastro da programação. Paridade de participação entre gêneros, raças, regionais, estudantes egressos de escolas públicas, moradores de áreas de vulnerabilidade social.
A terceira edição do Criatura, projeto de capacitação em artes integradas, é uma ação de continuidade de um trabalho que vem sendo desenvolvido desde o ano de 2015. O projeto atende satisfatoriamente não apenas um, mas vários dos objetivos da Lei Rouanet, conforme justificado a seguir: Art 1º | I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso [...]; Art 3º | II - fomento à produção cultural e artística [...]: e) realização de exposições, festivais de arte e [...]; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais [...]: a) distribuição gratuita e pública de ingressos [...]; b) levantamentos, estudos e pesquisas [...]; V - apoio a outras atividades [...]: b) contratação de serviços [...]; Ao realizar um festival de caráter educativo e cultural, buscamos despertar o público para a percepção e o conhecimento da diversidade de expressões artísticas presentes na cidade, promover uma troca de experiências sobre criação, produção, circulação, exportação, difusão, formação e mobilização entre integrantes de peso da nossa cena artística e iniciantes da área. O Festival atua num processo de aproximação e união das pessoas pela vivência da cultura. Apesar de acontecer no centro da cidade, o projeto busca a descentralização do consumo e produção cultural ao trazer visibilidade central atores de diferentes regionais e região metropolitana, em um modelo de encontro anual que poderá possibilitar futuras produções e trocas em espaços espalhados por diferentes locais durante o resto do ano, a partir da integração proporcionada pelo festival. Desta forma pretendemos alinhar os objetivos pedagógicos de formação do público aos objetivos de reconhecimento identitário de caráter cultural. O conceito do festival propõe a heterogeneidade e integração entre as diferenças e processos de produção que reforçam a diversidade como fator de sustentabilidade. Nosso plano de mobilização constrói uma base potencial, em um sistema crescente de conhecimento sobre quem são, verdadeiramente, os públicos belorizontinos. Buscamos criar aproximação e união das pessoas pela vivência da cultura, em um encontro anual que possibilita produções coletivas constantes ocupando a cidade. Atuamos pela descentralização, reunindo atores de todas as regionais da cidade. Fazemos contato com instituições, coletivos e atores sociais a fim alcançar, convidar e incluir pessoas que nem sempre têm acesso aos circuitos de informações e consumo de arte em BH. Art 1º | II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira [...]; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento [...]; No meio artístico, Minas Gerais é tomada como referência nacional em várias linguagens e expressões, revela continuamente uma arte original e inovadora, sem dúvidas, uma das mais ricas produções artísticas do país. Ao partir do recorte estadual, o festival irá criar uma amostragem da qualidade daquilo que é produzido em MG para um contexto nacional e internacional. Durante a fase de pré-produção das duas primeiras edições do Criatura tivemos conhecimento e contato com instituições, coletivos e atores sociais que compartilham do nosso posicionamento na direção de descategorizar o olhar para as produções artísticas. As pesquisas para a mobilização dos públicos desencadearam em um mapeamento de iniciativas artísticas locais, e em uma potencial base de dados que irão contribuir para a ampliação da rede de alcance em relação às edições anteriores, que foram realizadas respectivamente em novembro de 2019, abril de 2021, agosto de 2022 e agosto de 2024. O projeto propõe uma articulação de coletivos parceiros na construção do Festival, evidenciando o alto poder de mobilização da causa da cena cultural local. Nesta terceira edição, propomos uma abrangência ampla da cena cultural local, de forma que esta rede seja traçada de dentro para fora, e que estabeleça conexões fortes para as próximas edições. Esta metodologia de articulação que parte de dentro incorpora o sentimento de apropriação do festival por parte da cena cultural local, como uma possibilidade anual de encontros com profissionais e artistas, de experimentações e formação cultural. Será uma projeção do momento artístico atual do estado, de seus personagens e de sua dinâmica, que promete crescer a cada ano abrangendo cada vez mais artistas, expandindo a rede que vem sendo tecida do micro para o macro, ultrapassando as fronteiras de Belo Horizonte e região metropolitana para proporcionar encontros com produções de outras cidades, estados e, posteriormente, outros países. Art 1º | III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das [...]; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira [...]; As músicas instrumentais possuem maiores dificuldades de circulação e sobrevivência em meios de comunicação tradicional, e no mercado da música. A programação artística e a seleção dos alunos serão definidas com critérios de descentralização e de busca pela equidade de participação entre raças e gêneros (inclusive os não binários). A diversidade dos artistas e públicos presentes possibilita a representação de diversas manifestações culturais tradicionais, com raizes nas diversas matrizes que compõe a sociedade brasileira que, apesar de híbrida, mantém forte as expressões e sabedorias de antepassados nativos, negros ou imigrantes de diversas regiões do mundo. Da mesma forma, os momentos de conversa presentes no festival fazem com que esses diversos perfis de artistas troquem experiências, elevando o nível do trabalho artístico e criando laços entre produtores de arte local, fomentando novas produções. Dados Sociais - Histórico do Criatura: Participantes por cor: 47% negros 35% brancos 1% indígenas 17% não declarantes; Por educação escolar: 67% escolas públicas; 14% escolas particulares 18% misto; Por gênero: 48% mulheres 44% homens 8% outros; Por regionais/cidades: Alcançamos participantes de todas as 9 regionais de Belo Horizonte, além de 11 cidades do interior ou região metropolitana e 1 do RJ: Jequitinhonha, Pirapora, Brumadinho, Sarzedo, Sabará, Itaúna, Itabirito, Contagem, Ribeirão das Neves, Betim e Rio de Janeiro. Art 1º VII - desenvolver a consciência internacional [...]; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais [...]; Difusão de música instrumental,que possui maiores dificuldades de circulação, o que prejudica a popularidade das bandas e sua sobrevivência no mercado da música. As bandas regionais serão escolhidas de acordo com sua capacidade de trabalhar com as artes de forma integrada em sua performance no show, como danças, exposições, performances, projeções, cenografia, jogos de luz e outras interações com o uso de novas tecnologias. O olhar para as artes em sua heterogeneidade está mais alinhado e mais coerente com as tendências das produções artísticas atuais globais, além de poder ampliar as possibilidades de criação artística dentro do contexto atual de novas tecnologias de produção. O festival irá explorar as tecnologias em sua relação com as artes, como novas ferramentas (materiais ou metodológicas) que permitem a invenção de novos tons, novos arranjos e possibilidades nos processos criativos. A própria escolha dos métodos de criação e as intervenções possibilitadas pelas artes integradas não só tornam viável uma maior exploração do potencial expressivo das obras, como também a compõe. Novas tecnologias de comunicação, mobilidade, empreendedorismo, pesquisa e produção criam novas relações pessoais, registram o passado e conectam com o que está à frente, mantém as conexões e integram novas criações. Atuamos em conformidade com os seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU: 4 - Educação de Qualidade; 5 - Igualdade de Gênero; 8 - Trabalho Decente e Crescimento Econômico; 10 - Redução das desigualdades; 11 - Cidades e Comunidades Sustentáveis
Público alvo Metas de público: Festival e Apresentações Musicais: 23/08: 1000 jovens e adultos com incentivo à presença das diversidades. Oficinas: 90 adolescentes, jovens e adultos, estudantes e professores de escolas públicas; 50% (mínimo) de negros; 50% (mínimo) de mulheres; 100% das regionais/cidades de inscritos atendidas; Contrapartida: 300 estudantes, pesquisadores e interessados em artes, comunicação, educação e tecnologias, estudantes e professores de escolas públicas; 9 especialistas convidados das mesas. O público do evento é diverso devido à diversidade da programação. Para as oficinas e rodadas de conversa esperamos adolescentes, jovens e adultos devido à programação que os contempla, além de jovens e adultos participando das feiras e programação. Durante os eventos esperamos como públicos jovens e adultos amantes das artes e das diversas possibilidades de produção artística, interessados em novas experiências, conectados com o novo em âmbito global, curiosos e interessados. Tratam-se de estudantes universitários, alunos de projetos, jovens do ensino médio, frequentadores de shows, cinemas e centros culturais, ouvintes de músicas, classe artística, educadores, empresários, profissionais da cultura e formadores de opinião. A programação e divulgação irão atender pessoas de 15 a 50 anos, de todas classes, da sede e região metropolitana de Belo Horizonte. Para uma ação de divulgação mais efetiva, serão realizadas parcerias com instituições, de diversos âmbitos sociais, ligadas a música e / ou a valorização e difusão da cultura. Devido ao planejamento de mobilização social que é realizado pelo festival, e aos critérios de seleção de alunos - de diversas regionais, cidades da região metropolitana, e busca a equidade de participação entre raças e gêneros (inclusive os não binários) - esperamos alcançar públicos descentralizados e a presença das diversidades. Plano de Mídia: A comunicação do festival será uma ação de mobilização para reunir e fomentar verdadeiramente a cena artística da cidade e região metropolitana. O objetivo é a participação, a movimentação de artistas e públicos como agentes da causa. Agiremos para que todos os artistas e aprendizes de arte da cidade tenham acesso às ações do projeto: - Planejamento de Mobilização Social: Thais Oliveira - mobilizadoracontratado, integrante do grupo de circo As Gêmeas, ativista na comunidade LBGTQIA+. - Gerenciamento de Comunicação Online: 22 graus - agência de comunicação com expertise em produção de conteúdo, monitoramento de redes sociais, impulsionamento estratégico de publicações, email marketing. - Assessoria de Imprensa: Dobra - empresa especializada na área da Cultura - Site: Local online onde serão reunidas todas as informações sobre os eventos, os links para os formulários de inscrição nas oficinas, assim como todo o acompanhamento dos processos de seleção. - Spot para rádio e whatsapp - difundido através da assessoria de imprensaWhatsapp - grupo de amigos e parceiros do festival com objetivo de realizar sorteios de divulgação e ampliar as ações das redes sociais. - Teasers de divulgação: Pílulas de video criadas com a contratação de uma produtora de vídeo.Peças Gráficas: 300 Cartazes: A3 (297 × 420) Couchê Couche Liso - 150g 1000 Flyers: A5 (15x21cm), 4x4 Cor(es), Couche Liso - 150g - Frente e verso 1 Banner: 90 x 120 cm 4x0 (colorido, sem branco) Lona Fosca 280g Acabamento: Bastão e Nylon 1 Pórtico de entrada: 100 x 300 cm Cores: 4x0 (colorido, sem branco) Lona Fosca 280g Acabamento: Ilhós nas 4 pontas 200 Camisas: preta, 100% algodão, estampa só frente A4 policromia Ações integradas com os parceiros para a divulgação dos formulários de inscrição: O local proposto, o Palácio das Artes, foi pensado de forma estratégica, visando atender à região metropolitana da capital, em especial pela facilidade de acesso por meio do metrô e de diversas linhas de ônibus. Cuidaremos para que as informações cheguem aos jovens de regiões periféricas, através de um planejamento de ações específicas para as formas de comunicação eficazes nas comunidades. As inscrições serão realizadas de formas acessíveis online e offline. Exemplos de ações: - Seleção de programação artística e de alunos com critérios de descentralização e de busca pela equidade de participação entre raças e gêneros (inclusive os não binários). Desta forma pretendemos dialogar com seus respectivos públicos e amigos, para trazer pessoas de diversas regiões de BH e cidades ao entorno, e pela presença das diversidades. - Inclusão de participantes de todas as regionais da cidade nas atividades, através de um Planejamento de Mobilização Social que irá mapear coletivos e grupos de jovens de regiões diferentes para que nos auxiliem na descentralização da informação; - Para uma ação de divulgação mais efetiva em comunidades e regiões periféricas serão realizadas parcerias com instituições como o Fórum das juventudes, a Fa.vela, Observatório da Juventude e escolas, de diversos âmbitos sociais, ligadas a atividades artísticas e / ou a valorização e difusão da cultura; - Não divisão por gêneros dos banheiros, levando em consideração que a forma tradicional dessa divisão comporta apenas dois, de muitos gêneros possíveis; - Os locais das artividades são todos equipamentos públicos totalmente preparado para receber as juventudes, em toda a sua diversidade. Tratam-se de espaços conhecidos por todo tipo de público, que se sentem à vontade em um espaço não-segregador; - Facilitação do acesso pela população aos bens e serviços gerados pelo projeto, promovendo a gratuidade das atividades - Disponibilização de registros audiovisuais das atividades na internet; - Capacitação de agentes culturais nas oficinas e Rodadas de Conversas (público "Agentes Culturais" inserido no plano de mobilização); Ações como o Plano de Mobilização que, de maneira geral, permitem maior acesso aos bens e serviços culturais gerados pelos projetos. IMPACTO AMBIENTAL O Festival Criatura se compromete a realizar as seguintes ações para minimizar os impactos ambientais: ‐ Respeitar os horários de início e término das apresentações, pré‐definidos e acordados junto à Secretaria Municipal de Meio Ambiente; ‐ Manter a sonorização nos níveis recomendados pela legislação, para evitar incômodo às comunidades ao entorno, observando a Lei do Silêncio; ‐ Enfatizar o uso de materiais recicláveis nas ambientações cenográficas e sinalização do evento; ‐ Recolhimento de dejetos deixados pelos espectadores dos espetáculos; ‐ Solicitar, através de microfone, antes e depois das apresentações, que as pessoas recolham seus lixos e se preocupem com a limpeza da cidade. O projeto realizará apresentações de artistas locais e não possui um plano de deslocamentos.
Produto Principal: Festival/Mostra a) Beneficiários: 1000 pessoas. Ingressos vendidos a preços populares e 50% destinados a alunos de escolas públicas. b) Justificativa: Ao realizar um festival de caráter educativo e cultural, buscamos despertar o público para a percepção e o conhecimento da diversidade de expressões artísticas presentes na cidade, promover uma troca de experiências sobre criação, produção, circulação, exportação, difusão, formação e mobilização entre integrantes de peso da nossa cena artística e iniciantes da área. Pretendemos alinhar os objetivos pedagógicos de formação do público aos objetivos de reconhecimento identitário de caráter cultural. O próprio conceito do festival propõe a heterogeneidade e integração entre as diferenças e processos de produção que reforçam a diversidade como fator de sustentabilidade. Propomos uma abrangência ampla da cena cultural local, de forma que esta rede seja traçada de dentro para fora, e que estabeleça conexões fortes para as próximas edições. c)objetivos, das atividades e do formato do evento: O Criatura é um festival de caráter educativo e cultural que se enquadra na área de Música Regional, pois atua para incentivar a produção autoral de artistas mineiros. Chegando à 5ª edição em 2025, o festival é o encontro das artes e público em suas diversas formas. Seus principais conceitos são a interação e a proposta de um contato mais profundo entre os participantes, através de atividades de apresentação musical e vivência coletiva. Propomos uma imersão na dissolução da fronteira entre artistas e público, palco e platéia, em uma reunião de diferentes linguagens em interação e diferentes gêneros e estilos de se produzir arte; um encontro de artistas e públicos de diferentes segmentos, níveis profissionais e diferentes tribos. É um festival marcado por expressões artísticas com uso de novas tecnologias que exploram diferentes sentidos em uma mesma obra e permitem a interação com o espectador; formatos multimídia e transmídia; novas linguagens concebidas na interação. As atividades de formação duram 1 semana antes do evento, e o encerramento será em um sábado, com shows de música regional que se estendem até a madrugada de domingo. Programação de atividades descritos nos respectivos produtos. Produto: Apresentação de Musica a) beneficiários do produto da proposta e forma de seleção: 1000 pessoas. O público das apresentações é o mesmo público do festival. Para uma contagem de públicos não acumulativa, no Plano de Distribuição o público deste produto foi indicado como 1. Os ingressos serão vendidos a preços populares e 50% serão destinados a alunos de escolas públicas. b) justificativa acerca do conteúdo ou acervo indicado para o segmento de público a ser atingido, no caso de mostra; Considerando que, para fins de enquadramento na Lei de Incentivo à Cultura, música regional é aquela cuja execução é feita EXCLUSIVAMENTE por artistas regionais. As apresentações musicais ao vivo do festival serão todas de música autoral local, levando em consideração a necessidade de valorizar e apresentar as bandas do segmento já que artistas que querem propagar novas canções ainda nao conhecidas pelo grande público e nao veiculadas nos meios de comunicação de massa possuem maiores dificuldades de circulação em meios de comunicação tradicional, como rádio e TV. Essa dificuldade de circulação das músicas prejudica a popularidade das bandas e sua sobrevivência no mercado da música. c) detalhamento dos objetivos, das atividades e do formato do evento: Sala Juvenal Dias: 18:00 - Show de projeção local 1 20:00 - Show de projeção local 2 Área Externa: 13:00 - DJ 1 16:00 - Show de projeção local 3 17:00 - DJ 2 19:00 - DJ 3 21:00 - DJ 4 21:00 - Show de projeção local 4 22:00 - DJ 5 23:00 - Show de projeção nacional d) indicação do curador, dos componentes de júri, da comissão julgadora ou congênere, quando houve: A curadoria serárealizada pela produção do Festival, de acordo com critérios curatoriais definidos no projeto, na sessão "Sinopse da Obra" Oficina/Workshop: Oficina de Ferramentas de Diálogo aplicadas à Comunicação para a Mobilização Social, com Eveline Xavier a)Beneficiários totais: 30 Estudantes e professores de escolas públicas selecionados segundo critérios de descentralização e democratização do acesso. Será selecionado pelo menos 1 aluno de cada regional representada entre os inscritos, com equidade entre gêneros, raças. b) A instituição e a educadora exploram temas capazes de dialogar com amúsica de forma integrada com as ferramentas de diálogo e mobilização. O uso de tecnologias inovadoras, metodologias colaborativas e de grande potencial expansivo também são critérios que direcionam nossa seleção. c) Promover acesso dos coletivos musicais à facilitação de processos de mapeamento de públicos, de análise das relações entre um grupo ou entidade popular e seus públicos e, por fim, de produção de conhecimento coletivo sobre temáticas de interesse público. d) Mapeamento visual de públicos e vínculos, mapas falados de territórios populares, linhas do tempo afetivas, processos de design colaborativo e de facilitação gráfica são alguns exemplos do uso de ferramentas de diálogo no trabalho, promovido pela oficina, de fortalecimento da comunicação das iniciativas comunitárias e de promoção da cidadania. A oficina abordará e promoverá uma breve experimentação em torno de tais ferramentas. e) Fundamentadas nos princípios do Diagnóstico Rural Participativo (DRP), as ferramentas de diálogo disponibilizam recursos visuais interativos para que grupos construam coletivamente reflexões sobre seus contextos, trajetórias, propósitos, rede de relações, desafios e potencialidades. Na oficina, tais ferramentas ganharam um desenvolvimento próprio, por meio do cruzamento com princípios, conceitos e metodologias da comunicação para a mobilização social. Nathália Vargens: Relações Públicas é mestra em Comunicação Social pela UFMG, é especialista em processos de comunicação para mobilização social e atua há 6 anos na AIC em projetos voltados ao fortalecimento de iniciativas e organizações da sociedade civil. f) O primeiro encontro será voltado à apresentação de um panorama das ferramentas de diálogo aplicadas à comunicação para a mobilização social. O segundo encontro será voltado à experimentação, de acordo com demandas concretas dos participantes, de um processo de produção de conhecimento coletivo com a utilização de uma ferramenta de diálogo. Carga horária: 08 horas, distribuídas em dois encontros. Datas: 19/08/2025 (14h às 18h) e 20/08/2025 (14h às 18h) Local: Cefart - Palácio das Artes
FESTIVAL/MOSTRA (Produto Principal) Acessibilidade física: Banheiro químico. - Medida de acessibilidade. Banheiro adaptado a portadores de necessidades especiais. Acessibilidade para deficientes visuais: Narrador de audiodescrição - Medida de acessibilidade. Serviço de audiodescrição de obras expostas no festival. Acessibilidade para deficientes auditivos: Intérprete de libras - Medida de acessibilidade. Serviço de intérprete de libras para comunicação de atividades do festival a pessoas com deficiência auditiva. APRESENTAÇÃO MUSICAL Acessibilidade física: Banheiro químico P.N.E. adaptado a pessoas com necessidades especiais.- Medida de acessibilidade. Banheiro adaptado a portadores de necessidades especiais. Acessibilidade para deficientes visuais: Narrador de audiodescrição - Medida de acessibilidade. Serviço de audiodescrição de obras expostas no festival. Acessibilidade para deficientes auditivos: Intérprete de libras - Medida de acessibilidade. Serviço de intérprete de libras para comunicação de atividades do festival a pessoas com deficiência auditiva. OFICINA/WORKSHOP Acessibilidade física: Banheiro químico - Medida de acessibilidade. Banheiro adaptado a portadores de necessidades especiais. Acessibilidade para deficientes visuais: Audiodescrição - Medida de acessibilidade. Serviço de audiodescrição de obras expostas no festival. Acessibilidade para deficientes auditivos: Intérprete de libras - Medida de acessibilidade. Serviço de intérprete de libras para comunicação de atividades do festival a pessoas com deficiência auditiva. CONTRAPARTIDAS SOCIAIS Acessibilidade física: Banheiro químico - Medida de acessibilidade. Banheiro adaptado a portadores de necessidades especiais. Acessibilidade para deficientes visuais: Audiodescrição - Medida de acessibilidade. Serviço de audiodescrição de obras expostas no festival. Acessibilidade para deficientes auditivos: Intérprete de libras - Medida de acessibilidade. Serviço de intérprete de libras para comunicação de atividades do festival a pessoas com deficiência auditiva.
Incisos/medidas do art. 21 da IN nº 02/2019 do Ministério da Cidadania serão adotadas no projeto, e em qual atividade: Para todos os produtos do projeto, inclusive o produto principal Festival/Mostra: III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22; IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias; Relativo aos produtos OFICINA/WORKSHOP e CONTRAPARTIDA SOCIAL: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22; Atividades gratuitas oferecidas pelo projeto (diferentes da Contrapartida): Oficina de Ferramentas de Diálogo aplicadas à Comunicação para a Mobilização Social, com Eveline Xavier, para 30 pessoas integrantes de coletivos, grupos e entidades que realizam ações culturais comunitárias. Realizada no CEFART - Palácio das Artes com a carga horária de 16h. Oficina Para Fabular quintais, com Efe Godoy3 Oficinas para 20 pessoas cada, ministrada nos seguintes locais: Centro Cultural Liberalino Alves de Oliveira (Lagoinha), Centro Cultural Vila Santa Rita, na região do Barreiro e Centro Cultural Venda Nova. Para participar da oficina, é simples, é só ter o desejo de contar histórias em formato de poesia é desenho, pessoas LGBTQIA+, negras, indígenas e PCD terão preferência.
Direção Geral - Daniel Pettersen Estudante de Artes Visuais (UFMG) e música, coordena a produção do coletivo Vai Tomando. Entre suas experiências anteriores se destacam a direção das 4 edições do Festival Criatura - Festival de Artes Integradas (2019, 2021, 2022 e 2024); do Podcast Criatura (2024),do Festival Vai Tomando Sabotage, na Serraria Souza Pinto (2016), da“JAM VaiTomando” (2016), da produção das duas edições do “Baile Black” (2016), a gestão cultural do espaço Tupis 1044 (2016), do Festival “Vai Tomando”, no Hotel Diamante (2015), a produção do evento “Vai Tomando Arraiá” (2015)produção do programa “Vai Tomando”, veiculado na rádio UFMG Educativa (2015) a produção das três edições “Mostra Expressa”, do Cineclube Fafich (2014, 2015), da “Mostra Nômade” do Cineclube Fafich (2015), do lançamento do documentário “Sabotage: Maestro do Canão” em BH (2015), do evento “Multirão de Graffite”, na Escola Estadual José Mendes Júnior (2015), das duas edições do evento “Medo e Delírio em BH” (2014),da “Ocupação”, da Assembleia Popular Horizontal (2013), partipação nas bandas Red Felps (2012 a 2014) e CozinhaFunk Espanca (2014 e 2015). Direção de Produção e Direção Administrativa e Financeira - Ana Carolina Andrade É mestre em Comunicação Social - hab. Relações Públicas (UFMG), coordenadora de produção da produtora cultural Vai Tomando (2015 a 2024), foi gestora administrativa-financeira da Cria Cultura (2024), professora de Comunicação no Lá da Favelinha (2015 a 2022), Produtora Cultural no CineFonteira, antigo Cineclube Fafich (2015, 2016, 2017). Entre suas experiências anteriores se destacam a coordenação de produção e gesão administrativa e financeira das 4 edições do Festival Criatura - Festival de Artes Integradas (2019, 2021, 2022 e 2024); do Festival Vai Tomando Sabotage, na Serraria Souza Pinto (2016), do filme "Colhões" de Maria Eduarda Gambogi e LuizMalta (2016), da“JAM Vai Tomando” (2016), da produção das duas edições do “Baile Black” (2016), a gestão cultural doespaço Tupis 1044 (2016), do Festival “Vai Tomando”, no Hotel Diamante (2015), a produção do evento “Vai TomandoArraiá” (2015) produção do programa “Vai Tomando”, veiculado na rádio UFMG Educativa (2015), da produção das trêsedições “Mostra Expressa”, do Cineclube Fafich (2014, 2015), da “Mostra Nômade” do Cineclube Fafich (2015), dolançamento do documentário “Sabotage: Maestro do Canão” em BH (2015), do evento “Multirão de Graffite”, naEscola Estadual José Mendes Júnior (2015), das duas edições do evento “Medo e Delírio em BH” (2014), da“Ocupação”, da Assembleia Popular Horizontal (2013), Entre suas experiências anteriores se destaca a ProduçãoCultural na rádio UFMG Educativa (2011), o Estágio em Assessoria de Comunicação na Secretaria de Estado de DefesaSocial - SEDS (2012), a pesquisa “Acesso à Comunicação Digital”: contribuições para o protagonismo juvenil emBrumadinho junto ao Instituto Inhotim, a elaboração do planejamento das atividades de comunicação do Programa doVoluntariado da Classe Contábil. (2013), o estágio em Produção Cultural no Instituto Oi Futuro BH, o ensino de Comunicação no Projeto Compaixão (2014), a coordenação de produção das duas edições do “Festival Medo e Delírioem BH” (2014). Assessoria de Imprensa - Julianna de Sá Idealizadora e gestora da DOBRA - comunicação e outros desdobramentos, onde atua desenvolvendo projetos culturais, fazendo planejamento de carreira e comunicação e assessoria de imprensa voltada para o mercado da música. Como assessora de imprensa, foi responsável pelo lançamento de discos de Aíla, Arthur Nogueira, Biltre, Castello Branco, Ceumar, Davi Moraes, Fernando Temporão, Iconili, Jards Macalé, Julia Branco, Julia Vargas, Kika, Luiza Brina, Pietá, Qinho, Sérgio Pererê e outros. Também cuidou da comunicação de projetos como Música Mundo, Festival Criatura, Festival Circuladô, Super Violão Mashup, Festival Musicar, Festival Dobradinhas+ e outros. Em 2018, gerenciou a comunicação do Festival Musicar, maior festival de música para criança do país. No mesmo ano, idealizou o projeto Pra Gira Girar, que celebra a obra dOs Tincoãs. Mobilização Social - Thais Oliveira Thais Oliveira é uma produtora cultural com ampla experiência na integração de tecnologia e inovação em projetos culturais. Com atuação desde 2012, fundou a Cia Gêmea e idealizou iniciativas como o Festival Palhaça na Praça e o Conexão Circo BH. Ao longo de sua carreira, Thais vem explorando as intersecções entre arte, tecnologia e ações comunitárias, aplicando ferramentas como design UI/UX, marketing digital e gestão de redes sociais em seus projetos. Além disso, possui formação em Análise e Desenvolvimento de Sistemas, o que fortalece sua capacidade de usar soluções tecnológicas para otimizar a produção cultural e promover a inclusão e diversidade. Coordenação de Comunicação - 22 Graus Conduzida por Denise Botelho, a 22 Graus Comunicação e Marketing é formada por uma equipe que possui bagagem no planejamento e implementação de projetos nas áreas da comunicação corporativa e relações públicas. A 22 Graus desenvolve Estratégias de Comunicação e Relacionamento com os diversos públicos da empresa, como Clientes, Imprensa, Comunidades, Lideranças, Autoridades, entre outros. Alguns cases: Reaização do Fórum de Investimento e Negócios de Impacto, junto à Baanko e à ICE, com co-realização da NaAção e HubSocial, o FINI 2018, patrocínio do MaterDei, UniBH e ImpactLab e apoio oficial da Fundação Dom Cabral; eventos de Lançamento de produtos, campanhas de MKT digital, produção de conteúdo de Redes Sociais para a empresa Cozinha Nesher; Produção de Vídeo (Planejamento, roteiro, direção e acompanhamento da produção): Uber, Grupo Delp, Cedro Têxtil Campanhas de Comunicação Interna: Cemig.
PROJETO ARQUIVADO.