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Realização de um filme documentário em formato de média-metragem, com até 54 minutos de duração. O filme acompanha e elabora acerca da história, trajetória e conhecimentos de Cleonice, uma Mãe de Santo de 75 anos que está perdendo a memória. Relatos de momentos da vida da Ialorixá do terreiro Ilê Axé Obá Ayiê, se misturam com momentos de Mãe Cleo no terreiro de seu filho de santo, Pai Marcio, entrelaçando memória e presente para celebrar o legado vivo do candomblé soteropolitano hoje e toda uma geração de Ialorixás, bem como destacar a importância das Mães de Santo para o candomblé e para a história e a cultura brasileiras. Relizaremos, também, um evento de estreia do filme em uma sala de cinema, com convidados, coffee break e pocket show.
Filme: Enquanto uma Mãe de Santo perde a memória, seus filhos e netos de santo garantem a continuidade de sua sabedoria. E Obaluayê dança.Cartilha Paradidático: Tendo diversas filhas e filhos de santo que lecionam, Pai Márcio acredita na função social que todos os templos religiosos devem desempenhar, por isso, o filme será acompanhado de um material paradidático a ser produzido após a finalização do curta-metragem de possibilidades para exibição deste filme em sala de aula. Acreditamos que apostar na distribuição escolar faz todo sentido com a lei 10.639/2003, que dispõe sobre o ensino de história e cultura afro-brasileiras em sala de aula, por exemplo. Este material tem como guia métodos que buscam aproximar-se de soluções, pontes de diálogo entre o tempo de tela e o tempo de aprendizado, pensando o audiovisual como parte essencial do aprendizado de estudantes e a produção audiovisual como estímulo crítico e criativo que pode ser somada aos processos de aprendizagem do conteúdo programático das escolas. Propomos a realização de dispositivos, que são exercícios, jogos, desafios com o audiovisual, um conjunto de regras, de possibilidades para que os estudantes possam produzir conteúdos audiovisuais. Dispositivos podem ser realizados om equipamento de filmagem e gravação de som e ou sem equipamento. Estreia em sala de cinema: Estreia em uma sala de cinema com capacidade para 300 pessoas, com coffee break e pocket show para os convidados.
Objetivo Geral: Realização de um filme documentário em formato de média-metragem, com até 54 minutos de duração, intitulado "Mãe Cleo".Objetivos Específicos: Produção de 1 roteiro; produção de um material paradiático; evento de estreia em sala de cinema.
As memórias que temos de nossas vivências e experiências, lugares que visitamos, línguas que aprendemos, comidas que experimentamos, fundamentos que nos formam enquanto seres humanos e sociedades são o que nos faz crescer e estabelecem nossa relação com o mundo. Em cada fase de nossa vida, nos é ensinado de maneiras diferentes, e as formas como aprendemos também mudam ao longo do tempo. Deixar de lembrar, esquecer disso tudo, seja de uma hora para a outra ou de forma gradual é uma das questões que mais perturba o ser humano. Jia Zanghe, em uma carta aberta durante um Festival em Zurique, não nos deixou esquecer, entretanto, que documentar é um ato de resistir, justamente, ao esquecimento. É essa premissa que nos envolve a pensar o curta-metragem Mãe Cleo, filme que aborda a história de Mãe Cleonice, de Omolu, uma Mãe de Santo que, aos 75 anos, está perdendo a memória em decorrência de uma Doença de Alzheimer. Parte fundamental de uma cultura matriarcal e oral como Candomblé, a memória de uma Mãe de Santo é como uma Bíblia Sagrada para os evangélicos; como uma cartilha a ser seguida sem questionamentos; é um tesouro de saber inesgotável que deve ser guardado por ela e suas filhas e filhos. Ver Mãe Cleo deixando de lembrar tantas coisas que aprendeu durante a vida, é perceber em seu olhar que tudo permanece ali, aos poucos, deixando de ser matéria, e virando sonho. Não o sonho de que nos falam os anjos, mas aqueles que se baseiam em fundamentos filosóficos e que garantem a vida eterna. Leda Maria Martins, pesquisadora e candoblecista, afirmou, em fala no FórumDoc, em 2019, que, ao deixar de sonhar perdemos o ancestre. Se sonhamos, o mantemos em nossa memória. De forma coletiva, Leda lembra que o ancestre é tudo aquilo que veio antes de nós, que permanece em nós e que virá, no futuro e depois de nós. No caso de Mãe Cleo, o movimento cíclico daquilo que não é garantido, mas está alicerçado por um fundamento de saber inesgotável. Ao decidir realizar este filme, nos baseamos, também, nas memórias de Pai Márcio, de Oxalá, co-diretor do projeto, justamente, por ser Filho de Santo de Mãe Cleo e estar tão próximo dela neste momento de sua vida. Por meio dos saberes de Pai Márcio, de suas lembranças e seus próprios questionamentos é que serão realizadas as entrevistas com Mãe Cleo. Também é a partir dos conhecimentos dele, que serão realizadas as entrevistas com as demais personagens, que contarão sobre a juventude de Mãe Cleo e farão permanecer, justamente, em suas falas, sabedorias aprendidas com ela. Conforme Art. 1º da Lei 8313/91 este projeto irá: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais - a partir da realização do filme e do posterior visionamento; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais - a partir de filmagens em bairros periféricos de Salvador; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores - a partir da realização do filme; IV - proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional - estamos propondo a realização de um filme que fala sobre candomblé e valoriza Mães de Santo, importantes personagens da contrução da cultura brasileira; V - salvaguardar a sobrevivência e o florescimento dos modos de criar, fazer e viver da sociedade brasileira - ao destacar a cultura afro-brasileira; VI - preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro - o candomblé é um bem imaterial importante e os saberes tradicionais advindos dele também e nosso projeto é, justamente, sobre a memória, o conhecimento das Mães de Santo; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações - pretendemos a exibição desse filme em festivais, mostras, e ambientes cinematográficos internacionais; VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória - esse filme parte das memórias que restam de Mãe Cleonice; IX - priorizar o produto cultural originário do País.Conforme Art. 3º da Lei 8313/91 este projeto irá: II - fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural - Realização de um filme documentário em formato de média-metragem, com até 54 minutos de duração, intitulado "Mãe Cleo"III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante:d) proteção do folclore, do artesanato e das tradições populares nacionais - realizar um filme que tenha o camdomblé como temática central é falar sobe tradições populares que fazem referência a construção da identidade brasileira.
ARGUMENTO, por Marcio Ferreira e Rafa Beck. O Ato I, com duração entre 20 e 25 minutos, foca na história e vida de Mãe Cleonice, iniciando com a festa de Obaluayê, o Olubajé, na casa de Pai Márcio, e seguindo uma linha narrativa em que ouvimos histórias da vida de Mãe Cleonice, imagens dela dançando, entrevistas com sua única filha biológica, com Pai Márcio, com Pai Papadinha, com Mãe Neusa, com irmãos de santo de Mãe Cleonice. Também veremos outras imagens de Mãe Cleonice em sua casa, vendo suas roupas de candomblé - Mãe Cleonice tem dois quartos com mais 30 malas cheias de roupas colecionadas ao longo desses 50 anos de santo -; de seu terreiro e seu bairro. Ao fim deste ato, veremos Mãe Cleonice na tradicional Feira de São Joaquim, com seu filho de Santo Márcio, de Oxalá. É aí que temos a primeira virada do filme, para o ato II. No ato II, com duração entre 10 e 15 minutos, nossa protagonista dá lugar a seu filho de santo, Pai Márcio, de Oxalá. Essa virada representa, justamente, como a memória de uma mãe de santo é compartilhada com sua casa, seus filhos e seus santos ao longo do tempo, restando a eles permanecerem, difundirem e perpetuarem os conhecimentos aprendidos. Neste ato, veremos a casa de Pai Márcio, o ritual “Águas de Oxalá”, as movimentações da casa. Os filhos e filhas de santo falando sobre a casa, sobre Pai Márcio e sobre Mãe Cleonice também faz parte desde momento da narrativa. A virada para o ato III - que terá entre 10 e 15 minutos, se dará no início do tradicional Olubajé, o Sabejé, momento anterior à festa em que filhos e filhas de santo da casa pedem dinheiro e dão o famoso banho de milho de pipoca na Feira de São Joaquim. Ao retornar para a feira, retomamos a voz de Mãe Cleonice cantando e contando sobre o ritual. Na sequência, entrevistas com os filhos e filhas de Pai Márcio fecham uma narrativa sobre conhecimento e memória. As últimas imagens do filme, serão das preparações para a festa do Olubajé: o tratamento dos animais sacrificados, a preparação da casa, a limpeza do barracão, a limpeza e organização da Casa Rosa, a organização das panelas, a chegada dos convidados. Ao som da voz de Mãe Cleonice cantando para Obaluayê, Pai Márcio se arruma em seu quarto para a festa. Quase de maneira onírica, por fim, num dia qualquer de verão, antes dos créditos subirem, vemos Mãe Cleonice na sala da casa de Pai Márcio, ouvindo e se encantando com as batucadas para a festa do caboclo no terreiro ao lado.
O filme terá duração de 54 minutos; a cartilha terá 5 páginas, incluindo resumo, biografia de Mãe Cleonice, dados do projeto e atividades sugeridas para diversas idades (do 6º ano do ensino fundamental a 3ª série do ensino médio, bem como EJA); exibição de estreia para 300 pessoas.
Após a finalização do filme, serão adicinadas:1. Janela de LIBRAS; 2. Audiodescrição; 3. Legendagem descritiva; 4. Legendagem (português, inglês e espanhol) Será realizada uma audiodescrição da cartilha didática. Também será contratada uma pessoa responsável como Consultora e Coordenadora de Acessibilidade. Essa profissional será uma pessoa PCD.
O filme Mãe Cleo terá duração de cerca de 54 minutos e é produzido com intuito de preservação da memória de Mãe Cleo e do candomblé baiano, e alinha-se com a luta de diversos setores da sociedade civil nos últimos anos de contribuir como conteúdo representativo acerca da diversidade cultural afro-brasileira. Dessa forma, entendemos que o conteúdo do filme é valioso para o debate acerca da diversidade religiosa e cultural brasileira em diversos ambientes, incluindo salas de aula e ações cineclubistas. O presente projeto de realização também inclui a finalização do filme em formato apropriado para processo de inscrição em festivais nacionais e internacionais, bem como o retirada de certificado de produto audiovisual brasileiro para a participação em tais seleções e licenciamento para exibição em televisão brasileira e plataformas de streaming online. Assim, objetivamos: 1) Divulgar o processo de criação e filmagem por meio de redes sociais como Instagram e YouTube, com a produção de vídeos curtos com entrevistas, curiosidades e trechos do filme, e a produção de cards; 2) Produzir posters para divulgação do filme; 3)Realizar contato com a Secretaria de Educação do Estado da Bahia e com as Secretarias de Educação Estaduais dos demais estados do Brasil, disponibilizando uma cartilha didática e o linl filme para visionamento virtual, bem como, para download; 4) Realizar a estreia do filme; 5) Divulgar resultados da exibição de estreia; 6) Distribuir cartilha didática para exibição em escolas e outros terreiros de candomblé.
Rafael Beck é Produtor Executivo, Diretor e Roteirista de Mãe Cleo. Rafa Beck é filho de santo de Pai Márcio, mestre em Cinema e Narrativas Sociais (PPGCINE-UFS/SE) e graduado em Cinema e Audiovisual (UFRB/BA), onde desenvolveu, como Trabalho de Conclusão de Curso, o roteiro de longa-metragem de ficção Dobálè. Desenvolve pesquisas acadêmicas sobre o uso do som no cinema, sobre cinema educação, sobre cinema infantojuvenil e sobre cinema latino americano. Participou da Sala de Roteiro da Rosza Filmes, nos roteiros da série Café com Canela. Foi produtor executivo do desenvolvimento do documentário Trincheira (onde, também, realizou Produção Executiva, em finalização), da ficção Menarca (em captação) e da série Vivi Lobo e o Quarto Mágico (em produção). Realizou Produção Executiva na produção do documentário Trincheira. Colaborou como Gerente de Projetos na Olho de Vidro Produções (2018 a 2021) e Produtor Executivo e Diretor de Produção na 242 Filmes (2021 a 2023). Márcio Ferreira (Diretor e Roteirista) é Bacharel em Direto pela Faculdade Maurício de Nassau, Pós-Graduado em Práticas Trabalhistas pela Faculdade Baiana de Direito e é Coordenador Jurídico do Coletivo de Entidades Negras, o CEN. Em sua prática como advogado, defende, no geral, pessoas negras e periféricas, garantindo os direitos mínimos e lutando por direitos iguais para o povo de Axé. Em setembro de 2023, recebeu o título de Doutor Honoris Causa pelo serviço à sociedade, contribuindo para o progresso das ciências, das letras, das artes, da cultura e em geral por ter beneficiado de forma excepcional à humanidade e ao país, o título é concedido pela Faculdade Formação Brasileira e Internacional de Capelania e a Ordem de Capelães do Brasil (OCB); no mesmo mês, recebeu, ainda a homenagem da Confraria de Òlósún’s, reconhecendo o seu empenho, compromisso e responsabilidade, demonstrados em ações de relevante importância para a herança valiosa de nossos antepassados oriundos de África, fortalecendo as comunidade do povo de Axé. No Candomblé, é Babalorixá no Ilê Asé Omim Oluwo Ejigbô. Pai Márcio, de Oxalá, conta com 20 anos de iniciado na religião de matriz africana, sendo sua Yalorixá Cleonice Natividade de Jesus Dias, Mãe Cleo, de Obalwaiê, da Casa Branca. Após 3 anos de abertura, em 2013, com as fortes chuvas vivenciou o desmoronamento de seu primeiro terreiro construído, o que de uma certa forma levou parte de sua história. Resignado a cumprir os desígnios do Orixá, se viu compelido a constituir o seu Axé no loteamento Geraldo Brasil, em Cajazeiras XI. É criador-fundador do Cine-Ejigbô, iniciativa que começou em 2019 e se estendeu ao longo da pandemia. Com o avanço do audiovisual, Márcio passou a acreditar na possibilidade de trazer para o cinema e as plataformas de vídeo por demanda curiosidades sobre a vida de terreiro de candomblé, nomes importantes do candomblé soteropolitano e as realidades vivenciadas pelos filhos de santo que advoga. Carolaine Babosa (produtora executiva) é filha de Pai Márcio, de Oxalá, graduanda desde 2020 no Bacharelado Interdisciplinar em Humanidades (UNILAB) e Técnica em Administração, pelo SE7E – Centro Tecnológico (2020). Atualmente, é Professora no Educa Mais Bahia, como Educadora Social no Colégio Estadual Leda Jesuíno dos Santos. Trabalhou como Mobilizadora Social no Projeto de Pesquisa de Pós Ocupação em Alagados, realizado pelo AmorSocial/CONDER, entre abril e junho de 2023. Esteve Jovem Aprendiz de Produção Cultural entre 2021 e 2023 no Curso de Arte e Cultura do Instituto Sagrado Coração de Jesus, da Pronto Fino LTDA. Esteve integrante enquanto educanda da Joventude Negra e Participação Política (JNPP), no projeto da ONG Cipó – Comunicação Interativa. Esteve Coordenadora do Centro Cultural Que Ladeira É Essa?. É Produtora do documentário longa-metragem Pra Quê Me Olhar Assim?, produzido pela ONG Cipó – Comunicação Interativa. Hanna Vasconcelos (Assistente de Direção) é graduada no curso de Cinema e Audiovisual (UFRB) em 2021, onde desenvolveu pesquisa e eventos na área de Cinema e Educação, além de curadoria e produção de práticas cineclubistas e realização de oficinas de criação audiovisual para jovens no grupo PET Cinema entre 2016 e 2019, durante este período também atuou em curadora e oficineira nas duas primeiras edições do Festival Mimoso de Cinema, em Luís Eduardo Magalhães-BA. É diretora e montadora em "Querida Mãe," dir. Áquila Jamile e Hanna Vasconcelos, 2020, financiado pelo edital da FUNCEB Calendário das Artes de 2020 e assistente de produção em "Mamãe!", dirigido por Hilda Lopes Pontes e Klaus Hastenreiter, 2020. Desde 2021, trabalha como produtora freelance em séries para streaming, mais recentemente como 1ª assistente de produção da série Desejos S/A para a Star, e como assistente de biossegurança/covid em séries para Netflix e Amazon. Patrícia Freitas (Roteirista) é realizadora de audiovisual, com experiência em documentários, também em formato de obra seriada. Nos últimos dois anos, trabalhou enquanto assistente de direção em série documental para o Globoplay e pesquisadora em outra produção a ser exibida na TVE Bahia. Mestra em Literatura e Cultura pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), Bacharel em Letras pela UFBA, Formação Pedagógica em curso na Estácio de Sá, Doutorado interrompido (2020) na Faculdade de Letras da Universidade do Porto em Portugal. Foi professora em instituições públicas e privadas de ensino, tais como a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), onde ministrou as disciplinas Conhecimento, Ciência e Realidade, Universidade, Sociedade e Ambiente e Tópicos Especiais em Saúde para estudantes dos cursos de Psicologia, Bacharelado Interdisciplinar em Saúde, Medicina e Nutrição. Participo do coletivo Corpos Indóceis, Mentes Livres, coordenado pela professora Denise Carrascosa (Letras/UFBA), tendo como membros honorários Angela Davis e Conceição Evaristo, realizando oficinas audiovisuais e literárias com mulheres negras encarceradas no Complexo Penitenciário Lemos de Brito, em Salvador, Bahia. Napoleão Cunha (Edição e Mixagem de Som), técnico de som direto e mixador em projetos audiovisuais, nasceu em Teresina-Pi mas vive desde a infância em Salvador-Ba. Durante sua adolescência tornou-se baterista e logo se interessou pelas técnicas de gravação de áudio. Ingressou na faculdade de Arquitetura, porém abandonou o curso para dedicar-se a produção de jingles e trilhas sonoras para publicidade. Em 2004, durante sua graduação em Cinema, especializou-se em som direto e pós produção de conteúdos audiovisuais. Atualmente, participa de vários projetos de longas e séries, tanto captando quanto finalizando o som de documentários e ficções. Fernanda Beling (Diretora de Arte) é especializada em Direção de Arte pela Escuela Internacional de Cine y Televisión, em Cuba e bacharel em Artes Cênicas pela UFBA, atuante em diversos segmentos audiovisuais, destaco: Idealização e Realização dos curtas experimentais Epitáfio Brasileiro e do projeto InCUBAndo Novas Idéias e Imagens Plásticas; Em coproduções internacionais: 1ª AD do longa A Pelada, de Damien Chemin, 2ª AD da série Santo da NETFLIX; Direção de Arte do longa Antígona, de Fabricio Boliveira e 1ª Ass. de Arte do longa A Coleção Invisível, de Bernard Attal; Direção Assistente do reality Fit Dance Stars; 1ª AD da abertura de Segundo Sol e Coord. de Arte na 1a fase de Velho Chico, ambas novelas da TV Globo. Atuante em diversos segmentos audiovisuais, destaco: Idealização e Realização dos curtas experimentais Epitáfio Brasileiro e do projeto InCUBAndo Novas Idéias e Imagens Plásticas; Em coproduções internacionais, nos longas: 1ª Assistente de Direção (AD) de A Pelada, de Damien Chemin, Direção de Arte de Antígona, de Fabricio Boliveira e 1ª Ass. de Arte A Coleção Invisível, de Bernard Attal; 2ª AD da série Santo da NETFLIX; Direção Assistente do reality Fit Dance Stars; 1ª AD da abertura de Segundo Sol e Coord. de Arte de Velho Chico, ambas da TV Globo.
PROJETO ARQUIVADO.