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FILHO DE PEIXE é um projeto de produção de curta-metragem de ficção que mostrará uma noite na vida de um garoto adolescente que descobre que seu pai ausente é um vampiro. Em um filme de 15 minutos, mergulharemos nos gêneros do horror e suspense para narrar a jornada de um filho cujo maior medo é ser como o pai, enquanto reflete de que maneira a paternidade é uma peça-chave na perpetuação ou derrota do sistemapatriarcal.
A história é contada como um longo e confuso flashback narrado em off por Pedro, 17 anos. Em horário avançadode uma noite fria, Pedro sai da casa de sua mãe, com quem mora, e vai ao encontro do pai, Robson, 50 anos, quevai buscá-lo, atrasado, de carro. Após se converter à igreja evangélica, Robson vem, nas últimas semanas, tentandocorrigir um erro que dura 17 anos: assumir seu lugar como pai de Pedro, o filho que abandonou desde antes donascimento. Parte de Pedro deseja vivenciar pela primeira vez a experiência de ter um pai; a outra parte não seidentifica em nada com o que o pai é. Estranhos entre si, pai e filho tentam se reconectar: Robson dá umacamiseta de presente para Pedro, que não demonstra interesse em vesti-la. Por acidente, Pedro descobre umrevólver escondido no carro do pai. Há muito silêncio, constrangimento e tensão entre pai e filho, até que Robsontenta dar partida no carro mas é impedido por dois homens vestidos de roupas pretas de couro, com rostoscobertos por capacetes igualmente escuros. Armados, os homens fazem com que pai e filho saiam do carro. Pedroobedece em choque enquanto Robson pede clemência para os malfeitores. Os bandidos vasculham todo o carro e,por fim, decidem matar Robson e Pedro. Apontam a arma para Pedro, que fecha os olhos. Enquanto está de olhosfechados, Pedro ouve o som de carne sendo rasgada. Quando abre os olhos, Pedro vê seu pai atacando um dosassaltantes ferozmente, mordendo-lhe o pescoço. Pedro percebe os dentes caninos pontudos de seu pai e vê queseus olhos brilham. É nesse momento que Pedro descobre ser filho de um vampiro. O outro assaltante dá um tiro nabarriga de Robson, logo antes de também ser morto de forma sangrenta. A cena toda é grotesca. Pedro está emestado de choque, enquanto seu pai cobra-o para que "seja homem" e que o ajude a esconder os corpos no portamalas do carro. Robson decide se livrar dos cadáveres, enquanto Pedro descobre que o homem que conhecia tãopouco não era nada do que parecia ser. Com a roupa suja de sangue, Pedro acaba tendo que trocar a camiseta queestá usando pela nova, que seu pai lhe deu momentos antes. Durante a narração em off, Pedro parece conversarcom alguém. O que ele narra é diferente do que vemos nas imagens do filme, como se ele quisesse ocultar todos oselementos que relacionem o pai ao vampirismo. Na mesma madrugada, pai e filho pegam estrada rumo às dunas deItapuã, onde Robson pretende esconder os corpos dos assaltantes. No carro, Pedro, que ainda nem tem idade paradirigir, conduz o veículo enquanto o pai tenta se recuperar do tiro à queima-roupa. Pai e filho têm um longodiálogo e ali Pedro descobre que não quer ser como o pai. Não quer ser macho como o pai, corajoso como o pai,violento como o pai, vampiro como o pai. Robson parece ter expectativa de que seu filho já esteja apontandosinais vampirescos, como o nascimento de novos caninos ou o sumiço do reflexo em espelhos. Pedro nega tudo e dizque não é como o pai. Nas dunas, Robson entrega uma pá que guarda no carro para Pedro e ensina-o a "cavar comohomem". Enquanto escavam buracos para esconderem os corpos, pai e filho discutem. Robson é agressivo,homofóbico, ameaçador. No meio da discussão, ele puxa um revólver e o aponta para o filho. É aqui que oflashback acaba. Descobrimos que o tempo todo a história está sendo contada por Pedro durante um interrogatóriopolicial, para a Delegada Helena, 37 anos. Ela pergunta o que aconteceu a partir do revólver apontado. Pedro dizque nada, que o pai apenas abaixou a arma e foi embora. Em um rápido relance, vemos a imagem do cabo demadeira da pá totalmente enfiado no coração de Robson. A delegada Helena não parece convencida da história queouviu e tem motivos para suspeitar que o garoto matou o próprio pai e o escondeu com os outros cadáveres. Porfim, a delegada dá uma pausa nas perguntas e permite que Carla, 45 anos, mãe de Pedro, entre na sala. A mulherabraça o filho e chora. Lentamente, Pedro olha para o espelho da sala do interrogatório e vê a mãe abraçando umvazio: seu reflexo não existe.
Representar o cinema baiano em mostras e festivais nacionais e internacionais, através de um curta-metragem que alie um discurso potente com uma estética artística apurada; Apresentar o cinema feito na Bahia e no Brasil em exibições públicas do curta finalizado, com bate-papo após as sessões, para alunos do ensino médio da rede pública de ensino; Promover a reflexão acerca da masculinidade tóxica na sociedade ao trazer o conflito de gerações dos personagens e como cada um lida com seus próprios machismos; Empregar direta e indiretamente cerca de 30 profissionais do audiovisual, buscando contemplar uma equipe diversa em gêneros, etnias, idades e orientações sexuais.
A partir de um pensamento sobre o que é cinema brasileiro hoje e analisando recentes sucessos de público e críticacomo o filme Bacurau (2019) e a série Os Outros (2023), nota-se uma demanda crescente por produçõesaudiovisuais nacionais que escapem dos tradicionais drama e comédia e abracem outros gêneros. Um estudorecente da Ancine (Agência Nacional de Cinema) aponta que dos 10 longas-metragens mais vistos no Brasil entre2009 e 2017, três são brasileiros. Também aponta que o gênero que mais tem público é o da aventura. O gênero écaracterizado como uma narrativa onde os protagonistas, a todo instante, precisam superar obstáculos e escaparde situações perigosas. É para suprir essa demanda por filmes brasileiros de aventura que Filho de Peixe tambémnasce, unindo aventura, thriller, horror e crítica social.Em 1995, uma pesquisa sobre formação de padrões estéticos e comportamentais levou o acadêmico estadunidenseDouglas Kellner à conclusão de que "muitas pessoas constroem o seu senso de classe, de etnia e raça, denacionalidade, de sexualidade, de nós e eles" através do cinema. O cinema, portanto, para além de um gestoestético impactante, também pode ser uma arma política para a construção de novos olhares, novas perspectivassobre o mundo e sobre o outro. Parte do imaginário patriarcal foi naturalizado pelo próprio cinema, que em suasprimeiras décadas apresentou modelos de masculinidade heteronormativos e engessados, sempre colocandohomens de comportamento divergente como coadjuvantes ou antagonistas, quando não representando-os comopiada. É preciso que o mesmo cinema que contribuiu para a cristalização do que é ser homem na sociedademoderna também colabore para que outros modelos sejam difundidos, fugindo da opressão do machismo eapresentando personagens sensíveis, sentimentais, frágeis e não-hétero.É preciso que homens escrevam sobre homens, que reflitam sobre suas criações, suas identidades e tambémapontem caminhos para outros modelos de masculinidade, outras possibilidades de vivência que não perpassempelo machismo, pela agressividade, pela supressão de desejo, sentimento ou qualquer dissidência docomportamento normativo. Filho de Peixe é uma história sobre fragilidades masculinas e identidades reprimidas.Historicamente, as narrativas de horror estão atreladas à repressão. Em seu livro "Introdução à LiteraturaFantástica" (1970), o filósofo Tzvetan Todorov explica que uma das principais causas do surgimento do gênero dohorror, é a repressão. Todorov diz que o sobrenatural nas narrativas de horror surge a partir do medo do que não seconhece, o medo dos tabus, citando temas como "o incesto, o amor homossexual, o amor a vários, a necrofilia, asensualidade excessiva". Ou seja, o horror é o melhor gênero a lidar com a repressão, e é a partir dessa abordagemque Filho de Peixe se coloca uma história de vampiros onde o ser vampiro é uma ameaça, é tornar-se monstro. Parao filósofo Noel Carroll em seu livro "A Filosofia do Horror ou Paradoxos do Coração", para uma história serconsiderada de horror ela precisa de um elemento central: um monstro, seja ele psicológico ou literal. Essemonstro precisa ter duas características principais: ser desprezível e perigoso para a sociedade. Em Filho de Peixe,o homem é o seu próprio monstro, aqui trabalhado na chave alegórica do vampirismo: a violência, o desejo desangue, a invasão do corpo do outro; todas essas coisas são intersecções entre o ser vampiro e o ser homem nasociedade patriarcal.A Lei de incentivo a cultura é a única forma de trazer essa obra de arte ao mundo pois, prioriza o produto culturaloriginário do país visto que todo o grupo de elaboração desse material são 100% músicos brasileiros.O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1o da Lei 8313/91: II - promover e estimular a regionalização daprodução cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar,valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressõesculturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V -salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; IX -priorizar o produto cultural originário do País.O projeto atende ao Art. 3o da Lei 8.313/91, Inciso II (fomento à produção cultural e artística), Alíneas:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais,preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de carátercultural; (Redação dada pela Medida Provisória no 2.228-1, de 2001)
Curta metragem de 15 minutosClassificação: 12 anos
FILHO DE PEIXE terá janela de tradução em Libras, legendas para surdos eensurdecidos e audiodescrição. Desde a fase inicial do projeto, trabalharemos emcolaboração com especialistas em acessibilidade para integrar o conteúdo narrativo aoselementos de inclusão. Consideraremos o posicionamento da janela de traduçãodurante as escolhas de enquadramentos e levaremos em conta o tempo necessáriopara a incorporação da audiodescrição, assegurando fluidez e criatividade ao resultadofinal da montagem.O projeto oferecerá acessibilidade nos debates realizados após as sessões nos colégiosestaduais. A equipe será instruída pela consultora de acessibilidade para melhoratender os participantes.Toda a divulgação em redes sociais será adaptada para leitores de tela, levando ahashtag #ParaTodosVerem.Entendemos que a acessibilidade é um recurso técnico que democratiza o alcance das obras artísticas para umpúblico que, no Brasil, soma cerca de 15,5 milhões de pessoas (IBGE, 2010). Dentre os aspectos técnicos eartísticos que o investimento na produção do curta-metragem FILHO DE PEIXE pode aprimorar para expandir seualcance, estão as janelas de acessibilidade plena para o público com deficiência visual e/ou auditiva. Janela detradução em LIBRAS, legendas LSE e descritiva e audiodescrição serão usados para contemplar as necessidades deum público diverso, tudo orquestrado por uma Consultoria em Acessibilidade, buscando resultados mais efetivospara esses mecanismos de inclusão tão necessários .
Serão oferecidas duas contrapartidas para o projeto FILHO DE PEIXEenvolvendo exibições e masterclasses formativas:1) Exibição gratuita do curta-metragem FILHO DE PEIXE na Escola Estadual CarlosMarighella: Será realizada a exibição da obra para alunos do ensino médio dainstituição, seguida de debates que se aprofundem nas temáticas do filme à partir de umponto de vista que dialogue com sua base curricular. Data da exibição: 12/12/20242) Exibição de FILHO DE PEIXE e realização de duas masterclasses na Sala Walter daSilveira: Será realizada uma segunda exibição do curta-metragem na sala Walter daSilveira, cinema público baiano da cidade de Salvador que atende à um público diversoatravés de sua ampla acessibilidade, localizado numa área central e estratégica dacidade de Salvador. Data da exibição: 13/12/2024.Suas ações de contrapartida serão realizadas nos seguintes espaços:1) Escola Estadual Carlos Marighella - Uma Instituição de ensino, localizada emSalvador, Bahia, que busca constantemente proporcionar atividades culturais e artísticaspara a comunidade estudantil, será espaço de exibição do curta-metragem e troca,através de diálogos com alunos do ensino médio após a sessão.2) Sala Walter da Silveira - Cinema público, situado em um ponto central e acessível dacidade de Salvador, Bahia. Será, além de um dos espaços de exibição docurtametragem, o local para as masterclasses sobre pós-produção cinematográfica.
Roteiro e direção: Calebe LopesRealizador baiano com interesse especial no cinema fantástico, Calebe dirigiu curtas-metragens como "ModoNoturno" (2020) e “Claudio” (2022), exibidos e premiados em dezenas de festivais de cinema em diversos países,entre eles Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, Mostra de Cinema de Tiradentes e Fantaspoa. Atualmentedesenvolve o roteiro de "Menarca", seu primeiro longa-metragem, co-escrito com Marina Lordelo. Assistência de Direção - Letícia FrançaMultiartista e estudante do Bacharelado Interdisciplinar em Artes na UFBA, pesquisa sobre Tecnologias Ancestrais eCinema junto ao grupo de pesquisa Balaio Fantasma, cujo trabalho resultante, as vídeo-cartas da sua pesquisa“Onde Cruzei as Águas”, foram exibidas na Universidade do Abomey-Calavi, no Benin, em 2023. Na busca deconhecimento, fez o curso de Direção de Fotografia pelo Centro Afrocarioca de Cinema Zózimo Bulbul e participoudo LAB Visão Preta da Mostra Itinerante de Cinema Negro Mohammed Bahia. É estagiária na Olho de VidroProduções, trabalha com fotografia, operação de câmera e com desenvolvimento de projetos. Dentre os últimostrabalhos, foi diretora de fotografia no curta-metragem "Espelho", de direção de Luciana Oliveira (SE), selecionadoe premiado em festivais nacionais e internacionais. Em 2021, dirigiu e realizou o documentário "A Arte tá na Rua"(SE) e foi criadora e finalizadora do Festival Desloca (SE). Em 2023, foi assistente de câmera da série Lugar de Fala,em finalização. Além disso, teve suas fotografias na exposição coletiva no 7º Salão de Fotografia em Sergipe, 2020,na Galeria Álvaro Santos e foi premiada com a série "Exú - A boca do mundo" (SE) e a "Santa-do-Pau-Oco",produzida pela Negra Luz (SE). Produção Executiva - Klaus HastenreiterDiretor e roteirista com formação em Artes Cênicas pela UFBA e cinema pela New York Film Academy, escreveu,dirigiu e produziu cerca de 20 curtas-metragens premiados em festivais de cinema, entre eles “Não Falo comEstranhos” (2017), filme que conquistou 11 prêmios em mostras competitivas como o XXI CINE PE (Melhor Direção)e O XIII Panorama Internacional Coisa de Cinema (Melhor Curta Baiano pelo Júri Jovem) e “Mamãe” (2021), projetoaprovado pela Lei Aldir Blanc no ano de 2021, além de três curtas-metragens contemplados pelo Fundo de Culturada Bahia em 2019 e finalizados em 2023: “Solange não veio Hoje”, “Vovó foi pro Céu” e “Borderô”, todos em fasede distribuição. Em 2020 foi selecionado pelo projeto de extensão Usina do Drama, onde obteve mentoria deAmanda Aouad para seu projeto de série televisiva “Vida de Artista”. Ministra cursos de cinema independentedesde 2017, além de ser professor e produtor do curso Matura Cine – Aprendendo cinema após os cinquenta. Direção de Produção - Walerie Gondim Produtora cultural formada pela UFF (RJ), atriz e graduanda em direção teatral pela UFBA (BA), Walerie Gondimacumula experiências como produtora e gestora de ações especialmente nas áreas de cinema e teatro. Em seustrabalhos mais recentes, colaborou com a Olho de Vidro Produções nos curtas em fase de pós-produção "Vovó FoiPro Céu" (2022) - produtora executiva -; e "Solange Não Veio Hoje" (2022) - produtora executiva e diretora deprodução. Também em parceria com a Olho de Vidro, realizou a direção de produção do projeto "Nosso Cinema"(2022), a produção executiva do curta "Mamãe" (2021) e a direção de produção de "MaturaCine: aprendendo cinemaapós os 50" (2021), além de atuar na equipe de produção dos projetos “B não é de Biscoito” (2020), "Em cima domuro" (2019) e “O Sorriso de Felícia” (2018). Compôs o júri da 5ª Mostra Lugar de Mulher É No Cinema (2022) eassinou a direção de produção e assistência de direção do longa-metragem "Trincheira" (2021). Direção de Arte - Angela CarballalGraduada em Arquitetura e Urbanismo pela UNIFACS. Em 2019, participou da Oficina Contínua de Direção de Arte16h, promovida por Carol Tanajura; e em 2020, do curso Direção de Arte Cinematográfica 17h30, com VeraHambúrguer, realizado pelo centro cultural b_arco. A partir daí, passou a trabalhar nos bastidores de produçõesartísticas, por exemplo: Como diretora de arte para o curta-metragem ficcional “Solange Não Veio Hoje”,produzido pela Olho de Vidro Produções, Salvador (jul-set/2022); Como cenógrafa para o Fashion Filme “Tabuleiro”da marca Dendezeiro para a São Paulo Fashion Week 2022, Salvador (mai/2022); Como diretora de arte, figurinistae maquiadora para o vídeo-clipe “Encaixa” de Jô, Salvador (mar/2022); Como diretora de arte para publicidade“Infância Sem Racismo” da Defensoria Pública da Bahia, produzido pela Olho de Vidro Produções, Salvador(mar/2022); Como diretora de arte para show ao vivo “Carnaval Live Show”. Direção de Fotografia - Thiago DuarteThiago Duarte é diretor de fotografia graduado em Cinema e Vídeo pela FTC. Trabalha no setor desde 2016, tendocolaborado na realização diversos videoclipes, destacando-se “Malembá” (2019) de Márcia Freire e “Claudio”(2022) de Nana Lacrima, além disso trabalhou em mais de 10 curta-metragens, dentre eles “Não Falo comEstranhos” (2017), “Onze Minutos” (2018), “A Triste Figura” (2018) e B não é de Biscoito (2021). Vencedor dosprêmios de melhor direção de fotografia no 4º Petit Pavé - Festival de Cinema Independente de Curitiba (2018) pelofilme “Onze Minutos” e no 2º Festival de Horror Gato Preto (2019) por “A Triste Figura”. Captação de som - Mateus AragãoMúsico, sound designer e advogado. Graduado em Direito pela UNIJORGE, especializou-se em Processo Civil pelaFaculdade Baiana de Direito. Ainda em 2015 iniciou, sua segunda graduação no Bacharelado Interdisciplinar emArtes com ênfase em Cinema e Audiovisual na Universidade Federal da Bahia. Em 2020 ingressou no Mestrado emComunicação e Cultura Contemporânea (POSCOM) com ênfase nas culturas da Imagem e do Som. Música original - Filipe Aragão Filipe é um artista (compositor, produtor musical e músico) e empreendedor Jequieense. Possui formação empsicologia, Letras e é graduando da EMUS-UFBA no curso de Composição e Regência, onde tem elaboradocomposições dentro das vertentes do Atonalismo e Serialismo. Possui experiência em composições para trilhasonoras de games e filmes, alguns dos quais estão se repercutindo mundialmente. Fundou a empresa Punk HazardStudios juntamente com Mateus Aragão, seu irmão, onde oferecem prestação de serviço sonoro no audiovisual Assessoria de Comunicação - Enoe Lopes PontesDoutoranda pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação e Cultura Contemporâneas, da Universidade Federalda Bahia (UFBA) - com doutorado sanduíche em Estudos de Mídia, na Philipps-Universität Marburg - e mestra emcomunicação, pela mesma instituição. Especialização em Direção em TV para teledramaturgia, pela CAL, Formadaem Artes Cênicas, com ênfase em Interpretação Teatral, pela Universidade Federal da Bahia e em ComunicaçãoSocial, com ênfase em Jornalismo, pela Universidade Social da Bahia. É membro votante do prêmio Globo de Ouro,sendo que, desde 2017, faz parte de júris e curadorias em festivais de cinema como: Festival PanoramaInternacional Coisa de Cinema, Mostra Lugar de Mulher é no Cinema, Festival de Cinema Baiano (FECIBA), Festivalde Cinema de Munique, Festival Regard e CinePe.
PROJETO ARQUIVADO.