| CNPJ/CPF | Nome | Data | Valor |
|---|---|---|---|
| 09023931000180 | Votorantim Corretora de Seguros S.A | 1900-01-01 | R$ 500,0 mil |
| 00000000000191 | BANCO DO BRASIL SA | 1900-01-01 | R$ 137,4 mil |
O projeto se refere à realização de apresentações dos espetáculos Mãe de Santo, Mãe Baiana e Mãe Preta, que reposiciona o lugar da mulher negra na sociedade. As peças, trazem um posicionamento firme e de orgulho das histórias contadas e passadas por gerações e documentando como as mulheres afro-brasileiras são diálogos, corpos sagrados e que utilizam o homem como complemento de suas narrativas e vivências.
“Mãe de Santo” chama a atenção do olhar com os olhos de ver. A peça é baseada nas vivências da filósofa Helena Theodoro e de outras mulheres, como Adélia Sampaio, Camilla De Lucas, Chica Xavier e a da própria atriz que a interpreta, Vilma Melo, através de uma personagem muito empoderada, que dá palestras pelo o mundo, entrelaça as histórias, provocando sobre o que realmente interessa contar e mostrar. O que se espera de uma mulher que nunca foi uma coisa só? Mãe de santo, mãe, professora, empregada, atriz, influencer, cineasta, empresária, estudante. Quantas histórias cabem em uma única vida? “Mãe Baiana”, o segundo da Trilogia Matriarcas, trata da relação de uma avó e de uma neta que têm de lidar com o luto. A perda faz com que essas duas mulheres tão diferentes e, ao mesmo tempo, tão parecidas, mergulhem em suas lembranças, descobertas, afetos e traz à tona suas divergências e atravessamentos. A peça tem como pano de fundo a ancestralidade e trata da morte segundo a tradição nagô, onde as memórias afetivas são o fortalecimento necessário para que elas sejam continuidade. Em “Mãe Baiana”, passado e presente se misturam aos altos e baixos de uma convivência desgastada pelo conflito geracional, mas estruturada no amor e no desejo de reconstruírem o vínculo que tinham. É o encontro do ontem e do amanhã com um olhar sem preconceitos. O espetáculo acompanha a reconexão de avó e neta que vão deixando pelo caminho suas dores e fortalecendo seus laços em uma relação que transcende a ideia do fim. "Mãe Preta" tratará da mulher dessa "Helena" de volta ao ser lar. Mulher empreendedora, independente e muito consciente de sua capacidade de atuar na comunidade, cuidando dos filhos e suprindo as necessidades econômicas dos seus, junto com sua mãe e filha. Esse texto inédito retratará, uma das últimas revelações da doutora: "Antes do Brício nascer meu casamento já estava no fim, e eu como mulher morta há muito tempo. Foi após a morte do meu filho Brício, que ao chegar no fundo o poço, tive que me reerguer e reencontrar a Helena Theodoro que hoje todos conhecem. Que não é a metade da laranja de ninguém, muito menos a costela de adão. Nós mulheres somos 51% da sociedade, os outros 49% são nossos filhos."
OBJETIVO GERAL- Realizar a circulação dos espetáculos teatrais - Mãe de Santo, Mãe Baiana e Mãe Preta, na praças de São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Brasília;- Realizar a motnagem inédita seguida de circulação do último espetáculo da tríade Mãe Preta - a partir da obra da grande professora Helena Theodoro;- Abordar a o universo das mulheres pretas;- Retratar a importância da ancestralidade dessas mulheres pretas empoderadas no cotidiano, através dos estudos, dafamília, da carreira profissional;- Mostrar a posição social das mulheres pretas como movimentadoras da sociedade brasileira;- Dar voz a histórias da mulher preta que sempre esteve sob mordaça, sem voz nem vez;- Entregar um produto de impacto necessário para a população carioca e paulistana;- Visibilizar um produto cultura produzido por profissionais negros;- Ampliar as experiências artísticas e culturais da plateia, através de uma dialética ancestral, sobre cultura e vozes dapopulação negra;- Difundir a notoriedade das obras da grande mestra, matriarca - Helena Theodoro;- Realizar um projeto que aborda a temática negra, através do amor entre avó, mãe e neta. Objetivo específico- Realizar estreia e temporada dos espetáculos Mãe de Santo, Mãe Baiana e Mãe Preta, nas cidades do Rio de Janeiro (16 apresentações), cidade de São Paulo (34 apresentações), cidade de Belo Horizonte (21 apresentações) e cidade de Brasília (16 apresentações), totalizando 87 apresentações nas 4 cidades/estados;- Gerar a contratação direta e indireta de mais de 50 profissionais, envolvidos na préprodução, produção e pósprodução do espetáculo;- Destinar 20% do total de ingressos para distribuição gratuita à população (para alunos da rede pública de ensino, ONGs,associações de idosos e de portadores de necessidades especiais);- Realizar, em cada praça, uma apresentação com tradução simultânea em LIBRAS e audiodescrição, afim de contemplar opúblico deficiente visual e auditivo;- Realizar, em cada praça, uma oficina teatral gratuita: Filosofia africana, ministrada pela doutora Helena Theodoro. Nessa ação formativa cultural, serão contempladas até 125 pessoas por praça (divididas entre ambas as oficinas), atendendo à cota de 10% do público beneficiado com o produto principal.
O projeto cultural se enquadra nos princípios da Lei de Incentivo à Cultura, Lei 8.313, de 23 de dezembro de 1991, Art. 18°,parágrafo 3°, inciso I, item (e), na categoria de espetáculo de artes cênicas. MÃE DE SANTO, MÃE BAIANA e MÃE PRETA querem abordar a mulher que é acabaça, onde contém e é contida por representar a vida através de seu ventre. A ancestralidade dessas mulheres pretas empodera o cotidiano, os estudos, a família, a carreira profissional e a posição social, e ainda fortalece o enfrentamento do racismo diário. As histórias da mulher preta, que sempre esteve sob mordaça, sem voz nem vez. É o grito abafado no peito, durante séculos, de um povo que resiste por acreditar na vida, no outro, na terra em que pisa com imensa alegria por estar vivo e capaz de se tornar pleno. No traço da materialidade, as mães podem ser vistas como depósitos para desenvolvimento de outros seres, onde se gera, cria e educa com intuito de integrar a sociedade. A essência do princípio feminino na tradição nagô, mostra as mulheres como um feixe de oportunidades/possibilidades que lhes permitem alçar vôo até o cume mais alto das montanhas. Não há limites para os seres humanos. Suas muitas formas de ser e sentir são todas naturais, não se limitando aos papéis de homem e mulher estabelecidos pelo mundo judaico-cristão. Cada pessoa é um número incomensurável de potencialidades do existir. Impacto e diferencial sobre as muitas mulheres pretasMostramos aqui um foco sobre a população preta, abordando o racismo institucional e a violência urbana.São histórias que mostram uma galeria de mulheres que são mães, filhas, avós, amantes, meninas. Todas compartilham da mesma vida de discriminação, se equilibrando na corda bamba do tempo. Pessoas evocadas em seus laçose dilemas sociais, numa pluralidade e vulnerabilidade que constituem a condição humana. Histórias vividas, histórias que viraram notícias que ganham vida, deixando de ser uma simples nota de jornal, onde essas pessoas não passam de nomes, dados e profissões para serem conhecidas intimamente como protagonistas, com personalidades e sofrimentos. O texto permite o escrever, o viver e o se ver. Tristes fatos do cotidiano das mulheres pretas são contados por um outro ângulo e de forma poética, real e humana, revelando um outro universo que se relaciona a uma tradição africana que valoriza, dignifica e reconhece a força do princípio feminino em suas variadas manifestações. "A experiência religiosa me faz reconhecer a importância de minhas origens, possibilitando meu entendimento do papel de pai, mãe, avós e bisavós no desenvolvimento de minha história.Minha fala, meu universo mágico, além de valores e vivências se ligam a esta ancestralidade. Meu corpo traz memórias das vivências deles, e o meu convívio familiar me deu elementos para viver, sobreviver, aceitar ou rejeitar acontecimentos. Ao valorizar a família e nossa história com ela, isto nos permite um viver e um se ver, que possibilita preservação de tradições e escolha de caminhos." - diz Helena Theodoro. Os três espetáculos abordam discussões essenciais à sociedade brasileira como a relevância da educação e o papel da família na formação da identidade do indivíduo, enquadrando-se nos princípios da Lei de Incentivo à Cultura, Art. 1°, inciso VIII, ao estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória. O projeto se enquadra ainda nos princípios da lei supra citada ao gerar empregos em diversas categorias profissionais a partir da contratação de serviços para a sua elaboração (Art. 3°, inciso V, item b), apoiando, valorizando e difundindo o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores (Art. 1°, inciso III). Por serem as equipes técnica e criativa dos espetáculos compostas apenas por profissionais brasileiros e com experiência comprovada no mercado teatral nacional, o projeto garante que será salvaguardado o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira, conforme previsto no Art. 1°, inciso V. Por fim, o projeto pretende contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais _ conforme descrito no Art. 1°, inciso I _, contribuindo para a democratização do acesso à cultura e para a formação de plateia. Tais objetivos serão atingidos através: a) do oferecimento de 20% dos ingressos a preços populares; b) da distribuição gratuita de 20% dos ingressos; c) da realização de um espetáculo de qualidade que contemple espectadores de idades, gêneros e renda diferentes; d) da realização do espetáculo em locais onde a acessibilidade a portadores de necessidades especiais é garantida; e) da realização de uma sessão, em cada praça, com tradução em LIBRAS e audiodescrição, a fim de atender às necessidades do público deficiente visual e auditivo. Como uma produtora independente, só é viável a realização deste projeto, que envolverá inúmeros artistas e técnicos e atingirá um público estimado de 600 pessoas direta e indiretamente, através do mecanismo de incentivo fiscal pela Lei de Incentivo à Cultura.
Oficinas: 1 gratuita em cada uma da cidade Oferecer uma palestra/oficina em cada uma das praças de apresentação, como ação formativa cultural - Filosofia Africana - com a Doutora Helena Theodoro (primeira doutora preta em filosofia do Brasil); Local: Auditório/teatro onde a temporada que o espetáculo estiver acontecendo. Capacidade: 125 pessoas por praça totalizando 500 pessoas em todo projeto.Classificação indicativa: 18 anosAcesso: entrada franca, mediante inscrição prévia e seleção pelo email contato@palavraz.com.br, se houver disponibilidade de vagas. Público-alvo: para todas as idades a partir dos 16 anos, além de estudantes e professores de instituições públicas de ensino.
Espetáculo MÃE DE SANTO - duração: 50 minutos Espetáculo MÃE BAIANA - duração: 50 minutos Espetáculo MÃE PRETA - duração: 50 minutos
PRODUTO: ESPETÁCULO DE ARTES CÊNICAS ACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: o proponente secompromete a realizar o espetáculo em teatros devidamenteequipados com rampas de acesso e instalações sanitárias adequadas para atender às necessidades de idosos, portadores dedeficiência física e usuários de cadeiras de rodas, assim como local apropriado para a sua acomodação na plateia. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS e ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: será realizada por praça (São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Brasília) uma apresentação exclusiva e gratuita com tradução simultânea em LIBRAS e audiodescrição, a fim de atender às necessidades do público deficiente visual e auditivo. Nessas apresentações, o proponente se compromete acontratar profissionais com experiência comprovada na prestação destes dois serviços, a fim de proporcionar o melhoraproveitamento do possível do espetáculo por parte deste público. PRODUTO: OFICINASACESSIBILIDADE NO ASPECTO ARQUITETÔNICO: o proponente secompromete a realizar o espetáculo em teatros devidamente equipados com rampas de acesso e instalações sanitárias adequadas para atender às necessidades de idosos, portadores dedeficiência física e usuários de cadeiras de rodas, assim como local apropriado para a sua acomodação na plateia.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Linguagem oral.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Intérprete de libras.ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES INTELECTUAIS: Monitores e equipe treinada para atendimento a esse público, quando fornecessário.
Visando assegurar a ampliação do acesso aos produtos, bens e serviços culturais produzidos, conforme prevê do art. 28 da IN nº 01/2023, o proponente se compromete a: I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social,além do previsto inciso II do art. 27, totalizando 20% (vinte por cento); II - ampliar a meia entrada de que trata o § 3º do art. 27, em todos os ingressos comercializados, para pessoas elegíveis e não contempladas com a gratuidade de caráter social referida no inciso II, caput do art. 27;
MÃE DE SANTO - FICHA TÉCNICA Argumento: Helena TheodoroTexto: Renata MizrahiDireção: Luiz Antônio PilarAtriz: Vilma MeloCompositor/Arranjador e Direção Musical: Wladimir PinheiroIluminação: Anderson RattoFigurino e cenário: Clívia CohenDiretor de Produção: Bruno Mariozz - Palavra z Produções Culturais (Proponente)Coordenação do Projeto: Bruno Mariozz - Palavra Z Produções Culturais (proponente) MÃE BAIANA - FICHA TÉCNICA Argumento: Helena TheodoroTexto: Renata Andrade e Thaís PontesDireção: Luiz Antônio PilarAssistente de direção: Lorena LimaProtagonizado por: Djacira Martins (atriz standin Teca Pereira) e Luiza LorozaCompositor/Arranjador e Direção Musical: Wladimir PinheiroIluminação: Anderson RatoFigurino: Clívia CohenCenografia: Renata MottaObjetos cenográficos: Clívia CohenDireção de Produção: Bruno Mariozz - Palavra Z Produções Culturais (proponente)Coordenação do Projeto: Bruno Mariozz - Palavra Z Produções Culturais (proponente) MÃE PRETA - FICHA TÉCNICA Argumento: Helena TheodoroTexto: Valesca Lins e Lucélia SérgioDireção: Lucélia SérgioAssistente de direção: Ymoirá MicallProtagonizado por: Djacira Martins (atriz standin Teca Pereira), Luiza Loroza e Tatiana HenriqueCompositor/Arranjador e Direção Musical: Dani NegaIluminação: Anderson RatoFigurino: Clívia CohenCenografia: Renata MottaObjetos cenográficos: Clívia CohenDireção de Produção: Bruno Mariozz - Palavra Z Produções Culturais (proponente)Coordenação do Projeto: Bruno Mariozz - Palavra Z Produções Culturais (proponente) Argumento: Helena Theodoro (espetáculos MÃE DE SANTO, MÃE BAIANA e MÃE PRETA)Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), graduada em Pedagogia pela Faculdade de Educação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), mestra em Educação pela UFRJ e doutora em Filosofia pela Universidade Gama Filho. Texto: Renata Mizrahi (espetáculo MÃE DE SANTO)formada em Artes Cênicas na UNIRIO. No teatro ganhou o Prêmio Shell por Galápagos, em 2014. Foi indicada a melhor texto por Os Sapos no Prêmio Cesgranrio 2013 . Foi indicada a melhor texto por Silêncio! no Prêmio Cesgranrio 2014. Ganhou os prêmios Zilka Salaberry 2010 e 2012 pelos infantis. É autora de mais de 20 peças, entre elas: Chica da Silva - O Musical. Texto: Thaís Pontes (espetáculo MÃE BAIANA)autora carioca formada em Publicidade e Propaganda que se encontrou no mundo do roteiro. Atualmente, escreve a segunda temporada de “Encantado’s”, série autoral criada em parceria com Renata Andrade, disponível do Globoplay e TV Globo. Texto: Renata Andrade (espetáculo MÃE BAIANA)Formada em Publicidade e Propaganda. Atualmente, escreve a segunda temporada de “Encantado’s”, série autoral criada em parceria com Thais Pontes, disponível do Globoplay e TV Globo.Texto: Valesca Lins (espetáculo MÃE PRETA)poeta, escritora, pedagoga, dramaturga e psicanalista. É uma autora negra que ganhou o Prêmio Maria Firmina na categoria ficção em 2020, com o livro de contos “Minhas Conversas Florescidas No Khat”. agora está lançando um novo livro de contos “Rio, O Ori”.Direção: Luiz Antônio Pilar (espetáculos MÃE DE SANTO, MÃE BAIANA)Diretor de teatro, televisão e cinema. Formado bacharel em Artes Cênicas, especialização de direção teatral, pela UniRio, em 1990. Com grande experiência em televisão, dirigindo as novelas "Desejo proibido", "Sinhá Moça", "A padroeira" na TVGlobo; "Xica da Silva". Realiza projetos de sucesso de temática afro-brasileira como o espetáculo teatral "Os negros" e "Leci Brandao - Na Palma da Mão". Direção e autora: Lucélia Sérgio (espetáculo MÃE PRETA)É formada pela Escola de Arte Dramática /EAD/ECA/USP no ano de 2010 e em Licenciatura em Artes Cênicas na Faculdade Paulista de Artes no ano de 2011. Desenvolve com a Cia Os Crespos, desde 2005. É dramaturga de “De Mãos Dadas Com Minha Irmã” (2023) da Cia Os Crespos e de “Quando Eu Não Puder Pisar Mais Na Avenida” (2022) da Cia Carcaça de Poéticas Negras. Dirigiu os espetáculos “Tem uma bomba aqui dentro” (2024) da Próxima Cia e “Quando eu não puder pisar mais na avenida” (2022) com a Cia Carcaça de poéticas negras”. Com Cia Os Crespos dirigiu os espetáculos: Os Coloridos (2015), Engravidei, Pari Cavalos e Aprendi a Voar Sem Asas (2013) e Cartas à Madame Satã ou Me Desespero Sem Notícias Suas (2014); dirigiu ainda o espetáculo Favela (2014).Cenário: Renata Motta (espetáculos MÃE BAIANA e MÃE PRETA)Graduada em Arquitetura pela UFBA em 2008, Renata Mota tem cerca de 19 anos de experiência na área de Cenografia e mais de 100 projetos realizados. Por 4 anos, foi Diretora do Centro Técnico do Teatro Castro Alves (2007 – 2011) e nos últimos7 anos vem desenvolvendo seus próprios projetos explorando outras linguagens e espaços.Trilha sonora: Wladimir Pinheiro (espetáculos MÃE DE SANTO, MÃE BAIANA)Vencedor do Prêmio Shell 2020 com o espetáculo “As Comadres”, ingressou no meio teatral no Cabaré Filosófico. Esteve em cena sob direção de Sérgio Brito, Aderbal Freire Filho, João Fonseca, entre outros. Trilha sonora: Dani Nega (espetáculo MÃE PRETA)É atriz, MC, compositora. Atua como parceira junto a importantes grupos de teatro como “O Crespos”, “Coletivo Negro” e “Núcleo Bartolomeu de Depoimentos”. Com esse último ganhou o Prêmio Shell de melhor trilha sonora com o espetáculo “Terror e Miséria no Terceiro Milênio” onde assina direção musical.Iluminação: Anderson Rato (espetáculos MÃE DE SANTO, MÃE BAIANA e MÃE PRETA)Formado em Design de Interiores pela Universidade Estácio de Sá. Atua como Lighting Designer desde 2001 onde já trabalhou em varias áreas das atividades cênicas como, Teatro, Dança, Show e Exposição. Indicado para o Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro Infantil - RJ em 2010 e 2013 sendo contemplado com o prêmio em 2013.Atriz: Djacira Martins em artes = Dja Martins (espetáculos MÃE BAIANA e MÃE PRETA)Baiana da cidade de Salvador, Djacira da Silva Martins é fascinada em aprender. É veterana nos palcos cariocas, começou sua carreira com Ernesto Piccolo e Rogério Blat. Alguns de seus trabalhos mais recentes: no teatro: Favela e Favela 2, A gente Não Desiste (desde 2011); na TV: novela Cara e Coragem (2022), Fuzuê (2023); série Justiça 2 (2022), Capoeira (2023), Dona Beja (2023).Atriz: Teca Pereira (espetáculos MÃE BAIANA e MÃE PRETA - Observação: atriz é stadin da atriz Dja Marthins uma vez que a atriz tem passado problemas de saúde) iniciou sua carreira como bailarina no teatro ainda na década de 70. Pereira é ganhadora de vários prêmios, incluindo um Troféu Mambembe e um Prêmio Aplauso Brasil, além de ter sido indicada para um Prêmio APETESP de Teatro. Em 2019, ganhou notoriedade por interpretar Jurema na série Segunda Chamada, da TV Globo. Atriz: Luiza Loroza (espetáculos MÃE BAIANA e MÃE PRETA)Formada pela Escola de Atores Wolf Maya e aluna do curso de Artes Cênicas (UNIRIO). Destaque para os trabalhos como atriz com o espetáculo JACKSONS DO PANDEIRO - O MUSICAL, com a direção de Duda Maia; MUSEU NACIONAL, com direção de Vinicius Calderoni; "TEMPESTADE" com direção de Aluísio Abranches e como Cristal. Foi indicada para o PRÊMIO APTR na categoria Jovens Talentos. Atriz: Vilma Melo (espetáculos MÃE DE SANTO)é professora, atriz no teatro, cinema e televisão. No teatro, ganhou o Prêmio Shell de Melhor Atriz por "Chica da Silva", em 2017 - primeira mulher negra a conquistar a categoria de melhor atriz no Prêmio Shell; Prêmio Cenym de Melhor Atriz Coadjuvante em "A Vida de Billie Holliday" Atriz: Tatiana Henrique (espetáculo MÃE PRETA)Doutoranda em Artes (UERJ). Mestra em Memória Social (UniRio). Licenciada em Letras (UNESA). Co-curadora de Mostra Zaíra De Culturas Pretas, com apoio do Memorial Municipal Getúlio Vargas ? SMC Rio. Foi co-curadora de: Santa História; AYÓ ? Encontro Negro de Contação de Histórias; Idealização: Vilma Melo e Bruno MariozzRealização: Palavra Z Produções Culturais (proponente)
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.