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O projeto NarraPerifa, em sua 2° edição, objetiva a realização de residência artística, laboratório de criação de histórias, publicação de uma coletânea com quadrinhos e livros ilustrados, projeto audiovisual, montagem de bibliotecas comunitárias no quilombo, aldeia e favela e nas unidades socioeducativas do Espírito Santo. A proposta é construir narrativas plurais a partir da construção de histórias e da participação popular.
Coleção HQs NarraPerifa A coleção representa o universo particular de cada aluno da residência artística com a proposta de ser a representatividade da narrativa particular. Cada aluno vai criar 20 páginas de uma história em quadrinho ou de uma história ilustrada, a partir de suas vivências e percepção de mundo. A Coleção terá classificação etária de 12 anos e estará disponível em caixa box. Audivovisual Registro do cotidiano das ações do projeto, das histórias dos participantes e da realidade em que vivem.
Objetivo geral Criar narrativas plurais, dando visibilidade a vozes, corpos e identidades invisíveis às dinâmicas das cidades, mas visíveis às violências e opressões. Mais que contar as suas próprias histórias, a periferia, conceito entendido para além do território, vai retratrar a dinâmica social a partir de suas vivências em um projeto de incentivo à leitura, educativo, chegando à juventude periférica, mulheres, população negra e LGBTQIAPN+, povos originários e quilombolas, pessoas com deficiência e neurodivergentes e juventude encarcerada e sobrevivente do cárcere. Objetivos específicos Bibliotecas comunitárias Montagem de três bibliotecas comunitárias. no quilombo, aldeia e favela, definidas por meio de chamamento do projeto. Não são feitas interveções no imóvel ou construção, somente a pintura e organização de acervo, mobiliário e equipamento no espaço definido pelos territórios que vão receber. Essa definição é feita após um trabalho de pesquisa e reconhecimento do território e do local. E todo oprocesso é realizado com a comunidade. Aquisição de acervo será por meio da compra de novos e usados em sites, compra em sebos, com colecionadores, compra direto com autores e editoras capixabas e nacionais e será lançada uma campanha para doação. A meta é que até 60% do acervo sejam de autores negros e indígenas e mulheres e que até 30% sejam de autores do Espírito Santo. Cada biblioteca receberá 1mil exemplares de livros (literatura capixaba e nacional) e 200 histórias em quadrinhos (HQs, mangás, graphic novels e livros ilustrados), 1200 exemplares para cada acervo, além do que for arrecadado nas doações. Além do acervo, as bibliotecas contarão com estante, suporte para revista, carpete, estante giratória infantil, mesa e cadeiras infantis, mesas e cadeiras de estudos, balcão e cadeira de atendimento. As gibitecas contarão com prateleiras, nichos, mesa de centro, tatame, almofadas e puffs e, esteiras e redes para crianças. Cada espaço contará com a assinatura de uma artista visual, todas mulheres, que farão pinturas em uma área de 15m². Residência artística Realização de uma residência artística para os alunos da 1° edição e novos artistas, 35 pessoas no total para aprimorar as habilidades artísticas, de ensino da arte e de gerenciamento de carreira para formar novos quadrinistas, ilustradores e autores no recorte do público do projeto: juventude periférica, mulheres, população negra e LGBTQIAPN+, povos originários e quilombolas, pessoas com deficiência e neurodivergentes e juventude encarcerada e sobrevivente do cárcere com idade a partir de 14 anos e noções básicas de desenho. Duração de 8 meses, 112h, um sábado e um domingo por mês, das 10h às 17h. Os alunos terão cartão GVBus, alimentação, Kit de desenho profissional e tablete para desenho. Serão 2 alunos de Linhares, 2 das aldeias de Aracruz, 2 de Cachoeiro de Itapemtirim, 2 dos quilombos de São Mateus e 27 alunos das favelas e periferias da Grande Vitória que terão passagens e hospedagem. É necessário ter noções básicas de desenho. Caso alunos da 1° edição não possam participar, serão abertas as vagas para novos alunos. Cada aluno receberá um kit de desenho profissional contendo: tablete de desenho com caneta e capinha, 8 blocos de desenho, 12 lápis 2B, 1 caixa de lápis de cor aquarelável com 60 cores, canetinhas brush com 48 cores, 2 borrachas, 2 apontadores, 1 tesoura, 2 tintas namquim e 2 canetas nanquim, 2 canetas gel branca, 4 pinceis, 1 esquadro, 1 régua, 2 canetas e papel A4. Entregue em uma ecobag personalizada com um copo, 2 camisetas e um mini sketchbook. Os educadores serão da Grande Vitória, Rio de Janeiro, cidade do interior do estado, João Pessoa e São Paulo. O conteúdo programático incluirá: linguagens artísticas, desenho, ilustração, pintura, quadrinhos, arte digital, construção de narrativas, roteiro, ensino de artes e gerenciamento de carreira. Será previsto uma monitora para acompanhar os alunos neurodivergentes com diagnósticos e uma dupla de intérprete de libras para alunos surdos ou com deficiência auditiva. Os alunos receberão bolsa no valor de 1.200,00 mensais e terão que ministrar oficinas nos laboratórios de histórias. Cada aluno da residência terá que ministrar até 10h de atividades no mês. Os alunos publicarão, cada um, uma HQ que fará parte da coleção de HQs NarraPerifa com 35 unidades, disponibilizadas em uma embalagem. Os residentes farão 2 viagens, uma para Aldeia e outra para o Quilombo para intercâmbio de saberes. Os benefícios aos alunos só serão garantidos a quem participar com regularidade das aulas e cumprir a carga horária mínima de 75% das aulas, além das atividades práticas. Lab.histórias São laboratórios de construção de histórias em quadrinhos e narrativas ilustradas que terão atividades em diversas linguagens ministradas pelos alunos da residência artística e por alguns educadores convidados. Serão 3 Labs: 1 no quilombo de São Cristóvão, 1 na aldeia em Aracruz, 1 itinerante que vai circular pelas unidades socioeducativas, favelas e periferias, em praças e escolas. Serão 4 horas semanais, atendendo até 20 pessoas ao mesmo tempo por livre demanda. Ao todo espera-se atingir um público de no mínimo 1.200 pessoas dentro do perfil do projeto. A Série NarraPerifa e outros vídeos serão exibidos nos laboratórios. Todo o material para as oficinas será fornecido. O Lab. no quilombo e na aldeia vão acontecer 2 vezes no mês, 4 horas por dia, 15 vezes ao longo de 8 meses. O deslocamento entre os quilombos e aldeias será garantido pelo projeto, uma vez que essas distâncias inviabilizam a participação. O Lab. itinerante vai acontecer semanalmente, 4 horas semanais em 30 encontros ao longo de 8 meses. Também contará com mobiliário, lanche e um pequenos acervo de Hqs. Coleção HQ NarraPerifa Publicação de uma coleção de quadrinhos e livros ilustrados com os trabalhos dos alunos. Cada aluno vai criar uma HQ ou livro ilustrado que vai compor uma coleção contendo 35 livros em uma embalagem box. Todos os alunos da Formação terão trabalhos publicados, desde que participem com regularidade e cumpram a carga horária mínima de 75%. Formato: 8750 Mini HQ´s de 20 páginas cada (35 modelos, 250 de cada). A6. brochura; colorido; Papel da Capa Couche 300g Acabamento Laminação Fosca Tamanho 10x15 Impressão Digital Acabamento Incluso. Audiovisual e fotografia Criação de um produto final com até 30min, sendo uma série ou um documentário para dar protagonismo às narrativas plurais, criar novas olhares sobre a dinâmica das cidades a partir dos diferentes corpos-territórios, demarcando a vivência da periferia. As imagens captadas darão vida a vídeos para redes sociais e para divulgação do projeto, em cada ação. Os produtos audiovisuais ficarão disponíveis nas redes sociais: Instagram, Facebook, Tik Tok e Youtube do proponente, projeto, patrocinador e MINC. Também serão elaborados vídeos específicos para o site. Toda a fotografia do projeto será realizada por equipe composta por mulheres negras e indígenas, de aldeias, quilombos e favelas. Todas as ações serão registradas e as fotos vão compor uma exposição coletiva ao final do projeto. NarraPerifa Conecta Realização do evento com programação das 13h às 19h, inclui: apresentação musical, DJ, apresentação de slam, graffiti, apresentação de dança, concurso de cosplay com brindes para premiação, espaço de exposição de artistas, exibição do produto audiovisual e apresentação da coleção de HQs e livros ilustrados NarraPerifa, espaço menó nerd com atividades para crianças menores, xadrez, one-shot de RPG, exposição fotográfica com registros do projeto e rodas de conversa. O evento vai contar com cenografia e comunicação visual para identificar os ambientes e espaços das atividades, criar a sinalização, além de toda a estrutura para que as atividades aconteçam. A programação inclui os participantes do projeto e pessoas selecionadas a partir de chamamentos nas redes sociais do projeto.
Na 1° edição do NarraPerifa foram montadas 14 gibitecas, bibliotecas de gibis, nas 12 unidades socioeducativas do Estado do Espírito Santo com acervo de mais 4mil exemplares, foi realizada uma Formação em Quadrinhos para 30 jovens, atendendo juventude indígena e jovem cumprindo medida socioeducativa, foram realizadas oficinas de quadrinhos nas unidades socioeducativas em que os alunos da Formação foram contratados para dar as aulas, atendendo 150 jovens que cumpriam medida, foi produzida uma HQ do projeto com trabalho dos alunos e dos educadores, uma Série em 4 capítulos que está disponível no Youtube e foi exibida em escolas e espaços culturais, além da realização de um evento de encerramento. 56 jovens que cumpriam medida socioeducativa e que estavam participando das atividades, conquistaram a liberdade, Todas essas ações foram realizadas por uma equipe composta de pessoas negras, mulheres, juventude periférica, pessoas com deficiência e indígena em sua maioria. O NarraPerifa não tem como beneficiário somente as pessoas atendidas em cada ação, mas atua fortemente na valorização do trabalho, na geração de oportunidade de trabalho e renda para esse público. Pessoas que tiveram suas vidas mudadas a partir do projeto, tendo visibilidade e conquistando novos trabalhos. Um aluno aprovou sua primeira HQ em edital do Fundo Estadual de Cultura, uma aluna lançou seu primeiro livro ilustrado na Festa Literária de Paraty, outra aluna ilustrou um livro publicado pela primeira vez e outro aluno vai publicar sua primeira HQ com financiamento coletivo, ou seja, formamos autores. O NarraPerifa não é somente um projeto, mas uma política pública que movimenta a economia da cultura, a cadeia produtiva da literatura, incentiva à leitura e escrita, promove educação, garante visibilidade e protagonismo à periferia entendida para além do território, que precisa ser potencializada com mais recursos, equipe e estrutura. Essa é a proposta para realização da 2° edição. A literatura e projetos de incentivo à leitura é uma linguagem presente em diversos projetos financiados e apoiados pelo Ministério da Cultura, a valorização dos autores e das editoras independentes fazem parte da política pública do Estado e do país, mas normalmente, os projetos são realizados em formatos mais tradicionais e atendendo um público privilegiado. O NarraPerifa propõe a utilização dos quadrinhos e narrativas ilustradas, prioritariamente, fanzines e cordéis, a literatura marginal, como incentivo à leitura, à escrita e à criação de novos autores, formatos que nem sempre representam a diversidade da cultura. Incentivar a leitura e a escrita por meio desses formatos estimula o aprendizado e a formação de senso crítico e a proximidade da leitura com a identidade do leitor reforça o sentimento de pertencimento. Montar 3 bibliotecas comunitárias com gibitecas com 1200 exemplares, bem como os laboratórios de histórias atendendo 600 pessoas, em um dos quilombos na região norte que abriga 32 quilombos com aproximadamente 1065 pessoas, em uma aldeia na região que abriga 12 aldeias indígenas com aproximadamente 7 mil pessoas e na favela, atendendo aproximadamente 2mil pessoas é garantir que esses territórios estimulem ações de incentivo à leitura, de valorização da literatura e de aprimoramento da escrita. Mas sobretudo, é garantir que a biblioteca seja um equipamento cultural capaz de promover diversas ações culturais, potencializado as identidade e narrativas do território. O projeto NarraPerifa tem a particularidade de ter ações que atendem a um público que normalmente é colocado como contrapartida. Grande parte do investimento, como as bibliotecas e gibitecas e os laboratório de histórias, serão direcionados para as juventudes periféricas, encarceradas, indígenas e quilombolas que representam 60% do público do projeto e que pouco participam das dinâmicas das cidades e quase nunca são beneficiadas pelos projetos culturais. Direcionar ações a esse público é dar voz e visibilidade a suas vivências e olhares. Nesse sentido, o audiovisual, somado à literatura e aos quadrinhos, fortalece a construção das narrativas, uma vez que traduz em imagem, áudio e vídeo a relação entre os afetos, corpos e territórios, garantindo maior proximidade com a realidade e o protagonismo do público envolvido. Mais que construir histórias de identidades específicas, o registro audiovisual propõe a construção de uma narrativa das dinâmicas sociais a partir desses olhares diversos. A diversidade cultural é política de investimento e vem sendo colocada no centro dos debates sobre políticas públicas. Diversas ações, programas e investimentos são realizados no sentido de valorizar as culturas populares e plurais. Realizar um projeto que evidencia a diversidade, entendendo as identidades enquanto cultura, amplia o conceito, abraçando outras dimensões. Mais de 5mil pessoas entre juventudes periféricas, mulheres, população negra e LGBTQIA+, indígenas, quilombolas, pessoas com deficiência e juventudes encarceradas e sobreviventes do cárcere serão atendidas pelo projeto. Além disso, o projeto beneficia a cadeia produtiva da literatura quando a aquisição dos quadrinhos, fanzines e cordéis é feita direto com os autores negros, indígenas, editoras independentes e sebos. É o fortalecimento do mercado e o estímulo não só à leitura, mas ao consumo da literatura local. E a residência artística possibilita a profissionalização dos artistas que desejam atuar como autores. E por fim, a equipe é composta por artistas e profissionais que se destacam na cena cultural do estado, incluindo artistas da cena nacional, mas o projeto inclui artistas iniciantes, vindo de projetos socioculturais, em fase inicial da carreira. É uma maneira de profissionalizar o trabalho, promover o intercâmbio com os mais experientes e atender as singularidades de um projeto que de fato atua com a diversidade. Atuar com a diversidade é compreender que é para além dos corpos e identidades, a diversidade se dá no aprendizado, na compreensão, na formação, na presença e ausência da experiência e na vivência. A proposta se enquadra nos incisos do Art. 1º da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; IX - priorizar o produto cultural originário do País. A proposta se enquandra no inciso e alínea do artigo Art. 3° da Lei 8313/91: III - preservação e difusão do patrimônio artístico, cultural e histórico, mediante: a) construção, formação, organização, manutenção, ampliação e equipamento de museus, bibliotecas, arquivos e outras organizações culturais, bem como de suas coleções e acervos; I - incentivo à formação artística e cultural, mediante: a) concessão de bolsas de estudo, pesquisa e trabalho, no Brasil ou no exterior, a autores, artistas e técnicos brasileiros ou estrangeiros residentes no Brasil; c) instalação e manutenção de cursos de caráter cultural ou artístico, destinados à formação, especialização e aperfeiçoamento de pessoal da área da cultura, em estabelecimentos de ensino sem fins lucrativos;
Link da Série da 1° edição do projeto NarraPerifa https://www.youtube.com/watch?v=xjyT0r5URdg&list=PLn-OfU4IFiatLKgGyU_DxV-nvTAOSGif3 Link download HQ NarraPerifa 1° edição https://play.google.com/store/books/details?id=Sov2EAAAQBAJ&pli=1
Coleção HQs NarraPerifa 7000 Mini HQ´s de 20 páginas cada (35 modelos, 200 de cada). A6. brochura; colorido; Papel da Capa Couche 300g Acabamento Laminação Fosca Tamanho 10x15 Impressão Digital Acabamento Incluso. Lombada Canoa e Grampo Tamanho com sangra 10x15cm Lados da Impressão da Capa Impressão frente e verso. Lados impressão frente e verso Papel polen 80g. Com caixa box. Produtos audiovisuais 11 Aftermovie de até 1’00” 15 vídeos Criativos para as redes sociais de até 0’20” 01 vídeo Institucional de até 3’00” 01 Documentário de até 30’00” ou formato webserie em até 8 episódios Projeto pedagógico O objetivo é formar autores, quadrinistas, ilustradores e artistas que possam atuar na construção de narrativas plurais que representem a diversidade da população, além da profissionalização, contribuindo com a geração de trabalho e renda a partir de uma linguagem artística e do aperfeiçoamento profissional no ensino da arte. Faixa Etária: a partir de 14 anos e sem limite de idade Requisitos para inscrição: Todos os alunos deverão ter noções básicas de desenho, idade a partir de 14 anos, disponibilidade para participar das aulas, além de ser juventude periférica, mulheres, população negra e LGBTQIAPN+, povos originários e quilombolas, pessoas com deficiência e neurodivergentes e juventude encarcerada e sobrevivente do cárcere. Forma e condição de inscrição: A inscrição será realizada por meio de um formulário do Google Docs e o inscrito deverá preencher dados pessoais e profissionais, caso tenha experiência. Deverá também anexar um desenho ou portfólio para comprovar noções básicas de desenho. Número de Turmas: 1 Número de participantes por turma: 35 alunos A metodologia desenvolvida se baseia no aprender fazendo, a prática associada à teoria. Os alunos terão aulas teóricas e práticas e ao final da formação farão uma coleção de quadrinhos. Para as aulas serão utilizados projetor e tela, além de quadro branco. Cada aluno receberá um Kit de desenho profissional e um tablete. Todos os itens serão entregues em uma ecobag personalizada, que acompanha uma camiseta, copo e Sketchbook. As aulas acontecerão em 1 sábado e 1 domingo de cada mês, durante 8 meses, das 10h às 17h com intervalos para lanches (manhã e tarde) e almoço. Serão 112 horas de formação Conteúdo programático: linguagens artísticas, desenho, ilustração, pintura, quadrinhos, arte digital, construção de narrativas, roteiro, ensino de artes e gerenciamento de carreira. Os alunos farão pesquisas de satisfação com perguntas sobre a divulgação, os educadores conteúdo programático, kit de desenho profissional, a dinâmica das aulas, alimentação e a organização. Todos os participantes com regularidade que concluírem 75% da formação terão direito aos benefícios: Kit profissional, tablete, bolsa e a publicação da HQ. Todos os educadores possuem trabalhos autorais com ilustração, livros ilustrados e quadrinhos. Esses trabalhos serão a referência para a construção das diversas narrativas plurais, porque cada educador parte de uma vivência específica que dialoga com narrativas de juventudes periféricas, mulheres, população negra e LGBTQIA+, indígenas, quilombola, pessoas com deficiência e juventudes encarceradas e sobrevivente do cárcere.
O local para realização da residência artística e do NarraPerifa Conecta serão definidos para atender as exigências de acessibilidade física com banheiro adaptado, acesso ao espaço de ensino com porta adaptada, rampa de acesso ao palco e elevador. Está prevista uma monitora para acompanhar os alunos neurodivergentes com diagnósticos de TEA e TDHA na Residência artística e uma dupla de intérprete de libras caso algum aluno surdo ou com deficiência auditiva seja selecionado. Além disso, o NarraPerifa Conecta terá tradução em libras Todos os produtos audiovisuais terão legenda. Todas as publicações nas redes sociais e site terão legenda descritiva e audiodescrição. A equipe do projeto é composta pelo mesmo público beneficiário garantindo acessibilidade atitudinal,um ambiente seguro para os participantes.
O projeto é uma grande política de democratização. Acontece em 10 cidades, considerando 4 cidades fora da região metropolitana. Atende as unidades socioeducaticas chegando a jovens que cumprem medida socioeducativa. Atende jovens dosquilombos da região norte do Estado Atende jovens das aldeias indígenas na cidade de Aracruz Cria 3 bibliotecas comunitárias em três territórios: quilombola (mais de 2mil famílias), indígena(mais de 7 mil habitantes) e favela da Grande Vitória Realiza laboratórios de criação de histórias que vão circular praças, escolas e unidades socioeducativa incentivando a leitura e escrita. Realiza um evento aberta ao público com capacidade para atender até 600 pessoas. Possui ações de acessibilidade para garantir a participação de pessoas com deficiência e neurodivergentes. Ampliação do cervo das gibitecas montadas nas unidades socioeducativas na 1° edição do projeto 10% da coleção de Hqs NarraPerifa de doação para a Biblioteca Pública Estadual Garante toda estrutura para o aprendizado de pessoas que não possuem recursos, incluindo passagens, hospedagem, deslocamento, alimentação, recarga de cartão de transporte, material de desenho profissional para os residente e tablete para criação de arte digital. O audiovisual do projeto será disponibilizado para a TVE Espírito Santo, TV Públicas, depois da circulação em festivais e mostras, ficará disponível no Youtube. Todas as atividades/ ações do projetos são gratuitas. Artigo 28 da IN nº 01/2023: III - oferecer transporte gratuito ao público, prevendo acessibilidade à pessoa com deficiência oucom mobilidade reduzida e aos idosos;IV - disponibilizar, na Internet, registros audiovisuais dos espetáculos, das exposições, dasatividades de ensino, e de outros eventos referente ao produto principal;V - garantir a captação e veiculação de imagens das atividades e de espetáculos por redespúblicas de televisão e outros meios de comunicação gratuitos; VI - realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como ensaios abertos,estágios, cursos, treinamentos, palestras, exposições, mostras e oficinas; VII - realizar ação cultural voltada ao público infantil ou infantojuvenil;VIII - realizar atividades culturais nos estabelecimentos prisionais das unidades da federação;IX - estabelecer parceria visando à capacitação de agentes culturais em iniciativas financiadaspelo poder público
Karlili Trindade – Direção geral, gestão fincaneira e coordenação pedagógica Idealizadora, diretora geral e coordenadora pedagógica do "NarraPerifa", gestora cultural, mestre em Comunicação e Territorialidades, com MBA em Gestão Cultural, graduação em comunicação, autora do livro “Produção Cultural-Guia de bolso, autora e organizadora do e-book "Cultura, política, trabalho e democracia". Presidente da Associação Cultura Capixaba. Mais de 15 anos de experiência em megaeventos, projetos de grande e médio porte, tendo atuado nos Jogos Olímpicos Rio 2016 e Bienal do Livro do Rio. Atua com gestão de projetos, captação de recursos e formação na área cultural. Elaine Dal Gobbo - Assessoria de imprensa Jornalista e mestra em Comunicação & Territorialidades. Também atua como escritora e produtora cultural. Gustavo Binda - Edição coleção HQs Produtor cultural, designer e editor da Maré. Atua há mais de uma década com foco no mercado literário tendo produzido mais de 200 livros. Judeu Marc’ –Produção audiovisual Judeu, nome que adotei artisticamente, trilho o caminho do audiovisual desde 2010, sempre com uma perspectiva periférica. Comecei como graffiteiro, depois rapper o que me imerge no universo hip-hop desde então. Residente na Ilha do Príncipe, encontro inspiração para minha criatividade nas raízes da cultura. Minha trajetória é um testemunho de como o graffiti e o rap podem evoluir para dar vida a histórias autênticas da periferia. Como diretor na Karatapa Films, uno minha paixão por narrativas genuínas com habilidades técnicas, dando voz a histórias muitas vezes subestimadas. Judeu: da rua à direção, sou a expressão viva da influência transformadora da arte Ana Luzes - Fotografia Ana Luzes é deslumbrada por cenas do cotidiano urbano e está sempre em busca de instantes únicos que compõem as cidades. Através de fotografias artísticas e documentais visa à ressignificação de histórias não contadas e não vistas. Seu olhar sensível sobre seu entorno permite vislumbrar diferentes perspectivas sobre coisas simples e monótonas da vida, fazendo com que a beleza natural delas se sobressaia em cada imagem. Graduada no curso superior de Fotografia na Universidade de Vila Velha (UVV), já integrou mostras fotográficas nacionais e internacionais. Gabriel Jardim Quadrinista, ilustrador e designer. Possui diversas HQ’s publicadas como Preto Tipo A, Lenço Celestino, Mizera, Matrioska, De dentro da Couraço e Café. Indicado ao troféu HQMix como novo Talento em 2017 e 2018.Residente em João Pessoa. Arabson Assis Trabalhou na Gazeta por 13 anos como ilustrador e chargista. Desenvolveu e escreveu história em quadrinhos para Wine, autor da HQ “A terrível Elizabeth Dumm contra os diabos de terno”. Em 2019 a HQ foi lançada pela Image Comic nos EUA e Canadá. Atualmente ilustra um álbum para a editora Francesa Glenat.
PROJETO ARQUIVADO.