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PRONAC 249793Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Atletas - o desafio de viver do esporte

GABRIEL MOREIRA BISPO 04737404519
Solicitado
R$ 152,5 mil
Aprovado
R$ 152,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
BA
Município
Salvador
Início
2025-03-31
Término
2025-08-06
Locais de realização (1)
Salvador Bahia

Resumo

"Atletas _ o desafio de viver do esporte" é um projeto voltado para a produção de um média-metragem documental, com duração de 25 minutos, que irá explorar a vida de três atletas com deficiência na cidade de Salvador. De maneira intimista e realística, buscaremos entender como essas pessoas conheceram o esporte, o que a prática esportiva representa para elas, quais são as suas dificuldades por falta de políticas públicas efetivas e patrocínios, e como eles conseguem vislumbrar um futuro melhor a partir do esporte.

Sinopse

O documentário “ATLETAS - O desafio de viver do esporte” abordará as dificuldades de atletas com deficiência na cidade de Salvador, através das perspectivas e vivências trazidas a partir de suas próprias vozes. A ideia central é trazer uma visão não meritocrática, mas, sim, conscientizadora a respeito dos processos das barreiras impostas pela deficiência e pelo cotidiano desguarnecido de políticas públicas eficientes que possam garantir o mantimento da prática esportiva na vida dessas pessoas.Vamos explorar o dia a dia dos entrevistados de maneira interligada ao esporte, a partir de seus relatos, procurando entender quais são as dificuldades encaradas para conseguir se manter treinando, mesmo sem acesso a patrocínios ou políticas públicas efetivas. Distante de um caráter sentimental-melancólico, o documentário irá contemplar uma visão crua e realística desses nuances que permeiam a luta diária de pessoas com deficiência que buscam, de todas as maneiras, se manter na prática esportiva.Serão utilizados três depoentes principais: Ricardo Muniz, pessoa com deficiência visual, praticante de triatlo e atletismo; Laís Oliveira, praticante de triatlo e primeira mulher com síndrome de down a realizar a travessia mar grande/salvador na natação; e Larisse Couto, pessoa com paralisia cerebral, ex-praticante de remo, jiu-jitsu e natação, que teve de abandonar os esportes por falta de patrocínio.Todos os três personagens concederão entrevistas em seus locais de treino, o que nos demonstrará a informalidade e a falta de apoio para que continuem praticando o esporte, visto que nenhum dos três possui/possuía um espaço definitivo para o exercício. Dessa forma, ambos serão entrevistados no ginásio do grupo voluntário Meu Sorriso e nas ruas onde pratica/praticavam com mais frequência.Como contraponto à falta de assistência pública para pessoas com deficiência continuarem praticando esporte, traremos o outro lado da moeda - o apoio independente. Neste caso, o grupo voluntário Meu Sorriso, que coordena um projeto de assistência a esses atletas fará parte do filme.Os depoentes secundários serão as próprias pessoas envolvidas na organização e coordenação do projeto Meu Sorriso. Além deles, também traremos um amigo ou um familiar de cada depoente, que acompanha e sabe das lutas diárias. Esses entrevistados, esporadicamente, complementarão a fala dos atletas, podendo trazer algum relato ocorrido em companhia a eles ou reafirmando a força destes. Além de buscar expor os obstáculos do cotidiano, o documentário irá explorar a influência que o esporte exerce na vida dessas pessoas. Se distanciando do caráter de padrão televisivo, com músicas que vangloriam a meritocracia e a superação como norma na sociedade brasileira, o filme trará uma visão mais concreta a respeito da vitalidade necessária para continuar lutando pelo esporte. A personagem de Larisse estará no enredo, justamente para comprovar que a falta de assistência pode levar a desistência pela impossibilidade de se manter praticando o esporte.Em momentos específicos, o documentário contará com audiodescrição realizada pelas próprias pessoas com deficiência, tanto no aspecto físico, quanto no aspecto do ambiente em que estejam concedendo a entrevista. Ao final do filme, estatísticas de pessoas com deficiência no esporte serão audiodescritas pelos próprios entrevistados, como forma de conscientização e cobrança por políticas públicas mais efetivas para o mantimento dessas pessoas na prática esportiva.

Objetivos

Objetivo geral: produção de um média-metragem documental de 25 minutos a respeito de três atletas com deficiência na cidade de Salvador. Objetivos específicos: 1. Fazer pesquisas sobre o desafio de viver do esporte para os atletas com deficiência.2. Realização de 01 roteiro de documentário.3. Realização de 01 debate como contrapartida sobre o desafio de viver do esporte para os atletas com deficiência.4. Realização de 01 oficina como contrapartida para 40 estudantes do colégio Estadual Rotary.5. Realização de 01 debate como contrapartida para 100 pessoas no teatro do Espaço Xisto Bahia.

Justificativa

Como acontece com qualquer pessoa que pratique alguma atividade física, os benefícios da prática do esporte para a pessoa com deficiência são melhoria nas condições de vida, proporcionando maior força, resistência, flexibilidade e melhoria no sistema cardiorrespiratório. E os benefícios vão além da saúde física. Fazer um exercício ajuda na inclusão social, melhora da autoestima, desenvolvimento motor, proporciona maior facilidade para tarefas do dia a dia e promove a troca de experiências.No Brasil, existem várias leis que promovem a inclusão de pessoas com deficiência no esporte. Algumas são:Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015): Esta lei assegura e promove, em igualdade de condições com as demais pessoas, o exercício dos direitos e liberdades fundamentais por pessoas com deficiência, visando sua inclusão social e cidadania.Lei do Incentivo ao Esporte (Lei nº 11.438/2006): Permite que pessoas físicas e jurídicas destinem parte do seu imposto de renda a entidades esportivas que atendam aos critérios legais, incluindo aquelas que promovem o esporte para pessoas com deficiência.Lei Geral do Esporte (Lei nº 14.597/2023): Inclui disposições específicas para o apoio a atletas paralímpicos e surdolímpicos, como a concessão de bolsas-atleta.Leis do atendimento prioritário e da acessibilidade (lei n° 10.048/2000 e lei n° 10.098/2000): garantem prioridade no atendimento e acessibilidade em diversos espaços, incluindo instalações esportivas.Decreto n° 5.296/2004: regulamenta a acessibilidade em espaços públicos e privados, incluindo instalações esportivas.Embora existam leis de incentivo, o que garante a sobrevivência do esporte para pessoas com deficiência são os apoios não governamentais e instituições sem fins lucrativos, que se tornam na maioria das vezes as únicas fontes de captar recursos.Visibilidade, preconceito e falta de investimento impedem maior desenvolvimento dos atletas paraolímpicos. Para a professora Tatiane Hilgemberg, da Universidade Federal de Roraima (UFRR), o motivo para que esses investimentos não ocorram é simples: o capacitismo. Os atletas com deficiência são vistos, mas não enxergados, e é neste ponto que o problema na captação de recursos está interligada ao preconceito.Um outro grande problema é encontrar profissional qualificado para trabalhar em meio aos atletas amadores e profissionais, principalmente pelo fato das universidades não se aprofundarem no assunto e darem pouca ênfase em esportes para pessoas com deficiência.A prova disso é que, desde 2010, o próprio Comitê Paralímpico Brasileiro oferece gratuitamente cursos de formação, capacitação e atualização de profissionais para atuar nas diversas áreas do esporte adaptado, além de promover congressos e workshops para disseminar o conhecimento nesta área. Nas olimpíadas de 2020, em Tóquio, o Brasil teve a 5ª maior delegação nas paralimpíadas. Com mais de 100 medalhas de ouro conquistadas pelos atletas paralímpicos, o país consagra-se, hoje, entre as 10 potências com mais medalhas nas últimas quatro edições dos jogos. Em Pequim 2008, o Brasil terminou na 9ª posição, com 16 medalhas de ouro. Já em Londres 2012, as 21 medalhas de ouro ajudaram a confirmar a 7ª colocação no ranking. No Rio de Janeiro, em 2016, foram 14 medalhas de ouro e o 8º lugar garantido. O 7º lugar geral em Tóquio foi especial por um motivo: o novo recorde de medalhas, 72, sendo 22 medalhas de ouro. O número de medalhas consagra o trabalho realizado pelos atletas e profissionais, mesmo confrontando a falta de visibilidade, o preconceito e a falta de investimento.Na cidade de Salvador, há uma esportista com deficiência de nome Angelina, ou "Geo", como é conhecida na região da Barra, na Rua Miguel Bournier, onde trabalha como guardadora de carros da Zona Azul há 32 anos. Anualmente, ela participa da categoria PCD 42km do atletismo baiano, o maior percurso da competição. A atleta, que teve as pernas paralisadas após desenvolver um distúrbio neurológico chamado de polineuropatia, após contato com água de esgoto, encontrou no esporte a força para viver. "A corrida representa minha vida. Se não fosse ela, eu não estaria aqui hoje. E peço a todos que pensam que a vida acabou, que não desistam, que possam se encaixar em algum esporte, nunca desista", aconselha.Quando levamos em conta que mais de 67,6% da população com alguma deficiência não têm instrução ou o ensino fundamental completo, entendemos o quão importante pode ser o esporte na vida delas, e é neste potencial que acreditamos para contribuir com o desenvolvimento e o processo de inclusão de crianças, jovens e adultos com deficiência.Diante de tanto esforço e luta para se manter praticando o esporte, nós que estamos nos empenhando para produzir esse documentário, queremos trazer esse debate para o ciclo cultural, para que o produto final possa gerar a conscientização da problemática e futuramente vir a ajudar na captação de recursos públicos e privados, além de incentivar a criação de mais medidas de acessibilidade que propiciem a prática esportiva, não apenas nos centros de treinamento, mas em todo o trajeto urbano, visto que a questão da acessibilidade em transportes públicos e mobilidade urbana em geral, bem como nos locais que podem ser utilizados para receber as pessoas com deficiência, também são barreiras a serem superadas..Além da temática, o projeto de documentário também conta com o caráter inclusivo em sua equipe técnica, visto que grande parte é formada por pessoas com deficiência.O documentário irá englobar triatlo e atletismo como os esportes principais, contando com entrevistas expositivas, sem narração sobreposta. A ideia central do projeto gira em torno de os próprios entrevistados falarem por si, seguindo a linguagem e a mensagem que se pretende alcançar com o filme.Os entrevistados serão Ricardo Muniz, pessoa com deficiência visual, praticante de triatlo e atletismo; Laís Oliveira, praticante de triatlo e primeira mulher com síndrome de down a realizar a travessia mar grande/salvador de natação; e Larisse Couto, ex-praticante de remo, jiu-jitsu e natação, que teve de abandonar o esporte por falta de patrocínio.As entrevistas serão mescladas com cenas dos ambientes de treino, que vão da própria rua, a piscinas olímpicas ou academias independentes. Amigos/familiares dos atletas e o projeto voluntário Meu Sorriso, coordenado por Fred Matos, farão parte dos personagens secundários a corroborar para o desenvolver da narrativa, tratando sobre como essas pessoas se motivam diariamente a transpor as barreiras.Buscaremos demonstrar a importância do esporte na vida de pessoas com deficiência e, através de dados comprobatórios, traremos a grandiosidade do esporte paralímpico brasileiro, e como ele resiste frente ao descaso e falta de atenção pública e privada.Em parâmetro legislativo, o projeto "Atletas _ o desafio de viver do esporte" se adequa às finalidades do Art. 1°, incisos I, II VIII e IX; aos objetivos do Art. 3°, incisos I _ b), II _ a); e Art. 25, inciso II, da Lei n° 8.313 de dezembro de 1991. Tal qual os objetivos do Art. 3°, incisos I, II, III e XV, do decreto n° 11.453 de março de 2023. Apesar de ligado especificamente aos parâmetros apresentados acima, o projeto também contribui diretamente para o que idealiza a lei em seus aspectos mais gerais.A Lei de Incentivo à Cultura se mostra pertinente para essa produção, pois toda discussão social e política pode/deve ser trazida para o cenário cultural, desde que bem articulada. Cultura é incentivo ao pensamento, à crítica. Para isso, "Atletas _ o desafio de viver do esporte" necessita da lei.A inclusão é um dever social, e compete a todos promovê-la, inclusive a cultura.

Especificação técnica

"Atletas - o desafio de viver do esporte" será um filme rodado em 35mm full frame. ESTRUTURA O filme irá explorar um caráter conciso de perguntas para responder questões como: “Como essas pessoas entraram no esporte? Como elas se relacionam com o esporte? Qual o valor daquilo para a vida delas? Quais as dificuldades para conseguir patrocínio/apoio? Como elas se vinculam à prefeitura de Salvador e ao Governo Federal? Quais as dificuldades que relacionam sua vida pessoal ao mantimento da prática esportiva no cotidiano?”. Dentro desse direcionamento de perguntas, como se trata de um documentário, e todo tipo de relato pode vir a ocorrer, contaremos com a aleatoriedade para que possamos ter uma abertura artística a ser explorada durante o processo de gravação e montagem. Com isso, não estaremos condicionados a rudimentar uma única linha de entrevista, pois relatos fora da curva podem e devem contribuir diretamente para enriquecer o produto. O filme contará com uma linguagem documental mais jornalística, constatando fatos e acontecimentos, para evidenciar a problemática abordada. Vivências desses atletas serão de fundamental importância para a nossa proposta. Quanto ao aspecto sonoro, contaremos com a dualidade, ora muito silêncio e observação como forma de expressão ao silenciamento social, ora barulhento como forma de expressão ao reinventar-se para a continuidade dessas pessoas no esporte, mesmo com tantas dificuldades. O silêncio sempre será contraposto ao barulho. Relatos de momentos difíceis contarão com mais silêncio e imagens mais estáticas, trazendo um caráter cru e direto. O movimento realizado para superar a dificuldade será trazido com imagens mais corridas, câmera em movimento e enquadramentos mais abertos, trazendo a prática de pessoas com deficiência em seus esportes, inclusive os próprios entrevistados. Larisse aparecerá treinando novamente, apesar de não praticar mais, como intuito de mostrar um desejo que teve de ser abdicado pela falta de patrocínios. Apesar da temática sensível, o filme será bastante iluminado, representando a esperança de um dia melhor, e a luta que se inicia a cada amanhecer. Em alguns momentos, o nascer do sol e o pôr do sol farão composição imagética relacionada às entrevistas. Embora a temática seja abordada de uma maneira realística, que pode vir a ser interpretada de maneira cruel em relação ao atendimento que essa população tem e ao que se deveria ter, o filme será repleto de cores fortes e vivas, como representação da força e vitalidade dessas pessoas na continuidade daquilo que querem para si. Dessa forma, faremos composição de cenas que representem esse aspecto. Os personagens com deficiência serão identificados em padrão de nome, idade e deficiência, sempre procurando relacionar a deficiência de maneira a não impedir sua prática esportiva. O desejo e a vitalidade serão imperantes nesse processo. Eleição e Descrição dos Entrevistados Ricardo Muniz Pessoa com deficiência visual, praticante de triatlo e atletismo. Laís Oliveira Praticante de triatlo e primeira mulher com síndrome de down a realizar a travessia mar grande/salvador na natação. Larisse Couto Pessoa com paralisia cerebral, ex-praticante de remo, jiu-jitsu e natação, que teve de abandonar o esporte por falta de patrocínio. Coordenador do Projeto Meu Sorriso Fred Matos, coordenador do projeto Meu Sorriso, que ajuda pessoas com deficiência a praticarem esportes na cidade de Salvador. Amigo ou familiar de cada atleta Algum amigo ou família específico para cada atleta, que colabora/incentiva o processo de mantimento da prática esportiva na vida do(a) atleta. No caso de Larisse, algum amigo ou familiar falará sobre o processo de afastamento do esporte por falta de apoio financeiro e a dificuldade em aceitar a desistência. Eleição e justificativa para estratégias de abordagem Procedimento Geral: A proposta é acompanhar um dia de prática esportiva de cada um dos atletas entrevistados, mobilizando a equipe para cada respectivo local de treino. A ideia é fazer com que o ambiente de exercício seja plano de fundo, captado de maneira ampla, dando visão ao ambiente enquanto o atleta está sendo entrevistado. Dessa forma, iremos capturar uma experiência imersiva dos relatos como interligado diretamente ao esporte. A quantidade de diárias será determinada pela organização e mobilidade de um ponto a outro. A intenção inicial é ter um dia de experiência do início ao fim de cada modalidade esportiva. Manipulação de Cores: Durante o processo de gravação, a composição de cena irá favorecer diretamente a vitalidade das cores de cada ambiente para agregar força e vida às imagens. Na pós-produção, o trabalho do colorista irá se empenhar em intensificar essas cores. Entrevistas Individuais: Cada atleta será entrevistado individualmente em seu espaço de treinamento. Acompanharemos seus relatos e os processos de preparação para iniciar os exercícios. Entrevista com amigo(a)/familiar e coordenador do Meu Sorriso: Ambos serão entrevistados junto ao atleta ao qual está vinculado, porém, amigo(a)/familiar separadamente do coordenador do projeto Meu Sorriso. Filmagem da prática esportiva: Iremos realizar, ao menos, 2 dias de gravação de cada prática esportiva, voltado especificamente ao atleta que será entrevistado. Seu cotidiano no espaço de treino e suas relações interpessoais serão captadas de maneira orgânica e intimista, desde a preparação, o contato com o coordenador e os equipamentos aos quais têm acesso. Optaremos por captar o esportista contemplando sua atividade como uma forma de ligação sentimental. Algumas sugestões: Abertura: Abriremos com imagens corridas dos esportes que farão parte do documentário. Logo em seguida, imagens do sol nascendo, do movimento dos carros na cidade, de um lado para o outro, depois parando em sinais vermelhos. Os entrevistados vão aparecer chegando em seus pontos de treinamento, e após aparecer um sinal verde no trânsito, o sol aparecerá brilhando e veremos cada um dos entrevistados iniciando seus respectivos treinos - exceto Larisse, que estará apenas olhando para o esporte decorrer. O início de cada esporte abrirá cena para os primeiros relatos começarem. Apresentação de personagens: Cada personagem fará uma apresentação de si, com nome, idade, qual a deficiência, qual esporte que pratica, fazendo também a audiodescrição de si mesmo e do ambiente em que está concedendo a entrevista. Restante da estrutura do filme: Será dividido em três partes: Parte 1: Nesta primeira parte, buscaremos entender como o atleta entrou no esporte, abordando o que o levou até lá, como conheceu e o que o esporte representa em sua vida. Parte 2: Nessa parte, priorizaremos falar sobre as dificuldades encaradas no cotidiano para continuar praticando o esporte. Daremos maior importância a relatos orgânicos de alguma determinada vivência ocorrida que tenha feito a pessoa hesitar em desistir. Cabe ressaltar que nessa parte deixaremos a aleatoriedade dos relatos comandar. Toda abertura será aceita, desde que interligada aos pontos centrais do filme. Larisse aparecerá falando sobre o seu processo de afastamento do esporte. Todos os entrevistados falarão sobre a dificuldade de conseguir apoio financeiro e preconceitos sofridos. Parte 3: Nesta parte, daremos vazão aos relatos do amigo ou familiar e do coordenador do projeto Meu Sorriso. Os atletas irão reforçar falas a respeito da busca por incentivos públicos e patrocínios para se manter praticando o esporte. Por fim, cada atleta falará sobre como vê seu futuro no esporte que pratica, e fará uma breve descrição de estatísticas de pessoas com deficiência que praticam esportes no Brasil. Durante todo o filme aparecerão pequenos textos com informações a respeito de leis de inclusão para pessoas com deficiência e estatísticas que estejam relacionadas ao esporte e se interligam aos relatos.

Acessibilidade

O documentário terá: audiodescrição (AD), janela de LIBRAS e legenda descritiva. Pesquisa estética será realizada para que a AD e a LIBRAS dialoguem com a direção artística da obra. Equipe de AD: Audiodescritor roteirista; Audiodescritor consultor com deficiência visual; Narrador e Editor. Para LIBRAS: tradução do roteiro para LIBRAS e interpretação para a janela com intérpretes ouvintes e surdo. Para legenda descritiva: legendista e consultor surdo. As entrevistas do filme acontecerão em locais com acessibilidade arquitetônica. Profissionais com deficiência atuam em diversas funções. O coordenador de acessibilidade mediará a equipe técnica e a equipe de acessibilidade e os capacitará sobre acessibilidade atitudinal. A garantia dos direitos das pessoas com deficiência é a essência deste documentário e das etapas de realização até a comunicação do projeto. O debate será no Espaço Xisto Bahia, com rampa e acesso ao palco para pessoas com deficiência física e terá intérpretes de LIBRAS. LIBRAS - Tradução roteiro do filme para LIBRASLIBRAS - GravaçãoLIBRAS - IntérpreteLIBRAS - ediçãoLIBRAS - pesquisa estética e vocabulárioAudiodescrição - Roteiro, consultoria, gravaçãoAudiodescrição - ediçãoAudiodescrição - pesquisa estética e vocabulárioLegenda descritiva (com consultoria)Legenda portuguêsLIBRAS - intérprete divulgaçãoAudiodescrição - DivulgaçãoLegenda descritiva – Divulgação

Democratização do acesso

O filme será destinado inicialmente a festivais nacionais e internacionais. Uma forma adotada na democratização do acesso será a parceria com o Colégio Estadual Rotary, no bairro de Itapuã, em Salvador, onde apresentaremos o filme e realizaremos uma oficina com jovens do Ensino Médio a respeito da carreira audiovisual na cidade, além de debates com membros da equipe a respeito da temática discutida no documentário. O filme também será rodado no espaço Xisto Bahia, onde tem disponibilidade para receber uma média de 100 pessoas. Ademais, serão buscadas salas de exibição em Salvador que possuam acesso gratuito ao público, além de cineclubes. Após realização das propostas acima, e completados 12 meses da primeira exibição, iremos disponibilizar o filme no Youtube.

Ficha técnica

PRODUTORA EXECUTIVA:1. Jurema Cruz Alves: produtora cultural com ênfase em acessibilidade cultural e comunicacional. É audiodescritora para audiovisual, artes cênicas e eventos ao vivo. Bacharel em Artes pelo IHAC/UFBA e graduada em Psicologia pela Université Paris Descartes (França), fez cursos no campo da acessibilidade, dos direitos à cultura das pessoas com deficiência e da audiodescrição (UNEB e IFBA). Foi assistente de direção na série de animação “Natureza do Homem” de Caó Cruz Alves (2017). Desenvolveu e coordena a Rede Iris (2019), agenda de divulgação e discussão sobre acessibilidade cultural. No projeto de animação “Queimadas” (2021) da Assanhaço Filmes desenvolveu o plano de acessibilidade da série. Em 2022, trabalhou no acolhimento do público com deficiência no Festival de Cinema de Animação de Annecy e em espetáculos na França. DIRETOR E ROTEIRISTA:Rafael Barros é historiador, pós-graduado em cinema, graduando em jornalismo e mestrando em cultura e sociedade. Já atuou como diretor, roteirista e produtor de dois curtas-metragens – “Alguém” e “Me Liga –, estando atualmente produzindo seu terceiro filme. Atuou também como roteirista e co-diretor de um videoclipe, além de ter escrito roteiros publicitários para grandes marcas como o carnaval da Brahma em Salvador (2024) e o São João da Deline em Caruaru e Campina Grande (2024).Foi assistente de produção com a El Patron filmes no carnaval de 2023 e curador de filmes pedagógicos para a plataforma de streaming educacional da Pupilo TV.Publicou 2 livros – “O selo do sono” e “Contra Corrente” –, trabalhou como revisor de roteiros e participou do programa nacional de escrita criativa da ABERJE, o Escalando o Futuro. Coordenador de Produção (DIRIGENTE DA EMPRESA): Gabriel Moreira Bispo, homem negro, Produtor Audiovisual graduado pelo Centro Universitário Jorge Amado – UNIJORGE. Possui vivência nas áreas de televisão, vídeos para internet e clipping. Desde 2018 vem atuando em projetos culturais no estado da Bahia, a exemplo do ‘Arte Eletrônica Indígena’ e do ‘Encontro Periférico de Artes’. Também participou dos documentários ‘Aldeia do Cachimbo’ e ‘Do Dendê Ao Acarajé’. Em 2022 dirigiu o filme “mar, cores, sons e texturas – O OLHAR QUILOMBOLA NA INFÂNCIA”. DIRETOR DE FOTOGRAFIA: Matheus RochaCadeirante e formando de Comunicação/Produção Cultural da FACOM-UFBA. Formado em Roteiro com Julia Ferreira e Jorge Furtado e em Cinema pelo CLIC. Trabalhou nos filmes PCD - DETRAN e O Carnaval do Invisível - BaianaSystem. Escreveu, dirigiu, produziu e atuou no seu primeiro curta de ficção: "Escadas" (Prêmio Júri Popular Festival Entretodos). Dirigiu e editou os documentários "Salvadores" (Júri Popular Festival Cinemóvel) e "Ocupação Carlos Marighella" (44 Durban Int' Film Festival). Foi assistente de roteiro, de pesquisa, de produção e de arte no projeto de Desenvolvimento da Série de Ficção Anastácia da SPA4 e na Segredo Filmes e foi assistente de roteiro do curta-documentário Preciso Falar Sobre ELA, dirigido por Lilih Curi. Atualmente, dirige a Me2 Produções e trabalha na finalização de Cura, seu próximo curta de ficção. DIRETOR DE ARTE: Flávio dos Reis Santos, Homem negro, graduado em Cinema e Audiovisual pela UFRB (Universidade Federal do Recôncavo da Bahia), membro da APAN (Associação dos Profissionais do Audiovisual Negro), membro do grupo de pesquisa e extensão LabDrama (Laboratório de Dramaturgia da UFRB). Membro do grupo de pesquisa e extensão VISU (Grupo de Pesquisa e Extensão em Arte, Imagem e Visualidades da Cena da UFRB), assistente de distribuição audiovisual na Tarrafa Produtora, redator de mídias sociais na Um2 Marketing, aluno da primeira turma do Vitrine Lab e monitor das turmas 2 e 3. Finalista das rodadas de negócios do Primeiro Tratamento, FRAPA 2021 e 2022, SerieLab 2021 e 2023, rio2C 2022, Cinema Negro em Ação e Nicho 54. Produtor e mediador do Laboratório de Produção Criativa do MECAA (Mercado Audiovisual da APAN, parte do 2º FIANB - Festival Internacional do Audiovisual Negro do Brasil). TÉCNICA DE SOM DIRETO:Marise Urbano, mulher negra, responsável pela GIRA POMBA PRODUÇÕES. Profissional do cinema e audiovisual. Atua como Diretora de som, Técnica de som direto e Mixagem. Integra o COLETIVO CINEMA NEGRO SONORO, pesquisando sobre som no cinema e audiovisual a partir de uma escuta ancestral. Trabalhou como técnica de som direto na websérie "Os Deraldos" de Alan Miranda e Tiago Rocha, no documentário "Mãe solo" de Camila de Morais, na ficção "Cinco Fitas" de Heraldo de Deus e Vilma Martins, e como Diretora de som, em "Espelho" de Luciana Oliveira, entre outras produções. ASSISTENTE DE DIREÇÃO 1:Deivide Monteiro, pessoa com deficiência visual, é Fotógrafo negro, consultor em audiodescrição, jornalista e radialista com deficiência visual. Fez consultoria em audiodescrição em diversas obras de audiovisual e artes visuais, dentre elas: documentário “Reggae e Resistência” (2023) de Cecília Amado e Pablo Oliveira; obra seriada documental “Iyas Idanas - Mulheres na Cozinha” (2023) de Safira Moreira; série documental “Todos os sonhos” (2023) de Sofia Federico; documentário de curta metragem “mar, cores, sons e texturas – O OLHAR QUILOMBOLA NA INFÂNCIA” (2021) de Gabriel Moreira; exposição Nhe´ ẽ Se (2023) na Caixa Cultural de Brasília; e algumas obras na exposição “Encruzilhada” (2022) no MAM Bahia. EDITOR: Gabriel Cruz Santana é Filmmaker, fotógrafo, diretor de fotografia, montador, editor e fundador da Movie Box LAB. Desde 2017 está em contato com as câmeras e o universo do audiovisual. Participou em 2018 do Curso Livre de Cinema da UFBA (CLIC) e a partir disso vem se aprimorando através de cursos online extensivos como o Ateliê Bucareste, Academia Internacional de Cinema, Escola OZI de Audiovisual, Av Makers etc. Atua em Salvador no nicho de videoclipes, já tendo produzido mais de 10 videoclipes para artistas independentes atuando como diretor, câmera e editor de vídeo. Além de videoclipes, atua também no setor publicitário, já tendo dirigido e editado vídeos e campanhas para empresas como a Ambev, UNIFTC, Espaço Laser, além de ser especialista em lidar com empresas de médio porte na cidade de Salvador. Ademais, também atuou como montador e editor no curta-metragem “Alguém”. COORDENADOR DE ACESSIBILIDADE: José Ednilson Almeida do Sacramento é Jornalista, pessoa com deficiência visual, escritor e palestrante. Bacharel em Jornalismo e também em Humanidades com Ênfase em Gestão Cultural - UFBA. Graduando em Produção e Comunicação em Cultura - UFBA. Consultor em Audiodescrição. Consultor em conteúdo cultural para cinema/televisão, Consultor em Acessibilidade Cultural e Turismo e Mentor em Acessibilidade para Museus.Jornalista, pessoa com deficiência visual, escritor e palestrante. Bacharel em Jornalismo e também em Humanidades com Ênfase em Gestão Cultural - UFBA. Graduando em Produção e Comunicação em Cultura - UFBA. Consultor em Audiodescrição. Consultor em conteúdo cultural para cinema/televisão, Consultor em Acessibilidade Cultural e Turismo e Mentor em Acessibilidade para Museus.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.