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PRONAC 250122Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Restauro Digital e Preservação Filme Roberto Carlos a 330 km por Hora (1971) - parte 3 da trilogia

RF CINEMA E TV LTDA
Solicitado
R$ 804,5 mil
Aprovado
R$ 804,5 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Restauração/Preservação de acervos audiovisuais
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
RJ
Município
Rio de Janeiro
Início
2025-02-11
Término

Resumo

O projeto faz parte do conjunto que visa restaurar digitalmente, tornar acessíveis e preservar os 3 filmes estrelados pelo cantor brasileiro de maior sucesso Roberto Carlos, produzidos pelo cineasta Roberto Farias nos anos 60 e 70. Os arquivos originais em 35mm arquivados no Arquivo Nacional serão digitalizados com a melhor tecnologia disponível para restauro de som e imagem para chegarem ao público brasileiro com toda sua potencialidade artística e estética, dentro dos altos padrões de qualidade exigidos atualmente. Novas matrizes digitais em alta resolução serão depositadas na Cinemateca Brasileira e no Arquivo Nacional para sua preservação e em diversos formatos para difusão em diferentes mídias.

Sinopse

Roberto Carlos a 300 km por hora Longa-metragem / Sonoro / Ficção, 35mm, cor, 99 min, 2.792m, 24q, Eastmancolor Rio de Janeiro, 1971 Sinopse: Lalo e Pedro são mecânicos que trabalham na oficina de Rodolfo, piloto brasileiro de fama internacional. Rodolfo decide participar da Copa Brasil. Lalo, piloto apaixonado pelas corridas, e Pedro, conhecedor de diversas técnicas de pilotagem, utilizam carros de clientes para treinar em Interlagos sem o conhecimento de Rodolfo. Elenco: Roberto Carlos, Erasmo Carlos, Raul Cortez, Maria Cristina Martinez, Libânia Almeida, Antônio Carlos Avallone, José Renato Catapani, Joberte dos Santos. Participação especial: Mário Benvenutti, Flávio Migliaccio, Otelo Zeloni, Reginaldo Faria, Walter Forster Músicas Roberto Carlos e Erasmo Carlos, Music Machine, Léo Canhoto & Robertinho, Duo Guarujá, Waldick Soriano Trilha sonora: CBS Canções: “De tanto amor” e “Todos estão surdos”, de Roberto Carlos e Erasmo Carlos; “Masculino e feminino”, de Roberto Monteiro Filho; “Hill 474”, de Tony Osanah e Tequinha; “Crioulinha”, de Léo Canhoto e Nhô Cido; “Desafio”, de Pimentel e Meirinho; “Não me esqueças nunca”, de Frederico Breda e Georgette Vidor; “De quem será”, de Cláudio Fontana Argumento: Bráulio Pedroso e Roberto Farias Direção e roteiro: Roberto Farias Produtora: Produções Cinematográficas R. F. Farias Distribuidora: Ipanema Filmes e Embrafilme

Objetivos

OBJETIVOS GERAIS E ESPECÍFICOS Os objetivos gerais do projeto visam resgatar uma parte da memória cultural brasileira para o público e preservá-la, conforme dispõe o decreto nº 11.453, de 23 de março de 2023 no art. 3º, item I, cujos mecanismos de fomento cultural contribuirão para "valorizar a cultura nacional, consideradas suas várias matrizes e formas de expressão"; e no item IV "promover o restauro, a preservação e o uso sustentável do patrimônio cultural brasileiro em suas dimensões material e imaterial". O projeto irá trazer para o público atual o filme Roberto Carlos a 330 km por Hora (1971) que faz parte do conjunto dos três filmes com a participação do maior astro da música brasileira, Roberto Carlos, produzidos pelo cineasta Roberto Farias nos anos 60 e 70. A trilogia de filmes com o artista, ícone popular da música brasileira desde a década de 60, atravessou gerações marcando a memória afetiva dos brasileiros. Diversos aspectos sociais da época ficaram registrados nesses filmes através das histórias de aventura e romance e associadas às músicas presentes nos filmes. Os três filmes, Roberto Carlos em Ritmo de Aventura, Roberto Carlos e o Diamante Cor de Rosa e Roberto Carlos a 300 km por Hora, fazem parte da filmografia de um diretor e produtor que deixou uma importante contribuição artística, empresarial, política e também como gestor de políticas públicas para o desenvolvimento do cinema brasileiro. Em sua coluna no jornal O Globo de 03/06/2018, Cacá Diegues escreveu: "Em meados dos anos 1970, Roberto Farias se tornaria, por força das circunstâncias que nunca se negou a aceitar, o maior gestor da história de nosso cinema, um herói na liderança de nosso cinema durante a ditadura, mesmo tendo que abrir mão de preferência pessoal por produção e direção. Ele se tornaria então presidente da Embrafilme. (...) À frente da Embrafilme, Roberto seria responsável por um dos períodos mais ricos do cinema brasileiro, tanto do ponto de vista do sucesso de público, quanto da qualidade dos filmes reconhecida internacionalmente.(...) a Embrafilme, sob o comando de Roberto Farias, conseguiu atingir uma média de 22% da totalidade de espectadores no Brasil. Esse market share, em 1978, chegou a 35%." Objetivos específicos RESTAURO DIGITAL E PRESERVAÇÃO O filme,Roberto Carlos a 330 km por Hora (1971), que faz parte da trilogia juntamente com os filmes Roberto Carlos em Ritmo de Aventura (1968) e Roberto Carlos e o Diamante Cor de Rosa (1970), que terão seus negativos de som e imagem digitalizados em resolução 4k e o som será remasterizado em tecnologia 5.1. As novas matrizes digitais em alta resolução serão depositadas na Cinemateca Brasileira e no Arquivo Nacional para sua preservação e permitirão a confecção de arquivos para difusão em diferentes mídias, como salas de cinema, Streaming e Tvs (aberta e por assinatura), participação em mostras, retrospectivas e eventos culturais. EXIBIÇÕES PÚBLICAS O projeto prevê sessões especiais dos três filmes para o público pagante e de forma gratuita através de instituições parceiras dedicadas à educação e formação audiovisual, tais como Cinema Nosso, AfroReggae, Nós do Morro, entre outras, para jovens e adultos residentes em áreas periféricas ou em condições de vulnerabilidade social. Após a exibição dos filmes haverá debates com a presença de historiadores de cinema e da música brasileira e pesquisadores da preservação audiovisual. Será uma oportunidade para discutir a importância dos filmes na filmografia brasileira e para a cultura do país, além de trazer um olhar contemporâneo sobre a força criativa daquelas imagens. SEMINÁRIO INTRODUTÓRIO DE PRESERVAÇÃO E RESTAURAÇÃO DIGITAL Realização de um seminário online, em que os coordenadores da restauração do projeto apresentarão de forma introdutória a importância da preservação de acervo audiovisual e o processo de trabalho realizado neste projeto, discutindo as questões éticas, estéticas e técnicas envolvidas na preservação, restauração e difusão dos patrimônios cinematográficos. PLATAFORMA DIGITAL ONLINE Plataforma digital online acessível com o histórico do processo de restauro dos filmes.

Justificativa

O filme Roberto Carlos a 330 km por Hora (1971), que faz parte da trilogia de filmes com a participação do astro da música brasileira Roberto Carlos, produzidos pelo cineasta Roberto Farias nos anos 60 e 70 levaram mais de 9 milhões de pessoas aos cinemas e permanecem na memória cultural dos brasileiros. Eles precisam ser resgatados para o público atual e para as próximas gerações, bem como serem preservados, uma vez que seus suportes originais correm risco de desaparecimento devido ao processo natural de deterioração. Este projeto se enquadra nos incisos I, III, VI, VII, IX do artigo 1º da Lei 8313/91 e nos objetivos presentes na mesma norma no artigo 3º, o inciso II, item a, inciso III, item c, inciso IV, item a. I - Contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IV - Proteger as expressões culturais dos grupos formadores da sociedade brasileira e responsáveis pelo pluralismo da cultura nacional; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações VIII - estimular a produção e difusão de bens culturais de valor universal, formadores e informadores de conhecimento, cultura e memória; VI - Preservar os bens materiais e imateriais do patrimônio cultural e histórico brasileiro; Artigo 3º II - Fomento à produção cultural e artística, mediante: a) produção de discos, vídeos, obras cinematográficas de curta e média metragem e filmes documentais, preservação do acervo cinematográfico bem assim de outras obras de reprodução videofonográfica de caráter cultural; III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: c) restauração de obras de artes e bens móveis e imóveis de reconhecido valor cultural; IV - Estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos; Através de sessenta e oito anos de intensa atividade, Roberto Farias deixou uma relevante contribuição para o setor audiovisual brasileiro. Como produtor e diretor no cinema, como diretor na televisão através de suas obras e como gestor de políticas públicas contribuiu expressivamente para o reconhecimento do audiovisual e cinema brasileiros como elemento importante para a afirmação da identidade nacional. Além disso, desempenhou importante papel no estabelecimento de políticas governamentais de defesa e proteção cultural na área audiovisual através de sua participação política no setor. Foi responsável pelo período de maior participação do cinema brasileiro no mercado interno, durante sua gestão na EMBRAFILME entre 1974-1979, além de promover a divulgação dos filmes brasileiros no exterior. Empregou seus melhores esforços para promover a integração entre cinema-televisão. Com a trilogia de filmes com Roberto Carlos, entre 1968 e 1971, Roberto Farias tornou-se um diretor popular. Os três filmes fazem parte de uma filmografia composta por 13 títulos que percorrem diversos gêneros cinematográficos, desde comédias populares, musicais, "thrillers", documentários e filme político, alguns tornaram-se clássicos do cinema brasileiro. Entre esses "Cidade Ameaçada" (1960) com o qual concorreu à Palma de Ouro em Cannes, "O Assalto ao Trem Pagador" (1962) e "Pra Frente Brasil (1982) que obtiveram projeção internacional. Sua estreia no cinema se deu em 1950 na Atlântida Cinematográfica onde foi assistente do diretor José Carlos Burle no drama Maior que o Ódio. Em 1963 fundou com seus irmãos a produtora R. F. Farias, uma das mais importantes do país na época, que produziu mais de 45 longa-metragens, e 336 curtas-metragens. Seu acervo iconográfico e documental recebeu parecer favorável acerca da declaração de interesse público e social, elaborado pela Comissão de Avaliação de Acervos Privados (CAAP) do Conarq (Conselho Nacional de Arquivos) em reunião realizada no dia 29 de maio de 2024. Este acervo inclui, além dos 13 filmes dirigidos pelo cineasta, diversos cromos, negativos, fotografias de cena e de bastidores das filmagens, álbuns, fitas, publicações, matérias jornalísticas, roteiros originais e materiais de produção e exemplares do livro-catálogo sobre sua carreira Os Múltiplos Lugares de Roberto Farias (2012). O cantor e compositor Roberto Carlos Braga foi considerado pela revista Rolling Stone Brasil como o 6.º maior artista da história da música brasileira. Conhecido no Brasil e na América Latina como "Rei", Roberto Carlos começou sua carreira no início da década de 1960 sob influência do samba-canção e da bossa nova. Com composições próprias, geralmente feitas em parceria com o amigo Erasmo Carlos, fundou as bases para o primeiro movimento de rock feito no Brasil. Com a fama, estrelou ao lado de Erasmo e Wanderléa um programa na Record TV chamado Jovem Guarda, que daria nome ao primeiro movimento musical do rock brasileiro, e que os alçou ao status de ídolos da geração. Além da carreira musical, estrelou filmes inspirados na fórmula lançada pelos Beatles - como Roberto Carlos em Ritmo de Aventura (1968), Roberto Carlos e o Diamante Cor-de-rosa (1970) e Roberto Carlos a 300 Quilômetros por Hora (1971). O artista é um exemplo de versatilidade na música brasileira. Começou no rock, se consolidou no romantismo e conquistou uma posição que o permite se apropriar de qualquer gênero musical. Seu carisma popular reforça as conexões entre as gerações e mexe com a memória afetiva das pessoas. O restauro digital da trilogia de filmes em tecnologia 4K proporcionará a preservação de imagem e som da trilogia com o cantor e sua difusão em diversos formatos para salas de cinema, televisão aberta e fechada, streaming, participação em mostras, retrospectivas e eventos culturais, projeções públicas.

Especificação técnica

PROCESSOS: ● Avaliação de materiais ópticos em 35 mm dos três filmes com cerca de 20 rolos cada. ● Escaneamento em Scanner Cintel BlackMagic / resolução 4K ● Estabilização mecânica das perfurações e enquadramento. ● Correção de cor ● Restauro digital de limpeza leve de riscos e sujeiras (processo não é feito frame a frame). PRODUTOS FINAIS DO FILME ESCANEADO: ● Export e cópia para HD externo SSD de 4T a 6T (2 x de cada filme) ● Master de conservação do bruto sem compressão em Raw CRI 4K, DPX 10 bits (bruto) e FFV1 em 2 fitas LTO 7 ● Master com estabilização e equilíbrio em Prores XQ 4K / Prores 4444 HD / H264 leve para Vimeo ● 4K DCDM (Digital Cinema Distribution Master) ● 4K DCP (não criptografado) - em 2 idiomas (inglês e espanhol) ● 4K DSM ● UHD Home Entertainment Master (som 5.1 / stereo) VÍDEO DOCUMENTAL SOBRE O PROJETO E A RESTAURAÇÃO DIGITAL HD ● arquivo Apple Prores 444, 26 min. Full HD PLATAFORMA DIGITAL ONLINE ● Plataforma digital online acessível com o histórico do processo de restauro dos filmes. APRESENTAÇÃO GRÁFICA DIGITAL ● Apresentação digital do projeto com design gráfico, textos e fotos (10 páginas) em pdf.

Acessibilidade

Produto Principal: O filme Roberto Carlos a 330 km por Hora (1971), juntamente com os filmes, Roberto Carlos em Ritmo de Aventura (1968) e Roberto Carlos e o Diamante Cor de Rosa (1970), que fazem parte da trilogia, terão em suas masters recuperadas os dispositivos previstos na Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei no 13.146/15), em vigor desde janeiro de 2016. Serão oferecidos, em todas as sessões de cinema, bem como na lives e nos debates sobre projeto, recursos de acessibilidade para as pessoas com deficiência conforme descrito abaixo: Acessibilidade de conteúdo • LIBRAS (Língua Brasileira de Sinais) • Audiodescrição • Legenda descritiva • Closed caption Acessibilidade Física: • Os filmes serão exibidos em espaços físicos que contem com facilitadores para a locomoção de pessoas com deficiência física, em espaços livres com boa visibilidade e devidamente sinalizados próximos aos corredores.

Democratização do acesso

SESSÕES PÚBLICAS O projeto prevê dois eventos com sessões especiais dos três filmes com debates abertos ao público em geral pagante e de forma gratuita para estudantes jovens e adultos residentes em áreas periféricas ou em condições de vulnerabilidade social. As parcerias podem ser negociadas com exibidores como o Grupo Estação ou Grupo Severiano Ribeiro. Os convites de contrapartida social visam a maior abrangência possível do projeto e a formação de novos públicos, e podem ser feitos através de universidades públicas como a UFF pelo departamento de Cinema e Vídeo, Instituições e Escolas de Cinema como Instituto Brasileiro de Audiovisual (IBAV)/Escola de Cinema Darcy Ribeiro, ABC Cursos de Cinema, escolas públicas, Escola de Música da Rocinha, Escola de Música da UFRJ, Escola de Música Villa Lobos, instituições sociais dedicadas à educação e à formação audiovisual tais como Afroreggae, Nós do Morro, Cinema Nosso, Espaço Criança Esperança, CUFA, entre outras. Após a exibição dos filmes haverá debates com a presença de pesquisadores da história do cinema brasileiro, da música brasileira e de preservação audiovisual. Será uma oportunidade para discutir a importância dos filmes na filmografia brasileira e para a cultura do país, além da oportunidade de debater a importância da preservação e resgate da memória cultural do país. Outro objetivo é promover a troca de informações e conhecimento sobre as produções da trilogia de filmes, do contexto social e político, e dos movimentos da música brasileira da época como o rock e a Jovem Guarda. Outro tema de grande relevância é a trilha sonora, em sua maioria com canções e músicas de autoria de Roberto Carlos e Erasmo Carlos. SEMINÁRIO INTRODUTÓRIO DE PRESERVAÇÃO E RESTAURAÇÃO DIGITAL Realização de um seminário online, em que os coordenadores da restauração do projeto apresentarão de forma introdutória a importância da preservação de acervo audiovisual e o processo de trabalho realizado neste projeto, discutindo as questões éticas, estéticas e técnicas envolvidas na preservação, restauração e difusão dos patrimônios cinematográficos. PLATAFORMA DIGITAL ONLINE Plataforma digital online acessível com o histórico do processo de restauro dos filmes. TEASER E VÍDEO DOCUMENTAL Teaser e vídeo curto documentando o processo de restauração digital da trilogia. APRESENTAÇÃO GRÁFICA DIGITAL Apresentação digital do projeto com design gráfico, textos e fotos (10 páginas). DIVULGAÇÃO, MÍDIA E COMUNICAÇÃO Programação visual e design para artes digitais e impressas de divulgação. Gestão de mídias sociais. Será feita ampla divulgação nas redes sociais da empresa proponente e nas redes dos integrantes do projeto cultural.

Ficha técnica

A RFCINE&TV produtora fundada pelos irmãos Roberto Farias e Riva Faria. Por mais de seis décadas, junto com os irmãos Reginaldo e Rogério, a empresa produziu mais de 40 longa-metragens. Essas obras incluem vários clássicos do cinema brasileiro que alcançaram sucesso tanto de público quanto de crítica, destacando-se filmes como "O Assalto ao Trem Pagador" (1962), "Selva Trágica" (1964), "Roberto Carlos em Ritmo de Aventura" (1968), "Toda Nudez Será Castigada" (1973), "Barra Pesada" (1978), "Pra Frente Brasil" (1982), "Com Licença, Eu Vou à Luta" (1986) e "Os Trapalhões no Auto da Compadecida" (1987). Atualmente, a liderança da empresa está nas mãos de Mauro, Lui, Mauricio e Marise Farias, filhos de Roberto. Durante 38 anos, produziram e dirigiram mais de 15 filmes. Entre eles, destacam-se "Lili, a Estrela do Crime" (1989), "Não Quero Falar Sobre Isso Agora" (1991), "Duas Vezes com Helena" (2001), "Porralokinhas" (2007), "Verônica" (2007), "O Diário de Tati" (2012), "Vai Que Dá Certo" (2013), "Minha Fama de Mau" (2019), "Antígona 442 AC" (2021) e "Roberto Farias, Memórias de um Cineasta" (2023). A produtora R F CINEMA E TV LTDA, tradicional empresa de audiovisual carioca fundada pelos irmãos Roberto Farias e Riva Faria, traz em sua bagagem toda a experiência de seus fundadores que realizaram clássicos do cinema brasileiros que alcançaram sucesso tanto de público quanto de crítica, destacando-se "O Assalto ao Trem Pagador" (1962), "Roberto Carlos em Ritmo de Aventura" (1968), "Toda Nudez Será Castigada" (1973), “Pra frente, Brasil” (1982), "Os Trapalhões no Auto da Compadecida" (1987), dentre outros. Atualmente, a liderança da empresa está nas mãos dos filhos do Roberto Farias, tendo com um de seus sócios Mauricio Farias, diretor e produtor carioca. Três vezes indicado ao EMMY Internacional, Farias esteve à frente de dezenas de séries que marcaram a história da televisão brasileira como “A Grande Família”, “Tapas e Beijos”, “Mr. Brau”, “Tá no Ar – A TV na TV”, dentre outras produções e, no cinema, sucessos como os longas “A Grande Família, o filme” (2006), “Vai que dá certo” (2011), “O Coronel e o Lobisomem” (2005) e “Verônica” (2007). O último projeto que dirigiu é o primeiro melodrama brasileiro para a plataforma de streaming Netflix, Pedaço de mim, que tem se destacado como uma das principais obras de língua não-inglesa da plataforma. EQUIPE: PRODUÇÃO EXECUTIVA Marise Farias tem graduação em Desenho Industrial pela PUC - Rio e Pós-graduação em Cinema pela Estácio de Sá. Trabalha no mercado audiovisual desde os anos 90 como montadora e diretora. Trabalhou para TV Globo como assistente de direção no Brava Gente "O Natal de Ariosvaldo" e na Turma do Didi entre 2001 e 2002. Dirigiu os curtas "Como Dantes" (2001), "Operação Mamãe" (2009) e “Um cortejo para a grande alma” (2019). Realizou dezenas de documentários para o Canal Brasil entre eles: "José Medeiros – O Poeta da Luz” (2004), “Travessias, Rejane Medeiros” (2009); “A Bela da Tela, Rossana Ghessa” (2009) e “Uma vida, uma comédia, Flávio Migliaccio” (2005). Em 2023, Marise estreia como diretora e roteirista do longa-metragem “Roberto Farias, memórias de um cineasta”, que foi selecionado para a Mostra Competitiva do Festival de Gramado 2023 e para o Festival do Rio 2023.RESPONSÁVEL RESTAURADORMauro Domingues, Fotógrafo, Arquivista formado pela UFF em 1985, especializado em Preservação Audiovisual e Digitalização de Acervos Arquivísticos e Museológicos, com Estágio no Laboratório de Restauração da Filmoteca da Universidade Nacional Autônoma do México - UNAM em 1999, no Programa La memoria compartida – Cooperación para la preservación Iberoamérica, promovido pela Federação Internacional de Arquivos de filmes – FIAF e a Filmoteca Espanhola do Instituto de la Cinematografia Y de las Artes Audiovisuales, do Ministério de Educación Y Cultura, daEspanha, em 1999; Pós-graduação Fotografia, memória, imagem e comunicação, na Universidade Cândido Mendes, em 2011; Coordenador técnico do processo de restauração digital do filme Pirenópolis: o divino e as máscaras, Dir. Lyonel Lucini, 1969, 20 minutos – 2023/2024; Coordenador técnico do processo de restauração digital do filme O craque, Dir. José Carlos Burle, 1953, 80 minutos, da Produtora Memória Civelli (Acervo Mário Civelli e Acervo Carla Civelli) – 2023/2024; Consultor técnico e pesquisa de arquivos de imagens para o filme Rio da Dúvida, de Joel Pizzini, em 2018 - 2023; Restauração de fragmentos do filme Aviso aos navegantes, de Watson Macedo, 1949, para o projeto coordenado pelo Centro de Pesquisadores do Cinema Brasileiro - CPCB, em 2000; Restauração de cópia de nitrato de celulose, com trechos tingidos (cor), do filme O segredo do Corcunda, de Alberto Traversa, 1924, realizado duranteEstágio na Filmoteca da Universidade Nacional Autônoma do México – UNAM, em 1999; Restauração de fragmento do filme Ópera Sidéria, de Aníbal Requião de 1912, em 1997; Restauração do filme O descobrimento do Brasil, de Humberto Mauro de 1937, em 1996 - 1997; Membro da Diretoria da Sociedade de Amigos do Museu de Imagens do Inconsciente – SAMII/2019/2020/2022; Membro da Diretoria Centro de Pesquisadores do Cinema Brasileiro CPCB/2020/2022/2023/2024; Membro da Associação Brasileira de Preservação Audiovisual – ABPA. RESPONSÁVEL PELA RESTAURAÇÃO SONORADamião LopesFormado em Engenharia de Som pela The New School University, Nova York/EUA (1999), com mais de 20 anos de experiência em áudio para música, cinema e TV. Foi engenheiro assistente no TMF Studios em Nova York entre os anos de 1997 e 1999, trabalhando com gravação e mixagem de música. Retornando ao Brasil, trabalhou por quase 6 anos na Rob Filmes como editor de som, mixador e restaurador de áudio, o que o inseriu definitivamente na pós-produção de áudio para cinema, vídeo, TV e publicidade. Em 2000, fundou junto com seus sócios o Estúdio Garimpo, na Gávea/Rio de Janeiro, onde por 10 anos trabalhou em diversas obras audiovisuais.Entre os anos de 2008 e 2011, foi mixador 5.1 do estúdio do CTAv – Centro Técnico Audiovisual do Ministério da Cultura. Em 2010, fundou seu próprio estúdio, Eufonia Pós-Produção de Áudio, no bairro da Glória/Rio de Janeiro, onde realiza trabalhos de edição de som e mixagem 5.1. Vem trabalhando com diretores como Chain Litewski,Joel Pizzini, Walter Lima Jr, Julio Bressane, Karin Ainoüz, Pedro Asbeg, Ruy Guerra, Felipe Barbosa, José Barahona, entre outros.Recentemente foi o supervisor de som e sound designer da série Ninho, futebol e tragédia produzida pela Netflix. A Link Digital foi fundada em 1998, operando no mercado de cinema, publicidade e TV. Conta com uma equipe de profissionais qualificados para realizar todos os processos de pós produção de filmes. Tem equipamentos de alta definição, entre os quais color grading em Resolve trabalhando em resolução 2k e 4k, Estação Flame para criar e compor efeitos, Premier para edição online e offline, Central Técnica para cópias de diversos formatos, além do encodamento digital dos filmes dentro dos padrões internacionais – DCP. E também um Scanner Cintel Blackmagic para digitalização de película em 35mm e 16mm em 4K e 2K.Desde 2020, vem trabalhando na área de preservação de filmes e acervos em 35mm e 16mm. Através do escaneamento 4K e 2K vem realizando digitalização de acervo audiovisual em película de uma variedade de materiais vindos da Cinemateca do MAM, Cinemateca Brasileira de SP, Arquivo Nacional, Cinemateca Capitólio, CTAv, Museu do Índio acervos e coleções particulares.Dentre a digitalização mais recente, estão obras de diretores como Carlos Reichenbach, Júlio Bressane e Otávio Bezerra, de títulos como a Visita dos reis belgas ao Brasil em 1920, e a recuperação do único material remanescente do filme Região do desejo, de Hugo Denizart, que apresentava cristalização, hidrólise e desbotamento em altíssimo grau da película 16mm, indicativos de uma perda iminente, em um total de mais de 20 títulos processados até o momento.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

2026-02-09
Locais de realização (1)
Rio de Janeiro Rio de Janeiro