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O Bloco Pagu é um bloco de Carnaval da cidade de São Paulo que surgiu em 2016 e possui, em sua formação, uma bateria de mais de 100 integrantes femininas. O Carnaval é o momento do ano em que a mulher mais sofre assédio e violência e, daí, veio a ideia de proporcionar esse espaço de segurança para elas. Como resultado de um trabalho focado em qualidade, o Pagu se transformou ao longo desses últimos 8 anos em um dos maiores da cidade, levando em média 100 mil foliões em seu Desfile. Para seu sétimo cortejo nas ruas, o Bloco pretende contar com apoio de marcas que se aliam ao discurso de equidade de gêneros defendido pelo Bloco e participantes.
Bloco Pagu é um bloco de carnaval com temática social que desfila no região central da cidade de São Paulo com banda ao vivo, trio elétrico e uma bateria de aproximadamente 140 ritmistas mulheres formadas numa oficina de percussão própria com mestras e regentes profissionais. Além de ensaios abertos ao público, o bloco conta com um grande desfile oficial, de classificação livre, e inclui repertório de músicas famosas na voz de interpretes brasileiras de todas as gerações em quatro horas de duração pelas ruas da cidade.
OBJETIVO GERALO Bloco Pagu tem a missão de inspirar o mundo com diversão, consciência e de colaborar para a transformação da realidade das mulheres dessa e das próximas gerações. O Pagu firmou-se não apenas como um bloco de carnaval, mas também como uma oficina de aprendizado de percussão com sete ritmos brasileiros que visa a ampliação de mulheres ritmistas no Carnaval da cidade. Um espaço democrático e diverso onde se misturam classes sociais, raças, idades, orientação sexual e regiões por equidade e respeito a liberdade individual da mulher, sem nunca, por causa disso, tornar-se um bloco excludente. Em 2025, o Bloco pretende profissionalizar ainda mais seus setores, e ampliar as participações especiais no desfile, e contar com a participação de cantoras como Letrux, Fabiana Cozza, entre outras, em busca da pluralidade de vozes e presenças femininas.OBJETIVOS ESPECÍFICOSA proposta apresentada aqui contempla apenas os ensaios técnicos com banda e mestras e os custos do desfile oficial do Carnaval.Mais ensaios pré desfile de Carnaval com banda e mestras de bateria para um resultado mais eficiente nas versões das músicas do repertório.Mais estrutura para a bateria de modo que ela possa crescer em número de participantes, em qualidade e em inclusão.Melhoria no sistema de som através de reforços nos trios elétricos disponíveis. Assim como melhores profissionais e equipamentos contratados.Uma equipe de produção qualificada para garantir o conforto e segurança dos foliões, da bateria e da banda no dia do Desfile.Uma direção de arte que trabalhe devidamente identidade visual do Bloco de acordo com sua proposta.Uma comunicação que possa ter um alcance mais completo de público na cidade.Informação adicional que não prevê utilização de verba da Rouanet, mas que é essencial à realização do Desfile:O Bloco vai contar com 1 ou 2 ensaios abertos com bateria no pré-carnaval, 1 festa de pré Carnaval, 1 festa de pós Carnaval.Além disso, são 6 meses da Oficina de Percussão, treinando essas 140 ritmistas para o Desfile. 3 horas por semana, totalizando em 23 ensaios fechados.
O Bloco Pagu é um projeto que nasceu para ser público, gratuito e democrático. Ao passar pelas ruas da cidade, de seus cartões postais a lugares escondidos, reúne pessoas de diferentes classes sociais, idades, raças, gênero e cativa o público com o que de mais relevante foi produzido na música brasileira na voz de intérpretes mulheres. Essas que marcaram não apenas seu tempo, mas a história do país e que merecem ser lembradas, cantadas, apresentadas para todas as gerações. Pagu começou como um bloco mais tímido, já com certa estrutura mas que ainda cabia nos bolsos de quem o realizava. Em pouco tempo, tornou-se um bloco de grande proporção, que impacta dezenas de milhares de pessoas com um discurso, além de cultural, de impacto social que atinge e conversa com todas as camadas da população. A violência contra a mulher, o feminicídio, o assédio, a equidade são temas em discussão e que, no Carnaval, merecem atenção especial e destaque pelo alto índice de casos trágicos mapeados em estatísticas por todo o Brasil. O Carnaval, do ponto de vista das realizadoras do Bloco Pagu, não pode mais ser uma festa cultural onde a mulher é enxergada como objeto e é responsabilidade de todos fazer com que essa visão seja transformada através da amplificação de ideias que vão na direção oposta: valorização e respeito. Com a grande aceitação do público, pela importância das bandeiras que levanta e da qualidade como se apresenta, o caminho do crescimento do projeto tornou-se irreversível. Hoje o Pagu exige uma estrutura muito maior do que quando começou, de som, de técnicos, de músicos, seguranças, produtores no pré e outros profissionais envolvidos no pré, durante e no pós carnaval - para que o evento aconteça com a qualidade e segurança em igual proporção ao interesse que causa. Com isso, o investimento particular das produtoras responsáveis não é mais suficiente para realiza-lo. Em parte por ser gratuito, a única forma de fazer com que o bloco se adeque ao número de pessoas que pretendem comparecer ao desfile, é contar com empresas parceiras que se disponham a patrocina-lo. Dessa forma, as leis de incentivo a cultura, como a Lei Rouanet, tornaram-se indispensáveis para sua execução e êxito.A realização do desfile do Bloco Pagu se encaixa primordialmente nos incisos listados abaixo do Art. 1º da Lei 8313/91:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Como mencionado acima, um evento gratuito e aberto a qualquer cidadão.III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;Um evento com potencial de difusão único, pois une a população em torno de uma mesma festa.IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacionalO Carnaval é indiscultivelmente parte fundamental e fundadora da cultura nacional.IX - priorizar o produto cultural originário do País. O Brasil tem no Carnaval um de seus principais produtos culturais.E seus objetivos se encaixam nos seguintes incisos do Art. 3º desta mesma Lei:II - fomento à produção cultural e artística, mediante:c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore;IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante:a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;Com o crescimento do Bloco, nosso objetivo é montar oficinas de percussão gratuitas para estimular mulheres a participar de uma atividade tão predominantemente masculina.
Importante assinalar que o valor de custo da Oficina de Percussão não está previsto no Orçamento, pois a Oficina tem um valor de mensalidade e cobrem os custos desse período, de modo que não a colocamos como produto na proposta aqui apresentada. Ainda assim, nós achamos importante descrever o trabalho que leva até o dia do desfile e que está além dos 3 meses previstos no orçamento.O Bloco Pagu conta com uma oficina de 6 meses com as ritmistas que posteriormente se apresentarão no desfile de Carnaval.Esta oficina ocorre uma vez por semana, conta com 8 naipes de instrumentos, sendo eles:Surdo (de 1ª, 2ª e 3ª categorias)RepiniqueCaixaTamborimAgogô RocarXequerêTimbalCada naipe possui uma mestra específica, os nomes estão citados na ficha técnica. E temos uma regente de bateria que coordenam as oficinas e as mestras. Além disso, uma banda de 6 integrantes acompanha a oficina que serve também de ensaio. São eles:BaixoGuitarraTeclados4 cantorasPercussãoNo dia do Desfile, as mestras são microfonadas para que seus instrumentos saiam nas caixas de som do trio elétrico e para marcar o ritmo da banda. O desfile dura por volta de 4 horas e 40 músicas são apresentadas, cujos arranjos foram todos adaptados para a bateria.
Importante assinalar que o valor de custo da Oficina de Percussão não está previsto no Orçamento, pois a Oficina tem um valor de mensalidade e cobrem os custos desse período, de modo que não a colocamos como produto na proposta aqui apresentada. Ainda assim, nós achamos importante descrever o trabalho que leva até o dia do desfile e que está além dos 3 meses previstos no orçamento.A casa Coringa/Antigo Mural Cultural, local onde são realizados os ensaios, conta com rampas de acesso e banheiros acessíveis. A oficina é aberta para qualquer participante.DESFILE DE CARNAVALO Bloco Pagu é um bloco de carnaval que desfila nas ruas de São Paulo para toda e qualquer pessoa que pretenda acompanhá-lo. Por ser realizado sob um trio elétrico, a estrutura disponibilizada para os foliões é integralmente oferecida pela prefeitura, já que o bloco desfila no trajeto indicado pelos agentes públicos, onde estão os equipamentos de conforto e segurança para aqueles que pretendem aproveitar o desfile. Dessa forma, ficam por si só garantidos pela mesma durante o percurso do bloco: banheiros públicos, além dos químicos regulares, que respeitam as leis de acessibilidade, com medidas próprias para cadeirantes e deficientes, acesso facilitado ao transporte público como ônibus e metrô. Vale ressaltar que o percurso escolhido pela produção do Bloco prevê pouquíssimas curvas e ruas largas, pavimentadas, com saídas regulares através de outras vias para todas as direções da cidade. Com relação ao conteúdo, por se tratar de um show realizado ao vivo que proporciona a extensão de sua manifestação cultural a participação dos foliões presentes, a própria visita do indivíduo ao evento o inclui como parte dele já que é a participação coletiva da população que o torna tão importante culturalmente de diversos pontos de vista. Na expressão concreta visível do todo, na influência sonora que conduz a dança dos corpos presentes, na pluralidade democrática.
Importante assinalar que o valor de custo da Oficina de Percussão não está previsto no Orçamento, pois a Oficina tem um valor de mensalidade e cobrem os custos desse período, de modo que não a colocamos como produto na proposta aqui apresentada. Ainda assim, nós achamos importante descrever o trabalho que leva até o dia do desfile e que está além dos 3 meses previstos no orçamento. O Bloco Pagu funciona por mais de 6 meses durante o ano. OFICINA DE BATERIAComeça pela abertura da oficina de percussão própria, nesta caso, em Setembro de 2024, onde são realizados ensaios semanais de 8 Naipes de instrumentos de ritmos diferentes e onde estão presentes mulheres de diferentes gerações, raças e classes sociais acompanhadas por mestras e regentes profissionais. Além de capacitação para mestras de bateria que podem se formar regentes e alunas que podem se tornar mestras de bateria. São oferecidas 10% das vagas totais em bolsas de estudo para o aprendizado de um instrumento musical a sua escolha. Conforme a oficina se desenvolve, o Bloco Pagu passa a se apresentar em praças públicas, comunidades ou equipamentos culturais em diversas regiões da cidade. Em anos anteriores foram realizadas, além do Desfile Oficial, apresentações na Cinemateca Brasileira, na praça da República, Pinacoteca entre outros. Nenhum destes custos está previsto no orçamento aqui desenhado.Conforme art 21, da IN nº5/2017V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22;VI - oferecer bolsas de estudo ou estágio a estudantes da rede pública ou privada de ensino em atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural;VIII - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadas pelo poder público; DESFILE DE CARNAVALA democratização do acesso ao desfile se dá por meio de acesso livre ao trio elétrico que passará pelas ruas de São Paulo. O Bloco Pagu tem ainda página no Facebook e Instagram onde são transmitidos os conteúdos de todas as etapas de desenvolvimento e realização do projeto.Conforme art 21, da IN nº5/2017III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino e de outros eventos de caráter presencial, sem prejuízo do disposto no § 2º do art. 22;IV - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias;
Ficha TécnicaA proponente Bloco Pagu foi fundada por e tem como sócias Mariana Bastos e Thereza Menezes. A proponente, no papel de suas sócias, será remunerada através do item 5 - Coordenação Artística, além dos 10% de taxa administrativa que vai diretamente para o Bloco.Mariana Bastos - coordenação artística e coordenação de comunicação do Bloco.Mariana cuida principalmente das questões artíticas e visuais do Bloco.Em 2023, lançou seu segundo longa-metragem, "Raquel 1:1”, um suspense bíblico pop, que teve sua estreia mundial no renomado festival South by Southwest (SXSW), nos Estados Unidos e dirigiu a série original Paramount+ “As Seguidoras”, lançada no primeiro trimestre de 2022. Escreveu e dirigiu seu primeiro longa-metragem "Alguma Coisa Assim", uma coprodução Brasil - Alemanha, ao lado de Esmir Filho, a partir do curto homônimo premiado no Festival de Cannes. Thereza Menezes - coordenação artística e coordenação de finanças e pagamentos do Bloco.Thereza cuida das finanças e questões burocráticas.Sócia da produtora Saliva Shots, realiza projetos de documentário, ficção e programas de tv como “Calada Noite” (GNT), com Sarah Oliveira, Filosofia Pop (TVSESC), entre outros. No cinema, já lançou 3 longas metragens enquanto produtora executiva, "Alguma Coisa Assim", "Eu Nunca" e "VERLUST", alé da série original NETFLIX - "Boca a Boca". LETS PRODUÇÕESA Lets Produções cuida de toda a produção do Desfile.É uma agência criada por Letícia Frungillo - a Lets.No mercado desde 2013, a Lets Produções já realizou centenas de projetos como Festival MECA, Dekmantel Festival, Jaggermeister Grounds, Sony Filtr Live, Festival Radio Disney, Mostra Contemporâneas Vivara, Festival Art Weekend SP, Woman Music Events, Exposição de 50 aos do Homem na Lua, aém de festas clássicas da noite paulistana como Gop Tun , Selvagem e Capslock. Recebeu 3 prêmios Caio - o maior premio do mercado de eventos do Brasil: Maria Carolina Simões - mestre de bateria, regenteMaria Carolina Simões é Musicoterapeuta, Percussionista, Especialista em educação no Ensino Superior e Mestra em Psicologia Clínica. Docente e supervisora clínica no bacharelado de Musicoterapia da FMU, pesquisa a relação entre mulheres e tambores. Regente do bloco feminino Pagu, regente e criadora da Oficina Marabrilhosa. Atua como facilitadora de Rodas de Tambores Terapêuticas e regência de blocos percussivos. Como percussionista, atua na área artística e educacional há vinte anos permeando a Cultura Popular Afro-brasileira e Ameríndia. BANDA Barbara Eugenia - cantoraUma das principais vozes da música brasileira atual, tem 3 álbuns solo. Vencedora do Prêmio Multishow, participou da trilha sonora do filme “O Cheiro do Ralo”, dividiu o palco do “VMB” com Marina Lima e com Luiz Melodia, foi uma das ganhadoras do concurso do selo “Oi Música” onde foi contemplada com a gravação de seu segundo disco. Fez parte do dvd “Amigos Invisíveis” de Edgard Scandurra e da coletânea “Literalmente Loucas” (Elas cantam Marina Lima). Julia Valiengo - cantoraJulia Valiengo é cantora e compositora paulistana. Integra a banda Trupe Chá de Boldo desde 2007 com quem gravou 4 discos e 1 EP, tendo também participado dos álbuns “Tribunal do Feicebuqui” (Tom Zé, 2013), “Vira Lata na Via-Láctea (Tom Zé, 2014) e “Omindá” (André Abujamra, 2017). Integra a banda de Frito Sampler (Tatá Aeroplano) desde 2014 com quem gravou 3 discos autorais. Raquel Tobias - cantoraNascida em 30/07/1972 no bairro de Santo Amaro, região Sul de São Paulo, Raquel Tobias foi ainda pequena para o bairro de Embu das Artes – também na Zona Sul – onde foi criada e radicada. A música sempre esteve presente em sua vida, principalmente através das suas maiores influências, o Samba de Roda, através de sua mãe, e o Gospel, através de seu pai. Atualmente ela, além de presidir o Samba de Todos os Tempos, integra a Ala de Compositores do Samba da Vela e soma junto ao Projeto Resgatando Raízes, que confere atenção às mulheres que tem ligação com as artes, produzindo e dando voz a elas. Soledad - cantoraSoledad, cearense radicada atualmente em São Paulo/SP, tem dois discos lançados. O último, "Revoada", produzido por Fernando Catatau, reuniu composições de Alessandra Leão e Junio Barreto. Dividiu palcos com Josyara, Elke Maravilha e Céu Caio Chiarini - guitarraÉ guitarrista, violonista, compositor, arranjador, diretor musical e educador musical há 20 anos. Estudou na EMESP e no Conservatório de Tatuí (SP). É graduado e mestre em educação musical pelo Instituto de Artes da Unesp. Leciona na Fundação CASA Rio Tâmisa pelo Projeto Guri. Paola Lappicy - tecladosPaola Lappicy é pianista, tecladista e compositora. Doutoranda na Universidade de São Paulo, sua pesquisa tem ênfase na área de Etnomusicologia. Entre seus projetos mais recentes como compositora e intérprete está "Concerto em Lá Menor". É integrante da banda Valentin, bloco Pagu e bloco Explode Coração. Tocou com artistas fundamentais da cena musical brasileira, como Marina Lima, Ellen Oléria, Filipe Catto, Alice Caymmi, Ana Canas, Bárbara Eugênia e Soledad. Atualmente, desenvolve sua pesquisa na área de Etnomusicologia, relacionando música e cárcere.Mali Sampaio - baixoNascida em Sao Paulo MALI é baixista e ja se apresentou com vários artistas da cena paulistana assim como:Bárbara Eugênia, Xênia França,Lara Aufranc,Marina Lima,Soledad Nathalia Ferro, Marcela Bellas, integrou a banda do Teatro oficina, Planeta Oca e o bloco de carnaval Pagu, entre outras. Já em Nova York foi baixista de Butch Morris, Kenny Wollesen, Ilhan Ersahin, McLin Ladell e Takuya Nakamura. Desde 2014 vem desenvolvendo um trabalho com compositora e cantora, tem um EP gravado (Blossom) com cooparcerias no Japão e EUA e um Álbum (MALLI). MESTRAS DE NAIPE BRUNA VIANNA - MESTRA DO NAIPE TIMBAL FRANCI OLIVER – MESTRA DO NAIPE CAIXA NATÁLIA ONNORI – MESTRA DO NAIPE XEQUERÊ RAFAELLA AZEVEDO – MESTRA DO NAIPE SURDO DE 1ª e 2ª SARA BAPTISTA – MESTRA DO NAIPE ROCAR TAMARA SANTANA – MESTRA DO NAIPE REPIQUE THAIS CALISE – MESTRA DO NAIPE TAMBORIM THATA OZETTI – MESTRA DO NAIPE AGOGÔ DE 4 BOCAS
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.