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O projeto propõe o Podcast Arte Negra no Rio Grande do Sul, em que discute vida e obra de artistas visuais negros do Rio Grande do Sul, destacando suas contribuições, trajetórias, com uma abordagem transhitórica, sendo gravados 10 episódios para distribuição nas mídias sociais (Instagram, Tik Tok e Facebook e em-mail mailing das Secretariras de Cultura, Educação e rede de ensino da Prefeitura e Estadual) de forma gratuita. O objetivo é fomentar a arte visual negra no sul do país, complementado por um eBook gratuito com conteúdos teóricos e práticos para uso de professores do Ensino Fundamental e Médio em escolas públicas e particulares. Para a aplicação do projeto, ainda contaremos com oficinas de capacitação de professores da rede municipal e estadual, iniciando por Porto Alegre e região. O material disponibilizado nas redes sociais contará com Legendagem descritiva ou Legenda para surdos e ensurdecidos (LSE) e Língua Brasileira de Sinais _ LIBRAS nos vídeos das plataformas citadas.
Para o podcast: dependeremos do material de pesquisa, já previso na etapa de pré-produção. Temos conhecimento que o Museu de Artes do Rio Grande do Sul, em 2020 promoveu uma exposição com este recorte. Por conta disso, será o pimeiro acervo que utilizaremos para o início da pesquisa. Acreditamos que a partir deste material, conseguiremos entrar em contato com outros acervos, mais artistas e outros desdobramentos. Para o ebook: utilizaremos um termo de consentimento de uso de imagens e informações sobre as entrevistas, biografias e afins. Será um material copyleft, com a utilização para fins educacionais e não comerciais. Para as oficinas: como serão atividades práticas nas escolas, utilizaremos as metodologias de aprendizagem que estão previstas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), proposta triangular para leitura de imagens e metologia de Robert Ott para educação não formal em museus, pensando o diálogo entre público, obra e mediação. Os materiais serão solicitados com antecedência e utilizados no espaço educativo, sempre respeitando a realidade local e a sustentabilidade do projeto e ambiental. Estima-se atingir o número mínimo de 2.500 pessoas (com base no público alvo que são professores), mas a expectativa que com os impulsionamentos pagos das plataformas de divulgação, esse número seja rapidamente ultrapassado.
Objetivo Geral: O objetivo do projeto é criar um podcast para promover a arte produzida por pessoas negras no Rio Grande do Sul, acompanhado de um eBook didático para aplicação de atividades em sala de aula. Objetivos específicos: 1. Mapear e selecionar artistas visuais negros do Rio Grande do Sul para destaque no podcast, considerando tanto aqueles que nasceram no Estado quanto aqueles que estabeleceram suas carreiras na região, inclusive os que estão nos acervos. 2. Produzir e editar episódios do podcast que explorem a vida, obra e contexto cultural dos artistas selecionados, com entrevistas e análises críticas. 3. Desenvolver um eBook didático complementar, com conteúdo teórico sobre arte negra e atividades práticas voltadas para o Ensino Fundamental e Médio, que possam ser aplicadas em sala de aula. 4. Distribuir o eBook gratuitamente para professores e educadores, com foco em escolas públicas e particulares, para ampliar o acesso ao material. 5. Promover o engajamento da comunidade escolar e artística através de eventos, workshops ou encontros virtuais, incentivando o uso do podcast e do eBook como ferramentas educacionais. 6. Contratar profissionais técnicos para a produção do projeto: produtor, designer, editor, revisor, fotógrafo, videomaker, estudio de gravação. 7. O material disponibilizado nas redes sociais contará com Legendagem descritiva ou Legenda para surdos e ensurdecidos (LSE) e Língua Brasileira de Sinais _ LIBRAS nos vídeos das plataformas: Tik Tok, Instagram, Facebook, e-mail mailing das Secretariras de Cultura, Educação e rede de ensino da Prefeitura e Estado. 8. Contratação para produção e pós-produção: assessoria de imprensa, contador, isbn da publicação. 9. Contactar as escolas para oferecimento das oficinas com as escolas públicas. 10. Efetuar as oficinas com as escolas da região. 11. Utilizar meios como rádios educativas para a divulgação do projeto.
Quando se trata do Rio Grande do Sul, a imagem de artistas brancos, oriundos das imigrações, é o maior símbolo das artes visuais para o restante do país. Contudo, uma das grandes artistas da arte, Maria Lídia Magliani, teve sua produção no Estado, era negra. Temos vários fatores que contribuiram para o que podemos chamar de apagamento histórico. Esse apagamento histórico é comum em um país com tantas desigualdades sociais, fundadas em questões raciais e vestígios da escravização de pessoas sequestradas em África. Historicamente, também percebemos um esforço para imprimir a imagem de artistas estrangeiros como os mais desenvolvidos em técnicas, principalmente porque a Europa estruturou a História da Arte disseminada no ensino regular, como a conhecemos. E as outras histórias? A criação de outros artistas? A revisão histórica que toda arte brasileira tem passado questiona a hegemonia de uma única narrativa. Sabemos que o podcast não vai sanar completamente essa lacuna, mas é uma tentativa de diminuir esse espaço que se abriu há mais de dois séculos no país e que, aos poucos, começa a valorizar suas próprias produções, assim como as de outros lugares. O podcast, além de ser uma mídia democrática, oferece uma cadeia produtiva que necessita de apoio técnico, o que é um gerador de renda. Outro aspecto é a diagramação e circulação de conhecimento por meio de um ebook, para o qual precisaremos contratar os serviços de profissionais como designers, assessores de imprensa, locadores de estúdio, fotógrafos, videomakers, produtores locais, revisores de texto e criadores de conteúdo digital para a edição e publicação dos episódios nas plataformas digitais. O alcance do projeto ultrapassará tranquilamente uma audiência de 200 mil pessoas, uma vez que prevemos que as escolas públicas sejam as primeiras beneficiadas com o conteúdo. Analisando canais de mídia que divulgam esse tipo de conteúdo, podemos observar que o número de inscritos é grande, justamente por serem de distribuição gratuita. Sabemos da carência existente de material específico para cada região, mesmo com a internet como aliada. Muitos professores, com cargas horárias superiores a 40 horas semanais, necessitam de materiais de fácil acesso que compilem informações de maneira didática e prática, baseadas em pesquisas fundamentadas com referencial teórico consistente. É importante ressaltar que as exposições que acontecem, principalmente em Porto Alegre, garantem que muitos artistas sejam conhecidos. Porém, isso não garante que o acesso seja possível para a maior parte das escolas. Essa é a realidade de instituições que precisam de transporte para a locomoção de seu contingente aos espaços culturais. O projeto prevê que isso ocorra por meio da divulgação dos materiais e claro, das oficinas de aprendizagem, o que darão condições de um acesso mais amplo. Estima-se atingir o número mínimo de 50.000 pessoas (com base no público alvo que são professores, que é apopulação aproximada no Estado do Rio Grande do Sul), mas a expectativa que com os impulsionamentos pagos das plataformas de divulgação, esse número seja rapidamente ultrapassado. Como o material tem o objetivo de ser acessado pelo máximo de pessoas possíveis, as medidas adotadas para a distribuição serão realizadas pensando também na acessibilidade. O material disponibilizado nas redes sociais contará com Legendagem descritiva ou Legenda para surdos e ensurdecidos (LSE) e Língua Brasileira de Sinais _ LIBRAS nos vídeos das plataformas: Tik Tok, Instagram, Facebook, e-mail mailing das Secretariras de Cultura, Educação e rede de ensino da Prefeitura e Estado. Para que o conhecimento possa ser compartilhado de maneira ainda mais efetiva, ofertaremos as oficinas nas escolas municipais e estaduais, primeiramente em Porto Alegre e região, onde a proponente está baseada e sempre que possível, em outras cidades do Estado, de acordo com agenda e orçamento. As oficinas terão a intenção de discutir os aspectos sociais, políticos, pedagógicos do material que será produzido no podcast e ebook. Com mais de 20 anos de experiência como professora, a proponente fará a pesquisa e escrita e o restante da equipe a divulgação dos materiais. Este projeto contempla os seguintes objetivos do Art.1º : Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; E, sendo as oficinas formativas nas escolas, realizadas pela proponente, sem nenhum custo para os participantes, alcançamremos o Art. 3º, ao que cita: c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação,especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino semfins lucrativos;
É importante salientar que as escolas terão as oficinas formativas gratuitamente, juntamente com o material educativo, que é de livre circulação, ainda que não tenham conhecimento sobre o podcast, ou não tenham ouvido os episódios. A ideia de ter três formas de disseminação da produção de artistas negros/as do Rio Grande do Sul, vem justamente tentar sanar a lacuna que existe entre esta produção e seu consumo. Sabemos que uma exposição é potente para esta divulgação, mas limita por ser um espaço físico, que demanda deslocamento e poucos materiais acessíveis. Dessa maneira, o podcast, o material educativo, as oficinas, todos liberados gratuitamente, permitem que o acesso seja mais democrático. O podcast tem uma prospecção de atender no mínimo uma audiência de 50.000 pessoas, levando em consideração a população de professores ligados à arte, museologia, curadoria e temas relacionados. Com os impulsionamentos, que são parte do orçamento de divulgação, estima-se que esse número suba exponencialmente.
Para o podcast: o formato será de entrevistas de até 1 hora, com curadores, pesquisadores, artistas visuais, diretores de acervos que contenham material de artistas visuais negros que tiveram suas carreiras ancoradas no Rio Grande do Sul, ou que nasceram no Estado.4 Para o ebook: teremos a pesquisa como base teórica e visual para a produção de verbetes com o histórico, currículo e contribuições do/a artista para a arte brasileira. O referencial teórico é baseado nas abordagens dialógicas, com base na linha de metodologia de ensino da arte aplicada por Robert Ott nos museus, a proposta triangular de Ana Mae Barbosa e a Base Nacional Comum Curricular. Cada fase do ensino terá um enfoque específico. Ensino Fundamental I, Ensino Fundamental II e Ensino Médio, assim, a linguagem, abordagem e grau de dificuldade são respeitados de acordo com as competências e habilidades, previstas na BNCC. Para as oficinas: para cada escola será previamente solicitado o material e local necessário para a execução das atividades. Como a distribuição do material é de livre acesso, teremos o cuidado de solcitar que recebam o material para que se comece a partir de dúvidas e necessidade de cada turma e local. Todas as propostas podem ser adaptadas para a realidade de cada local. Estima-se atingir o número mínimo de 2.500 pessoas (com base no público alvo que são professores), mas a expectativa que com os impulsionamentos pagos das plataformas de divulgação, esse número seja rapidamente ultrapassado.
Por ser um podcast, a acessibilidade é garantida por meio da tecnologia digital. Não teremos um lugar único para o projeto acontecer, portanto, as escolas serão os palcos das oficinas, assim a acessibilidade de cada local já está incorporada no cotidiano das instituições. Os ebooks também possuem a tecnologia de leitura do material por dispositivos eletrônicos, sendo o recurso acionado sempre que necessário pelo leitor do público.
Todas as oficinas serão gratuitas, os episódios do podcast serão acessados gratuitamente e todo ebook será disponibilizado gratuitamente, sendo assim, não haverá nenhum custo para nenhum dos participantes ou para acesso ao material. As plataformas serão Spotfy, Deezer e Youtube Music. Assim, mais pessoas terão acesso, haja vista o alcance destas plataformas citadas.
Proponente do projeto: Deise Aparecida de Oliveira: Contato: (41) 998172196 . deise.1927@gmail.com - Porto Alegre - RS 2024: Bolsista da Capes Brasil: Doutoranda no Programa de Pós-graduação em Tecnologia e Sociedade pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná. - Curadoria conjunta com Clarissa Diniz e curadoria educativa para a Exposição Cor Portal de Tercília dos Santos - SESC Itajaí. 2018 a 2023: Especialista cultural - Educadora de Museus Prefeitura de Joinville -Joinvillle, Santa Catarina _Curadoria: Desenvolvimento de pesquisa, seleção de obras, projeto expositivo, escrita de textos, produção de catálogo, organização da comunicação interna e externa. _Coordenação Pedagógica do Museu Casa Fritz Alt: análise pedagógica do acervo institucional, salvaguarda e preservação a partir de ações educativas voltadas para treinamento da equipe de educadores e do público especializado e geral. Curadoria Educativa de exposições do acervo. _Relacionamento entre a instituição e demais instituições para realização de projetos. _Escrita de projetos educativos. _Produção e promoção do programa educativo institucional. Elaboração e desenvolvimento de o icinas e demais atividades virtuais e presenciais para a promoção do acervo. _Relacionamento entre comunidade e museu. _Relacionamento entre artistas e projetos a serem executados no museu. _Contato e relacionamento para captação e manutenção de parcerias com entidades, instituições de ensino e organizações civis. Pesquisadora:_Escrita para projeto de mestrado e defesa da dissertação em 2019: A arte brasileira dos anos 1990 através da série "Quartos - São Paulo" de Rochele Costi. _Desenvolvimento de projeto para doutorado pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná no programa de pós-graduação em Tecnologia e Sociedade com pesquisa em curadoria e seu protagonismo no Brasil recente. _Trabalho de Conclusão de Curso na graduação em Museologia. _Professora de ensino superior na área de estágio supervisionado Universidade da Região de Joinville - Joinville, Santa Catarina 08/2019 - 02/2020 Professora responsável pela elaboração de planos de estágios e entrega de Trabalho de Conclusão de Estágio e acompanhamento na aplicação dos estágios com os discentes. Professora de Cerâmica_Universidade da Região de Joinville - Joinville, Santa Catarina 08/2018 - 02/2019; 03/2022 - 07/2022 _Professora responsável pela elaboração de plano de ensino e desenvolvimento da disciplina de Cerâmica no curso. Professora de artes no ensino médio_Serviço Social da Indústria -Joinville, Santa Catarina 08/2008 - 09/2014 Professora de História da Arte no Ensino Médio por 6 anos. FORMAÇÃO ACADÊMICA Doutoranda: Tecnologia e Sociedade _Universidade tecnológica Federal do Paraná – Curitiba – Paraná. Pesquisa a curadoria em Artes Visuais e seus embates na contemporaneidade no Brasil. Mestre : Tecnologia e Sociedade_Universidade tecnológica Federal do Paraná - Curitiba-Paraná, 04/2019 Mestrado com o título: Arte brasileira dos anos 1990 através da Série quartos- São Paulo de Rochelle Costi Educação Artística - Licenciatura: Artes Visuais, Educação e Cultura_Universidade da Região de Joinville - Joinville, 01/2003 Produtora do projeto: ELEONORA JORIS: P R O D U T O R A DADOS PESSOAISAtua no campo das Artes como produtora e curadora com foco em criação, desenvolvimento, execução e montagem de projetos de exposições. Desenvolve trabalho autoral de ilustração, caligrafia e colagem no seu ateliê no interior da serra gaúcha.CONTATO51 984133219 - nonojoris@gmail.com / www.nonojoris.com.br@nonojoris @nonopapier FORMAÇÃOGraduação em Comunicação - Jornalismo pela Famecos - PUCRS (1991). Pós-graduação em Especialização em Gestão de Projetos pela ESPM-RS (2005) e Pós-graduação em Especialização em Práticas Curatoriais pelo Instituto de Artes da UFRGS (2020).Atualmente cursa o Mestrado em Museologia e Patrimônio na UFRGS. Realizou diversos trabalhos na área do Jornalismo (reportagem, fotografia, edição) e Design Gráfico (design e diagramação) entre os anos 1990 e 2000 (jornal Zero Hora e editora Artes e Ofícios - Porto Alegre). De 2004 a 2010 foi responsável pela criação, produção e execução de projetos culturais na Fundação Vera Chaves Barcellos (Viamão-RS), assim como pela organização do acervo e criação do Centro Documental de Pesquisa da instituição. Em 2012 abriu sua própria produtora - Nonô Joris ArteProdutora - onde atua em diversos projetos desde então. Integra a diretoria do Instituto Cultural Laje de Pedra como Diretora de Projetos.> MUSEU DO HIP HOP DO RS /Produção executiva, curadoria, projeto de Iluminação e adequação de projeto expográfico para Museu do Hip Hop Rs, em Porto Alegre. > MARGS /Produção para FUNDAÇÃO PIERRE VERGER no projeto da exposição TODOS IGUAIS, TODOS DIFERENTES e ORIXÁS, realizada em convênio com MARGS entre junho e outubro de 2023, em Porto Alegre. > KEMPINSKI LAJE DE PEDRA / Coordenação de produção e remontagem da temporada 2023 das galerias de arte do Instituto Cultural Laje de Pedra, em Canela-RS: Galeria de Memória do Hotel Laje de Pedra, Território do Sensível (fotos de Fernando Bueno, João Farkas e Claudio Edinger, com curadoria de André Severo) e Coleção de fotografia brasileira Instituto Cultural Laje de Pedra. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL2023/2024> MUSEU HISTÓRICO VISCONDE DE SÃO LEOPOLDO /Produção executiva do projeto educativo DESCOBRINDO O MUSEU com objetivo de ampliar o alcance das atividades para toda rede escolar de São Leopoldo.> KEMPINSKI LAJE DE PEDRA /Coordenação de produção e montagem da temporada 2024 das galerias de arte do Instituto Cultural Laje de Pedra, em Canela-RS: Galeria de Memória do Hotel Laje de Pedra e rede Kempinski e novo espaço KLdP Xperience.> Kempinski Laje de Pedra / Coordenou a produção das galerias de arte do Instituto Cultural Laje de Pedra, em Canela-RS: Galeria de Memória do Hotel Laje de Pedra, TERRITÓRIO DO SENSÍVEL(fotos de Fernando Bueno, João Farkas e Claudio Edinger, com curadoria de André Severo) e a produção da remodelação do showroom Kempinski Laje de Pedra.> MARGS / Coordenação geral do projeto da exposição COLEÇÃO SARTORI - a arte habita Antônio Prado, exibida entre janeiro e maio de 2022, em Porto Alegre.> Grupo Miolo /Curadoria e execução do espaço museológico SEMENTE ALMADÉN da Vinícola Almadén, Santana do Livramento-RS.> Farol Santander Porto Alegre /Produção local da exposição de ARTUR LESCHER, para produtora MADAI/SP.> Farol Santander Porto Alegre /Produção local de desmontagem da exposição Nonotak, para produtora Arte 3/SP. Produção local de Revoada, de FLÁVIA JUNQUEIRA, para a produtora MADAI/SP.> Museu do Hip Hop RS /Integrou o núcleo curatorial do projeto do Museu do Hip Hop do RS.> Memorial do RS e Ruínas das Missões de São Miguel - IPHAN - UNESCO / Produção local - montagem e desmontagem - para exposição 7 Povos - Retrato de um povo, para produtora Casaplanta-SP.> Integrou o grupo curatorial do centro cultural LINHA, espaço independente voltado às Artes Visuais no Quarto Distrito de Porto Alegre.>Goethe Institut São Paulo /Participou da Residência Gestão Cultural Sci-Fi: um exercício de imaginação entre profissionais da cultura da América do Sul, organizado pelo Goethe Institut-SP com um grupo de produtores de cultura da América La em São Paulo.> Farol Santander Porto Alegre / Coordenação da desmontagem da exposição Saramago - Os Pontos e a Vista, para Magnetoscópio/SP.> Fundação Iberê Camargo / Implementou e coordenou o projeto Clube Iberê, o qual tinha como objetivo a criação de um grupo de sócios mantenedores da instituição.
PROJETO ARQUIVADO.