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A Fanfarra da Ponte é um grupo de 50 músicos, amadores e profissionais e 4 professores que atuam em Florianópolis desde 2020 e ensaiam durante todo o ano música popular brasileira com arranjos próprios. A Fanfarra da Ponte se apresenta no Carnaval de rua de Florianópolis e em outros eventos durante o ano. A Escola Popular da Ponte _ EPP surgiu da necessidade de formar novos instrumentistas de sopro e percussão, em ritmos brasileiros que ao final do curso passam a fazer parte da Fanfarra da Ponte ou de outros grupos. Tanto os ensaios da Fanfarra como as aulas da EPP são gratuitos. Este projeto tem por objetivo manter as atividades da Fanfarra da Ponte e formar novos instrumentistas. O ítem que aparece como Festival na verdade são apresentações musicais dos alunos da Escola Popular da Ponte e da Fanfarra da Ponte outros grupos dos quais os alunos fazem parte. É um produto secundário, o produto principal são as aulas.
A Fanfarra da Ponte é um grupo de músicos de sopro e percussão, amadores e profissionais, que ensaiam durante todo o ano para se apresentarem no Carnaval e em outros eventos públicos e gratuitos em Florianópolis. São ritmos brasileiros com arranjos próprios, criados pelos professores da Fanfarra. A Escola Popular da Ponte surgiu a partir da Fanfarra da Ponte com o intuito de formar musicistas de sopro e percussão, em ritmos brasileiros. São aulas para alunos iniciantes que nunca tiverem contato com o instrumento e também para alunos intermediários. Após o curso, os alunos estão aptos a participarem da Fanfarra da ponte e /ou de outras fanfarras e grupos musicais. A idade para participar das aulas é a partir dos 16 anos.
O projeto tem por objetivo manter os ensaios da Fanfarra da Ponte durante o ano além de realizar apresentações gratuitas e públicas da mesma. A Fanfarra da Ponte atua desde 2020 em Florianópolis e tem cerca de 50 músicos e 4 professores. A Escola Popular da Ponte tem por objetivo formar e/ou capacitar músicos amadores e profissionais de instrumentos de sopro e percussão em ritmos brasileiros que ao final do curso estarão aptos a integrar a Fanfarra da Ponte e/ou outros grupos musicais. São 4 turmas, 2 de percussão e 2 de sopro para alunos iniciantes e intermediários. · Disponibilizar 120 vagas por semestre divididas em: 30 para sopro iniciante, 30 para sopro intermediário, 30 para percussão iniciante e 30 para percussão intermediária com carga horária de 18 horas aula/semestre · Disponibilizar 50 vagas para prática de conjunto com a participação de diferentes músicos e instrumentos, na Fanfarra da Ponte, ensaios aos domingos com carga horária de 48 horas aula/semestre; · Reservar 40% das vagas para mulheres, pessoas declaradas negras, indígenas, trans/não binárias, mãe solo e imigrantes. Idade mínima 16 anos; · Realizar ensaios semanais da Fanfarra da Ponte nos meses de janeiro e fevereiro para as apresentações no Carnaval sendo 2 ensaios abertos ao público; · Produzir 06 arranjos próprios para a Fanfarra da Ponte; · Realizar 2 cortejos no carnaval de rua de Florianópolis nos dias 22/02/2025 e 04/03/2025; · Realizar o processo de seleção para as turmas da Escola Popular da Ponte _ 10 a 28 de fevereiro; Período das aulas do 1º semestre: 11/03/2025 à 05/07/2025; · Realizar 04 masterclass para os alunos da Escola Popular da Ponte, sendo duas com musicistas de percussão e duas com musicistas de sopro, com músicos convidados, tendo 2 horas de duração cada uma; · Realizar ensaios quinzenais (aos domingos) da Fanfarra da Ponte de 16/03/2025 a 06/07/2025 (15 às 18 horas); · Ter 4 monitores, 2 de sopro e 2 de percussão para auxiliar os professores nos ensaios da Fanfarra; · Realizar o Fanfarraiá _ Festa Julina da Fanfarra com apresentação da Fanfarra da Ponte, dos alunos da Escola Popular da Ponte e outras atrações 13/07/2025; · Realizar o processo de seleção para o 2º semestre para as turmas da Escola Popular da Ponte _ 14/07 a 26/07/2025; Período das aulas do 2º semestre: 05/08/2025 a 06/12/2024; · Realizar o Festival "Bem-vindo Verão" da Fanfarra da Ponte com a apresentação dos alunos da Escola Popular da Ponte e outras atrações _ 07/12/2025; · Oferecer 40 "Bolsas de Ajuda de Custo" para alunos carentes poderem arcar com despesas de transporte e alimentação; · Oferecer 05 "Bolsas de Ajuda de Custo" para participantes da Fanfarra poderem arcar com despesas de transporte e alimentação; · Alugar 05 instrumentos de sopro e 05 instrumentos de percussão para emprestar aos alunos que não possuem instrumentos como forma de inclusão social; · Alugar um local para ser a sede da Escola Popular da Ponte; · Confeccionar 250 camisetas para os alunos da Escola Popular da Ponte; · Desenvolver material de divulgação: banners, anúncios patrocinados nas redes sociais entre outros; · Oportunizar que os participantes do Núcleo de Estudos integrem a Fanfarra da Ponte e outras Fanfarras; · Fortalecer o carnaval de rua da Grande Florianópolis e possibilitar a formação de novas fanfarras; · Disponibilizar o material didático desenvolvido (partituras, arranjos, conteúdo pedagógico, metodologia) de forma gratuita para acesso do grande público.
Como intuito de valorizar e estimular o Carnaval de rua de Florianópolis para que mais pessoas tivessem livre acesso a esta manifestação cultural, em 2019 um grupo de músicos amadores e profissionais atuantes em Florianópolis organizou encontros de estudo e formação em ritmos brasileiros para sopro e percussão com o objetivo de formar uma fanfarra, a Fanfarra da Ponte. A Fanfarra da Ponte fez sua estreia no bloco "Ponte que Pariu", alusão à recém reformada Ponte Hercílio Luz, no Carnaval de 2020. No total 25 músicos participaram voluntariamente da apresentação e o resultado foi uma fanfarra composta por músicos de diferentes bagagens tocando repertório de ritmos brasileiros. Assim, propondo um carnaval que se faz democraticamente, junto com as pessoas e coloca as tradicionais marchinhas carnavalescas no seu merecido lugar e ao mesmo tempo traz diversas outras canções populares da atualidade, vestindo esse repertório com arranjos próprios, percebemos a necessidade de haver uma formação continuada para aprofundamento e resgate dos ritmos brasileiros (marchinha, frevo, samba, samba enredo, samba reggae, marcha rancho, baião, maracatu, ciranda e choro) resgatando a riqueza musical brasileira. A partir desta experiência percebeu-se que havia muitas pessoas interessadas em aprender a tocar um instrumento e com o encerramento das atividades da Escola Livre de Música, projeto da Prefeitura Municipal de Florianópolis, em 2016, o munícipio ficou sem oferecer à população oportunidade de estudar música de forma sistemática e gratuita. Utilizar o repertório dos carnavais como base pedagógica no aprendizado musical permite aos alunos do Núcleo assimilarem a complexidade e diversidade rítmica e melódica, que justapõem aspectos seculares e contemporâneos. Cada música e ritmo fornece elementos específicos para o estudo prático e teórico dos instrumentos e consequente desenvolvimento dos músicos. Assim, em dezembro de 2021, o Núcleo de Estudos Fanfarra da Ponte foi criado e selecionado no Edital da Lei Aldir Blanc Estadual e a partir de janeiro de 2022, as aulas/encontros do Núcleo de Estudos Fanfarra da Ponte ocorreram de forma sistemática semanalmente. Neste primeiro ciclo, 90 alunos participaram gratuitamente das aulas semanais. Os recursos obtidos através da lei Aldir Blanc permitiram que o Núcleo de Estudos funcionasse até abril de 2022. Em julho e agosto de 2022, os integrantes do Núcleo de Estudos, organizaram eventos e uma campanha de financiamento coletivo para obter recursos para a continuidade dos estudos e assim, em setembro as aulas foram retomadas e seguiram até janeiro, para culminar com a apresentação da Fanfarra da Ponte no Carnaval de Florianópolis em 2023. Em 2023 o Núcleo de Estudos se manteve através de contribuição espontânea dos alunos e em 2024 o Núcleo teve continuidade através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura. Os arranjos, partituras, conteúdo pedagógico e metodologia são desenvolvidos pelos professores da Escola Popular da Ponte, músicos notoriamente reconhecidos em Florianópolis como Carlos Schmidt, Eva Figueiredo, Osvaldo Pomar e Ricardo Cristofolini. A Escola Popular da Ponte procura trazer elementos da cultura popular da Ilha de Santa Catarina para fazer parte da Fanfarra da Ponte assim, os alunos aprendem a tocar "Rancho de Amor à Ilha" de Cláudio Alvim Barbosa, o Zininho, considerado o hino de Florianópolis e o "Hino do Mané" de André Calibrina. Além disso, temos uma "Fanfacota", Maricota, personagem do Boi de Mamão, que faz parte dos cortejos da Fanfarra da Ponte. A procura pelas aulas cresceu muito nos últimos dois anos o que nos levou a criar a Escola Popular da Ponte para poder oferecer mais vagas, de uma maneira mais formal e para dar continuidade à formação musical dos alunos. Desde o início em 2022, já foram realizados 6 ciclos do Núcleo de Estudos, com a participação de 600 alunos, além do ensaio semanal da Fanfarra da Ponte durante todo o ano. A Fanfarra da Ponte fez 10 apresentações públicas e gratuitas nestes 4 anos de atuação. Foram estudadas mais de 20 músicas, todas com arranjos criados pelos professores da Fanfarra. Para dar continuidade a Fanfarra da Ponte e a formação de instrumentistas na Escola Popular da Ponte além de viabilizar a apresentação da Fanfarra da Ponte no Carnaval de 2025 e em outros eventos, estamos propondo este projeto através desta Lei de Incentivo.
Este projeto visa a continuidade dos estudos dos alunos do Núcleo de Estudos Fanfarra da Ponte, agora a Escola Popular da Ponte e também a manutenção da Fanfarra da Ponte que ensaia há 4 anos, todos os domingos, em Florianópolis/SC.
Planejamento Pedagógico – sopro intermediário I - IDENTIFICAÇÃO Curso: Formação para sopros da Escola Popular da PonteTurma: Sopro Intermediário Carga Horária: - 22 horas horário: 20:00 – 21:15 Professores: Eva Figueiredo e Carlos Schmidt II - EMENTA Essa formação consiste em uma série de 17 encontros de 1:15 horas, onde daremos sequencia aos estudos para as pessoas que já tem conhecimentos iniciais no instrumento. Nesse estudo pretendemos aprofundar a formação dos instrumento de sopro, capacitando os alunos para ao final do curso tocarem em torno 5 músicas do repertório da Fanfarra da Ponte. Nesse período de estudos, primeiro fazemos uma retomada dos conteúdos iniciais, avançando nos conhecimentos sobre as notas, ritmicas, escalas e harmonia utilizando o método Essencial, mas usando como conteúdo principal o repertório III – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1. Revisão dos conhecimentos musicais do ciclo anterior; 2. Estudo de novos conteúdos musicais sobre ritmos, alturas, afinação, timbre, harmonia , articulação e escalas; 3.Apreciação musical; 4.Rotina de estudos; 5.Estudo do repertório IV – OBJETIVOS Geral: Oferecer aos instrumentistas uma formação musical consistente voltada para o repertório popular brasileiro, apresentado pela Fanfarra da Ponte e através desse repertório aprofundar os conhecimentos específicos musicais. Específicos: Desenvolver cada instrumentista a partir de seus conhecimentos prévios aprofundando seus conhecimentos sobre a música. Ampliar os conhecimentos sobre ritmos, leitura e afinação. Trabalhar métodos de memorização musical.Realizar, ligado ao repertório, estudos específicos dos instrumentos, como respiração, articulação, escala e arpejo. Desenvolver junto aos alunos e alunas uma rotina de estudos. Ampliar os conhecimentos gerais sobre música, seus elementos, aspectos históricos e seus personagens. Criar um ambiente de fruição/aprendizagem musical onde pessoas com diferentes bagagens musicais e histórias de vida possam desfrutar, aprender e protagonizar uma vivência musical. Erguer e ensaiar os algumas canções do nosso repertório. Ampliar o numero de integrantes da Fanfarra da Ponte. Validar e consolidar o trabalho da Fanfarra da Ponte no cenário local. V – METODOLOGIA As horas de estudo serão divididas em quatro momentos: 1º momento – Aquecimento -No aquecimento alunos e alunas tocam livremente para começar o trabalho, em seguida cada um afina seu instrumento para assim começarmos a rotina de estudos. 2º momento – Estudo técnico -O estudo técnico sobre a emissão de som é basilar a construção de uma aprendizagem musical. Temas sobre como respirar, como sentar, como atacar as notas em cada instrumento e quais exercícios que desenvolvem esses conteúdos. 3º momento – Estudo do método -A cada aula iremos ler entre 5-8 exercícios do método, que vai pouco a pouco apresentando os elementos musicais, sempre com as gravações de referência. 4º momento – Repertório -O estudo de repertório desde o primeiro mês de aula é central, esse momento se torna maior que os anteriores, dedicando mais tempo de música do que de técnica, para os encontros. Planejamento Pedagógico – percussão iniciante I - IDENTIFICAÇÃO Curso: Formação para percussões da Escola Popular da PonteTurma: Percussão iniciante; Carga Horária: 22h horário: Quarta 19:45h às 21h; Professores: Osvaldo Pomar e Ricardo Vicente II – EMENTA Essa formação consiste em encontros semanais de aulas coletivas onde os dois professores farão a iniciação dos instrumentistas nos respectivos instrumentos de percussão. Nesse estudo pretendemos iniciar os alunos e alunas em bases ritmicas através de elementos cotidianos e ao final do curso os alunos estarão aptos a tocar 2 a 4 musicas do repertório da Fanfarra da Ponte. A iniciação se dará pelo reconhecimento dos diferentes instrumentos de percussão do grupo, bem como as diferentes possibilidades de toque em cada um deles. Prática de exercícios corporais e toque de palma e pé para a iniciação de estudo ritmico. Chegando ao final do curso com arranjos em conjunto adaptando os diferentes naipes de instrumentos da turma. III – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1- Aquecimento e técnica; 2- Noção de pulso individual e coletivo;3- Exercícios básicos para estudo de coordenação motora;4- Reconhecimento do instrumento (relação posicão ao corpo, baqueta, modo de bater);5- Prática de conjunto com toques ritmicos iniciais;6- Exercícios de silencio e som coletivo;7- Aprendizado de toque básico de percussão brasileira; 8- Sinais de dinamica; 9- Sinais de regência; 10- Rotina de estudos; 11- Estudo do repertório IV – OBJETIVOS Geral:Oferecer aos instrumentistas uma iniciação musical consistente voltada para a música popular brasileira que compõe o repertório da Fanfarra da Ponte e através desse repertório aprofundar os conhecimentos específicos musicais. Específicos: Aprender técnicas básicas de percussão: toques simples, toques duplos, acentuação, toque em coletivo. Iniciar a aprendizagem da análise rítmica de cada música selecionada. Realizar, ligado ao repertório, estudos específicos dos instrumentos, como variação de volume, entrada e pausas. Desenvolver junto aos alunos e alunas uma rotina de estudos. Ampliar os conhecimentos gerais sobre música, seus elementos, aspectos históricos e seus personagens. Criar um ambiente de fruição/aprendizagem musical onde pessoas com diferentes bagagens musicais e histórias de vida possam desfrutar, aprender e protagonizar uma vivência musical. Ensaiar algumas canções do nosso repertório V – METODOLOGIA As horas de estudo serão divididas em quatro momentos: 1º momento – Aquecimento No aquecimento alunos e alunas fazem alongamentos para evitar lesões e para educar o coropo com a pratica da percussão. Em seguida é montado o grupo em pares de naipe de instrumentos para os ensinamentos. 2º momento – Exercícios básicos Em coletivo os professores irão demonstrar alguns exercícios para que a turma realize como unidade. Esses exercicios irão ajudar na percepção de tempo e som, como também irão contruibuir para o aprendizado ritmico de uma forma geral. 3º momento – Estudo de celulas ritmicas O aprendizado ritmico e de percepção musical se dará gradativamente ao longo das aulas. O inicio do estudo percussivo em coletivo com diferentes instrumentos requer a pratica de uma celula basica onde todos irão executar. Para ao longo do processo de aprendizagem os diferentes naipes de instrumentos executarem celulas ritmicas compostas por arranjos ritmicos baseados em uma celula ritmica basica. 4º momento – Repertório A medida que o grupo realizar as praticas de ensinamentos básicos de exercicios e percepção o grupo estará apto a executar os arranjos selecionados pelos professores. Os arranjos utilizados são de uso de músicas do repertorio da Fanfarra da Ponte e serão disponibilizados para os alunos para que possam praticalos em aula e assim terem uma real vivencia das musicas executadas em grupos com muitos integrantes. VI – PLANO DE AULA Mês 1 Roda de conversa; Aprendizado sobre instrumentos de percussão; Toque iniciais; Exercicios iniciais de ritmo corporal e primeiros toques no instrumento; Retomada dos exercicios básicos e inicio de toque básico em conjunto; Toque básico ritmico de Ijexá Mês 2 Toque do ijexá e abertura de diferentes acentuações para cada instrumento;Toque com musica no ritmo Ijexá; Entrada e saida de naipes distintos acompanhando a musica;Estudo de sinais de regencia; Acompanhamento de ijexá; Arranjo de Emorio; Acompanhamento de Emorio; Inicio de estudo do estudo do baião; Estudo de frases dos arranjos; Estudo de sinais de regencia; Mês 4 Estudo de repertorio;Pratica de estudo de ciranda; Pratica de estudo de tocar e caminhar. Bem como formação em grupo; Pratica de repertorio; Estudo de sinais de regencia;Pratica de repertorio;Pratica de estudo de tocar, caminhar e formação em grupo; 3 músicas do repertório;Indicações de estudos de férias
Os locais de realização das aulas da Escola Popular da Ponte assim como os ensaios da Fanfarra da Ponte são locais com acessibilidade física/arquitetônica com rotas de fácil locomoção. Os formulários de inscrição para os cursos são elaborados de forma clara com informações precisas e objetivas.
Todos os cursos da Escola Popular da Ponte bem como os ensaios da Fanfarra da Ponte são gratuitos. Todo o material didático é gratuito e acessível. Vamos proporcionar 20 “Bolsas de Ajuda de Custo” para que os alunos carentes possam arcar com despesas de transporte e alimentação, duração as aulas. Serão reservadas 40% das vagas na Escola Popular da Ponte para mulheres, pessoas declaradas negras, indígenas, trans/não binárias, mãe solo e imigrantes. Serão realizados 2 ensaios da Fanfarra da Ponte abertos ao público, durante a preparação para o Carnaval além disso, os cortejos da Fanfarra no Carnaval são abertos, sem necessidade de “abadás”. Oferecer 05 “Bolsas de Ajuda de Custo” para participantes da Fanfarra poderem arcar com despesas de transporte e alimentação. Alugar 05 instrumentos de sopro e 05 instrumentos de percussão para emprestar aos alunos que não possuem instrumentos como forma de inclusão social.
Produção Executiva e Captação - Proponente: Base Cultural Produções Artísticas A produção executiva incluí a organização dos ensaios da Fanfarra, da Escola Popular da Ponte, dos cortejos de Carnaval, do Fanfarraiá e Festival Bem-vindo Verão. A produção realiza pagamentos, faz a guarda dos documentos e o relatório de execução. A proponente poderá fazer a captação, mas não obrigatoriamente. Eva Figueiredo - professora do naipe de clarineta, sax e flauta e coordenadora pedagógica da Escola Popular da Ponte Carlos Felipe Andrade Schmidt– professor do naipe de trompete e trombone, arranjador Osvaldo Pomar - professor de percussão Ricardo Cristofolini Vicente - professor de percussão e regente da Fanfarra da Ponte Assistente de Produção – Jéssica Faust Secretária da Escola – Catalina Delgado Coordenadora de Comunicação – Marinho Freire Mídia Social – Lidy Araújo Assessoria de Imprensa – Lu Toledo Designer Gráfico – Marcus Vinicius Capuano Lima Produtor de vídeo e foto – Pulse Filmes Contabilidade – Vida Produções Assessoria jurídica – AMO Sociedade de Advogadas Auxiliar de serviços gerais – Maria da Luz Paula Produção Executiva - Base Cultural Produção Artística atua Há 12 anos em Florianópolis sendo a produtora da Fanfarra da Ponte e do Núcleo de Estudos. Já participou da produção de staff do Arvo Festival e Floripa Eco Festival. Produziu o Documentário Rendas ao Vento, sobre as rendeiras de Florianópolis. Produziu o 1º e 2º Festival Internacional de Cinema Ambiental da Serra Catarinense. Criou os projetos e editou os livros “Carvão Mineral em Santa Catarina: uma visão fotográfica” e Expedição Brasil. Realizou o 1º e 2º Seminário de Improvisação Musical Brasileira. Realizou a Exposição “Uma Foto no Caminho” com o fotógrafo Araquém Alcântara. Produtora da Fanfarra da Ponte desde 2022. Eva Figueiredo - professora do naipe de sopro -Mestre em música na linha de pesquisa de Processos Criativos (UDESC). É formada em clarinete popular avançado pela Escola de Música do Estado de São Paulo – EMESP Tom Jobim.Trabalha com arte e educação desde que se formou em Licenciatura - Música, pela UDESC, a mais de dez anos.Como cantora e clarinetista já realizou shows/gravações ao lado dos artistas: Tião Carvalho, Ana Maria Carvalho, Angelo Mundy, François Muleka, Chico Saraiva, Ceumar Coelho; e das Bandas: Francisco El Hombre, Filarmônica de Passárgada e Obirin Trio. Doutoranda em música e professora da Fanfarra da Ponte desde 2022. Ricardo Cristofolini Vicente - professor de percussãoIniciou seus estudos musicais no ano de 2001 no Colégio de Aplicação e na Escola Compasso Aberto, com a direção musical de Silvia Beraldo Bastos. No ano de 2012, oportunizado pelos estudos em Antropologia na UAB (Universidad Autônoma de Barcelona), iniciou uma turnê com grupo de música folclórica mundial, passado pelos festivais Skamba-Skamba (Vilnius - Lituânia), e SUK (Gênova – Itália). No ano de 2014 realizou, junto com quinteto regional concertos didáticos nas escolas públicas de Santa Rita do Passa Quatro (SP), pelo 57o Festival Zequinha de Abreu.Com trio autoral Dona Quimera, no ano de 2018, foi selecionado para apresentações para o Circuito Sesc de Música, realizando apresentações no período de 6 meses pelo estado Santa Catarina. Professor e regente da Fanfarra da Ponte desde 2022. Osvaldo Pomar - professor de percussãoPercussionista, arte educador e pesquisador de ritmos brasileiros, desde 1999. Integrou o grupo de maracatu Arrasta Ilha (2002-2005), coordenou o Grupo Cultural Siri Goiá, realizando trabalhos sociais, shows e oficinas (2002-2010) e, participou do Maracatu Nação Estrela Brilhante do Recife (2004-2005). Ministrou oficinas de percussão e música brasileira em diversos festivais no Brasil e também França, Espanha e Argentina. Lecionou música no DAC - Departamento Artístico Cultural da UFSC (2012); no projeto “Música para Todos” o Projeto “Educando Através da Música Brasileira” da Escola Livre de Música Compasso Aberto, em Florianópolis/SC; Foi professor de percussão na Escola Livre de Música de Florianópolis - Núcleo Campeche (2014). Atualmente é professor de pandeiro e percussão da Escola Portátil - núcleo Florianópolis. Através do Edital de Estímulo Elisabete Anderle realizou projetos diversos de Arte Educação com o Sexteto Clariô (2015-2017) e com o GLiP - Grupo Livre de Percussão - quarteto que realiza concertos didáticos em escolas e centros culturais. Professor da Fanfarra da Ponte desde 2022. Jéssica Faust – assistente de produção Jéssica Faust, bacharel em Artes Cênicas pela Universidade Federal de Santa Catarina, atua como produtora cultural desde 2010. Com formação na área de Produção de Eventos Artísticos e Culturais pelo Senac São Paulo, tem experiência majoritária nas Artes Cênicas e Música. Produção Cultural, sobretudo em desenvolvimento e gestão de projetos, gestão financeira e organizacional. MULTI Open Shopping (Florianópolis/SC) pré-produção, produção e pós produção dos eventos do shopping, desde pequenas ações de bem-estar, a shows e grandes ações envolvendo diversos parceiros. Catalina Delgado – secretária da Escola Popular da Ponte Formada em Comunicação Social e Jornalismo, na Universidade de Bogotá em 2011, validado no Brasil pela UFSC em 2021.Prêmio Elisabete Anderle em 2021 com o projeto Universo do Samba e em 2022 com o projeto Samba de Roda. Marinho Freire – Coordenador de Comunicação Formado em Comunicação Social, com habilitação em Jornalismo pela UFBA (2006.2), Marinho Freire atua a quase 20 anos com produção de eventos, comunicação e projetos culturais. Traz no currículo também experiências na área de gerenciamento de redes sociais e criação de conteúdo. Lu Toledo – Assessora de imprensa Jornalista formada pela Universidade Federal de Santa Catarina. Assessoria de Imprensa Produção de conteúdo blog e redes sociais Produção de TV e vídeos Gerenciamento de Redes Sociais Gestão de crise de imagem Gestão de comunicação. Trabalhou na NDTV e SBT em Florianópolis. Lidy Araújo - redes sociais Jornalista, formada pela PUC/RS. Possuo uma carreira de mais de 25 anos atuando na área, especialmente na criação, planejamento e produção de conteúdo para marcas, veículos de comunicação e personalidades. Meu trabalho é caracterizado pela criatividade na elaboração de pautas, campanhas e ações de conteúdo e marketing e por uma linguagem humanizada, objetiva, transparente, leve e acessível. Marcus Vinicius Capuano Lima – designer gráfico Graduado em Comunicação Social – habilitação em Publicidade e Propaganda – UFMT em 2015 Comecei a trabalhar em 2012 na área de criação.Ao término do curso já tinha alguns anos de experiência, o que me rendeu melhores oportunidades. Hoje tenho cerca de 11 anos de experiência como Diretor de Arte. Durante a faculdade tive a oportunidade de fazer um intercâmbio de 1 ano na Irlanda. Pulse Filmes – produtora de vídeo e fotografia Daniel Rodriguez Santos - diretor da Pulse Filmes é Bacharel em Publicidade e Propaganda - Universidade de Taubaté, SP (2007) em atuação em Florianópolis desde 2012. Diretor , diretor de fotografia e decupagem do DVD Rendas ao Vento, Florianópolis, através do Edital Elisabete Anderle 2019; FLORIPA em Verso e Prosa - Na cadência do Samba - No ano de 2014 contemplado no edital de estimulo a cultura Elisabete Anderle, e desenvolvemos um Documentário sobre o Samba na ilha de Santa Catarina. Diretor e cinegrafista dos seguintes projetos: clipe Carrapicho e carrapato (2017);Projeto Feira dos Imigrantes (2017); Diretor de fotografia e cinegrafista do curta metragem “Yo, tú, ellas” do Encontro de Produção Cinematográfica do Projeto Santa Cruz 100x100 (2014),Diretor de fotografia e produtor audiovisual do documentário “Floripa em verso e prosa – Na cadência do samba”, Cinegrafista do documentário “Tradição – O som da velha guarda de Florianópolis”, projeto contemplado pelo Prêmio Elisabete Anderle 2013.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.