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PRONAC 249817Autorizada a captação residual dos recursosMecenato

Squel - Oficinas de bailado de porta-bandeira

DONNA PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 700,0 mil
Aprovado
R$ 694,1 mil
Captado
R$ 400,0 mil
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

Incentivadores (1)
CNPJ/CPFNomeDataValor
02709449000159Petrobrás Transporte S. A1900-01-01R$ 400,0 mil

Eficiência de captação

57.6%

Classificação

Área
—
Segmento
Empreend Ações Educ-Cult/Capacitação/Treinamento
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
24

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-01-06
Término

Resumo

Squel _ Oficinas de bailado de porta-bandeira é projeto inédito de artes cênicas e propõe realizar oficinas gratuitas de dança no Rio de Janeiro. As oficinas de dança de porta-bandeira serão ministradas por Squel Jorgea. O projeto prevê como produto secundário um curta-metragem, que objetiva documentar, preservar e valorizar a trajetória de Squel Jorgea, contribuindo para a memória cultural e destacando a sua importância no carnaval carioca. Propomos realizar 20 oficinas de bailado de porta-bandeira gratuitas no Estado do Rio de Janeiro, em locais a definir durante a fase de pré-produção. As vagas serão destinadas ao público prioritário com faixa etária de 18 a 60 anos, dentre: o feminino, negros, pessoas LGBTQIA+, mulheres em vulnerabilidade social,pcds.

Sinopse

Squel Jorgea é um dos maiores exemplos de como este patrimônio imaterial se personifica em artistas de múltiplos talentos. Menina negra nascida na periferia do Rio de Janeiro tornou-se uma verdadeira majestade em mais de 20 anos de carreira na Marquês de Sapucaí. Atingiu a marca de só tirar notas 10 por 5 anos consecutivos, recorde ainda não superado. Passou por grandes escolas e é a única a ter defendido o pavilhão das duas mais tradicionais instituições do carnaval, Estação Primeira de Mangueira e Portela. Squel está no panteão dos grandes talentos e personalidades da cultura carioca e nacional. Sua história também revela os diversos temas abordados nos carnavais que defendeu, a valorização da mulher negra e das narrativas afro centradas. Não são quaisquer histórias, mas sim narrativas de um grupo específico, o de mulheres negras, cujas batalhas por vezes se escondem na trama velada das diferenças. Ser exceção e contabilizar o pertencimento a tantas minorias – ser mulher, ser negra, ser pobre, ser gay, ser trans, ser política, ser sambista, ser bonita, ser feia, ser magra, ser gorda – é ser convocada para lutar diariamente uma guerra invisível, que é a busca pelo direito do discurso, por significar a si mesma e ao seu grupo. As oficinas serão ministradas por Squel Jorgea e tem como propósito principal empoderar seus participantes, em especial, mulheres jovens negras, sejam elas cis, trans, moradoras de periferias e ou comunidades, mulheres que se encontram em vulnerabilidade social. Classificação etária: 18 anos

Objetivos

Objetivo geral: Produto principal - Realizar 20 oficinas de bailado de porta-bandeira gratuitas no Estado do Rio de Janeiro, em locais a definir durante a fase de pré-produção. As vagas serão destinadas ao público prioritário com faixa etária de 18 a 60 anos, dentre: o feminino, negros, pessoas LGBTQIA+, mulheres em vulnerabilidade social,pcds. Produto secundário - produzir um curta-metragem que objetiva documentar, preservar e valorizar a trajetória de Squel Jorgea, contribuindo para a memória cultural e destacando a sua importância no carnaval carioca Objetivos específicos: - Empoderar 400 participantes, em especial, mulheres jovens negras, sejam elas cis, trans, moradoras de periferias e ou comunidades, mulheres que se encontram em vulnerabilidade social. - Incluir e acolher pessoas com deficiências e portadoras de necessidades especiais. - Promover o acesso a cultura através de oferta de vagas gratuitas para as oficinas. - Realizar gratuitamente 20 oficinas com 20 vagas, totalizando 400 pessoas atingidas diretamente. Produto secundário Curta-metragem: - Finalização da imagem em Full HD. - Exibir gratuitamente em canal do projeto com amplo acesso de público. - Inscrever o curta documentário em festivais de audiovisual.

Justificativa

Incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91 nos quais a proposta se enquadra: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IX - priorizar o produto cultural originário do País. Objetivos do Art. 3º da Lei 8.313/91 que serão alcançados: IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; A solicitação de apoio ao projeto "Squel - Oficinas de bailado de porta-bandeira" junto ao Ministério da Cultura, via Lei de Incentivo, é hoje uma das poucas formas de se encontrar parceria na iniciativa privada e em editais públicos de patrocínio, sendo imprescindível sua existência para democratizar o acesso a cultura de todo país. A arte da porta-bandeira povoa o pensamento e a devoção de distintas gerações e realidades sociais em nosso país. Resultado do acúmulo de experiências e conhecimentos cultivados a partir da ancestralidade e da confluência cultural, este bailado é único em todas as manifestações da dança universal, só se encontrará no Brasil. Representação máxima da cultura de nosso país, a ciência da porta-bandeira é uma das vertentes dos conhecimentos propagados nas escolas de samba, verdadeiras universidades da cultura popular. Squel Jorgea é um dos maiores exemplos de como este patrimônio imaterial se personifica em artistas de múltiplos talentos. Menina negra nascida na periferia do Rio de Janeiro tornou-se uma verdadeira majestade em mais de 20 anos de carreira na Marquês de Sapucaí. Atingiu a marca de só tirar notas 10 por 5 anos consecutivos, recorde ainda não superado. Passou por grandes escolas e é a única a ter defendido o pavilhão das duas mais tradicionais instituições do carnaval, Estação Primeira de Mangueira e Portela. As oficinas serão ministradas por Squel Jorgea e tem como propósito principal empoderar seus participantes, em especial, mulheres jovens negras, sejam elas cis, trans, moradoras de periferias e ou comunidades, mulheres que se encontram em vulnerabilidade social.

Estratégia de execução

Plantio de 100 mudas de árvores no Estado do RJ, em locais ainda a definir. O projeto Squel - oficinas de bailado de porta-bandeira está provado no valor de R$400.000,00 no edital Transpetro em movimento que objetiva realizar 20 oficinas gratuitas no Rio de Janeiro. O projeto é uma proposta no valor total de R$700.010,22, pois pretende continuar a negociar patrocínio para realizar o produto secundário curta-metragem.

Especificação técnica

Especificações produto principal: Oficinas de bailado de porta-bandeira Serão realizadas 20 oficinas de dança com 20 vagas gratuitas cada uma. Para mulheres cis, trans, jovens e adultas, em vulnerabilidade social, pessoas LGBTQIA+, pcds, com classificação a partir de 18 anos. Especificações produto secundário: curta-metragem Formato: documentário Gênero: biográfico Duração: 15 minutos Classificação indicativa: Livre Locações previstas: Cidade do Rio de Janeiro Centro Histórico do Rio de Janeiro Bairro de Madureira Bairro de Oswaldo Cruz Escola de Samba Portela Avenida Marquês de Sapucaí (Sambódromo) Escola de Samba Unidos da Viradouro Escola de Samba Estação Primeira de Mangueira Escola de Samba Acadêmicos do Grande Rio Escola de Samba Mocidade Independente de Padre Miguel Igreja de São Jorge Terreiro de Candomblé Praia de Copacabana Praia da Barra Praia de Ipanema Pão de Açúcar Praça XI MAR - Museu de Arte do Rio MAM - Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro Cidade do Samba Studio Talento & Arte Casa de Squel Possíveis parcerias: Petrobras, BB Asset, plataformas de streaming Formato cinematográfico: digital Publico alvo: Público-alvo inclui mulheres, PCDs, comunidade LGBTQIAP+, entusiastas do Carnaval, e fãs das escolas de samba em todo o Brasil.

Acessibilidade

Acessibilidade física: As oficinas ocorrerão em locais que facilitem a locomoção de PCD, que disponham de pelo menos de um dos itens a seguir: rampa de acesso e ou elevador, corrimão, banheiro adaptado para PCD e ou pessoas com mobilidade reduzida. Acessibilidade de conteúdo: inserção de LIBRAS; de audiodescrição; de legendas para surdos e ensurdecidos em linguagem simples. Peças Promocionais com acessibilidades e produção de site acessível para divulgação com recursos como tradutor automático para Libras e leitor de tela. Ações de acessibilidade atitudinal: contratação de profissionais com deficiência e especializados em acessibilidade cultural; formação e sensibilização de agentes culturais, público e todos os envolvidos na cadeia produtiva, utilizando um Manual Boas Práticas com Medidas de prevenção e erradicação de barreiras atitudinais, para acolher profissionais com deficiências nas equipes de produção, promovendo a inclusão e a diversidade.

Democratização do acesso

Todas as 20 oficinas serão gratuitas. Em complemento, o proponente prevê a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acesso: IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal; V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas;

Ficha técnica

Donna Produções - Sérgio Borges - Coordenação Geral Coordenador Geral e produtor executivo da “Donna Features, a produtora nasceu com projetos em busca do feminino em suas dimensões poética,política e resiliente, como nos documentários “The Breeding Shed” (2022) e “The Rainy Season”. Um olhar sobre o feminino e um senso apurado de união acabam por contar uma bela história. A inspiração no feminino e sua força de resiliência permeiam as histórias contadas por Celina Torrealba em seus documentários.Donna Features é produtora associada de longas-metragens internacionais que foram apresentados nos últimos anos, como “Wasp Network” (2019) de Olivier Assayas, “The Lighthouse” (2018) de Robert Eggers em coprodução com a A24.Além do premiado “The Breeding Shed” (2022), Donna Features lança “Voto de Esperança”(2024) – pós-produção, e em parceria com Antifilmes e Boulevard Filmes “Arte da Diplomacia”(2023) Produção executiva e Direção - Celina Torrealba Celina Torrealba é uma cineasta carioca apaixonada pelas artes e pela cultura do Rio de Janeiro. Além da formação acadêmica em cinema nas renomadas instituições de ensino, como a New York University e a Université Paris 1 Panthéon Sorbonne, também contribuí de forma ativa na sociedade por meio de serviços em ONGs. Trabalhou no “Rio Como Vamos”, ONG que monitora a qualidade de vida no Rio de Janeiro. Com uma carreira sólida como produtora de filmes nos EUA como Wasp Network, The Lighthouse, e Port Authority, está debutando como diretora de cinema. A sua trajetória é marcada por desafios vencidos e conquistas notáveis. Atuou não apenas como produtora, mas também como diretora de filmes curta-metragem como "The Breeding Shed" (2022) e "Huele la Vida" (2018), onde pode explorar e expressar sua visão artística de forma única. Além disso, está atualmente envolvida na montagem dos filmes "Voto de Esperança" e "O tempo das Chuvas", projetos empolgantes que em breve estarão prontos. Squel Jorgea - Coordenadora pedagógica e artística das oficinas É um dos maiores exemplos de como este patrimônio imaterial se personifica em artistas de múltiplos talentos. Menina negra nascida na periferia do Rio de Janeiro tornou-se uma verdadeira majestade em mais de 20 anos de carreira na Marquês de Sapucaí. Atingiu a marca de só tirar notas 10 por 5 anos consecutivos, recorde ainda não superado. Passou por grandes escolas e é a única a ter defendido o pavilhão das duas mais tradicionais instituições do carnaval, Estação Primeira de Mangueira e Portela.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.

2026-12-31
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro