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"Maogani e a Dança no Tempo - 30 anos" é um documentário que celebra a trajetória do Quarteto Maogani, destacando sua contribuição para a música brasileira e a evolução do violão no país. Combinando performances, entrevistas com integrantes e convidados renomados, e registros históricos, o filme oferece um olhar intimista sobre as três décadas de legado do grupo. O documentário inclui um sarau final, capturando a essência colaborativa e inovadora do Maogani, fundamental para a formação de novas gerações de violonistas no Brasil.
"Maogani e a Dança no Tempo - 30 anos" explora a história e a relevância cultural do Quarteto Maogani, que há três décadas contribui para a evolução do violão na música brasileira. Com uma narrativa dinâmica e não linear, o documentário tece um retrato sensível e profundo do grupo, entrelaçando performances inéditas, depoimentos emocionantes e encontros nostálgicos que capturam o espírito coletivo e a criatividade que marcaram a trajetória do Maogani. Fundadores e novos integrantes compartilham suas memórias, desafios e alegrias ao longo da carreira, desde os primeiros ensaios até a formação atual. Em uma reunião inédita e descontraída, sete músicos de todas as fases do quarteto revivem arranjos icônicos e dividem momentos de camaradagem ao redor de uma mesa de bar, revelando ao público a intimidade de suas experiências musicais. Além disso, o documentário traz participações de artistas consagrados, como Mônica Salmaso, Renato Braz e Guinga, que reforçam o papel do Maogani como referência no cenário musical. O filme culmina em um sarau especial, capturado em um teatro, onde o grupo apresenta seu repertório de sucessos dos últimos 30 anos e celebra a profundidade e diversidade da música instrumental brasileira. Ao longo do documentário, performances emocionantes e reflexões sobre o legado do grupo reafirmam a importância do Maogani como um elo vital entre tradição e inovação, preservando e expandindo o alcance do violão no Brasil.
Objetivo Geral Homenagear o Quarteto Maogani por meio de um registro audiovisual documental, que revisita sua trajetória, obras e relevância para a música brasileira e global, com ênfase na formação e inspiração de violonistas. O documentário tem como propósito principal consolidar o papel do grupo na construção da linguagem do violão no Brasil, revelando sua contribuição para a evolução deste instrumento e sua importância para as novas gerações de músicos, além de divulgar o impacto cultural e colaborativo promovido pelo grupo ao longo de suas três décadas de existência. Objetivos Específicos 1. Realização da Captação de Imagens para o Documentário - Captar imagens dos integrantes fundadores do grupo e dos novos membros em sessões de estúdio, teatro e locações específicas, a fim de recriar o ambiente de ensaios e performances do Maogani. As gravações incluirão depoimentos em tomadas fechadas e fundos neutros para permitir uma estética intimista e focada nas histórias e reflexões pessoais de cada membro. - Gravar apresentações musicais e momentos de descontração entre os sete integrantes, promovendo registros inéditos que revelam a camaradagem e a interação entre as formações do grupo ao longo dos anos. Serão captados aproximadamente 5 encontros musicais e 12 horas de entrevistas com os integrantes e convidados. - Documentar o sarau final, em que os músicos se reúnem para uma performance ao vivo e exclusiva, marcando o encerramento das gravações. Esta etapa permitirá capturar a essência do grupo ao vivo, com cenas de bastidores que realçam a proximidade entre os músicos e sua conexão com a obra. 2. Contratação e Remuneração Adequada da Equipe Técnica e Artística - Garantir a contratação e remuneração adequada de toda a equipe envolvida no projeto, incluindo diretor, produtor, cinegrafistas, editor, iluminador, cenógrafo, sonoplasta, e assistentes de produção. Esta medida busca assegurar a execução de cada etapa com o mais alto padrão técnico e profissional. - Integrar especialistas em edição de som e imagem para garantir a fidelidade das performances captadas e aprimorar a qualidade de som e imagem no produto final. A equipe de pós-produção será formada por profissionais experientes para edição de 60 a 69 minutos de documentário, priorizando uma narrativa coesa e envolvente. 3. Desenvolvimento e Execução do Roteiro e Estrutura Narrativa - Elaborar um roteiro que estabeleça uma linha narrativa não linear, intercalando performances com depoimentos e reflexões históricas dos membros. O roteiro visa envolver o espectador em uma jornada pela história do Maogani e do violão no Brasil, com uma linguagem visual que captura o impacto e a continuidade do legado do grupo. - Realizar uma curadoria detalhada de 20 músicas representativas, compondo um repertório que relembre os momentos mais significativos da trajetória do Maogani, incluindo arranjos históricos e colaborações que destacam a inovação do grupo. 4. Captação de Participações Especiais e Entrevistas com Convidados Relevantes - Realizar gravações em estúdios e teatros com artistas convidados, como Mônica Salmaso, Renato Braz, Leila Pinheiro, Luisa Lacerda e Guinga. Estas participações especiais ressaltam a relevância cultural do Maogani e fornecem uma visão externa sobre a influência do grupo. - Gravar entrevistas com os convidados, documentando suas percepções sobre o grupo e a importância de seu trabalho. Esta etapa incluirá entrevistas de 30 a 45 minutos com cada convidado, enfocando o impacto do Maogani na cena musical brasileira e internacional. 5. Produção e Documentação de um Sarau Final para Captura de Performance Coletiva - Organizar um sarau em um estúdio ou teatro, onde todos os músicos participantes e convidados se reúnem para uma apresentação final. Esta sessão será gravada para compor a cena de encerramento do documentário, marcando a celebração dos 30 anos de trajetória do Maogani. - Capturar cenas de bastidores e momentos de camaradagem entre os integrantes e convidados, revelando a atmosfera colaborativa e amigável que permeia o Maogani. A sessão terá aproximadamente 90 minutos de gravação, que serão selecionados para incluir trechos memoráveis no documentário. 6. Edição e Finalização do Documentário com Qualidade Técnica Elevada - Realizar a edição do documentário para garantir uma narrativa fluida, dinâmica e não linear, intercalando as performances com depoimentos e registros de arquivo. O processo de edição terá como objetivo refletir a profundidade e complexidade da trajetória do grupo, bem como destacar o papel do Maogani na inovação do violão no Brasil. - Realizar a finalização técnica do projeto, incluindo correção de cor, inclusão de lettering e mixagem de áudio com foco na qualidade e na coerência visual e sonora da obra. A finalização será feita em formato 4K para exibição digital, visando festivais e plataformas de streaming de alta qualidade. 7. Divulgação e Exibição do Documentário em Festivais e Plataformas Culturais - Planejar uma campanha de divulgação em redes sociais para promover o documentário e compartilhar conteúdos de bastidores, teasers e trechos selecionados das performances. A campanha terá duração de 4 meses, abrangendo desde a fase de produção até o lançamento. - Inscrever o documentário em festivais de cinema e música relevantes, tanto nacionais quanto internacionais, para garantir visibilidade ao projeto e à trajetória do Maogani. - Programar exibições especiais em espaços culturais, como centros culturais, universidades e instituições de música, criando eventos que promovam discussões sobre o legado do grupo e a importância do violão na música brasileira. 8. Registro e Prestação de Contas das Ações Realizadas - Documentar todas as etapas do projeto, incluindo registros de produção, relatórios de gravação, e relatórios financeiros detalhados para assegurar a transparência e o cumprimento dos objetivos do projeto. Este objetivo visa garantir a prestação de contas à instituição financiadora e aos parceiros, comprovando a execução das ações e o impacto cultural do documentário. - Realizar uma avaliação quantitativa e qualitativa do projeto ao final, coletando dados sobre o alcance da exibição e o engajamento do público nas redes sociais e nas exibições presenciais, permitindo medir o impacto e o sucesso do documentário.
O projeto "Maogani e a Dança no Tempo _ 30 anos" busca celebrar o legado cultural do Quarteto Maogani, um grupo que há três décadas contribui para a evolução da música e do violão no Brasil e no exterior. O objetivo é consolidar, por meio de um documentário, o impacto do Maogani na formação de violonistas e na inovação da música instrumental brasileira. Considerando a relevância deste projeto para a valorização da cultura nacional e o alto custo de produção e execução, a utilização do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais, através do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), é essencial para garantir a viabilização dessa iniciativa. O projeto se enquadra em diversos pontos do Artigo 1º da Lei nº 8.313/91, atendendo às finalidades de acesso à cultura, preservação da memória artística e estímulo à valorização dos recursos culturais nacionais. Além disso, os objetivos expressos no Art. 3º da referida lei também serão plenamente alcançados, visto que o projeto fomenta a produção cultural e incentiva o conhecimento e o respeito aos bens e valores culturais brasileiros. Enquadramento nos Incisos do Artigo 1º da Lei nº 8.313/91 1. Inciso I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais O documentário visa a ampla difusão da obra e trajetória do Quarteto Maogani, tornando acessíveis ao público os valores e elementos da cultura musical brasileira representados pela trajetória do grupo. Ao democratizar o acesso a essa narrativa cultural, o projeto contribui para o livre exercício dos direitos culturais, oferecendo um conteúdo enriquecedor que será exibido em festivais de cinema e em plataformas digitais, possibilitando acesso gratuito e inclusivo. 2. Inciso II - Promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais O projeto valoriza a produção cultural brasileira ao trazer a música instrumental e o violão como símbolos de identidade cultural. Os músicos do Maogani e artistas convidados representam diversas regiões do Brasil, e a produção envolve profissionais locais, fortalecendo as expressões culturais regionais e promovendo a inclusão de artistas que perpetuam tradições brasileiras. 3. Inciso III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores Ao documentar a trajetória de um grupo icônico, o projeto atua diretamente na difusão das manifestações culturais brasileiras, destacando a música instrumental e o violão como formas de expressão cultural. Além de valorizar os criadores do Maogani, a proposta inclui artistas renomados, cujas participações reforçam o valor das artes na formação cultural do país e incentivam a continuidade dessas tradições. 4. Inciso VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória A música do Maogani transcende fronteiras e é reconhecida internacionalmente como parte do acervo cultural brasileiro. O documentário não apenas preserva essa memória, mas também facilita a difusão de bens culturais brasileiros no exterior, fortalecendo a imagem da música instrumental brasileira como um patrimônio de valor universal. 5. Inciso IX - Priorizar o produto cultural originário do País O documentário é um produto cultural de origem genuinamente brasileira, que retrata a história de um grupo cuja criação e trajetória são vinculadas ao Brasil. A obra promoverá uma narrativa sobre o violão como parte da cultura musical nacional, reforçando a importância da música instrumental para o patrimônio artístico e cultural do país. Objetivos do Artigo 3º Atendidos pelo Projeto1. Incentivo à formação artística e cultural (Art. 3º, Inciso I) - O documentário contribui para a formação artística ao explorar a história e o estilo musical do Quarteto Maogani, que serve de inspiração para novos músicos e estudantes de música. Ao registrar a trajetória e os desafios enfrentados pelos integrantes, a obra oferece um exemplo enriquecedor de profissionalismo e dedicação à arte. - Estímulo à participação de artistas locais e regionais: A obra inclui artistas brasileiros renomados e emergentes, incentivando a participação regional no projeto e promovendo a troca de experiências entre diferentes gerações de músicos. 2. Fomento à produção cultural e artística (Art. 3º, Inciso II) - Produção de filmes documentais: Este documentário sobre o Maogani é uma produção audiovisual que agrega valor ao acervo cultural brasileiro. A criação e a distribuição do filme também fortalecem a economia criativa ao movimentar a cadeia de produção audiovisual, desde a pré-produção até a exibição final. - Realização de espetáculos de música: O sarau final, que será captado para o documentário, representa uma performance ao vivo do grupo,, valorizando o espetáculo musical e promovendo a difusão de práticas artísticas. 3. Preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico (Art. 3º, Inciso III) - Ao registrar a história do Maogani, o projeto preserva a memória cultural do grupo e da música instrumental brasileira, garantindo que seu legado seja transmitido às gerações futuras. O documentário será uma peça de preservação cultural, ao capturar tanto as performances quanto as reflexões dos integrantes, promovendo uma visão única sobre o papel do violão na construção da identidade musical do país. 4. Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais (Art. 3º, Inciso IV) - A obra visa estimular o interesse e o conhecimento do público em relação ao patrimônio cultural brasileiro, destacando o violão como um instrumento essencial da música nacional e as composições do Maogani como bens culturais de valor. Necessidade do Incentivo Cultural para a Viabilização do Projeto A execução de um documentário de alta qualidade técnica exige investimentos significativos em todas as fases de produção. Desde a captação de imagens e som até a edição final e a exibição, cada etapa envolve custos elevados que tornam o incentivo cultural essencial para que o projeto seja realizado. A Lei de Incentivo à Cultura viabiliza esse tipo de produção ao permitir que recursos privados sejam canalizados para o setor cultural, garantindo a execução de projetos que, de outra forma, não teriam condições de serem financiados. O documentário "Maogani e a Dança no Tempo _ 30 anos" não só preserva a memória cultural de um grupo fundamental para a música brasileira, como também promove o acesso da população a uma obra que celebra a música instrumental e o violão. Ao viabilizar este projeto por meio da Lei de Incentivo à Cultura, cumpre-se o papel de democratizar o acesso ao conhecimento e valorizar um produto cultural de alto valor artístico, educacional e social.
O documentário "Maogani e a Dança no Tempo - 30 anos" será realizado em formato digital de alta resolução (4K), com duração aproximada de 60 a 69 minutos. A produção contará com um padrão técnico rigoroso, incluindo filmagens em estúdios e locais selecionados para garantir qualidade visual e sonora compatíveis com a proposta artística. Serão utilizadas câmeras digitais profissionais (como a Blackmagic) para captura em alta definição, além de equipamentos de iluminação suave e direcionada para realçar a ambientação intimista das entrevistas e performances musicais. Para a captação de áudio, o projeto empregará microfones de lapela e ambiente, além de gravação em estúdio móvel durante o sarau e as performances, assegurando fidelidade acústica aos arranjos do Quarteto Maogani. A mixagem e a masterização de som serão realizadas por uma equipe especializada, garantindo equilíbrio sonoro entre as falas, músicas e efeitos, essenciais para uma experiência imersiva. A pós-produção incluirá edição de imagem, color grading para ajuste de cores, e design gráfico para inclusão de elementos visuais que dialoguem com a estética do documentário. Em respeito às normas de acessibilidade, o documentário contará com legendas e tradução para Libras, permitindo acesso inclusivo ao conteúdo. A distribuição se dará por meio de plataformas digitais, com lançamento gratuito no YouTube e ambição de exibição na plataforma de streaming Tela Brasil, do Ministério da Cultura.
O projeto "Maogani e a Dança no Tempo - 30 anos" visa garantir acessibilidade em todas as etapas, com especial atenção para a acessibilidade física e de conteúdo. Para o sarau de encerramento, será escolhido um espaço acessível, com infraestrutura que inclua rampas de acesso, elevadores (se necessário), estacionamento exclusivo e banheiros adaptados para pessoas com deficiência. Em relação à acessibilidade de conteúdo, o documentário e todos os materiais de divulgação seguirão rigorosos critérios de acessibilidade digital. A obra contará com legendagem completa e Libras, assegurando que o conteúdo seja compreensível para pessoas surdas ou com deficiência auditiva. Nas redes sociais, cada vídeo também será legendado e acompanhado de descrição de conteúdo, oferecendo legendas descritivas e informações em linguagem simples, tornando a comunicação mais acessível e clara. O uso da Libras estará presente não só no documentário, mas também nas etapas de divulgação do projeto e durante o sarau do Quarteto.
Para promover o acesso amplo e democrático à cultura, o documentário "Maogani e a Dança no Tempo - 30 anos" será disponibilizado gratuitamente na plataforma YouTube, permitindo que um público vasto, independente de localização geográfica ou situação socioeconômica, possa desfrutar da obra. Além disso, busca-se viabilizar sua exibição na Tela Brasil, plataforma de streaming gratuita do Ministério da Cultura, onde filmes brasileiros têm visibilidade e acessibilidade asseguradas, fortalecendo a presença da produção nacional. O sarau final do Quarteto Maogani, que comporá o encerramento do documentário, será realizado de forma aberta ao público e com entrada gratuita, possibilitando o encontro direto entre o grupo e sua audiência. A participação será condicionada apenas à retirada prévia de ingressos, medida necessária para controle e segurança do público no evento. Esse evento de encerramento será uma oportunidade de aproximar o Maogani de novos públicos e de seus admiradores, proporcionando uma experiência cultural ao vivo e acessível a todos. Com o intuito de ampliar ainda mais o acesso e o impacto da obra, serão planejadas ações complementares nas redes sociais, como a divulgação de bastidores, ensaios e momentos do processo criativo, oferecendo ao público uma visão mais próxima do grupo.
A ficha técnica do documentário "Maogani e a Dança no Tempo - 30 anos" é composta por profissionais experientes e pelo próprio Quarteto Maogani, que desempenhará o papel de protagonista ao longo da narrativa. Abaixo, estão descritas as funções e qualificações dos principais integrantes do projeto, destacando suas contribuições e expertises no campo da música, cinema e produção cultural. Proponente e Diretor: Marcelo Fedrá Marcelo Fedrá é o proponente e idealizador do projeto, além de atuar como diretor cinematográfico e roteirista do documentário. Multiartista carioca, Fedrá é reconhecido por sua habilidade em capturar a essência de temas complexos e existenciais em suas obras, seja através da música, poesia ou cinema. Com uma carreira de mais de duas décadas, Fedrá explora a diversidade e os dilemas do ser humano, traduzindo experiências e complexidades da vida cotidiana para o público. Formado como violonista, compositor e poeta, Fedrá desenvolveu uma sólida carreira na música popular brasileira, onde lançou seu álbum solo "Gravidades" em 2021. Esse trabalho reflete seu olhar sensível sobre a paternidade e a diversidade humana, incluindo canções que abordam a empatia e a convivência com as diferenças, como a faixa "Sem Palavra", vencedora do festival "TOCA > Toda Canção", que o levou a um dueto com o cantor Pedro Luís. Paralelamente à carreira musical, Fedrá é um cineasta e produtor experiente. À frente de sua produtora, EFEDRA, ele já realizou mais de 500 produções desde 2013, abrangendo videoclipes, documentários e registros de shows ao vivo. Seus trabalhos no audiovisual são caracterizados pela narrativa cuidadosa e pela estética visual impactante, que complementam e enriquecem suas criações musicais. Nesse projeto, ele exerce também a função de diretor de fotografia, buscando capturar as performances do Maogani com uma abordagem intimista e visualmente refinada. A combinação de suas experiências na música e no cinema proporciona uma perspectiva única para conduzir o documentário, agregando autenticidade e uma visão artística que dialoga com a profundidade do Quarteto Maogani. Protagonistas e Intérpretes: Quarteto Maogani (formação antiga e atual) O Quarteto Maogani é o protagonista e a razão central do documentário. Formado em 1994, o grupo é composto atualmente pelos violonistas Carlos Chaves, Paulo Aragão, Diogo Sili e Lucas Gralato. Cada integrante contribui com sua trajetória e habilidades específicas, e juntos eles formam um dos grupos instrumentais mais respeitados no cenário musical brasileiro, sendo reconhecidos por sua sonoridade original e arranjos elaborados. - Carlos Chaves (Violão Requinto): Carlos é um dos fundadores do Quarteto Maogani e é bacharel em violão pela UFRJ e mestre em música pela UNIRIO. Ao longo de sua carreira, Chaves destacou-se como violonista, cavaquinhista e professor, atuando em diversos projetos musicais, incluindo o Monobloco. Como integrante do Maogani, ele é conhecido pela sensibilidade com que aborda o violão requinto, contribuindo para a paleta de timbres característica do grupo. Chaves também desenvolve uma carreira solo, e em 2018 lançou seu primeiro CD autoral, "Tricotando". - Paulo Aragão (Violão de 8 Cordas): Paulo é outro fundador do Maogani e um dos arranjadores mais respeitados de sua geração. Ele trabalhou ao lado de grandes nomes da música brasileira, como Guinga, Edu Lobo e Dori Caymmi, além de ter composições e arranjos executados por importantes orquestras internacionais. Além de violonista e arranjador, Aragão é um dos diretores da Casa do Choro, no Rio de Janeiro, e professor da Escola Portátil de Música. Sua contribuição ao grupo é marcante, trazendo um vasto repertório de influências que ajudam a moldar a sonoridade e o repertório do Maogani. - Diogo Sili (Violão de 7 Cordas): Diogo integra o Maogani desde 2023, trazendo uma nova perspectiva e energia ao quarteto. Multi-instrumentista e produtor musical, Sili é graduado pela UNIRIO em Arranjo e tem mais de 15 anos de experiência como instrumentista, arranjador e compositor. Ele já lançou quatro álbuns próprios, explorando o violão e outros instrumentos, e atua como diretor musical em álbuns de diversos artistas. Sua presença no Maogani representa a renovação do grupo, mantendo a tradição ao mesmo tempo em que agrega um estilo contemporâneo e inovador. - Lucas Gralato (Violão de 6 Cordas): Lucas é o membro mais jovem do grupo, mas já tem uma trajetória respeitável como violonista, arranjador e regente. Ele iniciou seus estudos de música aos 10 anos e possui bacharelado em violão pela UFRJ. Com uma atuação que transita entre o repertório erudito e popular, Gralato já foi premiado em concursos e é regente da Orquestra Juvenil do Colégio Cruzeiro desde 2015. Como novo integrante do Maogani, Gralato acrescenta frescor e dinamismo ao grupo, reforçando a identidade do quarteto como referência no universo da música instrumental brasileira. Além dos 4 integrantes, também serão entrevistados os membros anteriores: Marcos Alves, Sérgio Valdeos e Maurício Marques. Atividades e Contribuições de Cada Participante Marcelo Fedrá contribui com sua visão e experiência, atuando como diretor cinematográfico e idealizador do documentário. Ele realiza a concepção artística, desenvolve o roteiro e conduz as entrevistas e filmagens, coordenando todos os aspectos visuais e narrativos do projeto. Como diretor de fotografia, Fedrá também cuida dos enquadramentos e iluminação, capturando as performances e momentos de descontração do Maogani com uma sensibilidade que reflete a essência musical e a intimidade do grupo. Quarteto Maogani assume o papel de protagonista do documentário, participando das entrevistas e das performances, inclusive no sarau de encerramento. Cada integrante compartilha suas experiências pessoais e musicais, abordando o impacto do Maogani na música instrumental brasileira. As composições e interpretações do grupo são a base narrativa do documentário, e o sarau ao vivo permitirá ao público experimentar a potência e originalidade da sonoridade do quarteto. Os demais membros da equipe técnica e produção trabalham em conjunto para realizar o documentário, cuidando dos detalhes operacionais, técnicos e estéticos que garantem o sucesso do projeto. Desde a pré-produção, com planejamento e preparação de equipamentos e locações, até a pós-produção, onde a edição e finalização garantem a qualidade do produto final, cada profissional desempenha um papel indispensável.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.