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PRONAC 250094Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Titanzinho - O Havaí é Aqui

joao francisco de assis junior
Solicitado
R$ 180,6 mil
Aprovado
R$ 180,6 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
CE
Município
Fortaleza
Início
2025-01-10
Término
2026-01-10
Locais de realização (1)
Fortaleza Ceará

Resumo

Este projeto consiste na produção de um Média-Metragem (documental) que explora a transformação social e cultural de uma comunidade tradicioanl de pescadores, onde a nova geração busca melhores condições de vida ao trocar a pesca artesanal pelo surf. Essa, mudança que enfrenta resitência da sociedade, reflete a adaptação a novas identidades culturais e econômicas, com um olhar atento para a preservação do meio ambiente. ao enfatizar a conexão da comunidade com o mar e a necessidade de práticas sustentávéos, o filme reforça a importância do cuidado ambiental para as futuras gerações, inspirando o público jovem. Como resultado, o Média-metragem será disponilbilizado gratuitamente em plataforma online, assegurando o acesso universal e promovendo a diversidade e divulgação cultural brasileira.

Sinopse

Os sonhos são inalienáveis Sinopse - Titanzinho – O Havaí é Aqui! Este documentário é uma janela para um mundo pouco conhecido, mas fascinante: o mundo dos jovens surfistas do Titanzinho, uma comunidade que abriga descendentes de pescadores artesanais. Eles vivem em sintonia com o mar, que é ao mesmo tempo seu lar, seu lazer e sua esperança. Eles sonham em pegar ondas, conquistar reconhecimento e mudar de vida. Mas existem as marés contrárias ao progresso, que chegam em forma de portos, indústrias e turismo, ameaçando a sua cultura, o seu meio ambiente e o seu espaço. No entanto, apesar da importância do Titanzinho para o surfe cearense e brasileiro, os jovens surfistas sofrem com o descaso do poder público e do privado, que não investem em políticas públicas e sanitárias adequadas para a região. Eles também não contam com o apoio e o patrocínio de grandes marcas do setor, que preferem investir em atletas de outras localidades. Assim, eles se veem obrigados a enfrentar não só as ondas, mas também a falta de infraestrutura, de oportunidades e de visibilidade. A comunidade do Titanzinho tem uma história de resistência e superação. Foi deslocada pela primeira vez da praia Mansa em 1970. Agora, ela enfrenta mais um desafio: um projeto da prefeitura que pretende construir um calçadão público na praia, exigindo, assim, um novo deslocamento da comunidade, desta vez para longe do mar. Isso significa que os jovens surfistas do Titanzinho serão afastados do seu playground e centro de treinamento, onde eles praticam o esporte que é mais do que um lazer, é uma forma de inclusão social. O documentário questiona esse progresso: é justo e sustentável? Respeita os direitos dos moradores e se preserva a diversidade da comunidade? O documentário pretende usar uma linguagem inovadora e dinâmica, voltada para um público jovem que busca conhecer novas realidades e se envolver com causas sociais e ambientais; e formar platéia para o gênero documental, mostrando que ele pode ser criativo, envolvente e inspirador sem deixar de ser original e poético. Um documentário com uma linguagem moderna e voltada para formação de platéia jovem.

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS - Documentar e valorizar as transformações culturais de uma comunidade costeira, registrando a transição de uma economia tradicional baseada na pesca para um estilo de vida contemporâneo focado no surf, como forma de destacar a diversidade e a riqueza do patrimônio cultural brasileiro. - Promover a reflexão sobre impactos sociais e econõmicos da mudança de perspectiva de vida dos moradores locais, incentivando o público a compreender os desafios e oportunidades que surgem com as novas identidades e vocações culturais. - Estimular a democratização do acesso ao conteúdo cultural brasileiro, garantido a exibição de curtas ou média-metragens em plataformas de acess livre e em eventos públicos, alcançando tanto a comunidade local quanto um público, mais amplo. - Incentivar o interesse por práticas audiovisuais e culturais nas comunicades, por meio de contrapartidas como exibições gratuitas e debates, para envolver os moradores e prmover o desenvolvimento cultural local. - Contribuir para a preservação da memória e identidae cultural da região, capturando elemntos auntênticos da vida dos moradores e dua relação com o mar, reforçando a importância de histórias locais no panorama cultural brasileiro. OBJETIVO ESPECÍFICO - Produção Audiovisual: Realizar um Média-metragem (documental) de alta qualidade, que registre com autenticidade e sensibilidade a realidade da comunidae e suas mudanças culturais. Esta ação contribui para a valorização das manifestaçãos culturais brasileiras (art. 2, incisos I e VIII), documentando aspectos relevantes da cultura local e possibilitando que este projeto seja preservado como parte da memória audiovisual do país. - Difusão gratuita e Acessível: Exibir média-metragem em plataformas de acesso livre e em exibições públicas na própria e em espaços culturias, contribuindo para a democratização do acesso ao conteúdo cultural (art. 2, inciso VI). Esse esforço visa não apenas compartilhar o filme, mas também permitir que um público amplo tenha contato com o tema e reflita sobre as questões apresentadas. CONTRIBUIÇÃO PARA A IDENTIDADE CULTURAL: Valorizar a identidade da comunidade e sua relação com o mar, fortalecendo o senso de pertencimento e preservando o patrimônio imaterial local (art.2, incisos II e V). O projeto incentivará o público a enxergar as transformações culturais como parte do processo de construção da identidade brasileira, fomentando o respeito pela diversidade cultural.

Justificativa

O projeto tem como objetivo retratar a realidade dos jovens surfistas da comunidade do Titanzinho, no Serviluz, uma área marginalizada da cidade de Fortaleza. Através do surf, esses jovens encontram uma forma de superar os problemas sociais que enfrentam, como a pobreza, a violência e o preconceito, e de construir uma nova perspectiva de futuro e de profissão. O quintal de casa, a praia do Titanzinho, é o cenário onde eles praticam o esporte que amam e que lhes proporciona oportunidades de desenvolvimento pessoal e coletivo. No entanto, essa comunidade está ameaçada pela especulação imobiliária e pelo fenômeno da gentrificação, que podem expulsar os moradores de suas casas e acabar com a cultura local. O média-metragem (documental) busca dar voz e visibilidade aos jovens surfistas do Titanzinho, mostrando suas histórias, seus sonhos e seus desafios. Além disso, o projeto também procura compreender o olhar dos moradores mais velhos sobre essa nova forma de relação com o mar que os jovens surfistas têm. Os mais velhos entravam no mar para ganhar a vida pescando e sendo mal remunerados, enquanto os jovens entram no mar para se divertir e se profissionalizar no esporte. Essa mudança de paradigma gera diferentes sentimentos e opiniões entre as gerações, que serão explorados pelo projeto. Apesar das diferenças, os mais velhos amam o Titanzinho e apoiam os jovens em suas escolhas, reconhecendo o valor do surf para a comunidade. Enquadramentos do projeto para o art. 1 da Lei 8313/91: I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais: Projetos audiovisuais democratizam o acesso à cultura, permitindo que mais pessoas tenham acesso a produções cinematográficas. III - Apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores:Média-metragens são manifestações culturais que merecem apoio, valorização e difusão. VIII - Estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória: Média-metragens podem ser ferramentas importantes para a criação e disseminação de conhecimento, cultura e memória. IX - Priorizar o produto cultural originário do País: Incentivar a produção audiovisual brasileira, valorizando talentos e histórias locais. Enquadramentos do projeto para o art. 3 da Lei 8313/91: II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: a) Produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural: Este inciso é diretamente aplicável ao seu projeto de média-metragem.

Especificação técnica

Titanzinho - O Havai é Aqui Média-Metragem Documentário não seriadoTítulo: Titanzinho - O Hawai é AquiAutor/Roteirista/Diretor: Jota JuniorProponente: Jota JuniorFormato: 40 minutos

Acessibilidade

Descrições detalhadas sobre as acessibilidades e aplicabilidade na exibição do projeto de audiovisual Legenda: Uso: Texto exibido na parte inferior da tela que transcreve os diálogos e sons importantes.Aplicabilidade: Essencial para pessoas com deficiência auditiva, permitindo que elas compreendam o conteúdo falado do filme ou vídeo. Também útil para pessoas que assistem em ambientes ruidosos ou que não falam o idioma original do audiovisual. Audiodescrição: Uso: Narração adicional que descreve elementos visuais como ações, expressões faciais e cenários.Aplicabilidade: Importante para pessoas com deficiência visual, permitindo que compreendam melhor o contexto visual do filme ou vídeo. A audiodescrição geralmente é ativada como uma faixa de áudio separada. Audiodescrição Criativa: Uso: Uma forma mais elaborada de audiodescrição, que inclui descrições detalhadas das emoções e nuances visuais.Aplicabilidade: Proporciona uma experiência mais rica e imersiva para pessoas com deficiência visual, ajudando-as a captar sutilezas que são importantes para a narrativa e a estética do filme. Libras (Língua Brasileira de Sinais): Uso: Tradução do conteúdo falado para a Língua Brasileira de Sinais, geralmente realizada por um intérprete visível na tela.Aplicabilidade: Crucial para pessoas surdas que utilizam Libras como principal meio de comunicação, garantindo que elas possam compreender o conteúdo audiovisual em sua língua nativa.

Democratização do acesso

Disponibilização: em Plataformas de acesso livre, acesso educacional. Disponibilizar para Exibições em Centros Culturais e Comunidades: Organizar sessões de exibição gratuitas em centros culturais, bibliotecas, associações comunitárias e ONGs. Parcerias com TV Aberta e Canais Públicos: Exibir o média-metragem em canais de televisão aberta e canais públicos de TV, que têm um alcance mais amplo. Festivais de Cinema Comunitários e Escolares: Participar e promover exibições em festivais de cinema locais, comunitários e escolares, que possam atingir um público diversificado. Disponibilizar para Exibições (cine clubes) em Praças e Espaços Públicos: Realizar exibições ao ar livre em praças públicas ou espaços comunitários, proporcionando uma experiência de cinema acessível a todos. Sessões de Inclusão Digital: Disponibilizar o conteúdo em centros de inclusão digital, onde pessoas com pouco acesso à internet possam assistir. Acessibilidade Complementar: Além das ferramentas de acessibilidade que mencionou (legendas, audiodescrição, Libras), garantir que as plataformas utilizadas sejam acessíveis a pessoas com deficiência, facilitando a navegação e visualização.

Ficha técnica

EQUIPE BÁSICA jOTA jUNIOR O Proponente João Francisco de Assis Júnior (Jota Junior), atuará na direção criativa como Roteirista, Diretor, Montador e dirigindo o Tratamento de colorização. Atuando no começo de carreira na área de Publicidade e Artes Visuais, migrou para o Audiovisual, onde iniciou sua formação na conhecida escola Porto Iracema Das Artes. Abaixo alguns destaques: PREMIAÇÃO*I FESTIVAL WE LIGHT FLORIPA (2022) - Prêmio categoria ONE FRAME*FESTIVAL DO MINUTO (2012)/CANAL BRASIL/GETTY IMAGES - Mensão HonrosaCurta-metragem: C'est La Vie*FESTIVAL DO MINUTO (2012)/CANAL BRASIL/GETTY IMAGES - Prêmio Como Fiz Meu Minuto/Curta-metragem: C'est La Vie*SELEÇÃOMICBR 2023 (suplente Reg. Nordeste) - 21° posição região nordeste.*MICA 20203/EDITAL MERCADO DE INSÚSTRIAS CULTURAIS ARGENTINA (Suplente Reg. Nordeste) - 18 posição/Região Nordeste, 4 posição/Ceará*I FESTIVAL DE SÉRIES DE NOVO HAMBURGO (2022)Enquanto Durar O Verão*SELEÇÃO XII EDITAL CINEMA E VÍDEO SECULT/CE(2016)Enquanto Durar O Verão/Piltoto*APARIÇÃOREVISTA ZUPI Nº 69 (2023)REVISTA ZUPI N° 42 JOÃO VICTOR BARROSO ATUAÇÃO:‐ Compositor, arranjador e produtor;‐ Multi instrumentista: canto, guitarra, violão, baixo, bateria, percussão, flauta e piano; FORMAÇÃO:‐ Graduado em Licenciatura em Música UECE (2008); Como Compositor (algumas citações):‐ Trilha original para o longa‐metragem MAIS PESADO É O CÉU (2023) de Petrus Cariry;‐ Trilha original para o longa‐metragem MEMÓRIAS DA CHUVA (2023) de Wolney Oliveira; ‐ Trilha original para o longa‐metragem EU QUERO ME ENCONTRAR (2023) das diretorasAmanda Pontes e Michelline Helena; ‐ Trilha original para o longa‐metragem AS MIGAS (2023) da diretora Salete Silva;‐ Trilha original para a série de TV “NA RAÍZ DOS FESTEJOS” (2023) de Ives Albuquerque; ‐ Trilha original para a série de TV “A CARROÇA É CULTURA” (2023) de Ives Albuquerque; ‐ Trilha original para o longa‐metragem A FILHA DO PALHAÇO (2022) de Pedro Diógenes; ‐ Trilha original para o documentário SARAVÁ, MEU AVÔ (2022) de Eusélio G. Oliveira e Gabriela Oliveira;‐ Trilha original para o curta‐metragem RUA DINORÁ (2021) de Samuel Brasileiro e Natália Maia;‐ Trilha original para o longa‐metragem A PRAIA DO FIM DO MUNDO (2021) de Petrus Cariry;‐ Trilha original para o documentário Foi Um Tempo De Poesia (2021) de Petrus Cariry;‐ Trilha original para o curta‐metragem Wake Up Early (2021) de Paula Elisa Garcia (Brasil‐EUA);‐ Trilha original para o documentário A Colônia (2021) de Mozart Freire e Virginia Pinho; ‐ Trilha original para o curta‐metragem O Fio de Ariadne (2021) de Mozart Freire e Abdiel Anselmo

Providência

PROJETO ARQUIVADO.