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O projeto propõe uma exposição multimídia em celebração aos 50 anos do bloco afro Ilê Aiyê, reunindo 50 obras que destacam a trajetória deste grupo icônico, responsável por transformar a narrativa da população afro-diaspórica no Brasil. Com curadoria de Dete Lima, diretora do Ilê Aiyê e figura importante no fortalecimento da cultura afro-baiana, a mostra apresenta fotografias de Pico Garcez, em variados formatos e tratamentos. A exposição inclui ainda figurinos que se tornaram marcas registradas do grupo, vídeos com depoimentos dos integrantes e da comunidade, e uma instalação de videomapping. A exposição será inaugurada no Museu de Arte da Bahia (MAB) e em seguida circulará na cidade de São Paulo. O projeto celebra e documenta a trajetória do primeiro bloco afro do Brasil, consolidado ao longo de 5 décadas como ícone de resistência e afirmação da negritude. A exposição traz fotografias de Pico Garcez que capturam a essência do bloco, incluindo imagens de arquivo e novas produções.
A exposição 50 anos de Ilê Aiyé com curadoria de Dete Lima e Pico Garcez, chega para celebrar e documentar parte da trajetória do primeiro bloco afro do Brasil, que ao longo de cinco décadas tem se consolidado como um ícone de resistência e afirmação da cultura negra no país. A exposição apresenta uma coleção de fotografias de autoria de Pico Garcez que capturam a essência e a história do bloco, incluindo fotos de arquivo e novas produções que retratam lideranças, personalidades e eventos marcantes. A curadoria apresenta cerca de 35 imagens do fotógrafo Pico Garcez, em diversas dimensões e tratamentos, além de figurinos que ao longo dos tempos se tornaram uma marca importante do grupo, vídeos com depoimentos dos integrantes e da comunidade e videomapping. A proposta é desenvolver a exposição no MAB - Museu de Arte da Bahia, na capital Salvador.
Objetivo Geral: Celebrar e documentar os 50 anos do Ilê Aiyê, através de uma exposição multimídia, promovendo a valorização e preservação de sua história e contribuição para a cultura afro-brasileira, através de uma exposição multimídia que realce sua relevância como símbolo de resistência, empoderamento e identidade negra. A exposição será inaugurada em Salvador e circulará na cidade de São Paulo. Objetivos Específicos: Registrar e preservar a trajetória histórica do Ilê Aiyê através de uma exposição de fotografias, figurinos icônicos e vídeos, permitindo que as futuras gerações conheçam e valorizem a importância do primeiro bloco afro do Brasil.Evidenciar a contribuição do Ilê Aiyê para a afirmação e fortalecimento da identidade afro-brasileira por meio de uma curadoria que destaque sua trajetória e impacto na valorização da cultura negra e na promoção de um discurso de inclusão e respeito pela diversidade.Oferecer uma experiência interativa e educativa ao público, utilizando videomapping e conteúdos multimídia, para engajar visitantes de diversas faixas etárias e estimular reflexões sobre igualdade racial, resistência cultural e identidade afro-brasileira.Democratizar o acesso à exposição, implementando ações como a "visita azul" para o público autista, visitas guiadas com intérprete de Libras e parcerias com organizações sociais, ampliando o alcance da exposição para públicos diversos, incluindo pessoas em situação de vulnerabilidade social.Fomentar o reconhecimento e respeito pela diversidade cultural no Brasil por meio da ampliação do acesso ao legado do Ilê Aiyê, promovendo o entendimento de sua relevância histórica e cultural no cenário afro-brasileiro e seu impacto como agente transformador na sociedade.Inaugurar a exposição em Salvador, terra do Ilê Aiyê, e circular a exposição na cidade de São Paulo.
A exposição "50 Anos do Ilê Aiyê" é justificada pela necessidade urgente de preservar e divulgar a rica história e contribuição do Ilê Aiyê para a cultura afro-brasileira. Em um país marcado por profundas desigualdades raciais, o bloco tem desempenhado um papel crucial na valorização e afirmação da identidade negra, desafiando estereótipos e promovendo a inclusão. O Ilê Aiyê não é apenas um bloco carnavalesco; é um símbolo de resistência e empoderamento. Ao longo de cinco décadas, o mesmo tem sido uma plataforma para afirmar a beleza e a riqueza da cultura afro-brasileira, desafiando estereótipos e promovendo a inclusão. No entanto, a necessidade de preservar essa história, muitas vezes negligenciada em registros convencionais, é urgente. Este projeto não é apenas uma exposição visual, mas um testemunho que ecoa a vitalidade do Ilê em suas cinco décadas de existência; é mais do que um registro, é um tributo à herança afro-brasileira, um convite para celebrar e preservar a tradição que torna o Ilê Aiyê um símbolo inigualável de resistência e orgulho. Dos primeiros passos do bloco às manifestações contemporâneas, cada imagem conta uma história de perseverança, alegria e resiliência. Objetivos principais:A exposição busca documentar e preservar a trajetória do Ilê Aiyê, com registros fotográficos e textos históricos que garantem o acesso das futuras gerações a essa parte fundamental da cultura brasileira. Celebrando a imensa contribuição do Ilê Aiyê para a cultura afro-brasileira, a mostra destaca a beleza e a riqueza das tradições afrodescendentes, proporcionando um espaço de valorização cultural. Com um compromisso educativo, o projeto promove o conhecimento e incentiva a reflexão sobre a resistência cultural e a importância da luta por igualdade racial no país. Além disso, o projeto assegura a democratização do acesso, estruturando a exposição de forma acessível para diversos públicos, incluindo pessoas com deficiência (PCD), estudantes de escolas públicas e comunidades de baixa renda, ampliando, assim, o impacto cultural e educativo da iniciativa. Preservação Histórica: Documentar e preservar a trajetória do Ilê Aiyê através de fotografias e textos históricos, garantindo que as futuras gerações tenham acesso a essa importante parte da cultura brasileira. Valorização Cultural: Celebrar a contribuição do Ilê Aiyê para a cultura afro-brasileira, destacando a beleza e a riqueza das tradições afrodescendentes. Educação: Promover o conhecimento e a valorização da história do Ilê Aiyê, incentivando uma reflexão sobre a importância da resistência cultural e da luta por igualdade racial. Democratização do Acesso: Garantir que a exposição seja acessível a diversos públicos, incluindo pessoas com deficiência (PCD), estudantes de escolas públicas e comunidades de baixa renda, ampliando o alcance e o impacto educativo do projeto. A realização desta exposição no MAB - Museu de Arte da Bahia, representa uma oportunidade única de homenagear o Ilê Aiyê e fortalecer o reconhecimento da cultura afro-brasileira no cenário nacional. Ao promover uma imersão visual e interativa na história do bloco, o projeto não apenas celebra seus 50 anos de existência, mas também inspira um futuro onde a diversidade e a igualdade sejam valorizadas e respeitadas. Após sua inauguração em Salvador, a exposição seguirá para São Paulo, ampliando seu alcance e permitindo que um público ainda maior tenha contato com essa rica narrativa de resistência e ancestralidade afro-brasileira. Essa circulação fortalece o impacto cultural da exposição, promovendo o Ilê Aiyê como um símbolo de identidade e inspiração para comunidades em diferentes regiões do país.
A exposição 50 Anos do Ilê Ayê por Pico Garcez será realizada no primeiro andar do Museu de Arte da Bahia (MAB) e será gratuita e acessível ao público geral. Com curadoria de Pico Garcez e Dete Lima, diretora do Ilê Aiyê, conta com fotografias de Pico Garcez, combinando artes visuais, multimídia e elementos sensoriais para oferecer uma imersão na história do primeiro bloco afro do Brasil. 1. Exposição Multimídia: Fotografias: Cerca de 35 fotografias de Pico Garcez, apresentadas em diversos tamanhos e tratamentos visuais, retratam momentos emblemáticos do Ilê Aiyê, incluindo eventos, lideranças e personalidades que marcaram sua história. As fotografias serão impressas em alta resolução, em suportes que variam de telas e painéis emoldurados, proporcionando uma experiência visual envolvente. Figurinos Históricos: O público poderá admirar os figurinos tradicionais usados pelo bloco ao longo dos anos, que são verdadeiros ícones da cultura afro-baiana. Esses trajes são uma representação visual do Ilê Aiyê e seu legado, evidenciando a riqueza estética e simbólica de cada peça. Videomapping: A exposição contará com uma instalação de videomapping, com projeções de imagens e vídeos que destacam a trajetória e a essência do Ilê Aiyê. O videomapping será projetado em superfícies de grandes dimensões, criando um efeito visual dinâmico e imersivo. Depoimentos em Vídeo: Serão exibidos vídeos com depoimentos de membros do Ilê Aiyê e de pessoas da comunidade, permitindo ao público entender a influência e o impacto cultural e social do bloco. Os vídeos contarão com legendas descritivas e janela de Libras para garantir acessibilidade. Acessibilidade: O espaço expositivo contará com recursos de acessibilidade para inclusão de públicos diversos, como janela de Libras, audiodescrição, braile nas legendas das obras, legendas descritivas e um mapa tátil com informações sonoras. Além disso, será realizada uma "visita azul", voltada para o público autista, com volume reduzido e luzes ajustadas, proporcionando uma experiência sensorial mais suave. 2. Oficinas Culturais: As oficinas acontecerão no espaço do MAB, com a participação de oficineiros especializados em cultura afro-brasileira, e serão voltadas para jovens e adultos. Cada oficina busca não só ensinar uma prática específica, mas também conectar os participantes com a ancestralidade e a história do Ilê Aiyê. Oficina de Percussão: Focada nos ritmos tradicionais do Ilê Aiyê, esta oficina permitirá aos participantes experimentar a musicalidade afro-baiana por meio de tambores e outros instrumentos de percussão. A oficina será conduzida por um percussionista experiente, que ensinará técnicas de batida e compassos típicos, além de contextualizar a importância desses ritmos como forma de expressão cultural e resistência. Duração: 4 horas. Vagas para 20 pessoas.Oficina de Turbante: Os participantes aprenderão técnicas de amarração de turbantes, um importante símbolo de identidade e resistência na cultura afro-brasileira. A oficina abordará a simbologia e os estilos dos turbantes, com instruções práticas e orientações sobre a história desse adorno. Os participantes serão orientados a valorizar o turbante não apenas como acessório, mas como um ato de afirmação cultural. Duração: 2 horas. Vagas para 20 pessoasOficina de Dança Afro: Esta oficina oferecerá uma introdução à dança afro-brasileira, com movimentos inspirados nas tradições africanas que expressam a conexão espiritual e a alegria da cultura afro. Ministrada por instrutores de dança afro, a oficina incluirá técnicas de movimentos tradicionais e contemporâneos, ensinando aos participantes a liberdade e a expressão corporal típica do Ilê Aiyê. Duração: 2 horas. Vagas para 30 pessoas.Acessibilidade nas Oficinas: todas as oficinas contarão com Intérpretes de LIBRAS para garantir que as oficinas sejam acessíveis a todos os interessados.
Acessibilidade física: A exposição será desenvolvida no Terreo do MAB - assim, contamos com áreas com rampas e banheiros acessíveis que o Museu de Arte da Bahia possui. Acessibilidade de conteúdo: Janela de Libras nos videos, Braille nas legendas de obras, audiodescrição, legenda descritiva, Janela de libras para conteúdos audiovisuais.Audiodescrição para conteúdos audiovisuais e visuais. Legendas descritivas dos conteúdos. Obras sensoriais. O projeto possui uma proposta de acessibilidade direcionada ao publico autista através da visita azul: Horário diferenciado para uma “visita azul”, com diminuição das luzes e volume mais baixo para a visitação do público autista. Abafadores de sons e ruídos para empréstimo ao público autista ou com sensibilidade sonora durante a visita. O projeto prevê, também, parceria com organizações que atuam diretamente com o acolhimento a pessoas em situação de vulnerabilidade para realização de visitas em grupo à exposição. Com essa ação, buscamos fortalecer nesta comunidade o senso de pertencimento e representatividade não só neste espaço museal, mas também no potencial artístico e transformador destes indivíduos. O projeto apresentará um programa de acessibilidade multimídia, envolvendo audiodescrição e braile de todas as obras da exposição, bem como a inclusão de intérprete de LIBRAS nas comunicações presenciais e legendagem nas comunicações videográficas. Para garantir a autonomia dos visitantes com deficiência visual, haverá um mapa tátil na entrada da exposição associado à informações sonoras. No mapa tátil haverá as informações da localização das obras. Os textos de apresentação e informação também serão escritos em linguagem simples para público com deficiência intelectual e crianças. Nas visitas guiadas haverá intérprete de LIBRAS. Nas redes sociais fotografias e cards publicadas terão textos descrevendo as imagens na legenda das publicações, direcionada ao público com deficiência visual. A acessibilidade será trabalhada em todas as etapas da comunicação de divulgação da exposição, para garantir a participação social do público com deficiência em igualdade de condições e fruição que os demais.
Quanto às medidas indicadas na IN 11/2024 iremos implementar as medidas: V – Realizar gratuitamente atividades paralelas ao projeto, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas. VI – Realizar ação cultural voltada ao público infantojuvenil. Além da exposição, que será gratuita e aberta ao público, o projeto incluirá oficinas voltadas para jovens e adultos, criando espaços de aprendizado, expressão artística e conexão com a ancestralidade. Essas oficinas acontecerão no MAB - Museu de Arte da Bahia, e serão conduzidas por especialistas em suas respectivas áreas, oferecendo uma imersão nas práticas culturais e tradições afro-brasileiras que o Ilê Aiyê representa. Oficina de Percussão: Baseada na rica musicalidade do Ilê Aiyê, esta oficina ensinará os ritmos tradicionais do bloco afro, explorando o uso dos tambores e outros instrumentos de percussão que marcam a identidade sonora do Ilê. Os participantes aprenderão a tocar ritmos ancestrais, conhecendo sua importância histórica e cultural e se conectando com o espírito de resistência e celebração que a percussão representa. Oficina de Turbante: Nesta oficina, os participantes terão a oportunidade de aprender sobre a simbologia e os diferentes estilos de amarração de turbantes, que representam beleza, identidade e resistência na cultura afro-brasileira. Além da prática de amarração, a oficina abordará a importância do turbante como símbolo de ancestralidade e orgulho, promovendo um espaço de expressão e conexão com as raízes africanas. Oficina de Dança Afro: Inspirada nas danças tradicionais africanas e afro-brasileiras, esta oficina guiará os participantes em movimentos que expressam a força, a alegria e a espiritualidade da cultura afro. Através da dança, os participantes vivenciarão o legado do Ilê Aiyê e descobrirão uma forma poderosa de conexão com a ancestralidade, permitindo a expressão corporal e emocional em harmonia com ritmos vibrantes e cheios de significado. O projeto conta ainda com 6 visitas guiadas voltada para jovens estudantes de escolas públicas, proporcionando uma experiência educativa e imersiva na história e na cultura do Ilê Aiyê. Durante a visita, os estudantes terão a oportunidade de explorar a exposição com o apoio de um mediador especializado, que apresentará os aspectos históricos, culturais e artísticos do bloco afro, destacando sua importância na valorização da identidade negra e na resistência cultural. As visitas incluirão recursos de acessibilidade, como intérprete de Libras, para garantir que todos os estudantes, independentemente de suas condições, possam compreender e se engajar com o conteúdo apresentado. Além disso, os estudantes participarão de conversas e reflexões sobre a igualdade racial, a importância da diversidade cultural e o legado afro-brasileiro, fortalecendo o senso de pertencimento e respeito pela história e identidade de suas comunidades.
Nome: Dete Lima Função no projeto: Curadora Artista plástica, estilista e figurinista com uma profunda conexão com as tradições africanas, nascida e criada dentro do terreiro de candomblé Ilê Axé Jitolu, sob a influência da mãe, Hilda de Jitolu, uma respeitada Yalorixá. Em 1974, co-fundou o Ilê Aiyê, o primeiro bloco afro do Brasil, onde reinventou os trançados e amarrações inspiradas na cultura africana, promovendo a valorização da identidade negra. Possui uma trajetória que inclui a cooperação de grupos de dança, workshops e workshops de trançados e amarrações, tanto no Brasil quanto no exterior, além de ser figurinista responsável por eventos como a "Noite da Beleza Negra". Realizou exposições individuais e coletivas que celebram a riqueza da cultura afro-brasileira, destacando a importância dos Orixás e personagens do mundo negro.Com um compromisso contínuo com a educação e a preservação das tradições, sempre buscou sempre manter vivo o colorido e a cultura do Bairro da Liberdade em Salvador, contribuindo para a valorização da identidade negra e a promoção da arte e da cultura afro-brasileira. Nome: Pico Garcez Função no projeto: Fotografo / Co-curador Pico Garcez, nascido em 1963 em São Paulo, é um artista visual multifacetado que transita entre a fotografia, cinema, cenografia e videomapping. Desde cedo, desenvolveu um olhar intuitivo, explorando temas como solidão, comportamento e questões ambientais. Sua obra é amplamente reconhecida, com fotografias em coleções permanentes de importantes instituições como o Museu de Arte do Rio (MAR), o Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) e o Museu de Fotografia de Fortaleza (MFF). Garcez também conquistou prêmios internacionais, incluindo o The Art of the Intuitive Photography Institute em Nova York e a The Circle Foundation for the Arts. Além disso, ele realizou trabalhos notáveis como diretor em filmes publicitários e editoriais para marcas de renome internacional, como Nestlé , Itaú , Johnson's , Citibank entre outros. Com uma carreira que abrange exposições em diversos países como Brasil, Japão, Portugal, França e Estados Unidos, Pico é representado por galerias em Nova York, Paris, São Paulo e Salvador. Entre suas exposições individuais, destacam-se mostras na Sennaart Gallery (NY), Toth Gallery (NY) e Sobering Galerie (Paris). Além da fotografia, ele também possui vasta experiência no cinema e na publicidade, com filmes premiados em festivais internacionais. No campo do audiovisual, Garcez dirigiu videoclipes para artistas renomados, colaborou em grandes produções cinematográficas e participou de projetos de cenografia para espetáculos teatrais e performances. Sua abordagem criativa, que mistura arte e tecnologia, resulta em obras impactantes e inovadoras, sempre em diálogo com o contemporâneo. Nome: Rafael Dantas Função no projeto: Historiador Currículo resumido (2500): Historiador, professor formado pela Universidade Federal da Bahia, mestre na mesma instituição. Pesquisador na área de cultura material e iconografia com ênfase na divulgação da Cidade do Salvador e Bahia no Brasil e no mundo, durante os séculos XIX e primeiras décadas do século XX. Também é consultor de assuntos históricos e culturais, artista plástico/curador, e colunista em diversas revistas baianas sobre patrimônio, história e turismo. Assinou o levantamento de imagens e pesquisa histórica Institucional/empresarial dos Hotéis Fera Palace, Fasano Salvador e Wish Hotel da Bahia, onde é o curador das obras de arte. Além de ministrar diversas palestras sobre cultura material e história, já coordenou e articulou programas na área de cultura, educação, políticas públicas e patrimônio histórico em instituições privadas e no governo. Foi responsável pela Coordenação de Políticas Públicas para a Juventude de Salvador, Coordenador do Programa Ingressar e do Infocentro da Juventude, em parceria com a Microsoft. Também foi historiador, assessor especial e Coordenador do Turismo Cultural, Histórico e Religioso na Secretaria de Turismo do Estado da Bahia, responsável pela Coordenação do Projeto de Resgate do Toque dos Sinos da Bahia, trabalho reconhecido com placa honrosa. Na área de audiovisual participa como historiador convidado, em diversos programas, séries, documentários, jornais e telejornais na TV Globo, Futura, Fundação Roberto Marinho, TV Bahia, TV Aratu, Band, Jornal Correio, A Tarde, CNN, entre outros. Também participou de uma série visual ligada ao turismo e a divulgação dos atrativos da Bahia e de Salvador, destacando-se o trabalho do “Bahia Meu Amor”. Entre as instituições que já atuou, como professor convidado ou pesquisador, destacam-se a Universidade Federal da Bahia (UFBA), Universidade Católica, Tribunal de Justiça da Bahia, Museu de Arte da Bahia, UNIJORGE e Instituto Geográfico e Histórico da Bahia (IGHB), onde é associado. Nome: Elaine Hazin Função no projeto: Direção Geral Jornalista, especializada em Gestão Empresarial e com larga experiência em gestão e posicionamento de imagem de marcas, eventos culturais e artistas, com uma carteira de clientes composta por grandes nomes e empresas nacionais e internacionais como El Paso Oil and Gas, Petrobras, Ivete Sangalo, Carlinhos Brown, Daniela Mercury, Margareth Menezes, Ministério da Cultura, AMBEV, Natura, Nextel, Itaú, PERCPAN, Expresso Brasil na Copa, FESMAN, entre outros. Estando à frente da empresa Via Press Comunicação e Eventos é uma referência na área de comunicação e eventos, destacando-se como uma formadora de opinião em toda a região Nordeste. Elaine Hazin já realizou a gestão de eventos estrategicamente planejados para diversos clientes, dentre eles: Bahiatursa e Secretaria de Turismo do Estado da Bahia (São João da Bahia, Carnaval, Espicha Verão, Salão do Turismo); Petrobras (Batismo da Plataforma P-59 com presença da Presidente Dilma Rousseff na Bahia, Formatura Mova Brasil, Lançamento da Pedra Fundamental do Edifício Torre Pituba, Programa de Produção Sustentável de Óleo de Palma, em Belém do Pará com a presença do Presidente Luís Inácio Lula da Silva, 30 anos do Projeto Tamar). Geriu contratos de assessoria de comunicação para grandes empresas como Petrobras, Natura, Coca-Cola, Ministério da Cultura, Shopping Iguatemi, Grupo Pestana, Bompreço, entre outros. Elaine Hazin atuou estrategicamente na construção de Imagem de artistas e eventos como o Festival de Verão, desde 2004, Carlinhos Brown, Ivete Sangalo, Margareth Menezes, Daniela Mercury, Movimento Afropop Brasileiro, Movimento HotSpot, 17o PERCPAN, WWF – A Hora do Planeta e Troféu Caymmi. Além disso, coordenou a comunicação de eventos internacionais, representando o Brasil mundialmente, através dos eventos “Expresso Brasil na Copa” - ação do MinC na Copa do Mundo de 2010, na África do Sul - e “FESMAN - Festival Mundial de Artes Negras”, em Dakar, no Senegal, em dezembro de 2010. Na Caixa Cultural, já realizou as exposições de Êxodos – Sebastião Salgado (Salvador, Recife, Curitiba, Brasília e Fortaleza); Francisco Brennand – O Mestre dos Sonhos (São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Fortaleza e Brasília), Poesia Agora (Rio de Janeiro e Salvador), Alô, Alô Terezinha – 100 Anos de Chacrinha” (Salvador), Mariana (Salvador); Shows de Liniker e os Caramelows, Rita Beneditto e Jaime Alem, Quabales; Teatro: Elisa Lucinda – Parem de Falar Mal da Rotina, De Um Tudo, Sarau da Caixa. Assina a Curadoria de Ser Feliz é Para Quem Tem Coragem.
PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.