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O projeto "Esperando o Trem" é uma iniciativa sociocultural de capacitação artística a partir das artes cênicas. O teatro é linha mestra que dialoga com a educação, traçando um percurso sócio artístico-pedagógico, com oficinas de improvisação teatral, expressão vocal, expressão corporal, criação dramatúrgica e ferramentas técnicas aplicadas às artes cênicas, destinadas a crianças e adolescentes entre 07 e 17 anos. O projeto vai beneficiar cinco comunidades da região do subúrbio ferroviário de Salvador, integrando o Centro Cultural de Plataforma, que fica localizado no bairro Plataforma (1); com o Equipamento Cultural Subúrbio 360 (parceiro da Cia Teatro na Comunidade) (2); o Espaço cultural Beluna, no bairro Calçada (3); o Espaço É AO QUADRADO, no bairro Alto Do Cabrito (4); e o instituto EuMelanina, no bairro Tubarão (5).
APRESENTAÇÕES TEATRAIS Todas as apresentações teatrais do projeto serão desenvolvidas a partir das trocas realizadas durante as oficinas. O projeto pretende proporcionar que as crianças e os jovens envolvidos, de forma sensorial e cognitiva, validem maneiras de reconhecer seus lugares de origem, ganhando projeção no entorno dos seus bairros e na cidade. A linha socioeducativa do projeto se baseia na pedagogia do teatro com diversas interfaces, como a pesquisa de campo (coleta de relatos de vida dos integrantes) e a abordagem somática. Como resultado das oficinas, serão realizadas 7 apresentações teatrais. Durante o processo de desenvolvimento das oficinas, vão ser realizadas 5 apresentações prévias, mostrando o desenvolvimento do trabalho, nos centros culturais onde o projeto estará sendo realizado, são eles: Centro Cultural de Plataforma, que fica localizado no bairro de plataforma; com o Equipamento Cultural Subúrbio 360 (parceiro da Cia Teatro na Comunidade), que fica localizado no bairro Nova Constituinte; Espaço cultural Beluna, no bairro Calçada; Espaço É AO QUADRADO, no bairro Alto Do Cabrito; e com o instituto EuMelanina, no bairro Tubarão. Além das 5 apresentações prévias, serão realizadas 6 apresentações do espetaculo final, três no Equipamento Cultural Subúrbio 360 e outras três no teatro SESC casa do comércio. Todas as apresentações vão reunir todas as crianças participantes do projeto em uma grande apresentação teatral e convidados externos do cenário cultural da capital baiana. OFICINA DE IMPROVISAÇÃO TEATRAL - A oficina tem como objetivo introduzir os participantes aos fundamentos da improvisação teatral, fornecendo-lhes ferramentas e técnicas para desenvolver habilidades de improvisação, criatividade e trabalho em equipe. Por meio de jogos e exercícios práticos, os participantes serão incentivados a explorar a espontaneidade, a imaginação e a capacidade de construir cenas teatrais de forma colaborativa. OFICINA DE EXPRESSÃO VOCAL - A oficina tem como objetivo desenvolver a expressão vocal dos participantes, fornecendo-lhes ferramentas e técnicas para aprimorar sua capacidade de comunicação no contexto teatral. Por meio de exercícios práticos e teóricos, os participantes serão incentivados a explorar diferentes aspectos da voz, como projeção, entonação, ritmo e articulação, visando enriquecer suas performances teatrais. OFICINA DE EXPRESSÃO CORPORAL - A oficina tem como objetivo explorar e desenvolver a expressão corporal dos participantes, fornecendo-lhes ferramentas e técnicas para enriquecer suas performances teatrais. Por meio de exercícios práticos e teóricos, os participantes serão incentivados a explorar o corpo como instrumento de comunicação, desenvolvendo consciência corporal, expressividade e habilidades de movimento no palco. OFICINA DE CRIAÇÃO DRAMATÚRGICA - A oficina tem como objetivo introduzir os participantes aos princípios e técnicas de criação dramatúrgica, fornecendo-lhes ferramentas para desenvolver habilidades de escrita teatral e estimulando a criatividade na concepção de textos dramáticos. Por meio de exercícios práticos e teóricos, os participantes serão incentivados a explorar diferentes abordagens e processos de criação, desenvolvendo narrativas e personagens envolventes para o teatro. OFICINA DE FERRAMENTAS TÉCNICAS APLICADAS ÀS ARTES CÊNICAS: INTRODUÇÃO A SONORIZAÇÃO Motivar e estimular jovens e adultos a conhecerem o ambiente da sonorização, para que possam a partir da Oficina de Introdução à Sonorização despertar interesse na busca pela profissionalização, adquirindo instrumentalização para o exercício profissional no universo da sonorização para shows, espetáculos e espaços culturais. CONTRARREGRAGEM NO TEATRO Ministrada pelo Ator, Iluminador e Gestor Cultural Caboclo de Cobre (Luiz Guimarães), esta oficina tem como objetivo proporcionar o contato com o desenvolvimento técnico e artístico da contrarregragem enquanto ferramenta do espetáculo, compartilhando com os participantes desta vivência o passo a passo do processo de concepção (sala de ensaio), montagem (palco) e registro (preset e check list). OFICINA DE ILUMINAÇÃO CÊNICA Com foco em espaços culturais e recursos alternativos Ministrada pelo Ator, Iluminador e Gestor Cultural Caboclo de Cobre (Luiz Guimarães), esta oficina tem como objetivo proporcionar o contato com o desenvolvimento técnico e artístico da iluminação enquanto ferramenta do espetáculo, compartilhando com os participantes desta vivência o passo a passo do processo de concepção, montagem e registro digitalizado do desenho de luz. Mentoria para profissionais das artes cênicas A mentoria oferecida pelo projeto é uma iniciativa fundamental para promover o aprimoramento profissional de adultos que já atuam na área das artes cênicas. Voltada tanto para atores iniciantes quanto para aqueles que já possuem alguma experiência no campo teatral, a mentoria proporciona uma oportunidade de desenvolvimento, ampliando conhecimentos técnicos e fortalecendo competências artísticas e profissionais. Com o apoio de especialistas da área, os participantes terão a oportunidade de explorar e refinar aspectos fundamentais do fazer teatral, como interpretação, expressão corporal, dicção, criação dramatúrgica e técnicas de palco. Além de trabalhar o domínio técnico, a mentoria também abordará questões práticas relacionadas à construção de uma carreira artística, como a gestão de projetos, produção executiva, captação de recursos e a criação de redes de contatos no setor cultural. A mentoria se destacará por oferecer uma troca rica de experiências, onde os mentorandos poderão compartilhar desafios e conquistar soluções criativas junto a profissionais experientes, que já atuam no cenário cultural.
Objetivo Geral: Promover o desenvolvimento artístico, social e cultural de crianças e adolescentes do subúrbio ferroviário de Salvador, por meio de oficinas de artes cênicas que dialogam com questões identitárias e raciais. Por meio da formação artística, o projeto busca fortalecer a autoestima, a expressão criativa e a conscientização sobre a importância da cultura local, incentivando o protagonismo juvenil e a valorização das histórias e vivências das comunidades envolvidas. Objetivos Específicos: - Desenvolver habilidades artísticas e criativas em crianças e adolescentes por meio de oficinas teatrais, promovendo o protagonismo juvenil e o engajamento cultural.- Fortalecer os laços comunitários no subúrbio ferroviário de Salvador por meio da criação de redes colaborativas entre artistas, educadores e instituições culturais locais.- Ampliar o acesso à arte e à cultura em comunidades de baixa renda, garantindo oportunidades inclusivas de participação nas atividades artísticas e culturais oferecidas.- Contribuir para a geração de trabalho e renda ao envolver profissionais do setor cultural também locais, impulsionando o desenvolvimento econômico e criativo dessas comunidades.- Promover a valorização da identidade cultural local, estimulando o senso de pertencimento e o resgate das tradições através das expressões artísticas e culturais da região.
O Subúrbio Ferroviário de Salvador, uma das áreas mais populosas e socialmente diversas da cidade, destaca-se por sua vibrante riqueza cultural e por ser berço de inúmeras manifestações artísticas, tradições populares e movimentos culturais que moldaram a identidade baiana. Ao longo de seus bairros, como Plataforma, Periperi e Paripe, emergiram expressões culturais que vão do samba ao reggae, além de influentes artistas que ajudaram a projetar a cultura popular da região. A forte presença da religiosidade de matriz africana, com seus terreiros e tradições, somada às festas populares e ao protagonismo de suas comunidades, faz do subúrbio soteropolitano um verdadeiro pólo de manifestações culturais e criatividade, contribuindo de maneira significativa para a diversidade artística e social da capital. O projeto "Esperando o Trem" teve seu início em 2002, quando a proponente, Andrea Elia, participou do espetáculo "Boca de Ouro", dirigido por Fernando Guerreiro, onde os vagões do trem foram ressignificados como palco, estreitando a relação entre a arte e a cidade. Durante essa experiência, Andrea foi além de sua atuação, oferecendo oficinas para as crianças da comunidade, onde elas, inspiradas pelo ambiente e pela história do trem, criaram uma peça autoral. Naquela ocasião, a peça foi patrocinada pela Coelba e premiada cinco vezes no Prêmio Braskem de Teatro. Com a ameaça do término da temporada, as crianças da comunidade fizeram um abaixo-assinado destinado à empresa patrocinadora, pedindo que a peça não acabasse. Em resposta a essa situação, Andréa Elia, por iniciativa própria, realizou uma oficina com as crianças do subúrbio, que resultou na montagem de uma nova peça abordando a temática do trem. O que demonstra o impacto que um projeto como "Esperando o Trem" pode ter na comunidade local e dar continuidade à produção local. O encontro de Andréa Elia com Almir Nascimento, mediador sociocultural do projeto e morador do subúrbio ferroviário, ocorreu em 2008 no Grupo LM, uma empresa que patrocinou aulas de teatro para seus colaboradores por dez anos. Almir, que se tornou ator e produtor, vencedor do Edital da Escola Criativa Boca de Brasa, foi convidado por Andréa para integrar o presente projeto como coordenador da mobilização cultural. O projeto valoriza a diversidade cultural das comunidades participantes, oferecendo oficinas de artes cênicas que abordam questões raciais e identitárias das populações negras e indígenas periféricas. A história do Subúrbio e sua relação com o trem serão temas centrais para estimular a reflexão e promover o resgate cultural da região. Para garantir a inclusão, 40% das vagas nas oficinas serão destinadas a crianças e jovens negros, indígenas, mulheres, LGBT+ e pessoas com deficiência (PCDs). Com a educação como pilar de seu desenvolvimento, o "Esperando o Trem" oferece ações formativas para crianças e jovens de 7 a 17 anos, capacitando-os nas áreas de interpretação, corpo, voz, técnicas teatrais e dramaturgia, sob a coordenação pedagógica de Guilherme N. Stadtler. As oficinas visam não só ao desenvolvimento técnico, mas também à promoção da criatividade, da expressão pessoal e da comunicação, essenciais para a formação de novos artistas. O projeto inclui ainda mentoria para adultos da área das artes cênicas, criando oportunidades de aprimoramento profissional e orientação para quem deseja ingressar ou já atua no campo teatral. Assim, o "Esperando o Trem" resgata a memória e fortalece a identidade cultural das comunidades do Subúrbio Ferroviário, ao mesmo tempo em que promove o desenvolvimento social e humano por meio da arte e da inclusão.
Contrapartidas de sustentabilidade (ESG): - Temos como objetivo que o projeto “Esperando o Trem” seja um instrumento de transformação socioambiental na vida dessas crianças e adolescentes. - Serão abordados nas aulas teatrais temas relevantes no âmbito social e ambiental do Brasil e da região da Bahia, visando gerar diálogos construtivos e questionadores com esses jovens. O objetivo de desenvolver cidadania, consciência socioambiental, senso de coletividade e patriotismo. - Entre as atividades programadas serão promovidas palestras/conversas/workshops com instituições locais para abordar temas como lixo, mudanças climáticas, desigualdade social, igualdade racial, diversidade etc. - Também serão promovidas aulas de história local, trazendo toda da importância de Salvador, da Bahia, e a cronologia dos movimentos culturais que aqui começaram, das transformações que causaram, e do poder que a cultura tem como agente de mudança social. - Serão realizadas oficinas com essas crianças e adolescentes utilizando material reciclável, estimulando a criatividade na construção de figurinos, cenários, para promover a consciência ambiental. - O projeto promoverá um dia de limpeza de praias, onde as crianças e jovens envolvidos e suas famílias serão convidados a um evento em colaboração com uma instituição ambiental, a realizar um mutirão de limpeza em uma praia importante de Salvador. Isso resultará em uma maior consciência sobre descarte correto de lixo, e cuidado com a natureza. - O projeto promoverá visita a uma cooperativa de reciclagem em Salvador, para mostrar a esses jovens a realidade do lixo no Brasil, e como podemos ser mais sustentáveis nas nossas casas. - O projeto oferecerá 5% das vagas para pessoas com deficiência intelectual e física, a fim de manter um ambiente diverso e inclusivo. - Não serão disponibilizados durante as oficinas, garrafinhas plásticas ou latas, e sim galões de água para uso. - Cada participante ganhará uma garrafinha reutilizável do projeto para poder usar durante das oficinas, e em outros momentos de sua rotina. Assim estimulamos a redução do consumo de resíduos e a reutilização. - Todas as apresentações serão realizadas em ambientes acessíveis para PCDs, e de fácil acesso via transporte público. - Estimularemos que todos os participantes e o público convidados para as apresentações, se locomovam até lá via transporte público para reduzir as emissões de gases do efeito estufa. - Oferecemos descontos de 10% no ingresso aqueles que comprovarem que foram até o teatro utilizando transporte público. - Antes do começo das oficinas, realizaremos rodas de conversa com as comunidades envolvidas, principalmente os pais e mães dessas crianças e adolescentes, a fim de explicar o que será feito, os benefícios e trazê-los como embaixadores do projeto e agentes de transformação. - Caso tenhamos necessidade de contratação de fornecedores, priorizaremos estes que são pertencentes às comunidades que estão participantes do projeto. - Garantiremos a toda nossa equipe e fornecedores horas de trabalho focadas no bem-estar de todos, e salários justos.
APRESENTAÇÕES TEATRAIS As apresentações teatrais serão elaboradas durante as oficinas. A equipe do projeto entrará em contato com coletivos artísticos locais, para a criação de figurinos e adereços. Profissionais locais serão responsáveis por aspectos cenográficos e de figurino, conforme o orçamento. OFICINAS As oficinas terão carga-horária de 16h e serão ministrada por profissionais locais e convidados externos, todos da área das artes cênicas, e terão como base a metodologia utilizada no curso Ato de Teatro, fundado por Andrea Elia há 35 anos. A metodologia do curso aplica técnicas teatrais que despertam a autopercepção e permitem que cada participante encontre sua voz, superando bloqueios e inibições. Esse processo não apenas transforma a fala, mas também abre caminho para o surgimento do orador criativo, aquele que se comunica de forma autêntica e eficaz, estabelecendo uma contracena viva com seu público. A metodologia desenvolvida pelo curso é amplamente reconhecida por sua aplicação em ambientes terapêuticos, pedagógicos e corporativos, ajudando indivíduos a expressarem suas ideias com clareza e confiança, tanto em situações cotidianas quanto em momentos de maior pressão.
A iniciativa prevê reserva de vagas nas oficinas para pessoas com deficiência. Ações atitudinais de facilitação para a participação dos alunos PCDs por parte da equipe de oficineiros e da produção do projeto. O projeto conta com a presença de intérpretes de LIBRAS para pessoas surdas durante as oficinas e apresentações teatrais. Os vídeos de divulgação do projeto terão legendagem, e serão produzidos vídeos em LIBRAS direcionados para o público com deficiência auditiva. Nas redes sociais, as fotografias e cards publicados terão textos descrevendo as imagens no texto alternativo e na legenda das publicações, utilizando as hashtags #pracegover e #paratodosverem, direcionada ao público com deficiência visual.
Todas as oficinas oferecidas pelo projeto serão gratuitas e visam não só capacitar as crianças e jovens artisticamente, mas também fortalecer a identidade cultural local. Além disso, 40% (40% já não são para PCDs como descrito acima, outros 40% serão reservados para outras identidades? Não ficou claro) das vagas serão reservadas para públicos prioritários, como pessoas negras, indígenas, mulheres, LGBT+, garantindo inclusão e diversidade. Como parte do processo formativo das oficinas, serão realizadas apresentações teatrais abertas ao público em cada um dos bairros beneficiados. Além dessas apresentações, ocorrerão seis apresentações do espetaculo final: três no Equipamento Cultural Subúrbio 360 e outras três no Teatro SESC Casa do Comércio. Essas apresentações finais servirão como uma celebração do trabalho desenvolvido ao longo do projeto. As apresentações no Equipamento Cultural Subúrbio 360 convidará as comunidades locais a se envolver diretamente com o universo artístico do projeto, enquanto as apresentações no Teatro SESC Casa do Comércio proporcionarão a oportunidade de amplificar o talento dessas crianças e jovens a suas comunidades e todos os interessados em arte e cultura. Todas as apresentações teatrais organizadas pelo projeto serão gratuitas e abertas ao público, reforçando o compromisso com a acessibilidade e a inclusão cultural. Serão promovidos ensaios abertos aos pais e familiares, permitindo que as famílias acompanhem o processo criativo e se sintam parte da construção do espetáculo. Esses momentos proporcionam diálogo entre os artistas e suas famílias, além de ampliar o entendimento sobre o fazer teatral. Um material pedagógico em formato de cartilha será produzido para ser entregue às crianças participantes do projeto, contendo pontos relevantes do conteúdo programático das oficinas. O projeto ocorrerá em parceria com centros culturais locais, ampliando seu alcance e possibilitando a interação de diferentes comunidades. Isso cria um ecossistema cultural colaborativo, potencializando o impacto social e artístico nas regiões envolvidas.
Andrea Elia - Direção Geral Atriz, arte-educadora, diretora teatral e terapeuta junguiana. Artista empreendedora com mais de 35 anos de carreira nos palcos, tendo se apresentado no Brasil, Portugal, Espanha e Rússia. Gestora e professora do Curso Ato de Teatro e professora de Oralidade do Colégio Helyos. Vencedora do Prêmio Braskem de Teatro de Melhor Atriz pelo desempenho no espetáculo “As velhas”, de 2010. Guilherme N. Stadtler - Coordenador Pedagógico e professor da Oficina de Dramaturgia. Formado bacharel em História pela Universidade Católica do Salvador e pós-graduando em História Pública da Bahia pela mesma instituição. Conquistou bolsa de estudos e formou-se em atuação e direção para teatro, cinema e tv, no Instituto Stanislavsky e Escola de Cinema do Latin American Institute-SP. Ator, roteirista, diretor e produtor baiano é um artista versátil que já atuou em mais de 20 espetáculos teatrais, longa-metragem (A Coleção Invisível), longa de animação (Ritos de Passagem), cerca de 10 curtas-metragens como ator, preparador de elenco e assistente de direção em produções baianas e no eixo Rio-São Paulo. Foi aluno e, mais tarde, professor do Curso Ato de Teatro e membro fundador da Companhia de Teatro e Artes Os Bumburistas (vencedora de 2 prêmios Braskem). Almir Gonçalves Nascimento (Almir gaiato) - Coordenador de Mobilização Social Mobilizador social e multiartista com forte atuação em Nova Constituinte, subúrbio de Salvador-BA. Formação em liderança comunitária pelo Sofia Centro de Estudos e curso de Teatro na Escola Ato. Com 15 anos de atuação em teatro, 10 anos como liderança comunitária e 3 anos como arte educador, é idealizador e fundador da Cia Teatro na Comunidade. Atuou nos espetáculos: Ao som de um bolero/2009, Cabaré Brasil/2010, Ramon e D’julieta, Código de conduta/2011, o Sertão vai virar mar/2012, Sexo dos bons/2013, e os saltimbancos da alegria/ 2013, montagens conduzidas pela atriz e diretora Andrea Elia. Há 4 anos vem produzindo e articulando ações como: Comemoração do Dia das Crianças, homenagem às mães, e desfile da beleza negra Nova Constituinte. Escreveu, produziu e dirigiu o espetáculo O grito da liberdade, 2022; Espetáculo no caminho do Pai, 2023; Feira de beleza e estética para mulheres da comunidade, 2023; Bailinho de carnaval para crianças, 2023; e “Casamento na roça”, 2023. Assistente de iluminação do caboclo de cobre no espetáculo “O campo de batalha”, dirigido por Márcio Meirelles e Lázaro Ramos. Assistente de direção de Caboclo de Cobre no espetáculo “Abapyranga e Tuna” para o Boca de Brasa apresenta, em 2023. Luiz Ailton Andrade Santos Filho (Caboclo de Cobre) - Coordenação técnica e facilitador de oficina. Coordenador do Aldeia Coletivo, integra o Coletivo Indígena Wetçamy, é produtor, diretor, escritor, ator, compositor, cantor, performer, iluminador, arte-educador e coordenador técnico. Bacharel em interpretação teatral, conta com mais de 150 obras no currículo, se experimentou em diversas linguagens (teatro, dança, audiovisual, música, performance e circo), exercendo funções criativas, técnicas e de produção. Idealizador e coordenador-artístico do Festival Cururupe de Música, Concurso Antropofagia Drag Queen, Asè Orin-Rede AfroIndígena de Música Soteropolitana, Enxurrada Casa Preta, Enxurrada na Aldeia, Biblioteca Comunitária Itajuípe e Fórum de Técnicos e Iluminadores da Bahia. Recebeu indicações e prêmios: Melhor Ator (Prêmio Ipitanga de Teatro); Melhor Iluminador e por 3 vezes Melhor Espetáculo infanto juvenil (Prêmio Braskem de Teatro); 3 indicações ao Prêmio Caymmi de Música; WebFestValda 2016 e 2017 com a banda Levante! (maior concurso de bandas independentes do Brasil). Via Press Comunicação - Produção Executiva e comunicação Edu Coutinho - Coordenação Pedagógica Mestre em Artes Cênicas e graduado em Comunicação pela Universidade Federal da Bahia, Edu Coutinho trabalha há mais de 10 anos como produtor, ator e assessor de comunicação de diversos grupos, instituições e projetos culturais. Coordenou o núcleo de comunicação do Teatro Vila Velha entre os anos de 2014 e 2018. Desde 2016, é produtor e apresentador do programa Lusófonos, veiculado pela Rádio Educadora. Em julho de 2020, produziu, dirigiu e apresentou ao lado de Nara Couto o Festival Lusófonos, exibido pela TVE Bahia e diversas televisões educativas brasileiras - todo realizado em isolamento social, o programa reuniu artistas musicais de sete países de língua portuguesa. Como produtor executivo, trabalhou em inúmeros projetos, entre eles: espetáculo “Pequeno Manual Antirracista” (2024); espetáculo "Namíbia, Não"! (2022-2023) espetáculo "Embarque Imediato" (2021-2023) espetáculo “Do outro lado do mar” (2021-2022), programa audiovisual “Festival Lusófonos” (2020), espetáculo “Distopias” (2018), espetáculo “Eu, você e todo mundo” (2017), espetáculo “Bonde dos Ratinhos” (2016), espetáculo “Destinatário Desconhecido” (2014).
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.