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Mestras do Macabro: As Cineastas do Horror ao Redor do Mundo será uma retrospectiva de cinema que exibirá 24 filmes de longa-metragem, além de promover mesas de debates, cursos e bate-papos. A mostra propõe um panorama internacional dos filmes de horror dirigidos por mulheres, passando por pioneiras do cinema clássico às corajosas realizadoras dos anos 1970 e 1980, como Stephanie Rothman, Barbara Peeters, Amy Holden Jones e outras, até chegar aos dias de hoje, em que cineastas como Rose Glass, Nikyatu Jusu e Gabriela Amaral Almeida injetam novo fôlego no gênero e têm seus filmes exibidos em festivais de grande prestígio.
Não se aplica
O projeto MESTRAS DO MACABRO: AS CINEASTAS DO HORROR AO REDOR DO MUNDO consiste de uma mostra de filmes a ser realizada no primeiro semestre de 2025. A seleção de filmes tem a proposta de trazer ao público brasileiro filmes de horror realizados por mulheres em diversas partes do mundo. O tema é relevante porque, por muitas décadas, o horror foi considerado restrito aos homens, mas hoje entende-se que as mulheres têm uma relação profunda com o gênero, inclusive, muitas vezes utilizando dele para abordar questões relativas ao papel da mulher na sociedade, como maternidade, relacionamentos abusivos, entre outros tópicos socialmente relevantes. Objetivos específicos: - Realizar a mostra nas unidades do Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro, São Paulo, Brasília e Belo Horizonte;- Exibir 24 produções em formatos digital, Blu-ray ou DVD, com 32 sessões em cada cidade. Ingressos a preços populares de R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia entrada);- Realizar como atividades paralelas: quatro mesas de debates (uma em cada cidade), um curso em cada cidade, uma sessão comentada por críticos e pesquisadores de cinema em cada cidade e uma palestra sobre produção de mostras e festivais de cinema;- Promover sessões acessíveis e gratuitas (1 com legenda descritiva, 1 com interpretação em Libras e 2 com audiodescrição);- Receber grupos de escolas públicas ou de instituições sem fins lucrativos para conferir a programação de forma gratuita, como convidados da produção.
A mostra MESTRAS DO MACABRO: AS CINEASTAS DO HORROR AO REDOR DO MUNDO será formada por sessões com 24 longas-metragens selecionados do período que vai de 1950 a 2022, produzidos em diversas partes do mundo e do gênero horror. Também acontecerão atividades presenciais com debate, curso sobre o tema e uma sessão comentada por uma crítica ou pesquisadora convidada que seja relacionada ao tema. Está previsto programar entre 32 sessões em cada cidade, com a curadoria de 24 longas, portanto com 8 reprises. Entre os filmes a serem reprisados estarão títulos que serão programados com recursos de acessibilidade de audiodescrição e legenda descritiva. As sessões acessíveis podem acontecer em horários alternativos. Os filmes serão exibidos a partir de arquivos digitais ou em formato Blu-ray e DVD. A programação da mostra também irá realizar uma mesa de debate mediada pela curadora e com a participação de críticas e pesquisadoras de cinema. Uma sessão comentada com uma crítica ou pesquisadora convidada também será realizada, abordando um filme que seja particularmente interessante para que seja melhor contextualizado e sirva para colocar em discussão o tema do evento. E também um curso inspirado na temática da mostra. A programação terá cobrança de ingressos a preço popular para as sessões regulares dos filmes. Somente as sessões com recursos de acessibilidade e as atividades paralelas serão gratuitas, com a distribuição de ingressos/senhas meia hora antes de cada sessão/atividade. Será elaborado um catálogo impresso e digital com artigos inéditos sobre todos os filmes da mostra e ensaios complementares sobre temas recorrentes desse ciclo. Para esta atividade, a produção da mostra dará prioridade à participação de críticas e pesquisadoras que tenham como um dos temas de interesse tanto o cinema de horror quanto a realização de filmes de horror por mulheres.A produção planeja montar um espaço instagramável, inspirado em temas referentes aos filmes, como cenários que evoquem imagens dos filmes mais icônicos programados. A proposta é que o público se fotografe nesse local e compartilhe nas redes sociais, usando hashtags específicas, de forma que a mostra e sua programação ganhem um alcance maior. O projeto se enquadra nos incisos I, III, VII, VIII do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; E também aos seguintes objetivos de seu Art. 3º a seguir: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculos de artes cênicas ou congêneres; V - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos. Um projeto como esse só é possível de ser realizado, da forma como foi idealizado, contando com a Lei Federal de Incentivo a Cultura. Pois graças a ela, espaços como o Centro Cultural Banco do Brasil - onde a retrospectiva irá acontecer - podem selecionar projetos como MESTRAS DO MACABRO: AS CINEASTAS DO HORROR AO REDOR DO MUNDO para serem realizados em suas dependências. Dando não só o aporte financeiro, mas também de logística, com espaços muito bem equipados, e uma equipe profissional pronta a fazer o melhor. Com o patrocínio via Lei Federal de Incentivo a Cultura acreditamos ser possível chegar a muito mais pessoas, um público que não conhece ou pouco conhece da sétima arte, que poderá ter a oportunidade de assistir filmes de diversos diretores e períodos diferentes. E quem sabe, irá estimular a imaginação e a vontade de algumas pessoas para contar histórias via audiovisual.
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O produto principal é uma retrospectiva cinematográfica com 24 filmes de terror dirigidos por mulheres cineastas do Brasil e de outros países. Serão realizadas de 32 sessões, sendo que algumas delas serão reprises. Isso em cada cidade:Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília e São Paulo. Os locais de realização das sessões presenciais serão o Centro Cultural Banco do Brasil em cada uma das cidades citadas acima. A programação irá contar também com 4 filmes com recursos de acessibilidade: 1 com legenda descritiva, 1 com interpretação em Libras e 2 com audiodescrição. Os filmes com acessibilidade serão exibidos com entrada gratuita. Além da exibição dos filmes, o projeto também inclui quatro mesas de debate (uma para cada cidade) com a curadora e convidados. Um curso ministrado pela curadora a ser oferecido em cada cidade. A realização de uma sessão comentada de filme a definir, com palestrante local, em cada cidade. Uma palestra sobre produção de mostras e festivais de cinema com o coordenador do projeto.
MOSTRA DE FILMES: ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os CCBBs Brasília, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e São Paulo possuem rampa de acesso na entrada e suas salas de cinema são equipadas com box especial para cadeirantes. Em Brasília a sala ainda tem um lugar reservado para pessoas obesas e duas portas de acesso de 1,6m de largura x 2,3m de altura. Em São Paulo o prédio possui elevadores, rampas, telefones e banheiros adaptados. Em Belo Horizonte o prédio também tem elevadores que facilitam ao acesso. A equipe de produção contará com monitores que irão auxiliar pessoas com mobilidade reduzida a se deslocar pelo espaço, de forma a garantir seu acesso. As medidas não representam custo no orçamento, pois o uso do espaço não é locado, é cedido pelo patrocinador. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES VISUAIS: Dois filmes serão exibidos com audiodescrição. O custo está previsto na rubrica “Serviço de audiodescrição” na etapa de “Produção/Execução” de cada cidade, no valor de R$ 1.750,00 por cidade. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Um filme será exibido com legenda descritiva. O custo está previsto na rubrica “Legenda descritiva” na etapa de “Produção/Execução” de cada cidade, no valor de R$ 625,00 por cidade. E um segundo filme será exibido com interpretação em libras. O custo está previsto na rubrica “Intérprete de Libras” na etapa de “Produção/execução” de cada cidade, nos valores de R$ 1.800,00 (Brasília), R$ 1.800,00 (São Paulo), R$ 1.800,00 (Belo Horizonte) e R$ 2.300,00 (Rio de Janeiro) Os quatro filmes com recursos de acessibilidade serão exibidos em sessões presenciais com entrada gratuita. DEBATES, SESSÕES COMENTADAS, CURSO E PALESTRA: ACESSIBILIDADE FÍSICA: Os CCBBs Brasília, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e São Paulo possuem rampa de acesso na entrada e suas salas de cinema são equipadas com box especial para cadeirantes. Em Brasília a sala ainda tem um lugar reservado para pessoas obesas e duas portas de acesso de 1,6m de largura x 2,3m de altura. Em São Paulo o prédio possui elevadores, rampas, telefones e banheiros adaptados. Em Belo Horizonte o prédio também tem elevadores que facilitam ao acesso. A equipe de produção contará com monitores que irão auxiliar pessoas com mobilidade reduzida a se deslocar pelo espaço, de forma a garantir seu acesso. As medidas não representam custo no orçamento, pois o uso do espaço não é locado, é cedido pelo patrocinador. ACESSIBILIDADE PARA DEFICIENTES AUDITIVOS: Os debates e sessões comentadas contarão com intérprete de LIBRAS. O custo está incluído na rubrica “Intérprete de LIBRAS” na etapa de “Produção/Execução” de cada cidade, nos valores de R$ 1.800,00 (Brasília), R$ 1.800,00 (São Paulo), R$ 1.800,00 (Belo Horizonte) e R$ 2.300,00 (Rio de Janeiro)
A programação da mostra Mestras do Macabro: As Cineastas do Horror ao Redor do Mundo será com cobrança de ingressos a preços populares: R$ 5,00 meia e R$ 10,00 inteira. As sessões irão acontecer nos cinemas de cada CCBB. A produção irá convidar grupos de instituições públicas de ensino e de entidades sem fins lucrativos para assistirem a programação da mostra gratuitamente. A proposta irá adotar também como ação de democratização de acesso as seguintes medidas do Art. 21 IN nº 02/2019: V - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos, estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas, além da previsão do art. 22: SERÃO REALIZADAS QUATRO MESAS DE DEBATE,UMA EM CADA CIDADE, SEM COBRANÇA DE INGRESSO. POSTERIORMENTE O REGISTRO EM VÍDEO DE CADA DEBATE SERÁ DISPONIBILIZADO NO CANAL DO PROPONENTE NO YOUTUBE. IX - outras medidas sugeridas pelo proponente, a serem apreciadas pela Secretaria Especial da Cultura: HAVERÁ DISPONIBILIZAÇÃO DE CATÁLOGO DIGITAL DA MOSTRA, PARA DOWNLOAD GRATUITO, PARA TODAS AS PESSOAS. O DOWNLOAD SERÁ DISPONIBILIZADO EM SITE DE INTERNET DO PROPONENTE E DO PATROCINADOR. ATIVIDADES DE AÇÃO FORMATIVA CULTURAL: A proposta irá adotar também como ação formativa cultural, conforme orientação do Art. 22 IN Nº 02/2019, a realização de algumas atividades paralelas. Público alvo de todas as atividades: Aberto ao público geral, cinéfilos, mas voltado especialmente a estudantes e professores do ensino médio e do ensino universitário (audiovisual, história, comunicação social, letras, produção cultural, ciências sociais). Todas as atividades de ação formativa serão gratuitas. Qualquer pessoa poderá participar. O acesso a elas será por meio de distribuição de senhas meia hora antes do início de cada atividade, respeitando a capacidade de cada espaço. 50% do quantitativo dos beneficiários das ações formativas culturais serão constituídos de estudantes e professores de instituições da rede pública de ensino. - um curso com o tema “Mestras do Macabro”, a ser ministrado pela curadora Beatriz Saldanha. Terá uma carga horária de 6 horas, dividida em 3 encontros de 2h cada. EMENTA DO CURSO: MESTRAS DO MACABRO Professor: Beatriz Saldanha (Ver currículo em Ficha Técnica) Duração: 3 dias Carga Horária: 6 horas Conteúdo Programático: A proposta do curso é lançar um olhar para a filmografia de horror realizada por mulheres através de um breve panorama histórico e internacional que abordará não apenas a produção estadunidense, mas também de cineastas de origem asiática, africana e latinoamericana. A ideia é mostrar como o horror feito por mulheres se transformou de acordo com os avanços femininos no cinema e na sociedade como um todo. - uma sessão comentada com filme a definir SESSÃO COMENTADA Palestrante: nomes a definir Duração: 1 dia Carga horário: 60 min Conteúdo: Após a exibição de um filme a definir, o palestrante irá analisar a obra levando em consideração a temática do filme assistido, as técnicas cinematográficas adotadas, período e contexto histórico da produção. Haverá Intérprete de Libras. - palestra com o produtor Breno Lira Gomes com o tema “Produção de mostra e festivais de cinema”. PALESTRA PRODUÇÃO DE MOSTRAS E FESTIVAIS DE CINEMA Palestrante: Breno Lira Gomes (Ver currículo em Ficha Técnica) Duração: 1 dia Carga horária: 90 minutos Conteúdo: Em um encontro, o produtor Breno Lira Gomes irá falar sobre como produzir uma mostra ou festival de cinema: - A idéia - Mostra ou Festival - O projeto: o que é, por que fazer, que objetivos alcançar - Os tipos de mostras e festivais - Sobre obtenção de recursos financeiros para a realização do projeto - Negociação de direitos de uso de nome e imagem, direitos de exibição, isenção da Condecine e pagamento Ecad - Local de realização + presencial vs. on-line - Gratuidade vs. Ingresso pago - Ação de divulgação e marketing + parcerias
Beatriz Saldanha – Idealização, curadoria, mediação debates e ministrante de curso Pesquisadora, curadora e crítica de cinema, é doutoranda e mestra em Comunicação Audiovisual pela UAM (SP) e graduada em Letras pela UFC (CE), onde coordenou os cineclubes João e Maria e Casa Amarela Eusélio Oliveira. Integra as associações ABRACCINE (Brasil) e ACECCINE (Ceará), bem como o coletivo Elviras de críticas de cinema. Participa do projeto Doing Women's Global Horror Film History, projeto de mentoria coordenado pela pesquisadora Alison Peirse, da Universidade de Leeds, no Reino Unido, com o objetivo de escrever a história das diretoras de horror ao redor do mundo. Ainda como pesquisadora, foi convidada a integrar o comitê da coleção de livros "Critical Studies on Terror", da Universidade de Cádiz, na Espanha. Escreveu um capítulo sobre as diretoras brasileiras de horror, tema de seu doutorado, para o livro Mulheres atrás das câmeras: As cineastas brasileiras de 1930 a 2018, organizado pela Abraccine. Também a convite da associação de críticos escreveu para o livro Animação brasileira: 100 filmes essenciais, com texto sobre o curta Historietas assombradas (para crianças malcriadas), do animador Victor-Hugo Borges, e para a edição sobre melhores curtas-metragens nacionais, escreveu sobre o curta O duplo, de Juliana Rojas. Também colaborou com capítulos para os livros Tim Burton, Tim Burton, Tim Burton, e para os lançamentos internacionais Horrofilmico: Aproximaciones al cine de terror en Latinoamerica y el Caribe, onde explorou o universo do diretor mexicano Carlos Enrique Taboada e Femme fatales: 13 escritoras hablan sobre el cine de horror, com um artigo sobre a trajetória da condessa húngara Erzsébet Báthory na ficção cinematográfica. Escreve frequentemente para catálogos de mostras, como O Cinema de Hal Hartley, Rock Terror, Outros Cinemas, Curta Circuito, Kirk Douglas: O Último Durão, Stephen King: O Medo é o Seu Melhor Companheiro, macaBRo: Horror Brasileiro Contemporâneo, Estúdio Hammer: A Fantástica Fábrica de Horror, Terry Gilliam: O Onírico Anarquista, O Cinema de Tim Burton. Foi curadora da mostra Olhar do Ceará, integrante do tradicional Festival Cine Ceará, do festival Sinistro (CE), da mostra Cinecaos (MT), do Cinefantasy (SP; do qual fez partedo júri em 2018) e integra o time de curadores da Crash (GO) desde 2016. Participou do júri em quatro edições do Fantaspoa (RS). Integrou mesas de debates em diversos festivais por onde passou e mediou conversas sobre os lançamentos da plataforma Mubi: Titane, de Julia Ducournau, e Pleasure, de Ninja Thyberg. Ministra palestras e cursos livres, entre eles um longo panorama sobre as diretoras do horror mundial, oferecido através do MIS-SP. Mantém a revista Les Diaboliques, onde escreve sobre filmes de horror, e organiza com o pesquisador Carlos Primati a Única, periódico que aborda a obra de Alfred Hitchcock, seus desdobramentos e influências na cultura pop. Breno Lira Gomes – Coordenação geral e palestrante Jornalista e produtor cultural, com passagens pelo curso de cinema da Universidade Estácio de Sá, pela Pipa Produções, pelo Ponto Cine e pela Mostra Geração do Festival do Rio. Em 2012 fundou a produtora BLG Entretenimento. É curador do Festival Maranhão na Tela desde 2007, e já assinou a mesma função no Festival Curta Cabo Frio por 9 anos. Assinou a curadoria e coordenação geral das mostras El Deseo - O apaixonante cinema de Pedro Almodóvar; Cacá Diegues - Cineasta do Brasil; A luz (imagem) de Walter Carvalho, Simplesmente Nelson, O maior ator do Brasil - 100 anos de Grande Othelo, Pérola Negra: Ruth de Souza; Monstros no Cinema, Fábrica de Sonhos - Mostra de Animação, Stephen King: O medo é seu melhor companheiro, Mostra de filmes A beleza sombria dos monstros: 10 anos de A arte de Tim Burton, macaBRo – Horror Brasileiro Contemporâneo, e O cinema de Tim Burton. Assinou a produção executiva da mostra Os Melhores Filmes do Ano, organizada pela Associação de Críticos de Cinema do Rio de Janerio (ACCRJ), de 2010 a 2017, e em 2018 assinou a Coordenação Geral. Foi produtor executivo das mostras Irmãos Coen – Duas mentes brilhantes; Filmes à mesa; Dario Argento e seu mundo de horror; James Dean - Eternamente jovem; Claudio Pazienza, o encontro que nos move; Neville D’Almeida - Cronista da beleza e do caos; Cine Doc Fr - Mostra de Cinema Documentário Francês Contemporâneo; Carlos Reichenbach – O cinema de autor brasileiro; George A. Romero - A crônica social dos mortos vivos; O cinema de Murilo Salles – O Brasil em cada plano; Luís Buñuel - Vida e obra; Cine Uruguai; Rock Terror; O cinema político de Ken Loach, Herzog – Além das margens e do curso Questão de Crítica. Coordenou a produção do Curso de Crítica Cinematográfica com Mario Abbade e das mostras John Waters – O papa do trash; Jornada nas Estrelas: Brasil – A fronteira final; David Lynch – O lado sombrio da alma, Steve McQueen – The king of cool, Terry Gillian – O onírico anarquista, A magia dos pixels – Espelhos animados da realidade e da 1ª Mostra Cine Literário. Fez a direção de produção do 18º Festival Brasileiro de Cinema Universitário. Trabalhou na produção dos espetáculos Chopin & Sand: Romance Sem Palavras, O Gato de Botas O Musical, Vertigem Digital e foi produtor executivo do espetáculo Agnaldo Rayol - A Alma do Brasil. É pesquisador do Prêmio Grande Otelo do Cinema Brasileiro, realizado anualmente pela Academia Brasileira de Cinema, desde 2012. Carlos Primati – editor e produtor catálogo Crítico de cinema, membro da Abraccine (Associação Brasileira de Críticos de Cinema), curador e pesquisador especializado em cinema fantástico e de horror mundial.Colaborou com artigos para os livros sobre animação brasileira, curtas-metragens e cinema fantástico brasileiro organizados pela Abraccine.É curador da mostra Trash/Crash, de Goiânia (GO), do Rio Fantastik Festival (RJ) e do festival Sinistro (CE), tendo participado ainda de eventos como Fantaspoa, Riofan eCinefantasy, entre outros. Foi cocriador e cocurador, com Breno Lira Gomes, da mostra MacaBRo, do CCBB.Também escreveu ensaios para catálogos das mostras de George A. Romero, Rock Terror, Monstros no Cinema, Stephen King, Terry Gilliam, Tim Burton, da atriz Ruth de Souza, sobre Kirk Douglas, Montgomery Clift e Clint Eastwood. Gravou depoimentos para diversos documentários sobre produção fantástica no Brasil, incluindo a série Nas Sombras do Medo: O Cinema de Terror no Brasil (2016), do Canal Brasil, e o documentário Curiosidade Mórbida (2019), do Omelete, e foi consultor e desenvolvedor de conteúdo para a série Cine Terror (2022), exibida no Prime Box Brasil. Guilherme Lopes Moura (Folha Verde Design) – programação visual A Folha Verde Design foi fundada em 2018 pelo designer Guilherme Lopes Moura, formado em Comunicação Visual — Design na UFRJ. Desde 2009, o designer já desenvolveu identidade visual para mais de 100 projetos, entre mostras de cinema, peças de teatro e identidade corporativa. Entre mostras de cinema no CCBB, destacam-se "Melhores Filmes do Ano" (2012 a 2016), "El Deseo – O apaixonante cinema de Pedro Almodóvar" e a criação da identidade visual do "Festival de Cinema BB DTVM". Dois de seus cartazes (mostras "Stephen King – o medo é seu melhor companheiro" e "Fábrica de Sonhos – mostra de animação") foram selecionados para o catálogo da exposição “CCBB 30 anos”. Em 2019 fez o redesign da marca Cidade Negra, o desenvolvimento da identidade visual da turnê Cidade Pelo Mundo, e faz todos os materiais gráficos da banda e redes sociais desde abril de 2019. Em 2020 desenvolveu a identidade visual do sambista Leo Russo. *REMUNERAÇÃO PREVISTA PARA O PROPONENTE: Coordenação geral, Palestrante e Coordenação do projeto (dentro de Custos de Administração).
PROJETO ARQUIVADO.