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PRONAC 250174ArquivadoMecenato

ECOS - Dança e Educação Ambiental

GRUPO DE DANCA TRANSFORMA
Solicitado
R$ 199,9 mil
Aprovado
R$ 199,9 mil
Captado
R$ 0,00
Outras fontes
R$ 0,00

Análise IA

Relacionamentos

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Eficiência de captação

0.0%

Classificação

Área
—
Segmento
Apresentação ou Performance de Dança
Enquadramento
Artigo 18
Tipologia
Programa Rouanet Emergencial RS
Ano
25

Localização e período

UF principal
RS
Município
Porto Alegre
Início
2024-12-02
Término
2025-11-28
Locais de realização (4)
Pelotas Rio Grande do SulPorto Alegre Rio Grande do SulSão Leopoldo Rio Grande do SulTaquari Rio Grande do Sul

Resumo

O projeto ECOS - Dança e Educação Ambiental, da Transforma Cia de Dança, propõe a circulação do premiado espetáculo ECOS em quatro cidades do Rio Grande do Sul, todas severamente afetadas por enchentes: Porto Alegre, Pelotas, São Leopoldo e Taquari. Com oito apresentações gratuitas, o projeto é voltado para alunos de escolas públicas, artistas locais e ONGs, buscando proporcionar acesso à cultura e estimular a reflexão sobre questões ambientais. Cada apresentação contará com ação de formação de plateias e incentivando práticas sustentáveis. Além disso, o projeto incluirá oficinas de dança e atividades educativas, como e-book e vídeos sobre educação ambiental. Com essa iniciativa, a Transforma Cia de Dança reafirma seu compromisso com a excelência artística e o fortalecimento da cultura local, contribuindo para a recuperação social e cultural das cidades atingidas.

Sinopse

"ECOS" é um espetáculo de dança da Transforma Cia de Dança que se propõe a instigar uma profunda reflexão sobre a relação entre a humanidade e o meio ambiente, destacando a urgência de repensar nossos modos de vida frente às crises ambientais atuais. Com uma concepção artística que dialoga com o legado do ambientalista gaúcho José Lutzenberger e o conceito de Gaia, o espetáculo remete à ideia de que a Terra é um organismo vivo, enfatizando a responsabilidade coletiva que temos sobre ela. A obra é uma releitura do espetáculo original, que estreou em 1993, um ano após a primeira Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente, RIO92. Sua nova montagem, celebrando os 35 anos da companhia, é uma resposta à necessidade urgente de abordar o desequilíbrio ambiental causado pelas ações inconsequentes da sociedade. Esta nova versão ganhou 2 Prêmios Açorianos de Dança de 2023, nas categorias de Melhor Coreografia para Suzana d'Avila e Pamela Agostini e Destaque Intérprete para Bruno Mangenelli. Dividido em quatro atos, o espetáculo começa com uma representação da natureza em harmonia, onde os bailarinos traduzem a fluidez e a beleza de um ecossistema equilibrado. Este momento inicial é uma celebração da conexão intrínseca entre todos os seres vivos, simbolizada pela figura de Gaia, que encarna a força da Mãe Natureza. A narrativa evolui para a introdução da humanidade, mostrando sua conexão inicial com a natureza através de cordas que simbolizam essa ligação. No entanto, conforme os interesses individuais e a ambição pelo poder se tornam predominantes, essas cordas se rompem, representando a exploração da natureza e a deterioração da relação entre o homem e o meio ambiente. O espetáculo avança para uma crítica contundente à sociedade de consumo, onde o acúmulo de bens materiais e a superficialidade se tornam normais, deixando um rastro de resíduos e destruição. O uso de elementos cênicos como caixas e sacolas simboliza essa degradação, culminando em uma poderosa imagem final em que o homem se vê cercado por sua própria montanha de lixo, um reflexo do impacto devastador de suas ações. A presença de Gaia, mesmo diante da destruição, reforça a ideia de que a natureza é resiliente e continuará a existir, convidando o público a refletir sobre a necessidade de transformação em suas vidas. A nova montagem de "ECOS" incorpora uma linguagem acessível e uma narrativa coesa que conecta diversas camadas de interpretação, permitindo que o espetáculo ressoe com uma ampla gama de públicos. As estruturas coreográficas mesclam a fluidez da dança contemporânea com a força do jazz dance, unindo referências que vão desde os povos originários até a produção industrial, criando uma experiência visual e sensorial impactante. O impacto de "ECOS" vai além do palco; é um convite à conscientização e à ação. Em um contexto marcado pelas enchentes que devastaram o Rio Grande do Sul, o espetáculo se torna ainda mais pertinente. Ele não só destaca a fragilidade do meio ambiente, mas também a necessidade de um compromisso coletivo para mitigar os danos causados por práticas irresponsáveis. A Transforma Cia de Dança se empenha em dar visibilidade a essas questões e promover um diálogo crítico sobre a sustentabilidade e o cuidado com o planeta. Assim, "ECOS" reafirma seu papel como uma peça chave no mosaico cultural e social do Rio Grande do Sul, utilizando a arte como ferramenta de transformação e conscientização. O espetáculo busca ressoar na mente do público, inspirando ações concretas que contribuam para um futuro mais sustentável e harmonioso entre a humanidade e a natureza.

Objetivos

Objetivo GeralPromover a educação ambiental por meio da dança, realizando a circulação do espetáculo ECOS nas cidades de Porto Alegre, Pelotas, São Leopoldo e Taquari, com a finalidade de impactar diretamente as comunidade locais, oportunizando acesso aos estudantes de escolas públicas, promovendo ações de formação de plateia e fortalecendo a consciência ambiental e o diálogo sobre a relação entre a humanidade e o ecossistema. Este projeto também fomentará a cadeia produtiva da cultura, com contratação direta de 20 integrantes do grupo, além de produtores e serviços locais contratados para a realização desta circulação. Objetivos Específicos Realizar oito apresentações do espetáculo ECOS: Descrição: Organizar duas apresentações em cada uma das cidades (Porto Alegre, Pelotas, São Leopoldo e Taquari), totalizando 8 sessões, com entrada gratuita para alunos de escolas públicas, artistas locais e ONGs. Métricas: Cada apresentação deve atender a um público mínimo de 200 pessoas, totalizando pelo menos 1.600 espectadores durante todo o projeto, tendo como meta superar este número podendo chegar ao alcance de 2.400 pessoas como plateia, tendo como média teatros com lotação de 300 lugares. Formação de Plateia: Antes e após as apresentações, serão promovidas discussões e atividades que introduzirão o público ao universo das artes cênicas e da dança, e permitirão refletir sobre os temas abordados no espetáculo, incentivando um diálogo ativo sobre as questões ambientais. Métricas: sendo uma ação conjunto com as apresentações do espetáculo, pretende atingir as mesmas métricas. Garantia de acesso a bens culturais: Descrição: Proporcionar experiências culturais e de educação ambiental para alunos de escolas públicas nas quatro cidades visitadas, com o transporte dos estudantes sendo garantido e subsidiado pelo projeto. Oportunizar que pessoas em vulnerabilidade social acessem espaços culturais e tenham a experiência de assistir a uma cia profissional de dança. Métricas: Contratação de pelo menos 6 ônibus em cada cidade para realizar o transporte dos estudantes da escola para o teatro, assim como seu retorno. Oficinas de dança gratuitas: Descrição: Realizar uma oficina em cada cidade, ministrada por um dos professores integrantes da companhia, destinados a profissionais e estudantes de dança locais. O conteúdo programático contará com técnicas e metodologias utilizadas na construção do espetáculo, promovendo o intercâmbio cultural e a formação profissional. Métricas: Cada oficina deve ter no mínimo 15 participantes, resultando em um total de pelo menos 60 participantes ao longo do projeto, tendo como meta superar este número podendo chegar ao alcance de 100 pessoas, a depender do tamanho das salas de aula disponíveis para a realização das oficinas. Desenvolver e distribuir um e-book sobre a temática do espetáculo: Descrição: Criar um e-book que aborde a temática do espetáculo e suas implicações ambientais, a ser distribuído para as escolas convidadas para assistirem às apresentações, para que os professores trabalhem o tema com seus alunos em sala de aula, assim enriquecendo a experiência e aprofundando a discussão sobre questões ecológicas. Métricas: O e-book será enviado por e-mail para todos os professores das escolas envolvidas no projeto. Produzir uma série de 5 vídeos educativos: Descrição: Criar conteúdos audiovisuais que abordam temas relacionados à educação ambiental, a serem veiculados nas redes sociais e exibidos antes das apresentações, com dicas de hábitos mais sustentáveis e menos nocivos para o meio ambiente. Métricas: Os vídeos devem alcançar um mínimo de 5.000 visualizações totais nas plataformas digitais, além de atingir o público de cada apresentação. Estimular a economia criativa: Descrição: Contratar mais de 20 profissionais das artes (elenco, produtores, diretores, técnicos, entre outros). Além de fomentar a contratação de serviços locais, como transporte, alimentação e estrutura, promovendo a economia das cidades anfitriãs. Todos profissionais e empresas contratadas serão prioritariamente das cidades visitadas pelo projeto, visando um impacto econômico direto nas comunidades atendidas. Métricas: Acompanhar as contratações e registrar os serviços. Considerações Finais Os objetivos descritos têm como intuito não apenas a realização do espetáculo, mas uma abordagem holística que conecta a arte à educação e à responsabilidade ambiental. A Transforma Cia de Dança, com sua trajetória de 37 anos e compromisso com a formação de plateias e o desenvolvimento social, está pronta para levar o ECOS a essas quatro cidades, contribuindo para a conscientização e o fortalecimento das comunidades afetadas pelas enchentes.

Justificativa

A proposta se enquadra no Art. 1º, I, II, III, VI, VIII, IX da Lei 8.313/91 e alcançando os objetivos do inciso II, alínea "c" e IV, alínea "a", do Art. 3°, da mesma lei. O projeto ECOS - Dança e Educação Ambiental surge como uma resposta à urgente necessidade de promoção de práticas de educação ambiental e de conscientização sobre a relação entre o ser humano e o meio ambiente. Em um contexto de crise climática global onde diversas cidades do Rio Grande do Sul, como Porto Alegre, Pelotas, São Leopoldo e Taquari, entre tantas outras, foram severamente afetadas por enchentes devastadoras. O projeto ECOS visa levar a dança como forma de expressão artística a comunidades que carecem de acesso à cultura, promovendo apresentações gratuitas e ações educativas. O projeto tem como foco principal o público de escolas públicas, promovendo experiências culturais e educativas, e contribuindo para a formação de novas plateias. Garantindo o acesso a bens culturais através de transporte garantido e subsidiado pelo projeto. A Transforma Cia de Dança é reconhecida por valorizar, dar espaço e visibilidade para artistas locais, sendo todas suas obras produzidas por artistas gaúchos. Esta circulação permitirá que as comunidades locais tenham acesso a este bem cultural, assim como a garantia de contratação de profissionais e serviços de cada região. Reafirmado como bem imaterial, com 37 anos de história, o grupo é uma importante agente de cultura das artes cênicas gaúchas ao oportunizar um espaço profissional para bailarinos gaúchos, além de também ser um lugar de experimentação artística para jovens coreógrafos. Muitos artistas em destaque na dança nacional iniciaram sua jornada na Transforma, mostrando sua relevância no cenário artístico brasileiro. Com a realização das apresentações e oficinas, o projeto estimula a produção artística local, ao envolver bailarinos e artistas da região nas atividades, promovendo o intercâmbio cultural e o fortalecimento da cena artística local. O projeto ECOS propõe um circuito de apresentações que não só beneficia o público, mas também proporciona uma plataforma para a circulação e formação de artistas. A Transforma Cia de Dança é um grupo independente e enfrenta desafios financeiros constantes para viabilizar suas produções e manter a continuidade de seu trabalho artístico. A dependência de financiamento através de mecanismos de incentivo cultural é uma estratégia essencial para garantir a execução de projetos que têm um impacto direto na formação cultural e na sensibilização da sociedade. O projeto ECOS, ao integrar arte e educação ambiental, busca promover um diálogo necessário sobre práticas sustentáveis e o impacto das ações humanas no ecossistema, temas cada vez mais relevantes na contemporaneidade. Diante do exposto, a adesão ao Mecanismo de Incentivo a Projetos Culturais é uma necessidade premente para a realização do projeto ECOS - Dança e Educação Ambiental. O apoio financeiro proporcionado pela Lei de Incentivo à Cultura permitirá que a Transforma Cia de Dança realize uma proposta inovadora e essencial para a promoção da consciência ambiental e a valorização da arte, assegurando que a cultura continue a desempenhar um papel central na sociedade. Assim, este projeto não só reflete a responsabilidade social e ambiental, mas também se insere em um contexto de urgência e relevância cultural, através da temática abordada, que justifica o seu desenvolvimento e financiamento.

Estratégia de execução

"ECOS - Dança e Educação Ambiental" além de todos seus atributos, relacionados ao seu tema e propósito de possibilitar acesso cultura, o projeto carrega um significado ainda mais profundo ao circular o último espetáaculo coreografado e dirigido pro Suzana d'Avila, que faleceu em outubro de 2023. Suzana d'Avila representa um marco na dança gaúcha, consolidando uma trajetória marcada pela inovação e pelo compromisso com a arte enquanto instrumento de transformação. Uma das percussoras na disseminação do Jazz Dance no Rio Grande do Sul, seu trabalho vai além da criação e direção de espetáculos. Suzana se dedicou ao desenvolvimento de novos artistas, à formação de plateias e à articulação de um cenário da dança profissional que se expandiu e ganhou força graças à sua visão e perseverança. Fundadora da Transforma Cia de Dança, companhia que há décadas traduz inquietações contemporâneas e narrativas sociais através do movimento, ela construiu uma linguagem que atravessa o tempo e as gerações, inspirando novas formas de pensar e fazer dança. Com ECOS, Suzana não apenas deixa um legado artístico, mas também um chamado à reflexão, uma mensagem que ultrapassa o palco e ecoa em questões ambientais e sociais que se revelam cada vez mais presentes. A sensibilidade com que ela conduziu a remontagem do espetáculo em 2022, 30 anos após sua criação original, torna essa obra ainda mais especial, pois reflete a relevância atemporal de sua mensagem e o poder que a dança possui de mobilizar e sensibilizar. O legado de Suzana d'Avila, agora perene na memória de todos que compartilham desse espetáculo e do repertório da companhia, é um testemunho de sua habilidade única em transformar dança em linguagem universal e em resistência cultural, consolidando-a como uma das figuras mais importantes da dança gaúcha e do sul do Brasil.

Especificação técnica

Especificações técnicas: Duração do espetáculo: 60 minutos Duração da ação de formação de plateia pré-espetáculo: 10 minutos Duração da ação de formação de plateia pós-espetáculo: 20 minutos Duração da oficina de dança: 2 horas Paginação do e-book: 20 páginas.

Acessibilidade

O projeto "ECOS - Dança e Educação Ambiental" se compromete a garantir a acessibilidade física e de conteúdo, promovendo um ambiente inclusivo para todos os públicos. Acessibilidade Física: Os teatros onde ocorrerão as apresentações serão escolhidos de forma a garantir a mobilidade de pessoas com deficiência bem como banheiros adaptados para atender a essas necessidades, assegurando conforto e dignidade. Haverá também sinalização adequada para orientar o público nas dependências dos espaços. Acessibilidade de Conteúdo: O projeto implementará medidas para garantir a compreensão do espetáculo. As apresentações contarão com intérpretes de Libras, permitindo a inclusão de pessoas surdas ou com deficiência auditiva. A Transforma Cia de Dança acredita que a inclusão e a diversidade são fundamentais para o fortalecimento da cultura e da arte, e se compromete a tornar o projeto "ECOS" um espaço acolhedor para todos, celebrando a riqueza da expressão humana em suas diversas formas.

Democratização do acesso

O projeto "ECOS - Dança e Educação Ambiental" tem como prioridade a democratização do acesso à cultura, promovendo a inclusão de diversos públicos, especialmente aqueles que normalmente enfrentam barreiras para participar de atividades artísticas. As apresentações do espetáculo "ECOS" serão totalmente gratuitas para alunos de escolas públicas, artistas locais e ONGs que atendem pessoas com deficiência (PCDs). Essa iniciativa visa garantir que grupos historicamente marginalizados tenham a oportunidade de vivenciar a arte de forma acessível e significativa. A distribuição de ingressos será realizada por meio de parcerias com escolas e instituições locais, assegurando que as vagas sejam preenchidas por aqueles que mais precisam, promovendo a inclusão e o acesso à cultura. Também será garantido pelo projeto o transporte gratuito dos alunos para o teatro, assim como seu retorno para as escolas. Medidas de Ampliação de Acesso: Ações de formação de plateia: Antes e após as apresentações, serão promovidas discussões e atividades que introduzirão o público ao universo das artes cênicas e da dança, e permitirão refletir sobre os temas abordados no espetáculo, incentivando um diálogo ativo sobre as questões ambientais. Ensaios Abertos: Serão realizados ensaios abertos nas cidades participantes, permitindo que o público conheça o processo criativo e tenha uma experiência direta com a dança. Esses ensaios serão anunciados com antecedência e abertos a toda classe artística local, especialmente bailarinos, coreógrafos e estudantes de dança. Oficinas de dança: O projeto incluirá oficinas gratuitas de dança abertas à comunidade local. Essas oficinas serão conduzidas por profissionais da Transforma Cia de Dança, com foco em técnicas de dança e qualificação. As oficinas serão oferecidas em cada uma das quatro cidades, promovendo a formação de novos públicos e a capacitação de artistas locais. O "ECOS - Dança e Educação Ambiental" se compromete a ser um projeto inclusivo e acessível, contribuindo para a formação de plateias, a valorização da dança e a promoção de uma consciência ambiental coletiva.

Ficha técnica

A Instituição proponente, Transforma Cia de Dança, é um associação cultural com 37 anos de atuação e será responsável pela produção e realização do espetáculo, contando com seu coletivo de bailarinos, diretores, ensaiadores envolvidos no projeto. CURRÍCULO TRANFORMA Fundada em 1987 por Suzana d'Ávila, a Transforma Cia de Dança destaca-se como uma das principais companhias de dança do estado, oferecendo um espaço fundamental para o desenvolvimento artístico, a formação profissional e a promoção de redes produtivas na região. O grupo é reconhecido pela qualidade de suas produções, com temáticas relevantes e profundas, que contribuem para a formação de plateias e a reflexão crítica sobre questões contemporâneas. Ao longo dos seus 37 anos de atuação, a companhia acumulou reconhecimentos importantes, incluindo o Prêmio SATED e várias conquistas no Prêmio Açorianos de Dança, além de apoios financeiros como o Fumproarte e o FAC-RS. Participou de eventos prestigiosos como o Porto Alegre em Cena, Festival de Dança de Joinville e recentemente Festival Movimenta Cena Sul, consolidando sua relevância no cenário artístico nacional. Desde sua criação, a Transforma tem sido um espaço vital para a profissionalização de bailarinos em uma região onde o mercado da dança é notoriamente restrito, mas que possui um alto número de profissionais. A companhia oferece oportunidades para que artistas desenvolvam suas habilidades e alcancem experiências significativas. Muitos que passaram pela Transforma seguiram carreiras em grandes companhias nacionais, como Grupo Corpo, Quasar Cia de Dança, Cisne Negro Cia de Dança e Grupo Cena 11. Ex-integrantes também se destacaram como professores de dança ou fundadores de suas próprias companhias, ampliando o impacto da Transforma na dança brasileira. A formação profissional da atual equipe da Transforma reflete uma abordagem multidisciplinar, com mais da metade dos integrantes graduados em áreas ligadas ao corpo, como Dança, Educação Física e Fisioterapia. Outros possuem formação que expandem as perspectivas artísticas, como Psicologia, Letras, Cinema, Publicidade e Arquitetura. Essa diversidade acadêmica proporciona uma compreensão mais rica das várias formas de expressão, resultando em uma abordagem inovadora e profunda em suas criações. A Transforma é reconhecida por sua composição inclusiva e representativa, sendo inteiramente formada por pessoas de grupos sub-representados na sociedade, como pessoas LGBTQIA+, negro e mulheres. Como companhia independente, a Transforma não conta com financiamento contínuo, mas mantém o compromisso com a arte e a cultura, enfrentando as dificuldades do setor para garantir sua continuidade e a ampliação das oportunidades para artistas da dança. O grupo trabalha incansavelmente para viabilizar suas produções mantendo uma presença ativa e relevante no cenário artístico. A Transforma Cia de Dança é uma peça chave no mosaico cultural do Rio Grande do Sul. Com o falecimento de Suzana d'Ávila em outubro de 2023, o grupo enfrenta a perda de sua fundadora e mentora, mas permanece dedicado a honrar e perpetuar o legado que ela construiu, ao manter o compromisso com a qualidade artística, a formação profissional e o impacto social, reafirma sua importância e seu papel como um verdadeiro agente de transformação. CURRÍCULO INTEGRANTES KARINA D’AVILA ARAÚJO - DIRETORA GERAL Graduada em Educação Física - IPA e Pós-graduada em Dança e Consciência Corporal - UGF e também em Educação e Reeducação Psicomotora - UERJ. Iniciou seus estudos ainda criança e segue até os dias atuais. Começou com ballet clássico, no entanto abriu seus horizontes frequentando aulas de jazz, dança contemporânea, consciência através do movimento e yoga. Desenvolve pesquisa tendo como assunto principal a dança, suas contribuições em crianças de 3 a 6 anos, o desenvolver psicomotor pela dança e a utilização de exercícios de yoga para aprimorar técnicas de dança. Diretora do Suzana d’Avila Studio de Dança, tradicional escola que oportuniza formação em dança. É uma das idealizadoras do evento POA Dança Jazz, vencedor do Prêmio Açorianos de Dança 2017 na categoria Destaque Jazz. SUZANA D’AVILA (in memorian) - COREÓGRAFA Graduada em Educação Física - IPA/1976, Pós-graduada em Ginástica Rítmica. Na dança conta com os maiores mestres da dança do ballet clássico e jazz. Desde 1982 foi diretora do Suzana d'Avila Studio de Dança e em 1987 fundou a Transforma Cia de Dança. Foi uma das principais referências do jazz gaúcho, contemplada com muitos prêmios e destaques em festivais no sul do Brasil. No prêmio açorianos de dança recebeu por duas vezes o Destaque em Jazz e em 2023 de melhor coreografia por "ECOS". PAMELA AGOSTINI - COREÓGRAFA Graduada em Psicologia - ULBRA. Coreógrafa e bailarina atuante desde 1994, possui vasta experiência no jazz dance, ballet clássico e dança contemporânea. É bailarina da Darte Entretenimento e foi integrante do elenco da Cia Municipal de Dança de Porto Alegre e Transforma Cia de Dança. Premiada como melhor bailarina em festivais gaúchos por mais de 15 vezes. Como coreógrafa recebeu diversas premiações e destaque em festivais de dança. É coreógrafa de eventos do Natal Luz de Gramado e em 2023 recebeu o Prêmio Açorianos de Dança de melhor coreografia por "ECOS". FERNANDO MUNIZ - DIRETOR ARTÍSTICO, PRODUTOR E BAILARINO Tem formação superior em produção audiovisual - ULBRA. É bailarino desde 2007, com expertise no jazz dance e dança contemporânea, fazendo aulas com professores reconhecidos nacionalmente. Faz parte da direção da Transforma Cia de Dança, sendo um dos responsáveis pelo roteiro e direção artística do premiado espetáculo "ECOS". Trabalhou por 8 anos no Grupo RBS, como produtor e diretor de conteúdo na área cultural. É diretor da produtora de videodança MOOV.art, referência na área, trabalhando com muitos grupos, escolas e festivais de dança da região sul. É idealizador do projeto Videodança RS, premiado pela Lei Aldir Blanc (2020). Recebeu três Prêmio Açorianos de Dança com trabalhos de dança para tela. DANTE SALDANHA - DIRETOR ARTÍSTICO, ENSAIADOR E BAILARINO Atua na dança do Rio Grande do Sul desde 2005. Iniciou nas danças folclóricas no CFI Os Gaúchos. Possui longa formação em jazz e balé clássico. Integrante da Transforma Cia de Dança desde 2007, já participou de importantes festivais como Porto Alegre em Cena e circulações com o grupo. Em 2019 fez assistência de direção no espetáculo Reutilizáveis Corpos Descartáveis. É responsável pelo roteiro e direção artística do premiado espetáculo ECOS (2022). Participa regularmente de espetáculos do Ballet Concerto, além de já ter participado de eventos com a Darte Entretenimento e integrado o elenco do Natal Luz de Gramado (2009 a 2014) e Companhia H. BRUNO MANGANELLI - COLABORADOR COREOGRÁFICO E BAILARINO Graduado em Publicidade e Propaganda - UFRGS. Bailarino, professor e coreógrafo, iniciou seus estudos em dança aos 10 anos de idade. Atuando principalmente no Jazz Dance e na Dança Contemporânea. Atualmente leciona em escolas de dança da capital gaúcha e faz parte do elenco de bailarinos da Companhia H, da Transforma Cia de Dança, da Gema Cia de Dança e do Carol Dalmolin Estúdio de Dança. No ano de 2023 participou como colaborador coreográfico do espetáculo ECOS, da Transforma Cia de Dança, pelo mesmo espetáculo foi vencedor do Prêmio Açorianos de Dança como Intérprete Destaque. No mesmo ano recebeu os prêmios de Melhor Bailarino e Coreógrafo Destaque da 20ª edição do Festival Sul em Dança.

Providência

PROJETO ARQUIVADO.