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O programa TERRA - Territórios Audiovisuais visa fomentar a formação audiovisual nas escolas do Ceará, especialmente na região metropolitana de Fortaleza e nas macrorregiões do Sertão (Sobral, Ibiapaba, Crateús, Inhamuns e Canindé). O projeto é composto por quatro grandes ações que se complementam e fortalecem a disseminação do conhecimento audiovisual, proporcionando o acesso a produções cinematográficas e promovendo a educação digital e tecnologias educacionais para escolas, professores e comunidades. O programa tem como propósito a valorização dos territórios, assim como dos saberes populares e tradicionais do povo cearense, ao mesmo tempo em que busca preservar e promover a cultura oral e o patrimônio imaterial por meio das tecnologias audiovisuais.
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Objetivo GeralFomentar a formação audiovisual nas escolas do Ceará, especialmente na região metropolitana de Fortaleza e nas macrorregiões do Sertão (Sobral, Ibiapaba, Crateús, Inhamuns e Canindé). Decreto 10.755, de 2021:Art. 2o Na execução do PRONAC, serão apoiados programas, projetos e ações culturais destinados às seguintes finalidades:I - valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão;Pois, conhecendo a própria cultura, o indivíduo compreende a importância de mantê-la viva, protegê-la e valorizala como forma de preservar quem somos, nossas características e nossa identidade. Segundo Barros (2008)."proteger não significa defender o isolamento ou o fechamento ao diálogo com outras culturas, mas sim encontrar meios de promover a sua própria cultura".II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira;Pois, a educação e o multiculturalismo são dois fenômenos indissociáveis para a equidade social. De acordo com Moreira (2001), "a educação multicultural deve estar inserida no currículo pedagógico em todas as instituições deensino, inclusive nas universidades".V - incentivar a ampliação do acesso da população à fruição e à produção dos bens culturais;Pois, o acesso aos bens culturais é uma via de acesso ao resgate da igualdade social, efetivação da cidadania e do reparo das imagens distorcidas, que pode possibilitar a atenuação e a prevenção da exclusão; estabelecendo aCultura, por meio da perspectiva da transversalidade, como instrumento de combate à desigualdade social de forma inclusiva, integral, sustentável e cidadã, com resultados concretos nas agendas social, educacional eeconômica.VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade;Pois, com o exercício da cidadania cultural estamos exercendo o direito garantido pela constituição, e, portanto, dando a acessibilidade artística e da diversidade. Objetivos específicosEstimular a criatividade e a expressão artística dos jovens, promovendo a realização de oficinas de formação audiovisual em escolas do Ceará.Oferecer oportunidades de formação e capacitação para jovens cineastas, proporcionando a descoberta de novos talentos no setor audiovisual.Valorizar a cultura e a história da região, retratando suas realidades e desafios por meio do cinema.Contribuir para o fortalecimento da educação digital e o uso de tecnologias educacionais inovadoras nas escolas, tornando o aprendizado mais dinâmico e atrativo.Consolidar a região como um polo cultural e cinematográfico, atraindo a atenção de outros profissionais e produtores do setor para a diversidade e a riqueza cultural do Sertão e Vale d
A perspectiva de atuação do instituto é ancorada num profundo diálogo com a experiência social, interagindo com as demandas que emergem da sociedade.No campo de educação para mídia, o IRIS realizou o Projeto Carrossel - Rede Carrossel de Educação Audiovisual, que desenvolveu processos de incorporação da linguagem audiovisual nas rotinas escolares, na perspectiva da educomunicação (ou leitura crítica da mídia audiovisual), envolvendo professores e alunos da rede pública de ensino da cidade de Fortaleza/CE. Em parceria com a ANDI — Agência Nacional dos Direitos da Infância, o projeto envolveu 120 jovens de três escolas públicas do Mucuripe, em torno de questões de saúde reprodutiva, DST e AIDS, por meio da linguagem audiovisual.Em parceria com o Banco do Nordeste do Brasil (BNB), o Instituto de Referência da Imagem e do Som desenvolveu três edições do Projeto História de Mídia no Nordeste, com ações de reflexões sobre a narrativa midiática nacional em torno da ideia de Nordeste. O projeto realizou três Simpósios Nacionais, que reuniram importantes pensadores sobre a história da mídia e a relação dos meios de comunicação com os territórios politicamente periféricos do país. Além dos Simpósios, foram publicados os livros "Nordeste, Memórias e Narrativas da Mídia" (ISBN: 978-85-7563-538-4) e "Caravanas Farkas: itinerários do documentário brasileiro" (ISBN: 978-85-391-0431-4).A formação para as artes é uma área de atuação permanente do IRIS. Em 2013, em parceria com a Prefeitura Municipal de Fortaleza/Escola Vila das Artes, foi realizado um Programa de Formação em Artes, desenvolvendo processos de formação nas áreas do audiovisual e dança. Atualmente, o IRIS desenvolve o projeto Essa Coisa de Cinema!, que tem o objetivo de realizar percursos formativos em audiovisual em escolas públicas do ensino médio.Essa Coisa de Cinema! é uma parceria com o Curso de Cinema e Audiovisual da Universidade de Fortaleza (Unifor) e a Rede Kino - Rede Latinoamericana de Educação, Cinema e Audiovisual e promove a inclusão de práticas audiovisuais articuladas aos contextos dos estudantes e seus territórios. Do ponto de vista metodológico, o projeto da ideia de "pergunta geradora", baseada na pedagogia freireana, para a constituição de percursos que possam fomentar a criação de imagens e sons no incentivo ao desenvolvimento de competências e habilidades que transcendem a dimensão técnica, com atenção à sensibilidade dos estudantes, a leitura crítica do mundo e dos mídia e a própria invenção como potência de afirmação de si e da comunidade. Alinhamento ao Plano Nacional de Cultura (PNC)O programa TERRA está alinhado com os objetivos do Plano Nacional de Cultura (PNC), que promove a valorização da cultura local e a preservação ambiental como componentes essenciais do desenvolvimento sustentável. O PNC enfatiza a importância da educação e do acesso à cultura para todas as comunidades, o que é diretamente abordado pelo escopo do projeto. Além disso, a iniciativa apoia as ações do governo municipal e estadual voltadas para a conscientização ambiental e o engajamento cívico da comunidade. De modo direto, elencamos abaixo algumas das metas centrais do PNC que são diretamente vinculadas aos objetivos do TERRA.O programa TERRA contribui diretamente para o aumento da presença da cultura brasileira nas escolas públicas de Educação Básica. Ao elaborar percursos de formação em audiovisual com ênfase em linguagens artísticas e repertórios brasileiros, o TERRA amplia a oferta de atividades de arte e cultura nas escolas públicas. Os participantes do programa, após realizarem o percurso de audiovisual, têm a oportunidade de compartilhar seus conhecimentos e experiências com as escolas de modo autônomo, assim como fundar e fomentar núcleos de criação artística promovendo atividades de arte e cultura de forma permanente para toda a população do município.O programa TERRA trabalha diretamente com grupos, comunidades e coletivos das comunidades, capacitando-os na produção audiovisual. Isso beneficia diretamente os grupos, comunidades ou coletivos mencionados na meta. Essas ações de comunicação para a cultura podem resultar na criação de documentários, fotografias, imagens e sons que difundem as expressões culturais e questões das comunidades costeiras, assim como denunciam as iniciativas que violam os Direitos Humanos e colaboram para a extinção de determinados modos de vida e saberes.O programa TERRA reconhece e valoriza a diversidade cultural das comunidades, promovendo a documentação de suas tradições, modos de vida e desafios enfrentados. Ao capacitar grupos artísticos locais em produção audiovisual, o programa ajuda a aumentar o número de municípios brasileiros com grupos em atividade nas áreas, de modo transversal, uma vez que o audiovisual é uma linguagem que pode ser incorporada a todas as outras linguagens do campo artístico, como teatro, dança, circo, música, artes visuais, literatura e artesanato. Esses grupos representam a diversidade cultural do Brasil e têm um papel vital na preservação das tradições culturais e da memória coletiva.Por fim, esperamos que, ao final do projeto, pelo menos 300 jovens sejam introduzidos à linguagem, bem como às técnicas específicas do campo do cinema e audiovisual. A produção de documentários e narrativas não-ficcionais que abordam questões socioambientais permitirá que a comunidade se envolva ativamente na discussão e sensibilização sobre esses temas e seus respectivos problemas. A circulação desses documentários alcançará um público mais amplo, incluindo autoridades locais e os diferentes setores que compõem a população do município, contribuindo para a conscientização e a busca de soluções sustentáveis de modo coletivo. Acreditamos que o cumprimento dessas metas resultará em uma transformação significativa na realidade local, com maior consciência ambiental, engajamento cívico e preservação dos recursos naturais para as futuras gerações, por meio do desenvolvimento da perspectiva crítica entre a população em fase de formação. Nesse sentido, os filmes realizados durante os percurso formativos não apenas destacarão os problemas, como podem também apontar para soluções eoportunidades de cooperação, em direção a um equilíbrio entre as demandas governamentais de produção de energia limpa e a preservação dos modos de vida tradicionais e do meio ambiente costeiro.O projeto se enquadra, a saber:Lei 8.313/91Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a:I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais;Uma população cearense potencializada culturalmente, de forma ampla e inclusiva, com reconhecimento e valorização de sua diversidade, transversalidade e dinamicidade artística e cultural geradoras de valor simbólico,socioeconômico e ambiental.II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais;A produção do conhecimento da abrangência estadual e regional das ações culturais, facilita o estudo das regiões e possibilita a democratização do acesso e da difusão mais detalhado e justo socialmente.III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores;É importante ampliar e democratizar a produção e o acesso à arte e a cultura com base no desenvolvimento da economia dos setores criativos, no fortalecimento da diversidade e da cidadania cultural em todas as regiões do Estado do Ceará.No art. 3 da referida norma serão alcançados, a saber:I - incentivo à formação artística e cultural, mediante:c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;
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Acessibilidade FÍSICA:Será feito em cada escola visitada e avaliada, melhorias possíveis para oferecer facilitadores para a locomoção no espaço físico (banheiros, rampas, outros). Acessibilidade de CONTEÚDO:Nas inscrições dos alunos, a escola informará a necessidade para o atendimento das medidas de acessibilidade (Libras, Braille, audiodescrição, legenda descritiva, outros).
Dados do Censo Escolar 2023 indicam que 8,8 milhões de brasileiros entre 18 e 29 anos não completaram o ensino médio.No Ceará, 633 mil jovens não estudam nem trabalham.O Ensino Médio apresenta a maior taxa de evasão escolar.O Brasil possui alta conectividade digital, com 67% da população usando redes sociais.O audiovisual é uma ferramenta poderosa para expressão juvenil e construção de identidades.Desafios incluem desinformação e impactos negativos na saúde mental. O Programa Terra visa:Produção e Difusão do Cinema: Assegurar a produção e difusão acessível do cinema brasileiro e latino-americano nas escolas do Ceará.Integração Curricular: Incorporar o cinema aos currículos escolares e projetos político-pedagógicos.Práticas Pedagógicas Diversificadas: Implementar práticas pedagógicas com o cinema nas escolas de tempo integral.Colaboração Interdisciplinar: Fomentar a produção e difusão de cinema na escola por meio de processos colaborativos e interdisciplinares.Autonomia Escolar: Respeitar a autonomia das unidades escolares e seus processos educativos.Cinema como Comunicação e Arte: Reconhecer o cinema em seus múltiplos modos e transversalizar sua presença nos documentos oficiais de educação.Parcerias Colaborativas: Integrar gestores culturais e escolares, docentes, estudantes, curadores, artistas, pesquisadores e profissionais de saúde mental. Ampliação do Acesso IN 01/22Art. 24. Em complemento, o proponente deverá prever a adoção de, pelo menos, uma das seguintes medidas de ampliação do acessoII - disponibilizar na internet, redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, das atividades de ensino, saraus, slam e de outros eventos de caráter presencial, acompanhado com libras e audiodescrição;III - permitir a captação de imagens das atividades e de espetáculos ou autorizar sua veiculação por redes públicas de televisão e outras mídias gratuitas;
Equipe de Direção e Coordenação:Ana Elisabete Freitas Jaguaribe (Direção Geral) - Responsável pela articulação de todas as etapas do projeto, as perspectivas conceituais e estéticas, a articulação e diálogos entre os campos da arte Claudia Pires da Costa (Coordenação Artística) - Encarregada da produção e articulação da equipe técnica e artística. Responsável em planejar todas as necessidades e controle e da produção, cumprindo prazos e tarefas Manoela Ziggiatti (Coordenação Laboratório Audiovisual/Cinema) - Responsável pelo processo seletivo e das atividades do Laboratório de Audiovisuais e Cinematográficas Isaac Pipano - Responsável pela curadoria da programação e dos filmes. Currículos resumidos:Elisabete Jaguaribe: outora em Sociologia pela Universidade Federal do Ceará (UFC); Mestre em História; Especialista em Marketing (ESPM) e Jornalista. Trabalhou como redatora nos jornais O Povo (CE) e Diário do Nordeste (CE). Coordenadora de arte e Cultura do Instituto de Estudos e pesquisas para o Desenvolvimento do Estado do Ceará (INESP); foi Chefe de Gabinete da Secretaria de Audiovisual do Ministério da Cultura de 2004-2007; coordenou os cursos de Jornalismo e Rádio e TV na Fanor. Presidente do IRIS - Instituto de Referência da Imagem e do Som. Atualmente coordena o curso de Cinema e Audiovisual da Universidade de Fortaleza e dirige a Escola Porto Iracema das Artes; Claudia Pires: Licenciada em Pedagogia e Especialista em Arte-Educação. Coordena os Laboratórios de Criação da Escola Porto Iracema das Artes. Atuou ainda, na referida Escola, como coordenadora do Programa de Formação em Dança que inclui o Laboratório de Dança e o Curso Técnico em Dança. Concluiu pelo Instituto Dragão do Mar, através do Colégio de Dança do Ceará, o curso de capacitação de Professor de Dança. Dirigiu o equipamento cultural Vila das Artes, escola de formação em artes da Prefeitura de Fortaleza, entre 2013 e 2016. Integrou a Câmara Setorial de Dança do Ministério da Cultura nos anos de 2005 e 2006. Criou e presidiu a Associação dos Bailarinos, Coreógrafos e Professores de Dança do Ceará (PRODANÇA) de 2003 a 2005. De 2003 a 2010 foi curadora e diretora artística do programa Circuladança da Bienal Internacional de Dança do Ceará. Coordena no Colégio 7 de setembro os núcleos de dança, teatro e música; Manoela Ziggiatti: Formada em documentário na EICTV (Cuba), tem especialização pela Salford University (Inglaterra) e graduação em Jornalismo pela USP. Desde 2005, é sócia da Avoa Filmes. Trabalhou como montadora em séries e filmes como “Sinfonia da Necrópole” e “O Duplo” , de Juliana Rojas; “A grande viagem ao pequeno país”, de Mariana Viñoles; “A Morte de Jaime Roldós”, de Manolo Sarmiento, exibidos e premiados em diversos festivais como Semana da Crítica do Festival de Cannes, Festival de Gramado, Festival de Havana, IDFA, Festival de Toulouse, Doc Barcelona, Tiradentes, entre outros. Em 2012, estreou no Festival de Guadalajara seu primeiro longa documentário "Pulsações". Seu curta “O Voo” (2015) (melhor curta latinoamericano - FicValdivia) foi exibido em mais de 20 festivais e mostras. Recentemente, estreou o curta "Palavra Grande" (2021) no Festival Olhar de Cinema. Atua como consultora de montagem e integra o Coletivo Vermelha, que estuda e promove ações relacionadas à participação e representação de mulheres no audiovisual. Atualmente coordena o Laboratório Cena 15 - Cinema, da Escola Porto Iracema das Artes; Isaac Pipano: Doutor em Comunicação pela Universidade Federal Fluminense (UFF), com pesquisa em torno dos dispositivos audiovisuais e suas implicações em experiências pedagógicas. É co-autor do livro "Cinema de Brincar", com Cezar Migliorin, e foi um dos idealizadores do programa pedagógico "Inventar com a Diferença - cinema, educação e Direitos Humanos". Já atuou em dezenas de projetos de formação em escolas livres de cinema e instituições de ensino como Unifor (CE), Porto Iracemas das Artes (CE), Escola Livre de Cinema de Nova Iguaçu (RJ), Programa de Alfabetização de Audiovisual (RS), Academia Internacional de Cinema (RJ), Rede Globo (RJ), dentre outras.
PROJETO ARQUIVADO.