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"Encruzilhadas" é um projeto de média-metragem, que terá média de duração de 20 minutos, e será rodado no centro da cidade de Salvador. O assunto abordado é a vulnerabilidade social de ex-presidiários que tentam se reinserir no mercado de trabalho, fugindo da criminalidade. Além disso, engloba a espiritualidade como força livradora dos males e impulsionadora nas decisões de vida.
LOGLINE Um ex-presidiário está de volta às ruas de Salvador trabalhando como vendedor de amendoins torrados, mas dificuldades financeiras e descaso populacional podem fazê-lo voltar ao crime. SINOPSEApós dez anos na Penitenciária Lemos de Brito, Zero está de volta às ruas e disposto a se reinserir na sociedade de maneira honesta, mas percebe que não é tão fácil assim conseguir emprego na condição de ex-presidiário e semianalfabeto. A única maneira que encontra de trabalhar é vendendo amendoins torrados no centro da cidade de Salvador, mas dificuldades financeiras e descaso populacional o revoltam. O reencontro com um antigo colega do presídio, traz à tona seu desejo de ser visto, e o crime se mostra como solução. Pendendo a forjar um assalto, a voz de sua falecida mãe é a luz da Pomba Gira na Encruzilhada, que o fará manter-se vivo, o guiando a uma gira de terreiro de Umbanda, enquanto seu comparsa troca tiros com a polícia.
Objetivo geral: produzir um média-metragem de ficção de 20 minutos que discuta a vulnerabilidade social de ex-presidiários que tentam se reinserir na sociedade. Objetivos específicos: 1. Apresentação do filme em festivais ao redor do país e no mundo. 2. Apresentação do filme em exibições abertas ao público em salas de cinema em Salvador ou em cineclubes abertos. 3. Divulgação do filme no Youtube após 1 ano de exibições em festivais e salas de cinema. 4. Apresentação do filme em canais abertos.
No Brasil, existem algumas leis e políticas que visam facilitar a inserção de ex-presidiários no mercado de trabalho. Algumas delas são: Política Nacional de Trabalho no Âmbito do Sistema Prisional (Pnat): Instituída pelo Decreto nº 9.450/2018, essa política tem como objetivo permitir a inserção de pessoas privadas de liberdade e egressas do sistema prisional no mercado de trabalho e na geração de renda. No ano de 2010, pelo menos 9 governos estaduais e prefeituras _ donde a prefeitura de Salvador está incluída _ aprovaram leis que obrigam ou estimulam empresas contratadas pelo poder público a ter uma cota de 2% a 10% de ex-presos entre os funcionários. Contudo, segundo análise dos Programas da Custódia e Reintegração Social da População Penal, no ano de 2022 em Salvador, apenas 4,74% dos ex-detentos declaram ter conseguido carteira assinada. Temos também a Lei de Execução Penal (LEP): De acordo com a LEP, a relação trabalhista de presos não está sujeita ao regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Isso significa que os empresários ficam isentos de encargos como férias, 13º salário e recolhimento ao FGTS. Essas iniciativas buscam não apenas a ressocialização dos ex-presidiários, mas também a redução da reincidência criminal, oferecendo oportunidades de emprego e reintegração social. Uma das grandes dificuldades encontradas é a falta de estudos, já que mais de 75% possui apenas o Ensino Fundamental Completo. Segundo o relatório do Departamento Penitenciário Nacional (2017), o Brasil, em 2016, contava com mais de 250.000 pessoas presas, taxa de 175% de ocupação dos presídios e um total de 1.456 unidades penais, ocupando a posição de 3º país com a maior população carcerária do mundo. Devido às condições subumanas do cárcere, as unidades não se preocupam com a formação e o desenvolvimento de valores humanos básicos, contribuindo com a reincidência, que ultrapassa o índice de 80% dos casos, e é agravada pela falta de oportunidade de trabalho. "O ex-presidiário que não consegue se fixar, volta para a criminalidade. E quem paga é a sociedade." _ afirma Mauro Rogério Bitencourt, coordenador do programa de reintegração social da Secretaria de Administração Penitenciária. O preconceito é o maior desafio que os egressos enfrentam, e que leva as empresas a não contratarem essas pessoas, muitas vezes, amparadas pelas políticas internas das organizações. Sem educação, qualificação e quebra de paradigmas não é possível diminuir o índice de reincidência ao crime. O sistema prisional brasileiro não foi criado para ressocializar o apenado, pois não oferece educação efetiva, como está disposto na LEP, mas foi criado e continua existindo a fim de reprimir e punir as pessoas que cometem crimes. A reinserção de egressos no mercado de trabalho é um esforço conjunto da sociedade, que envolve mudanças na estrutura do sistema prisional, quebra de paradigmas sociais, esforço do reeducando e abertura de mercado pelas empresas, sempre conjunta com a atuação do Estado na defesa e promoção dos interesses desses ex-detentos. "Encruzilhadas" tem como intuito trazer a discussão de todas essas pautas, de maneira sensível e profunda, colocando a desigualdade social em evidência, o que imbrica diretamente no debate sobre a vulnerabilidade das camadas populares menos favorecidas. Muitos desses cidadãos e cidadãs que não conseguem emprego e tentam fugir da criminalidade ao sair do sistema carcerário, são obrigados(as) a buscar outros meios de sobrevivência com trabalhos informais _ a venda de amendoins é uma dessas alternativas, e é a escolhida por Zero, nosso protagonista, inspirado nos tantos ex-presidiários desse país e numa pessoa real conhecida pelo roteirista e diretor do projeto. Utilizar-se do centro da cidade como eixo na narrativa possui belíssima riqueza estética para se vislumbrar numa produção cinematográfica _ ademais, é um dos pontos em que esses trabalhadores informais mais circulam diariamente. Quanto a religiosidade, a narrativa amplia a representatividade e a valorização das entidades de matriz africana como forças espirituais protetoras no caminhar da vida. "Encruzilhadas" traz uma temática político-social importante para a cultura, mostrando-se um projeto inovador ao tratar uma questão ainda não evidenciada a partir do olhar daquele que mais sofre as mazelas da desigualdade social nessa determinada circunstância, o próprio ex-presidiário. Em consonância com o artigo 42 da Lei Brasileira de Inclusão e as diretivas da Lei Rouanet, a acessibilidade será trabalhada em todas as etapas do projeto, desde as reuniões de equipe até a divulgação, para garantir a participação social do público com deficiência em igualdade de condições e fruição com os demais, além de proporcionar a formação e ampliação deste público. Em parâmetro legislativo, o projeto "Encruzilhadas" se adequa às finalidades do Art. 1°, incisos I, II VIII e IX; aos objetivos do Art. 3°, incisos I _ b), II _ a); e Art. 25, inciso II, da Lei n° 8.313 de dezembro de 1991. Tal qual os objetivos do Art. 3°, incisos I, II, III e XV, do decreto n° 11.453 de março de 2023. A Lei de Incentivo à Cultura se mostra pertinente para essa produção, pois toda discussão social e política pode/deve ser trazida para o cenário cultural, desde que bem articulada. Cultura é incentivo ao pensamento, à crítica. Para isso, "Encruzilhadas" necessita da lei. Apesar de ligado especificamente aos parâmetros apresentados acima, o projeto também contribui diretamente para o que idealiza a lei em seus aspectos mais gerais.
"Encruzilhadas" será um filme com média de 20 minutos rodado em 35mm com uma black magic full frame. Plano de direção – Encruzilhadas O filme “Encruzilhadas” será bucólico e sentimentalista. A ideia central gira em torno de abarcar a sensação do deslocamento social de Zero (protagonista) ao tentar se reinserir após deixar o presídio. Para fazermos isso, optaremos pela utilização de grandes angulares (15mm a 18mm) nas gerais cenas do centro da cidade, buscando sempre uma distorção do seu pequeno tamanho dentro do intenso movimento ocorrido entre os grandes prédios, e os inúmeros carro e transeuntes de um lado para o outro. Cenas corriqueiras mostrarão o desprezo social por Zero, que parece não ser visto, não se encaixar. Tudo é tão grande e ele tão pequeno. Os closes e planos médios buscarão demonstrar sua frustração, seu suor, sua magreza e “ausência” numa sociedade que está sempre a exigir muito. Optaremos por cenas corriqueiras, muitas transições grotescas da intensidade do dia a dia do povo para o personagem de Zero caminhando de um lado para outro. Com isso, buscaremos demonstrar que não importa para onde ele caminhe, não há saída, não há onde chegar, e apenas o interno/espiritual pode o salvar, como ocorrerá no final do filme. A projeção sonora optará por barulho, buzinas, gritos, intensidade, enquanto o silêncio externo de Zero se relaciona de maneira turbulenta com isso, o causando angústia e aflição. Então, ora teremos muito barulho, ora teremos sons estarrecedores dos sentimentos de Zero – algo pressurizado, tenso. Essa liberdade pós detenção que o aprisiona pela falta de possibilidades. O medo e a “ausência” também estarão presentes no colorismo. Enquanto tons de cinza irão abarcar a presença de Zero nas cenas, faremos contraposições coloridas com as belas paisagens naturais que circundam o centro histórico de Salvador, tal qual o Pelourinho e a Baía de Todos os Santos.
A obra “Encruzilhadas” contará com os recursos de acessibilidade comunicacional: audiodescrição (AD), janela de LIBRAS, legenda descritiva e legenda em português. Uma pesquisa estética e de vocabulário será realizada para que a AD e a LIBRAS traduzam e dialoguem com a direção artística da obra. Para realizar a AD, estarão envolvidos os seguintes profissionais: Audiodescritor roteirista; Audiodescritor consultor com deficiência visual; Narrador e Editor. Será feita a tradução do roteiro da obra para LIBRAS e em seguida a interpretação da obra em LIBRAS para a janela. Estarão envolvidos os seguintes profissionais: tradutor intérprete de LIBRAS ouvinte, tradutor intérprete de LIBRAS consultor surdo e editor. A legenda descritiva contará com legendista e um consultor surdo. A divulgação da obra também contará com duas peças com acessibilidade comunicacional (AD, LIBRAS e legenda descritiva), com a presença de um(a) intérprete de LIBRAS surdo/a de relevância na comunidade cultural surda. Audiodescrição (tabela de referência ABAD) - Audiodescritor(a) roteirista - Audiodescritor(a) consultor(a) com deficiência visual - Narração - Edição LIBRAS (tabela de referência FEBRAPILS) - Tradução do roteiro para LIBRAS - Tradutor(a) intérprete - Tradutor(a) intérprete consultor(a) surdo/a - Edição Legendagem para surdos e ensurdecidos Legenda ESTRATÉGIAS DE DISTRIBUIÇÃO E EXIBIÇÃO - 02 peças de divulgação com acessibilidade comunicacional: AD, Legenda descritiva, LIBRAS (intérprete surdo/a de relevância na comunidade cultural surda) Sugestão para exibição: sessão azul com luminosidade do espaço e som adaptados para o público do Espectro do Autismo.
O filme será encaminhado para festivais de cinema ao redor do Brasil e do mundo. Além disso, também buscaremos exibições em salas de cinema em Salvador e cineclubes. Após o período de um ano de exibições, o material final será disponibilizado no Youtube para que a narrativa possa ser discutida em escolas e universidades públicas.
· PRODUTORA EXECUTIVA: Jurema Cruz Alves é produtora cultural, desenvolvedora e coordenadora da Rede Iris, agenda de divulgação e discussão sobre acessibilidade cultural. É graduada no Bacharelado Interdisciplinar em Artes pelo IHAC/UFBA e em Psicologia pela Université Paris Descartes (França). Fez diversos cursos no campo da acessibilidade e audiodescrição no audiovisual e de imagens estáticas, dentre eles na UNEB em 2019 e no IFBA em 2023. Jurema trabalhou como assistente de direção na série de animação “Natureza do Homem” de Caó Cruz Alves (2017) exibida na TVE. Foi produtora e coordenadora de acessibilidade no projeto de animação “Queimadas” (2021) do coletivo de Assanhaço Filmes em que, junto com a equipe e os consultores, desenvolveu o plano de acessibilidade da série de animação. Em 2022, trabalhou no acolhimento do público com deficiência no Festival de Cinema de Animação de Annecy (França). · DIRETOR: Rafael Barros é historiador, pós-graduado em cinema, graduando em jornalismo e mestrando em cultura e sociedade. Já atuou como diretor, roteirista e produtor de dois curtas-metragens – “Alguém” e “Me Liga –, estando atualmente produzindo seu terceiro filme. Atuou também como roteirista e co-diretor de um videoclipe, além de ter escrito roteiros publicitários para grandes marcas como o carnaval da Brahma em Salvador (2024) e o São João da Deline em Caruaru e Campina Grande (2024). Foi assistente de produção com a El Patron filmes no carnaval de 2023 e curador de filmes pedagógicos para a plataforma de streaming educacional da Pupilo TV. Publicou 2 livros – “O selo do sono” e “Contra Corrente” –, trabalhou como revisor de roteiros e participou do programa nacional de escrita criativa da ABERJE, o Escalando o Futuro. · Diretor de Produção (DIRIGENTE DA EMPRESA): Gabriel Moreira Bispo, homem negro, Produtor Audiovisual graduado pelo Centro Universitário Jorge Amado – UNIJORGE. Possui vivência nas áreas de televisão, vídeos para internet e clipping. Desde 2018 vem atuando em projetos culturais no estado da Bahia, a exemplo do ‘Arte Eletrônica Indígena’ e do ‘Encontro Periférico de Artes’. Também participou dos documentários ‘Aldeia do Cachimbo’ e ‘Do Dendê Ao Acarajé’. Em 2022 dirigiu o filme “mar, cores, sons e texturas – O OLHAR QUILOMBOLA NA INFÂNCIA”. · Coordenadora de Produção: Dandara Tainá Oliveira de Assis Mulher negra, Coordenadora de Produção e Assistente de Direção; graduada em Comunicação Social com habilitação em Relações Públicas pela UCSAL; membra da APAN (Associação de Profissionais do Audiovisual Negro). Iniciou no audiovisual em 2018, na TV da UCSAL. Fez parte da equipe de produção da Califórnia Media House/FitDance, trabalhando em produção de elenco, produção executiva, produtora de set, assistente de direção e assistente de produção. Trabalhou com a Cerveja Stella, Cerveja Antarctica, Skol Pagodão e Coca-Cola. Produziu 47 conteúdos audiovisuais, 34 videoclipes, VTs, curtas, publicidades e um longa. Trabalhou nos clipes “Não negue ternura” de Zé e Luedji Luna, “Maresia” de Rachel Reis e “Não fosse tão tarde” de Lou Garcia. Na Assistência de direção e coordenação de produção, trabalhou na TV Educa Bahia e na campanha de 10 anos Bem Bolado. Trabalhou recentemente no filme “Maria Odília Teixeira, quem é essa mulher?”, como produtora de set e assistente de produção de moda. · DIRETOR DE FOTOGRAFIA: Paulo Philipe Sampaio da Silva é Filmmaker, publicitário, formado em 2020.1 através da Universidade Salvador e desde 2016 vem atuando em produções audiovisuais para grandes marcas do cenário baiano e brasileiro como Brahma, Uniftc, Sumup e empresas de todos os tamanhos e diferentes nichos, voltado especificamente para direção de fotografia e operação de câmera, já tendo produzido dezenas de filmes empresariais. Em Dezembro de 2022 participou como diretor de fotografia e operador de câmera do curta-metragem “Alguém”. · DIRETOR DE ARTE E FIGURINISTA: Flávio dos Reis Santos, Homem negro, graduado em Cinema e Audiovisual pela UFRB (Universidade Federal do Recôncavo da Bahia), membro da APAN (Associação dos Profissionais do Audiovisual Negro), membro do grupo de pesquisa e extensão LabDrama (Laboratório de Dramaturgia da UFRB). Membro do grupo de pesquisa e extensão VISU (Grupo de Pesquisa e Extensão em Arte, Imagem e Visualidades da Cena da UFRB), assistente de distribuição audiovisual na Tarrafa Produtora, redator de mídias sociais na Um2 Marketing, aluno da primeira turma do Vitrine Lab e monitor das turmas 2 e 3. Finalista das rodadas de negócios do Primeiro Tratamento, FRAPA 2021 e 2022, SerieLab 2021 e 2023, rio2C 2022, Cinema Negro em Ação e Nicho 54. Produtor e mediador do Laboratório de Produção Criativa do MECAA (Mercado Audiovisual da APAN, parte do 2º FIANB - Festival Internacional do Audiovisual Negro do Brasil). · DIREÇÃO DE SOM / TÉCNICA DE SOM DIRETO: Marise da Silva Urbano Lima Marise Urbano, mulher negra, responsável pela GIRA POMBA PRODUÇÕES. Profissional do cinema e audiovisual. Atua como Diretora de som, Técnica de som direto e Mixagem. Integra o COLETIVO CINEMA NEGRO SONORO, pesquisando sobre som no cinema e audiovisual a partir de uma escuta ancestral. Trabalhou como técnica de som direto na websérie "Os Deraldos" de Alan Miranda e Tiago Rocha, no documentário "Mãe solo" de Camila de Morais, na ficção "Cinco Fitas" de Heraldo de Deus e Vilma Martins, e como Diretora de som, em "Espelho" de Luciana Oliveira, entre outras produções. · OPERADOR DE CÂMERA: Bruno Francisco dos Santos, homem negro, conhecido artisticamente como Preto ou Bruno Preto, é soteropolitano e trabalha com fotografia desde o ano de 2016. Já dirigiu clipes, campanhas de moda, documentários, além de trabalhar na produção de conteúdo de eventos. Bruno tem uma produtora audiovisual que vem se tornando referência na cidade de Salvador e região, a Preto Films, que tem como principal fonte de referência a ancestralidade da cultura afro-brasileira. · MONTADOR E EDITOR: Gabriel Cruz Santana é Filmmaker, fotógrafo, diretor de fotografia, montador, editor e fundador da Movie Box LAB. Desde 2017 está em contato com as câmeras e o universo do audiovisual. Participou em 2018 do Curso Livre de Cinema da UFBA (CLIC) e a partir disso vem se aprimorando através de cursos online extensivos como o Ateliê Bucareste, Academia Internacional de Cinema, Escola OZI de Audiovisual, Av Makers etc. Atua em Salvador no nicho de videoclipes, já tendo produzido mais de 10 videoclipes para artistas independentes atuando como diretor, câmera e editor de vídeo. Além de videoclipes, atua também no setor publicitário, já tendo dirigido e editado vídeos e campanhas para empresas como a Ambev, UNIFTC, Espaço Laser, além de ser especialista em lidar com empresas de médio porte na cidade de Salvador. Ademais, também atuou como montador e editor no curta-metragem “Alguém”. · ACESSIBILIDADE (TRADUÇÃO, LEGENDAGEM E AUDIODESCRIÇÃO): Dêivide Monteiro dos Santos Deivide Monteiro é Fotógrafo negro, consultor em audiodescrição, jornalista e radialista com deficiência visual. Fez consultoria em audiodescrição em diversas obras de audiovisual e artes visuais, dentre elas: documentário “Reggae e Resistência” (2023) de Cecília Amado e Pablo Oliveira; obra seriada documental “Iyas Idanas - Mulheres na Cozinha” (2023) de Safira Moreira; série documental “Todos os sonhos” (2023) de Sofia Federico; documentário de curta metragem “mar, cores, sons e texturas – O OLHAR QUILOMBOLA NA INFÂNCIA” (2021) de Gabriel Moreira; exposição Nhe´ ẽ Se (2023) na Caixa Cultural de Brasília; e algumas obras na exposição “Encruzilhada” (2022) no MAM Bahia.
PROJETO ARQUIVADO.