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PRONAC 250107Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Festival de Cinema de Xerém

ESCOLA BRASILEIRA DE AUDIOVISUAL - EBAV
Solicitado
R$ 470,8 mil
Aprovado
R$ 470,8 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Difusão de acerv e conteúdo AV diver meios/suporte
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais/Mostras
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Duque de Caxias
Início
2025-05-14
Término
2025-05-18
Locais de realização (1)
Duque de Caxias Rio de Janeiro

Resumo

Produzido e dirigido pela EBAV _ Escola Brasileira de Audiovisual em parceria com o Instituto Zeca Pagodinho, o Festival de Cinema de Xerém busca promover a exibição e a valorização do cinema nacional, com destaque para as obras produzidas na Baixada Fluminense e/ou por realizadores Baixadenses, através de mostras especiais, criando assim, um espaço de intercâmbio cultural e artístico entre cineastas, profissionais da indústria, críticos e público. Com direção-geral de Sérgio Assis e direção artística de Mónica Trigo, sua primeira edição contou com inscrições e entrada gratuitas, atraindo mais de 3 mil espectadores, 518 submissões de curtas-metragens de todo Brasil que concorreram nas Mostras Competitivas Baixada Fluminense, Nacional, Cinema Leva Eu e Crítica,somadasao Festivalzinho de Cinema de Longas, voltado para o público infantil, e Mostra Homenageados. Os vencedores das sessões competitivas receberam o Troféu Zeca Pagodinho, símbolo oficial do Festival de Cinema de Xerém.

Sinopse

A democratização e difusão da produção audiovisual nortearam a 1ª edição do Festival de Cinema de Xerém, que contribuiu para a valorização do produto audiovisual autoral ao trazer em sua programação mostras com representação territorial diversa, de caráter competitivo. A divulgação do cinema nacional possibilitou um intercâmbio entre a produção realizada em diversos estados do Brasil, com incentivo a produção de curtas-metragens no estado do Rio de Janeiro, em especial na Baixada Fluminense. O festival promoveu palestras, oficinas, debates e formação de plateia, discutindo estratégias para desenvolvimento, realização e distribuição de conteúdo audiovisual. Para a 2ª Edição do Festival de Cinema de Xerém, propomos as seguintes ações formativas gratuitas, para jovens e adultos a partir de 18 anos: Oficina de Atuação com Lázaro RamosOficina de Direção com Hsu ChienMasterclass de Roteiro com Pedro RiguettiMasterclass de Direção de Fotografia com Joaquim Torres*A programação pode ser alterada de acordo com a agenda dos convidados em questão. O Festival de Cinema de Xerém tem uma interlocução direta com profissionais do mercado audiovisual, estudantes de comunicação, cinema, agentes culturais e amantes da sétima arte. Algumas programações terão classificação livre e outras classificações indicativas delimitadas. Contudo, prevê-se uma programação especial para as escolas regionais do distrito de Xerém, priorizando sempre a comunidade local. Mostras competitivas e Mostra Homenageados contarão com as seguintes classificações indicativas: Livre: é possível a presença de armas sem violência, morte não violentas, ou violência fantasiosa, como acontece em desenhos animados. Tratando-se de nudez, são permitidas cenas não erotizadas. Por fim, pode ser exibido consumo moderado ou insinuado de droga lícita. 10 anos: pode conter conteúdos angustiantes, de medo ou tensão, arma com violência, ato criminoso sem violência, linguagem depreciativa e ossada ou esqueleto com resquício de ato de violência. Conteúdo educativo sobre sexo e descrição do consumo de droga lícita, discussão sobre o tema droga e uso medicinal de droga ilícita, também é possível. 12 anos: pode conter agressão verbal, assédio sexual, ato violento e ato violento contra animal, bullying, descrição de violência, exposição ao perigo, exposição a cadáver, exposição de pessoa em situação constrangedora ou degradante, lesão corporal, morte derivada de ato heroico, morte natural ou acidental com dor ou violência, obscenidade, presença de sangue, sofrimento da vítima, supervalorização da beleza física e do consumo e violência psicológica. É permitido mostrar apelo, carícia ou, insinuação sexual, linguagem chula ou de conteúdo sexual, masturbação, nudez velada e simulação de sexo. As produções podem exibir consumo de droga lícita ou irregular de medicamento, discussão sobre legalização de droga ilícita e indução ao uso ou menção a droga ilícita. 14 anos: é possível ver cenas de aborto, estigma ou preconceito, eutanásia, exploração sexual, morte intencional e pena de morte. É permitida nudez, prostituição, relação sexual e vulgaridade. Quanto a drogas, as produções podem mostrar o consumo insinuado ou descrição do consumo ou tráfico de droga ilícita.

Objetivos

Objetivo geral Divulgar o cinema nacional de curta e longa-metragem, possibilitar intercâmbio para a produção realizada em todos os estados, incentivar a produção de curtas-metragens no Estado do Rio de Janeiro, Baixada Fluminense e, em especial, no território de Duque de Caxias e do distrito de Xerém, além de discutir meios e estratégias para o desenvolvimento, realização e distribuição da produção audiovisual por meio de palestras, oficinas, debates e formação de plateia; Transformar Xerém, distrito de Duque de Caxias, no estado do Rio de Janeiro, em um grande tapete vermelho para obras audiovisuais em mostras competitivas e mostras não competitivas, contribuindo para impulsionar a cultura, a gastronomia e o turismo local. Objetivos específicos - Valorização da produção audiovisual local com a promoção de um olhar descentralizado para a produção cinematográfica no estado do Rio de Janeiro, colocando em foco a Baixada Fluminense;- Disseminar obras com narrativas autênticas que, muitas vezes são sub-representadas nos meios de comunicação tradicionais, ou ainda, que não chegam ao circuito comercial; - Ofertar de atividades formativas como masterclasses e oficinas, como por exemplo, "Novas Formas de Produção e Distribuição por meio de Redes Colaborativas", com Cavi Borges, "A Baixada no Centro da Cena!" com Leandro Santana e "Oficina de Atuação: O Poder Mágico do Cinema" com Marcello Gonçalves, realizadas na última edição;- Fomentar a inclusão social, utilizando o festival como uma plataforma para discutir temas relevantes à comunidade local, como inclusão social, diversidade, questões de gênero e raça, através de filmes e debates, impactando diretamente a conscientização e a ação local;- Desenvolver um público crítico com o aumento do nível de apreciação e análise crítica de cinema entre os moradores da região através de sessões com debates pós-filme;- Estimular o turismo cultural, promovendo a imagem positiva da região, atraindo visitantes de outras regiões, impulsionando assim a economia local através da criação de oportunidades temporárias de trabalho durante o evento.

Justificativa

O Rio de Janeiro, ao lado das vizinhas São Paulo e Minas Gerais, concentra 51% das salas de cinema de todo o país. Esse dado, ainda que isolado, consegue revelar a desigualdade no acesso aos equipamentos e bens culturais pela população brasileira. Com 360 salas de cinema, o estado apresenta um dos maiores percentuais de salas de exibição _ a maior parte delas concentradas na capital, conhecida como uma das cidades mais filmadas do mundo. De acordo com a Rio Film Commission, em 2023, foram registradas 7.885 diárias de filmagem no Rio. Todavia, esses números estão longe de representar outras localidades do estado. Dados de 2021 da Agência Nacional de Cinema (Ancine), mostram municípios da Baixada Fluminense como Duque de Caxias e Nova Iguaçu na lista dos cinco piores do Brasil com população acima de 500 mil habitantes e pior relação habitante por sala de exibição, além da ausência de salas de cinema nos municípios de Belford Roxo, com mais de 515 mil habitantes, e Magé, com 247 mil habitantes. Apesar de estarem localizados na região Sudeste, no eixo da produção audiovisual nacional, estes e os demais nove municípios da Baixada Fluminense não figuram como protagonistas nos números em relação a acesso a salas de exibição e produção cinematográfica. Frente a números desanimadores, falta de investimento, dificuldades de ordem logística à orçamentária, surgem iniciativas em forma de resistência, como por exemplo, o Festival de Cinema de Xerém, que busca promover um olhar descentralizado para a produção cinematográfica no estado do Rio de Janeiro, colocando em foco a Baixada Fluminense. Em sua primeira edição, o Festival de Cinema de Xerém foi produzido e dirigido pela EBAV _ Escola Brasileira de Audiovisual em parceria com o Instituto Zeca Pagodinho, com direção-geral de Sergio Assis, Direção Artística de Mônica Trigo, Produção Executiva de Emerson Rodrigues e Curadoria de Rodrigo Fonseca. O Festival nasce com o intuito de transformar Xerém, distrito de Duque de Caxias, no estado do Rio de Janeiro, em um grande tapete vermelho para obras audiovisuais em mostras competitivas e mostras não competitivas, que ocorreram de 08 a 11 de maio de 2024 no Centro de Convenções John Wesley, contando com as seguintes mostras: Mostra Competitiva Nacional de Curtas; Mostra Competitiva Fluminense e Baixada de Curtas; Mostra Competitiva Cinema Leva Eu de Curtas; Mostrinha de Cinema de Longas e Mostra Homenageados de Longas. Para a segunda edição em 2025, prevemos 5 mostras competitivas e 2 mostras homenageados, mantendo a realização da EBAV e a parceria com o Instituto Zeca Pagodinho.

Especificação técnica

Nós da EBAV, seguimos alguns parâmetros que definem as especificações técnicas e operacionais do Festival de Cinema de Xerém, garantindo uma experiência de alta qualidade tanto para o público quanto para os realizadores. 1 . Critérios de InscriçãoCategorias: Longas, curtas, podendo ser documentários e animação;Formato de Filme: aceitamos somente arquivos digitais (como DCP, MP4, MOV); Duração: curtas-metragens té 30 minutos e longas mais de 60 minutos; Prazo de Produção: o filme deve ter sido finalizado nos últimos dois anos;2. Processo de Seleção Curadoria: avaliação dos filmes considerando a qualidade técnica, o conteúdo, a originalidade e o alinhamento com o tema do festival;Júri e Premiações: estabelecimento do júri, composto por profissionais da área, que atribuem prêmios em categorias como Melhor Filme, Melhor Diretor, entre outros; 3. ExibiçãoFormato de Exibição: adotamos o DCP (Digital Cinema Package), que oferece alta qualidade e segurança de exibição;Resolução e Aspect Ratio: 2K ou 4K, com aspect ratio de 16:9 ou 2.39:1 para cinema;Legendas: Para a nossa segunda edição iremos exigir legendas; 4. Aspectos Técnicos do Espaço de ExibiçãoProjeção: utilizamos equipados de alta qualidade, som surround e com controle de luz adequado;Som: o áudio deve estar no padrão 5.1 ou 7.1;Testes Técnicos: realizamos sessões de testes antes da exibição para garantir que áudio e imagem estejam corretos, dectando assim, a necessidade de ajustar algum detalhe.

Acessibilidade

O Festival de Cinema de Xerém será realizado em local acessível, com facilidades para pessoas com deficiência física e motora, garantindo que possam desfrutar das atividades sem restrições de acesso. Isso é possível graças à seleção e adaptação dos espaços para rotas acessíveis, com espaço de manobra para cadeiras de rodas; rampas; vagas de estacionamento para PcD’s e banheiros adaptados. Outra medida a ser adotada, será a exigência de legenda nos filmes selecionados, assim como em seus respectivos teasers e trailers. Nas postagens em nossas redes sociais, para divulgação do projeto, será utilizada a #PraCegoVer com a descrição das imagens. No que tange a acessibilidade comunicacional, serão produzidas peças gráficas em linguagem simples que seguem os princípios teóricos do Desenho Universal para Aprendizagem (DUA) e com imagens das obras da mostra. Tendo textos ampliados, evitando alinhamento centralizado nos blocos de texto e textos justificados, sem uso de itálico - pois essa formatação dificulta a leitura, uso de fontes de fácil percepção e com cor contrastante ao fundo. Atualmente estamos capacitando em Acessibilidade Cultural parte da equipe que atua no projeto, mas temos o objetivo de estender para todos os membros, por meio da contratação de profissionais especializados em acessibilidade, contribuindo para a formação e sensibilização dos nossos colaboradores, principalmente dentro da vivência da acessibilidade atitudinal, pois enxergamos sua capacidade de provocar mudanças, qualificando as iniciativas de promoção da cidadania cultural das Pessoas com Deficiência.

Democratização do acesso

Nas nossas oficinas e masterclasses trabalhamos conteúdos e atividades que abordam a diversidade cultural, étnica, de gênero e orientação sexual. Prevemos o workshop "Novas Narrativas", onde a representação autêntica e inclusiva de diferentes grupos sociais é explorada a fim de promover uma pluralidade de perspectivas, experiências e vozes que muitas vezes são sub-representadas na mídia. Isso pode incluir personagens de diferentes origens étnicas, culturais, orientações sexuais, identidades de gênero, idades, capacidades físicas e mentais, entre outros aspectos.Os filmes selecionados para a “Mostra Competitiva Cinema Leva Eu de Curtas” são oriundos do projeto "CINEMA LEVA EU” destinado a jovens e adultos residentes da Baixada Fluminense em situação de vulnerabilidade socioeconômica. Mantendo o nosso compromisso com a democratização do acesso, toda a programação continuará sendo gratuita.

Ficha técnica

Direção: Sergio da Silva Assis A frente do projeto está o produtor, diretor e roteirista Sergio Assis, carioca da Cidade de Deus, onde iniciou a carreira aos 15 anos de idade, como produtor, no Bloco Carnavalesco Independente de Jacarepaguá. Um ano após, já assinava como Diretor de Carnaval da Agremiação. Aos 17 passou a produzir shows e eventos com artistas da MPB e bailes Funk. Em 1995, fundou a Silva e Assis, hoje Sergio Assis Filmes. É formado em Produção Executiva em Cinema e TV pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e pela Hollywood Film Institute, Direção de Fotografia e Assistente de Direção pela Academia Internacional de Cinema e TV (AICTV) e Produção de Shows e Eventos pela IATEC. Em 2002, voltou-se para os serviços de produção de elenco, atendendo à Rede Globo de Televisão, Multishow, Nike, MTV, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Coca-Cola, Ambev, Nokia, Skol, Unilever, Conspiração Filmes, O2 Produções, Aquarela Filmes, Goritzia Filmes, Casé Filmes, entre outras. Criador o Projeto Cinema Leva Eu. Direção Artística: Mónica Trigo Graduada em Ciências Sociais e Comunicação Social, atuou como Diretora de Desenvolvimento e Promoção do Audiovisual da Empresa Mineira de Comunicação (MG) e Secretária de Cultura de Paulínia (SP), onde geriu o Polo Cinematográfico. Foi a primeira Chefe da Representação Regional do Ministério da Cultura na Bahia e Sergipe e Assessora do Ministro da Cultura em Brasília. Curadora e jurada em festivais nacionais e internacionais, também compõe comissões de editais. Realizou a Mostra Cinema e Direitos Humanos no Pelourinho, o Festival de Cinema de Paulínia e o Na Quebrada. É idealizadora do Olhar Periférico e FemFan Film Fest e dirige o Cinefantasy. Como Produtora Executiva, realizou “Rio de Topless”, minissérie e longa documental de Ana Paula Nogueira. Preside a ABRAFAN e FANTLATAM, e representou o cinema fantástico latino-americano em eventos como Sitges e Ventana Sur. Produtor Excecutivo: Emerson da Silva Rodrigues Produtor Executivo em Cinema e TV, com formação em Marketing Cultural pela FGV. Atuou de 2001 a 2016 em cargos como Coordenador-Geral de Projetos, Chefe de Gabinete e Gestor de Projetos Audiovisuais na Secretaria do Audiovisual/MinC, e Coordenador de Programação e Chefe de Gabinete da Presidência na EBC. Trabalhou como Produtor Executivo e Controller Financeiro em diversos longas e séries, como O Boneco de Barro e o Rei, 3% (Netflix), Chacrinha: O Velho Guerreiro, Virando a Mesa, entre outros. Também participou de festivais como Gramado e Brasília, atuando em curadorias e júris. Produção: Kelly Cristina Cabral da Silva Kelly Ambrozzio é uma produtora audiovisual, fotógrafa e jornalista brasileira, nascida na Baixada Fluminense, Rio de Janeiro. Bacharel em Jornalismo pelo Centro Universitário Carioca e Mestre em Cinema pela Universidade da Beira Interior, em Portugal. Em 2019, venceu o prêmio de Melhor Curta Metragem Experimental no Porto Femme International Film Festival com o filme Catarse. Com mais de 10 anos de experiência, possui formações técnicas em áreas como fotografia, roteiro e produção artística. Lançou em 2023 o livro Do Short-Film ao Visual Album: As Metamorfoses do Videoclipe na Cultura Digital em 7 idiomas. Atualmente, é Produtora Geral da Escola Brasileira de Audiovisual e coordena o Festival de Cinema de Xerém. Curadoria: Juliana Torres Miyoshi Roteirista e parecerista técnica, com experiência em roteiros de documentário, ficção - longa e curtas- metragens, bíblia e piloto de série - literatura infantil, além de projetos para editais. Roteirista e assistente de direção do curta-metragem Céu de estrelas 1º lugar no Lab Curta 2022. Textos publicados em importantes veículos de imprensa, como na coluna "Casos do Acaso" da Folha de São Paulo em parceria com a Conspiração Filmes, na Veja Rio e no Jornal Portal. Seleção oficial do laboratório Roteiro de Mãe com apoio da Riofilme com o roteiro Morada dos Sonhos e para o grupo de desenvolvimento Marieta 2023/01 de documentário com o projeto Vigiar. Direção e roteiro do curta-metragem Medeias, uma adaptação da peça Medeia de Eurípedes. Co-roteirista, ao lado de Milton Guran, do documentário A saga Suyá – Kisêdjê (pré-produção) e do longa-metragem “Jesus Black”, juntamente com Sergio Assis e Antonio Ernesto Martins. Criadora e roteirista da série “República Liberdade”, contemplada no edital de Apoio a Obras Audiovisuais da Lei Paulo Gustavo, na categoria Desenvolvimento.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.