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PRONAC 250051Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Amazonia Motirô

ANA UNGER
Solicitado
R$ 622,3 mil
Aprovado
R$ 622,3 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Teatro Musical (c/ dramaturgia, danças e canções)
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
PA
Município
Belém
Início
2025-03-03
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Belém Pará

Resumo

Resumo:O projeto "Amazonia Motirô" é um espetáculo multimídia criado para a COP30, que integra música ao vivo, dança, videografia e fotografia em uma experiência sensorial única, celebrando a biodiversidade amazônica e alertando sobre a necessidade urgente de sua preservação. Com direção artística de Ana Unger, direção criativa de Sílvia Quadros e trilha sonora original composta por Thiago D'Albuquerque, o espetáculo reúne diversos artistas e técnicos, incluindo bailarinos, músicos, coralistas e fotógrafos. As exuberantes paisagens do Pará, captadas pelo fotógrafo Marcos Hermes, compõem o cenário virtual, enquanto os figurinos, assinados por Ana Luiza Gabbay, são confeccionados por artesãs locais. Além das apresentações, o projeto prevê workshops e audições para artistas de todo o estado, promovendo a inclusão e formação técnica de alto nível.

Sinopse

1. Espetáculo de Dança: "Amazonia Motirô"O espetáculo de dança "Motirô" é uma performance multimídia que explora a relação entre a cultura amazônica e os desafios ambientais. O espetáculo apresenta coreografias dinâmicas e cenários virtuais, e busca sensibilizar o público sobre a importância da preservação dos rios da Amazônia. "Motirô" é um projeto que une dança contemporânea, percussão ao vivo e elementos audiovisuais, criando uma experiência imersiva e reflexiva. 2. Oficina de Percussão e Construção de Instrumentos A Oficina de Percussão e Construção de Instrumentos é uma atividade prática e educativa que combina aprendizado musical e conscientização ambiental. Os participantes aprendem técnicas de percussão, desenvolvendo habilidades rítmicas, enquanto constroem instrumentos musicais a partir de materiais recicláveis, promovendo a criatividade e a sustentabilidade. Voltada especialmente para alunos de escolas públicas e pessoas de comunidades historicamente excluídas, a oficina busca democratizar o acesso à música e à cultura. Estruturada em aulas teóricas e práticas, a oficina proporciona instruções sobre ritmo e percussão, seguidas de sessões práticas de construção de instrumentos com itens do cotidiano. Ao final, os instrumentos integrarão o espetáculo Motirô, criando uma percussão ao vivo e fortalecendo um senso de participação e comunidade. Com classificação indicativa livre, as atividades do projeto são acessíveis a todas as idades, incentivando a participação de famílias e comunidades.

Objetivos

Objetivo Geral1. Produzir um espetáculo multimídia intitulado "Amazônia Motirô", uma experiência artística imersiva que celebre a diversidade natural da Amazônia e desperte uma reflexão sobre a urgência de preservação ambiental e combate à poluição dos rios, envolvendo o público da COP30 em uma conscientização sensorial e emocional. Objetivos Específicos 2. Realizar um espetáculo multimídia com música ao vivo, coral, dança, videografia e fotografia, integrando músicos, bailarinos, coralistas, fotógrafos e cinegrafistas.3. Exibir imagens de paisagens naturais do Pará, captadas pelo fotógrafo Marcos Hermes, em cenário virtual durante o espetáculo.4. Oferecer audições para selecionar bailarinos de todo o estado, proporcionando workshops e aulas, com auxílio de transporte, alimentação e cachê.5. Garantir a realização de ensaios e a preparação técnica do elenco, assegurando um alto nível de qualidade artística e técnica para a apresentação na COP30. 6. Promover 2 apresentações do espetáculo, para um público de mais de 5000 pessoas

Justificativa

Quando falamos da Amazônia e percebemos nosso lugar de pertencimento através da dança e videografia, mostramos a diversidade e vastidão desse ecossistema único, bem como a urgência de preservá-lo. Superamos as limitações de longos discursos, gerando uma resposta emocional imediata no público. "Amazônia Motirô,é um espetáculo multimídia ,onde música ao vivo,dança ,videografia e fotografia ,integram uma experiência sensorial única e envolvente . Amazônia Motirô ,celebra a exuberância da natureza amazônica e alerta para os riscos da poluição das águas dos nossos rios e mares, a importância de preservação e tomada de consciência para novos caminhos e experiências .Com música original composta especialmente para o Projeto pelo paraense Thiago D’albuquerque, esse pretende ser um momento de arte e reflexão para todos os integrantes da COP 30 que acontecerá em Belém, em novembro de 2025. O projeto reúne mais de 100 artistas entre músicos, coralistas, fotógrafos, bailarinos, atores, videomakers, designers de luz, designers de Figurino, costureiras e equipe de produção. As exuberantes paisagens naturais do Pará, ganham vida nas imagens captadas pelo renomado fotógrafo Marcos Hermes. A ilha de Algodoal, a ilha do Pilão em Cuiarana - Salinopolis, Icoaraci e Alter do chão enaltecem o cenário virtual por seu olhar sensível e inovador, recebendo a direção criativa de Sílvia Quadros e direção artística de Ana Unger .O projeto prevê uma audição para bailarinos de todo estado, com possibilidade de aulas ,workshop, auxílio transporte e alimentação e cachês, o que possibilitará um elenco de altíssimo nível técnico e artístico.Os figurinos assinados por Ana Luiza Gabbay, serão confeccionados por uma equipe de costureiras e artesãs. O projeto "Amazonia Motirô" visa sensibilizar o público da COP30 para a importância da preservação da Amazônia por meio de uma abordagem artística inovadora e imersiva. O uso do Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais é essencial para viabilizar esta iniciativa de grande impacto social e ambiental, considerando o custo elevado de produção, que inclui artistas de várias áreas, infraestrutura de som e luz, figurinos e cenários virtuais. Este projeto se enquadra nos incisos I e II do Art. 1º da Lei 8313/91, que promovem a difusão da cultura e valorizam a diversidade artística brasileira, especialmente ao destacar elementos culturais e naturais do Pará e da Amazônia. Conforme o Art. 3º, o projeto alcança os objetivos de incentivo à criação artística (inciso II), promoção de manifestações culturais brasileiras (inciso III) e apoio a eventos culturais que visem a preservação e difusão do patrimônio cultural (inciso VII). Dessa forma, "Amazonia Motirô" busca contribuir para o fortalecimento da consciência ecológica e cultural em um cenário de relevância internacional.

Especificação técnica

Oficina de Percussão e Construção de Instrumentos Conteúdo Programático Teoria Musical: Introdução à percussão, conceitos básicos de ritmo, técnicas de execução e estilos musicais.Prática de Percussão: Exercícios rítmicos em grupo, explorando diferentes instrumentos de percussão e suas sonoridades.Construção de Instrumentos: Uso de materiais recicláveis (como garrafas, latas, caixas e sementes) para criação de instrumentos, como tambores, maracas e chocalhos. Inclui: Certificado de participaçãoModalidade: PresencialDuração: 3 horasMáximo de 20 alunos

Acessibilidade

As medidas de acessibilidade do projeto Amazonia Motirô incluem a disponibilização de intérpretes de Libras (Língua Brasileira de Sinais) durante o espetáculo, garantindo acessibilidade para pessoas surdas, além de audiodescrição para que pessoas com deficiência visual possam acompanhar o conteúdo visual e narrativo do evento. Todos os vídeos e projeções utilizados no espetáculo terão legendas em português, facilitando a compreensão para pessoas com deficiência auditiva e público internacional. O local do espetáculo será adaptado para receber pessoas com mobilidade reduzida e cadeirantes, incluindo rampas de acesso, áreas reservadas e sinalização adequada. A inclusão de uma equipe de consultoria, liderada por uma especialista em Acessibilidade e PCD, permitirá que o projeto adote as melhores práticas de atendimento e inclusão, capacitando toda a equipe para promover um evento verdadeiramente inclusivo e acessível para o público PCD.

Democratização do acesso

Para garantir a democratização do acesso ao projeto "Amazonia Motirô", serão adotadas medidas que facilitem o alcance a públicos diversos e priorizem a acessibilidade. O espetáculo terá uma cota reservada para distribuição a autoridades, patrocinadores e instituições, mas acesso a preço único e popular por exemplo, visando facilitar o acesso de públicos menos favorecidos a essa discussão crucial.Além das apresentações, serão realizadas oficinas de percussão e construção de instrumentos com materiais recicláveis, abertas à comunidade local e direcionadas, em especial, a alunos de escolas públicas e pessoas historicamente excluídas, oferecendo experiências práticas e educativas de forma gratuita.Assim, o projeto espera expandir seu público e garantir o acesso ao máximo de pessoas possível.

Ficha técnica

1. THIAGO ALBUQUERQUE (Diretor Musical e Oficineiro) Compositor, produtor musical e pesquisador da sonoridade amazônica, Thiago D'Albuquerque nasceu em Belém e iniciou seus estudos em percussão erudita aos sete anos no Conservatório Carlos Gomes (PA) e na Escola de Música da UFPA. Foi membro da Banda “Baby Band”, da Orquestra Sinfônica da EMUFPA e da Orquestra Jovem da Amazônia. Como arranjador e diretor musical, compôs trilhas para artistas e projetos na Amazônia, incluindo espetáculos de dança e curtas-metragens. Participou de gravações como percussionista em CDs e DVDs, acompanhando cantores renomados e atuando em festivais de música. Thiago lecionou no Projeto Música na Escola, na Fundação Curro Velho e em comunidades quilombolas. Ele também criou trilhas sonoras para video-mappings em monumentos históricos, como "A Cabanagem" e "Círio 2020 - Cores & Sensações", e é compositor do espetáculo "Árvores que Tocam", apresentado no XVIII Festival de Ópera em 2019. 2. ANA UNGER (Diretora Artística e Coreógrafa) Ana Unger nasceu em Belém do Pará e, ao longo de sua trajetória, buscou aprimorar seu conhecimento em dança em diversos locais. Iniciou suas aulas de Balé Clássico com a professora Clara Pinto e, posteriormente, aprofundou seus estudos na Europa e nos Estados Unidos, onde conheceu o método da Royal Academy of Dance e a técnica Hovarth Gyrotonic Expansion, um sistema de condicionamento para bailarinos. Paralelamente à sua formação em dança, Ana se graduou em Arquitetura e Urbanismo. Como bailarina, foi premiada em vários festivais renomados no Brasil e teve a oportunidade de atuar ao lado de grandes nomes da arte corporal. Com o intuito de transmitir seu conhecimento técnico e formar novos profissionais, fundou o Centro de Dança Ana Unger, dedicando-se à educação e à formação acadêmica de alunos na área da dança. 3. CARINE ARAÚJO (Produtora Executiva) Formada em Jornalismo pela Universidade Federal da Bahia, Carine Araújo é produtora cultural com mais de 18 anos de experiência, dos quais 15 anos à frente da Tabuleiro Produções. Foi premiada duas vezes pela Funarte e, inicialmente, atuou no cinema como cineclubista, posteriormente assumindo a Diretoria de Produção do Conselho Nacional de Cineclubes, onde organizou festivais como o de Atibaia e o Bahia Afro Film Festival. Carine foi responsável pela produção local do aclamado filme Pau Brasil e pela produção executiva da Mostra Curto Encontro, realizada simultaneamente em 13 espaços culturais da FUNCEB. Ela também produziu documentários como Capela D’Ajuda Já Deu Sinal e A Vida na Boa Morte para a TVE, além de Viva São João e Preservar Igarassu para o IPHAN. Atuou no registro de manifestações carnavalescas no interior da Bahia por meio da Tabuleiro Produções e organizou eventos como o Festival IN Bahia e os Festivais do Licor e Cachoeira Agosto do Blues. Em 2020, lançou seu primeiro livro de poesias, Desfile Poético Sob a Chuva, que foi premiado pelo BNB e FUNDAJ. Atualmente, reside em Belém, onde assessora projetos para o Centro de Dança Ana Unger e diversas outras empresas e instituições, como as ONGs Arte pela Vida e Xikrin Berê, além de produzir o projeto Acarajazz 4. YASMIN SOUZA (Bailarina) Formada pelo curso técnico em Dança Clássica e Licenciatura em Dança pela UFPA, com formação profissional pela Royal Academy of Dance (Intermediate, Advanced Foundation, Advanced 1 e Advanced 2), é professora, bailarina e coreógrafa no Centro de Dança Ana Unger. Iniciou seus estudos de ballet clássico aos 12 anos e expandiu suas habilidades para dança contemporânea, neoclássica e ritmos amazônicos. Participou de ballets de repertório e criações como solista e bailarina principal, além de festivais de ópera, como o XVII e XVIII Festival de Ópera do Theatro da Paz. Entre suas qualificações estão cursos de Ballet Clássico intermediário com Fauzi Mansur e Gisele Santoro, técnica de pontas com Neyde Rossi e Barra à Terre com Milton Kennedy no Festival de Dança de Joinville. Também participou de formação para professores com Monica Truffi e de cursos de musicalização e dança contemporânea com Graham Place e Amarildo Cassiano. Premiada em diversos festivais, foi eleita a melhor bailarina em um deles. 5. NOÊMIA TAVARES (Bailarina) Graduanda em Licenciatura em Dança pela UFPA e formada no método Royal Academy of Dance (nível Intermediate), é professora, bailarina e coreógrafa no Centro de Dança Ana Unger. Iniciou se"us estudos de ballet aos 13 anos e vem se especializando em outras linguagens, como dança contemporânea, neoclássica, dança de salão, jazz e ritmos amazônicos. Participou de diversos cursos e seminários, incluindo o XII Seminário Internacional de Pesquisa em Dança da UFPA, e montagens como O Quebra Nozes, Coppélia e Maiandeua – A Lenda da Princesa. Recentemente, participou do XXII Festival de Ópera do Theatro da Paz e do espetáculo Floresta Amazônica da Cia Dalal Achar. 6. SILVIA QUADROS (Direção Artística) Nascida em Belém e criada no Rio de Janeiro, Silvia Quadros é atriz profissional. Desde cedo, estudou em escola voltada às artes, tendo ali seus primeiros contatos com o teatro. Mais tarde, ingressou no curso de bacharelado em Artes Dramáticas, da Universidade da Cidade, no Rio. Na televisão, Interpretou a personagem Isolda, na novela ‘Em Família’, da TV Globo. Também participou de alguns seriados e longas-metragens nacionais. 7. MARCOS HERMES (Fotografia e cenários virtuais) Iniciado no jornalismo, começou sua carreira como correspondente de publicações internacionais, passando pelo fotojornalismo, pelas revistas da Editora Abril e se especializando na fotografia musical. Hoje, suas fotos ilustram as principais publicações especializadas nacionais e internacionais, e sua obra pode ser vista em exposições pelo Brasil e exterior. É reconhecido por seu extenso trabalho com Paul McCartney, The Rolling Stones, Ney Matogrosso, Sandy e Júnior, Cássia Eller, Sepultura, além de projetos com Amy Winehouse, Stevie Wonder, Bob Dylan, Beyoncé e Iron Maiden. Marcos Hermes leciona palestras e workshops sobre a fotografia musical no Brasil e no exterior. Sua obra provoca e desperta novas visões e percepções acerca de cores, reflexos, luzes e sombras, influenciando o olhar de pelo menos três gerações de fotógrafos. Marcos Hermes é responsável por mais de 700 capas de álbuns de grandes nomes nacionais e internacionais entre elas Guns N' Roses, João Gilberto, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Ben Harper, Milton Nascimento, Anitta e RBD. Além disso, seu acervo compreende uma das maiores coberturas da história dos festivais de música de sua geração como Rock in Rio Brasil, Rock in Rio Madrid, Rock in Rio Lisboa, Rio Montreux Jazz Festival, Free Jazz Festival, Cape Town Jazz Festival, Rockódromo, Tim Festival, Lollapalooza e Monsters of Rock. Marcos Hermes é, também, curador de conteúdos especiais do palco Sunset do Rock in Rio, sob a direção de Zé Ricardo. Dirigiu clipes musicais de artistas como Elza Soares, Titãs e Zeca Baleiro, e foi um dos responsáveis pela produção executiva de projetos como o clipe Back in Brazil de Paul McCartney.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.