Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
A turnê "Sons e Tons Indígenas" vai levar ao palco a riqueza cultural de 3 grupos indígenas em um intercâmbio musical inédito. Os shows ocorrem nas cidades de Maceió, Campo Grande e João Pessoa e terá a participação de músicos dos povos Tikuna (AM), Fulni-ô (PE) e Guarani Kaiowá (MS) celebrando a diversidade e a ancestralidade indígena em fusão com os arranjos e as interpretações contemporâneas do Mawaca, um grupo tradicional em pesquisa de músicas tradicionais e difusão dos cantos indígenas.
Não se aplica
Objetivos Gerais: Fortalecer e dar visibilidade às tradições culturais indígenas através de apresentações musicais e intercâmbios culturais. Promover a ampliação do acesso do público às manifestações culturais indígenas. Celebrar a diversidade e a ancestralidade indígena em fusão com os arranjos e as interpretações contemporâneas do Mawaca, mantendo a a pesquisa de músicas tradicionais, característica principal do grupo. Dar visibilidade aos povos originários e sua sonoridade ancestral Estabelecer um diálogo intercultural contínuo e enriquecedor entre músicos indígenas, o grupo Mawaca e o público. Contribuir para a formação de novas plateias e sensibilização sobre a importância da preservação das culturas tradicionais indígenas. Objetivos Específicos: Realizar uma turnê com três shows nas cidades de Maceió, Campo Grande e João Pessoa, com a participação de músicos representantes das etnias indígenas Tikuna, Fulni-ô e Guarani Kaiowá, e do grupo Mawaca. Shows com tradução em libras ao vivo. Produzir e registrar um audiovisual dos shows, ensaios e bastidores para um documentário. Realizar três oficinas de gestão cultural voltadas para indígenas e outros interessados em processos de organização e produção de material cultural. Desenvolver uma pesquisa sobre os grupos participantes para a criação do espetáculo/turnê. Organizar e realizar ensaios conjuntos entre o Mawaca e os grupos indígenas para preparação das apresentações. Divulgar o projeto por meio de mídias sociais, jornais, revistas, rádios e outras ações de comunicação. Promover três vivências para jovens em espaços culturais públicos, contextualizando as tradições musicais indígenas. Disponibilizar gratuitamente o documentário resultante do projeto em plataformas de streaming. Doar materiais culturais, como livros e CDs, durante as vivências para apoiar a difusão do conhecimento sobre as tradições indígenas. Realizar parcerias com escolas, universidades e/ou organizações culturais.
De acordo com o Art. 1º da Lei 8.313/91, que institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac) a justificativa para ter este projeto aprovado para captação de recursos é perincipalmente a sua importancia no cenário cultural e ecológico atual do país. Além disso, abaixo segue os artigos e incisos que se enquadram: Inciso I - proteção e valorização do patrimônio cultural brasileiro: O projeto promove a valorização das tradições indígenas, destacando as culturas dos povos Tikuna, Fulni-ô e Guarani Kaiowá, que são parte fundamental do patrimônio cultural do Brasil. A preservação de suas tradições por meio de música, dança e canto, bem como a promoção da língua indígena, reforça o propósito de proteção cultural. Inciso II - produção e difusão de bens culturais: A turnê visa à produção e difusão de bens culturais, através da realização dos shows e da gravação de um documentário, que será disponibilizado gratuitamente em uma plataforma de streaming. A difusão dessas culturas amplia o acesso do público às tradições indígenas, alinhando-se ao objetivo da produção e disseminação cultural. Inciso III - formação de plateias: O projeto busca formar novas plateias, ao oferecer gratuitamente os shows em três capitais brasileiras (Maceió, Campo Grande e João Pessoa), além de oferecer uma experiência intercultural rica, o que pode atrair não só o público interessado em música, mas também aqueles em busca de um entendimento mais profundo das culturas indígenas. Inciso IV - estímulo à diversidade cultural: A turnê celebra a diversidade cultural, promovendo o intercâmbio entre as tradições indígenas e os arranjos contemporâneos do Mawaca, criando um diálogo intercultural que respeita e valoriza diferentes formas de expressão. Inciso VI - democratização do acesso aos bens de cultura: Ao realizar apresentações gratuitas e com tradução em Libras, o projeto garante a democratização do acesso a bens culturais, possibilitando que pessoas de diferentes origens, incluindo pessoas com deficiência auditiva, possam usufruir e aprender sobre as tradições culturais indígenas. Esses incisos justificam a proposta do grupo Mawaca no contexto da Lei 8.313/91, alinhando o projeto aos princípios de proteção, valorização e difusão da diversidade cultural do Brasil. E de acordo com o Artigo 3, o projeto se enquadra nos seguintes Incisos: Inciso I - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória: O projeto "Sons e Tons Indígenas" estimula a produção e difusão de bens culturais de valor universal ao trazer a música e as tradições dos povos indígenas ao público, promovendo a memória cultural e o conhecimento sobre essas culturas. O intercâmbio entre os músicos indígenas e o grupo Mawaca promove uma troca de saberes, elevando a riqueza dessas tradições para um nível mais amplo e contemporâneo. Inciso II - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pela pluralidade da herança cultural nacional: A participação dos grupos indígenas Tikuna, Fulni-ô e Guarani Kaiowá justifica-se plenamente com o objetivo de proteger as expressões culturais dos grupos que são parte fundamental da herança cultural brasileira. Ao preservar suas músicas, danças, e o uso da língua materna, como o Yaathê do povo Fulni-ô, o projeto contribui diretamente para a proteção das tradições dos povos originários. Inciso III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores: O projeto dá apoio e visibilidade aos criadores indígenas, como Djuena Tikuna e os grupos Arandú e Cafurnas Fulni-ô, difundindo suas manifestações culturais para um público amplo. A valorização dessas manifestações por meio dos shows e da gravação de um documentário reforça esse objetivo. Inciso IV - garantir a todos os segmentos da população o pleno exercício dos direitos culturais e o acesso às fontes da cultura nacional: O projeto garante o pleno exercício dos direitos culturais ao realizar apresentações gratuitas e com acessibilidade (tradução em Libras), permitindo que diversos segmentos da população tenham acesso às culturas indígenas, que são parte da identidade cultural do Brasil. Inciso V - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais: Ao realizar shows em três capitais diferentes (Maceió, Campo Grande e João Pessoa), o projeto estimula a regionalização da produção cultural, valorizando os recursos humanos e culturais das etnias indígenas locais. Cada show promove as tradições de uma região diferente do Brasil, destacando a diversidade cultural dentro do próprio território. Esses incisos do Art. 3º justificam o projeto do grupo Mawaca, pois ele estimula a produção cultural, protege as expressões dos povos indígenas, valoriza seus criadores e promove o acesso democrático e regionalizado à cultura, alinhando-se aos objetivos estabelecidos pela Lei Rouanet.
Informações Complementares sobre o grupo Mawaca O Mawaca é um grupo de São Paulo que apresenta uma música vibrante, com pérolas das mais diversas culturas do mundo, que foram transmitidas de geração em geração pela tradição oral, em recriações e arranjos criativos. Dirigido por Magda Pucci, desde sua fundação em 1995, o grupo é formado por um septeto vocal que interpreta canções em mais de 20 línguas, formado pelas cantoras Angélica Leutwiller, Cris Miguel, Christina Guiçá, Magda Pucci, Rita Braga e Zuzu Leiva. Estas são acompanhadas por um grupo instrumental acústico formado por Ana Eliza Colomar no violoncelo, flauta, sax e hulusi; Gabriel Levy no acordeom; Ramiro Marques no sax tenor e soprano; Ricardo Zoyo no contrabaixo e Valéria Zeidan (frames drums, vibrafone e djembé) e Armando Tibério (tablas, congas e cajón) A escolha criteriosa do repertório é resultado da extensa pesquisa realizada pela compositora, arranjadora e diretora musical do grupo Magda Pucci. Em 2025 o Mawaca celebra 30 anos de carreira tendo já produzido oito álbuns, quatro DVDs e dois livros. Ganhou três vezes o prêmio PPM (Profissionais da Música): em 2016, na categoria de melhor Grupo de Cultura Popular e em 2019 e 2021, na categoria de Melhor Grupo Vocal. Em 2012, o grupo foi premiado no Festival World Leisure Expo como Melhor Performance em Hangzhou, China, país onde se apresentou três vezes. Um destaque especial vai para o projeto "Rupestres Sonoros" (2009 CD e DVD), que apresenta recriações de cantos indígenas da Amazônia, resultando em uma turnê intitulada "Cantos da Floresta", com colaborações musicais com seis grupos indígenas nos estados de Amazonas, Acre e Rondônia. Patrocinada pelo Edital da Petrobras, essa turnê reuniu o Mawaca com os grupos dos povos Paiter Suruí, Ikolen-Gavião, Zoró e Karitiana de Rondônia; Huni-Kuin do Acre; Kambeba e Comunidade Bayaroá do Amazonas, contando com a participação especial de Marlui Miranda. O grupo tem realizado intercâmbios com músicos de diferentes localidades do globo. Carlos Núñez (Galicia), We Like We (Dinamarca), Uxía Senlle (Espanha), Né Ladeiras (Portugal), Sutari Band (Polônia), Yair Dalal (Israel) e Rinken Band (Japão) são alguns artistas que já estiveram em projetos com o Mawaca. O grupo já se apresentou em diversos países como Alemanha, Espanha, Portugal, Grécia, França, Bolívia, China e em diferentes cidades brasileiras. O Mawaca exemplifica com sua música questões que passam pelo pluralismo cultural. Assim, vem buscando abrir olhos e ouvidos do seu público sobre questões ligadas a tolerância religiosa assim como às diferenças, e fazer compreender as diferenças étnicas entre os povos, seja ele, o homem indígena do norte do Brasil ou o muçulmano árabe ou o refugiado africano assim como as questões femininas sempre presentes no universo sonoro do grupo. SHOWS EM DESTAQUE 2000 – Brasil – Festival Internacional de World Music - SESC Vila Mariana 2001 – Brasil – Rock in Rio – Tenda Raízes 2002 – Espanha – Turnê em Festival Etnosur (Jaén), Suristan (Madrid), Festigal (Santiago de Compostela) 2002 - Brasil - Mawaca e Orquestra Sinfornia Cultura 2002 - Brasil - Theatro Municipal com Né Ladeiras e Orquestra de Cordas 2003 – Espanha – Sevilha – selecionado Womex – Feira de World Music 2005 - Brasil - Mawaca e Orquestra Jovem de Guarulhos 2006 – Alemanha – Berlim - Festival Popkomm 2007/2008 – Bolívia - La Paz, Sucre e Santa Cruz de la Sierra – Festivais de teatro e de música 2010 – China – Universal Expo Shangai 2010 – Portugal – Festival de Serpa 2011 – China – Leisure Fair Festival - Hangzhou 2012 – Grécia – ISME - Congresso Internacional de Educação Musical em Thessaloniki com Antônio Nóbrega e Yamandu 2012 -Brasil - Festival Dançando Pela Paz com participação de Ibã Huni-Kuin (Acre) e Comunidade Bayaroá (Manaus) 2013 - França - Le Chien Rouge - Les Cannets des Maures 2014 - China - Festival Internacional de Hangzhou 2016 - Brasil - Festival internacional de Londrina 2017 - Brasil - FLIP (Feira Literária de Paraty) 2018 - Brasil - Mawaca e Orquestra Municipal de Jundiaí 2019 - Brasil - Mawaca com grupo Kayapó aldeia Moykarakô (PA) 2022 - Brasil - Festival de Inverno de CAmpos de Jordão 2023 - Brasil - Festival Assad LINKS SOBRE O MAWACA Website: www.mawaca.com.br Instagram: https://www.instagram.com/mawaca_oficial/ Youtube: www.youtube.com/mawaca Spotify: https://open.spotify.com/artist/5t9voCkM3UakjpATicuwLv
Não se aplica.
Para o projeto "Sons e Tons Indígenas" seguem as ações de acessibilidade de acordo com a legislação atual: Tradução em Libras: Já prevista no projeto, a tradução em Língua Brasileira de Sinais (Libras) estará presente em todos os shows garantindo a acessibilidade para o público com deficiência auditiva. Autodescrição: Uma audiodescrição das integrantes e dos instrumentos antecedendo o início do show. Material em Formatos Acessíveis: Será disponibilizado um programa dos shows e de os outros materiais de divulgação (como folhetos, catálogos, etc.) terão uma versão digital com leitura compatível para leitores de tela. Acessibilidade Arquitetônica: Os locais dos eventos nas cidades mencionadas serão escolhidos por critérios que vão garantir a acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida, com rampas de acesso, banheiros adaptados e assentos reservados em áreas estratégicas, conforme a Lei Brasileira de Inclusão (Lei nº 13.146/2015). Documentário Acessível: O produto audiovisual terá tradução em libras, além de audiodescrição na abertura do vídeo. Ingressos Gratuitos para Grupos Prioritários: Os ingressos são 100% gratuitos e uma porcentagem será destinada a grupos minoritários e comunidades vulneráveis e pessoas portadoras de deficiência. Essas ações garantem que o projeto não só cumpra as legislações vigentes, mas também promova uma verdadeira inclusão e democratização da cultura.
A turnê Turnê “Sons e Tons Indígenas" oferece uma série de contrapartidas e para o público das cidades onde os grupos irão se apresentar, proporcionando uma série de benefícios. Abaixo estão detalhadas as contrapartidas planejadas: Doação de produtos e materiais culturais, incluindo livros, CDs serão distribuídos em espaços públicos e culturais como ONGs, associações e/ou escolas (ainda a definir), Haverá um conteúdo especial sobre culturas indígenas acessível via QR Code disponível no programa impresso da turnê. Realização de três oficinas de gestão cultural gratuitas voltadas para indígenas e demais interessados nos processos de organização e produção de material cultural. Essas oficinas visam capacitar os participantes com conhecimentos e habilidades essenciais para a valorização e preservação das culturas tradicionais, promovendo o desenvolvimento sustentável e a inclusão social. Parcerias com Escolas Públicas Locais: Estabelecimento de parcerias com escolas públicas locais para integrar atividades da turnê ao currículo escolar, promovendo a educação intercultural e aumentando o conhecimento dos estudantes sobre as culturas indígenas brasileiras. Desenvolvimento Sustentável: Implementação de práticas sustentáveis durante a turnê, como a utilização de materiais recicláveis e/ou parceria com associações ou cooperativas de catadores de materiais reciclável para coleta do lixo e a promoção de outras ações que visem a conscientização ambiental nas comunidades visitadas. - Ingressos: 100% gratuitos - Atividades de formação e/ou palestras educativas realizadas durante a turnê, serão totalmente gratuitas. Reciclagem de alguns materiais utilizados na divulgação. Haverá captação de imagens e som de bastidores e dos shows para um mini documentário que será disponibilizado gratuitamente em um canal de streaming a ser definido. As contrapartidas sociais da turnê foram cuidadosamente planejadas para gerar um impacto positivo e duradouro nas comunidades indígenas e locais. Essas iniciativas contribuem para a valorização cultural, a inclusão social e o desenvolvimento educacional, refletindo o compromisso do projeto com a responsabilidade social e a sustentabilidade. Ao apoiar a turnê, os patrocinadores estarão investindo em um projeto que promove a diversidade cultural e fortalece as raízes culturais do Brasil
Magda Pucci - Magda Pucci (n. 1964) é uma musicista brasileira (arranjadora, compositora e cantora) e pesquisadora independente de músicas do mundo e das culturas indígenas brasileiras. Formada em Música (Regência) pela Universidade de São Paulo, é mestre em Antropologia pela PUC-SP e Doutora em Pesquisa Artística pela Universidade de Leiden, na Holanda. Como diretora musical e fundadora doMawaca, um grupo de música com sede em São Paulo, produziu 5 CDs e 4 DVDs e fez turnê em mais de 8 países e no Brasil. O grupo recebeu o Prêmio PPM em 2017 e 2019.É autora de livros relacionados a temas indígenas e educação musical e trabalha como educadora musical ministrando oficinas e cursos de música. É professora convidada em cursos de pós-graduação e extensão em universidades como UNICAMP, UNESPAR e UFGD. Trabalhou em projetos musicais em colaboração com comunidades indígenas como Kayapó, Guarani Kaiowá, Huni-Kuin, Paiter Surui eoutros. Em 2019 esteve em turnê pelo projeto Sonora Brasil promovido pelo SESC Nacional, viajando por 90 cidades de todos os estados brasileiros.Também trabalhou em projetos sociais com crianças ONGs e liderou um grupo de refugiados com sede em São Paulo. Publicou artigos nas revistas Música Popular, Vibrant, ABEM, entre outros. Magda é associada de International Council of Traditional Music - ICTM desde 2013 e é membro do Grupo de Estudos de músicas latino-americanas e do Caribe do ICTM.É curadora do Estúdio Mawaca, onde desenvolve atividades artísticas e educativas sempre focando na diversidade cultural do mundo e do Brasil. Produziu e apresentou o programa de rádio ‘Planeta Som’ por 13 anos (USP-FM e Multikulti na Alemanha). Atua na área da Educação musical há mais de 20 anos. É autora dos livros ‘Outras terras, outros sons’ (2003); ‘A Floresta Canta – Uma expedição sonora por terras indígenas do Brasil’ para crianças (2015), ‘A Grande Pedra’ (2015) e do projeto transmídia ‘Cantos da Floresta – uma iniciação ao universo musical indígena’ (2018). Escreveu também os livros ‘De todos os cantos do mundo’ (2005) e ‘Contos Musicais’ (2015) em parceria com a premiada escritora Heloísa Prieto em projetos com músicas do Mawaca.Foi diretora musical da Orquestra Mediterrânea, junto a Carlinhos Antunes e Lívio Tragtemberg, projeto que envolveu 21 músicos de países mediterrâneos produzido pelo SESC que gerou um DVD e um CD.Na área de trilhas sonoras, Magda fez parte de vários projetos tais como a peça “Fragmentos Troianos” no CPT com Antunes Filho; o espetáculo “Os Lusíadas” (Iacov Hillel e Márcio Aurélio); do monólogo “Quixote” com Carlos Moreno (Fabio Namatame); “Quixote Caboclo” (Cia. da Tribo). Além do teatro, Magda tem composto para projetos na área multimídia, trilhas de vídeo e espetáculos de dança.Regeu a Banda Sinfônica de Barcelona peça de sua autoria comissionada pelo Festival de Música Experimental de Barcelona LEM. Foi premiada no Percussive Arts Society do Brasil. Aritana Fluni-ô - Aritana é uma jovem liderança Fulni-ô Tapuya. Desde pequeno acompanha com os anciões de sua comunidade em incursões culturais difundindo os saberes e fazeres ancestrais do povo Fulni-ô. Há 10 anos atua também como cantor, coordenador e produtor do grupo formado por sua família, que circula o país com shows e vivências culturais. Em seu território, que fica no agreste pernambucano, próximo à cidade de Águas Belas, Txacumaiá articula e organiza visitas guiadas para não indígenas. Nas atuações fora de sua comunidade destaca-se a produção e coordenação da participação do grupo fulni-ô na Aldeia Multiétnica desde 2012; a co-direção musical e artística do projeto Cafurnas Fulni-ô, em 2019, que registrou, por meio de uma trilogia de videoclipes sobre a importância do idioma do povo fulni-ô, o yaathe, e dos cantos sagrados para manutenção de sua identidade e cultura. Frente aogrupo Cafurnas Fulni-ô, em 2023, além de cantar, produziu a participação no Festival Agô - Ancestralidade, em Brasília-DF; em 2022 a gravação do programa Cultura Em Casa, em São Paulo-SP e a apresentação no Indígenas.BR em São Luís-MA. Em 2020, produziu o lançamento do álbum Cafurnas Fulni-ô com o show no Festival RecBeat, em Recife-PE. Diego Janatã - Produtor do Grupo Tikuna - O maranhense Diego Janatã tem viajado por diversas comunidades indígenas, por todo o Brasil, pesquisando e registrando a musicalidade dos povos das florestas e também o som dos tambores das comunidades quilombolas e tradicionais do Maranhão e de outras partes da Amazônia. Como fotógrafo documentarista tem se dedicado ao registro das diversas manifestações da rica cultura indígena na região, trabalhando especialmente com os povos Guajajara Tentehar e também com o povo Tikuna, da região do Alto Solimões, no Amazonas, na fronteira do Brasil com o Peru e a Colômbia. Sempre disposto a vivenciar as tradições da cultura popular, como percussionista Janatã foi aluno do Mestre Eliberto Barroncas, renomado multi-instrumentista, artista plástico e imortal da academia amazonense, fundador do grupo Raízes Caboclas, uma das maiores referências da música orgânica no norte do país. Janatã também é discípulo do Mestre Castro, amo do Bumba Meu Boi de Pindaré, um dos mais tradicionais do Maranhão e fundador do Tambor de Crioula Punga Baré, precursor do gênero em Manaus - AM. Atualmente Janatã está produzindo, ao lado da cantora Djuena Tikuna, um projeto de pesquisa musical que foi contemplado no Edital Natura Musical, um dos mais prestigiados do país. O artista também foi indicado ao lado de Djuena Tikuna, ao Indigenous Music Awards, a maior premiação da música indígena em todo o mundo. Foi artista da turnê Sonora Brasil do Sesc e assinou a produção musical do álbum Torü Wiyaegü (2022) de Djuena Tikuna. Ismael Morel - Representante do Grupo Arandê - Dedicado guardião da cultura e sabedoria dos antepassados. Inspirando a comunidade Kaiowá desde a fundação do grupo em 2005. Ethos Produtora de Arte e Cultura - Coordenadora do projeto - Com mais de 25 anos de atuação dedicada à produção musical e cultural. Agencia artistas e produz eventos como a turnê "Cantos da Floresta" pela Amazônia e o Festival Brasil é Terra Indígena. Chris Rocha - Produtora associada - Produtora cultural e jornalista, conectando projetos culturais há mais de 20 anos. Responsável por eventos e captação de recursos, gerencia carreiras de artistas e músicos. Amanda Ligia de Moraes Melo - Podutora Executiva - Formada em Administração de empresas pela Universidade Mackenzie, atua no mercado de produção desde 2011. Entre suas principais atividades estão a curadoria, agenciamento e produção de artistas, produção executiva de espetáculos musicais, festivais e eventos, e criação e execução de projetos para leis de incentivo.É curadora e idealizadora do Festival de Audiovisual Expandido “Ocupação Laço” com duas edições realizadas pelo Sesc SP e produtora do festival Indigenas.BR que em 2023 realizou sua 3a edição realizada no Centro Cultural da Vale do Maranhão. Com projetos incentivados, co-coordenou e participou da curadoria da segunda edição do festival SPRM (SP Rock Mapping), viabilizado através do edital PROAC LAB (2021) e participou da curadoria e produção do SPRM viabilizado pela SMC-SP (Secretaria Municipal da Cultura de SP) (2020). Co-produziu o projeto Acervo Família Levy: a música em São Paulo na Virada do Século XIX e XX pelo edital de acervos e o edital de apoio à criação artística - linguagem música - Nomade Orquestra (Vox Populi) – Ambos viabilizados pela SMC 2018/2019). Fez a produção executiva do projeto Cantos da Floresta patrocinado pela Natura Musical (PROAC/ICMS) (2017/2018) e a produção executiva do edital Território das artes do Estúdio Mawaca PROAC 2015/2016, entre outros. Coordenou e produziu o CIL (Circuito de improvisação livre de SP) nos anos de 2012 à 2013, produzindo e promovendo mais de 30 shows e encontros entre artistas de diferentes linguagens como músicos, dançarinos, poetas, VJs, entre outros.
PROJETO ARQUIVADO.