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O Lanterninha é um projeto que visa formar públicos para o cinema brasileiro, direcionado a alunos de escolas públicas de Salvador. As atividades ocorrerão em dois locais: nas escolas, onde ofereceremos aulas sobre a história do cinema, e na Sala Walter da Silveira, uma sala de cinema de rua pertencente ao Estado da Bahia, que sediará uma programação de filmes seguida de debates com convidados. Realizaremos 40 sessões de cinema, abordando 24 temas diversos. A programação incluirá curtas, médias e longas-metragens, com a participação de aproximadamente 6 mil alunos da rede pública, organizados em quatro faixas etárias: 8 a 10 anos, 11 a 13 anos, 14 a 16 anos e 17 a 18 anos. Em homenagem a Walter da Silveira, crítico e grande incentivador do cinema na Bahia, cada sessão começará com a exibição de um curta-metragem de até 5 minutos que contará sua história. Essa iniciativa não só promoverá a apreciação do cinema, mas também estimulará o pensamento crítico e a discussão entre os jovens.
Fanzine O projeto prevê a criação e distribuição de um fanzine, uma publicação impressa, com sua versão digital, que trará curiosidades sobre o cinema, uma cronologia histórica de sua formação até os dias atuais, com destaque para o cinema brasileiro e seus marcos, e uma biografia do nosso homenageado, bem como caça palavras e cruzadas que remetam ao assunto.
Objetivo Geral Utilizar o cinema como ferramenta de educação, promoção cultural e fortalecimento da identidade brasileira. Objetivo específico Formar platéia para o cinema, especificamente o brasileiro, estimulando também a visão crítica dos jovens a respeito dos filmes. Ampliar repertório fílmico de alunos e professores com as exibições, as aulas e a distribuição de um fanzine sobre cinema. Estimular o público a frequentar a sala Walter da Silveira.
A proposta aqui apresentada se se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1° da Lei nº 8.313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; Através da exibições de filmes brasileiros para cerca de 6 mil alunos de escolas públicas de Salvador, além de aulas sobre a história do cinema para 600 alunos dessas mesmas escolas com idades entre 08 e 18 anos. II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; Através da exibição de filmes brasileiros, em especial filme realizados na Bahia. Equipe do projeto 100% baiana. VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; Através das exibições de filmes brasileiros e aulas de história do cinema para alunos de escola pública de Salvador. IX - priorizar o produto cultural originário do País. Através da exibição de filmes brasileiros.
Não se aplica.
O cinema como ferramenta de promoção cultural e fortalecimento da identidade brasileira. Este é o objetivo do Lanterninha, que vai levar cerca de 6 mil alunos de escolas públicas de Salvador, com idades entre 08 a 18 anos, para assistirem obras da produção cinematográfica brasileira na Sala Walter da Silveira. AÇÕES O Lanterninha se divide em três etapas: Etapa I - CURADORIA: encontros com a equipe de curadoria para fechamentos das programações dos filmes para as 40 sessões, seguindo os temas (que podem se repetir com filmes diferentes): EducaçãoReligiãoDireitos HumanosMeio AmbienteDrogasSexualiadeGêneroRaçaClasse SocialPolíticaHistóriaEsportesMúsicaCinemaTeatroArtes VisuaisCircoBiografiasDocumentáriosFicçãoAnimaçãoVídeo DançaCinema ComunitárioCinema Indígena Na programação no projeto iremos reservar percentuais para as seguintes produções: 50% (cinquenta por cento) para produção brasileira independente; 15% (quinze por cento) para produção brasileira independente das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste; e 15% (quinze por cento) para produção audiovisual voltada à garantia de direitos de mulheres, negros e indígenas, de quilombolas; de pessoas com deficiência; de povos e comunidades tradicionais. Etapa II - AULAS NAS ESCOLAS: utilizando o cinema como ferramenta de ensino, o projeto realizará aulas sobre a história do cinema (internacional, brasileiro e baiano). Nas aulas destacamos eventos, filmes e personalidades importantes para a formação dessa arte. Dois profissionais serão contratados durante todo o projeto para ministrarem as aulas nas escolas participantes. As aulas acontecem sempre antes das exibições na Sala Walter da Silveira e funcionam também como forma de articulação do projeto com as escolas, seu corpo diretivo, alunos e professores. Produziremos ainda um fanzine com informações sobre o cinema para ser distribuído nas escolas. Proposta da aula: Conexão inicial da professora e a turma; História do início do Cinema ( Eadweard J. Muybridge , Irmãos Lumière e Méliès ); Brinquedos Óticos e a sensação de movimento; A relação com ESPELHO; Enquadramento: Exercício de olhar e recortando o mundo, experimentar o olhar de perto e de longe , detalhe e geral; Pensar, refletir, apresentar e exercício de Eadweard J. Muybridge; Exibição dos filmes: Primeiro cinema; Exercício : o que queremos dizer para o mundo ? Etapa III – EXIBIÇÕES: são 40 sessões de cinema. Em cada sessão teremos um professor da(s) escola(s) convidada(s) para debater o tema mais um representante da equipe do projeto (coordenação, curadoria, produção). Antes de toda a programação será exibido um curta metragem sobre a história de Luiz Orlando da Silva. O projeto fornecerá transporte para a Walter da Silveira e alimentação aos alunos das escolas participantes. Distribuição dos fanzines.
Projeto conta com medidas de acessibilidade física, atitudinal e comunicacional compatíveis com as características dos produtos resultantes do objeto, nos termos do disposto na Lei no 13.146, de 6 de julho de 2015, de modo a contemplar: 1 - No aspecto arquitetônico, recursos de acessibilidade para permitir o acesso de pessoas com mobilidade reduzida ou idosas aos locais onde se realizam as atividades culturais e a espaços acessórios, como banheiros, áreas de alimentação e circulação. 2 - No aspecto comunicacional, recursos de acessibilidade para permitir o acesso de pessoas com deficiência intelectual, auditiva ou visual ao conteúdo dos produtos culturais gerados pelo projeto, pela iniciativa ou pelo espaço; e 3 - No aspecto atitudinal, a contratação de colaboradores sensibilizados e capacitados para o atendimento de visitantes e usuários com diferentes deficiências e para o desenvolvimento de projetos culturais acessíveis desde a sua concepção, contempladas a participação de consultores e colaboradores com deficiência e a representatividade nas equipes dos espaços culturais e nas temáticas das exposições, dos espetáculos e das ofertas culturais em geral. Serão considerados recursos de acessibilidade comunicacional: - a Língua Brasileira de Sinais - Libras; - a audiodescrição; - as legendas descritivas;
Democratização de Acesso O projeto é direcionado a 6 mil estudantes de escolas públicas de Salvador com idades entre 08 e 18 anos. As 40 exibições acontecem em uma sala de cinema pública e gratuita de Salvador dentro de um complexo cultural onde existem também a Biblioteca Pública e uma sala de teatro. Durante as sessões será distribuído um fanzine. Cerca de 600 alunos participarão de aulas sobre a história do cinema.
A Lanterninha é uma produtora audiovisual com foco em projetos de inclinação social e de relevância artística que contribuam para o progresso humano e que promovam a diversidade em todos os âmbitos e para todas as idades. Trabalhando com séries para TV, curtas e longas metragens, em animação, documentário e ficção, a produtora também realiza projetos voltados para a formação audiovisual de estudantes e professores das redes de ensino públicas e privadas. Site: https://lanterninhaproducoes.wixsite.com/lanterninha Instagram: https://www.instagram.com/lanterninhaprodutora/ PROJETOS CINEMA E EDUCAÇÃO: Projeto Lanterninha Projeto de formação de cineclubes em 18 escolas públicas de 3 municípios da Bahia entre 2008 e 2012. http://www.youtube.com/user/projetolanterninha Mostra Lanterninha Exibiu em 2012 os últimos lançamentos do cinema brasileiro em quatro comunidades de Salvador, Boa Viagem, Águas Claras, Caixa D'água e Itapuã e três comunidades do RECÔNCAVO. Diários de Classe: Cinema na Educação de Jovens e Adultos Projeto de cineclube e oficinas de vídeo em salas de aula do Presídio Feminino em Mata Escura, na escola D. Pedro I em Tubarão, no Quilombo Rio dos Macacos e na Biblioteca Comunitária do Calabar. Equipe Maria Carolina - Coordenadora Geral e Produtora Executiva Bacharel em Artes pela UFBA, seu trabalho reflete encontros sensíveis do cinema com a vida, buscando temas ligados aos direitos humanos. Coordenou durante 06 anos o Projeto Lanterninha. Entre suas principais produções audiovisuais está o longa-metragem documental Diários de Classe, exibido e premiado em diversos festivais brasileiros e internacionais. É diretora da série de animação infantil Aventuras de Amí, exibida na Amazon Prime e Globo Play. Dirigiu o documentário-dança A Cidade que Habita em Mim, um filme que comemora os 40 anos do Balé do Teatro Castro Alves, prêmio de melhor montagem no 6th Indian World Film Festival e de melhor filme no RIFFA (Canadá). Diretora da animação Tom Tamborim, que acumula mais de 90 mil views no Youtube. Seu primeiro curta, O Ponto, ganhou o prêmio de Melhor atriz para Jussara Mathias no Festival Guarnicê de Cinema. https://lanterninhaproducoes.wixsite.com/mariacarolina Mariana Vaz - Produtora Executiva Atua no segmento de cultura há 20 anos, acumulando experiências em diferentes linguagens e suportes. Desde 2011 é sócia-diretora da Hasta La Luna, onde executa projetos de audiovisual, artes visuais e música. Também colabora com outras empresas por meio de parcerias e prestação de serviços. Em cinema, possui experiência como produtora executiva dos longas documentais Neojiba (Sérgio Machado e George Walker, 2020); Dorivando Saravá (Henrique Dantas, 2020); Sinais de Cinza (Henrique Dantas, 2012); As Travessias de Letieres Leite (Urânia Munzanzu); Formiga (Tais Amordivino) e Afrotons (Sérgio Machado), em produção. Elza Abreu - Comunicação Formada em educação artística é artista visual e atua como educadora e exucomunicadora há mais de 25 anos. Fez parte da equipe da TV Unifacs, da Tv capoeira, núcleo de pesquisa e imagem da Capoeira do Instituto Jair Moura e foi sócia fundadora da Vogal Imagem, premiada pelo curta Damião e Cosme e na série que reverenciava os griots da cultura popular. Educomunicadora de fotografia durante 12 anos da Escola de Arte e Tecnologia OiKabum! Salvador, onde também atuou como coordenadora de diversas mostras e projetos do núcleo de produção como Festas Populares de Dalvador, Traço e laços do Nordeste de Amaralina, da Escologia e do Curso profissionalizante do Senai Cimatec. Atuou como assessora de comunicação e educadora do projeto Meninas da música do NEOJIBA, da Rede Nacional Primeira Infância pela ONG Avante. É atualmente é assessora de Comunicação do Elo, ligação e organização. Coordenou o projeto Interação em Serrinha- Bahia, levando oficinas de vídeo com celular para dentro das escolas estaduais do município. Foi premiada por duas vezes no Salão de Artes Visuais da Bahia. E pelo prêmio Arte em Toda Parte, com o projeto Elo, ocupação fotográfica do Subúrbio Ferroviário de Salvador que fez uma série de oficinas de fotografia e vídeo pelo Subúrbio. Atua no segmento de cultura há 20 anos, acumulando experiências em diferentes linguagens e suportes. Desde 2011 é sócia-diretora da Hasta La Luna, onde executa projetos de audiovisual, artes visuais e música. Também colabora com outras empresas por meio de parcerias e prestação de serviços. Em cinema, possui experiência como produtora executiva dos longas documentais Neojiba (Sérgio Machado e George Walker, 2020); Dorivando Saravá (Henrique Dantas, 2020); Sinais de Cinza (Henrique Dantas, 2012); As Travessias de Letieres Leite (Urânia Munzanzu); Formiga (Tais Amordivino) e Afrotons (Sérgio Machado), em produção.
PROJETO ARQUIVADO.