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"Nina pé de jatobá" é uma fábula infantil para primeira infância em cinema de animação, com perspectiva de tornar-se websérie, games, web book e livro infantil, para crianças de 4 a 6 anos, das classes A, B, C e D. O filme "Nina pé de Jatobá", com cinco minutos, conta a história da menina Nina e seu avô AVO. Eles resolvem morar numa árvore que cresce sem parar quando ouve músicas de cantigas de ninar ecoadas por um Gramophone, um ninho de AVES. Viver na sua antiga casa na floresta não fazia mais sentidoporque ao redor da pequena casa não tinha mais o verde, só havia uma floresta de arranha céus descoloridos...
NINA PÉ DE JATOBÁ de Patricia Alves Dias É a história de NINA, uma menina que assiste a partida de seu Avô AVO que vai morar em um pé de jatobá. A árvore nasceu no porão de sua casa. Na medida que o PÉ DE JATOBÁ vai crescendo, a procura de luz, a menina vai crescendo junto e aprende a andar. Nina fica tão grande que tudo parece de brinquedo (escala alterada). Já AVO, de tão velhinho, começa a se arrastar pelo chão de ladrilhos azuis de sua sala e ficar muito pequeno. AVO tentava esconder da família o crescimento da árvore. Ele cultivava a árvore quando descia a noite e ouvia música no porão. A cada música e a cada noite ,a árvore crescia mais. Lá, AVO lia para sua neta NINA, toda a noite, ou desenhava em folhas de papel ou nas páginas de seus livros, numa rede. Até que um dia, AVO não conseguia mais esconder seu segredo e a noite enquanto jantavam e a mãe de NINA tocava rabeca, o JATOBÁ arrebentou o piso de ladrilhos azuis da sala e furou o telhadoterra cota até chegar no céu estrelado (ponto de vista da sala). Amanheceu o dia pelo telhado furado e os pássaros e galinhas pousaram na árvore que não parava de crescer. Quando a luz entrou pelas frestas do telhado quebrado e ilumina o porão e as coisas colecionadas pelo avó e os desenhos pendurados na árvore, AVO se arrasta depressa e se pendura nos galhos com seus pertences mais importantes: o gramophone, a rede, seus desenhos e um telefone de latinha e barbante. Nesse momento ele não se arrasta mais e tem força para escalar. Todos em baixo começam a tentar deter a sua subida mas não havia mais nada o que fazer ali em baixo, suas memórias estavam todas na árvore. NINA fica inconformada com a ausência de AVO e passa o dia sentada na raiz olhando para cima. A noite, depois que todos haviam já ido dormir, escala a o JATOBÁ e leva um prato de milho cozido para AVO, que estava lá no alto iluminado por candeeiros e velas. Quando se encontram, NINA está muito grande, fora da escala e ele muito pequeno com asas nas costas. Tinha virado pássaro. Sentam-se juntos e passam um tempo com as pernas balançando no alto, admirando a cidade que havia crescido ao redor, destruúido a floresta, e comendo as espigas. AVO coloca o gramophone para tocar e a árvore cresce mais ainda. NINA quase cai mas a REDE ampara ela que passa a se balançar bem alto, até amanhecer. Pela manhã, as formigas e os pássaros dividiam a comida com AVO. O gramofone volta a rodar, agora sozinho, a ÁRVORE volta a crescer e cai la de cima um ovo dentro do auto falante. O OVO sai quicando até as mãos da MENINA. Ela escala os galhos com aquele OVO miniatura em suas mãos e encontra o NINHO de AVO cheio de ovos. Os ovos todos começam a cair e ela desce correndo para pega-los um a um. INFINITAMENTE. Quando resgata em baixo o OVO vira passarinho ela sobe e vai encontrando diferentes galhos para cada diferente e colorido pássaro que nasce. Como não parava de cair ovos porque a árvore não parava de crescer e NINA incansável leva todos os ovos que caem e quebravam e nasciam pássaros do gramophone para cima até que a árvore tornou-se cheia de folhas de penas de pássaros. O gramophone pára de tocar e por um instante JATOBÁ não cresce mais. Os ovos pararam de cair como as sementes dos frutos. Anoitece e ao lado do AVO, ela nota sons de diferentes lugares vão aumentando e que ÁRVORES começam a nascer nos prédios ao redor deles. (sons de vozes de crianças e velhinhos sorrindo e cantando canções de ninar). FIM
O objetivo do projeto "Nina pé de Jatobá" é a produção um filme de curta metragem, em motion graphic e cartoon animation, com cinco minutos de duração, sonoro, em 2k, destinado para a primeira infância, mais especificamente para crianças de 4 a 6 anos, a ser distribuído gratuitamente em circuitos de festivais de cinema infantil, nacionais e internacionais, como FICI, Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis, ComKids, MIUAU, PRIX JEUNESSE, JAPAN PRIZE, além de cessões não onerosas em plataformas como Videocamp, Filmes que voam, entre outros espaços comprometidos com circuitos educativos. O número mínimo estimado de crianças a ser atingido é 50 mil (cálculo a partir do público dos eventos citados acima), sem contabilizar o circuito de eventos internacionais, projeções e usos locais em creches, escolas e circuitos de canais públicos e VOD. O projeto prevê tradução para libras - língua de sinais - e audiodescrição. Posteriormente, a partir da finalização da obra, o curta metragem se apresenta como potencial piloto para sua inserção em um projeto mais amplo de desenvolvimento de série de conteúdo para VOD, on demand, e espaços educativos. O conteúdo também tem potencial para o desenvolvimento de outros formatos como games, web book e livro físico infantil. As famílias e educadores - adultos - são targets públicos secundários, tendo em vista que a narrativa trata de dois temas sensíveis, de urgência e contemporâneos: as questões da emergência climática e a morte. Pelo ângulo de uma criança, NINA, os temas estratégicos MEIO AMBIENTE, CLIMA e MORTE, que estão intrinsecamente ligados, serão tratados na obra com delicadeza e adequação às idades. O roteiro e a narrativa serão revisitados após a conclusão da Pré-produção que propõe, assim como em outras obras da diretora, uma pesquisa e diálogo com crianças que atuarão como consultoras no processo de criação. A linguagem plástica e de animação também serão investigadas ao lado das crianças (pesquisa) com a proposta de imprimir uma linguagem autoral que dialogue com o público, respeitando as características gerais e cognitivas-emocionais das fases de desenvolvimento dessas idades. Lembrando sempre que são muitas as infâncias no Brasil - considerando aspectos étnicos, sociais, geográficos... - a obra estará atenta a imprimir elementos universais como por exemplo a comunicação sem o uso da linguagem verbal, da palavra. A exemplo da última obra da autora, Patricia Alves Dias, a série O MENINO QUE ENGOLIU O SOL, produzido pela POLOFILME e narrado por Ney Matogrosso, que foi considerado um dos conteúdos mais vistos na plataforma Itau Play, "Nina Pé de Jatobá" propõe um diálogo com seu público sobre questões contemporâneas e, segundo a autora, pertinentes e pertencentes gigantemente a essa categoria social. Afinal como nos ensina Walter Benjamin, as crianças não apenas são formadas pela Cultura, mas também fazem cultura. Muitas são as obras de literatura infanto-juvenil nacionais que discutem a questão da morte para crianças. Contudo ainda não há nessa perspectiva produções audiovisuais para crianças, configurando assim ineditismo ao projeto aqui apresentado. Bessa nos diz que uma educação para morrer se impõe a fim de aliviar as pessoas de seu medo e o apavoramento diante da sua morte e dos outros. A criança na primeira infância não vê a morte como irreversível, mas como gradual e temporária. Atribui vida e consciência ao morto. Não existe a não vida. Por isso AVO não morre, torna-se pássaro, choca ovos e está sempre disposto a brincar. A relação dos personagens centrais e a Natureza - que se apresenta como personagem central ao lado de AVO e Nina - somam à obra, uma das discussões mais caras e urgentes da contemporaneidade, e que as crianças não podem, e não devem, ser apartadas: a crise climática. A pandemia da COVID-19, assim como outros eventos devastadores que as crianças e a humanidade têm vivenciado, sobretudo aquelas em estado de vulnerabilidade, são respostas ao desequilíbrio ambiental, não natural, mas advindos de ações humanas. A narrativa traz a história de AVO que tem sua vida (e casinha) destruídas pela degradação ambiental que acontece, com o crescimento imobiliário desenfreado, ao redor de seu ambiente que outrora era representado por uma floresta rica em biodiversidade e AVO como vivente em harmonia no local.
Os mecanismos de incentivo à cultura têm possibilitado e tem alavancado não apenas obras individuais e pontuais, mas toda uma cadeia produtiva das áreas culturais. Nos conteúdos audiovisuais para infâncias não é diferente, e com as técnicas de animação. A vocação de um cinema de animação, e a indústria da animação, nascem na expressão de um cinema de autor(a), impulsionado em grande escala desde o projeto do Acordo Brasil e Canadá, quando a escola de cinema animado autoral nos 4 cantos do Brasil já existiam, como é o caso de Chico Liberato na Bahia, Wilson Lazaretti em campinas e Roberto Miller em São Paulo. Mas foi no Acordo da Embrafilme com o NFBC, sob a orientação de Norman Mc Laren, que não apenas se impulsionou mas solidificou o conceito de uma "escola" (linguagem autoral) própria brasileira e autoral. Dos 10 artistas convidados, Telmo Carvalho e Patricia Alves Dias criam e desenvolvem exclusivamente para o público infantil. A partir daí, e com o apoio e incentivo governamental, e do mecenato, possível a partir da institucionalização dos mecanismos de políticas públicas para incentivar o cinema animado, e mais recentemente o cinema para as infâncias e juventudes, igualmente aos movimentos de difusão, distribuição, foi possível vivenciarmos o aumento da cadeia produtiva e industrialização do cinema animado. Tão valorados quanto os aspectos técnicos, os aspectos de experimentos de linguagens e expressões plásticas, incluídos aí, os dos movimentos (animação), devem ser "suportados" e considerados como sementes de todos as obras que hoje notamos como séries ou longas de animação no Brasil. O Menino e o Mundo é uma das expressões mais fortes neste gênero e nasce a partir de experiências autoriais de Alê Abreu. Desta forma, apoiar um curta metragem, representa o nascimento de um potencial projeto de maior vulto como um filme para sala de cinema, web série ou outros formatos do mercado ou/e educativos. Patricia Alves Dias, aqui proponente, ao término de sua formação no Acordo Brasil Canadá (no fim da segunda fase do projeto, 1989), tem desenvolvido exclusivamente materiais voltados para o público infantil, seja de sua autoria, seja como consultora na área para diferentes órgãos. Atualmente atua na criação de materiais para crianças na FGV. Seu trabalho de pesquisa, estendido à Universidade - primeiro UERJ e posteriormente Universidade do Minho PT - além das centenas de experiências de criação, pesquisas, coordenação de projetos e equipes para o desenvolvimento de conteúdos para crianças e juventudes, e com elas, tem o reconhecimento de organismos como Unicef, ONU, Unesco, Japan Prize, Ministério da Justiça e outros. Esse desenvolvimento não teria sido possível sem o incentivo aos processos de desenvolvimento e às obras em que esteve atuando, fosse no setor público ou privado, mas com o apoio das Lei de Incentivo, Mecenato e Políticas Públicas, como recentemente O MENINO QUE ENGOLIU O SOL, série que dirigiu e produziu ao lado de Joel Pizzini para o edital de TVs Públicas. Assim, justifica-se a aprovação da proposta para captação de recurso da produção do curta metragem infantil NINA PÉ DE JATOBA, neste âmbito. Ainda, sublinhando e sendo a obra destinada ao público de primeira infância, e que essa fatia das populações, e no Brasil, são prioridade nos objetivos do milênio e nos comprometimentos de governo local e mundial em distintos setores para atendimento prioritário desse grupo. Acrescemos aqui que a aprovação do projeto justifica-se como um direito ao acesso à cultura desse grupo de 0 a seis anos, como pelo potencial de aplicação também no âmbito educativo, que o projeto confere, tanto nuclearmente nas famílias como como conteúdo do pré-escolar. Justifica-se a aprovação da proposta para captação de recurso da produção do curta metragem infantil NINA PÉ DE JATOBA, considerando não apenas o item I do Artigo 3 da Lei Rouanet, quanto ao fomento à produção artística e cultural, como devendo ser considerado e ter relevo o público em que a obra é destinada prioritariamente: primeira infância.
O curta metragem NINA PÉ DE JATOBÁ, será realizado em motion graphics e cartoon animation tendo como referência as animações feitas diretamente na película de Norman McLaren, fundador do National Film Board do Canadá em que a diretora fez formação e o universo fantástico de Alê Abreu e do Mestre Hayao Miyazaki (Ghibi). A minutagem de cinco minutos justifica-se para dialogar com as crianças e suas idades, seguindo recomendação de tendências da psicologia do desenvolvimento e educadores especializados em mídia para crianças, em que a criança nesta idade deve vivenciar e ter acesso a conteúdos de curta duração e que contenham repetições. A minutagem curta permite que a criança repita quantas vezes desejar. A narrativa ainda será concebida para a criança assistir a história a partir de qualquer minutagem, não apenas do seu início. Essa estratégia foi recentemente aplicada na série O MENINO QUE ENGOLIU O SOL, série de televisão em animação, da mesma diretora, produzida com recursos públicos do FSA/EBC/ANCINE. A minutagem de cinco minutos atende a janela de veiculação universal e nacional e pode ser distribuída em plataformas VOD. A direção de arte se aproxima das texturas e cromias realizadas por crianças na faixa etária em que o projeto dialoga (nos trechos das personagens e elementos de cena superpostos aos lay-outs coloridos monocromaticamente com as cores azul (para o porão e interior da casa) e verde (para o céu e exterior ). A opção do branco como LUZ será uma marca e se caracteriza também pelo não preenchimento de pigmento. A animação full apenas acontece em loopings e keep alive nos objetos de cena flutuantes no cenário e nas personagens. A ÁRVORE como um personagem central é indicado por um traço e por espaços geométricos coloridos como blocos para definir o volume. O filme não terá narração e os personagens não falam em nenhum idioma e sim uma sonoridade própria como estratégia de alcance mais amplo seja territorial, seja faixa etária, étnico, ou de inclusão para crianças com deficiência. A exemplo do universal O Menino e o Mundo. Sendo toda a equipe artística e os produtores especializados em obras para e com crianças, e a diretora pesquisadora (aprovada na primeira colocação do doutorado de sociologia da infância UMINHO PT), além de usar de estratégias de co-participação de crianças em grupos focais para criação e validação da proposta, a obra certamente alcançará seu objetivos educativos e artísticos. Uma das obras da diretora, a série JURO QUE VI, obteve o título de altamente recomendado pelo Ministério da Justiça e inúmeros reconhecimentos de mercado e organismos como ONU e UNICEF. Seu projeto de série de filmes dirigido por crianças em situação de guerra nas favelas do Rio de Janeiro recebeu o título de Melhor Projeto de Mídia nas Escolas, da América Latina, pela Unicef Paris em 2004-2005. O produto será finalizado em 2K, sonoro, color e estará disponível para plataformas on demand e outras janelas.
O curta metragem NINA PÉ DE JATOBÁ, será realizado em motion graphics e cartoon animation tendo como referência a técnica de animação direto na película de Norman McLaren, fundador do National Film Board do Canadá em que a diretora fez formação, e aguadas com ecoline e aquarela com pigmentos extraidos de materiais da natureza. A minutagem de cinco minutos justifica-se pela baixa idade das crianças e segue recomendação de algumas tendências da psicologia do desenvolvimento em que a criança nesta idade deve vivenciar e ter acesso aos conteúdos em tecnologia (telas), mais curtos e que contenham repetições de ações. A minutagem curta permite que a criança repita quantas vezes desejar. A narrativa ainda é concebida para a criança assistir a história a partir de qualquer minutagem, não apenas do seu início. Essa estratégia foi recentemente aplicada na série O MENINO QUE ENGOLIU O SOL, serie de televisão em animação, da mesma diretora, produzido com recursos público do FSA/EBC/ANCINE. A minutagem cinco minutos atende a janela de veiculação universal e nacional e pode ser distribuída em plataformas VOD. Assim como é uma minutagem ideal para o desenvolvimento de piloto para outros formatos e janelas. A direção de arte se aproxima das texturas e cromias realizadas por crianças na faixa etária em que o projeto dialoga (nos trechos das personagens e elementos de cena superpostos aos lay-outs coloridos monocromaticamente com as cores azul (para o porão e interior da casa) e verde (para o céu e exterior ). A opção do branco como LUZ na não aplicação de pigmento. A animação full apenas acontece em loopings e keep alive nos objetos de cena flutuantes no cenário e nas personagens. A ÁRVORE como um personagem central é indicado por um traço e por espaços geométricos coloridos como blocos para definir o volume. O filme não terá narração e os personagens não falam em nenhum idioma como estratégia de alcance amplo territorial, de faixa etária, étnica e de crianças com deficiência. A exemplo do universal O Menino e o Mundo, de Alê Abreu. Sendo toda a equipe artística e os produtores especializados em obras para e com crianças, e a diretora doutoranda em sociologa da infância pela UMINHO PT, além de usar de estratégias de co-participação de crianças em grupos focais para criação e validação da proposta, a obra certamente alcançará seu objetivos educativos e artísticos. Uma das obras da diretora, a série JURO QUE VI, obteve o título de altamente recomendado pelo Ministério da Justiça e inúmeros reconhecimentos de mercado e organismos como ONU e UNICEF. Seu projeto CARTA ANIMADA PELA PAZ, realizado com crianças em situacão de guerra nas favelas do Rio de Janeiro foi reconhecido como Melhor Prática de Mídia nas Escolas da America Latina pela UNESCO Paris. O produto será finalizado em 2K, sonoro, color e estará disponível para plataformas on demand e outras janelas.
Está previsto a tradução da obra de língua de sinais e audiodescrição para cegos e baixa visão, dialogando com crianças diferentes universos das infâncias, além da narrativa (conteúdo) ter sido concebida sem diálogos com linguagem verbal nem narração, para alcançar o maior número de crianças, em suas diferentes nações, etnias e territórios no Brasil e Mundo.
Está prevista a liberação gratuita da obra em plataformas como Videocamp e Filmes que voam, além de eventos e festivais brasileiros que atuam prioritariamente com circuito de exibição para escolas, não somente na sessão das obras como na garantia do acesso de alunos e alunas às salas de cinema ao longo das projeções nos eventos , como Mostra de Cinema Infantil, FICI, MIAU, ANIMAGE, PRIX JEUNESSE, JAPAN PRIZE e Animamundi. Ambas plataformas acima citadas disponibilizam conteúdos, com acessibilidade, para exibições de cunho educativo como entretenimento , streamer e on demand, além de público infantil em ambiente hospitalar e abrigados.
Há algumas empresas produtoras interessadas em produzir a realização do curta metragem e o desenvolvimento do projeto. Contudo ainda não houve uma formalização do grupo. A empresa produtora assumirá a produção executiva, produção, gestão administrativa, de pessoal e difusão do curta. A TARDE ILUSTRADA além de ser responsavel pela produção musical também será co-produtora. Patricia ALVES DIAS - DIREÇÃO E ROTEIROPatricia (1965, Olinda), realizadora e criadora de cinema infanto-juvenil, tem especialização em cinema de animação pelo National Film Board of Canada (NFBC, CA). Foi artista visitante dos Estúdios de Animação J. Trnka em Barrandov, na República Tcheca É mestre em educação com especialização em infância, juventude e cultura contemporânea (UERJ, BR) e graduada em jornalismo (UFRJ, BR). Doutorado em Sociologia da Infância na Universidade do Minho PT (incompleto).Pelo conjunto de sua obra, recebeu os títulos de AMIGA DO CINEMA INFANTIL no Festival de Cinema Infantil (FICI) e AMIGA DA CRIANÇA na Mostra de Cinema Infantil de Florianópolis. Tem conteúdos premiados no Japan Prize, UNICEF/OETI Barcelona, Animamundi, Prix Jeunesse America Latina, Nueva Mirada, Ottawa Animation, Festival de Havana, CINANIMA. Foi finalista na UNICEF Premio ibero-americano de Comunicación de los Derechos de La Niñez y la Adolescencia e seu projeto Carta Animada pela Paz recebeu o título da UNESCO/Paris de Melhores Práticas de Mídia da America Latina. Recentemente, assina a produção, direção e roteiro da série O MENINO QUE ENGOLIU O SOL (13 x 7’), financiada com recursos públicos FSA/PRODAV/EBC. ALEXANDRE MADEIRA - DIRETOR DE ARTE Alexandre Madeira Mendes Souza (Rio de Janeiro, 8 de julho de 1983) é um Artista Plástico, diretor de arte de cinema e professor de arte cultura , graduado pela faculdade de Belas Artes da UFRJ ,trabalhou como diretor de arte no Clipe Musical ”Argay” 2015 e na Série para a TV Brasil “O menino que Engoliu o Sol” 2020 ; como concept arte,color key e pintor de cenários trabalhou nos curtas de animação 2D: “O Despejo...”2008,” O Saci” 2008 , “O caminho das Gaivotas”2010 e Na série” Sítio do Pica Pau Amarelo” 2013 .Realizou como artista plástico duas exposições individuais 2008- “Retrospectiva” - Prédio da Reitoria UFRJ, 2010- “Coquillages” - Challon sur Saône (França). DINHO MARQUES - MONTADOR ARTÍSTICO E COMPOSER Dinho Marques - Trabalhando há 20 anos como Motion designer da Tv GLOBO, participou intensamente da concepção e realização de material gráfico para transmissões de grandes eventos esportivos como Copas do Mundo, campeonato Brasileiro, Olimpíadas e também para realities shows como "BIG BROTHER". Paralelamente atua como animador e composer em diversos curtas e séries de animação como "JURO QUE VI", "VAI DAR SAMBA", "UNIDUNI TV".Dinho Marques - Trabalhando há 20 anos como Motion designer da Tv GLOBO, participou intensamente da concepção e realização de material gráfico para transmissões de grandes eventos esportivos como Copas do Mundo, campeonato Brasileiro, Olimpíadas e também para realities shows como "BIG BROTHER". Paralelamente atua como animador e composer em diversos curtas e séries de animação como "JURO QUE VI", "VAI DAR SAMBA", "UNIDUNI TV". É o criador de mascotes para a TV GLOBO, como o "Globolinha" (esporte) e "Mominho" (carnaval), desenvolvendo roteiros para suas séries, curtas e animações. Atualmente é responsável pela coordenação da equipe de designers e programação visual do "GLOBO ESPORTE" É o criador de mascotes para a TV GLOBO, como o "Globolinha" (esporte) e "Mominho" (carnaval), desenvolvendo roteiros para suas séries, curtas e animações. Atualmente é responsável pela coordenação da equipe de designers e programação visual do "GLOBO ESPORTE."
PRORROGAÇÃO DO PERÍODO PARA CAPTAÇÃO DE RECURSOS AUTORIZADA. Aguardando a elaboração e a publicação de portaria no Diário Oficial da União.