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PRONAC 250104Autorizada a captação total dos recursosMecenato

RICO LINS EM CARTAZ

RLS COMUNICACAO LTDA
Solicitado
R$ 1000,0 mil
Aprovado
R$ 1000,0 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Prod. AV curta/média mtragem/Tv Edu Cult
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
SP
Município
São Paulo
Início
2025-01-12
Término
2027-01-12
Locais de realização (1)
São Paulo São Paulo

Resumo

O projeto "RICO LINS EM CARTAZ" envolve a produção de filme documentário média-metragem, com aproximadamente 70 minutos de duração, em 4k, que explora a carreira do renomado designer brasileiro Rico Lins, revelando seu processo criativo e sua contribuição para o design gráfico no Brasil. Através de sua trajetória, o filme traça paralelos com a evolução do cartaz e do design no país, mostrando como Lins não apenas moldou o design gráfico brasileiro, mas também continua a inspirar gerações com sua arte multifacetada. Será trabalhada a ideia de documentário expandido, com a geração de produtos complementares: website (com a função de agregar os conteúdos em um só lugar); cartilha digital (material educativo de apoio); e-book (com compilado das pesquisas para realização do filme). O acesso a todos os produtos será gratuito.

Sinopse

RICO LINS EM CARTAZ é um documentário que explora a vida e a obra de Rico Lins, um dos maiores nomes do design gráfico no Brasil, cuja trajetória artística se entrelaça com a própria história do design e do cartaz no país. Ao mergulhar na carreira de Lins, o filme revela seu processo artístico singular, suas principais referências e inspirações, e como suas criações influenciaram o panorama visual brasileiro e internacional. A narrativa acompanha a trajetória do artista, desde seus primeiros passos na ilustração até sua consagração como um dos artistas brasileiros mais influentes na área. Em um percurso que abrange exposições, editoriais, capas de revistas, pôsteres de filmes, colaborações com grandes instituições e marcas, o filme detalha como Lins desafia os limites entre o design, a arte e a comunicação visual, mantendo um olhar sempre inovador e crítico sobre as transformações culturais e sociais. Paralelamente, o documentário traça a evolução do cartaz e do design gráfico no Brasil, conectando a obra de Rico Lins ao desenvolvimento da identidade visual brasileira ao longo das décadas. O filme é uma jornada pela rica e diversa história do design no país, desde o modernismo e os anos de experimentação visual até a era digital, com Lins como um microcosmo dessa vasta e pulsante narrativa. Com entrevistas de amigos, críticos e historiadores das artes visuais, além de depoimentos do próprio artista e de uma rica montagem visual que reúne obras icônicas e material inédito, RICO LINS EM CARTAZ celebra o legado de um artista que moldou o design gráfico brasileiro e continua a inspirar gerações com sua arte multifacetada e seu espírito inovador. Estruturado com base no conceito de “documentário expandido”, que leva a discussão sobre seus temas para outros espaços e mídias além da narrativa do filme, o média-metragem RICO LINS EM CARTAZ articulará a produção entrelaçada de diversos conteúdos complementares. O website do documentário será o epicentro dessa produção, ao organizar, em primeiro lugar, informações sobre o próprio filme; serão ali destacadas, por exemplo, vídeo-pílulas (de 1 a 2 minutos) extraídas do trabalho de captação, e de ações/oficinas sobre técnicas de produção de cartazes, a serem realizadas em escolas públicas. Estará disponível também o download de duas publicações: um e-book com o material levantado durante o processo de pesquisa do filme, na fase de pré-produção; e uma cartilha para uso educacional, voltada a escolas e professores interessados em incluir os temas do documentário em aulas, disciplinas e atividades extracurriculares. Classificação indicativa de todos os produtos do projeto: livre para todas as idades.

Objetivos

Objetivo Geral Produzir filme de média-metragem com 70 minutos de duração, sendo um documentário de impacto com caráter investigativo que abordará a trajetória artística de Rico Lins, enquanto utiliza sua obra como fio condutor para refletir sobre a evolução e os desafios do design gráfico no Brasil. O filme objetiva não apenas celebrar a carreira de Lins, mas também promover uma discussão sobre as transformações da arte gráfica em um contexto urbano e digital. Objetivos Específicos A. FILME DOCUMENTÁRIO DE MÉDIA-METRAGEM (70 minutos): - Produzir e finalizar o filme documentário de média-metragem 4k digital, com aproximadamente 70 minutos, intitulado "RICO LINS EM CARTAZ"; - Disponibilizar o filme na íntegra e gratuitamente na plataforma digital DOC STATION PLAY; - Alcançar cerca de 3.400 espectadores por meio de exibições virtuais. B. OBRA EXIBIDA: - Realizar sessões de exibição do filme em organizações de ensino públicas (escolas e universidades) e em organizações sociais ligadas aos temas do documentário; - Alcançar cerca de 600 espectadores por meio de exibições presenciais. C. WEBSITE: - Criar e difundir website a fim de agregar os conteúdos referentes ao filme; - Alcançar 1.000 pessoas por meio do website. D. E-BOOK: - Criar um e-book, com um compilado das pesquisas realizadas, para aprofundamento dos temas do projeto; - Alcançar 500 pessoas por meio do e-book. E. CARTILHA DIGITAL: - Criar uma cartilha digital, escrita como um material educativo de apoio para facilitar e propor formas de introduzir o tema em salas de aula; - Alcançar 100 pessoas por meio da cartilha digital.

Justificativa

O projeto RICO LINS EM CARTAZ envolve a produção de um filme documentário em 4k de aproximadamente 70 minutos, com o objetivo de refletir sobre o papel e a evolução do design gráfico no Brasil, a partir da trajetória do artista gráfico Rico Lins, especialmente em um momento de grandes mudanças no cenário das artes visuais. Rico Lins, um dos nomes mais importantes do design nacional, simboliza uma geração de criadores que definiu visualmente o Brasil, tanto em suas ruas quanto nos meios culturais. Formado em comunicação visual pela Escola Superior de Desenho Industrial (Esdi), no Rio de Janeiro, em 1976, Lins iniciou a carreira fazendo ilustrações para livros infantis e jornais, entre eles os diários franceses Le Monde e Libération. Acompanhou, na Europa e nos Estados Unidos, o desenvolvimento e a ascensão das ferramentas digitais de trabalho, tendo atuado intensamente junto à indústria de entretenimento norte-americana na virada para os anos 1990. De volta ao Brasil, em 1995, teve breve experiência com a publicidade, seguindo-se a abertura de seu estúdio e a concepção de trabalhos variados, desde cartazes para eventos artísticos, até animações e peças gráficas institucionais. Hoje, sua obra serve como um ponto de partida para discutir a relação entre o design gráfico e os desafios enfrentados pelas artes visuais no atual contexto urbano e digital. No momento atual, as artes gráficas enfrentam uma transição crítica. Historicamente, o cartaz foi um dos principais veículos de expressão visual nas cidades brasileiras. As ruas eram espaços onde artistas e designers podiam exibir seus trabalhos, dialogando diretamente com o público. Porém, esse cenário mudou drasticamente. A especulação imobiliária e a valorização do espaço urbano transformaram as paredes das cidades em mercados comerciais, onde o "metro quadrado" é controlado e cobrado. A arte de rua, incluindo os cartazes, foi marginalizada, e os artistas perderam um de seus principais palcos de exposição. A pergunta que surge é: onde os artistas e designers podem exibir suas obras agora? Esse problema se agrava em um contexto em que a arte de rua e o design urbano foram absorvidos por lógicas de mercado e publicidade. Além disso, com o avanço das plataformas digitais, muitos cartazes e expressões gráficas migraram para o ambiente virtual, em um processo de adaptação ao novo espaço de circulação de informações: a internet. Esse fenômeno gera uma transformação significativa na forma como o design gráfico é concebido, visto e experimentado. Os cartazes, que antes tinham uma presença física poderosa nas cidades, agora precisam ser reinventados para a lógica digital, muitas vezes perdendo a materialidade que os caracterizava e os tornava tão impactantes nas ruas. O desafio é criar uma arte gráfica que mantenha sua essência, sua capacidade de comunicação e impacto visual no espaço digital, onde a velocidade de consumo e a abundância de informações impõem novas exigências. O documentário RICO LINS EM CARTAZ propõe discutir essas questões através do olhar e da trajetória de Rico Lins, que ao longo de sua carreira navegou por esses diferentes contextos: do cartaz nas ruas ao design digital. Sua experiência nos oferece uma oportunidade única de entender as mudanças que moldam o design gráfico hoje, bem como refletir sobre o futuro dessa arte no Brasil. O documentário se torna, portanto, não apenas uma celebração de sua obra, mas também um veículo para questionar o lugar do design e da arte gráfica em um país em constante transformação urbana e tecnológica. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1º da Lei 8.313/91: "Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; [...]" E tem por finalidade, dentre as elencadas no Art. 3º da Lei 8.313/91: "[...] II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural. [...]" A partir do exposto, entende-se que o projeto se encaixa na referida lei, pois objetiva a produção de obra cinematográfica de média-metragem, que, ao iluminar o trabalho de Rico Lins e seu impacto no cenário cultural, o filme também contribui para preservar a memória visual do Brasil, destacando a importância do design gráfico como ferramenta de comunicação social e cultural. Neste momento, em que as cidades e as plataformas digitais disputam o espaço de exibição artística, RICO LINS EM CARTAZ se propõe a ser um debate necessário sobre a preservação e reinvenção das artes gráficas na atualidade.

Estratégia de execução

Profissionais que irão realizar viagens nacionais e suas respectivas funções no projeto: - Diretor: Leonardo Botelho Brant;- Diretor de arte: Rico Lins;- Diretor de fotografia: Ricardo Martensen;- Operador de som direto: a definir*;- Operador de câmera: a definir*;- Assistente de produção: a definir*;- Logger: a definir* Profissionais que irão realizar viagem internacional e suas respectivas funções no projeto: - Diretor: Leonardo Botelho Brant;- Diretor de arte: Rico Lins. *Por não se enquadrarem às principais funções da ficha técnica e por se tratar de prestadores de serviços específicos, a definição desses profissionais será realizada posteriormente, junto à fase de pré-produção do projeto.

Especificação técnica

DETALHAMENTO TÉCNICO: O filme documentário RICO LINS EM CARTAZ contará com duração de aproximadamente 70 minutos. A finalização/resolução do filme será 4k digital. Cada diária de filmagem será realizada com: 3 (três) câmeras Sony Alpha 7 iv; 3 (três) tripés Manfrotto com cabeça hidráulica; e 4 (quatro) lentes, grande angular 16mm 2.8, normal 50mm 1.4, zoom 28-70mm 2.8 e teleobjetiva 70-200mm 2.8 e-mount E. Além disso, será utilizado 1 (um) equipamento de estabilização de imagem Ronin, voltado para captura de imagens em movimento, e 1 (um) drone DJI mini 2 4k para uma maior cobertura de imagens. Para a parte de áudio serão utilizados: 2 (dois) microfones lapelas Sennheiser G4; 1 (um) boom com vara e suporte Sennheiser mk600; e 1 (um) gravador Tascam 4 canais. Os equipamentos de luz serão 3 (três) iluminadores LED Aputure Amaran 200x com tripés, bandoor e softbox. Para logagem do material será utilizado computador MacBook Pro, cartões de memória Sandisk e HDs externos portáteis Seagate. Os sets de filmagem serão organizados em três etapas: a primeira para montagem do set e setup do equipamento; a segunda para a realização de entrevista; e a última dedicada à ação, quando os personagens realizam suas tarefas cotidianas e revelam seu habitat, ética e envolvimento com os temas e assuntos concernentes ao filme. PÚBLICO-ALVO: - Profissionais da Cultura e das Artes, artistas, designers;- Estudantes das áreas de Arte e Comunicação, principalmente Design e Artes Visuais;- Profissionais do mercado de Publicidade e Comunicação;- Organizações que trabalham para desenvolver e/ou divulgar iniciativas culturais;- Empresas públicas e privadas interessadas em ações de promoção da cultura, assim como seus colaboradores;- Professores e coordenadores pedagógicos de instituições públicas e privadas de ensino; - Formadores de opinião: jornalistas, influenciadores; - Público em geral. ESTRATÉGIAS DE DIVULGAÇÃO: O filme é o ponto de partida para uma série de ações que visam informar e promover discussões sobre as transformações da arte gráfica em um contexto urbano e digital, além de celebrar a carreira de Rico Lins. A estratégia de divulgação passará pela criação de um sítio virtual que vai abrigar conteúdos multimídia: o média-metragem; um e-book reunindo as pesquisas desenvolvidas para criação do filme; e uma cartilha digital como material educativo de apoio para projeções coletivas em escolas, universidades e organizações sociais. Serão criados e difundidos conteúdos extras, como cartazes e trailers. O projeto contará com assessoria de imprensa para alcançar o público de maneira abrangente. As redes sociais serão movimentadas com conteúdos do documentário e sobre a temática trabalhada.

Acessibilidade

O projeto RICO LINS EM CARTAZ contará com diversas ações de acessibilidade de acordo com os princípios do Desenho Universal, com os dispositivos previstos na Lei Federal 13.146/15 e no Decreto 9.494/18, em conformidade com o Art. 27 da IN 11/2024. Apresentamos abaixo todas as propostas de acessibilidade pensadas para o projeto, além das estratégias a serem adotadas a título de divulgação/comunicação: A. MÉDIA-METRAGEM: Acessibilidade FÍSICA: não se aplica ao média-metragem por se tratar de um projeto audiovisual com distribuição virtual. B. OBRA EXIBIDA: Acessibilidade FÍSICA: Ao selecionar escolas e instituições para exibição do filme, serão consideradas as formas de acessibilidade física ao espaço: rampas para cadeiras de rodas; banheiros adaptados; portas com a largura adequada para a passagem de cadeira de rodas; áreas de passagem sem obstáculos para a circulação; piso tátil para auxílio na locomoção de deficientes visuais. A. MÉDIA METRAGEM / B. OBRA EXIBIDA: Acessibilidade de CONTEÚDO: o filme estará disponível às pessoas com deficiência visual por meio de audiodescrição e às pessoas com deficiência auditiva por meio de legendas descritivas e LIBRAS. Além disso, o filme contará com legendagem em inglês e espanhol. PRODUTOS COMPLEMENTARES - Website, e-book e cartilha digital: Acessibilidade FÍSICA: o plano de difusão dos materiais complementares website, cartilha digital e e-book é totalmente virtual, não sendo necessário prever medidas de acessibilidade física. Acessibilidade de CONTEÚDO: C. WEBSITE: será criado de forma compatível com vários dispositivos e tecnologias assistivas (para facilitar o uso de softwares de leitura de tela, por exemplo). Algumas medidas serão adotadas, como o uso do VLibras, utilização de contraste alto e descrição de imagens. Será contratado um Consultor de acessibilidade para garantir que o website seja acessível. D. E-BOOK: arquivo de texto compatível com leitura automática, transposição para audiobook. E. CARTILHA DIGITAL: arquivo de texto compatível com leitura automática, transposição para audiobook.

Democratização do acesso

A. MÉDIA METRAGEM: A distribuição do filme digitalmente será realizada a partir da plataforma DOC STATION PLAY, que permite o agendamento e licenciamento gratuito da obra para finalidades culturais e educativas. Distribuição do filme totalmente gratuita. Livre para todos os públicos. Previsão de alcance: 3.400 pessoas virtualmente. B. OBRA EXIBIDA: A distribuição presencial do documentário RICO LINS EM CARTAZ será em sessões de exibição para instituições de ensino públicas e privadas, assim como organizações sociais e comunitárias ligadas ao tema. Distribuição do filme totalmente gratuita. Livre para todos os públicos. Previsão de alcance: 600 pessoas presencialmente. C. WEBSITE: O projeto contará com uma estratégia de impacto que reúne a produção de materiais complementares que serão disponibilizados de forma gratuita online, reunidos no website do projeto, que será responsável por agregar esses conteúdos - a produção de um e-book e uma cartilha digital. Esses materiais irão circular também nas redes sociais do projeto, da produtora responsável pelo filme e dos profissionais envolvidos. Distribuição do website totalmente gratuita. Livre para todos os públicos. Previsão de alcance do website: 1.000 pessoas. D. E-BOOK: Será produzido e-book com um compilado das pesquisas realizadas na criação do documentário, para aprofundamento dos temas do projeto e compartilhamento das informações. Será disponibilizado no website do projeto, gratuitamente. Livre para todos os públicos. Previsão de alcance: 200 pessoas. E. CARTILHA DIGITAL: Será criado um material educativo no formato de uma cartilha digital, que servirá como material de apoio para introduzir o tema do documentário em salas de aula. Será disponibilizado no website do projeto, gratuitamente. Livre para todos os públicos. Previsão de alcance: 100 pessoas. O plano de distribuição da proposta está de acordo com o Artigo 29 da Instrução Normativa publicada em 30 de janeiro de 2024, visando assegurar a democratização do acesso aos produtos resultantes do projeto, observando o seguinte: “I - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional por patrocinadores [...]; II - mínimo de 10% (dez por cento) para distribuição gratuita com caráter social ou educativo; III - até 10% (dez por cento) para distribuição gratuita promocional pelo proponente em ações de divulgação do projeto [...]” Além disso, serão adotadas as seguintes medidas de ampliação de acesso, de acordo com o art. 30 da IN 11/2024: “I - doar 10% (dez por cento) dos produtos resultantes da execução do projeto para distribuição gratuita com caráter social ou educativo, além do previsto inciso II do art. 29, totalizando 20% (vinte por cento). [...] III - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal, acompanhado com libras e audiodescrição”.

Ficha técnica

RLS Comunicação Ltda - Proponente e responsável por todas as decisões operacionais, administrativas e financeiras do projeto Empresa brasileira atuante nas áreas de design, projetos culturais, audiovisuais e de comunicação fundada em São Paulo no ano de 1994 decorrente das atividades INTERNACIONAIS da Rico Lins +Studio, que funcionou desde 1979 em Paris. O coletivo liderado por Rico Lins, dedicou-se em sua fase inicial sobretudo a projetos editoriais para clientes como os jornais Le Monde e Libération, a revista L'Expansion, as editoras Hachette e Gallimard, os projetos de exposição para o Centre George Pompidou, IBBY/UNESCO, o Thêatre de Sartrouville e a Klartext Verlag, editora da revista Kultur Revolution, parceria iniciada em 1982 que perdura até hoje. As atividades do coletivo Rico Lins +Studio tiveram uma fase curta em Londres nos anos 1985-86, com projetos para a WEA International, Free Jazz Festival, City Limits e, de 1987 a 1995, em New York para CBS, MTV Networks, Time Warner, Newsweek, The New York Times, Random House, MIT Press e The NY Public Theater. Ao voltar ao Brasil em 1995 Rico Lins formalizou em território nacional o coletivo Rico Lins +Studio através da RLS Comunicação, que vem desde então atuando em três vertentes: comunicação, cultura e educação, atendendo ao mercado e propondo projetos gráficos, culturais, educacionais e/ou de consultoria para exposições, seminários, palestras e oficinas. Dentre os principais trabalhos dessa fase, incluem: Cartaz e catálogo XXI Bienal Internacional de São Paulo (1991, New York/São Paulo); Comunicação institucional e de programação da Orquestra Jazz Sinfônica (2006-2008, São Paulo); Concepção, co-curadoria, direção de arte, workshop e projeto expositivo da exposição "Rico Lins: Uma Gráfica de Fronteira", realizada na Caixa Cultural (2009, Rio de Janeiro); Concepção, co-curadoria, direção de arte, workshop e projeto expositivo da exposição "Rico Lins: Uma Gráfica de Fronteira", realizada no Instituto Tomie Ohtake (2009, São Paulo), vencedora de diversas premiações, dentre elas: “Obra Gráfica”, da APCA Associação Paulista de Críticos de Arte; e “Projeto Gráfico”, do Prêmio Jabuti. Direção: Leonardo Botelho Brant Leonardo Brant é documentarista, diretor-associado da Deusdará Filmes, produtora independente dedicada a realizar documentários de impacto. Autor dos filmes DESCARTE, COMER O QUÊ? e CTRL-V, é diretor do programa IDADE MÍDIA para o Canal Futura e co-dirigiu a série UTOPIA BRASIL, para o CineBrasilTV. Atuou como produtor executivo dos filmes DE PEITO ABERTO e CIBERNÉTICAS, de Graziela Mantoanelli. Atuou durante duas décadas como pesquisador cultural, consultor, palestrante e autor de livros sobre políticas e mercado cultural, entre eles O PODER DA CULTURA (Editora Peirópolis, 2009). Ao longo de sua carreira criou e desenvolveu inúmeros projetos, empresas e organizações sociais no Brasil e no exterior. Pesquisa e Direção de Arte: Rico Lins Nascido no Rio, é designer, ilustrador, educador e curador. Viveu entre Paris, Londres e Nova Iorque a partir de 1979. Atualmente mora em São Paulo, de onde desenvolve projetos para mídia impressa e digital, de identidade visual e exposições. Com individuais no Centre Georges Pompidou (1982) , Instituto Tomie Ohtake (2009), Museu Nacional de Brasília (2015) e Museu da Casa Brasileira (2016), organizou entre outras as mostras Brasil em Cartaz (2005), Connexions>Conexões (2009) e Manifesto Gráfico (2017). Figura de destaque na cena criativa é membro da AGI Alliance Graphique Internationale desde 1997. Roteiro: Felipe Tomazelli Felipe Tomazelli é diretor, roteirista, pesquisador e montador. Seu primeiro longa, Cine São Paulo (2017), ganhou o prêmio de melhor documentário no Festival de Biarritz e foi seleção oficial nos festivais de Brasília, É Tudo Verdade, AFI DOCS e FIDBA. Confisco, documentário em que também assina direção roteiro e pesquisa, estreou na HBO e hoje está disponível na HBO Max. Seus curtas têm passagem por importantes festivais no Brasil e no mundo. Atualmente, assina a produção executiva, pesquisa e roteiro de dois documentários em fase produção. São eles: Kawaiweté Invadidos (contemplado no Edital nº 04/2018 Documentário Afro-brasileiro e Indígena) e Germano Black Society (contemplado com as bolsas de desenvolvimento do Proac-SP, IDFA Bertha Fund - Holanda - e Göteborg Film Fund - Suécia). Produção Executiva: Ana Castro Jornalista, doutora em comunicação, escritora, documentarista e produtora de impacto. Dirigiu o documentário Coratio, sobre violência de Estado e nos últimos seis anos, se especializou na distribuição de impacto para audiovisual. É membro do GIPA - Global Impact Producers Alliance, dá cursos e consultorias sobre distribuição e produção de impacto. Sendo responsável pelo lançamento de impacto de mais de 10 filmes e séries. Com vasta experiência na condução de jornadas de impacto social, pensamento estratégico para campanhas de mobilização, criação da Teoria da Mudança, storytelling, curadoria de conhecimento e formação de times diversos. Trabalhou com organizações como PNUMA, ONU Mulheres, Alto Comissariado da ONU pelos Direitos Humanos, Unicef, WWF, Ministério Público Federal, Congresso Nacional, Grupo Mulheres do Brasil, Plan International, Instituto Liberta entre outras organizações do terceiro setor, poder público e empresas. Além disso, é criadora do podcast Nakombi Cabe. Autora de três livros: Kaddish – Prece por uma desaparecida, biografia de uma desaparecida política; “A Minha Mãe Vira Bicho” e "Do outro lado do rio". Atualmente é diretora-executiva da Deusdará Filmes. Direção de Fotografia: Ricardo Martensen Ricardo Martensen é diretor, roteirista, montador e fotógrafo. Desde 2012 produz documentários para TV e cinema. Seu primeiro longa-metragem, “Cine São Paulo” (2017), ganhou o prêmio de melhor documentário no Festival de Biarritz e foi selecionado para festivais como É Tudo Verdade, AFI Docs, Brasília e FIDBA. Dirigiu, fotografou e montou o documentário “Confisco”, uma produção da Boutique Filmes para a HBO América Latina, que foi ao ar em 2021 e se encontra disponível na HBO Max. Seu longa em produção, “Sobre Memória e Esquecimento” (Regarding Memory and Neglect), ganhou bolsas do Sundance Documentary Fund, do IDFA Bertha Fund e da Fondation AlterCiné. O projeto também foi selecionado para o DocMontevideo em 2019 e para o IDFA Project Space em 2020. Em 2019, Ricardo esteve ainda no Berlinale Talents, e foi selecionado para apresentar um projeto no Berlinale Doc Station. Seu mais recente trabalho, o longa “Retomada”, o qual dirigiu, fotografou e montou, foi selecionado para o Festival É Tudo Verdade 2024. Ricardo também é professor na Academia Internacional de Cinema, AIC. Animação: Rafael Prado Formou-se em Produção de Áudio e Vídeo pela Escola Técnica Estadual Jornalista Roberto Marinho, em 2016, mesmo ano em que foi contemplado pelo ProAC Editais Nº 26/2016, Concurso de Manifestações Culturais com Temática LGBT, com o projeto “Historinhas Coloridas: por uma infância sem preconceitos”, híbrido de documentário e animação. Em 2020, junto ao coletivo “Contadores de Lá & Cá”, recebe uma premiação pelo Edital Arte do Quilombo, da Fundação Cultural Palmares, com o videoprojeto animado “Sons Que Falam De Lá E Contam De Cá”. Contemplado pela Lei Aldir Blanc, lança o Lyric Video em animação da música “Rainha Tereza”. Ao final de 2020, foi premiado no Edital ProAC LAB Nº 56/2020, Prêmio por Histórico de Realização de Curtas-Metragens e Séries, cuja verba da premiação foi integralmente direcionada para o projeto audiovisual infantil TV Artrópoda (DVD “Cante, Aprenda e Curta!”). Atualmente, soma cerca de 10 (dez) propostas aprovadas em editais públicos, com experiência em projetos culturais de incentivo federal, estadual e municipal.

Providência

PRORROGAÇÃO APROVADA E PUBLICADA NO DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO.