Nenhum incentivador/fornecedor cadastrado localmente. Click "Carregar via SALIC" para buscar da API ao vivo.
Realizaremos a construção de uma OCA cultural a partir de uma fusão da arquitetura xinguana com a arquitetura contemporânea, uma co-criação entre o Studio Arthur Casas e os detentores do conhecimento de uma etno-arquitetura indígena. Uma OCA de cerca de 180 m2 será realizada em São Paulo para uma exposição sobre a Cultura dos Povos Originários e esta, depois, poderá itinerar em outros locais do Brasil. Ao redor dessa OCA teremos obras de arte nascidas da TR'OCA cultural entre artistas não indígenas e artistas/artesãos do Xingu (MT), uma síntese da troca entre os mundos. A Direção Artística dessa jornada será do curador Marcello Dantas, lado a lado com os indígenas. Nessa Oca haverá ainda exposições, oficinas culturais e encontros interculturais para troca de saberes. O nome do projeto é OCA MOITARÁ. Moitará é o ritual Xinguano de troca entre os Povos. Pressupõe uma troca justa, onde todos saem contentes, daí o nome desse projeto.Todo processo da OCA Moitará será baseado na troca e na co-criação entre indígenas e não indígenas.
Produto BEM MOVEL OCA MOITARÁ (São Paulo - SP)Classificação indicativa etária: livreAqui entra a obra de criação e sensibilização feita entre os povos do Xingu e a equipe do arquiteto Arthur Casas no sentido de um encatamento e quase assombro pela harmonia da etno-arquitetura xinguana. Que resultará nessa construcão híbrida e desmontável, a síntese do diálogo entre dois mundos - o mundo urbano e o mundo xinguano. Uma obra que, por ser desmontável, depois dessa exposicão poderá percorrer o Brasil e o Mundo. Produto EXPOSIÇÃO OCA MOITARÁ (São Paulo - SP)Classificação indicativa etária: livreArtistas convidados e a equipe do curador Marcello Dantas, vão criar um ambiente dinâmico de TROCA e SENSIBILIZAÇÃO entre indígenas e não indígenas DENTRO DA OCA. A idéia é trazer para os não indígenas visitantes um abiente que, através da tecnologia e dos elementos sensoriais contem histórias muito antigas, desses povos ancestrais. E valorizem a nossa diversidade como nação. Conhecer para respeitar e conservar.Os conteúdos passarão por: gastronomia, rituais, medicina ancestral, modo de vida, expressão artística, linguas.
OBJETIVO GERAL:O projeto tem como objetivo geral aproximar o brasileiro urbano de seus Povos Originários e trazer a compreensão de que, enquanto país, a nossa bio-dioversidade (ambiental, cultural, humana) é nossa maior riqueza. Aproximar mundos. Focando primeiro nas edificações, exaltando a arquitetura (etno-arquitetura) propomos a fusão das linguagens (uma troca concensuada lado a lado com os Povos do Alto Xingu) e criamos o desenho dessa OCA que poderá atravessar o tempo (geralmente uma oca tradicional dura somente de oito a dez anos).Essa OCA tem a característica de ser desmontável, logo ITINERANTE, terá por volta de 180 m2 e será lançada em São Paulo, onde teremos um espaço para a TROCA de saberes.As obras de arte ao seu redor também poderão ser desmontadas e remontadas, com o objetivo da itinerância. Haverá dentro da OCA uma exposição multi-sensorial envolvendo artistas não indígenas e artistas indígenas de modo a sensibilizar os visitantes para a causa dos Povos da Floresta. Nesse espaço teremos também uma série contínua de atividades que envolvem, arte, rituais, esportes indígenas (a luta do huka-huka), etno-medicina através de falas de indígenas, principalmente do Xingu. Busca-se não apenas preservar e exaltar o patrimônio arquitetônico originário, mas também promover a retomada simbólica e prática pelos povos indígenas da totalidade desse território histórico chamado de Brasil, fortalecendo as culturas xinguanas e reforçando para o mundo a importância desse que foi o primeiro gesto de busca de justiça significativa aos Povos Originários do Brasil, visto que o Território do Xingu foi o primeiro grande território decretado e onde se observou o respeito à cultura e o modo de vida indígena. Em um contexto mais amplo, a iniciativa visa articular políticas de preservação, destacando-se pela perspectiva participativa, coletiva e diversa, incorporando as formações, o registro em livro e audiovisual, além da difusão irrestrita dos conteúdos produzidos durante o processo. Assim, cumpre-se com os incisos IV, V, VI, X, XII, XV do artigo 3º do Decreto nº 11.453, de 2023 ao "promover o restauro, a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em suas dimensões material e imaterial"; "incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais"; "fomentar atividades culturais afirmativas para a promoção da cidadania cultural, da acessibilidade às atividades artísticas e da diversidade cultural"; "apoiar ações artísticas e culturais que usem novas tecnologias ou sejam distribuídas por plataformas digitais"; "impulsionar a preparação e o aperfeiçoamento de recursos humanos para a produção e a difusãoculturais"; e "apoiar o desenvolvimento de ações que integrem cultura e educação". OBJETIVOS ESPECÍFICOS:Produto BEM MÓVEL - CONSTRUÇÃO, PRESERVAÇÃO, DIFUSÃO: construir, cuidar e divulgar a OCA MOITARÁ ponto de encontro e troca de saberes e também centro de uma exposição artística com cerca de 180m2 em sua construcão e QUE FUTURAMENTE VAI ITINERAR ENTRE CIDADES. Começando em São Paulo (SP) no Parque Mario Covas, em plena avenida Paulista. Essa arquitetura de fusão nasceu do encontro acontecido em São Paulo no final de 2023, quando o professor Xinguano Edu Kalapalo deu uma aula sobre a etno-artitetura xinguana para os arquitetos do Studio Arthur Casas. Dessa troca de saberes nasceu o desenho da OCA MOITARÁ. Produto EXPOSIÇÃO - em co-criação com os povos do Xingu vamos realizar uma exposição estabelecendo obras sensoriais envolvendo artistas não indígenas e indígenas, com o intuito de celebrar a cultura originária.
As Leis de Incentivo são fundamentais para a materialização desse projeto.O projeto de construção, preservação e difusão da OCA MOITARÁ valoriza o Território Indígena do Xingu como um marco histórico e cultural -- ter sido a primeira unidade de proteção territorial de grandes proporções e que abraçou todo o território cultural e tradicional dos Povos originários do Alto Xingu. Tal ênfase surge como uma resposta crucial à crescente pressão sobre a região da bacia do rio Xingu, reconhecida como um berço de diversidade, que abriga 26 povos indígenas e comunidades ribeirinhas em 27 milhões de hectares de áreas protegidas. Diante das ameaças à integridade cultural e territorial desses povos, provenientes da fronteira de ocupação e desmatamento na Amazônia, o projeto se fundamenta na necessidade premente de envolver o Povo Brasileiro com a causa indígena, seus direitos ancestrais à terra e à preservação da diversidade cultural e humana que caracteriza nosso país. Valorizar essa diversidade: mostrá-la como nosso máximo valor.REFLEXÃO:O projeto colonial foi mesmo um projeto de extinção da natureza. E não de uma vida em paz com ela.Os Europeus vieram para os ‘outros mundos’ com o espírito da inquisição dentro.E a inquisição, todos se lembram, foi o tempo que se queria matar tudo que era natural ou conectado com as forças naturais _ as mulheres, por exemplo.A inquisição não suportava o diferente.Foi com a inquisição no coração que aportaram no Brasil, uma terra com mais de 1.000 povos e centenas de línguas e culturas diversas.Olha que prato cheio.... Chamaram a terra pelo nome de uma árvore, o Brasil, e logo se encarregaram de botar todas essas árvores em extinção.Esse fato chama muito a atenção. Não havia o desejo de integrar, mas sim o de desintegrar.Fato que revela logo de cara do que se tratava __ um projeto de extermínio. Essa herança destruidora grassa, há séculos, multiplicada em tecnologias. Do colonialismo ao mercantilismo e no seu ápice, o capitalismo e à sociedade de classes, que quer transformar todo mundo numa mesma coisa: um consumidor. Veja que essa palavra traz em si o que propicia: a dor. Nos anos 90 falou-se muito que o Brasil era o país da diversidade maior do planeta. E que essa biodiversidade seria nossa maior riqueza.E o que fizemos: destruir nossa diversidade natural, humana e cultural. Pensamos nesse projeto agora como uma forma de jogar luz sobre as urgências: de nos voltarmos para a natureza e de celebrarmos a diversidade das vidas.Menos cidade e mais diversidade. Pois essa OCA Xinguana não será ôca, mas sim, repleta de possibilidades. A possibilidade de abraçarmos o outro diferente e de, enfim, cultivarmos o Brasil com paus que cresçam para dar frutos e multiplicar florestas. Este projeto de conservação visa resgatar a história indigena do país, e garantir seu modo de vida tradicional dentro da Cultrura. Considerando a urgência da proteção dos povos indígenas, da Floresta Amazônica e da vida no planeta, o projeto se propõe a valorizar não apenas o patrimônio material, mas também as cosmologias, identidades e territórios indígenas. A conjuntura atual, marcada por ações de combate à emergência climática e a instituição de um Ministério dos Povos Indígenas, destaca a necessidade de iniciativas culturais sustentáveis que sensibilizem para a preservação das culturas indígenas e seus territórios. A proposta reconhece o TIX como o maior conjunto de áreas de preservação interconectadas do mundo, abrigando diversas etnias, e busca garantir a conservação cultural e linguística dessas comunidades para a manutenção de suas liberdades sociais e a continuidade de suas tradições.Sabidamente o TIX abriga a maior diversidade linguística das Américas e esse ‘caldeirão cultural’ sempre chamou a atenção do mundo. O projeto, assim, representa um compromisso vital com a preservação da diversidade cultural e ambiental do Xingu, contribuindo para a construção de um futuro mais sustentável para o planeta. O projeto contribui diretamente para a consecução dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030. Em particular, o projeto aborda de maneira contundente metas relacionadas à erradicação da pobreza (ODS 1), uma vez que visa fortalecer as comunidades indígenas, promover o desenvolvimento socioeconômico e proteger seus territórios, proporcionando condições para uma vida digna e autossustentável. Além disso, o engajamento na preservação e revitalização das culturas xinguanas contribui para a promoção da igualdade (ODS 10), reconhecendo e respeitando a diversidade étnica e cultural presente na região.A iniciativa também se alinha ao ODS 13, que trata da ação climática, ao combater as ameaças ambientais enfrentadas pelos povos indígenas na região do Xingu, como o desmatamento, a exploração ilegal de recursos naturais e as mudanças climáticas. A preservação do Polo Leonardo Villas Boas e a proteção do Parque Nacional do Xingu atuam como barreiras essenciais contra as práticas que contribuem para a degradação ambiental, promovendo assim a sustentabilidade ecológica e a conservação da biodiversidade (ODS 15). Além disso, o projeto contribui para a promoção da parceria para o alcance dos objetivos (ODS 17), ao estabelecer colaborações entre as comunidades indígenas, entidades governamentais, organizações não governamentais e investidores comprometidos com a causa. A articulação de esforços em prol da conservação cultural e ambiental no Xingu destaca a importância da cooperação para enfrentar desafios complexos e alcançar resultados duradouros. Portanto, o projeto não apenas visa a preservação de um patrimônio histórico e cultural, mas também se alinha aos princípios fundamentais da Agenda 2030, contribuindo para um desenvolvimento sustentável e equitativo na região. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdoslocais;III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional;V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira;VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro;VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações;VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória;IX - priorizar o produto cultural originário do País. O projeto alcançará os seguintes objetivos do Art. 3º da Lei 8313/91:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoalda área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;II - fomento à produção cultural e artística, mediante:a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervocinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural;b) edição de obras relativas às ciências humanas, às letras e às artes;III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizaçõesculturais, bem como de suas coleções e acervos;
Quando o Parque Nacional do Xingu foi decretado, em 1961, depois de um incansável trabalho de Orlando, Leonardo e Cláudio Villas Boas, pela priomeira vez no mundo, decretou-se uma terra de grandes proporções e correspondente ao território tradicional de Povos Originários. Era um fato inédito e um pensamento tambem ele, inédito. O direito à terra ancestral e a manutenção desse território o mais fechado possível para que aqueles povos pudessem se adaptar ao convívio com o restante do país durante gerações. Orlando e Claudio nao pensaram como Rondon e Darcy Ribeiro, que sofriam, mas alegavam a inevitabilidade do contato transformador para sempre daquelas vidas. Eles pensaram diferente e promoveram esse isolamento: o Xingu viveu muitas décadas em sí mesmo, o acesso era difícil, as autorizações para visitar, raras. Com isso realmente criou-se um ambiente especial, até hoje de cultura sólida, de rituais vivos e de indígenas convictos de seu modo de vida e do valor de suas linguas, seus jeitos, seus gestos. É mais que oportuno agora, mostrar essa sociedade e essa cultura e refletir sobre as escolhas que foram feitas por Orlando, Cláudio e os sábios caciques e lideranças de então: Aritana Yawalapiti, Takuman Kamayura, Afukaká Kuikuro.E conhecer de perto a beleza desse povo.
Produto BEM MOVEL OCA MOITARÁBem ao modo indígena, traremos uma tecnologia em madeira para estruturar a OCA; mas nessa versão que contempla o diálogo entre arquiteturas, teremos madeiras proveniente de florestas plantadas de Pinus e Eucalipto. Produtos (painéis MLC, NLT, CLT e paredes de Wood Frame) são fabricados dentro de todas as especificações normativas e possuem a mais alta qualidade.Tecnologia que permite montagem e desmontagem.O futuro está no caminho dos materiais renováveis, que não exigem de energia artificial para sua produção: o sol faz todo o trabalho.O telhado dessa OCA-OBRA será coberto por telhas esopecialmente criadas pelos povos Wauja do Alto Xingu, os ceramistas e artistas mais famosos desse território.Essa será uma Oca Urbana, sustentável, leve e replicável. Produto EXPOSIÇÃO DE ARTES VISUAIS: Será uma exposição para trazer a ancestralidade de forma totalmente tecnologica. Nada analógica. 1. IMAGENS DA EXPOSIÇÃO - Projeções e Retroprojeções- Teremos Projetores Digitais de Alta definição (4K ou superior), preferencialmente com alto brilho (em lumens) para garantir boa visibilidade em diversas condições de iluminação. O ambiente de baixa luz da exposição será perfeito para criar projeções de imagens 'solares" do cerrado. - Teremos também lonas para retroprojeção: telas especiais que permitem a passagem da luz do projetor de trás para frente, criando uma imagem visível para o público.- Teremos telas de Projeção: Superfícies adequadas para projeções frontais; podem ser telas portáteis ou fixas. Pensamos em criar um mosaico de imagens e luzes como síntese do Cerrado visto por Rui.- Mapeamento de Projeção: Teremos Softwares como Resolume, MadMapper ou TouchDesigner para ajustar e mapear as projeções de forma correta nos objetos ou superfícies. 2.TOTENS com experiêcias sonoras e olfativas:Ao longo da Oca teremos estações verticais que serão como totens para experiências olfativas e sonoras do Xingu. 3. Iluminação especial- Iluminação de Ambiente: Luminárias de LED com controle de temperatura e intensidade para evitar interferências nas zonas de projeção e holografia.- Luzes Direcionais: para iluminar corretamente as ampliações. 4. Sistemas de Som- Caixas Acústicas e Amplificadores: para fornecer som imersivo.- Sistema de Som Direcional:Tecnologia que permite direcionar o som para áreas específicas, criando experiências de áudio focalizadas. 5. Infraestrutura Digital- Servidores/Computadores de Alto Desempenho:Equipados com GPUs potentes para renderização de imagens em tempo real, se necessário.- Software de Controle e Gerenciamento: Sistemas que podem controlar múltiplos dispositivos simultaneamente, sincronizando todos os elementos de exibição.- Tablets ou Terminais de Controle para a monitoria:Para que os curadores ou técnicos possam ajustar as configurações em tempo real. 6. Montagem e Suporte- Suportes e Estruturas metalizados: para telas de projeção, equipamentos holográficos e ampliados.- Cabos e Conexões:HDMI, DisplayPort, Ethernet, cabos elétricos adequados e outros tipos de conectores necessários para ligar todo o equipamento. 8. Instalação Artística- Elementos Escultóricos ou de Cenografia: Dependendo do conceito da exposição, pode ser necessário criar suportes ou ambientes específicos para ambientar a OCA e criar conexão. 9. 5 OBRAS DE ARTISTAS EM CONJUNTO COM ARTESÃOS/ARTISTAS XINGUANOS. (ver imagens nos anexos)
Produto BEM MÓVEL - CONSTRUÇÃO / PRESERVAÇÃO/ DIFUSÃO (principal) a) ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões e banheiros adaptados. b) DEFICIENTES AUDITIVOS: não se aplica. c) DEFICIENTES VISUAIS: piso tátil, mapa tátil. d) ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: serão contratados consultores para definição desse aspecto de acessibilidade para a obra. Produto EXPOSIÇÃO de ARTE a) ACESSIBILIDADE FÍSICA: rampas, corrimões e banheiros adaptados. b) DEFICIENTES AUDITIVOS: não se aplica. c) DEFICIENTES VISUAIS: piso tátil, mapa tátil. d) ACESSIBILIDADE PARA PESSOAS QUE APRESENTAM ESPECTROS, SÍNDROMES OU DOENÇAS QUE GEREM LIMITAÇÕES AOS CONTEÚDOS ASSIM COMO PESSOAS QUE DESCONHECEM AS LINGUAGENS OU IDIOMAS DOS CONTEÚDOS: serão contratados consultores para definição desse aspecto de acessibilidade para a obra.
De modo a democratizar o acesso ao bem cultural geral com os recursos da Lei de Incentivo à cultura, a proponente se compromete a adotar as seguintes medidas, conforme o artigo 27 da IN nº 01/2023:EXPOSIÇÕES: Entrada livre, gratuíta para todos os públicos. OFICINAS, CURSOS E PALESTRAS: 1.Entrada gratuíta de acordo com inscrições prévias no site; COMUNICAÇÃO AMPLA E VIA SITE/PORTAL DO PROJETO DEMOCRATIZARÁ O CONTEÚDO AMPLAMENTE.
Ana Augusta Rocha - Auana Editora: Coordenação geral, textos Ana Augusta Rocha é jornalista e publicitária com larga experiência na produção de livros e campanhas que envolvam as pessoas em causasque valham a pena. Dedicou sua experiência de trabalho nas grandes agências de publicidade, para criar peças de comunicação capazes de mobilizar as pessoas. Autora de mais de 40 livros, a maioria sobre Meio Ambiente e Brasil, e editora de outros 40 livros publicados. Em sua experiência também realizou mais de 20 projetos com leis de incentivo fiscal.Especializou-se em desenvolver projetos de comunicação e editoriais voltados para exaltar valores e contribuir para a construção de marcas mais relevantes. Campanhas e clientes para quem Ana já criou muitos trabalhos:● Natura● Cinex● Porsche ● Frigorífico Prieto ● Independência● Cia Suzano de Papéis ● Duke Energy, Casa da Don’Anna,● Globalfood – Advanced Food TechnologyDesde 2019 ligada à projetos no TIX, lançou em 2023 um dos resultados desse trabalho, o Livro, Site, Projeto Pedagógico e Mídias Sociais deLEVANTE E LUTE, a história da ONG Doutores da Amazônia, patrocinado via Lei de Incentivo pelas empresas Bayer e Colgate.NO PROJETO Ana Augusta fará a coordenação geral e também produzirá muitos textos que permeiam todos os eventos. Tendo projetos no Xingu onde vai com constância, nos últimos 5 anos, a jornalista tem um diálogo aberto com os Povos Xinguanos e por isso, será a principal interlocutora com eles. Arthur de Mattos Casas - ArquiteturaDe dentro para fora, do objeto à paisagem, a criação do Studio Arthur Casas está intimamente ligada a uma escala horizontal, onde o que importa é o diálogo na concepção de programas que podem ir de uma cadeira a um bairro, influenciados por um espírito modernista e contemporâneo que é brasileiro sem deixar de ser cosmopolita. Desde 1990, a equipe de designers, arquitetos e urbanistas se divide entre os escritórios de São Paulo e NY, e possui obras em diversas cidades do mundo como Tóquio, Paris, Rio de Janeiro, NY e São Paulo, criando um vocabulário reconhecido e publicado internacionalmente. Em prática desde 1990, o Studio Arthur Casas ganhou notoriedade ao longo dos anos e recebeu diversos prêmios nacionais e internacionais, como World Architecture Festival, Best of Year, iF Design Award, Frame Awards, Red Dot Design Award, Leaf Awards e Architecture Masterprize, entre outros.NO PROJETO o arquiteto Arthur e sua equipe, são os responsáveis pelo desenho arquitetônico da OCA INSPIRADOS NA ETNO-ARQUITETURA XINGUANA. Marcello Dantas - Curadoria Exposiçõesé um premiado curador interdisciplinar com ampla atividade no Brasil e no exterior. Trabalha na fronteira entre a arte e a tecnologia, produzindo exposições, museus e múltiplos projetos que buscam proporcionar experiências de imersão por meio dos sentidos e da percepção. Nos últimos anos esteve por trás da concepção de diversos museus, como o Museu da Língua Portuguesa e a Japan House, em São Paulo; Museu da Natureza, na Serra da Capivara, Piauí; Museu da Cidade de Manaus; Museu da Gente Sergipana, em Aracaju; Museu do Caribe e o Museu do Carnaval, em Barranquilla, Colômbia. Realizou exposições individuais de alguns dos mais importantes e influentes nomes da arte contemporânea como Ai Weiwei, Anish Kapoor, Bill Viola, Christian Boltanski, Jenny Holzer, Laurie Anderson, Michelangelo Pistoletto, Studio Drift, Rebecca Horn e Tunga. Foi também diretor artístico do Pavilhão do Brasil na Expo Shanghai 2010, do Pavilhão do Brasil na Rio+20, da Estação Pelé, em Berlim, durante a Copa do Mundo de 2006. Foi curador da Bienal do Mercosul, realizada em 2022, em Porto Alegre, e é atualmente curador do SFER IK Museo em Tulum, no México. Formado pela New York University, Marcello Dantas é membro do conselho de várias instituições internacionais e mentor de artes visuais do Art Institute of Chicago. Em 2017 foi agraciado com a Ordem do Mérito Cultural pelo Ministério da Cultura do Brasil.NO PROJETO, Marcello será o responsável pela área artística e pelos conteúdos expográficos.Amanuá Kamayurá- Coordenação XinguAmanuá é um experiente coordenador bi-lateral, tendo vivido e trabalhado por muitos anos fora do território indígena, o que lhe dá uma grande versatilidade na comunicação. Já foi o chefe da FUNAI no TIX e hoje exerce um papel de liderança junto a seu povo.NO PROJETO, Amanuá será coordenador indígena e facilitador do diálogo entre os Povos do Alto Xingu e essa iniciativa.Takuman Kamayurá - Coordenação XinguJovem liderança do povo Kamayura, Takuman é um hábil contador de histórias sobre seu povo e sua cultura. NO PROJETO, Takuman será coordenador indígena e facilitador do diálogo entre os Povos do Alto Xingu e essa iniciativa.
PROJETO ARQUIVADO.