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LABORATÓRIO FABER SAPIENS _ CULTURA, EDUCAÇÃO E CONHECIMENTO visa oferecer aulas, oficinas e experiências culturais, educativas e de conhecimento para crianças e jovens estudantes em vulnerabilidade e para professores da rede pública, realizando atividades através do Faber Sapiens (montado com recursos do projeto PRONAC: 193492 - LABORATÓRIO FABER SAPIENS _ HOMEM, CULTURA E CIÊNCIA) e da hidrovia do Canal São Gonçalo e assim alcançar as dimensões simbólicas, cidadã e econômica da cultura.
LABORATÓRIO FABER SAPIENS – CULTURA, EDUCAÇÃO E CONHECIMENTO oferecerá aulas e encontros para crianças e jovens estudantes, preferencialmente do ensino público de educandários das cidades de Pelotas e do Rio Grande. As atividades ocorrerão no Laboratório Faber Sapiens e abordo das embarcações “Flor do Mar” e “Anunciada” proporcionando por meio de atividades lúdicas e curiosas, despertar o interesse dos alunos pela história, cultura, meio ambiente e ciências naturais. O Laboratório, ambiente acolhedor, colorido e fartamente equipado torna-se um ambiente fantástico para praticamente a totalidade dos participantes do projeto, uma vez que, boa parte das escolas públicas e até mesmo escolas particulares de menor porte, não possuem laboratório. Assim o despertar de atenção e interesse aos temas abordados, por meio de aulas teóricas e práticas sobre temas como a história da localidade e da Zona Sul do RS; personalidades e edificações da Zona Portuária de Pelotas e do Rio Grande; a importância da hidrovia; água e território; composição da água; seres que habitam nosso território, a importância da manutenção do bioma e espécies, dentre outros, tornam o ensino lúdico e prazeroso, o que na maioria das realidades do ensino formal, não ocorre.
OBJETIVO GERAL: Proporcionar elementos e subsídios culturais e educativos a estudantes e professores da rede pública, no intuito de contribuir para a formação de cidadãos críticos e conscientes dos seus papéis na promoção da justiça social e instrumentalizá-los para serem atuantes na construção de cidades culturalmente, socialmente, ambientalmente e economicamente desenvolvidas. OBJETIVOS ESPECÍFICOS: Realizar gratuitamente 35 aulas práticas sobre temas da cultura como história da região, patrimônio cultural natural e imaterial, além de alfabetização científica para estudantes, prevendo atender 700 alunos; Oferecer gratuitamente 6 cursos de formação para professores do ensino público, com previsão de formação de 60 docentes; Realizar 6 oficinas para público em geral, prevendo atender a 900 pessoas. Oportunizar que 150 pessoas participem gratuitamente de 6 encontros embarcados na hidrovia do Canal São Gonçalo entre as cidades de Pelotas e Rio Grande sobre a história da região; Proporcionar o intercâmbio de saberes entre as associações irmãs OTROPORTO e CCMar - FURG, por meio de atividades compartilhadas em 2 Espaços Educacionais, Pelotas e Rio Grande; Atender 12 escolas públicas; Alcançar gratuitamente, conforme plano de distribuição, 1.810 pessoas por meio das atividades acima listadas.
LABORATÓRIO FABER SAPIENS _ CULTURA, EDUCAÇÃO E CONHECIMENTO é uma iniciativa fundamental no prosseguimento das atividades deste projeto, voltadas aos temas da história da região, do patrimônio cultural natural e imaterial, meio ambiente e território, humanidade e conhecimento, ações essas já desenvolvidas pela Associação OTROPORTO Indústria Criativa e oferecidas gratuitamente ao público estudante de escolas públicas e seus professores. O Canal São Gonçalo, território e paisagem do Espaço Educacional Faber Sapiens, carrega em seu curso de água uma importante página da história desta região. Nesta localidade chegavam e partiam as mercadorias da cidade, pois é no seu leito que se situam as operações portuárias de Pelotas, por isso esse território também foi testemunha do período de escravização de pessoas. Hoje, nacionalmente conhecido por conta da tragédia climática de maio de 2024, o Canal São Gonçalo liga as Lagoas Mirim e dos Patos, sendo responsável por conduzir as águas que descem do Rio Guaíba até o mar, na cidade do Rio Grande. É também através dele, por meio da hidrovia Pelotas-Rio Grande, que o projeto LABORATÓRIO FABER SAPIENS _ CULTURA, EDUCAÇÃO E CONHECIMENTO, continuará realizando os encontros embarcados partindo do CCMar até a OTROPORTO e da OTROPORTO até o CCMar, oferecendo sentido de pertencimento, educação e cultura, por meio das atividades a bordo das embarcações "Flor do Mar" e "Anunciada". Importante instrumento para transportar conhecimento e os participantes da cidade irmã (Rio Grande) até o Espaço Educacional. Nosso espaço educacional, constituído com recursos da Lei Rouanet (PRONAC 193492), tem servido de ferramenta cultural e inspiração para transformação de realidades ao proporcionar um verdadeiro mergulho em temas essenciais da nossa história como nosso território, nossas paisagens naturais, nossas atividades econômicas e criativas ao longo do tempo, tudo isso através da alfabetização científica e humanista a jovens estudantes de escolas públicas da comunidade do seu entorno e outras localidades periféricas de Pelotas e do Rio Grande, também financiadas com incentivo fiscal federal (PRONAC 223458). Assim como a preservação do patrimônio cultural é uma preocupação cada vez maior por parte da humanidade, a alfabetização científica como forma de ter conhecimento suficiente para compreender e agir na realidade em que se vive, para ser capaz de questioná-la e, quiçá, transformá-la, é igualmente norteadora para a proposta. Mudanças climáticas crescentes e aceleradas, até mesmo ameaçadoras e tudo aquilo que pode prestar testemunho do que o ser humano legou de valioso e criativo demandam uma práxis de resiliência, conhecimento epistêmico rigoroso e ações coletivas ágeis. Uma pequena demora pode levar à perda daquilo que os seres humanos produziram de memória, artes, saberes e práticas ou do próprio patrimônio humano e natural, cujos recursos permitiram a criação de todos os bens que constituíram o patrimônio cultural dos indivíduos e da coletividade. Desta forma, o projeto não se limita a oferecer experimentos e aulas práticas, mas propõe-se a levar os participantes à reflexão e à construção de conhecimento de temas relevantes ao desenvolvimento e manutenção do ser humano crítico, conhecedor de sua história e agente de seu presente. LABORATÓRIO FABER SAPIENS _ CULTURA, EDUCAÇÃO E CONHECIMENTO viabilizado através do uso do mecanismo de incentivo fiscal, vai ao encontro do artigo 3º da Lei 8.313/91, uma vez que, incentiva a preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico; e, estimula o conhecimento dos bens e valores culturais, mediante a oferta de aulas, cursos e encontros, bem como por meio dos levantamentos, estudos e pesquisas na área da cultura para a produção dos conteúdos a serem ofertados. Conforme discorre o Artigo 1º da Lei já citada a utilização do financiamento público da cultura justifica-se para: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; IX - priorizar o produto cultural originário do País.
DO PROJETO PEDAGÓGICO DAS AULAS, CURSOS E OFICINAS Da Metodologia Dos cursos (06 ações) Os cursos de formação continuada têm por público-alvo professores da Educação Básica e alunos de licenciatura de Ciências Humanas e da Natureza, e objetivam oferecer um aperfeiçoamento da ordem de práticas de alfabetização científica, humanística e ambiental por meio da Educação pela Pesquisa que envolve todas as disciplinas na já discutida transdisciplinaridade exposta por Nicolescu (2000),. As formações possuem duração de um turno e oferecem propostas de atividades teórico-experimentais capazes de serem desdobradas em práticas investigativas. A abordagem pedagógica do curso é constituída por uma matriz crítica e histórica dos conteúdos, considerando episteme, sofia e doxa (Saviani, 2013) como conhecimentos de mesmo valor que, observados com uma abertura epistemológica proposta por Bachelard em seu “Novo Espírito Científico” (2005), conferem à prática docente um exercício de produção de conhecimento concomitante à aprendizagem e ao fomento do pensamento complexo. A Educação pela Pesquisa, nesse sentido, assume o papel de um despertar da curiosidade epistêmica e não apenas do ensino das ciências, como preconiza a BNCC, atuando na formação cidadã plena. O curso tem como objetivo promover reflexões teóricas e praxiológicas acerca da alfabetização científica. Os participantes desenvolverão, primeiramente, práticas fundamentais da História e Ciências da Natureza, familiarizando-se com o instrumental de laboratório. Na sequência, iniciarão “miniprojetos” de pesquisa cujos objetivos serão atingidos por experimentos que podem ser replicados ao nível da Educação Básica. 1. BACHELARD, Gaston. O novo espírito científico. São Paulo: Editora Unesp, 2005. 2. NICOLESCU, Basarab. Manifesto da transdisciplinaridade. São Paulo: Editoras B. e Cultura, 2000. 3. SAVIANI, Dermeval. Pedagogia histórico-crítica: fundamentos e metodologia*. 3. ed. Campinas: Autores Associados, 2013. Se precisar de mais informações ou ajustes, é só avisar! a2. Dos sujeitos prioritários: professores da Educação Básica; educadores de Educação Básica; Licenciandos em geral. a3. Conteúdos programáticos: -Cronograma: – Natureza da ciência e didática; – Práticas fundamentais; – Alfabetização científica e Educação pela Pesquisa; – Experimentos investigativos; Das oficinas (06 ações) As oficinas valer-se-ão da prerrogativa de convidar oficineiros externos, com formações diversas, que agreguem ao projeto com palestras e cursos específicos de suas áreas de conhecimento e expertise, tendo foco nos saberes primevos e/ou populares. No caso de um diálogo da água como arte, um artista visitante fará um ateliê de produção de tintas naturais, sem o emprego de conservantes com metais pesados, aberto ao público interessado, profissional ou amador. Em uma oficina com abordagem de conservação de recursos hídricos e sua relação com a agricultura, um agrônomo ou agricultor popular ministrará palestras acerca do uso da água nas plantações locais e sua relação com as populações residentes. As oficinas ocorrerão na modalidade de inscrição em uma data marcada e horário marcado, e realizar-se-ão ao longo de 2h-3h, com início e fim no mesmo dia. Este regime pretere a heterogeneidade de possibilidades de oficinas e um maior número de mestres colaboradores externos e oportunidade de convite de professores visitantes. b2. Dos sujeitos prioritários: estudantes de estabelecimentos públicos e interessados em geral. b3. Conteúdos programáticos: Aspectos culturais e fundamentais sobre água como patrimônio ou elemento transversal à toda práxis cultural. Dos Círculos de Cultura - AULAS (35 ações) Os Círculos de Cultura (aulas) serão do tipo expositivo-dialogados, dentro de uma sala organizada como laboratório/museu, o Espaço Educacional Ciências da Natureza e Ciências Humanas, amparadas por uma pedagogia de "Educação pela Pesquisa". Ali, inicialmente, o aluno será instrumentalizado a utilizar uma série de equipamentos e, também, aprenderá conceitos fundamentais das Ciências da Natureza e Ciências Humanas, visto que, conforme Chassot (2010), cumpre ensinar Ciências sempre a partir de uma perspectiva histórica e crítica. A partir de uma problematização proposta pelo professor, construir-se-á, no decurso da aula, uma pergunta original e uma estratégia praxiológica, de cunho hipotético-dedutivo, para abordar esse problema, que pode partir da curiosidade epistêmica do aluno ou da provocação docente. Este procedimento é detalhadamente descrito nos artigos Barcellos et al (2016a; 2016b). A última etapa realizar-se-á por meio de uma conclusão coletiva, a partir das informações coletadas e da conceitualização naquele dado momento para que, em conjunto, se crie uma síntese do que se depreendeu do fenômeno estudado. A atividade inicia-se a partir de um tema, que é apresentado, no caso do projeto sempre ter-se-á a água como "tema gerador" ou eixo temático, problematizando-o e contextualizando-o histórica e socialmente. Tome-se por exemplo um estudo sobre a poluição da água e mudanças climáticas por meio de uma prática de bomba física de solubilidade de gás carbônico em meio aquoso. Uma discussão acerca da história do estudo das mudanças climáticas, sua origem e desenvolvimento ao longo do tempo são importantes para entender a relação das instituições na produção de conhecimento, seus interesses e papéis históricos. Culminando a reflexão nos impactos sociais deste fenômeno nas diferentes classes sociais, regiões e culturas. Logo depois, os estudantes serão instrumentalizados a utilizar adequadamente as ferramentas científicas para o propósito do seu estudo experimental ou fenomênico. Cada detalhe de conduta na sala educacional - uso de jaleco, gestos e posturas na manipulação dos equipamentos - representa parte importante do processo de aprendizagem da disciplina de Ciências. Após a escolha e a organização dos instrumentos, os alunos desenham e montam seu experimento, que pode ser do tipo qualitativo ou quantitativo. O primeiro trata-se de uma constatação que advém da comparação entre dois estados do experimento sem coleta, e o segundo, passível de medições de alguma grandeza na forma de números. Esta etapa se realiza no exemplo do estudo da acidificação da água na forma de medida de potencial hidrogeniônico da água ao longo do tempo, quando submetida a uma pressão parcial de gás carbônico oriundo de um modelo fechado de biorreator, reproduzindo como modelo em pequena escala a ação antropogênica no desequilíbrio dos ciclos biogeoquímicos. A última etapa realizar-se-á na forma de uma conclusão em conjunto a partir das informações coletadas e a conceitualização dos conhecimentos necessários para entender aquele fenômeno e as formas com que ele se relaciona conosco. Após a conclusão do experimento, o professor propõe um debate transdisciplinar sobre os conceitos apreendidos, relacionando e mobilizando conhecimentos de humanidades e natureza com vistas a uma perspectiva multidisciplinar sobre o fenômeno. O esquema aplicado é o quadrinômio interativo de Problematização/contextualização X instrumentalização X Experimentação/amostragem X Reflexão/conceitualização abstrata. Ele pode não se reproduzir em todas as aulas, pois há aquelas que são experimentos qualitativos, tais como o teste do biureto ou a observação da presença de corrente em uma bobina no galvanômetro. Contudo, há também outra categoria de práticas que são do tipo de modelagem, cuja produção de um artefato requer a mobilização e a articulação de conhecimentos que estão sendo trabalhados, tais como modelagem de fósseis, construção de um miniecossistema ou de um modelo de nebulosa, como é descrito no livro "Aluno Cientista: Teoria e Prática para a Alfabetização Científica" (BARCELLOS & ASSUMPÇÃO, 2024). Ao fim das atividades teórico-práticas, o “animador do círculo de cultura” (professor) ficará encarregado de realizar uma avaliação adequada e adaptada a cada público, de modo a registrar e avaliar a evolução do aprendizado e colaborar com as próximas atividades. O “animador do círculo de cultura” realizará uma atividade de acompanhamento, monitoramento e assessoramento de alunos com transtornos globais do desenvolvimento ou com deficiência física, auxiliando com materiais didáticos adaptados. Ademais, contribuirá acompanhando processos pedagógicos prévios e ulteriores às aulas. c2. Dos sujeitos prioritários: Alunos do Educação Básica, do 6º ano do Ensino Fundamental ao 3º ano do Ensino Médio, da rede pública de educação.
Para tornar o projeto LABORATÓRIO FABER SAPIENS – CULTURA, EDUCAÇÃO E CONHECIMENTO acessível buscaremos consultorias e parcerias com entidades e pessoas especializadas, incluindo as pessoas com deficiência, durante o desenvolvimento do projeto, para garantir que suas necessidades específicas sejam aprimoradas e consideradas desde o início e adotaremos as seguintes medidas de acessibilidade: ACESSIBILIDADE DE CONTEÚDO NAS AULAS, OFICINAS E CÍRCULOS DE CULTURA EMBARCADOS PARA DEFICIENTES VISUAIS: Utilizar como ferramenta de acessibilidade o livro Aluno Cientista, disponível para download acessível. Obra já existente, financiada pelo PRONAC 223458. Fontes Acessíveis: Utilizaremos fontes de texto claras, de tamanho adequado e com bom contraste para facilitar a leitura por pessoas com baixa visão, nos materiais do laboratório, quando for o caso. Símbolos e Cores: Serão utilizados símbolos e cores distintas em conjunto com texto para facilitar a identificação das atividades no laboratório, quando for o caso. PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Aos participantes deficientes auditivos ou com baixa audição serão ofertadas aulas com intérprete de libras. PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS Será oferecido acompanhamento de profissional capacitado, como terapeuta ocupacional ou psicopedagogo, bem como o uso de linguagem acessível aos beneficiados, quando for o caso. Acessibilidade Física e Motora: Equipamentos Adaptados: Buscaremos oferecer instrumentos e equipamentos de tamanhos e formatos que sejam fáceis de manipular para pessoas com deficiências motoras. ACESSIBILIDADE ARQUITETÔNICA Os locais de realização das atividades – o Centro de Convívio dos Meninos do Mar, CCMAR de Rio Grande/RS bem como a Associação OTROPORTO, Pelotas RS, dispõem de recursos que permitem a locomoção de pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida, em qualquer espaço com autonomia, assim como possui banheiro PCD. Outras ações para democratizar e dar acessibilidade: Especialmente no contexto de acesso, convidaremos escolas e instituições públicas, pensando nas pessoas com deficiência, serão feitas parcerias com Organizações de Apoio aos PCD’s como APAEs, Centro de Autismo Danilo Rolim de Moura, CERENEP, Escola Louis Braille, para facilitar a participação e integração com esse público, além de solicitar feedback sobre as medidas adotadas estarem adequadas.
Todas as ações do projeto são plenamente gratuitas e voltadas, em especial, à alunos advindos de escolas em zonas de vulnerabilidade, e à formação de professores.
OTROPORTO INDÚSTRIA CRIATIVA, proponente Responsável pela gestão administrativa e financeira, Coordenação Geral e Produção executiva do projeto. Currículo anexado nos documentos do proponente. COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA Guy Barcellos é doutor e mestre em Educação em Ciências e Matemática, Especialista em Psicopedagogia Clínica e Institucional e Licenciado em Ciências Biológicas (PUCRS). Atualmente, é servidor federal, no cargo de Coordenador Pedagógico do Museu Oceanográfico “Prof. Eliézer de Carvalho Rios” do Centro de Convívio dos Jovens do Mar (FURG). Atuou como professor de Biologia em escolas públicas e comunitárias de Educação Básica por 14 anos e fundou o Espaço Educacional Educacional Faber Sapiens em 2021, um espaço voltado para a alfabetização científica e humanística de crianças e jovens em vulnerabilidade. É autor de livros sobre Educação e Ensino de Ciências, além de artigos de pesquisa na área de Epistemologia da Ciência e Alfabetização Científica. Guilherme Pinto de Almeida – Palestrante Aulas, Oficinas e Encontros Embarcados Graduado em Arquitetura e Urbanismo (2016) e Mestre em Arquitetura e Urbanismo (2022) pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAUrb) e pelo Programa de Pós-graduação e Arquitetura e Urbanismo (PROGRAU) Universidade Federal de Pelotas (UFPel), na linha de pesquisa Teoria, História, Patrimônio e Crítica. Pesquisador voltado ao estudo das transformações urbanas através da análise e interpretação da iconografia histórica. Atua desde 2016 na Associação OTROPORTO Indústria Criativa, onde é responsável pelo projeto Porto Memória.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.