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PRONAC 250139Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Festival Convergência 2025

MALAB PRODUCOES LTDA
Solicitado
R$ 1,35 mi
Aprovado
R$ 1,35 mi
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Festivais/Mostras
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2025-02-03
Término
2025-12-31
Locais de realização (1)
Belo Horizonte Minas Gerais

Resumo

O Festival Convergência 2025,transcende a experiência tradicional da música eletrônica, mergulhando em um universo de inovação tecnológica e interação sensorial. O projeto une novas tecnologias e música eletrônica: uma experiência imersiva e futurista que redefine a relação entre público, música e arte.Serão 4 dias de shows ao vivo, instalações audiovisuais, performances multimídia, e painéis de discussão sobre arte, música e tecnologia, com convidados muito especiais.

Sinopse

não se aplica

Objetivos

Em atenção à diligência: A proposta apresentada é um Festival de música eletrônica, já na tipologia escolhemos Festivais e Mostras, deixando claro qual seria nosso produto principal. Colocamos em projetos especiais, porque os custos de realizar um projeto deste porte é grande, estamos ocupando equipamentos públicos, parques, praças, demandando uma grande estrutura de palco, som, luz, equipe, segurança, processos de licenciamento. Posteriormente escolhemos como produto principal " Festival/feira gastronômica , por considerar que se existem dois produtos separados por barra, podemos usar um ou outro, e não há na IN 2024 nenhum impeditivo quanto a isso, e o banco de dados disponivel para a planilha financeira é tem diferença dependendo do produto escolhido, este foi o que mais nos atendeu nas demandas financeiras e de rubricas. O segundo ponto é o subproduto, escolhemos Música regional, porque a música eletrônica é considerada música regional, a experiência me deu esta autoridade, tive dois projetos aprovados no artigo 18 como música regional, e eram de música eletrônica, que foi um avanço proporcionado pela nossa Ministra Margareth Menezes, ampliando o campo de trabalho de produtores de eventos nos municipios, que lidam todos os dias com festas e as promovem com bilheteria e quase sempre ficam com prejuízos. Um exemplo foi o DJ THEUS e DJ KVSH , e Dudu Ramos da Uainer Ltda, que estarão presentes no Festival Convergência e foram aprovados na Rouanet no artigo 18. A questão é que não existe um produto Artes Integradas, que seria o termo ideal para vários projetos que possuem em suas programações dança, música, teatro, entre outras linguagens. No caso do Festival Convergência, ainda tem o uso de tecnologias avançados, como a realidade paralela do multiverso. Entendemos que o mecanismo não é perfeito e está em constante aprimoramento, procuramos alinhar o projeto ao que se aproxima mais do esperado, quando não temos a resposta exata. Sendo, assim, entendemos que respondemos à diligência, porque foi este o motivo do arquivamento, a falta de clareza para identificar o produto principal. Objeto central ( produto principal) 1.Garantir recursos para o festival de música eletrônica com 4 dias de show ao vivo, instalações audiovisuais, performances multimídia, e painéis de discussão sobre arte, música e tecnologia, destacando a música eletrônica produzida por artistas brasileiros que usam a música brasileira. Objetivos específicos: 1.Ocupar vários espaços da cidade, Parques, museus, praças, formando um território musical ramificado. Serão 3 grandes palcos, em três pontos distintos da cidade. 2.Contratar 12 apresentações musicais, sendo 3 em cada palco, contando com o show de encerramento. 3.Produzir 2 performances multimídias, um na abertura do Festival e outra no encerramento, essa combinação de mídias; como vídeo, som, imagem, texto, luz e interação, dirigida por grandes nomes da artes integradas. 4.Promover painéis de discussão sobre o uso das tecnologias, da Inteligência artificial na produção musical, proposições para ampliar o mercado e as oportunidades de trabalho, como criar diálogos entre novos artistas e artistas consolidados. Serão 4 convidados para mediar. 5.Realizar uma chamada pública de artistas visuais que trabalham a temática da urbanidade, para apresentarem propostas de ocupação da cena urbana. Serão escolhidos 10 trabalhos autorais. 6. Todas os convidados serão selecionados por uma curadoria contratada pelo festival, além de uma chamada pública e aberta para inscrição dos interessados. Por ser a primeira edição, tanto a curadoria ou o regulamento da chamada pública serão construídos em conjunto com toda equipe à epoca da sua execução. Metodologia de execução: "A arte desafia a tecnologia, e a tecnologia inspira a arte." John Lasseter (diretor e animador da Pixar) Imagina um festival que transcende a experiência tradicional da música eletrônica, mergulhando em um universo de inovação tecnológica e interação sensorial. Esse é o conceito por trás de um festival que une novas tecnologias e música eletrônica: uma experiência imersiva e futurista que redefine a relação entre público, música e arte. A tecnologia como protagonista, não para se sobrepor à arte, mas para maximizar a experiência do público. Entre elas: · Palcos inteligentes: Equipados com telas interativas, projeções mapeadas, lasers e jogos de luzes que reagem à música e aos movimentos dos artistas, criando um espetáculo visual dinâmico e imersivo. · Realidade virtual e aumentada: O público pode experimentar performances em ambientes virtuais, interagir com elementos digitais sobrepostos ao mundo real e até mesmo participar de experiências imersivas em 360 graus. A Malab Produções produziu ao longo de mais de três décadas, festivais que ficaram na memória do público, Eletronika, Arte.mov, Novas Frequências, e Cidade Eletronika, que nasceram nesta transição entre o analógico e o digital, desse modo representa uma parte muito relevante da história da música. Há que se observar que os produtores passaram por esta transição, em um dia viviam o analógico e no outro mergulhados no digital correndo para aprender, onde a escolha era avançar ou avançar. A Convergência tecnológica, por outro lado, é um conceito fascinante que molda o nosso mundo de maneira cada vez mais rápida e profunda! Basicamente, ele descreve a tendência de diferentes tecnologias se fundirem e se integrarem em um único sistema ou dispositivo, criando algo e com funcionalidades que antes eram separadas. Pense no seu smartphone, por exemplo. Ele é a convergência de diversas tecnologias: telefone, câmera, internet, GPS, tocador de música e muito mais, tudo em um único aparelho. Desse modo, a nossa sensação é que o Festival Convergência é um desafio também de conexão, só que vista numa perspectiva da relação humana, ainda é possível dançar junto, olhar o outro frente a frente? A impressão que se tem é que mesmo numa lugar cheio de pessoas, essas pessoas estão desconectadas do entorno. Estamos tendo a possibilidade de ver diante de nós (a geração anos 70), uma geração que nasceu digital, 100% conectada, e que não conheceu a fita cassete e muito menos do vinil, a ideia é que a tecnologia seja uma aliada estruturante, mas que provoque as relações face a face. A produção e equipe de criação terá a tarefa de absorver profundamente o que tem sido lançado de inovação tecnológica, escolher o que pode ser usado na música, mas sem se distanciar da fruição, que é esta escuta capaz de registrar na memória, letras, canções, emoções, não pela quantidade de vezes que é repetida, mas porque elas fazem sentido, geram identificação e, sem dúvida, provocada pelo mais importante, uma comunicação intrínseca com o artista. A inteligência artificial será usada para amplificar a criatividade de DJs e produtores, que poderão utilizar algoritmos de IA para gerar música em tempo real, criando sets dinâmicos e personalizados que evoluem com a energia do público. Montar Instalações interativas, obras de arte tecnológicas que respondem ao toque, movimento e som, convidando o público a participar ativamente da experiência artística. E por fim, reforçar o compromisso com a sustentabilidade tecnológica, primando pela utilização de energia renovável, sistemas de reciclagem inteligentes e tecnologias que minimizam o impacto ambiental do festival. Serão 4 dias, ocupando vários espaços da cidade, parques, museus, praças, formando um território musical ramificado. Serão 3 palcos do Festival Convergência, no último dia, um único palco, tudo se converge para um único lugar, para o grande Show de encerramento.

Justificativa

Justificativa cultural A palavra "convergência" tem origem no latim "convergere", que significa "inclinar-se para um mesmo ponto". A formação "con-": prefixo que indica união, junto, em conjunto. "vergere": verbo que significa "inclinar-se", "tender para". Juntando essas duas partes, temos a ideia de "inclinar-se junto", "tender para um mesmo ponto". Essa noção de diferentes elementos se dirigindo para um ponto em comum é fundamental para entender o conceito de convergência, seja no sentido literal, como linhas que se encontram, ou no sentido figurado, como ideias ou tecnologias que se unem. Desse modo, o projeto destaca seu fio condutor que pensar a vida coletiva, esse movimento da coletividade, onde tender-se a um mesmo lugar, ainda que os pensamentos sejam distintos, remete ao fato de que o que nos une não é o consenso, mas o dissenso. A compreensão de que viver a experiência da felicidade, está ligada ao coletivo, ao outro, que é diferente per se. E se olharmos para o nome ainda com mais atenção, brincar com a separação das sílabas, ConVer- gência, não nos relacionamos sem o ver, o enxergar para além do que é humanamente possível ver a olho nu, mergulhamos no abstrato das relações, no subjetivo das emoções, na necessidade de viver os sentidos. E por que a música eletrônica? Os primeiros experimentos com sons eletrônicos surgem com instrumentos como o Theremin (1919) e o Ondes Martenot (1928), explorando novas sonoridades e abrindo caminho para a música eletrônica. Na década de 80, a música eletrônica se diversifica em subgêneros como house, techno e synth-pop, com artistas como Frankie Knuckles, Juan Atkins e Depeche Mode influenciando a cultura pop e a cena underground. No Brasil, a música eletrônica, ganha força nas décadas de 80 e 90, com os pioneiros como DJ Marky e Patife, e se populariza com a ascensão da rave culture e de clubs como o Love em São Paulo. Contudo, só recentemente o Ministério da Cultura reconheceu oficialmente a profissão do DJ como legítima. A música eletrônica tem uma importância cultural e econômica significativa no Brasil, e se tornou um fenômeno que movimenta multidões e influencia a identidade musical do país, se funde com ritmos e influências locais, criando uma sonoridade única que contribui para a riqueza e diversidade da nossa cultura musical. O "sambass" e o "baile funk", por exemplo, são gêneros que nasceram dessa fusão e conquistaram o mundo. A título de curiosidade, Sambass é uma mistura contagiante de samba brasileiro com elementos da música eletrônica, principalmente do drum and bass. Imagine a energia e a ginga do samba combinadas com as batidas aceleradas e os graves pulsantes do drum and bass: essa é a essência do sambass! E em paralelo, vai criando um forte senso de comunidade entre seus fãs, que se identificam com os valores de liberdade, inclusão e celebração presentes na cultura rave. Festivais e clubs se tornam espaços de encontro e conexão para essa comunidade. Além de influenciar a moda, o cinema, a televisão e outras formas de expressão artística, impactando a cultura pop brasileira como um todo. Assim, a proposta do Festival Convergência é tornar Belo Horizonte, a capital da música eletrônica, expandir seu alcance econômico, valorizar o artista local, que no campo da música eletrônica, já conta com grandes nomes, como DJ ZEU, DJ KVSH, DJ THEUSS, entre outros. Ser um evento inclusivo e democrático, que por si só, já arrasta uma multidão plural e atravessada pela diversidade cultural. As novas tecnologias usadas de forma inteligente, educativa e comprometida com o meio ambiente. A direção deste grande projeto é de Aluizer Malab:Especialização em Planejamento e Gestão Cultural _ PUC MG (IEC)/Graduação em Administração de Empresas e Ciências Econômicas _ UNI CENTRO NEWTON PAIVA Veterano gestor cultural e produtor de eventos, Aluizer Malab é fundador da Malab Produções, uma agência mineira reconhecida por sua inovação nos campos artístico, cultural e ambiental. Com quase 20 anos de experiência, Malab é conhecido por sua capacidade de liderar grandes produções nacionais e internacionais e eventos que moldam a cena cultural. Com uma reconhecida experiência musical, audiovisual, no teatro e nas artes em geral, foi diretor de produção do "Giramundo Teatro de Bonecos", é gestor da banda "Pato Fu" - que conquistou prêmios como o Grammy Latino Infantil com o álbum "Música de Brinquedo". Diretor artístico dos Festivais "Eletronika - Festival de Novas Tendências", "Arte.Mov - Festival Internacional de Arte e Mídias Móveis", Festival SACI. Além disso, promoveu a reunião da banda "Os Mutantes" entre 2006 e 2008, também da banda Legião Urbana em 2015 e Flausino e Sideral cantando Cazuza em 2016. Com uma assinatura singular e criativa, Aluizer Malab ou, somente Malab, como é conhecido na cena cultural, também já esteve na gestão pública, portanto, conhecedor das políticas públicas em suas várias nuances, e inova a cada dia, incorporando o moderno, futurístico, sem desprender-se das raízes da tradição, entre o erudito e o popular, sua pulsão criativa é como um rio, permanentemente em mutação. Art. 1° Fica instituído o Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac), com a finalidade de captar e canalizar recursos para o setor de modo a: II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; Art. 3° Para cumprimento das finalidades expressas no art. 1° desta lei, os projetos culturais em cujo favor serão captados e canalizados os recursos do Pronac atenderão, pelo menos, um dos seguintes objetivos: c) realização de exposições, festivais de arte, espetáculos de artes cênicas, de música e de folclore; IV - estímulo ao conhecimento dos bens e valores culturais, mediante: a) distribuição gratuita e pública de ingressos para espetáculos culturais e artísticos;

Estratégia de execução

não se aplica

Especificação técnica

não se aplica

Acessibilidade

Festival ( produto principal), sendo subproduto Música regional. A primeira ação é a contratação de profissional PCD especializado em acessibilidade. Acessibilidade no aspecto arquitetônico: Rampas de acesso, banheiros adaptados, reserva de vagas no estacionamento, espaços reservados para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. Acessibilidade visual: Placas indicativas e de sinalização, audiodescrição. Acessibilidade auditiva: Tradução em libras em todas as ações, legenda descritiva. Acessibilidade intelectual: Teremos um profissional PCD especializado no acolhimento de outros PCDs, e ainda protetores auriculares e óculos para diminuição do impacto da luz, quando necessário Contrapartida social ( produto secundário) Acessibilidade no aspecto arquitetônico: Rampas de acesso, banheiros adaptados. Acessibilidade visual: audiodescrição. Acessibilidade auditiva: Tradução em libras Acessibilidade intelectual: Teremos um profissional PCD especializado no acolhimento de outros PCDs, e ainda protetores auriculares e óculos para diminuição do impacto da luz, quando necessário

Democratização do acesso

Com relação à venda de ingressos, que serão à preços populares: 1. Garantia de cota de 10% para o público LGBTQIA+2. Garantia de cota de 10% para quilombolas e indígenas. O Festival fará parcerias com agências de turismo, hotéis, transporte, disponibilizando uma cartilha no site, assim, turistas de cidades de Minas e outros estados, terão como programar a estadia. Colocamos como contratação de profissionais PCD para consultoria do plano de acessibilidade e treinamento da equipe, esperamos assim, atender a ação afirmativa que destacamos no inicio. Contrapartida social: Oficina de Disc Joquei ( DJ) em escolas públicas, com foco no ensino médio, dando a oportunidade de começarem a carreira profissional com a música. Serão 5 escolas da rede pública de BH , turmas de 40 alunos, duas horas de Workshop. E para fins de atender a legislação no que diz respeito à democratização do acesso, propomos: 1. Permissão de captação de imagens dos shows e das demais atividades para fins de divulgação nos canais oficiais do governo, tvs públicas e instituições públicas de ensino. 2. Ensaio aberto / passagem técnica com a presença de estudantes da rede pública, convidados pela produção. 3. Disponibilização de cortesias para professores da rede pública.

Ficha técnica

Aluizer Malab / Direção geral CPF: 533.846.106-44 aluizer@malab.com.br Data de nascimento: 17/06/1964 FORMAÇÃO ACADÊMICA: - Curso 'No Code AI and Machine Learning: Building Data Science Soluons' - MIT - (Em Andamento) - Especialização em Planejamento e Gestão Cultural – PUC MG (IEC) - Graduação em Administração de Empresas e Ciências Econômicas – UNI CENTRO NEWTON PAIVA EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL: Veterano gestor cultural e produtor de eventos, Aluizer Malab é fundador da Malab Produções, uma agência mineira reconhecida por sua inovação nos campos artístico, cultural e ambiental. Com quase 20 anos de experiência, Malab é conhecido por sua capacidade de liderar grandes produções nacionais e internacionais e eventos que moldam a cena cultural. Com uma reconhecida experiência musical, audiovisual, no teatro e nas artes em geral, foi diretor de produção do "Giramundo Teatro de Bonecos", é gestor da banda "Pato Fu" - que conquistou prêmios como o Grammy Latino Infantil com o álbum “Música de Brinquedo". Diretor artístico dos Festivais "Eletronika - Festival de Novas Tendências", "Arte.Mov - Festival Internacional de Arte e Mídias Móveis", Festival SACI. Além disso, promoveu a reunião da banda "Os Mutantes" entre 2006 e 2008, também da banda Legião Urbana em 2015 e Flausino e Sideral cantando Cazuza em 2016. Marcela Campos / Assessoria Jurídica e Contratual CPF 071.141.376-21 marcela@guimaraespompeu.com ou juridico@malab.com.br Datas de nascimento: 17/11/1984 FORMAÇÃO ACADÊMICA: Bacharel em Direito pela Universidade UNA – Campus Aimorés Pós Graduada pela FGV – Fundação Getúlio Vargas – em Direito Societário – Em curso Certificada no Curso Música e Negócios – realizado em parceria com a PUC Rio e UBC (União Brasileira de compositores) EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL: Advogada com 7 anos de experiência, iniciou sua carreira atuando em renomados escritórios de advocacia, onde desenvolveu sólida expertise em questões cíveis, empresariais, societárias e contratuais. Em 2019, ingressou no setor cultural pela empresa Sleepwalkers, combinando seu conhecimento jurídico com a paixão por eventos. Em 2022 ingressou na empresa, Malab Produções, sendo responsável pela coordenação jurídica de festivais, shows e projetos culturais, garantindo segurança jurídica em todas as etapas dos eventos. No mesmo ano ingressou na empresa Rotomusic, onde presta consultoria jurídica completa para a banda Pato Fu, sendo a responsável por todas as demandas contratuais (Contratos de apresentação artística, direitos autorais...), oferecendo suporte contínuo em suas atividades artísticas e empresariais. ROBERT FILIPE DA SILVA /marketing e Social Media CPF: 121.874.766-85 contatorobertfilipe@gmail.com FORMAÇÃO ACADÊMICA: 2014-2019 - Graduação em Engenharia Química (UniBH) 2022 - Curso Bandas no Caminho Certo por Dino Teixeira e Curso Em Busca do Pitch Perfeito por Beatriz Paranhos 2023-2027 - Graduação em Design (UFMG) EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL: Robert possui expertise em marketing, atuando ainda como social media. Reconhecido por sua habilidade em gerenciar processos e por seu raciocínio rápido, aliado a uma criatividade notável. Com uma carreira sólida, ele colaborou com artistas como Hot e Oreia, L da Vinte, Zarastruta, Lowz e Rapaz do Dread, entre outros. Sua experiência abrange diversas áreas, incluindo roteirização de videoclipes, estratégias de lançamento, acompanhamento em shows e cobertura de eventos. Além disso, Robert é proficientemente envolvido em fotografia, gravação de vídeos e produção artística. Ele também se destaca na gestão de lançamentos, cadastro em distribuidoras, planejamento de campanhas, criação de pitching e release, e elaboração de press-kits. Sua versatilidade o torna uma peça chave na indústria musical. Frederico Douglas / Produtor executivo CPF: 013.917.486-97 fred@patofu.com.br ou fred@malab.com.br FORMAÇÃO ACADÊMICA: Ensino fundamental e médio e na Escola Prof. Guilherme Azevedo Lage, Ensino Técnico no Colégio Salesiano e Superior em Administração pela Faculdade e Colégio Pitágoras. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL: Profissional com vasta experiência no cenário cultural desde 1999, quando ingressou na Rotomusic Produções, produtora da banda Pato Fu, desempenhando funções administrativas. Em 2007, tornou-se Produtor Executivo, Artístico, Técnico e de Estrada da mesma banda, além de atuar como Produtor Executivo na Malab Produções. Participou da produção de shows nacionais e internacionais de renomados artistas, como Zeca Pagodinho, Vanessa da Matta, Los Hermanos, Lulu Santos, Rita Lee e Tribalistas. No âmbito internacional, trabalhou com grandes nomes como Iron Maiden, Alanis Morissette, David Guetta, Elton John e Beyoncé. Sua experiência diversificada abrange tanto a produção executiva quanto a técnica, destacando-se pela capacidade de gerir eventos de grande porte com excelência. Regina Moura dos Santos Silva/ Direção de produção CPF: 923.454.686.53 diretoria@notomproducoesartisticas.com nascimento: 07/03/1975 Formação acadêmica: Graduada e Mestre em Ciências Sociais pela PUC MINAS DRT de Direção de Produção emitido pelo SATED MG 6605 Experiência profissional: A NoTom Produções Artísticas é uma empresa focada no planejamento estratégico de carreiras artísticas, desde pensar ideias, transformar em projetos e submetê-los nas leis de incentivo, editais privados, até a produção cultural propriamente dita, execução, gestão do projeto e gestão de prestação de contas. Sou socióloga de formação, licenciada e Mestre em Ciências Sociais pela PUC MINAS, a linha de pesquisa voltada para políticas públicas para cultura. 20 anos como produtora, viajei dentro do Brasil, todos os grandes teatros, inclusive Municipal do Rio e para o exterior (Argentina, Uruguai, Paraguai, Espanha, Portugal), fiquei com o Grupo de Dança Primeiro Ato por doze anos, Mimulus Cia de Dança, Seráquê Cultural, hoje cuido da carreira de mais de 50 artistas da dança, teatro, audiovisual e música. Estou agenciando mais de 15 carreiras, o que me faz dizer com tranquilidade da autoridade como proponente e gestora.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.