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PRONAC 250099Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

2º FECINE - Festival de Cinema do Nordeste Brasileiro

INCINERADO PRODUCOES CINEMATOGRAFICAS LTDA
Solicitado
R$ 568,9 mil
Aprovado
R$ 568,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 31,9 mil

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acerv e conteúdo AV diver meios/suporte
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
PB
Município
João Pessoa
Início
2025-03-17
Término
2025-12-17
Locais de realização (1)
Areia Paraíba

Resumo

O Festival de Cinema do Nordeste Brasileiro pretende promover, durante o mês de outubro de 2024, o intercâmbio de conhecimentos entre os realizadores locais e os realizadores e críticos brasileiros através de discussões acerca das narrativas e linguagens cinematográficas, oficinas sobre o processo produtivo e mostras competitiva e não-competitiva de filmes nordestinos seguidas de debates com os realizadores, com o intuito de estabelecer relações proveitosas ao desenvolvimento do cinema nordestino. Pretende também fomentar entre a comunidade areiense e região circunvizinha o consumo do cinema realizado pelos nordestinos, bem como aproximar o fazer artístico e cinematográfico aos jovens da cidade.

Sinopse

Não se aplica.

Objetivos

O objetivo do 2º FECINE - Festival de Cinema do Nordeste Brasileiro é criar um espaço para a discussão sobre a produção cinematográfica nordestina através de palestras, mesas redondas, oficinas, mostras competitivas e debates com os realizadores após as exibições nas mostras. O evento será realizado no período de uma semana, na cidade de Areia-PB, em um espaço que acomode cerca de 300 pessoas e que possua acessibilidade para cadeirantes. A proposta inicial da programação é que, de terça a sexta, acoteçam no período da manhã as ofcinas; palestras, mesas redondas e debates à tarde, após a sessão vespertina das Mostras Competitivas; e à noite uma segunda sessão das mostras competitivas. Nas noites da segunda e sábado acontecerão sessões especiais com filmes dos(as) homenageados(as), juntamente com as noites de abertura e encerramento/premiação, respectivamente. Haverá duas mostras competitivas: uma para curtas-metragens e outra para longas-metragens, ambas exclusivas para produções nordestinas (que pertençam a realizadores residentes no Nordeste há mais de dois anos e que tenham sido produzidas no Nordeste). Serão oferecidas passagens, estadia e alimentação para 01 (um) representante de cada obra selecionada para as mostras competitivas. Com o intuito de aproximar as comunidades periféricas de Areia-PB às produções cinematográficas nordestinas, no mêsde setembro acontecerá a Mostra das Escolas, composta por 04 exibições em escolas públicas, 04 exibições em Distritos e/ou bairros periféricos e 02 oficinas com a temática "Cinema e Educação" que serão destinadas aos professores de Ensino Fundamental e Médio das escolas públicas, possibilitando um melhor aproveitamento da arte cinematográfica dentro das salas de aula e assim despertar a participação crítico-reflexivo dos alunos a partir da interdisciplinaridade facultada pelo cinema. O FECINE - Festival de Cinema do Nordeste Brasileiro pretende promover um diálogo entre os profissionais do audiovisual nordestino com alguns conceituados profissionais brasileiros dessa mesma área. Portanto, serão convidados realizadores, críticos e estudiosos do cinema que tenham uma carreira sólida e notório saber para ministrar palestras e oficinas, como também debater sobre narrativas, estéticas e linguagens cinematográficas. São cogitados nomes como Kátia Mesel, Solange Moraes, Marcus Vilar, Kleber Mendonça Filho, Breno Silveira, Walter Salles, Lais Bondanski, Cacá Diegues, Marcelo Gomes, Cláudio Assis, Karim Ainouz, Jean Claude Bernardet, Heitor Dhália, Carla Camurati, Nelson Pereira dos Santos, Beto Brant, Luis Fernando Carvalho, Sandra Kugut, Sílvio Darrin etc., os quais serão selecionados posteriormente de acordo com a agenda de cada um e com os valores previstos no orçamento deste projeto. O principal intuito do projeto é aproximar os artistas locais aos artistas brasileiros, bem como suas obras, e com a realidade cinematográfica além das fronteiras nordestinas. Contribuindo, dessa maneira, com a formação estética dos participantes e assim impulsionar a qualidade de suas obras. Portanto, pretende-se também oferecer aos paraibanos, que residam fora da região de Areia, 10 bolsas (transporte, estadia, alimentação) para a participação no Festival, as quais serão disponibilizadas para inscrições e selecionadas criteriosamente através de portfólio e carta de intenção.

Justificativa

Ao olharmos sobre a atual produção audiovisual nordestina, atinamos para uma intimidade de realizadores nordestinos com os chamados "temas regionais", assim como novas abordagens de um Nordeste urbano, objeto operacional de um mundo globalizado. Com um crescimento evidente, segundo dados da ANCINE, em relação à questão estatística da produção cinematográfica na região Nordeste, ver-se-á 04 Estados que se destacam em ordem crescente: PE, BA, CE e PB, como os grandes celeiros de produção audiovisual, mas infelizmente boa parte desta produção não chega ao amplo público. Não obstante, sob a mesma perspectiva e com pesar, os outros 05 Estados que compõe a macrorregião nordestina estão isolados estatisticamente, formando um verdadeiro precipício diferenciador no que concerne às suas produções cinematográficas e seus devidos incentivos. Pois, apesar de cursos técnicos, cursos superiores e expansão dos meios tecnológicos voltados a área cinematográfica no NE, pouco é considerado tais recursos como objetivo de ampliação da produção do audiovisual nordestino de forma sustentável e integrada ao esforço de desenvolvimento da região como um todo, fator este que culminaria em uma instância partícipe não só na qualificação profissional da área, mas como motor impulsionador da produção de obras cinematográficas em toda extensão da macrorregião nordestina e sua extensão (Norte de MG e ES). Assim, conquistar e consolidar novos arranjos produtivos são especialmente importantes, no entanto, a formação e apuração de um olhar crítico cinematográfico tanto por parte dos realizadores como, por conseguinte, do público absorvedor destas obras na própria região são consonantes para a elevação da qualidade do que é produzido sob os pilares fundamentais de um cinema: o desenvolvimento de uma linguagem, a apreensão estética e a experimentação narrativa.O FECINE busca efetivar ações que preencham tais lacunas em prol da expansão da produção cinematográfica nordestina, de sua melhoria qualitativa em termos práticos e de maior reconhecimento e valoração deste cinema pela própria população da região. Visto que, uma vez integrados os conhecimentos críticos e práticos no âmbito profissional e uma ponte seja formada entre os estados nordestinos perante esta área artística, a produção crescerá em vários sentidos (quantitativos e qualitativos), desembocando em um relevo substancial de espectadores, como também na possibilidade de alavancar um incremento da cultura contemporânea nordestina, o que a médio e longo prazo podem ter como consequência a geração de empregos, diretos e indiretos, mediante a capacitação profissional da população local na área de entretenimento por meio do desenvolvimento do setor. Entretanto, a diversidade artística é inerente ao cinema nordestino, visto todo o percurso desencadeado com o processo cinemanovista de Glauber Rocha até o ciclo pernambucano que adentra sua 6ª década de reconhecimento, destituindo do eixo Rio-SP o domínio totalitário desta produção, sendo assim apenas dois exemplos da grande importância histórica e cultural enraizada na região por meio do cinema. Para tanto, um polo de confluência do que está e estará sendo produzido no NE em matéria de cinema se faz necessário, não só para um congraçamento das realizações e dos realizadores, mas para ser um ponto de encontro para um intercâmbio de expertises, para troca de experiências, para discussão dos modelos de produção, exibição e distribuição, para disseminar conhecimento oriundo desta arte, para proporcionar ao público espectador o contato com obras e artistas/profissionais nordestinos, e por último, mas não menos importante, para facultar um aperfeiçoamento do olhar para o universo das imagens em movimento. O FECINE pretende priorizar a discussão cinematográfica contemporânea da região a partir das óticas da narrativa, da estética e da linguagem, e assim possibilitar aos participantes e ao público um fluxo de aprendizagem sistemática sobre a arte em questão. Por isso, homenagear um expoente deste cinema nordestino ainda em vida, por toda sua contribuição artística é o primeiro passo do evento, seguido por mesas redondas que debatam a partir da obra do homenageado os tópicos supracitados. A posteriori, palestras e oficinas dirigidas a profissionais, estudantes e entusiastas buscam implementar conhecimentos da arte cinematográfica em variados níveis de criação e atuação por meio do aperfeiçoamento qualificado, aprimoramento este que deverá repercutir na cadeia produtiva do audiovisual na macrorregião nordestina. E por fim, mostras competitivas para longas e curtas-metragens acontecerão com o intuito de premiar os melhores da produção recente nordestina, valorizando assim o trabalho dos profissionais e incentivando novos realizadores a ingressarem em novas produções. Efeito este, que vem somar-se com os outros festivais que ocorrem no Nordeste brasileiro, mas que ou contemplam apenas a produção de um Estado em específico ou a totalidade nacional. Ao passo que atualmente o Nordeste já é o segundo mercado consumidor de cinema do país, mas as potencialidades nordestinas para o audiovisual, segundo o cineasta cearense Rosemberg Cariry: "...são ainda potencialidades e não forças sociais e econômicas altivas capazes de estimular o desenvolvimento regional e mesmo integrá-lo no mercado interno e externo. Quando pensamos NE, pensamos Brasil, pensamos América Latina, pensamos mundo.". Por isso, torna-se importante a promoção desta celebração do cinema nordestino, sempre pensando e agindo com o pé na história (passado) mas olhando para o progresso artístico (futuro), para o franco crescimento nas esferas de expressão sócio-cultural, do Nordeste para o Nordeste, mesmo com todas as dificuldades enfrentadas pela região. Automaticamente, o cinema por se tratar de uma arte que engloba outras artes - como música, fotografia, performance, dança, teatro... - dialoga perfeitamente com as mais diversas expressões da cultura, sobretudo a popular fortemente defendida na região nordestina, desta forma, alastrar a arte cinematográfica por meio de suas mais variadas facetas também é contribuir para o fortalecimento da diversidade cultural do Nordeste, e consequentemente do Brasil. Assim, o Festival de Cinema do Nordeste Brasileiro visa ações que possam colaborar como crescimento sócio-educacional utilizando-se da arte cinematográfica como ferramenta, pois se temos uma legislação brasileira que prevê a utilização da arte audiovisual para o ensino de Arte atendendo as competências e habilidades a nível de aprendizagem, e ainda por cima sugestionando seu emprego de forma a se conectar interdisciplinariamente com os outros conteúdos já ministrados no projeto político-pedagógico das escolas, então não há desculpas para não levar esses alunos mais próximos do cinema, portanto o Festival se prontifica a realizar a Mostra das Escolas, no mês de setembro, para escolas do município de Areia e regiões circunvizinhas, além da realização do evento principal com as mostras competitivas. Desde modo, o referido projeto atende aos incisos I, II, III, IV e IX, do Art. 1º da Lei n° 8.313/91, bem como aos incisos I e IV do Art. 3º da mesma lei, facilitando os meios de acesso às fontes de cultura, promovendo e estimulando a regionalização da produção cultural e artística nordestina, valorizando nossos recursos humanos, conteúdos locais, manifestações culturais e seus respectivos criadores. Tudo isso através da programação totalmente gratuita e aberta à comunidade da região, assim como a possibilidade de bolsas que custeiem a participação de trabalhadores do audiovisual que residam em outras localidades. As exibições que antecederão o Festival, têm também a intenção de formação de público a curto e médio prazo para a consumação do cinema produzido no Nordeste Brasileiro.

Estratégia de execução

Não é possível descrever na opção "Deslocamento" os trechos referentes as passagens aéreas e terrestres, pois a origem dos trechos só serão sabidos no decorrer da organização do evento ao selecionar os participantes do Festival (convidados, realizadores e bolsistas paraibanos). Será utilizado o critério da distância para destinar as passagens:‐ Terrestre: Abaixo de 500km de distância entre a cidade residente do participante e a cidade de Areia/PB.‐ Aérea: Acima de 500km de distância entre a cidade residente do participante e a cidade de Areia/PB.

Especificação técnica

*OBS: Plano projeto pedagógico mais detalhado incluído nos anexos da proposta. OFICINAS DESTINADAS AOS PROFESSORES DE ESCOLAS PÚBLICAS: Carga horária: 07 horas (8h30-11h30/13h-17h) – Sábado. Públicos-alvo: Professores Formais de Ensino Fundamental II e Médio de Escolas Públicas. 1. PRODUÇÃO DE “FILMES DE BOLSO” Objetivo: Facultar aos professores conhecimentos técnicos básicos sobre a produção de filmes/vídeos a partir de mídias de fácil acessibilidade, como celular e câmeras fotográficas, para que sejam utilizados em atividades interdisciplinares do universo escolar reforçando e facilitando a apreensão de conteúdos ministrados. Como também, possibilitar a partir da mediação professor/aluno indo além do modo passivo da crítica-reflexiva do “eu espectador” em relação a uma obra cinematográfica ou videográfica e adentrar a condição ativa perante a categoria do “eu criador”, refletindo e criticando sobre o mundo ao seu redor. Instrutor Almejado: Marcelo Quixaba Marcelo Quixaba é estudante da UFPB (Universidade Federal da Paraíba). Atuou nos projetos ViAção Paraíba e Espelho Fotográfico, é diretor dos curtas-metragens "Direita" e "A última oração", este último vencedor do III Cinecongo, foi vencedor ainda do Festival do Minuto 2009 com "No escuro", que em 2011 ganhou prêmio de "Melhor fotografia" no VI Comunicurtas UEPB. Com o filme "Com tato" venceu o 1° Festival de Micrometragens da TV Cabo Branco e a tualmente é coordenador do projeto "Janela do mundo - Audiovisual documental" BNB 2011 além de ministrar cursos livres de Audiovisual e cinema. * A oficina Produção de “Filmes de Bolso” é complementar a oficina Utilização de Filmes em Sala de Aula. 2. UTILIZAÇÃO DE FILMES EM SALA DE AULA Objetivo: Aperfeiçoar a utilização de filmes dos mais diversos gêneros e metragens dentro da sala de aula como potenciais ferramentas educacionais, aprimorando os conhecimentos concatenados com as respectivas disciplinas, de forma que a apreensão audiovisual dos alunos facilite as estratégias ensino-pedagógicas dos professores. Instrutor Almejado: Helton Paulino Possui graduação em Arte & Mídia pela Universidade Federal de Campina Grande (2006) e graduação em Direito pela Universidade Estadual da Paraíba (2008). Possui especialização em Metodologia do Ensino das Artes pela Faculdade Internacional de Curitiba (2012). Mestre em Artes Visuais pelo Programa Associado em Artes Visuais UFPB/UFPE (2016). Atualmente é professor titular da Universidade Federal de Campina Grande. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Roteiro e Direção Cinematográficos, atuando principalmente nos seguintes temas: cinema, vídeo e educação OFICINAS DE CONHECIMENTO ESPECÍFICO: Carga horária: 12 horas (8h30-11h30) – Terça, Quarta, Quinta e Sexta. Públicos-alvo: Jovens com experiência em cinema. Estudantes de Cinema, Comunicação, Rádio/TV, Arte e Mídia e áreas afins. 3. ASSISTÊNCIA DE DIREÇÃO e CONTINUIDADE Objetivo: As funções de um Assistente de Direção e de um Continuísta são vitais para que um set de filmagem possa cumprir os cronogramas diários satisfatoriamente, ambos mantêm uma comunicação direta com todos os outros departamentos para que o que foi planejado durante a pré-produção possa ser efetivado da melhor maneira possível. Embora suas atribuições sejam distintas é comum haver um conflito entre as responsabilidades referentes a cada setor. Sendo assim, o intuito dessa oficina é imergir na teoria e prática dessas funções a fim de aprimorar as habilidades inerentes aos técnicos que as desempenham, como também refletir sobre as características imprescindíveis ao perfil destes. Instrutor Almejado: Eduardo Aguilar – SP Cineasta e professor. Ministra cursos livres por todo o Brasil no campa do audiovisual. Atua na área desde o início da década de 80, tendo trabalhado como assistente de direção para cineastas como Alfredo Sternheim, Walter Hugo Khouri e Carlos Reichenbach. Produziu diversos curtas, entre eles: Puta Solidão (2000), premiado pela ABVC como melhor ficção no VII Fest. Nacional de Vídeo de Salvador – Imagem em 5 Minutos e Interf@ce (2002), premiado como melhor videoclipe do Videofestival de São Carlos 2002. 4. CRÍTICA CINEMATOGRÁFICA Objetivo: É indispensável à existência de uma obra de arte o olhar contemplativo do seu público e suas reflexões a partir de tal contemplação. Refletir e discutir a mensagem passada, as técnicas utilizadas e até o mesmo impacto que a obra possa causar na sociedade ou determinado grupo menor contribui com o desenvolvimento qualitativo das obras produzidas posteriormente, bem como discorrer textualmente acerca do que foi visto fornece registros históricos da arte produzida na contemporaneidade. O Festival de Cinema do Nordeste Brasileiro entende que o papel da Crítica de Arte é preponderante ao seu desenvolvimento e acredita ser este um caminho que solidifique e perdure o cinema brasileiro contemporâneo. Mais uma vez, percebe-se a falta de profissionais nordestinos que discorram sobre o cinema nordestino, logo se pretende estimular um olhar reflexivo para o cinema contemporâneo e para a emergência de uma nova geração de realizadores. Instrutor Almejado: Cleber Eduardo Professor de teoria do cinema e documentário no Bacharelado em Cinema e Audiovisual no centro Universitário Senac em São Paulo. Defendeu mestrado em documentário (O Modelo Egológico do Documentário Brasileiro). É autor de ensaios publicados sobre cinema, foi editor da revista eletrônica contracampo e crítico de cinema da revista Época. É curador de londas e curtas da Mostra de Cinema de Tiradentes, CineOP e CineBH. 5. PRODUÇÃO EXECUTIVA E DIREÇÃO DE PRODUÇÃO Objetivo: As funções de Produtor Executivo e Diretor de Produção facilmente se misturam, no entanto, cada uma tem suas atribuições específicas e saber reconhece-las e desempenhá-las corretamente é determinante para o sucesso da execução de projeto audiovisual. Assim como as demais funções da produção cinematográfica, é de fundamental importância a comunicação entre esses dois setores, pois suas responsabilidades e ações estão interligadas. Abordar esse tema em uma oficina e capacitar profissionais nessa área é vista pelo Festival de Cinema do Nordeste Brasileiro como peça fundamental para que mais projetos cinematográficos sejam desenvolvidos no Nordeste e tenham êxito em sua circulação. Instrutor Almejado: João Vieira Júnior Produtor de cinema e televisão, estudou Direito e Jornalismo na Universidade Católica de Pernambuco. Em 1998, criou a REC Produtores Associados, em parceria com os sócios Chico Ribeiro e Ofir Figueiredo, empresa produtora de filmes e documentários, sediada em Recife. Assina a produção executiva de diversos filmes, entre eles, O Rap do pequeno príncipe contra as almas sebosas (2000), de Paulo Caldas e Marcelo Luna; Cinema, Aspirinas e Urubus (2005), de Marcelo Gomes; O Céu de Suely (2006), de Karim Ainouz; Baixio das Bestas (2007), de Cláudio Assis; Viajo por que preciso, volto porque te amo (2009), de Marcelo Gomes e Karim Ainouz; e Tatuagem, de Hilton Lacerda (2013).

Acessibilidade

As atividades do Festival Paraibano de Cinema serão realizadas em locais que disponibilizem rampa de acesso e/ou elevador e serão disponibilizados faclitadores para auxílio na locomoção no espaço físico, bem como as oficinas, palestras, mesas redondas e exibições (das mostras nas escolas públicas e nas competitivas e não competitivas) contarão com meios de acessibilidade de conteúdo, tais como libras, audiodescrição, legenda para surdos e ensurdecidos etc.

Democratização do acesso

O projeto fará sessões de filmes nordestinos que não tiveram grandes oportunidades no circuito comercial para jovens que, por sua vez, não têm muitas oportunidades para assistir a filmes nas telas dos cinemas. Durante o mês que antecede o evento, acontecerá a Mostra das Escolas, com 04 exibições em escolas públicas e outras 04 em Distritos e/ou bairros periféricos da cidade de Areia/PB, assim como a programação das Mostras Competitivas, no mês de outubro, serão abertas aos estudantes pricipalmente.O acesso às atividades do Festival será gratuito, havendo controle nas entradas apenas devido à capacidade total do local onde as atividades serão realizadas.

Ficha técnica

A Incinerado Filmes é uma convergência de interesses cinematográficos entre quatro profissionais da área que após vários trabalhos juntos vislumbraram um modo particular de produção de filmes, unindo as diferentes expertises existentes em cada um e canalizando-as em prol da criação artística e produção técnica inerentes ao desenvolvimento de projetos audiovisuais. Profissionais que acreditam na importância social do cinema/audiovisual e enxergam caminhos para uma transformar vidas através da arte. LUNARA ARAUJO DE VASCONCELOS: Idealizadora e Coordenadora geral do FECINE Como produtora audiovisual exerce funções como elaboração de projetos, produção executiva e direção de produção. Entre os curtas-metragens queproduziu estão "Ato Institucional", "O Desejo do Morto", "Deus Não Acredita em Máquinas", "Um Brinde", "Confins", "Superfície" e "A Taça de Hígia", este também dirigiu. Produziu a video-arte "Tropel", obra integrante do Sesi Museu Digital de Campina Grande. HELTON LUIS PAULINO DA COSTA: Idealizador e Coordenador Artístico do FECINECineasta e vídeo-artista, realizador de quatro curtas-metragens, entre eles "Depois da Curva" de 2009 e "Ato Institucional" de 2012, ambos premiados em diversos festivais nacionais; um média-metragem "Sob a Luz da Projeção" de 2007, parte inerente do acervo do SESI Museu Digital de Campina Grande, como também a instalação audiovisual "Tropel", 2017. Atuando também como assistente de direção. JOÃO CARLOS BELTRÃO: Coordenador de Exibiçao do FECINE Diretor de fotografia com atuação na Paraíba há 20 anos. Homenageado no V Comunicurtas pela contribuição da obra ao cinema paraibano em2010. Fotografou entre curtas, médias e longas-metragens mais de 80 obras em vários formatos e bitolas. Destacou-se: "Tudo que Deus Criou", "Rebento", "Amanda e Monick", "O cão sedento", "Alma", "O plano do cachorro", "Ato institucional", "Travessia", "Sanhauá", "O terceiro velho", "Antoninha" e "Redemunho" entre outros, inclusive por premiações pela fotografia.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.