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Trata-se de um projeto de montagem e estréia do espetáculo teatral "Antes de ir ao Baile", texto do premiado autor e diretor Wladimir Capella e direção de Eduardo Silva, ator, diretor, preparador de elenco, o mais premiado ator negro do país. Um delicado encontro entre a experiência e a infânciaé o diálogo proposto pela encenação Rumo aodesconhecido, num pequeno barco azul, quatropessoas tornam-se companheiras de sua fase jovem.Entre afetos e trocas, oferecem no formato debrincadeira a disponibilidade que é preciso existirpara passar pela vida e conseguir aproveitá-la,intensamente. Faremos 36 apresentações às sextas, sábados e domingos, com a venda de ingressos com preço popular de R$60,00 (a "inteira"). Público estimado de 5.400 pessoas. Faixa etária livre
Entre ambas as histórias, um professor de artes é constantemente mencionado pelas crianças, que se inquietam com as questões que ele suscita sobre a vida, a morte, o futuro. Por fim, ocorre o inusitado encontro entre os velhos e as crianças. Conversam, trocam afetos e objetos, compõem uma canção. As crianças então se despedem e assumem o lugar dos velhos no barco, rumando para o desconhecido. Em Antes de ir ao Baile não há protagonistas. As personagens são mostradas menos por sua história do que por algumas lembranças e projeções que têm dela. Não há um conflito dramático explícito. Há uma única canção, apresentada em diversos momentos da peça com diferentes arranjos musicais, que funciona como um leitmotiv, prática inédita até então no Teatro infanto-juvenil e em espetáculos indicados para todas as idades.A história de quatro velhos, que viajam em direção à morte num pequeno barco azul, é alternada com a de quatro crianças em busca de aventuras.Serão 36 apresentações com a venda de ingresso a preço popular. Faixa-etária livre Público estimado de 5.400 pessoas
Contribuir para o desenvolvimento da pesquisa de linguagem cênico-literal; Proporcionar que diversas camadas sociais tenham acesso à proposta do espetáculo; Incentivar e valorizar as Artes Cênicas brasileiras; Gerar empregos no setor cultural; A montagem propõe uma tentativa de pensar como é possível não ser o coadjuvante da própria existência, compreendendo que só observar a história passar pode esconder vontades que se perdem no tempo, transformando em melancolia o sonho que podia ser conquistado; Provocar uma reflexão sobre as audácias que optamos por não cometer durante a jornada, e que vão determinar como resultado na maior idade, o saldo que acopla todas as escolhas.
É sempre relevante levar a obra de autores nacionais para o público através do teatro. O projeto busca a montagem e estreia desse espetáculo inédito. Ao trazer uma conversa entre gerações, estimula se uma reflexão sobre por onde podemos transitar, o quão somos responsáveis por nossas escolhas e o quanto as brincadeiras e encontros revelam parcerias indispensáveis para o desenvolvimento. O caminho fica mais tranquilo e prazeroso quando conseguimos dividir! A quebra das dimensões convencionais de tempo e de espaço é radicalizada em Antes de ir ao Baile, encenada em 1986. Desta vez, passado, presente e futuro são tratados aleatoriamente no transcurso da peça, até serem mostrados de forma simultânea na cena final, em que se dá o encontro de quatro velhos com sua infância e de quatro crianças com sua velhice Como podemos articular o olhar para ter mais tranquilidade ao chegar na idade da reflexão? Como fazer um balanço da vida quando pouco ainda se viveu? A conexão de conclusões em suas várias aparições onde as decisões foram feitas e já não podem superar a última dança. Frente a singeleza da infância encontra-se o amparo necessário para a reflexão do fim de uma jornada. Um divertido encontro onde a profundidade estará em cada dúvida da experiência, cada regra nova do jogo ou em cada susto que o mundo pode oferecer. Cada passo restante pode ser uma possibilidade de frescor, o chorinho de um unanimidade. Sopro de vida. O diálogo entre a infância com seu frescor e medo da jovialidade em franco contraponto com a experiência, com o limite do corpo onde a longevidade aponta para compreensão do mundo. Um encontro íntimo entre as características que saudamos e a percepção de como nossas posturas de criança poderão reverberar características lá no futuro.
Entre asilos e escolas, palestras e formações com profissionais de diversas áreas que discutem o ser humano e suas relações e onde couber essa reflexão cênica, Antes de ir ao Baile quer entender se, na hora que o “barco da partir”, antes de se perder num grande rio, conseguimos desfrutar de um belo dia de sol em grande companhia, com ideias possíveis e impossíveis na certeza de ter experienciado algo que carregará até quando a memória permitir.O que é sonhar na sociedade do trabalho e sem infância?O preço de estar em uma perspectiva sem troca parece fornecer um mundo sem cor. Estruturalmente, a educação (escolar e familiar) esquece de proporcionar para a criança espaços de fruição. O cotidiano não está pautado para uma escuta atenta às questões da infância. Com isso, por vezes, percorrem-se caminhos que parecem não alcançar os sonhos almejados e o contato com os desapontamentos conduz para vivências mais palpáveis, despertando para opções que atendam necessidades materiais e urgentes, sendo as possibilidades surgidas apenas vagas lembranças com o passar dos anos. A infância, a despeito de não ter condições de discussão, é preterida de investigar suas emoções e angústias, construindo sua versão adulta com experiências diárias, pequenos êxitos e frustrações que irão oferecer parâmetros para a construção do caráter, apresentando as decisões que determinarão toda sua história. Existe pouco tempo dentro da criança para elaborar a profundidade de seus sentimentos Por outro lado, se o limite nos priva, podemos subverter a ordem. Nesse sentido, a amizade é o frescor da vida, que movimenta a estrutura quando tudo parece estar prestes a ruir. As ciladas que caímos são sempre conferidas, bem de perto, pelo olhar atento e colo aposto de uma bela parceria. Dentro da simplicidade infantil, atravessar por discussões dos primeiros anos de vida revelam como nosso meio social e o laço que nos une colabora para traçar rotas mais felizes. Entender que o mundo não é perfeito porque a perfeição não existe, traz para o texto do Capella um debruçar em rever nossa teia de cuidados, seja em qual faixa etária for, oferecendo uma solução simples para transitar com esperança: amigos.
Faremos a confecção de material gráfico do espetáculo: flyers, cartazes, banners e programas de espetáculo.
Teremos a presença de tradutor intérprete de libras em 4 apresentações. O espaço físico do teatro deverá ser apropriado para receber pessoas com deficiências motoras.
Teremos o mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; Disponibilizaremos através da rede social do projeto, registros audiovisuais e fotos do espetáculo; Os acessos às ações do projeto são na maioria com preço popular, meia entrada para estudantes, idosos e professores.
Proponente: Culturalistas Produções é uma produtora especializada no desenvolvimento de projetos culturais, produção de conteúdo e captação de recursos. Iniciou suas atividades em maio de 2018. A produtora assina a produção do longa-metragem “Olhar de Cícera”, contemplado no Proac editais 2022. Assina a produção do espetáculo teatral “Carlota Joaquina - um espirituoso segredo da natureza, contemplado no Proac editais 2022. Assina a circulação do espetáculo de dança “Alice’s no País Adaptado?”, aprovado pelo Promac com patrocínio da Dasa. Produtora Executiva e Diretora de Produção: Melina Soulz é atriz, diretora e produtora. É sócia fundadora da Culturalistas Produções. Foi diretora geral do longa metragem ”Olhar de Cícera”. Já atuou como produtora executiva, diretora de produção e assistente de direção de diversos videoclipes de artistas renomados como Leo Santana, Pedro Sampaio, Zé Felipe e Virgínia, Vitão, Dennis DJ, MC Davi, Latino, etc. Pela produtora foi responsável pelos espetáculos: Carlota Joaquina (teatral) e Alice’s no país adaptado (dança). Como produtora, já realizou dezenas de eventos artísticos e corporativos. Como atriz esteve no longa metragem “Esposa de aluguel” na Netflix, na série “Pico da Neblina” na HBO, em diversos curtas metragens, propagandas e esquetes para internet. Em sua formação, está atualmente fazendo o curso “Film Business” com a Bravi. Em 2023 fez o curso de Gestão em Negócios do Audiovisual com ESPM e Itaú Cultural. Fez o curso de “Produção executiva” na Academia Internacional de Cinema, “Produção cultural” na Fundação das Artes de São Caetano, “Atuação e direção para o cinema” na Academia Internacional de Cinema, “Atuação e direção” na La Film, entre muitos outros. Eduardo Silva - Diretor - 60 anos, atua em, Teatro, Televisão e Cinema desde 1978, como Ator, Diretor, Preparador de elenco, Produtor. Participou como ator em 37 espetáculos infantis e Adultos. No teatro infantil recebeu 20 indicações, sendo ganhador de 15 prêmios como Ator Revelação, Melhor Ator coadjuvante e Melhor Ator (Mambembe, APCA, Apetesp, Governador do Estado, Qualidade Brasil). Atuou em 25 espetáculos adultos, sendo tendo recebido 8 indicações, sendo ganhador de 4 prêmios como Melhor Ator Coadjuvante e Melhor Ator (Molière, Shell, Mambembe, APCA. Foi dirigido por Gabriel Vilella, Vladimir Capella, Marco Antonio Braz, Roberto Lage, Mario Masetti, Cibele Forjaz, Imara Reis, Cacá Rosset, Hugo Possolo, Luiz Antonio Martinez Correa, entre outros. Dirigiu 6 espetáculos de teatro amador e profissional. Trabalha como preparador de elenco de vários espetáculos teatrais e filmes. Atuou em 9 novelas, minisséries, programas infantis e educativos, fez 41 filmes publicitários; No cinema atuou em 16 longa metragens e curtas metragens, com destaque para “Vou te encontrar vestida de cetim”, que lhe valeu 2 prêmios como Melhor Ator em festivais nacional e internacional. ANANZA MACEDO - ASSISTENTE DE DIREÇÃO - Ananza Macedo é atriz, cantora e arte educadora. Formada desde 2008 pela Faculdade Paulista de Artes em Artes Cênicas, mesmo ano em que ingressou o Coletivo Dolores Boca Aberta Mecatrônica de Artes, para a realização do espetáculo A Saga do Menino Diamante – Uma Ópera Periférica como atriz, cantora e produtora– espetáculo contemplado com o Prêmio Shell na 23a Edição na categoria especial de pesquisa. Em 2013 fundou o grupo Morabeza Nação onde, onde permaneceu até 2016, tendo realizado, dentre outros, os espetáculos O mundo cá tem Fronteiras, Capulana e Tayó – O Musical – voltado para o universo infanto-juvenil. Em Teatro Musical atuou em Samba Jazz com a Riatti. Em 2018/2019 foi contemplada com o MP Prêmio de Teatro Independente como Atriz Coadjuvante. Em 2020 atuou em Bertoleza, espetáculo contemplado com o Prêmio APCA de Teatro 2020 como Melhor Espetáculo Teatral, e como Destaque do Ensemble pelo site “É Sobre Musicais”. Em 2022 atuou em “O Musical da Passarinha”, espetáculo em Libras, contemplado com o Prêmio APCA Categoria Especial Infanto – Juvenil. MARTI - Coordenador de produção - Produtor, ator, diretor, dramaturgo, gestor cultural, formado em Direito pela Universidade Mackenzie e pela EAD – Escola de Arte Dramática da USP em 1971.Produziu vários espetáculos para a Pyra Arte e empresa e Marti & Acaiabe, produções artísticas. Foi contemplado com Prêmio Mambembe de Melhor Produtor de teatro Infantil por Como a Lua de Vladimir Capella, Super. Etc, dirigido por Roberto Lage. Indicado para o Prêmio Mambembe por Vamos jogar o jogo do jogo, de Fernando Bezerra, dirigido por Luz Damasceno. ÂNGELA CORREA - ATRIZ - Atriz de teatro e TV, produtora cultural, escritora, atuou na Rede Globo nas novelas Abolição, onde era a protagonista, dirigida por Walter Avancini, Pacto de sangue, dirigida por Herval Rossano, em Carandiru, Pais e filhos dirigida por Hector Babenco. Trabalhos na linha de shows- Viva o gordo e Planeta dos homens. Na Rede Manchete fez 7 novelas e a minissérie Anastácia, onde foi a protagonista, Na TELEFE (Argentina) Participou de 2 novelas. No cinema, atuou em Carandiru, entre outros filmes. No teatro. Fez -“Estrella Negra” –(Estrella) monólogo, escrito por Adriana Genta-Direçäo Verónica Oddo-“Auditorio del Centro Cultural Recoleta” (1995). Em 2006 fez a Coordenação Geral Argentina do Projeto AFRO EN FOCOHomenagem a Abdias do Nascimento, Léa Garcia na embaixada do Brasil-Autora do livro ”A los negros Argentinos Salud! ” Lançado pela Biblioteca Nacional de Buenos Aires 2006 CLEIDE QUEIROZ - ATRIZ - Cleide Queiroz, atriz de teatro, cinema e televisão. Atua desde ,1969, dirigida por Elias Andreato, Silnei Siqueira, Gabriel Vilella, Ismael Ivo, Osmar Rodrigues Cruz, entre outros. Em 2001 interpretou Joana, protagonista de Gota D'Água, de Chico Buarque de Holanda]. Em 1984 ganhou o Prêmio APETESP de Melhor Atriz. Em 2001, foi indicada para o Prêmio Shell por Gota D’água. Atualmente em cartaz com o espetáculo MÃOS TRÊMULAS, sucesso de público e crítica. Atuou em 8 novelas da TV Globo, 12 filmes TEKA ROMUALDO - Formada em Letras pela Universidade Braz Cubas. Está no elenco da Cia Bruta de Arte desde a formação do grupo tendo atuado em vários espetáculos, dirigida por Alberto Guzik; Roberto Áudio, Luiz Paulo Maeda. Participou do Play Off /06 Theatre Festival, na Alemanha. No cinema trabalhou nos longas os amigos, de Lina Chamie, no qual concorreu ao prêmio de melhor atriz coadjuvante no Festival de Cinema de Gramado, em 2013; Mãe só há uma, de Anna Muylaert; Corpo elétrico, de Marcelo Caetano; correndo atrás, de Jeferson De; Mare Nostrum, de Ricardo Elias; Doutor Gama, de Jeferson De. Na televisão atuou nas séries 3%, Rotas do ódio, Terrores urbanos, Colônia e Sintonia. ALDO BUENO - Ator, cantor, ritmista. Aldo Bueno atupu em diversos espetáculos teatrais que fizeram história nos palcos como “Bonitinha, Mas Ordinária”, “Arena Conta Zumbi”, “Gota d´água“ e “Ópera do Malandro” de Chico Buarque de Holanda. Como cantor lançou em 1999, um disco juntamente com os amigos Osvaldinho da Cuica, Thobias da Vai Vai e Germano Mathias – “A história do samba Paulista”. Trabalhou como ator nas novelas “Meu Rico Português” ( TV Tupi, Estúpido Cupido (TV Globo), Jerônimo (SBT) e na série Carandiru, outras histórias (TV Globo) No Cinema atuou em mais de 20 filmes, entre eles “Doramundo”; “Os Amantes da Chuva”; “O Home que Virou Suco”; “Eles Não Usam Black Tie”; “ A Próxima Vítima”, com o qual foi premiado como com o Kikito de melhor ator coadjuvante no Festival de Cinema de Gramado e na APCA. AUGUSTO POMPEU - ATOR - Augusto Pompeu, 79 anos ,39 anos de carreira, é ator, Coreógrafo, Preparador corporal. Como ator participou, dentre muitos, de vários espetáculos reconhecidos pelo público e pela crítica, como Godspell,Ubu Folias Phisicas,Pataphisicas e Musicaes, Sonho de uma noite de verão. No cinema atuou em Sinfonia da Necrópole, O cheiro do rato,Feliz Ano Velho, O espantalho. Na televisão atuou em novelas e séries.
PROJETO ARQUIVADO.