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CBDCR - CAMPEONATO BRASILEIRO DE DANÇA EM CADEIRA DE RODAS 24ª EDIÇÃO, vêm para promover o encontro de artistas dançarinos com deficiência e pesquisadores do Brasil e do exterior, tem como produto principal FESTIVAL/MOSTRA, como produtos secundários: ESPETÁCULOS DE ARTES CÊNICAS, OFICINA/WORKSHOP/SEMINÁRIO AUDIOVISUAL e CONTRAPARTIDA SOCIAL oferece uma palestra e um workshop, para estudantes da rede pública de ensino.
O CAMPEONATO BRASILEIRO DE DANÇA EM CADEIRA DE RODAS, destinado a promover a plena e igual realização dos direitos humanos e liberdades fundamentais das pessoas com deficiência. Baseando-se nos princípios da Convenção das Nações Unidas sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, promulgada pelo Brasil em 2009, que estabelece "o respeito pelas características das pessoas com deficiência e sua aceitação como parte da diversidade humana e da humanidade; o respeito pelas capacidades em desenvolvimento das crianças com deficiência e o direito delas de manter sua individualidade", o Festival visa popularizar diversas formas de participação ativa de pessoas com deficiência na vida social. As particularidades deste Festival incluem: o envolvimento ativo de pessoas com deficiência, especialmente aquelas em situação de isolamento social, nas atividades de dança; e a criação de um ambiente social acolhedor para crianças e jovens com deficiência e suas famílias. Suas atividades se baseiam no princípio da abertura e da igualdade de oportunidades para todos os participantes. Podem participar do festival: ● Duplas inclusivas, nas quais um dos parceiros possui alguma deficiência; ● Grupos de dança inclusivos, compostos tanto por participantes com deficiência, quanto por participantes (sem deficiência). É obrigatória a participação de, pelo menos, uma pessoa com deficiência em condições de inclusão em cada performance inscrita. São consideradas pessoas com deficiência, aquelas que possuem algum impedimento de longo prazo de natureza física,mental,intelectual ou sensorial,que em interação com diversas barreiras, podem obstruir sua participação plena eefetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas.Podem participar tanto grupos criativos amadores quanto profissionais,provenientes de diversas regiões do Brasil e de outros países. CATEGORIAS COMPETITIVAS DO FESTIVAL Dança Clássica: performances baseadas na técnica do Ballet Clássico e suas variações (Ballet, Repertório Clássico, Neoclássico, entre outros). Jazz Dance e Musical: performances baseadas na técnica do Jazz Dance e suas variações (Lyrical Jazz, Jazz Moderno, Jazz Musical, Street Jazz, entre outros). Dança Moderna e Contemporânea: performances baseadas nas escolas de Dança Moderna ou nas perspectivas da Dança Contemporânea, incluindo performances e improvisos. Dança Popular, Tradicional e Folclórica: performances baseadas nas danças populares, tradicionais e/oufolclóricasdediferentespovos e matrizes, sejam do Brasil oude outros países(Frevo,Jongo,Bumba meu Boi, Ciranda, Maracatu, Samba de Avenida, entre outros). Dança Urbana: performances baseadasnasdançasurbanasemsuas variadas vertentes (Hip-Hop, Jazz-Funk, Break dance, House,Tectonic, R'n'B, entre outros). Dança de Salão e Esportiva: performances baseadas na técnica da dança de salão ou na dança esportiva (Valsa Lenta, Tango, Valsa Vienense, Foxtrote Lento, Quickstep, Samba, Cha-Cha-Cha, Rumba, Pasodoble, Jive, Bolero, Samba de Gafieira, entre outros). Dança Artística em Cadeira de Rodas: performances baseadas na especificidade da dança em cadeira de rodas, que privilegiam o usuário de cadeira de rodas em interação com o andante (tenha ele Deficiência ou não). Aqui deverão estar os trabalhos inscritos para a XXIII Mostra Nacional de Dança Artística em Cadeira de Rodas. Dança acrobática: Podem ser apresentados números que contenham elementos circesem CATEGORIAS ETÁRIAS Infanto-juvenil: de 3 a 15 anos Adulto: de 16 a 40 anos Sênior: acima de 41 anos Serão aceitos grupos com idades mistas, ou seja, com pessoas que se enquadrem em mais de uma das categorias etárias acima descritas. Neste caso, o grupo será classificado na categoria etária da maioria dos integrantes. CONFIGURAÇÕES As performances poderão ser compostas por números variados de pessoas: Duo ou trio: duas ou três pessoas Grupo: acima de 4 pessoas Observe que, mesmo nas duplas, é exigência que ao menos uma pessoa da equipe tenha algum tipo de deficiência. Não há limite máximo em relação ao número de participantes. Por decisão do Comitê Organizador do festival, diferentes estilos de dança, categorias etárias e formas podem ser combinados em uma única categoria. CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DOS PARTICIPANTES O júri especializado do Festival avalia as performances de dança inscritas com base em quatro critérios: Coreografia: Uso do espaço do palco. Coerência entre a música e a proposta da apresentação. Adequação dos movimentos à temática ou à música escolhida. Conformidade do estilo com o tema ou música, incluindo a escolha musical. Criatividade (abordagem criativa). Originalidade. Uso de dramaturgia, efeitos impactantes e teatrais. Habilidade de Execução: Nível técnico de todos os dançarinos. Sincronismo na execução. Musicalidade,correspondência do ritmo dos movimentos ao padrão rítmico da música. Harmonia das linhas corporais, braços e pernas, conforme o estilo de dança em questão. Imagem: Adequação do figurino ao conceito escolhido. Coerência da maquiagem. Harmonia entre o penteado,o corpo e o figurino. Limpeza e organização das roupas e calçados. Capacidade de cativar o público. Carisma. Confiança. Individualidade. Expressividade. Inclusão: Criação conjunta entre pessoas com e sem deficiência. Habilidade em combinar as capacidades dos participantes com e sem deficiência. Grau de complexidade das limitações dos dançarinos com deficiência. Coerência da expressão no contexto da dança inclusiva. Trabalho realizado para o desenvolvimento da pessoa com deficiência. Qualidade da interação entre dançarinos com e sem deficiência. Complementação mútua dos dançarinos na dança inclusiva. Cada performance deve ter duração máxima de 5 minutos. Ultrapassar este tempo indica desclassificação automática. O júri especializado será formado por professores(as), pesquisadores(as) e coreógrafos(as) com reconhecida atuação no campo da dança inclusiva. Cada critério será pontuado pelos membros do júri e muma escala de 1 a 5, sendo 5 o número de maior valor. Em cada categoria, a performance que obtiver maior pontuação será a campeã. Empate são possíveis e poderão ser resolvidos em conselho pelos membros do júri, bem como, questões que ultrapassem o escopo deste regulamento. Projeção internacional: Os campeões com maior expressão numérica na avaliação de sua performance serão convidados a representar o Brasil nos eventos internacionais da World Inclusive Dance Association. Cada grupo poderá enviar até duas inscrições em uma ou mais categorias.
OBJETIVO GERAL 1. Tem como objetivo promover o encontro Nacional e Internacional de dançarinos, professores, coreógrafos e produtores do movimento de dança inclusiva no Brasil por meio da parceria com a CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE DANÇA EM CADEIRA DE RODAS, oportunizando a reciclagem amadora e profissional através de competições, Espetáculos, Palestras e Workshops priorizando a dança como performance artística e cultural. 2. Ampliação e formação de novas platéias fortalecendo positivamente a imagem e diminuindo o preconceito existente sobre a DANÇA PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA; 3. Mapear e acompanhar o desenvolvimento setorial desta dança em todas as regiões do país levando à discussão e criações de alternativas de gestão para a formulação de um terceiro setor ainda mais profissional, através da contrapartida, para 300 pessoas. 4. Serão realizadas oficinas abertas, após a seleção de renomados nomes da dança para pessoas com deficiência internacional, estimulando novos alunos e professores multiplicadores de instituições locais, totalizando 300 pessoas com e sem deficiência. 5. Oferecer aos grupos de dança participantes a oportunidade de difundir o seu trabalho para mais de 2.696 (duas mil, seiscentos e noventa e seis pessoas) diretamente presencialmente mais 3 mil espectadores de forma remota e, a este público, a possibilidade de apreciar espetáculos, ampliando o seu repertório individual e aguçando sua sensibilidade por meio da fruição estética. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 2 do Decreto 10.755, de 2021: II - estimular a expressão cultural dos diferentes grupos e comunidades que compõem a sociedade brasileira; VI - fomentar atividades culturais com vistas à promoção da cidadania cultural, da acessibilidade artística e da diversidade; IX - promover a difusão e a valorização das experessões culturais brasileiras no exterior, assim como o intercâmbio cultural com outros países; X - apoiar a inovação em atividades artísticas e culturais, inclusive em arte digital e em novas tecnologias. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 0. FESTIVAL/ MOSTRA - Serão realizadas 3 (três)dias de apresentações e oficinas: no Teatro da CBMM no Centro Cultural do UNIARAXÁ em Araxá-MG, em Juiz de Fora-MG, no Centro Paralímpico Brasileiro em São Paulo-SP 1.ESPETÁCULOS DE ARTES CÊNICAS - Serão realizadas 3 (três) noites de apresentações: no Teatro da CBMM no Centro Cultural do UNIARAXÁ em Araxá-MG, em Juiz de Fora-MG na UFJF e no Centro Paralímpico Brasileiro em São Paulo-SP, totalizando um público total de 10.000 pessoas. Em média se apresentaram 10 delegações por noite. Estes, são selecionados por uma curadoria descrita na ficha técnica, formato selação direta, sendo filiados da CBDCR e inscritos para participação e formação de novos agentes multiplicadores, sendo realizado de forma gratuita. 2. PALESTRA - Serão realizadas 2 (duas) palestras/ mesas de debate para discussões de temas pertinentes à Dança inclusiva, dança artística e esportiva em cadeira de rodas com duração total de 2h e entrada franca. (250 vagas) Os palestrantes descritos na ficha técnica trarão temas como Cidades Inteligentes, Economia da Cultura, Criativa e Pesquisas. 3. WORKSHOP - Serão realizadas 8 aulas no Workshop atendendo mais de 50 participantes por aula. De cunho internacional, o objetivo é aproximar os praticantes da cultura trazendo para o Brasil seus criadores onde aulas práticas são interrcaladas com falas sobre a história dança para pessoas com deficiência em renome mundial. No formato de 2 aulas por dia com duração de 12h cada, os professores convidados (descritos na ficha técnica) conduzem suas aulas através de metodos próprios estimulando também a atenção e abertura de formatos de ensino. 4. Oportunizar um espaço adequado com toda infra estrutura para jovens adolescentes, aprendizes e estudantes das modalidades de dança. 5. Reciclagem profissional através dos workshops ministrados pelos mais renomados professores da dança nacional e internacional. 6. Fazer a integração social por meio do convívio e congraçamento entre grupos e cias. de dança de várias partes do Brasil. 7. Balizar e comparar os movimentos coreográficos, linguagens de movimento, composição coreográfica entre trabalhos apresentados nas noites de competições e mostras. 8. Expandir a concepção dos valores humanos e possibilidades artísticas como uma ferramenta de resgate e inclusão social. 9. Formação de novas plateias através de ingressos a preços populares e apresentações gratuitas na Cidade da Dança. 10. Possibilitar ambientes de debates e reflexões acerca de temas que articulem com a Economia da Cultura. CONTRAPARTIDA SOCIAL - 1 palestra (2h de duração) sobre o "Arte como profissão", com Wanessa Borges (palestra voluntária) - para 100 adolEscentes da rede pública; - 1 workshop gratuito de dança de capacitação para 100 professores da rede pública de ensino, com Eliana Lúcia Ferreira (palestra voluntária)
JUSTIFICATIVA O evento nasceu da necessidade de apoio para CBDCR - CAMPEONATO BRASILEIRO DE DANÇA EM CADEIRA DE RODAS 24ª EDIÇÃO onde os artistas pudessem além de expressar sua dança, discutir políticas públicas e empreendedorismo cultural fortalecendo o crescimento e desenvolvimento desta vertente. Para tanto foi segmentado o gênero dos festivais convencionais, em parceria com a CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE DANÇA EM CADEIRA DE RODAS. CBDCR existe a 24 anos, vem ininterruptamente evoluindo em qualidade estrutural, de atendimento humano, quantidade de participantes e plateia. Já passaram pelo evento mais de 500 dançarinos e 20.000 espectadores nestes 25 anos. É considerado pela mídia especializada como o maior do país neste segmento e entre os maiores do mundo. A expectativa para 2025 é de aproximadamente 100 (cem dançarinos com e sem deficiência ) 300 (trezentos) participantes nas oficinas e 6.000 (seis mil) espectadores. Visto o grande número de pessoas com e sem deficiência envolvidos, sendo 90% entre os 24 anos, a CBDCR apresenta uma programação que vai além das competições de dança e workshops práticos. Abriu um espaço para palestras e debates de temas com pesquisas cientificas, onde pesquisadores de todo território brasileiro mediam os assuntos com os participantes. Tais ações foram realizadas em resposta aos bailarinos que entendem que a CBDCR como um espaço democrático e central no país, onde nesta época, grupos de todas as regiões podem além de dançar, debater a dança em outras esferas. Para tanto, visto a demanda versos estrutura versos qualidade, e para manter o evento a preços populares, é de suma importância o incentivo fiscal para que o Brasil se mantenha através da CBDR na rota dos grandes eventos internacionais, se tornando celeiro de turismo cultural inclusivo e exportação artística. O projeto se enquadra nos seguintes incisos do Art. 1 da Lei 8313/91: I - contribuir para facilitar, a todos, os meios para o livre acesso às fontes da cultura e o pleno exercício dos direitos culturais; II - promover e estimular a regionalização da produção cultural e artística brasileira, com valorização de recursos humanos e conteúdos locais; III - apoiar, valorizar e difundir o conjunto das manifestações culturais e seus respectivos criadores; VII - desenvolver a consciência internacional e o respeito aos valores culturais de outros povos ou nações; O projeto tem por finalidade (dentre as elencadas no Art. 3° da Lei 8313/91): II - fomento à producção cultural e artística, mediante: e) realização de exposições, festivais de arte e espetáculo de artes cênicas ou congêneres.
1) Projeto Pedagógico Super Workshop: Com uma atividade que faz uso de uma ampla variedade de movimentos do corpo, a dança contribui para a aprendizagem de habilidades motoras, para o desenvolvimento de um forte senso de rítmo e relações especiais e configurações espaciais; para o aperfeiçoamento de força, agilidade, equilíbrio e resistência. A dança inclusiva faz mais que exercitar um conjunto de músculos. Ela tem a propriedade de permitir que seus integrantes se movam graciosa e expressivamente, de maneira planamente integrada e coordenada. Exercício completo de agilidade, flexibilidade, vigor e energia física, resistência física invulgar. É forte fator de correção de atitudes, hábitos higiênicos, harmonia de formas. Poderá compensar o desequilíbrio de atividades profissionais. A proposta do Worskhop é estabelecer contato e troca de conhecimento em esferas desde iniciantes até profissionais afim de que o desempenho artístico e educacional possa evoluir oferecendo ferramentas para que os envolvidos continuem multiplicando tais conhecimentos. 2) A estrutura é dividida em 2 etapas: Valores Físicos/ Objetivos desta fase: Desenvolver os movimentos fundamentais; Melhorar a coordenação dos pequenos e grandes grupos musculares; Ampliar o nível de aptidão motora; Valores Humanos/ Objetivos desta fase: -Conduzir os alunos ao caminho do autoconhecimento e auto-realização através do desenvolvimento integral da personalidade. - Fomentar o espírito de equipe, a criatividade, o respeito às diferenças.- Conscientizar os alunos das suas capacidades e estimulá-los a empregar seus talentos a serviço da comunidade. - Despertar nos alunos a consciência de que eles serão as lideranças que estabelecerão os moldes da sociedade futura. Carga horária: - Super Workshops | 4 dias de aula | 2 aulas por dia | duração de 1h/aula | total de 8h de workshop. Público alvo estimado: 44% homens | 56% mulheres sendo: 3% com menos de 14 anos | 32% entre 14 e 17 anos | 32% entre 18 e 21 anos | 19% entre 22 e 26 anos | 14% entre 27 e 40 anos -Material utilizado: aparelho de som, microfones, palco, ginásio -Profissionais convidados por perfil técnico e de ações realizadas: Os professores, no total de 4, também estão designados na Ficha Técnica como: Professor Workshop/ jurado internacional. 3) Festival de Dança Apresentação de grupos de dança com performances de 4 minutos. São em média 10 trabalhos coreográficos por noite sendo 3 noites de festival. Para este, os jurados (identificados no curriculo como professores/jurados), fazem comentários sobre as apresentações servindo de subsidio para a evolução artística do mesmo. Desenvolver e ampliar o estado de consciência do corpo e seu potencial para o movimento.
Locais de realização que serão selecionados:O local será devidamente adaptado para receber pessoas com deficiência física. A equipe será instruída para direcionar e, se necessário, auxiliar as pessoas com deficiência até seus lugares e/ou equipamentos necessários. Produto 1: Espetáculo de Artes CênicasAcessibilidade para Deficientes Visuais Audiodescrição do espetáculo será disponibilizada na entrada do teatro gratuitamente (previsto em orçamento como "tradução").Acessibilidade para Deficientes Auditivos Intérprete de Libras será posicionado e exibido ao canto do telão para a visibilidade dos portadores de deficiência auditiva (previsto em orçamento como "Intérprete de Libras").Acessibilidade para Deficientes Intelectuais Equipe capacitada para atendimento especializado. Produto 2: Oficina/WorkshopAcessibilidade no Aspecto Arquitetônico Rampas e/ou elevadores.A plateia terá espaços para cadeirantes.Banheiros adaptados com vasos sanitários privativos e pias.Disponibilidade gratuita de uma cadeira de rodas.Estacionamentos com vagas para pessoas com deficiência física e pessoas idosas.Acessibilidade para Deficientes Visuais Audiodescrição do espetáculo será disponibilizada na entrada da palestra gratuitamente (previsto em orçamento como "tradução").Banheiros com rampas de acesso e placas em braile.Placas de sinalização do evento em braile por todo o espaço para orientações e descrições gerais.Acessibilidade para Deficientes Auditivos Intérprete de Libras será posicionado e exibido ao canto do palco para a visibilidade dos portadores de deficiência auditiva (previsto em orçamento como "Intérprete de Libras").Acessibilidade para Deficientes Intelectuais Equipe capacitada para atendimento especializado. Produto 3: Contrapartida SocialAcessibilidade para Deficientes Visuais Audiodescrição do espetáculo será disponibilizada na entrada da palestra gratuitamente (previsto em orçamento como "tradução").Banheiros com rampas de acesso e placas em braile.Placas de sinalização do evento em braile por todo o espaço para orientações e descrições gerais.Acessibilidade para Deficientes Auditivos Intérprete de Libras será posicionado e exibido ao canto do palco para a visibilidade dos portadores de deficiência auditiva (previsto em orçamento como "Intérprete de Libras").Acessibilidade para Deficientes Intelectuais Equipe capacitada para atendimento especializado.Estas medidas garantem que o evento seja inclusivo e acessível para todos os públicos, promovendo a verdadeira inclusão social.
Conforme disposto no Art. 24, da normativa n 1/2022, seguem as propostas para democratização de acesso: Inciso IV - além da Ação Fomartiva Cultural prevista no art. 25 desta Instrução Normativa, realizar, gratuitamente, atividades paralelas aos projetos, tais como: g) atividades educacionais, profissionais ou de gestão cultural e artes desenvolvidas na proposta cultural ao visar ações em economia criativa, empreendedorismo e sustentabilidade culturais. Inciso VIII - ações culturais de contrapartida com foco na promoção e a participação de pessoas com deficiência e de idosos em competições de dança inclusiva de prêmios no campo das artes, cultura e das letras;
1.Coordenação Geral - Eliana Lúcia FerreiraResponsável pela supervisão geral, alinhamento, direção e entrega de toda a proposta do projeto, recebendo por tal rúbrica. Será também responsável pela total gestão administrativa e financeira do projeto, onde por estas, exercer o trabalho voluntário.) Possuí Pós-doutorado em Avaliação Educacional do Ensino pela Universidade Nacional do Ensino a distância - UNED-Espanha (2012), financiado pela Fundacion Carolina; Pós-doutorado em Linguística com ênfase em Análise de discurso pela UNICAMP (2008). Doutorado e mestrado em Educação Física pela UNICAMP (2003, 1998) (O título de doutorado brasileiro foi também reconhecido e homologado pelo Ministério de Educação da Espanha, sob o número 91.398.6031-2013). Especialização em Construtivismo pela UFU (1994); Aperfeiçoamento em Educação Física Adaptada pela UFU (1993), e em Música pelo Conservatório Estadual de Uberlândia. Licenciatura em Educação Física pela UFU (1992). Em 2010, foi Presidente da Comissão para Estudos da Viabilidade de Implantação do Curso de Licenciatura em Educação Física. É Professora Efetiva Titular do Depto. de Fundamentos da Faculdade de Educação Física (UFJF), Professora do Programa de Pós-Graduação em Educação - FACED/UFJF e professora colaboradora do Programa de Mestrado em Educação Inclusiva em Rede Nacional - PROFEI/UNESP. Enquanto Gestora Pública na UFJF assumiu cargos de Chefe de Departamento, Coordenação e vice - coordenação de Cursos Presencial e a Distância da Graduação e da Pós-graduação; Coordenadora Acadêmica e Coordenadora Adjunta do CEAD; Coordenadora Adjunta da UAB Coordenadora de Acessibilidade. No Ministério de Educação foi Coordenadora-Geral da Política Pedagógica da Educação Especial na Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão - SECADI/MEC. Atualmente é professora Líder do Núcleo de Pesquisa em Inclusão, Movimento e Ensino a Distância - NGIME/UFJF; Presidente da Asociación Latinoamaricana de Ciências del Deporte, Educación Física y Danza (ALCIDED); e filiada junto a International Association of Physical Education and Sport for Girls and Women (IAPESGW) e da América latina da International Council of Sport Science and Phisycal Education (ICSSPE) e representante regional da América do Sul da International Society for Comparative Physical Education and Sport - ISCPES. Atualmente é consultora da UNESCO para o Ministério de Educação. Doutora e mestre em Educação Física pela Universidade Estadual de Campinas e pós-doutora pela Universidade Nacional de Educação a Distância - UNED - Espanha. Desenvolveu sua carreira acadêmica na Faculdade de Educação Física da Universidade Federal de Juiz de Fora - UFJF e é Pesquisadora Líder do Núcleo de Pesquisa em Inclusão e Movimento Humano da UFJF.Atualmente é presidente da Asociación Latinoamaricana de Ciências del Deporte, Educación Física y Danza (ALCIDED); e representante regional para a América do Sul da International Society for Comparative Physical Education and Sport - ISCPES.- Pesquisas e publicações relacionadas à inclusão educacional e à dança para pessoas com deficiência.- Autor e editor de mais de 50 livros e 35 capítulos de livros. Publicação de 49 artigos em periódicos, apresentação de 109 trabalhos em congressos nacionais e internacionais.Orientou 23 alunos de mestrado e 7 alunos de doutorado. 2.Coordenação Artística: Wanessa Borges (Responsável por coordenar as equipes técnicas e artisticas do projeto) Wanêssa Borges é uma figura proeminente na cena cultural de Araxá e região. Formação Acadêmica: Graduação: Educação Física pelo Centro Universitário do Planalto de Araxá (UNIARAXA).Especialização: Dança e Consciência Corporal pela Universidade Gama Filho, Belo Horizonte.Pós-Graduação: Esportes e Atividades Físicas Inclusivas para Pessoas com Deficiência pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Experiência Profissional: Diretora, Coreógrafa e Bailarina: Cia. de Dança UNIARAXÁ pelo Centro Universitário do Planalto de Araxá.Presidente do Conselho Municipal de Politica Cultural de Araxá, Conselheira Municipal do IdosoVice-Presidente: Associação dos Artistas Cênicos de Araxá (Aparc).Presidente: Instituto das Artes e Movimento (Instituto MOVART). Contribuições Culturais: Projeto Araxá Dance Company-Dança Comunidade: Apoiado pela Lei Federal de Incentivo a Cultura.Participação em Festivais: Festival de Dança de Joinville, Festival Internacional de Hip Hop em Curitiba, Campeonato Mundial de Hip Hop em Las Vegas, Campeonato Mundial de Dança em Cadeira de Rodas na Rússia.Atividades Comunitárias: PEAS – Programa Educacional de Atenção ao Jovem, FADA – Associação de Assistência a Pessoa com Deficiência de Araxá. Condecorações e Reconhecimentos: Delegada de Cultura de Araxá: Eleita na Conferência Municipal de Cultura.Delegada Estadual de Cultura: Representará Minas Gerais na Conferência Nacional da Cultura Demais prestadores de serviços serão selecionados, após a captação do projeto e seleção da coordenação.
PROJETO ARQUIVADO.