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O 1º Vila Velha CineLab é laboratório audiovisual para capacitar profissionalmente jovens moradores da cidade de Vila Velha (ES) através de bolsas-auxílio e aulas de produção cinematográfica. Com foco na inclusão, 50% das vagas são reservadas a pessoas de baixa renda, povos indígenas, comunidades tradicionais, mulheres, negros, pessoas com deficiência e pessoas LGBTQIA+. Além das oficinas, o Vila Velha CineLab exibirá os produtos audiovisuais gerados pelos alunos várias exibições públicas e gratuitas, em espaços populares e acessíveis em bairros de Vila Velha. Serão apresentados 4 curta-metragens de ficção e 4 documentários, produzidos pelos próprios alunos residentes do município. Além disso, serão selecionadas obras de diferentes cineastas capixabas convidados para exibição após as mostras de curtas na programação do festival. Haverá também um making of semanal dos bastidores das oficinas, capturando o desempenho dos alunos e os conteúdos abordados, para engajamento do público.
O 1º Vila Velha CineLab é um laboratório audiovisual destinado a jovens moradores da cidade de Vila Velha, Espírito Santo, com o objetivo de promover capacitação profissional no campo da produção cinematográfica. O projeto oferece bolsas-auxílio e aulas especializadas, focando em 50% dos participantes de baixa renda. Além da formação, o Vila Velha CineLab proporcionará mostras de cinema para que esses jovens cineastas exibam seus trabalhos, com oito exibições públicas e gratuitas em espaços populares e acessíveis da cidade. Serão apresentados quatro curta-metragens de ficção e quatro documentários, todos produzidos pelos próprios alunos, buscando celebrar a criatividade e o talento local.
Objetivo Geral: De forma geral, o 1° Vila Velha CineLab é um projeto que busca capacitar jovens residentes no município de Vila Velha e identificar potenciais talentos entre eles. A ideia central do projeto é incentivar não apenas o desenvolvimento profissional e criativo, como também trazer incentivos financeiros para os jovens selecionados, que receberão bolsas durante o período das oficinas, que ocorrerão de fevereiro de 2025 a fevereiro de 2026. O Vila Velha CineLab atende uma lacuna social existente no município no que diz respeito à cultura cinematográfica e à evidente ausência de cursos e formações que permitam fomentar o cinema local e possibilitar que novos talentos tenham oportunidades. Com uma programação abrangente, o projeto se compromete em buscar o enriquecimento da cultura cinematográfica em Vila Velha e estimular a criatividade local a partir de capacitações com proeminentes profissionais do mercado capixaba. O objetivo é que isso seja feito através de duas oficinas de produção audiovisual e uma mostra de cinema em bairros de Vila Velha, tendo nelas os filmes criados pelos próprios alunos e moradores do município, além de uma programação cultural gratuita, com obras de outros cineastas capixabas. O cerne do Vila Velha CineLab consiste em duas oficinas de cinema, com ênfase em curta-metragens, uma dedicada a documentários e outra a ficção, direcionadas a jovens de 18 a 29 anos. Importante ressaltar que em ambas modalidades, teremos profissionais expoentes do segmento audiovisual, com premiações dentro e fora do país, como Rodrigo Aragão, Alexander Buck, Bruno Miranda, dentre outros. As atividades presenciais serão ministradas pelos profissionais supracitados, detentores de comprovada formação acadêmica e experiência profissional no mercado cinematográfico. Como dito anteriormente, os alunos selecionados para o programa receberão bolsas como forma de estímulo financeiro. Cada aluno participante receberá uma bolsa-auxílio no valor de R$600,00 (seiscentos reais), garantindo assim a viabilidade de sua presença e participação ativa no programa de formação. Serão 60 vagas, distribuídas em 4 turmas de 15 pessoas (duas para ficção e duas para documentário). Sendo assim, o custo total estimado é de R$108.000,00, uma vez que as turmas receberão essas bolsas durante o período de 3 meses (as turmas não ocorrerão todas simultaneamente). No intuito de promover a inclusão e a diversidade, as turmas serão compostas, em 50%, por alunos pertencentes a famílias de baixa renda, moradores de bairros de Vila Velha abrangidos pelo Programa Estado Presente ou inscritos no CADÚnico, povos indígenas, comunidades tradicionais, mulheres, negros, pessoas com deficiência e pessoas LGBTQIA+. Este programa de capacitação é gratuito, reforçando o compromisso do Vila Velha CineLab com a democratização do acesso à formação cinematográfica. O Vila Velha CineLab é uma oportunidade de enraizar a paixão pelo cinema nas comunidades locais. Ao proporcionar educação prática, promover a cultura audiovisual de forma acessível e criar um espaço para a exibição de talentos locais, este projeto busca deixar um legado duradouro e inclusivo no cenário cultural de Vila Velha. O Vila Velha CineLab nasce para entrar não apenas no calendário da cidade que mais cresce no ES, mas também nos corações e mentes de uma nova geração de cineastas e amantes da sétima arte. Objetivos específicos: O projeto do 1° Vila Velha CineLab é uma iniciativa abrangente com várias ações planejadas, essenciais para seu sucesso e realização. Incluem ações diretas do projeto e contrapartidas que reforçam o compromisso social e cultural da iniciativa. Bairros de Vila Velha serão contemplados com mostras de cinema. 1 - Produto: Oficinas de curtas metragens nas modalidades ficção e documentário, serão ofertadas 60 vagas, sendo 4 turmas para cada oficina. 2 - Produto: Mostra Vila Velha CineLab será realizada exibição dos curta-metragens produzidos pelos alunos nas oficinas em mostras cinematográficas que ocorrerão em locais acessíveis da cidade de Vila Velha, com exibições gratuitas, em locais acessíveis e populares aos moradores da região. Serão 20 diárias de exibições ao longo do período de execução. Meta: estima-se em torno de 500 pessoas por exibição. 3- Produto: Cine Clube dedicado à exibição de filmes produzidos no Espírito Santo. As sessões acontecerão em centros comunitários e outros espaços públicos nos bairros, público-alvo: moradores dos bairros, amantes do cinema e interessados em conhecer a produção cinematográfica capixaba, serão ofertados ingressos gratuitos para cada sessão. Com objetivo de promover a cultura local, democratizar o acesso ao cinema e valorizar o trabalho dos cineastas capixabas.
Uma vez que o Vila Velha CineLab é realizado sem custo para o público, visto que as oficinas e as exibições ele atende o inciso I da do Artigo primeiro da Lei 8313/91. Por promover, estimular a regionalização da produção cultural local, com foco na Vila Velha e seus habitantes, o Vila Velha CineLab também atende o segundo inciso do Art. I. O Vila Velha CineLab ainda apoia, valoriza e difunde os conteúdos do projeto,bem como de seus os criadores, oficineiros e os alunos, vídeos de making off que serão produzidos semanalmente, atendendo também ao inciso III do mesmo Artigo. O projeto visa ainda a proteção de expressões culturais de grupos de Vila Velha, promovendo pluralismo cultural num território carente de incentivos voltados à expressão cinematográfica local e nacional, tornando-o apto também de acordo com o inciso IV do mesmo Artigo. Soma-se ainda o preenchimento dos requisitos encontrados no inciso V do artigo supracitado, no que tange à sobrevivência e o florescimento de modos criar, fazer e viver da sociedade brasileira. Isso se dá uma vez que o projeto não apenas estimula os artistas envolvidos a se manterem enquanto fazedores de arte, como estimula o "florescer" de novos talentos regionais num local que carece dessa atenção. No que diz respeito ao inciso VI do mesmo artigo, entende-se que com o Vila Velha CineLab a preservação de bens imateriais é implementada ao termos todo o conteúdo audiovisual produzido, perenizado digitalmente em redes de fácil acesso e consulta para o público morador de Vila Velha. Já no que tange ao inciso VIII, que diz respeito à "estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória", o projeto se adequa justamente por produzir e difundir novos produtos culturais e audiovisuais até então nunca feitos no município. Dentro do inciso IX, que trata em "priorizar o produto cultural originário do País", nosso projeto se adequada em função dos produtos gerados serem altamente regionalizados, mas com amplitude e potencial de difusão nacional, valorizando cenários e culturas de Vila Velha que poderão posteriormente ser exibidos em festivais diversos por todo o país. Ao olharmos pelo prisma da letra "a" do inciso primeiro do artigo 3º da lei 8313/91, que trata de premiações e incentivos aos participantes, temos as bolsas que serão dadas aos alunos e ainda a remuneração oferecida a todos os profissionais, oficineiros e artistas envolvidos no projeto. Já no que diz respeito à letra "b" do inciso II do artigo 3º da mesma lei, que trata de produção cultural e artística mediante exposições e festivais, o projeto se enquadra devido à Mostra Vila Velha CineLab, que será gratuita para a população além de valorizar ainda mais os produtos gerados pelas oficinas. A gratuidade também o enquadra na letra "a" do inciso IV do mesmo artigo. Portanto, por todas as informações citadas acima, o projeto Vila Velha CineLab se enquadra na referida lei. Indo além dos preenchimentos de requisitos da lei 8313/91, acreditamos que o projeto Vila Velha CineLab justifica-se por outras razões. Entre elas: 1. Estímulo à Criatividade e Expressão Local: As oficinas de cinema propostas, centradas em documentários e ficção, vão além da mera transmissão de habilidades técnicas. O projeto visa cultivar uma expressão narrativa local autêntica, incorporando as ricas identidades culturais presentes na Vila Velha. A orientação de profissionais renomados garante uma aprendizagem robusta, incentivando a criação de narrativas genuínas e representativas. 2. Fortalecimento da Cultura Cinematográfica na Vila Velha: A realização da 1° Mostra Vila Velha CineLab promoção da cultura cinematográfica local. Ao oferecer uma plataforma de exibição para curtas-metragens de todo o Brasil e destacar os trabalhos dos participantes das oficinas, o evento contribuirá significativamente para o fortalecimento do cenário audiovisual na região 3. Educação Prática, Desenvolvimento Profissional e Formação de Mão de Obra: A participação em oficinas práticas e teóricas, conduzidas por profissionais experientes, proporciona uma formação única para jovens aspirantes a cineastas. Além de estimular a paixão pelo cinema, o Vila Velha CineLab fornece habilidades técnicas essenciais para o desenvolvimento profissional dos participantes, contribuindo assim para a formação de uma mão de obra qualificada e necessária numa emergente indústria cinematográfica local. 4. Inserção no Calendário Cultural de Vila Velha: Pretende-se incorporar o Vila Velha CineLab ao calendário da cidade e criar uma tradição cultural duradoura, não sendo uma ação isolada, mas uma contribuição vital para o enriquecimento contínuo da vida cultural na Vila Velha. 5. Legado Duradouro na Comunidade: Ao criar um espaço para a exibição de talentos locais, oferecer oportunidades educativas e impulsionar a formação de mão de obra especializada, o Vila Velha CineLab aspira a deixar um legado duradouro na comunidade. Este projeto não é apenas uma experiência pontual; é um investimento no florescimento da cultura cinematográfica local e na inspiração de gerações futuras, preparando também a mão de obra local para integrar uma emergente indústria cinematográfica.
Plano Pedagógico: Título do Projeto Cultural: 1° Vila Velha CineLab CNPJ do Proponente: 18.589.962/0001-93 RESPONSÁVEL PEDAGÓGICO Alexander S. Buck Cineasta com formação em Comunicação Social. Trabalha para a consolidação de um mercado cinematográfico de produção de conteúdo original no estado do Espírito Santo. Seus trabalhos no audiovisual acumulam mais de 28 prêmios no Brasil e no exterior. OFICINA DE CINEMA DE DOCUMENTÁRIO Local de realização: Vila Velha, Espírito Santo Ementa: Desenvolver habilidades em cinematografia, focando nos diferentes aspectos técnicos da criação de documentários. OFICINA DE CINEMA DE FICÇÃO Local de realização: Vila Velha, Espírito Santo Ementa: Desenvolver um arcabouço de habilidades focadas nos diferentes aspectos técnicos da criação cinematográfica. OBJETIVOS Fomentar a apreciação e proporcionar uma visão ampla dos cinema de ficção e documentário, abordando sua história, gêneros, estilos e impacto cultural. Capacitar os alunos em todas as etapas da produção cinematográfica, desde a concepção do roteiro até a pós-produção, com foco em aspectos técnicos e criativos. Estimular a criatividade, a expressão artística e a apreciação da diversidade cultural, incentivando os participantes a explorar e documentar suas próprias histórias e as de suas comunidades, celebrando a riqueza social e cultural da região de Vila Velha. Promover a colaboração e o trabalho em equipe, fundamentais para a produção cinematográfica, ao mesmo tempo em que prepara os alunos para enfrentar os desafios da indústria, conectando-os com profissionais renomados e oferecendo algumas das ferramentas necessárias para seu desenvolvimento pessoal e profissional no setor. PÚBLICO ALVO Jovens entre 18 a 29 anos de todos os sexos e identidades de gênero, pertencentes a famílias de baixa renda, visando democratizar o acesso à formação cinematográfica e promover talentos emergentes de contextos menos favorecidos. Residentes de bairros de Vila Velha, especialmente aqueles abrangidos pelo Programa Estado Presente ou inscritos no CADÚnico. Não será necessário um nível específico de formação acadêmica ou de experiência prévia em cinema ou documentários. Aberto a todos os sexos e identidades de gênero, promovendo a inclusão e representatividade dentro da indústria cinematográfica. METODOLOGIA A metodologia a ser utilizada será norteada pela promoção de uma aprendizagem que aconteça numa dinâmica prática e participativa, visando construir o conhecimento de maneira coletiva, mediado pelas aulas teóricas ministradas pelos oficineiros. A meta é proporcionar uma experiência de aprendizagem abrangente e pragmática e, assim, preparar os alunos para o início de uma carreira no setor cinematográfico. RECURSOS DIDÁTICOS Será necessário um conjunto de equipamentos e materiais específicos de produção audiovisual como câmeras, tripés, kits de iluminação, microfones, etc, e equipamentos de edição e pós-produção como computadores equipados com softwares de edição de vídeo e áudio, fones de ouvido, discos rígidos, etc. Dentro e fora das oficinas serão adotadas ferramentas modernas como softwares de gerenciamento de projetos (para planejamento e acompanhamento de projetos) e plataformas de comunicação online para discussões fora da sala de aula, orientações e compartilhamento de materiais (fóruns, e-mail, aplicativos de mensagem, etc). Também serão utilizados recursos diversos comuns às salas de aula como: computadores, projetor e tela (para exibições de filmes, apresentações e análises em grupo), sistema de som, câmera ou webcam e microfone (para transmissões ao vivo, sessões online ou convidados remotos). PERIODICIDADE E CARGA HORÁRIA A duração total de cada oficina será de 2 meses, o que proporciona 40 encontros presenciais num período de 8 semanas. As aulas irão acontecer de segunda a sexta-feira (5 dias por semana), 4 horas por dia, totalizando 160 horas (80 horas por mês, sendo 4 semanas X 20 horas/semana).CONTEÚDOS Introdução ao Cinema; Pesquisa e Desenvolvimento de Temas; Roteirização e Planejamento; Técnicas de Filmagem; Direção e Produção; Fotografia e Iluminação; Atuação para Cinema; Arte e Figurino; Edição e Pós-Produção;Som e Trilha Sonora no Documentário (20 horas).PROFESSORES/OFICINEIROS Alexander S. Buck Cineasta com formação em Comunicação Social, descobriu durante o curso de Publicidade que inventar narrativas mirabolantes dentro da linguagem audiovisual é sua jornada de vida. Seus trabalhos de ficção, documentários e videoclipes acumulam dezenas de prêmios no Brasil e no exterior. Bruno Miranda Fotógrafo e diretor de documentários, iniciou sua carreira no jornalismo no grupo A Gazeta, no Espírito Santo, trabalhou por três anos no jornal Folha de São Paulo, onde ficou até sua mudança para o cinema. Seus diversos trabalhos foram exibidos nas principais plataformas de mídia (GNT, GloboPlay Prime Video, dentre outros). Rodrigo Aragão Iniciou a carreira no cinema como Maquiador de Efeitos Especiais, mas foi a partir de sua própria produção cinematográfica que alcançou o reconhecimento no meio audiovisual. Participou com seus trabalhos (distribuídos nas mais variadas plataformas de exibição) em mais de 125 festivais ao redor do mundo, conquistando 32 prêmios nacionais e internacionais. Priscilla Huapaya Graduada em Comunicação Social e Mestre em Comunicação e Territorialidades, gosta de explorar as diversas ferramentas da comunicação e da arte para a elaboração de trabalhos criativos com impacto social. Possui experiência de trabalho com Produção e Direção de Arte, Figurino, pesquisa e produção de conteúdo para artes cênicas, cinema e audiovisual. Rafael Balducci Formado em Artes Plásticas pela UFES, período em que participou de exibições em galerias de arte por todo o Brasil e conquistou alguns prêmios, Rafael tem mais de 20 anos de experiência como editor profissional, tendo trabalhado em mais de centenas de projetos audiovisuais no ES e no Brasil. Eder Formigoni Valadares Atua como Produtor Executivo e Diretor de Produção no mercado de audiovisual capixaba desde 2013. É diretor do Sindicato da Indústria Audiovisual do Espírito Santo e também membro do Conselho Temático de Economia Criativa da Federação das Indústrias, onde busca viabilizar políticas públicas para o desenvolvimento do setor audiovisual no Espírito Santo junto aos poderes Executivo e Legislativo. Fernando Paschoal Músico profissional, atua no mercado de cinema e audiovisual desde 2008. Trabalhou por dois anos como assistente e microfonista para o técnico de som Raphael Herdy e, a partir de então, conquistou espaço no mercado atuando como operador de som direto e produtor de conteúdo de áudio para cinema, web, teatro, rádio e TV. Apresenta trabalhos nas áreas de produção musical, edição de som, captação de som direto e também realiza atividades voltadas para a educação. Guaracyama Schiavinoto Produtora Cultural, começou como estagiária na Fundação Feira do Livro de Ribeirão Preto onde rapidamente se destacou e assumou a liderança da produção em 2006. Entre 2009 e 2012, atuou como Diretora de Produção, consolidando sua reputação no campo. Em 2017, ela ingressou no setor audiovisual, exercendo funções cruciais como Diretora de Produção e Produtora Executiva em diversos projetos, incluindo longas, curtas, documentários e vídeos publicitários. Sua experiência nesses papéis elevou sua visão estratégica e habilidades de gestão. AVALIAÇÃO Os participantes receberão um formulário de avaliação no no último dia do curso e responderão de forma anônima para fornecer feedback sobre os principais aspectos do curso. Este formulário será composto por questões objetivas (com escalas de classificação) e questões subjetivas (para comentários abertos). Aspectos a serem avaliados: desempenho dos instrutores, material didático, organização do curso, instalações e avaliação geral do curso. CERTIFICAÇÃO Os critérios para o recebimento dos certificados serão a participação em sala de aula e a assiduidade no curso (presença mínima de 80% nas aulas é recomendada), a conclusão dos projetos e atividades no decorrer do curso e a participação e entrega do projeto final. São critérios que visam assegurar que os certificados emitidos representem de fato o comprometimento, a participação ativa e o aprendizado efetivo dos alunos, destacando a importância da dedicação e do engajamento no processo educativo. Os certificados serão entregues fisicamente ou enviados digitalmente, conforme a preferência do aluno e a logística do curso.
Acessibilidade Física: Rampas: Instalação de rampas com corrimão em todos os espaços com desníveis, garantindo inclinação adequada e piso antiderrapante. Banheiros adaptados: Com barras de apoio, espaço para manobra de cadeiras de rodas, vasos sanitários na altura adequada e pias acessíveis. Guias táteis: Implantação de guias táteis no piso para auxiliar pessoas com deficiência visual na locomoção. Assentos preferenciais: Em todas as salas de aula e locais de exibição, reservar assentos preferenciais para pessoas com deficiência e pessoas com mobilidade reduzida. Espaço para cadeiras de rodas: Iremos garantir espaços reservados para cadeiras de rodas nas salas de aula e locais de exibição. Portas e corredores largos: Assegurar que portas e corredores sejam largos o suficiente para permitir a passagem de cadeiras de rodas e pessoas com mobilidade reduzida. Acessibilidade de Conteúdo: Libras: Contratar intérpretes de Libras para as aulas, oficinas e exibições dos filmes. Braille: Disponibilizar materiais didáticos em Braille para as pessoas cegas. Audiodescrição: Incluir audiodescrição nos filmes exibidos, descrevendo as cenas para pessoas cegas ou com baixa visão. Legenda descritiva: Inserir legendas descritivas nos filmes, descrevendo os sons e informações visuais relevantes para pessoas surdas ou com deficiência auditiva. Visita sensorial: Organizar visitas sensoriais aos locais de produção e exibição, permitindo que pessoas com deficiência visual explorem os espaços e objetos através do tato e da audição. Toda equipe do projeto será capacitada para atender pessoas com deficiência de forma respeitosa e inclusiva.As medidas de acessibilidade serão planejadas e implementadas em conjunto com pessoas com deficiência, para garantir que atendam às suas necessidades e expectativas.
Seleção Inclusiva de Alunos: Ao selecionar os participantes das oficinas de cinema, estamos reservando metade das vagas para alunos de famílias de baixa renda, moradores de bairros abrangidos pelo Programa Estado Presente ou inscritos no CADÚnico. Isso visa garantir que indivíduos com diferentes condições socioeconômicas tenham acesso igualitário à formação cinematográfica. Bolsas de Estudo: Estamos oferecendo bolsas de estudo no valor de 600 reais para os alunos selecionados, proporcionando uma ajuda financeira significativa para cobrir despesas relacionadas à participação no programa. Essa medida visa eliminar barreiras financeiras e permitir que mais pessoas tenham a oportunidade de participar das atividades do Vila Velha CineLab. Ampla Divulgação e Transparência: Estamos garantindo que informações detalhadas sobre o projeto, incluindo critérios de seleção, datas de inscrição e benefícios oferecidos, sejam amplamente divulgadas em diversos canais de comunicação acessíveis à comunidade. Isso inclui mídias sociais, sites locais, rádios comunitárias e parcerias com organizações locais. Acessibilidade Física e Digital: Asseguramos que as instalações onde ocorrerão as atividades do Vila Velha CineLab sejam acessíveis para pessoas com deficiência física, além de disponibilizar materiais e informações em formatos acessíveis, como material para pessoa com dislexia, , áudio descrição e versões digitais compatíveis com leitores de tela. Feedback e Participação da Comunidade: faremos avaliações das sessões. Questionários e/ou pesquisas de satisfação após cada sessão, para coletar opiniões sobre a seleção dos filmes, a qualidade da exibição, o ambiente e a organização do evento. Sugestões de filmes: Criação de um espaço para que a comunidade possa sugerir filmes capixabas que gostaria de ver exibidos no Vila Velha CineLab.
Alexander S. Buck Cineasta com formação em Comunicação Social, descobriu durante o curso de Publicidade que inventar narrativas mirabolantes dentro da linguagem audiovisual é sua jornada de vida. Após aprimoramento na AIC - Academia Internacional de Cinema em São Paulo, fundou a Finordia Produções Culturais Ltda., empresa que trabalha para a consolidação de um mercado cinematográfico de produção de conteúdo original no estado do Espírito Santo. Seus trabalhos de ficção, documentários e videoclipes acumulam dezenas de prêmios no Brasil e no exterior. Em 2023 gravou o primeiro longa-metragem de ficção da Serra e em 2024 já se prepara para gravar o segundo longa na cidade, um marco para a cultura local. Rodrigo Aragão Sua trajetória é inseparável da produtora, a Fábulas Negras Produções. Iniciou a carreira no cinema aos 17 anos, exercendo o ofício de Maquiador de Efeitos Especiais, mas foi a partir de sua própria produção cinematográfica que alcançou o reconhecimento no meio audiovisual. No comando da Fábulas Negras Produções há 17 anos, produziu 6 filmes de longa duração , 5 curta-metragens e 1 websérie. Participou com seus trabalhos (distribuídos nacional e internacionalmente nas mais variadas plataformas de exibição) em mais de 125 festivais ao redor do mundo, conquistando 32 prêmios nacionais e internacionais. Mayra Alarcón No comando da Fábulas Negras Produções junto de Rodrigo Aragão, participou da construção e idealização de todos os projetos desenvolvidos pela empresa, desde a sua fundação. Esteve envolvida em muitas outras produções nacionais, na retaguarda dos Efeitos Especiais Práticos. Fernando Paschoal Músico profissional desde o ensino médio. Atua no mercado de cinema e audiovisual desde 2008. Trabalhou por dois anos como assistente e microfonista para o técnico de som Raphael Herdy e, a partir de então, conquistou espaço no mercado atuando como operador de som direto e produtor de conteúdo de áudio para cinema, web, teatro, rádio e TV. Apresenta trabalhos nas áreas de produção musical, edição de som, captação de som direto e também realiza atividades voltadas para a educação. Priscilla Huapaya Graduada em Comunicação Social e Mestre em Comunicação e Territorialidades, gosta de explorar as diversas ferramentas da comunicação e da arte para a elaboração de trabalhos criativos com impacto social. Possui experiência de trabalho com Produção e Direção de Arte, Figurino, pesquisa e produção de conteúdo para artes cênicas, cinema e audiovisual. Rafael Balducci Formado em Artes Plásticas pela UFES, período em que participou de exibições em galerias de arte por todo o Brasil e conquistou alguns prêmios, Rafael tem mais de 20 anos de experiência como editor profissional, tendo trabalhado em mais de centenas de projetos audiovisuais no ES e no Brasil. Eder Formigoni Valadares Atua como Produtor Executivo e Diretor de Produção da Finordia Produções Culturais Ltda. Trabalhou em diversas produções no mercado de audiovisual capixaba desde 2013. É diretor do Sindicato da Indústria Audiovisual do Estado do Espírito Santo e membro do Conselho Temático de Economia Criativa da Federação das Indústrias do Estado do Espírito Santo, onde tem atuado para viabilizar políticas públicas para o desenvolvimento do setor audiovisual no Espírito Santo junto às câmaras e conselhos da Findes e junto aos poderes Executivo e Legislativo do Estado.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.