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PRONAC 249874Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Baguncinha, o Festival

SUMAC RECORDS LTDA
Solicitado
R$ 1,98 mi
Aprovado
R$ 1,98 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais/Mostras
Ano
24

Localização e período

UF principal
MT
Município
Cuiabá
Início
2025-04-01
Término
2025-11-30
Locais de realização (1)
Cuiabá Mato Grosso

Resumo

Realização do Baguncinha, O Festival, em Cuiabá/MT, focado em promover a música regional autoral e manifestações culturais locais, como o Cururu e o Lambadão, além de promover o intercâmbio entre diversas artes e ritmos da cultura popular contemporânea. O festival oferece uma programação multicultural com apresentações musicais, artes visuais, dança, exposições, teatro, tatuagem, skate e outras formas de expressão artística. Inspirado na tradição cuiabana do sanduíche "Baguncinha", o festival simbolicamente mistura sabores, pessoas, estilos e histórias, celebrando a identidade cultural local. Destaca-se na região como um dos principais eventos que privilegia artistas autorais regionais, integrando também ações de sustentabilidade e tecnologia, com foco na valorização da cultura regional e democratização do acesso à arte.

Sinopse

O Baguncinha, O Festival, realizado em Cuiabá/MT, é uma celebração vibrante da cultura local, reunindo música regional, artes visuais, dança e diversas formas de expressão artística. Com o objetivo de promover a música regional autoral e inserir a região no circuito nacional de festivais. O festival pretende se firmar como importante plataforma de visibilidade para nova música que vem sendo produzida no centro geodésico da América do Sul, o evento apresentará shows ao vivo com artistas consagrados no mercado nacional e expoentes de Mato Grosso. Um dos principais objetivos é apresentar para o público a qualidade musical dos artistas regionais, aumentando a quantidade de novas referências locais. Por meio do projeto proposto, será realizado 1 dia de evento e 18 shows de música, sendo 04 nacionais e 14 de artistas mato-grossenses. O festival será sediado na Hípica Rancho Dourado, localizado no bairro Jardim Ubata. Além dos shows, a feira artística contará com 15 expositores da economia criativa, apresentando trabalhos regionais. Haverá também 10 opções de alimentação, incluindo comida vegana e vegetariana, como uma ação sustentável em consonância com as diretrizes de preservação ambiental (essa medida visa reduzir significativamente as emissões de CO2 associadas à produção de carne, alinhando-se com os esforços para mitigar os impactos ambientais do evento), e coleta seletiva com parceria de associação de catadores no local para garantir a destinação correta dos resíduos. Parte do espaço será destinada a áreas de descanso. Na 2ª Edição (2023), o festival contou com um público de 4500 pessoas, sendo 2700 pagantes, mais de 12 horas de programação e 29 atrações musicais, sendo 23 residentes do estado de Mato Grosso. O Festival gerou ainda mais de 300 vagas de trabalho diretas. Evento é classificado para pessoas acima de 16 anos de idade.

Objetivos

Objetivo Geral: Realizar o "Baguncinha, O Festival" em Cuiabá/MT, com uma programação diversificada que inclui música, artes visuais, dança e outras formas de expressão artística. O festival tem como objetivo principal promover a música regional autoral, com ênfase nas manifestações culturais reconhecidas como patrimônio imaterial, como o Cururu e o Lambadão Cuiabano, fortalecendo a identidade cultural local e posicionando a região no circuito nacional de festivais. Além disso, o festival já conta com 3 edições e busca proporcionar espaços de discussão e aprendizado por meio de painéis de debate, palestras e oficinas. Objetivos Específicos: 1. Realizar o "Baguncinha, O Festival" em Cuiabá/MT, para um público estimado de 8.0000 pessoas, destacando o Cururu e o Lambadão como manifestações culturais, alinhando-se com o incentivo à preservação e difusão do patrimônio imaterial descrito na Lei nº 8.313/1991;2. Fortalecer a economia criativa local através de um evento que celebra a cultura regional impactando diretamente a cultura, o bem-estar e a economia regional;3. Gerar aproximadamente 400 oportunidades diretas de trabalho no mercado cultural, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social da região;4. Reunir cerca de 15 expositores culturais regionais em uma feira interna ao festival, promovendo a diversidade de produtos criativos e o intercâmbio cultural;5. Apoiar e acelerar artistas autorais locais, proporcionando visibilidade e oportunidades de networking com curadores e contratantes nacionais, conforme o estímulo à participação de artistas regionais descrito na Lei nº 8.313/1991;6. Envolver diversas linguagens artísticas no festival além da música, tendo outras expressões como artes plásticas, dança e pintura, promovendo a valorização de manifestações tradicionais e contemporâneas;7. Contribuir para a democratização do acesso à cultura, disponibilizando ingressos solidários e cortesias para populações carentes, em conformidade com o incentivo à distribuição gratuita de ingressos previsto na Lei nº 8.313/1991;8. Realizar até 18 shows, com prioridade para artistas mato-grossenses, reforçando o papel do festival na promoção da música regional e incluindo apresentações de Cururu e Lambadão como atrações principais;9. Apresentar artistas autorais locais para curadores e contratantes nacionais, ampliando o alcance dos artistas e conectando a cena local com o circuito nacional de festivais;10. Implementar práticas de sustentabilidade e redução de impacto ambiental, como a coleta seletiva de resíduos e a compensação de carbono com o plantio de 1.000 árvores, promovendo a conscientização ambiental;11. Organizar um seminário com 5 palestrantes, para um público de cerca de 400 pessoas, incluindo músicos, artistas e agentes da cadeia produtiva, abordando temas de sustentabilidade, tecnologia e economia criativa com foco no cenário musical;12. Oferecer 5 oficinas sobre Empreendedorismo, Economia Criativa e Produção Musical, abordando também a importância de preservar e difundir expressões culturais regionais como o Cururu e o Lambadão.

Justificativa

O projeto "Baguncinha, O Festival" destaca e valoriza manifestações culturais locais que são reconhecidas como patrimônios imateriais, reforçando sua identidade como música regional. O Lambadão Cuiabano, elevado à condição de Patrimônio Cultural Imaterial do Município de Cuiabá pela Lei nº 6.318/2018, representa uma expressão artística única que engloba música, dança, festas e tradições locais. Da mesma forma, o Cururu e o Siriri, reconhecidos como patrimônios culturais materiais e imateriais do Estado de Mato Grosso pela Lei nº 10.998/2019, refletem profundamente as tradições e modos de vida da região. Essas expressões culturais, ao serem incluídas no festival, não apenas celebram a riqueza cultural de Mato Grosso, mas também desempenham um papel essencial na preservação, difusão e valorização das tradições regionais. Ao promover essas manifestações como parte essencial da programação, o projeto contribui para manter vivas as identidades culturais locais e assegura que essas tradições continuem a ser reconhecidas e apreciadas como música regional, fortalecendo o patrimônio cultural imaterial da região. Lei nº 6.318, de 26 de Novembro de 2018ELEVA A CONDIÇÃO DE PATRIMÔNIO CULTURAL E IMATERIAL O "LAMBADÃO DE CUIABÁ", INSTITUINDO NO ÂMBITO DO MUNICÍPIO O DIA DO "LAMBADÃO DE CUIABÁ", A SER COMEMORADO ANUALMENTE, NO DIA 10 DE SETEMBRO, PELO ANIVERSÁRIO DE CHICO GIL "REI DO LAMBADÃO". O PREFEITO MUNICIPAL DE CUIABÁ _ MT, faço saber que a Câmara Municipal aprovou o veto parcial, e em conformidade com o § 7º do artigo 29 da Lei Orgânica do Município de Cuiabá _ MT promulgo a seguinte Lei: Art. 1º Esta lei eleva o LAMBADÃO DE CUIABÁ, bem como suas manifestações artístico-culturais, à condição de patrimônio cultural imaterial dentro do município de Cuiabá. Art. 2º O Lambadão de Cuiabá, bem como suas manifestações artístico-culturais, passam a ser consideradas integrantes do patrimônio cultural imaterial no município. Art. 3º Para efeitos desta lei consideram-se patrimônio cultural imaterial do Lambadão de Cuiabá: I - a música, letra e ritmo; II - a dança, os passos e as expressões; III - as festas; IV - os cantores e os músicos pioneiros; V - as bandas com mais de uma geração; VI - as histórias sobre o lambadão. Art. 4º Fica instituído e incluído no calendário oficial no âmbito do Município de Cuiabá, o "DIA DO LAMBADÃO DE CUIABÁ", a ser comemorado, anualmente, no dia 10 de setembro. Art. 5º O evento ora instituído passará a constar no Calendário Oficial do Município.. Palácio Alencastro, em Cuiabá-MT, 26 de novembro de 2018. EMANUEL PINHEIRO PREFEITO MUNICIPAL Lei nº 10.998, de 13 de Novembro de 2019DISPÕE SOBRE O RECONHECIMENTO DO TERRITÓRIO CURURU SIRIRI COMO PATRIMÔNIO CULTURAL MATERIAL E IMATERIAL DE MATO GROSSO. A ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE MATO GROSSO, tendo em vista o que dispõe o art. 42 da Constituição Estadual, aprova e o Governador do Estado sanciona a seguinte Lei: Art. 1º Fica reconhecido o Território Cururu Siriri como patrimônio cultural material e imaterial de Mato Grosso. Parágrafo único: Fazem parte do Território Cururu Siriri os Municípios de Barão de Melgaço, Barra do Bugres, Cáceres, Chapada dos Guimarães, Cuiabá, Diamantino, Nobres, Nossa Senhora do Livramento, Nova Brasilândia, Nova Mutum, Nova Olímpia, Planalto da Serra, Poconé, Rosário Oeste, Santo Antônio de Leverger e Várzea Grande. Palácio Paiaguás, em Cuiabá, 13 de novembro de 2019, 198º da Independência e 131º da República. Autor: Deputado Eduardo Botelho "Baguncinha, O Festival" é uma peça fundamental do programa de aceleração de artistas autorais, dedicado a apoiar artistas de Mato Grosso em sua jornada para construir carreiras sustentáveis. A SUMAC Records faz parte do Grupo SUMAC, que também atua como produtora cultural (SUMAC CASA de ARTE) e agência criativa (SUMAC AGÊNCIA CRIATIVA) no estado de Mato Grosso. Fundada em 2020, a SUMAC tem como objetivo pesquisar, produzir, fomentar e difundir a música e a arte autoral de Mato Grosso tanto no estado quanto no cenário nacional. Desde sua fundação, a SUMAC se empenha em fomentar, difundir e evidenciar a música e a arte autoral da região, tanto dentro do estado quanto em outras partes do Brasil. Com a experiência de já ter acelerado a carreira de dezenas de artistas, produzindo e lançando mais de 100 músicas, sediado e promovido mais de 80 shows de artistas regionais, e realizado projetos culturais com diversos parceiros, incluindo a SECEL-MT, Oi Futuro, Liga das Escolas de Samba de Cuiabá, Movimento VAMBORA, Sicredi OuroVerde, SESC Nacional e SEBRAE-MT. O festival demonstra o compromisso contínuo com o fortalecimento da cena cultural local e o impacto positivo na economia regional. De acordo com pesquisa do Observatório da Cultura Mato Grosso, da SECEL-MT, a segunda edição do festival em 2023 mostrou que cada R$ 1 investido gerou R$ 3,50 para a economia local, abrangendo setores como turismo, transporte, hotelaria e alimentação. Com participantes de 13 cidades de Mato Grosso, além de outras cidades do Brasil e até do exterior, o festival demonstrou seu poder de atração e sua importância na promoção da arte com 29 atrações locais e 4 de outros estados do Brasil, entregando 12 horas de programação artística para mais de 4 mil pessoas. O festival se alinha com os objetivos estabelecidos pela Lei nº 8.313, que visa facilitar o acesso à cultura, promover a regionalização da produção cultural brasileira, apoiar e difundir manifestações culturais, proteger expressões culturais diversas e estimular a produção e difusão de bens culturais. A SUMAC e "Baguncinha, O Festival" também contribuem para vários Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, incluindo: (3) Saúde e Bem-estar (arte e cultura como promotoras de saúde mental e bem-estar), (8) Trabalho Decente e Crescimento Econômico (geração de emprego e renda), e (10) Redução das Desigualdades (promoção da inclusão social através da arte). "Baguncinha, O Festival" é mais do que um evento cultural; é um esforço contínuo para construir um ecossistema sustentável para artistas de Mato Grosso. Ao valorizar e promover talentos locais e tradições culturais, o festival desempenha um papel crucial na construção de uma cena musical vibrante e diversificada, contribuindo para o desenvolvimento econômico e social da região. A SUMAC Records, através deste festival, reafirma seu compromisso com a criatividade, originalidade e diversidade da música e arte mato-grossense. Quanto ao enquadramento legal, o projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei nº 8.313: I - Facilitar, a todos, o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, valorizando recursos humanos e conteúdos locais; III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - Salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - Priorizar o produto cultural originário do País. Além disso, conforme o Art. 3º da mesma lei, os projetos culturais apoiados pelo Pronac devem atender pelo menos um dos seguintes objetivos: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: c) Realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore. IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) Distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos.

Especificação técnica

Realização do Festival: 2 palcos realizaremos uma curadoria artística, selecionando artistas musicais e de outras linguagens;15 expositores na feira da economia criativa;Teremos 10 opções de alimentação;Serão 10 horas de festival;Transmissão ao vivo das apresentações, disponibilizadas via plataforma de streaming e gratuitamente;Área PCD;Área de descanso para o público;Bancada de curadores de festivais nacionais;Compensação da pegada de carbono do festival através de 1 mil árvores plantadas.

Acessibilidade

Das medidas de acessibilidade, serão tomadas as seguintes: Será contratado consultoria de acessibilidade para melhor orientar sobre comunicações e ações a serem realizadas no curso do projeto. Acessibilidade Física: - Acessibilidade do local do evento, como guias rebaixadas e rampas, seguindo as normas estabelecidas pela ABNT NBR 9050;- Espaço reservado para pessoas com deficiência e idosos;- Banheiros com cabines acessíveis. Acessibilidade Auditiva: - Distribuição de protetores auriculares;- Interpretação em Libras durante as apresentações, shows e demais informações durante o evento;- Legendagem em vídeos de divulgação e aftermovies.

Democratização do acesso

Ao produto Festival, dos 4.500 espectadores 450 serão distribuídos para rede pública de ensino, respeitando o art 27 da IN 01/2023, no inciso II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo. Além dessa ação, contaremos com transmissão ao vivo, gratuita no YouTube, onde ficará registrado e estará disponível permanentemente para acessos futuros, seguindo o Art. 28 da IN 01/2023, inciso IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal. Do Art. 30 da IN 01/2023, na 2ª sessão - As ações formativas culturais destinam-se aos estudantes e professores de instituições públicas de ensino, podendo abranger uma das seguintes ações, inciso II - oferecer estágios e treinamentos. Em consonância ao Art. 29. Para os efeitos desta Seção, considera-se: I - de caráter social, a distribuição de ingressos e produtos culturais para pessoas de grupos minoritários ou comunidades em vulnerabilidade social, tais como: negros, indígenas, povos tradicionais, populações nômades, pessoas em situação de rua, pessoas LGBTQIA+, pessoas com deficiência, beneficiários do Bolsa Família e CadÚnico; e II - de caráter educativo, a distribuição a alunos da rede pública de ensino fundamental, médio ou superior. Das Contrapartidas Sociais: Art. 30. As propostas culturais com comercialização de ingressos ou produtos culturais deverão apresentar ações formativas culturais obrigatórias, adicionais às atividades previstas, em território nacional, preenchendo o produto cultural secundário Contrapartidas Sociais no Plano de Distribuição, com rubricas detalhadas na Planilha Orçamentária. § 1º As ações formativas culturais deverão corresponder a pelo menos 10% (dez por cento) do quantitativo de público previsto no plano de distribuição, contemplando no mínimo 20 (vinte) e no máximo 500 (quinhentos) beneficiários, a critério do proponente. § 2º As ações formativas culturais destinam-se aos estudantes e professores de instituições públicas de ensino, que não se confundem com as medidas de ampliação do acesso contidas no inciso VI do art. 28, podendo abranger uma das seguintes ações: I - oferecer bolsas de estudo ou estágio de gestão cultural e artes; II - oferecer ensaios abertos, estágios, e treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; ou III - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (CNIC). § 3º Excluem-se da obrigatoriedade os projetos que contenham ações formativas ou programas educativos.

Ficha técnica

A SUMAC Records é um selo musical e cultural fundado em Cuiabá em 2020, que se destaca como um importante polo cultural no estado de Mato Grosso. Com o objetivo de pesquisar, produzir, fomentar e difundir a música e a arte autoral da região, a SUMAC promove a cultura local tanto no cenário estadual quanto nacional. Desde sua fundação, a SUMAC tem desempenhado um papel fundamental no fortalecimento da cena artística mato-grossense, impactando diretamente artistas, a cadeia produtiva da música e o público. Entre seus principais projetos está o "Baguncinha, o Festival", que já conta com três edições. A primeira, em 2022, atraiu um público de 700 pessoas; a segunda, em 2023, alcançou 5.000 participantes; e a terceira edição, em 2024, reuniu 7.000 pessoas. Nessa última edição, a SUMAC foi selecionada pelo British Council para receber um rapper de origem jamaicana do cenário de Grime, de Londres, que integrou um ciclo de produção e troca com artistas locais, promovendo um intercâmbio cultural enriquecedor. Além disso, a SUMAC realizou duas edições do "Carnaval da Central", um festival popular em parceria com a Liga Independente dos Blocos Carnavalescos e Escolas de Samba de Cuiabá. A primeira edição contou com a participação de 8.000 pessoas, enquanto a segunda, em 4 dias de festa, reuniu um público total de 20.000 pessoas, consolidando o evento no calendário cultural da cidade. Lucas Oliveira Cuiabano, 33 anos, Baixista, Produtor Musical, Administrador pela UNIC/MT, Pós graduado em Gestão de Projetos pela FGV/MT, Sócio-Fundador e Diretor SUMAC Records, selo musical e produtora cultural. Como administrador, atuou na administração pública por 8 anos, onde atuou como oficial temporário no 44º Batalhão de Infantaria Motorizada em Cuiabá/MT, na área de licitações, contratos e aquisições. Em 2018 atuou como gerente de marketing da casa de shows Malcom Pub em Cuiabá. Em 2019 estudou produção musical na Mastering Lisboa/PT, e em 2020 fundou a SUMAC Records, onde atua como Produtor Musical, Diretor Artístico e Gestor do Selo, desde a sua fundação. Em 2023 foi convidado a ser Membro da Academia de Votantes do Prêmio Multishow, sendo um dos representantes de Mato Grosso. Henrique Taveira Cuiabano, 32 anos, Administrador pela UFMT, Co-fundador e Sócio-Diretor da SUMAC Records, selo musical e produtora cultural. Como empreendedor atuou como diretor criativo e financeiro do Grupo Rádio Web e Portal de Notícias 24 horas News de Cuiabá, Gerente Administrativo e Comercial da Consultora de Instagram Inter.AG, entre outras experiências profissionais, todas relacionadas à Economia Criativa. Em 2020, co-funda a SUMAC Records, onde atua como gestor de Projetos e Eventos. João Pedro Pace Cuiabano, 32 anos, Economista pela UFMT e Sócio-Diretor Geral da SUMAC Records, selo musical e produtora cultural. Como economista, teve passagens profissionais pela Contabilizei (São Paulo- SP) - maior escritório de contabilidade digital do Brasil e Endeavor Brasil (Curitiba-PR) - maior aceleradora de startups do mundo; Em 2022 resolveu sair do mercado corporativo e voltar para Cuiabá para empreender no setor cultural-entretenimento. Tem experiência em empreendedorismo e gestão, estratégias de crescimento e desenvolvimento de modelo de negócios, construção de pitch, startups/scale-up e gestão de organizações dinâmicas com alto potencial de crescimento. Na SUMAC Records lidera gestão e estratégia organizacional financeira. João Victor Pedroso Cuiabano, 26 anos, Gestor de Tráfego e Sócio-Diretor da SUMAC Records, selo musical e produtora cultural. Em 2020, se junta à SUMAC Records, onde atua como gestor de Marketing e Tráfego. Leonardo Kennedy Cuiabano, 27 anos, Cantor, Guitarrista, Co-fundador e Sócio-Diretor da SUMAC Records, selo musical e produtora cultural. Em 2020, co-funda a SUMAC Records, onde atua como gestor Comercial e Agenciador Artístico. Eduardo Matos Cuiabano, 27 anos, pardo, apaixonado por câmeras e histórias desde criança, formou em Cinema pela Faculdade Armando Álvares Penteado (FAAP-SP). Morou em São Paulo durante o período de formação e trabalhou em filmes universitários como diretor, diretor de fotografia, assistente de direção e diretor de som. Trabalhou no Sport Club Corinthians Paulista, durante 2 anos, como criador de conteúdo esportivo, onde foi um dos idealizadores da campanha de sucesso #RespeitaAsMinas. Em 2022 retorna para Cuiabá, onde trabalhou no Grupo ZF, sendo responsável pela criação de conteúdo em campanhas eleitorais e do Estúdio ZF. Em 2023 assume o cargo de Diretor Audiovisual da SUMAC Records, sendo gestor da área de produções audiovisuais. Douglas Peron Ator, performer, bonequeiro, cenógrafo e produtor. Desenvolve seus trabalhos a partir das técnicas do teatro de formas animadas (escultura, papietagem, criação de moldes, títeres). Em 2017 fundou o coletivo SPECTROLAB que investiga e cria em artes da cena, no qual é membro até os dias atuais. Formado em Engenharia Civil na UFMT, é mestre em Estudos de Cultura Contemporânea da Universidade Federal de Mato Grosso e artista pesquisador de arte contemporânea e espaço público e membro do Grupo de Pesquisa Artes Híbridas. É também, pesquisador associado ao Núcleo de Estudos e Escritório Modelo de Arquitetura e Urbanismo (NEAU), da Faculdade de Arquitetura, Engenharia e tecnologias da UFMT e formador do curso de Cenografia na MT Escola de Teatro em parceria com a UNEMAT desde 2019. Integrante da equipe do Instituto Kurâdomôdo Cultura Sustentável, onde atuam em diferentes frentes da cultura e meio ambiente. Fundador e diretor criativo do Labirinto Espaço Criativo em Cuiabá.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.