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PRONAC 250169Projeto encerrado por excesso de prazo sem captaçãoMecenato

Repara a Bagunça : uma experiência musical à flor da pele

CAROLINE STEPHANIE DE SIMONE
Solicitado
R$ 981,2 mil
Aprovado
R$ 981,2 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação/Gravação de Música Regional
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Projetos normais
Ano
25

Localização e período

UF principal
MG
Município
Belo Horizonte
Início
2025-02-03
Término
2025-12-31
Locais de realização (10)
Manaus AmazonasSalvador BahiaBrasília Distrito FederalAraxá Minas GeraisBelo Horizonte Minas GeraisCongonhas Minas GeraisJuiz de Fora Minas GeraisUberlândia Minas GeraisPorto Alegre Rio Grande do Sul

Resumo

A proposta do projeto "Repara a Bagunça : uma experiência musical à flor da pele " é uma provocação a estar presente, a olhar o outro nos olhos, a escutar sem pressa, apreciar sem completar as frases. É a nova pesquisa da artista Caroline de Simone, com os seguintes resultados;o curta metragem de 15 minutos; o primeiro album musical da cantora, intitulado "Repara a Bagunça", que terá show de lançamento em Belo Horizonte, e outras 9 cidades. Cada cidade irá receber a oficina com a artista para uma vivência corpo e voz. A supresa ou diria a assinatura da artista, está no analógico, o album será gravado em vinil e fita cassete.

Sinopse

Curta metragem: O roteiro está em desenvolvimento, o fio condutor e inspirador do processo é a desconstrução de narrativas sociais que impõe tantas maneiras de "ser" ao universo feminino, e à carreira do artista. Quando falamos "repara an bagunça" é lógica para a frase "não repara na bagunça" , dita tantas vezes por nossas mães, amparadas no fato de que a casa precisa estar sempre arrumada e isso se vincula a um comportamento da mulher, que é a obrigação de cuidar do lar, de estar atenta à educação dos filhos, e isso em qualquer fase da vida, ser feminino no Brasil está ligado a muitos moralismos, que cerceam a capacidade de escolha e muitas impõe violências domésticas, resultado em feminicidio. E se precisa voltar ao analógico para explicar, talvez tenhamos mesmo que dar dez passos pra trás, para tentar minimizar ou mitigar os danos causados pelo excesso de informação, de tecnologias que a maior parte de nós não estava preparado e ainda não está para assimilar. Muitos tiveram que se ensimesmar, adotar uma postura blasé para conseguir dar conta de permanecer em dia com a saúde mental. Cada cena leva uma canção da compositora e interprete Caroline de Simone, que insiste em que não rotulem sua música como ou A ou B, ela é música, ela é melodia, e estas melodias embalam as vivências de outros e que para ela se tornaram canções para tornar a vida possível. O Curta metragem é mais que um registro do Show é um convite a reparar na bagunça, sem que isso nos machuque, porque cada um tem seus guardados, sua maneira de ver a vida, que intitulam como bagunça, mas que para cada um é o sentido de tudo existir e se organizar.

Objetivos

Apresentação: (...)Você fala o certo com certeza Já não sei do errado BasquiatSe a terra é plana, eu sou plenaPulo de ponta Nem sei nadarCarol de Simone Respire fundo! Expire de-va-gar! Respireee! Você é mulher! Nascer mulher em um mundo que socialmente foi pensado por homens e feito para homens, torna até a mais simples necessidade, respirar, um desafio moral. E se eu dissesse que seus conceitos são seus e não meus? Gritaria aos quatro cantos que estou errada? Mas e se eu te dissesse que em 1970, Norbert Elias, um sociólogo reconhecido, afirmou que a oposição entre "indivíduo" e "sociedade" não existe de fato, não passa de uma construção mental que fazemos para dar ordem ao caos da vida social. A melhor maneira de compreendermos as relações sociais e que pode ser descrita é ver-nos inseridos em teias simbólicas de interdependência. Nessas teias, cada ação de um indivíduo reflete e, ao mesmo tempo, depende de uma série de outras ações. É como um jogo de xadrez, cada ação individual, por mais independente que pareça, repercute nos movimentos seguintes. Então acreditaria? O que você vê, eu também vejo, mas a interpretação é sempre um ponto de vista, nunca a totalidade social. Com isso, a sua liberdade permanece limitada à rede de interdependências da qual faz parte, sendo que ela dirá até onde o indivíduo pode ir e o que ele pode ou não fazer (ELIAS, 1970).Em algum momento da sua vida, talvez tenha dito ou ouvido a exclamação ", pode entrar, mas não repare na bagunça! Em outras palavras, entre, mas não demore, não queira saber da minha intimidade, ou, hoje não está como arrumado como a sociedade determinou que esteja, me desculpe. Em ambas as situações há uma perda de identidade ou da possibilidade do novo. A música é um portal que transcende qualquer padrão, a arte é insólita, transgressora, desafiadora, assim, o primeiro lançamento da multiartista Caroline de Simone, não poderia ser diferente, carrega o contraditório, "Repara a bagunça", me enxergue na minha bagunça, se misture, se você vê o verso, eu vejo o certo, se você vê um desarrumado, eu me reconheço.O trabalho é um convite para ser livre, livre para pensar, brincar, rir e rir de si mesmo, ser, desarrumar o que parecia arrumado. As verdades absolutas não existem, elas sempre serão relacionais, contextualizadas. Somos seres sociais, simbólicos, desejando viver uma catarse. Cada canção do novo disco de Caroline de Simone foi pensada, sentida, para ser uma experiência de encontro consigo mesmo, inteira, sem medo do risco. E se repararmos na bagunça sem moralismos, o que era verso, vira prosa, poesia, intimidade, cumplicidade, porque os encontros acontecem, no de repente, quando nos permitimos viver fora de linhas que não construímos. O objeto central se projeta em três eixos: A música, a experiência cênica, o registro audiovisual. Eixo 1: curta metragem 15 minutos O processo de gravação do álbum, será também uma etnografia da sonoridade de Caroline de Simone, os bastidores, reuniões, reações, escolhas, produção executiva, o show de lançamento, será acompanhado por uma equipe de audiovisual. O material será editado no formato curta metragem 25 minutos. O objetivo é que assim, as vivência implícitas sejam externadas e possam servir de inspiração para novos trabalhos artísticos e ainda, é um processo de empoderamento feminino, de desconstrução de aprisionamento do corpo e da escolhas femininas por parte daqueles que detem os mecanismos de poder (estado, mídia, setor privado). O Curta também contará com depoimentos de artistas, parceiros, amigos, registros de conversas de bastidores e emoções vividas na flor da pele Eixo 1: Produto : Gravação e show Pesquisa artística, gravação e Show lançamento em Belo Horizonte, do Álbum musical "Repara a Bagunça"Circulação do Show: as cidades Belo Horizonte, São Paulo, Porto Alegre, Salvador, Brasília. Serão 10 cidades, 10 shows. Eixo 3: Oficina formativa Caroline de Simone tem na voz o seu portal, na música o instrumento pelo qual se expressa, partilha sua visão de mundo, e quer ir além dos shows, que os conceitos trabalhados na música, ultrapassem o palco, sejam norteadores de transformação social, de desenvolvimento de conhecimento. Sugerimos a Oficina "Meu corpo, minha voz", voltada para mulheres, artistas ou não, que queiram viver o corpo como experiência sonora um autocuidado com a vida feminina, enxergar a dita bagunça como a identidade individual, que pode ser diferente de outras, mas jamais menos importante. O Workshop tem duração de duas horas e será realizado em cada cidade. Perfazendo 10 oficinas. Objetivo geral: Garantir recursos para produzir e gravar o primeiro curta metragem e o primeiro álbum musical de Caroline de Simone, intitulado "Repara a bagunça". Objetivos específicos:1. Circular com O Show "Repara a bagunça" por cinco cidades mineiras, Belo Horizonte, Uberlândia, Juiz de Fora,Congonhas e Araxá; e as cidades, São Paulo, Brasília, Porto Alegre, Manaus e Salvador. Serão 10 cidades, 10 shows. 2..Realizar em cada cidade a Oficina ""Meu corpo, minha voz", duração de duas horas. 10 oficinas3..Roteirizar o processo criativo, gravação e show de lançamento, transformando-o em curta-metragem de 25 minutos. 4.Gerar postos diretos e indiretos de trabalho, durante 12 meses.5..Movimentar a economia e cadeia produtiva das cidades escolhidas, contratando profissionais locais.6.Produzir a impressão de 1000 álbuns no formato CD e 250 cópias no formato vinil.

Justificativa

Justificativa Cultural Minha luta diária é para ser reconhecida como sujeito, impor minha existência numa sociedade que insiste em negá-la.Djanila Ribeiro Ainda que tudo pareça natural, os dois únicos acontecimentos que o são, é nascer e morrer, o intervalo entre estes dois pontos é uma construção social, seria como parafrasear Millôr Fernandes, nasce-se original e morre-se cópia. E ainda bem que somos seres em construção, não seria a possibilidade do novo, do inusitado, de alterar a rota? A questão é que construir leva tempo, conhecer leva tempo, amar é o próprio tempo. Estamos desaprendendo o "ser social" ou criando uma ilusão de autossuficiência, essa sensação de que não temos mais tempo. E a arte? O artista? O exercício da criação, do fazer artístico não respeita o tempo, não se prende ao cronológico, não dá para marcar hora com a inspiração, talvez que quando ela chegue, nos pegue trabalhando. A velocidade das informações, o vazio das relações, a pressa com que tudo termina e começa e termina de novo, tem afetado profundamente a maneira como enxergamos e lidamos com o outro, como percebemos as nossas referências de amor, dor, alegria e da própria vivência do belo, do efêmero, do que toca nossa alma. É hora ou passou da hora de dar um, dois, três passos para trás, se distanciar para ter como enxergar o que precisa ser ressignificado, desconstruído e alterado, o mundo está gritando por uma nova experiência de estranhamento. E é aos poucos mesmo, a guerra não é um processo imediato, assim é também essa inflexão da condição humana para corrigir a rota. O projeto "Repara a Bagunça" é este convite de estranhamento, de conexão consigo mesmo, com seus desarrumados, abrir e revirar as gavetas emocionais, destravar os nós da garganta, gritar, rir de si mesmo, reumanizar, talvez seja esta a palavra.A artista Caroline de Simone chega com alegria, com leveza, com o xero no pescoço no abraço apertado, as batidas do coração que se misturam, provocando um batuque bom de sentir. Será um álbum da diversidade cultural, de sons e tons poeticamente experienciados. Ela partilha da sua vida através da música, de um espaço intimista, que quase encosta no público. Belo Horizonte precisa voltar a viver a experiências profundas com a arte, conhecer e reconhecer seus artistas, experimentar a presença, ouvir a música reverberar no corpo, um convite. A artista que tem uma estética musical muito particular, de uma voz aveludada e nem por isso deixa de ser forte e potente, vai começar no museu da moda, voltar ao passado, caminhar pelos anos 30,50 até os anos 80 quando a liberdade atravessava nossos poros, pular para a Casa do Baile, simbolicamente carrega os encontros, desencontros, amores, traições, e chegar no Museu de Artes e Ofícios, a representatividade do sufrágio, do empoderamento feminino, de um mundo que se tornou feminino. Caroline de Simone não chega de mansinho, como o imaginário popular fala sobre o mineiro, ela chega com toda sua personalidade, um mulherão de traços marcadamente brasileiros, o olhar que provoca e intimida ao mesmo tempo, dizendo "repara a bagunça", é bagunça pra você, pra mim são os limites que quebrei, os passos que contei, a vida que construí, as emoções sentidas e não sentidas, e todo desejo de ser vista. O direito de cantar, a voz , a minha música, a melodia que embala minhas decisões. É um não que aprendi a dizer e um sim que aceitei receber. O público terá a oportunidade de sentir a delicadeza e a força da música da artista, da amiga, do som plural e diverso, desta mulher que foi registrada pelo nome de Caroline de Simone, mas representa muitas , mas minas e as monas, uma geração de mulheres criadoras, cantoras, artistas, interpretes, compositoras, poetizas, e qualquer coisa que elas desejarem ser.

Estratégia de execução

não se aplica

Especificação técnica

Finalizado em resolução 4k de 1920 x 1080 ele terá masterização DCP nesta resolução, criando uma pequena área de Pillar Box na projeção, como o aspecto 1.85:1 também cria ao ser projetado na resolução de 1998 x 1080. Masterização: Máster em WMV, AVI, MPEG-4 ou Quick Time (.mov). O WMV é um codec padrão do WMP/PC é o mais recomendado para uso em cinema.

Acessibilidade

Plano de acessibilidade: Curta metragem de 25 minutos (Produto principal) acessibilidade física: rampas de acesso, cadeiras reservadas para pessoas obesas, lugares reservados para cadeirantes, banheiro PCD.acessibilidade auditiva: tradução em librasacessibilidade visual: audiodescrição feita pela artista.acessibilidade intelectual: contratação de profissional PCD especializado em acessibilidade. Gravação / show ( produto secundário) acessibilidade física: rampas de acesso, cadeiras reservadas para pessoas obesas, lugares reservados para cadeirantes, banheiro PCD.acessibilidade auditiva: tradução em librasacessibilidade visual: audiodescrição feita pela artista.acessibilidade intelectual: contratação de profissional PCD especializado em acessibilidade. Oficinas ( produto secundário) acessibilidade física: rampas de acesso, cadeiras reservadas para pessoas obesas, lugares reservados para cadeirantes, banheiro PCD.acessibilidade auditiva: tradução em librasacessibilidade visual: audiodescrição feita pela artista.acessibilidade intelectual: contratação de profissional PCD especializado em acessibilidade.

Democratização do acesso

Todas as atividades serão gratuitas, no caso dos shows teremos a retirada do ingresso gratuito pela página do Sympla. Garantindo: 10% para pessoas LGBTQIA+ 10% para quilombolas e indigenas 10% para professores da educação pública Contrapartida social: neste caso , o projeto está liberado da contrapartida por oferecer todas as atividades gratuitas.

Ficha técnica

Caroline De Simone - Cantora e direção geral CPF: 093.418.826-21contato.carolinedesimone@gmail.comNascimento: 20/09/1990 Formação acadêmica: Graduada em Design de Interiores pelo ISABELA HENDRIX Experiência profissional: Depois de 4 anos como Designer de Interiores, 6 anos de carreira como maquiadora, entre outras várias ocupações, decidi aos 32 anos me assumir cantora e compositora. No início de 2023 me mudei para a Inglaterra e no mesmo ano comecei a me dedicar na carreira, fazer aulas, praticar e me apresentar em alguns bares e casas de shows em Manchester, onde morava. No mesmo ano produzi o meu primeiro single ‘Me Deixa Saber’ que foi lançado em dezembro de 2023. Em 2024, com vontade de ousar mais na carreira, me mudei novamente para o Brasil, onde eu sabia que poderia expandir meu arsenal de possibilidades criativas, explorar a grande variedade de ritmos e referências que temos em nosso país. Por fim, comecei a trabalhar no meu primeiro EP ‘Repara a Bagunça’, um trabalho mais sensível e multifacetado que está em processo de gravação e produção. A cada dia que passa me vejo cada vez mais como multiartista e pretendo quebrar muitas barreiras e provocar reflexões com este projeto. Melliny Luiza Lima Brasil Ferreira Flores – Produtora ExecutivaCPF: 162.562.467-05mellinyluiza@hotmail.comNascimento: 12/02/1998 Formação acadêmica: Cursada em Produção cultural Experiência profissional: Mell Flores é uma produtora cultural apaixonada e dedicada, com sete anos de experiência na criação e execução de projetos artísticos e culturais diversos. Produção e gerência | Tranquilobh 2021-2023 (Produtora e gerente do Tranquilobh projeto que visa potencializar artistas da cena musical independente mineira há 6 anos em BH e São Paulo); Produção | Juventude Bronzeada 2021-2024 (Produtora da banda Juventude Bronzeada, banda que movimenta o carnaval de Belo Horizonte e redondezas há mais de 10 anos); Produção | ClaraXSofia 2022-2024 (Produtora do duo pop ClaraxSofia que já tocou em diversos estados e festivais pelo Brasil como Rock The Mountain, Virada Cultural, Festival de Inverno, entre outros.); Produção de comunicação | Elo Feat dos Sonhos 2024 (Produtora de comunicação no projeto Elo Feat dos Sonhos.); Supervisionando as frentes de comunicação do projeto como redes sociais, site, FAQ, entre as partes produtora, patrocinadora, fornecedores e público.Produção artística em diversos festivais culturais como Festival Sons do Brasil, Festival Novos Encontros, Festival Conexões Culturais e etc. Bruna Figueiredo Barbosa - Direção Audiovisual/CinematograficaCPF: 099.958.096-56garbofilmesbr@gmail.comNascimento: 21/04/1990 Formação acadêmica: Curso de Teatro do SESC MinasCurso Técnico de Teatro - PUC MinasGraduada em Publicidade e Propaganda na PUC MinasCurso de Roteiro pela Escola de Cinema Darcy Ribeiro Experiência profissional: Bruna Bahr escreveu e dirigiu a peça teatral Quintal, que esteve em cartaz no Rio de Janeiro em outurbo de 2019. Fez Assitência de Direção para o premiado curta Alice, Meu Pai! Com a produtora Zero8onze. Escreveu e produziu o curta Oh!, com o qual ganhou prêmios de Roteiro e também em todas as principais categórias.Dirigiu videoclipes, trabalhou como redatora de diversas campanhas publicitárias como Loreal Paris, Tim e OdontoCompany.Foi selecionada para o Projeto Marieta com três projetos diferentes de roteiro, no mesmo ano foi semifinalista no Concurso de Roteiro de Pilotos de Série, com seu projeto Quase Maduras. Danielly Santos Silveira - Comunicação e LinguagemCPF: 082.188.776-90daniellysilveira@gmail.comNascimento: 09/09/1986 Formação acadêmica: Licenciatura em Língua Portuguesa – Letras da UFMG Experiência profissional: Desde 2013, unindo o gosto pela linguagem com o interesse pelas artes visuais, passei a atuar na área de comunicação, principalmente na área publicitária, como redatora, roteirista e produtora de conteúdo, atuando também com revisão, preparação e edição de textos. Revisão e tratamento de linguagem do Catálogo de artesanato: Minas Gerais – 7ª ed. – Belo Horizonte: SEBRAE/MG, 2020. Revisão e preparação do material Territórios e Redes Criativas: etapa Lagoinha. Belo Horizonte: SEBRAE/MG, 2021. Maria Horta Maciel Rodrigues Alves - Direção Criativa e LinguagemCPF: 149.962.316-02email: mariahortamr@gmail.comNascimento: 18/10/1997 Formação acadêmica: Cursouy Cinema e Audiovisual na UNA Experiência profissional: Maria já realizou diversos filmes, vídeo artes, exposições, performances e filmes instalativos, vários deles foram exibidos em festivais nacionais e internacionais e receberam alguns prêmios, o curta-metragem Temporal (2020), os curtas VIRTUS (2019), SALIVA (2020), Silêncio - O tempo da fotografia (2021), Depois Quando (2019) e o longa A cozinha (2020) ambos dirigidos por Johnny Massaro. Trabalhou também na gravação do show “Nordeste Ficção” de Juliana Linhares - para o Teatro Unimed como diretora, junto a Johnny Massaro. MANTO (work in progress) é o último filme da diretora. Um curta-metragem com a tematica de possessão lésbica e conta com grandes nomes no elenco como Bella Camero, Teuda Bara, Helena Ignez, Larissa Bocchino, Mc Marie e Petter Baiestorf. Maria é também criadora do TRANSA podcast, que investiga temas contemporâneos. Em sua primeira temporada, o podcast explora a 'não-monogamia' e em sua segunda temporada (em produção) investigará o tema 'masculinidades'. Desde 2015 é curadora do cineclube CineLixo, que apresenta um recorte do cinema nacional à margem do circuito. Já foi curadora CineCHÃO, e de algumas mostras da Universo Produções, como a Mostra de Cinema de Tiradentes (onde também foi juri e coordenadora do Juri Jovem), CineOP e CineBH Sua trajetória como crítica começou em 2017 e já integrou a redação das revistas Rocinante, Cinética e Multiplot. Desenvolve trabalhos de artes plásticas e gráficas, foi editora d'A Criatura - publicação de trabalhos artísticos independentes, que leva o zelo d'A ZICA e é idealizada e protagonizada exclusivamente por mulheres. Por alguns anos trabalhou como pesquisadora e coordenadora de conteúdo audiovisual para OCCHI - Observatório de consumo e cultura e PS2P - propose to people. Também trabalhou na galeria contemporânea de arte GAL - arte e pesquisa em 2019, na CASA VIVA - educação e cultura de 2017 a 2022 como arte educadora. Pedro Veloso Rocha Mameluque - Diretor de ProduçãoCPF: 102.905.996-95pedromameluque@gmail.comNascimento: 13/12/1993 Formação acadêmica: Graduado em Arquitetura e Urbanismo pela UFMG Experiência profissional: Pedro Mameluque é arquiteto e multiartista. Atua como Artista de Iluminação e de Ambientes desde 2018, quando se graduou em Arquitetura e Urbanismo pela UFMG. Realizou diversos trabalhos digitais, dentre eles videos musicais e videogames. Em 2023 fez sua primeira direção e produção executiva do single de lançamento de carreira da cantora e compositora Caroline De Simone. Produção executiva single ‘me deixa saber’, Carol De Simone; Dirigiu clipes e videos musicais para a banda Rosa Neon e Carol Boaventura.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.

São Paulo São Paulo