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O documentário O Mundo Que Sei _ Territórios de Crianças: Casa Cidade e Planeta, média-metragem com aproximadamente 50 minutos e formato 4K, visa amplificar as vozes de crianças de 6 a 12 anos, de oito diferentes cidades doestado de São Paulo, oferecendo-lhes um espaço para expressar suas percepções sobre questões contemporâneas urgentes, como moradia, cidade e meio ambiente. Partindo da ideia de que o meio ambiente não se resume à Amazônia distante, mas começa nas casas, quintais, ruas e bairros onde essas crianças vivem, o projeto busca sensibilizar o público sobre a importância da sustentabilidade em contextos urbanos. As entrevistas serão realizadas através de uma pesquisa etnográfica com metodologia de escuta sensível. O documentário será disponibilizado gratuitamente em plataformas de streaming abertas, como o YouTube, para garantir amplo acesso e impacto social.
"O Mundo Que Sei – Territórios de Crianças: a Casa e o Planeta" é um documentário baseado em uma pesquisa etnográfica escuta sensível junto a crianças de 6 a 12 anos que busca investigar e entender como elas enxergam as condiçoes em que vivem - suas moradias, bairros, cidades e natureza ao redor, e como isso se relaciona com suas perspectivas de qualidade de vida e futuro, em meio a um mundo repleto de desafios como desigualdades e crises climáticas. Ao explorar esses temas, o filme revela e amplifica as preocupações e esperanças de crianças de diferentes territórios em relação ao mundo que habitam.
Objetivo Geral:O objetivo geral do projeto é amplificar as vozes das crianças de 6 a 12 anos sobre questões contemporâneas urgentes, como o meio ambiente, a vida nas cidades e a relação com suas casas e comunidades. Através de uma escuta sensível e uma abordagem etnográfica, o documentário busca sensibilizar o público sobre a importância de incluir a infância no debate sobre sustentabilidade, cidadania e justiça climática, promovendo uma reflexão sobre como as crianças veem e vivenciam o mundo ao seu redor. A partir dos achados e dados levantados com as crianças, vamos também contar com a participação de especialistas em diversas áreas ligadas à infância para formar um retrato da infância sobre o tema moradia, cidade e meio ambiente. ObjetivosInclusão e Empoderamento: O documentário cria um canal para que as crianças expressem suas visões e perspectivas únicas sobre o mundo atual, promovendo um senso de inclusão e empoderamento, amplificando suas vozes na comunidade. Conscientização Social: Os debates resultantes do projeto abordarão questões sociais relevantes para o universo infantil, como casa, bairro, espaços públicos, natureza, sentimento de pertencimento e autonomia, ampliando a conscientização sobre esses temas a partir do olhar das crianças. Inspiração e Transformação: O documentário tem o potencial de inspirar pessoas nas comunidades e além, provocar reflexão e promover mudanças positivas nos espaços urbanos e nas mentalidades. Queremos ouvir e amplificar o sentimento e pensamentos das crianças que são o presente e o futuro de um mundo repleto de desafios como eventos climáticos e desigualdades sociais. Objetivos Específicos: Realizar uma pesquisa por meio de entrevistas com crianças de 6 a 12 anos em oito cidades do estado de São Paulo, a serem definidas, que retratem diferentes realidades e dinâmicas sociais — capital, cidades grandes e médias, cidades litorâneas, no interior, no entorno de fábricas e periferiais. Através de uma pesquisa etnográfica com metodologia de escuta sensível, captaremos as percepções das crianças sobre os temas moradia, cidade e meio ambiente onde vivem. Meta: 8 territórios distintos, 40 crianças entrevistadas. Produzir um documentário de média-metragem (50 minutos) em formato 4K — O documentário será editado a partir das entrevistas e terá distribuição em plataformas digitais, como YouTube, para garantir amplo acesso. Meta: 1 documentário, com exibição aberta em streaming.
O projeto "O Mundo Que Sei _ Territórios de Crianças: Casa, Cidade e Planeta" busca criar um retrato sobre a relação das crianças com o mundo atual a partir da perspectiva das próprias crianças. O documentário conversará com crianças de diferentes cidades e diferentes condiçoes de vida, repertórios e histórias para retratar suas realidades e trazer à tona o que pensam e sentem sobre temas emergentes como moradia, cidade e meio ambiente. Ao fazer um retrato de uma geração que vive um momento histórico na realidade brasileira, no qual convivemos com questões intrínsecas ao nosso tempo, como crise climática, saúde mental na infância, novas formações familiares, desigualdades, empregos precarizados, entre outros, o documentário "O Mundo Que Sei _ Territórios de Crianças: Casa, Cidade e Planeta" se caracteriza de forma verdadeira como um material de preservação de bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro, conforme rege o inciso VI do Artigo 1. Por sua temática de alto valor social, por se propor a registrar um panorama de uma parcela significativa da sociedade brasileira, suas relações com o mundo, diferentes costumes e estilos de vida, o documentário atende plenamente o inciso VIII do ARTIGO 1, no que tange a difundir bens culturais informadores de conhecimento, cultura e memória. "O Mundo Que Sei _ Territórios de Crianças: Casa, Cidade e Planeta" notadamente prioriza o produto cultural brasileiro quando se propõe a retratar uma parcela da população e suas relações com o mundo ao redor, suas realidades nas cidades em que vivem e relações interpessoais que compõem um significativo quadro da sociedade brasileira, além de ser realizado majoritariamente por profissionais brasileiros em todas as suas etapas e, como produto final, destinado ao mercado nacional, está em conformidade com o item IX, priorizando o produto cultural originário do país. Enfim, o projeto, se enquadra na Lei de Incentivo à Cultura, pois visa ampliar o acesso à produção cultural de relevância social e ambiental, destacando as vozes das crianças sobre temas fundamentais como o meio ambiente, a cidade e o papel que essas questões desempenham no futuro da sociedade. Ao democratizar a cultura, o documentário coloca crianças no centro do debate, trazendo suas percepções sobre questões que moldam não apenas o presente, mas também o futuro. Será disponibilizado em plataformas amplamente acessíveis, como o YouTube, garantindo a difusão para um público amplo e diverso. Necessidade do Mecanismo de IncentivoO financiamento por meio do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais é essencial para viabilizar este documentário. Sem esse apoio, o alcance do projeto seria significativamente limitado, comprometendo a execução de uma produção complexa que envolve pesquisa etnográfica, entrevistas com especialistas e a criação de um produto audiovisual de alta qualidade técnica (em formato 4K). O uso da Lei Rouanet permitirá: A realização de uma produção que demanda recursos substanciais, como filmagens em diversas cidades, contratação de equipe especializada, além de edição e pós-produção de um documentário com padrão técnico profissional. A democratização do acesso à cultura e a inclusão de vozes infantis, que muitas vezes não são ouvidas em debates sociais e ambientais, ampliará a participação dessas crianças na construção de conteúdos de interesse público.A disponibilização gratuita do conteúdo por meio de plataformas acessíveis, potencializando a difusão cultural e fomentando discussões sobre o meio ambiente e a cidadania nas cidades, tanto nas áreas urbanas quanto em comunidades mais afastadas. Este projeto se enquadra nos princípios da Política Nacional de Cultura estabelecidos pela Lei 8313/91, atendendo aos seguintes incisos do Art. 1º: Inciso I: O documentário contribui para preservar e difundir manifestações culturais ao registrar as percepções das crianças sobre suas cidades e meio ambiente, reforçando a importância desses temas para o desenvolvimento da cultura nacional.Inciso V: Incentiva a produção e difusão de bens culturais, permitindo que um amplo público tenha acesso a essas discussões, especialmente por meio de plataformas digitais gratuitas e de fácil alcance.Objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91 que serão alcançados:II - Fomento à produção cultural e artística, com:a) Produção de vídeos e filmes documentais de média metragem, preservando o acervo cultural contemporâneo e dando visibilidade às percepções das crianças sobre a vida urbana e as questões ambientais.b) Edição de obras relativas às ciências humanas e ambientais, contribuindo para a educação e formação de consciência crítica.IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) Distribuição gratuita e pública do documentário por meio de plataformas acessíveis como YouTube, garantindo que todas as camadas da população tenham acesso ao conteúdo.b) Levantamentos e estudos de pesquisa etnográfica relacionados à infância e ao ambiente urbano, fornecendo dados valiosos para futuras iniciativas culturais e educacionais.
Informações Complementares "O Mundo Que Sei – Territórios de Crianças: a Casa e o Planeta" é um desdobramento da minissérie documental de 9 episódios O Mundo que sei, realizada pela Contenidos Produçoes e exibida pela TV Cultra e Canal Futura em setembro de 2024. Para conhecer o projeto O Mundo que sei que realizamos em 2024, acesse o site, o perfil da plataforma no Instagram e o trailer da minissérie realizada: https://omundoquesei.com.br/ @omundoquesei https://youtu.be/5zgFoT7h-jI Diferente da série, que abrangeu temas variados do universo infantil, tais como escola, familia, consumo, relaçoes, saúde mental, telas, etc, este documentário de 50min visa mergulhar nos temas específicos de moradia, cidade e meio ambiente. O documentário visa compor um retrato social abrangente e dinâmico de diferentes infâncias, capturado por meio de uma pesquisa etnográfica realizada em diversos e múltiplos territórios. Esses territórios incluirão cidades grandes, médias e pequenas, localizadas em diferentes contextos, como centros urbanos densos, áreas litorâneas, regiões próximas a fábricas e áreas rurais, além de localidades que foram impactadas por eventos climáticos recentes. Essa diversidade geográfica e demográfica permitirá uma ampla representatividade das infâncias, garantindo a inclusão de realidades distintas e promovendo uma compreensão mais profunda das condições sociais, ambientais e urbanas que impactam o desenvolvimento infantil. Para enriquecer a análise e a narrativa do documentário, será formado um grupo de trabalho composto por especialistas de diversas áreas profissionais relacionadas às temáticas abordadas no projeto, com um olhar especializado voltado ao universo infantil. Esses especialistas incluirão: Arquitetura: para discutir o impacto do ambiente construído na percepção de espaço e moradia das crianças;Urbanismo: para avaliar a relação das crianças com o espaço público e urbano, considerando a infraestrutura e a qualidade de vida nos diferentes territórios;Psicologia: para fornecer insights sobre o desenvolvimento emocional e cognitivo infantil diante dos desafios sociais e ambientais;Educação: para analisar como a educação formal e informal molda a visão das crianças sobre temas como meio ambiente, cidadania e comunidade;Saúde: para abordar o impacto de fatores ambientais e urbanos na saúde física e mental das crianças;Meio ambiente: para discutir como a conscientização ambiental está presente na vida das crianças e como elas percebem e experienciam as questões ecológicas. Esses profissionais irão compor a equipe de apoio ao desenvolvimento das narrativas e serão entrevistados no documentário, fornecendo contextos e análises para complementar os depoimentos das crianças. A presença desses especialistas enriquecerá o debate, proporcionando um diálogo profundo e multifacetado sobre os temas abordados e contribuindo para a construção de uma narrativa que, além de dar voz às crianças, oferece uma perspectiva ampla sobre as infâncias brasileiras e os desafios contemporâneos.
Audiovisual (principal) Documentário audiovisual média metragem em formato 4k, com cerca de 50 minutos, falado em língua portuguesa, com legendas de acessibilidade; Relatório de pesquisa etnográfica (secundário) relatório em arquivo pdf com até 45 páginas em formato retrato (A4) que apresenta os principais destaques e achados da pesquisa junto a crianças de diferentes cidades do estado de São Paulo. Site (secundário) página eletrônica para acesso ao trailer, documentário e pesquisa do projeto. Cortes do documentário (secundário) pílulas editadas com cerca de 1min para distribuiçao nas redes sociais do projeto (Instagram, YouTube e Tik Tok).
Acessibilidade de Conteúdo - Para garantir que o conteúdo do documentário seja acessível ao maior número possível de pessoas, adotaremos as seguintes medidas: Gratuuidade: disponibilidade do documentário em plataforma de vídeo aberta, assegurando acesso universal e gratuito; Legendas descritivas: Todo o documentário contará com legendas descritivas, permitindo que pessoas com deficiência auditiva compreendam tanto o diálogo quanto sons essenciais à narrativa (música, ruídos, etc.); Libras (Língua Brasileira de Sinais): Serão disponibilizadas versões do documentário com interpretação simultânea em Libras, acessível via plataformas digitais.
De acordo com o Art. 29, será adotada a seguinte medida de democratização de acesso: IV - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redes públicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos;
Paula Guedes Brentano – Diretora Geral e responsavel pelo CNPJ proponenteIdealizadora, produtora, co-roteirista é formada em Direito pela USP. Possui olhar voltado para Cultura,Inteligência e Comportamento.Profissional multimídia, carrega ampla experiência em identificar tendências e criar movimentos por meio de projetos de conteúdos e ativações envolvendo as áreasEditorial, Audiovisual, Eventos, PR e Digital. Diretora e sócia-executiva da Bebok, já atendeu contas de grandes marcas como Cervejaria Heineken, Grupo O Boticário e Swift. Fabio Guedes Brentano – Coordenador de Projeto e responsavel pelo CNPJ proponenteJornalista formado pela PUC-SP, e atua há quase 25 anos no mercado de comunicação. É diretor de Criação e Planejamento da Bebok e responsável pela concepção estratégica e criativa de todos os projetos da agência. Possui visão de negócio para soluções 360o e radar apurado para transformar tendências de comportamento em campanhas e ações de comunicação que incluem live marketing, brand content, brand experience, marketing de causa e impacto social. Juan Alberto Gomez – Produtor ExecutivoJuan Alberto Gomez, reúne a experiência e o Skill na produção executiva e no gerenciamento de projetos de Cinema e Televisão. Juan Alberto atua nos mercados audiovisual brasileiro e latino-americano há mais de 28 anos e traz na bagagem a Direção e Coordenação de Produção de projetos como “TV Cultura - Música do Brasil”e “Copa do Caos”, “Professor Nota 10”, “TV escola – A Lingua Portuguesa”, “Nickelodeon - Pic Nic”, “Verão Nick”, “Meus Prêmios Nick”, “Zapping Zone ao vivo” do canal Disney Channel, “Disney Planet”, além do reality musical “Pop Start” 1ª e 2ª temporadas, exibido no canal Disney Channel e no SBT. Também esteve à frente da produção de conteúdo audiovisual do VWB e ID’s para MTV Brasil, 2003 – 2008. Para NatGEO Latam da serie “Por los caminos del Che”, Discovery Channel, “Faces Do Brasil”. Atualmente como Freelance trabalha para algumas produtoras no processo de implantação, gestão e desenvolvimento de projetos,trabalhando com o financiamento de obras audiovisuais através de leis de incentivo, editais, fomento direto, entre outros. Algumasprodutoras, Modernista Creative Producers, Latina Estúdios, CinemaRock Produções, Golpe de Vista Filmes. também, destacam-se aprodução de séries de mini docs e o desenvolvimento da série de comédia “NDA” - com apoio do FSA. Para Viacom pelo Art.38 Serie “Turma da escola” Diogo Almeida. Adriana Friedmann Doutora em Antropologia, Mestre em Educação e pedagoga. Atua há 40 anos como formadora, pesquisadora e consultora junto a fundações, ONGs, escolas, universidades e secretarias de educação, cultura e saúde. É coordenadora do curso de pós-graduação “A vez e a voz das crianças: escutas antropológicas e poéticas das infâncias” na Casa Tombada. Criadora e coordenadora do Mapa da Infância Brasileira e do NEPSID (Núcleo de Estudos e Pesquisas em Simbolismo, Infância e Desenvolvimento), que impulsiona e mapeia diversidade de iniciativas e forma empreendedores na área. Desenvolve pesquisas com crianças, formando especialistas na escuta de crianças. É autora dos livros “Quem está na escuta”, “Linguagens e culturas infantis”, “História do percurso da Sociologia e da Antropologia da Infância”, entre outros.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.